Violencia Domestica Marina Ana Filipa

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Information about Violencia Domestica Marina Ana Filipa

Published on March 12, 2008

Author: aritovi

Source: slideshare.net

Description

Trabalho realizado em Práticas de Acção Social 10º ano na Esc. Sec. de Vagos.
No 2º período e com o tema - áreas de intervenção da Acção Social.

Violência Doméstica Um problema esquecido

Introdução Este trabalho foi proposto pelo professor Pedro Vitória no âmbito da disciplina de Práticas de Acção Social. O objectivo é consciencializarmo-nos de um grande problema que afecta a nossa sociedade: A Violência Doméstica. Para esse efeito, iremos apresentar uma história verídica que retrata bem o sofrimento e a dor de uma mulher.

Este trabalho foi proposto pelo professor Pedro Vitória no âmbito da disciplina de Práticas de Acção Social.

O objectivo é consciencializarmo-nos de um grande problema que afecta a nossa sociedade: A Violência Doméstica.

Para esse efeito, iremos apresentar uma história verídica que retrata bem o sofrimento e a dor de uma mulher.

Porquê um problema esquecido? A Violência Doméstica é um problema não só esquecido como também escondido. Na nossa sociedade existem inúmeros casos deste tipo de violência mas parece que ninguém se preocupa com eles. As mulheres sofrem muito mas por outro lado têm medo de denunciar o agressor Muitas vezes a Violência Doméstica acontece no meio de quatro paredes, e ninguém se apercebe disto. Na nossa opinião, nós jovens temos a missão de não deixar cair no esquecimento este grande problema que causa dor e sofrimento físico e psicológico a vitima

A Violência Doméstica é um problema não só esquecido como também escondido.

Na nossa sociedade existem inúmeros casos deste tipo de violência mas parece que ninguém se preocupa com eles. As mulheres sofrem muito mas por outro lado têm medo de denunciar o agressor

Muitas vezes a Violência Doméstica acontece no meio de quatro paredes, e ninguém se apercebe disto.

Na nossa opinião, nós jovens temos a missão de não deixar cair no esquecimento este grande problema que causa dor e sofrimento físico e psicológico a vitima

Mas afinal o que é a Violência Doméstica? A Violência Doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente. Trata-se de um problema que acontece em ambos os sexos e em qualquer nível social, económico, religioso ou cultural. A sua importância é relevante sob dois aspectos: 1º devido ao sofrimento indescritível que vivem as suas vitimas, muitas vezes silenciosas. 2º porque, comprovadamente, a violência doméstica, inclui a a negligência precoce o a abuso sexual, podem impedir um bom desenvolvimento físico e mental da vítima.

A Violência Doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente. Trata-se de um problema que acontece em ambos os sexos e em qualquer nível social, económico, religioso ou cultural.

A sua importância é relevante sob dois aspectos:

1º devido ao sofrimento indescritível que vivem as suas vitimas, muitas vezes silenciosas.

2º porque, comprovadamente, a violência doméstica, inclui a a negligência precoce o a abuso sexual, podem impedir um bom desenvolvimento físico e mental da vítima.

Um caso preocupante Maria tem 35 anos, é casada com Manuel, 33 anos, de quem tem 4 filhos: Ricardo, 15 anos, Mara, 12 anos, Camila, 8 anos, e o Pedro de 2 anos. Maria deu entrada nas urgências do hospital distrital de Aveiro, devido a violentas agressões por parte do marido, apresentando diversas escoriações, ou seja, diversas agressões. Manuel é toxicodependente e suspeita-se que possa ser portador de SIDA, desconhecendo-se se Maria e os filhos também o são. Maria já deu entrada várias vezes nas urgências por tentativas de suicídio e chegou a estar 15 dias internada devido a problemas psiquiátricos. O filho mais novo, de 2 anos, não está registado na Conservatória e nunca foi ao Centro de Saúde.

Maria tem 35 anos, é casada com Manuel, 33 anos, de quem tem 4 filhos: Ricardo, 15 anos, Mara, 12 anos, Camila, 8 anos, e o Pedro de 2 anos.

Maria deu entrada nas urgências do hospital distrital de Aveiro, devido a violentas agressões por parte do marido, apresentando diversas escoriações, ou seja, diversas agressões.

Manuel é toxicodependente e suspeita-se que possa ser portador de SIDA, desconhecendo-se se Maria e os filhos também o são.

Maria já deu entrada várias vezes nas urgências por tentativas de suicídio e chegou a estar 15 dias internada devido a problemas psiquiátricos.

O filho mais novo, de 2 anos, não está registado na Conservatória e nunca foi ao Centro de Saúde.

Um caso preocupante Maria está desempregada. O marido é pedreiro, mas só trabalha quando quer, obrigando Maria a pedir dinheiro à família e vizinhos. No entanto, Manuel impede Maria de se dirigir aos serviços de Segurança Social, ou outros, para obter apoio. Maria tem 2 irmãos que vivem perto, mas cortaram relações com ela devido ao comportamento de Manuel. Esta nunca apresentou queixa - crime. De momento, Maria encontra-se numa instituição em Oliveira do Bairro e o seu marido está a fazer uma desintoxicação. Este encontra-se num estado grave e preocupante. Esta família dificilmente voltará a ser feliz, pois esta vida encarregou-se de a afectar negativamente. Os seus filhos, já adolescentes, estão hoje a sofrer consequências psicológicas devido aos comportamentos a que assistiram na nossa infância. O Pedro com 4 anos foi entregue a uma família de acolhimento que lhe deu todo o amor e carinho que precisava. Este mantém o contacto com os seus irmãos.

Maria está desempregada. O marido é pedreiro, mas só trabalha quando quer, obrigando Maria a pedir dinheiro à família e vizinhos. No entanto, Manuel impede Maria de se dirigir aos serviços de Segurança Social, ou outros, para obter apoio.

Maria tem 2 irmãos que vivem perto, mas cortaram relações com ela devido ao comportamento de Manuel. Esta nunca apresentou queixa - crime.

De momento, Maria encontra-se numa instituição em Oliveira do Bairro e o seu marido está a fazer uma desintoxicação. Este encontra-se num estado grave e preocupante. Esta família dificilmente voltará a ser feliz, pois esta vida encarregou-se de a afectar negativamente. Os seus filhos, já adolescentes, estão hoje a sofrer consequências psicológicas devido aos comportamentos a que assistiram na nossa infância.

O Pedro com 4 anos foi entregue a uma família de acolhimento que lhe deu todo o amor e carinho que precisava. Este mantém o contacto com os seus irmãos.

Como reagem as crianças a estes tipos de casos? A criança costuma assumir sentimentos de culpa ; uma ansiedade constante , de quando acontecerá um novo incidente ; tristeza ; confusão de sentimentos, porque ao mesmo tempo sentem ódio e amor pelo abusador; medo de abandono , quando são separadas de um dos pais vão sentir medo de perder o outro; medo de dano – físico , uma grande percentagem das crianças que presenciam a violência é castigado também; necessidade excessiva de atenção adulta, as crianças pequenas irão sentir-se frágeis e apegar-se-ão aos adultos em busca de atenção, segurança e confiança; embaraço – vergonha , ficam embaraçados com comentários públicos; ausência excessivas à escola, a criança falta à escola porque tem medo de deixar sozinha a sua mãe.

A criança costuma assumir sentimentos de culpa ; uma ansiedade constante , de quando acontecerá um novo incidente ; tristeza ; confusão de sentimentos, porque ao mesmo tempo sentem ódio e amor pelo abusador; medo de abandono , quando são separadas de um dos pais vão sentir medo de perder o outro; medo de dano – físico , uma grande percentagem das crianças que presenciam a violência é castigado também; necessidade excessiva de atenção adulta, as crianças pequenas irão sentir-se frágeis e apegar-se-ão aos adultos em busca de atenção, segurança e confiança; embaraço – vergonha , ficam embaraçados com comentários públicos; ausência excessivas à escola, a criança falta à escola porque tem medo de deixar sozinha a sua mãe.

Qual o papel de um técnico de Acção Social perante estes casos? Um técnico de Acção Social deve ter perante estes casos um papel activo, pois a vítima necessita de apoio e ajuda. Este tem que procurar meios para melhor a qualidade de vida desta pessoa, para isso, pode criar centros de apoio as vitimas de Violência Doméstica e acompanhar o agressor para perceber o que o anda a afectar psicologicamente para ter este tipo de comportamentos. Muitas vezes estas mulheres sentem-se excluídas da sociedade, dai o técnico de Acção Social deve apoia-las nesse campo criando, por exemplo, actividades e centros de convívio onde estas possam falar abertamente sobre a sua situação e dizer aquilo que sentem.

Um técnico de Acção Social deve ter perante estes casos um papel activo, pois a vítima necessita de apoio e ajuda. Este tem que procurar meios para melhor a qualidade de vida desta pessoa, para isso, pode criar centros de apoio as vitimas de Violência Doméstica e acompanhar o agressor para perceber o que o anda a afectar psicologicamente para ter este tipo de comportamentos.

Muitas vezes estas mulheres sentem-se excluídas da sociedade, dai o técnico de Acção Social deve apoia-las nesse campo criando, por exemplo, actividades e centros de convívio onde estas possam falar abertamente sobre a sua situação e dizer aquilo que sentem.

Aconselhamento e ajuda Quais as instituições? Aconselhamento e ajuda: A quem recorrer? Associação de mulheres contra a violação? TLF: 218 511 223 Associação Portuguesa de apoio à vítima – APAV TLF: 218 884 732 / 707 200 077 Comissão para a igualdade e para os direitos das mulheres TLF: 217 983 000 Gabinete de consulta jurídica – ministério da justiça TLF: 213 960 586 / 213 603 857 Grupo de ajuda mútua a mulheres vítimas de violação TLF: 218 400 253 / 217 937 921 Serviço de informação às mulheres vítimas de violência Linha Verde: 808 202 148 União de mulheres alternativa e resposta – UMAR   Linha Verde: 808 200 175 Guarda Nacional Republicana – GNR Polícia judiciária www.contraviolência.online.Pt

Quais as instituições?

Aconselhamento e ajuda:

A quem recorrer?

Associação de mulheres contra a violação?

TLF: 218 511 223

Associação Portuguesa de apoio à vítima – APAV

TLF: 218 884 732 / 707 200 077

Comissão para a igualdade e para os direitos das mulheres

TLF: 217 983 000

Gabinete de consulta jurídica – ministério da justiça

TLF: 213 960 586 / 213 603 857

Grupo de ajuda mútua a mulheres vítimas de violação

TLF: 218 400 253 / 217 937 921

Serviço de informação às mulheres vítimas de violência

Linha Verde: 808 202 148

União de mulheres alternativa e resposta – UMAR

  Linha Verde: 808 200 175

Guarda Nacional Republicana – GNR

Polícia judiciária

www.contraviolência.online.Pt

Conclusão Este trabalho foi muito importante para a nossa consciencialização sobre alguns problemas que existe no nosso mundo actual. Ao contrário do que nós pensávamos a Violência Doméstica é um problema ainda bastante existente na nossa sociedade. Ainda nós questionamos o porquê de ninguém se preocupar com este sofrimento e dor que as mulheres passam. Por isso, esperamos que com este trabalho as pessoas comecem a tomar mais consciência e atenção a estes problemas.

Este trabalho foi muito importante para a nossa consciencialização sobre alguns problemas que existe no nosso mundo actual. Ao contrário do que nós pensávamos a Violência Doméstica é um problema ainda bastante existente na nossa sociedade.

Ainda nós questionamos o porquê de ninguém se preocupar com este sofrimento e dor que as mulheres passam. Por isso, esperamos que com este trabalho as pessoas comecem a tomar mais consciência e atenção a estes problemas.

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