viniciuscatao inclusao

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Published on November 2, 2007

Author: Danielle

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PEDAGÓGICA 5 V Congresso Internacional de Educação :  PEDAGÓGICA 5 V Congresso Internacional de Educação DIVERSIDADE x INCLUSÃO: RELAÇÃO OU CONFUSÃO? BELO HORIZONTE - MG 30 de Setembro - 2006 Preâmbulo: “A corrente do Bem”:  Preâmbulo: “A corrente do Bem” O que o “mundo” quer de nós? Reflexão Inicial:  Reflexão Inicial “O grande desafio humano é resistir à sedução do repouso, pois nascemos para caminhar e nunca para nos satisfazer com as coisas como estão. A insatisfação é um elemento indispensável para quem, mais do que repetir, deseja criar, inovar, refazer, modificar, aperfeiçoar.” Mário Sérgio Cortella O olhar do diferente...:  O olhar do diferente... Toda e qualquer evolução é fruto da crítica “O diferente nos educa.” Dom Hélder Câmara A diferença na pós-modernidade:  A diferença na pós-modernidade Texto 01 “Pano de fundo” para se trabalhar a diversidade (social x escolar) “Realmente tudo mudou” Luiz Fernando Veríssimo Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo :  Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo O rouge virou blush O pó-de-arroz virou pó-compacto O brilho virou gloss O rímel virou máscara incolor A Lycra virou stretch Anabela virou plataforma Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo :  Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo O corpete virou porta-seios Que virou sutiã Que virou lib Que virou silicone A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento A escova virou chapinha "Problemas de moça" viraram TPM Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo :  Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo Confete virou MM A crise de nervos virou estresse A chita virou viscose A purpurina virou glitter A brilhantina virou mousse Os halteres viraram bomba A ergométrica virou spinning Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo :  Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo A tanga virou fio dental E o fio dental virou anti-séptico bucal.  Ninguém mais vê... Ping-Pong virou Babaloo O à-la-carte virou self-service A tristeza, depressão O espaguete virou Miojo pronto A paquera virou pegação Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo :  Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo A gafieira virou dança de salão O que era praça virou shopping A areia virou ringue A caneta virou teclado O long-play virou CD A fita de vídeo é DVD O Cd já é MP3 É um filho onde éramos seis Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo :  Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo O álbum de fotos agora é mostrado por e-mail O namoro agora é virtual A cantada virou torpedo E do “não” não se tem medo O break virou street O samba, pagode Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo :  Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo O carnaval de rua virou Sapucaí O folclore brasileiro, Halloween O piano agora é teclado, também O forró de sanfona ficou eletrônico Fortificante não é mais Biotônico Bicicleta virou Bis Polícia e ladrão virou counter strike Folhetins são novelas de TV Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo :  Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo Fauna e flora a desaparecer Lobato virou Paulo Coelho Caetano virou um chato Chico sumiu da FM e TV Baby se converteu RPM desapareceu Elis ressuscitou em Maria Rita? Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo :  Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo Gal virou fênix Raul e Renato, Cássia e Cazuza, Lennon e Elvis, Todos anjos Agora só tocam lira... A AIDS virou gripe Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo :  Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo A bala antes encontrada agora é perdida A violência está coisa maldita! A maconha é calmante O professor é agora o facilitador As lições já não importam mais A guerra superou a paz Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo :  Realmente tudo mudou Luiz Fernando Veríssimo E a sociedade ficou incapaz... ... De tudo. Inclusive de notar essas diferenças. Rumo a (in)diferença... :  Rumo a (in)diferença... INCLUSÃO X EXCLUSÃO: Relação ou confusão???? “INCLUIR” Dicionário Aurélio:  “INCLUIR” Dicionário Aurélio Compreender, abranger; Conter em si; Fazer tomar parte; Inserir, introduzir, relacionar; Fazer constar de uma lista, de uma série etc.; Fazer parte, inserir-se. “EXCLUIR” Dicionário Aurélio:  “EXCLUIR” Dicionário Aurélio Ser incompatível com; Eliminar, expulsar, retirar; Pôr fora; Não admitir; Privar, despojar; Isentar-se. As relações de ambivalência presentes na pós-modernidade...:  As relações de ambivalência presentes na pós-modernidade... Continuando o percurso... Slide21:  “Brasis” Seu Jorge Tem um Brasil que é próspero, outro não muda Um Brasil que investe, outro que suga Um de sunga, outro de gravata Tem um que faz amor e tem um outro que mata Slide22:  “Brasis” Seu Jorge Brasil do ouro, Brasil da prata Brasil do balacouchê, da mulata Tem um Brasil que é lindo outro que fede O Brasil que dá é igualzinho ao que pede Slide23:  “Brasis” Seu Jorge Pede paz, saúde, trabalho e dinheiro. Pede pelas crianças do país inteiro Tem um Brasil que soca, outro que apanha. Um Brasil que saca, outro que chuta Slide24:  “Brasis” Seu Jorge Perde e ganha, sobe e desce Vai a luta, bate bola porém não vai a escola Brasil de cobre, Brasil de lata Slide25:  “Brasis” Seu Jorge É negro, é branco, é nissae É verde, é índio peladão É mameluco, é cafuso, é confusão Slide26:  “Brasis” Seu Jorge Ó Pindorama quero seu Porto seguro Suas palmeiras, suas pêras, seu café Suas riquezas, praias, cachoeiras Quero ver o seu povo de cabeça em pé Slide27:  “Brasis” Seu Jorge Tem um Brasil que é próspero, outro não muda Um Brasil que investe, outro que suga Um de sunga, outro de gravata Tem um que faz amor e tem um outro que mata Slide28:  “Brasis” Seu Jorge Brasil do ouro, Brasil da prata Brasil do balacouchê, da mulata Tem um Brasil que é lindo outro que fede O Brasil que dá é igualzinho ao que pede Slide29:  “Brasis” Seu Jorge Pede paz, saúde, trabalho e dinheiro. Pede pelas crianças do país inteiro Tem um Brasil que soca, outro que apanha. Um Brasil que saca, outro que chuta Slide30:  “Brasis” Seu Jorge Perde e ganha, sobe e desce Vai a luta, bate bola porém não vai a escola Brasil de cobre, Brasil de lata Slide31:  “Brasis” Seu Jorge É negro, é branco, é nissae É verde, é índio peladão É mameluco, é cafuso, é confusão Slide32:  “Brasis” Seu Jorge Ó Pindorama quero seu porto seguro Suas palmeiras, suas pêras, seu café Suas riquezas, praias, cachoeiras Quero ver o seu povo de cabeça em pé Slide33:  “Brasis” Seu Jorge Como queremos ver o “nosso povo” (ALUNOS)??? Sem esperança...:  Sem esperança... Desiludido com o futuro...:  Desiludido com o futuro... Sem perspectiva...:  Sem perspectiva... E aí, professor... É hora de (re)pensar a nossa atividade docente?:  E aí, professor... É hora de (re)pensar a nossa atividade docente? Os desafios de uma educação que contemple as diferenças...:  Os desafios de uma educação que contemple as diferenças... Jogando as sementes... O diálogo entre as diferenças...:  O diálogo entre as diferenças... Qual seria a sua imagem????:  Qual seria a sua imagem???? (In)diferença????? ??? Slide41:  FATO Em 11 de Setembro de 2001 morreram, aproximadamente, 3 mil inocentes na destruição das torres do WTC: já foram muito lamentados. A cada dia, hoje, morrem 30 mil por falta de água. E... quem chora por eles? Os excluídos da VIDA... E quem chora...???:  E quem chora...??? E quem chora...???:  E quem chora...??? ? Caridade x Compaixão :  Caridade x Compaixão Reflexão sobre a ação inclusiva... Assistencialismo x Integração Conduz Conseguiremos construir uma “EDUCAÇÃO LIBERTADORA”, nas palavras de Paulo Freire, apenas com “boa vontade” e sentimentalismo frente a uma causa? Ou precisaríamos (re)conhecer o(s) verdadeiro(s) limite(s) que a prática diária nos coloca frente ao processo educativo envolvendo a inclusão e, acima de tudo, o direito de TODOS a uma educação de qualidade ? :  Conseguiremos construir uma “EDUCAÇÃO LIBERTADORA”, nas palavras de Paulo Freire, apenas com “boa vontade” e sentimentalismo frente a uma causa? Ou precisaríamos (re)conhecer o(s) verdadeiro(s) limite(s) que a prática diária nos coloca frente ao processo educativo envolvendo a inclusão e, acima de tudo, o direito de TODOS a uma educação de qualidade ? Alguns questionamentos... “Para o mal se perpetuar, basta que os bons nada façam.” Jane Eliot (Socióloga e educadora norte-americana) :  “Para o mal se perpetuar, basta que os bons nada façam.” Jane Eliot (Socióloga e educadora norte-americana) Reflexão... “O que me preocupa não é grito dos maus, mas o silêncio dos bons”. Martin Luther King (ativista negro norte-americano) :  “O que me preocupa não é grito dos maus, mas o silêncio dos bons”. Martin Luther King (ativista negro norte-americano) Reflexão... Questionamento Será que não estamos buscando mudanças sociais e educacionais que nos são impossíveis?:  Questionamento Será que não estamos buscando mudanças sociais e educacionais que nos são impossíveis? Uma breve contemplação do “artificial”...:  Uma breve contemplação do “artificial”... Inclusão (propostas sociais/pedagógicas ...) x Integração (prática cotidiana):  Inclusão (propostas sociais/pedagógicas ...) x Integração (prática cotidiana) Diferença (INCLUSÃO) x Indiferença (EXCLUSÃO) Relações holísticas na educação Conhecimento: a idéia de cadeia:  Conhecimento: a idéia de cadeia Simples/complexo Ordem linear Relação lógica Pré-requisito Seriação O conhecimento como REDE (Network):  O conhecimento como REDE (Network) Os vínculos estabelecidos pela construção do saber em meio a diversidade Mudanças nos paradigmas educacionais... Um breve olhar para o (in)diferente...:  Um breve olhar para o (in)diferente... Inclusão x (In)certezas...:  Inclusão x (In)certezas...   “A maior contribuição de conhecimento do século XX foi o conhecimento dos limites do conhecimento. Conhecer e pensar não é chegar a uma verdade absolutamente certa, mas dialogar com a incerteza. É preciso, portanto, prepararmo-nos para o nosso mundo incerto e aguardar o inesperado.” Edgar Morin - Trecho retirado do livro “Cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento” Inclusão x (In)certezas...:  Inclusão x (In)certezas... “Cada um deve estar plenamente consciente de que sua própria vida é uma aventura, mesmo quando se imagina encerrado em uma segurança burocrática; todo destino humano implica uma incerteza irredutível, até na absoluta certeza, que é a da morte, pois ignoramos a data. Cada um deve estar plenamente consciente de participar da aventura da humanidade, que se lançou no desconhecido em velocidade, de agora em diante, acelerada.” Edgar Morin - Trecho retirado do livro “Cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento” Inclusão x (In)certezas...:  Inclusão x (In)certezas...   “O corpo de ensino tem de chegar aos postos avançados do mais extremo perigo, que é constituído pela permanente incerteza do mundo.” Martin Heidegger    “A era que virá há de nos mostrar o caos por detrás da lei.”  J. A. Wheeler Inclusão x (In)certezas...:  Inclusão x (In)certezas... “Os deuses nos inventam muitas surpresas: o esperado não acontece, e um deus abre caminho ao inesperado.” Eurípides, final de Medéia     “Se não esperas o inesperado, não o encontrarás.” Heráclito Rumo à Inclusão...:  Rumo à Inclusão... O histórico da Inclusão; Inclusão x Integração; Inclusão para que(m)?; Marketing da Miséria; Deficientes x Portadores de Necessidades Especiais (PNE´s): as “armadilhas sociais”; Rumo à Inclusão...:  Rumo à Inclusão... Inclusão: somente para os PNE´s?; A “moda” Inclusiva; Inclusão x Exclusão; A Inclusão na Escola; Incluir (cons)ciência; Rumo à Inclusão...:  Rumo à Inclusão... As várias faces da INCLUSÃO; Espaços de INCLUSÃO e EXCLUSÃO; Educação e INCLUSÃO; ... ... ... INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos:  INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos Até o Século XV: crianças deformadas eram jogadas nos esgotos da Roma Antiga. Na Idade Média, deficientes encontram abrigo nas igrejas, como o Quasímodo do Livro "O Corcunda de Notre Dame”, de Vitor Hugo, que vivia isolado na Torre da Catedral de Paris. Na mesma época, os deficientes ganham uma função: bobos da corte. “Marketing da Miséria” EXERCÍCIO “Marketing da miséria” ou não?:  EXERCÍCIO “Marketing da miséria” ou não? BOM DIA! BOA TARDE! R$ 1,00 MESMO ESTANDO DESEMPREGADO NÃO ME DESANIMEI, NÃO CRUZEI OS BRAÇOS PARA AS DIFICULDADES. PORQUE JESUS ENTREGOU SUA VIDA POR MIM E POR VOCÊ. “Do suor do teu rosto comerás o teu pão...” Gn. 3:19 INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos:  INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos Do Século XVI ao XIX: as pessoas com deficiências físicas e mentais continuam isoladas do resto da sociedade, mas agora em asilos, conventos e albergues. Surge o primeiro hospital psiquiátrico na Europa, mas todas as instituições dessa época não passam de prisões, sem tratamento especializado nem programas educacionais. INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos:  INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos Século XX: os portadores de deficiência passam a ser vistos como cidadãos com direitos e deveres de participação na sociedade, mas sob a ótica assistencial e criativa. A primeira diretriz política dessa nova visão aparece em 1948 com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (“Todo ser humano tem direito à Educação”); INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos:  INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos Anos 60: Pais e parentes de pessoas deficientes organizam-se, com o início das críticas à segregação. Teóricos defendem a adequação do deficiente à sociedade para permitir sua integração. A Educação Especial no Brasil aparece pela primeira vez na LDB 4.024, de 1961. A lei aponta que a educação dos excepcionais deve, no que for possível, enquadrar-se no sistema geral de educação. INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos:  INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos Anos 70: EUA avançam nas pesquisas e teorias de inclusão para proporcionar condições melhores de vida aos mutilados da Guerra do Vietnã; 1978: pela primeira vez, uma emenda à Constituição brasileira trata do direito das pessoas deficientes  “É assegurado aos deficientes a melhoria de sua condição social e econômica, especialmente mediante educação especial e gratuita”. INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos:  INCLUSÃO: Uma longa história em defesa das oportunidades para todos Décadas de 1980 e 1990: declarações e tratados mundiais passas a defender a inclusão em larga escala. Em 1985, a Assembléia Geral das Nações Unidas lança o Programa de Ação Mundial para as pessoas deficientes, que recomenda “Quando for pedagogicamente factível, o ensino de pessoas deficientes deve acontecer dentro do sistema escolar normal”. Brasil – décadas de 1980 e 1990:  Brasil – décadas de 1980 e 1990 1988: a nova Constituição garante atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. 1989: A Lei Federal 7.853, no item da Educação, prevê a oferta obrigatória e gratuita da Educação Especial em estabelecimentos públicos de ensino e prevê crime punível com reclusão de um a quatro anos e multa para os dirigentes de ensino público ou particular que recusarem e suspenderem, sem justa causa, a matrícula de um aluno. Brasil – décadas de 1980 e 1990:  Brasil – décadas de 1980 e 1990 1990: o Brasil aprova o Estatuto da Criança e do Adolescente, que reitera os direitos garantidos na Constituição (Atendimento educacional especializado para os portadores de deficiência, principalmente na rede regular de ensino); Declaração de Salamanca (Espanha – 1994): direitos educacionais  determina que as escolas devem acolher todas as crianças, independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais ou lingüísticas. Brasil – décadas de 1980 e 1990:  Brasil – décadas de 1980 e 1990 1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação  se ajusta à legislação federal e aponta que a educação dos portadores de necessidades especiais deve dar-se preferencialmente na rede regular de ensino. 1998 (Situação atual): o MEC lança documento contendo as adaptações que devem ser feitas nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN´s) a fim de colocar em prática as estratégias para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais. Seguindo o transcurso histórico rumo...:  Seguindo o transcurso histórico rumo... ...ao lado HUMANO da inclusão. Slide73:  “Para ser humana não preciso exigir de mim o que seria próprio de deuses, mas prestar atenção nos outros e abrir-lhes espaço, admitir o mistério de tudo, respeitar a vida, tolerar minhas fraquezas, aproveitar meus talentos e procurar o dom da alegria – que é fundamental.” Lya Lufy, 2004 VOCÊ É FELIZ???? Anúncio publicitário da Revista TRIP:  VOCÊ É FELIZ???? Anúncio publicitário da Revista TRIP “O universo tem o destino de felicidade, o homem deve reencontrar o paraíso.” Gaston Bachelard Slide75:  A Escola Paulo Freire Escola é... o lugar onde se faz amigos, não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários, conceitos... escola é, sobretudos, gente, gente que trabalha, que estuda, que se alegra, se conhece, se estima. Slide76:  A Escola Paulo Freire Escola é... O diretor é gente, o coordenador é gente, o professor é gente, o aluno é gente, cada funcionário é gente. E a escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega, amigo, irmão. Slide77:  A Escola Paulo Freire Escola é... Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”. Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém, nada de ser como o tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só. Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar. Slide78:  A Escola Paulo Freire Escola é... É também criar laço de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se “amarrar nela”! Ora, é lógico... Numa escola assim vai ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se, ser FELIZ. Slide79:  Mãos dadas  Carlos Drummond de Andrade Não serei um poeta de um mundo caduco. Também não cantarei no mundo futuro. Estou preso à vida e olho meus companheiros. Estão taciturnos, mas nutrem grandes esperanças. Entre eles, considero a enorme realidade (EXCLUSIVA). O presente é tão grande, não nos afastemos. Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas. A nossa percepção - Figura 1:  A nossa percepção - Figura 1 A nossa percepção - Figura 2:  A nossa percepção - Figura 2 A nossa percepção - Figura 3:  A nossa percepção - Figura 3 ? A nossa percepção - Figura 3:  A nossa percepção - Figura 3 ? A nossa percepção - Figura 3:  A nossa percepção - Figura 3 A nossa percepção - Figura 3:  A nossa percepção - Figura 3 Slide86:  “A sabedoria não se transmite, é preciso que a gente mesmo a descubra depois de uma caminhada que ninguém pode fazer em nosso lugar, e que ninguém pode evitar, porque a sabedoria é uma maneira de ver as coisas.” Marcel Proust À sombras das raparigas em flor Slide87:  “O sábio não é o homem que fornece as verdadeiras respostas; é o que formula as verdadeiras perguntas.” Claude Lévi-Strauss O cru e o cozido Slide88:  “Há três caminhos para a infelicidade (ou fracasso): 1) não ensinar o que se sabe; 2) não praticar o que se ensina; 3) não perguntar o que se ignora.” São Beda – monge beneditino Slide89:  “Quem tenta ajudar uma borboleta a sair do casulo a mata. Quem tenta ajudar um broto sair da semente o destrói. Há certas coisas que não podem ser ajudadas. Tem de acontecer de dentro para fora.” Rubem Alves INCLUSÃO no espaço escolar: um sutil olhar para o diferente:  INCLUSÃO no espaço escolar: um sutil olhar para o diferente Slide91:  A diversidade da educação x A educação da diversidade “A TRANSFORMAÇÃO QUE EDUCA” “Aparando as arestas” Slide92:  A diversidade da educação x A educação da diversidade “A EDUCAÇÃO QUE TRANS(DE)FORMA” “Criando as arestas do (pré)conceito excludente” Slide93:  “Há um tipo de educação que tem por objetivo produzir conhecimentos para transformar o mundo, interferir no mundo, que é a educação científica e técnica. Mas há uma educação – e é isso o que chamo realmente de educação – cujo objetivo não é fazer nenhuma transformação no mundo, é transformar as pessoas.”   Rubem Alves Breve reflexão... Slide94:  Histórias que transformam... Autor anônimo; Paulo Freire. Informação  Conhecimento  Saber Para que(m) é útil o ensino? Slide95:  Sou sobrevivente de um campo de concentração. Meus olhos viram o que nenhum homem deveria ver. Câmaras de gás construídas por engenheiros formados. Crianças envenenadas por médicos diplomados. Recém-nascidos mortos por enfermeiras treinadas. Mulheres e bebês fuzilados e queimados por graduados de colégios e universidades. Prezado Professor: Slide96:  Prezado Professor: Assim, tenho minhas suspeitas sobre a Educação. Meu pedido é: ajude seus alunos a tornarem-se humanos. Seus esforços nunca deverão produzir monstros treinados ou psicopatas hábeis. Ler, escrever e aritmética só são importantes para fazer nossas crianças mais humanas. Slide97:  História contada pelo educador Paulo freire “Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro: - Companheiro, você entende de leis? - Não, respondeu o barqueiro. E o advogado compadecido: - É pena, você perdeu metade da vida. Slide98:  História contada pelo educador Paulo freire A professora, muito social, entra na conversa: - Seu barqueiro, você sabe ler e escrever? - Também não, respondeu o barqueiro. - Que pena! Condói-se a mestra. Você perdeu metade de sua vida! Slide99:  História contada pelo educador Paulo freire Nisso, chega uma onda bastante forte e vira o barco. O barqueiro, preocupado, pergunta: - Vocês sabem nadar? - NÃO! Responderam eles rapidamente. -Então é uma pena, conclui o barqueiro. Vocês perderam toda a vida. Não há saber maior ou saber menor. Há saberes diferentes.” ...reta final!!! Mas será que o fim chegou? :  ...reta final!!! Mas será que o fim chegou? Por que mudar? A quem interessa o ensino ”inclusivo”? Inclusão para que(m)? Incluir é quebrar paradigmas? Inclusão: realidade ou utopia? Breve Reflexão...:  “Temos de saber aonde queremos chegar para encontrar um caminho, porque não existe ´o´ caminho, mas caminhos a escolher, decisões a se tomar. E escolher é sempre correr riscos.” Maria Teresa Eglér Mantoan – INCLUSÃO ESCOLAR: O que é? Por quê? Como fazer? Breve Reflexão... É preciso ACREDITAR no (IN)DIFERENTE...:  É preciso ACREDITAR no (IN)DIFERENTE... “Ela está no horizonte (...) Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais a alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para caminhar.” Eduardo Galeano - As Palavras Andantes Reflexão Final (I):  Reflexão Final (I) “É preciso que tenhamos o direito de sermos diferentes quando a igualdade nos descaracteriza e o direito de sermos iguais quando a diferença nos inferioriza.” Boaventura de Sousa Santos Reflexão Final (II):  Reflexão Final (II) “E de tudo, ficaram três coisas: A certeza de que estamos sempre começando... A certeza de que precisamos continuar... A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar... Portanto, devemos: Fazer da interrupção, um caminho novo... Da queda, um passo de dança... Do medo, uma escada... Do sonho, uma ponte... Da procura, um encontro...” Fernando Sabino Reflexão Final (III...):  Reflexão Final (III...) ... ??? ... !!! ... ??? ... MUITO OBRIGADO !!!

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