Videoconferências na Educação Pré-Escolar

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Information about Videoconferências na Educação Pré-Escolar

Published on November 19, 2007

Author: figuinhas

Source: slideshare.net

Description

Comunicação apresentada no CIANEI 2 sobre o projecto ComTacto, de utilização de videoconferências em contexto pré-escolar

Para além do tacto, um projecto de ComTacto: experiência de utilização de videoconferências em educação pré-escolar Nelson A. F. Gonçalves, Maria P. Figueiredo (Instituto Politécnico de Viseu: CEETS e ESEV) Ana Paula Ferreira, Ana Henriques (Instituto Politécnico de Viseu: ESEV) Mónica Semedo (Creche de Fratel) 2.º Congresso Internacional de Aprendizagem na Educação de Infância Novembro 2007, Fórum da Maia

inclui ferramentas que tornam possível partilhar diferentes formatos de informação (Natoli, 1998; Jonassen, 2007) tecnologia que permite às pessoas comunicarem em tempo real (síncrono) através de vídeo e audio a partir de localizações distantes partilhando dados Videoconferências... a ligar (a)o mundo (University of Wollongong, 2007)

tecnologia que permite às pessoas comunicarem em tempo real (síncrono)

através de vídeo e audio

a partir de localizações distantes

partilhando dados

(University of Wollongong, 2007)

Vcs 1 Enter your subtitle here Ferramenta cognitiva, - de conversação Apoia aprendizagem social Pode apoiar comunidades de aprendizagem “ É falar com os meninos com o computador ligado à internet” (Pedro, 4 anos) (Jonassen, 2007) Videoconferências... a ligar (a)o mundo

Vcs escola 1 Videoconferências... na educação A utilização desta tecnologia no âmbito da educação a distância tem sido acompanhada e estudada há cerca de 20 anos (Greenberg, 2004), com vantagens a serem destacadas A British Educational Communications and Technology Agency (2003) realizou uma revisão dos estudos sobre a utilização de videoconferências na educação Duas questões destacam-se nos vários estudos e nas potencialidades da utilização das VC em contexto educativo: a colaboração (Ertl, Fischer, & Mandl, 2004; Jonassen, 2007) e a interactividade (BECTA, 2003; Greenberg, 2004)

A utilização desta tecnologia no âmbito da educação a distância tem sido acompanhada e estudada há cerca de 20 anos (Greenberg, 2004), com vantagens a serem destacadas

A British Educational Communications and Technology Agency (2003) realizou uma revisão dos estudos sobre a utilização de videoconferências na educação

Duas questões destacam-se nos vários estudos e nas potencialidades da utilização das VC em contexto educativo:

a colaboração (Ertl, Fischer, & Mandl, 2004; Jonassen, 2007) e

a interactividade (BECTA, 2003; Greenberg, 2004)

British Educational Communications and Technology Agency (2003) sustenta aprendizagem a distância , ligando tutores e alunos e oferecendo um meio de apoio e contacto social para os alunos (Hearnshaw, 1997, cit. por BECTA, 2003; Greenberg, 2004); a aprendizagem pode ser enriquecida através da participação de peritos e de práticos (Ertl, Fischer, & Mandl, 2004; Gage et al. , 2002, cit. por BECTA, 2003); os alunos podem desenvolver competências sociais e de comunicação através da colaboração com pares noutras instituições (Anderson, & Rourke, 2005; BECTA, 2003; Bolstad, 2004; Ertl, Fischer, & Mandl, 2004); os alunos que habitualmente não participam, aumentam a sua participação pois o envolvimento na videoconferência motiva-os (BECTA, 2003; Greenberg, 2004);

British Educational Communications

and Technology Agency (2003)

sustenta aprendizagem a distância , ligando tutores e alunos e oferecendo um meio de apoio e contacto social para os alunos (Hearnshaw, 1997, cit. por BECTA, 2003; Greenberg, 2004);

a aprendizagem pode ser enriquecida através da participação de peritos e de práticos (Ertl, Fischer, & Mandl, 2004; Gage et al. , 2002, cit. por BECTA, 2003);

os alunos podem desenvolver competências sociais e de comunicação através da colaboração com pares noutras instituições (Anderson, & Rourke, 2005; BECTA, 2003; Bolstad, 2004; Ertl, Fischer, & Mandl, 2004);

os alunos que habitualmente não participam, aumentam a sua participação pois o envolvimento na videoconferência motiva-os (BECTA, 2003; Greenberg, 2004);

British Educational Communications and Technology Agency (2003) a colaboração com as escolas em que os alunos são de diferentes culturas conduz ao desenvolvimento de relações e compreensão multiculturais , enriquecendo as actividades tradicionais (Cifuentes, & Murphy, 2000, cit. por BECTA, 2003); oferece forma de comunicação alternativa para alunos com fracas competências de comunicação (Eales et al ., 1999, cit. por BECTA, 2003); as expectativas académicas dos alunos são aumentadas quando comunicam com alunos mais seguros que se tornam modelos positivos (Cifuentes, & Murphy, 2000, cit. por BECTA, 2003); são estabelecidas fortes relações entre pares quando se trabalha com outras escolas em projectos colaborativos (Cifuentes, & Murphy, 2000, cit. por BECTA, 2003);

British Educational Communications

and Technology Agency (2003)

a colaboração com as escolas em que os alunos são de diferentes culturas conduz ao desenvolvimento de relações e compreensão multiculturais , enriquecendo as actividades tradicionais (Cifuentes, & Murphy, 2000, cit. por BECTA, 2003);

oferece forma de comunicação alternativa para alunos com fracas competências de comunicação (Eales et al ., 1999, cit. por BECTA, 2003);

as expectativas académicas dos alunos são aumentadas quando comunicam com alunos mais seguros que se tornam modelos positivos (Cifuentes, & Murphy, 2000, cit. por BECTA, 2003);

são estabelecidas fortes relações entre pares quando se trabalha com outras escolas em projectos colaborativos (Cifuentes, & Murphy, 2000, cit. por BECTA, 2003);

British Educational Communications and Technology Agency (2003) é possível aumentar o número de alunos inscritos num curso/aula transmitindo as aulas em simultâneo (Gilbert, 1999; Carville, & Mitchell, 2000, cit. por BECTA, 2003); excertos das sessões podem ser utilizados como material para avaliar e modificar comportamentos anti-sociais de alunos (Coverdale-Jones, 1999, cit. por BECTA, 2003); o contexto da VC promove a concentração , ajudando a organizar pensamento e acções (Thorpe, 1998, cit. por BECTA, 2003); os alunos percebem que se gritarem ou falarem ao mesmo tempo não são compreendidos e alteram o seu comportamento comunicacional (Thorpe, 1998, cit. por BECTA, 2003).

British Educational Communications

and Technology Agency (2003)

é possível aumentar o número de alunos inscritos num curso/aula transmitindo as aulas em simultâneo (Gilbert, 1999; Carville, & Mitchell, 2000, cit. por BECTA, 2003);

excertos das sessões podem ser utilizados como material para avaliar e modificar comportamentos anti-sociais de alunos (Coverdale-Jones, 1999, cit. por BECTA, 2003);

o contexto da VC promove a concentração , ajudando a organizar pensamento e acções (Thorpe, 1998, cit. por BECTA, 2003);

os alunos percebem que se gritarem ou falarem ao mesmo tempo não são compreendidos e alteram o seu comportamento comunicacional (Thorpe, 1998, cit. por BECTA, 2003).

Videoconferências... na educação: como? - planificar, organizar, documentar e descrever a interacção entre os alunos (não a assumir como adquirida) - negociação de regras de comunicação e da criação de situações de interacção - equipamento adequado e fiável, que forneça boa qualidade de som e uma ligação rápida - guias de utilização (Alexander, Higgison, & Mogey, 1999; AT&T Knowledge Ventures, 2007; Global Leap, 2006; Greenberg, 2004; Tyler, 1999, cit. por BECTA, 2003; Wagner, 1994, cit. por Anderson, & Rourke, 2005).

Nativos digitais (Prensky, 2001) Videoconferências... na educação pré-escolar Utilização das TIC na educação pré-escolar: infâncias e fluência tecnológica - “Nós já sabemos mexer em todos os computadores.” (João, 5 anos) Geração Net (Tapscott, 1998) Cultura participativa (Jenkins, 2006) E-Learning 2.0 (Downes, 2005)

TIC na educação pré-escolar - As TIC já impregnam os contextos e a vida das crianças - As TIC contribuem de forma positiva para a prática educativa na área da Educação de Infância - Existem estudos que fundamentam a integração das TIC na política educativa, no currículo e nas práticas de todo o sistema educativo - Urgência de apoiar a construção de sentido e consumo crítico Imprescindibilidade de garantir a igualdade de acesso à tecnologia e à participação na cultura e sociedade em mudança (Bolstad, 2004; entre outros)

- As TIC já impregnam os contextos e a vida das crianças

- As TIC contribuem de forma positiva para a prática educativa na área da Educação de Infância

- Existem estudos que fundamentam a integração das TIC na política educativa, no currículo e nas práticas de todo o sistema educativo

- Urgência de apoiar a construção de sentido e consumo crítico

Imprescindibilidade de garantir a igualdade de acesso à tecnologia e à participação na cultura e sociedade em mudança

(Bolstad, 2004; entre outros)

TIC na educação pré-escolar Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (ME, 1997) Perfil Geral de Desempenho (Decreto-Lei n.º 240/2001) Perfil Específico de Desempenho (Decreto-Lei n.º 241/2001) utilização das TIC como parte integrante do quotidiano do jardim-de-infância e das crianças e adultos que o frequentam perspectivar as TIC “não como um mero recurso didáctico, mas como um instrumento cultural que seja utilizado (...) com finalidades sociais autênticas que lhe confiram significado” (Amante, 2004, p. 139).

Videoconferências... na educação pré-escolar As crianças utilizam as TIC no seu jogo ou aprendizagem (sozinhas, com pares, com adultos) (exemplo: Siraj-Blatchford, & Siraj-Blatchford, 2002) As crianças e os educadores usam as TIC em conjunto para documentar e reflectir sobre a aprendizagem das crianças ou para partilhar essa aprendizagem com a comunidade ou outras crianças e educadores (exemplo: Faria, 2007) As crianças e os educadores usam as TIC para comunicar e trocar ideias ou informação com outros educadores e crianças, com pais, investigadores e outros parceiros (exemplo: Yost, 2003) Os educadores aprendem a usar as TIC ou aprendem usando as TIC As crianças constroém conhecimento e experiências sobre a utilização das TIC, com sentido e significado!

As crianças utilizam as TIC no seu jogo ou aprendizagem (sozinhas, com pares, com adultos) (exemplo: Siraj-Blatchford, & Siraj-Blatchford, 2002)

As crianças e os educadores usam as TIC em conjunto para documentar e reflectir sobre a aprendizagem das crianças ou para partilhar essa aprendizagem com a comunidade ou outras crianças e educadores (exemplo: Faria, 2007)

As crianças e os educadores usam as TIC para comunicar e trocar ideias ou informação com outros educadores e crianças, com pais, investigadores e outros parceiros (exemplo: Yost, 2003)

Os educadores aprendem a usar as TIC ou aprendem usando as TIC

As crianças constroém conhecimento e experiências sobre a utilização das TIC, com sentido e significado!

Projecto ComTacto – videoconferências em JI de Lamego 2007: estudo exploratório Lançamento do projecto (Novembro) Opção 4.º ano: Educação e Multimédia, com experiência de colaboração com a PP 3 Nove alunas interessadas (3 grupos/JI) Desenvolvimento do projecto (Janeiro - Maio) Criação de página e de blogue (http://videoconferencia.freehostia.com/) Obstáculos relacionados com falta de recursos (hardware e principalmente ligação à Internet) – menos um grupo/JI Interesse e participação de outras educadoras (creche em Castelo Branco, JI em Barcelos) Realização de 7 vcs, com duração média de 40 min, baseadas no Windows Live Messenger com recurso a webcam

Projecto ComTacto: estudo Participantes dois grupos de PP em Lamego (rural) e uma creche em Castelo Branco (rural): - 31 crianças - 6 alunas da licenciatura - 3 educadoras de infância Tabela 1 – Distribuição das crianças por idade e sexo caracterização da apropriação pedagógica das videoconferências pelas profissionais de educação e pelas crianças   idade (em anos) total 1 2 3 4 5 masc 1 2 2 7 2 14 total 1 3 6 15 6 31 femin 0 1 4 8 17 8

Projecto ComTacto Caracterização das 3 salas de actividade muito pobres em termos de tecnologia: pc com > 5 anos, impressora/scanner, sem máquina digital nem projector de vídeo, acesso à Internet “emprestado”, software pouco diversificado educadoras e estagiárias colmatam lacunas com equipamento próprio níveis de qualidade na ECERS – TIC: médias de 4,7; 6,7 e 4,3 - dimensão “acessibilidade e controlo das ferramentas tecnológicas é a mais baixa (efeito da creche)   Contexto familiar das crianças TV e telemóvel em todos os agregados PC e consola de jogos muito pouco significativos (15 e 10%) máquina digital, leitor MP3, acesso à internet, webcam: inexistentes ou insignificantes

Caracterização das 3 salas de actividade

muito pobres em termos de tecnologia:

pc com > 5 anos,

impressora/scanner,

sem máquina digital nem projector de vídeo,

acesso à Internet “emprestado”,

software pouco diversificado

educadoras e estagiárias colmatam lacunas com equipamento próprio

níveis de qualidade na ECERS – TIC:

médias de 4,7; 6,7 e 4,3

- dimensão “acessibilidade e controlo das ferramentas tecnológicas é a mais baixa (efeito da creche)

Contexto familiar das crianças

TV e telemóvel em todos os agregados

PC e consola de jogos muito pouco significativos (15 e 10%)

máquina digital, leitor MP3, acesso à internet, webcam: inexistentes ou insignificantes

Projecto ComTacto Documentação do processo Registos fotográficos e vídeo das sessões Reflexões no(s) blogue(s) Desenhos das crianças Guião estruturado de recolha Entrevistas às crianças  

Projecto ComTacto Documentação do processo – guiões de registo final do projecto educadoras de infância e alunas (8/9 respostas) 1) descrições de diferentes momentos das experiências realizadas, nomeadamente, (a) a forma e os recursos mobilizados para a explicação do processo e da tecnologia utilizada às crianças; (b) a preparação da primeira videoconferência; (c) o desenvolvimento da primeira e seguintes videoconferências; (d) a perspectiva das educadoras sobre as explorações e as aprendizagens realizadas pelas crianças ; (e) o papel do adulto no desenvolvimento das videoconferências 2) questões de caracterização do grupo , e da sala em termos de tecnologia (recurso a grelha de Kinderet adaptada para caracterização da tecnologia + ECERS-TIC) guião testado com o grupo de alunas que não integrou o estudo não tendo sido detectado nenhum problema em termos de compreensão das questões.

Documentação do processo – guiões de registo

final do projecto

educadoras de infância e alunas (8/9 respostas)

1) descrições de diferentes momentos das experiências realizadas, nomeadamente, (a) a forma e os recursos mobilizados para a explicação do processo e da tecnologia utilizada às crianças;

(b) a preparação da primeira videoconferência;

(c) o desenvolvimento da primeira e seguintes videoconferências;

(d) a perspectiva das educadoras sobre as explorações e as aprendizagens realizadas pelas crianças ;

(e) o papel do adulto no desenvolvimento das videoconferências

2) questões de caracterização do grupo , e da sala em termos de tecnologia (recurso a grelha de Kinderet adaptada para caracterização da tecnologia + ECERS-TIC)

guião testado com o grupo de alunas que não integrou o estudo não tendo sido detectado nenhum problema em termos de compreensão das questões.

Projecto ComTacto Análise da informação para cada dimensão, análise de diferenças e regularidades questões que a investigação sobre a utilização das videoconferências em contexto educativo têm destacado: a interactividade (Anderson, & Rourke, 2005; Greenberg, 2004), a colaboração (Ertl, Fischer, & Mandl, 2006; Greenberg, 2004), a compreensão do contexto cultural e pessoal do “outro” (Greenberg, 2004; Piecka, 2006; Siraj-Blatchford, & Siraj-Blatchford, 2002), a reacção à própria imagem por parte das crianças (Wegge, 2006), o reconhecimento das crianças como detentoras de competências no âmbito da tecnologia (Marsh, 2004) e as atitudes das crianças face à tecnologia (BECTA, 2003).

Análise da informação

para cada dimensão, análise de diferenças e regularidades

questões que a investigação sobre a utilização das videoconferências em contexto educativo têm destacado:

a interactividade (Anderson, & Rourke, 2005; Greenberg, 2004),

a colaboração (Ertl, Fischer, & Mandl, 2006; Greenberg, 2004),

a compreensão do contexto cultural e pessoal do “outro” (Greenberg, 2004; Piecka, 2006; Siraj-Blatchford, & Siraj-Blatchford, 2002),

a reacção à própria imagem por parte das crianças (Wegge, 2006),

o reconhecimento das crianças como detentoras de competências no âmbito da tecnologia (Marsh, 2004) e

as atitudes das crianças face à tecnologia (BECTA, 2003).

Projecto ComTacto Razões para participar no projecto Centradas no adulto: Desafio (2/8) Curiosidade sobre reacção das crianças (2/8) TIC é área difícil (1/8) Realizar disciplinar de opção (apenas 2/6) Centradas nas crianças: TIC é uma área de aprendizagem importante (todas) permite contacto com outras crianças e realidades (3/8) promove novas aprendizagens para as crianças (2/8) Centradas na utilização de vcs: área recente, necessita de investimento e de produção de conhecimento pedagógico (1/8)

Centradas no adulto:

Desafio (2/8)

Curiosidade sobre reacção das crianças (2/8)

TIC é área difícil (1/8)

Realizar disciplinar de opção (apenas 2/6)

Centradas nas crianças:

TIC é uma área de aprendizagem importante (todas)

permite contacto com outras crianças e realidades (3/8)

promove novas aprendizagens para as crianças (2/8)

Centradas na utilização de vcs:

área recente, necessita de investimento e de produção de conhecimento pedagógico (1/8)

Projecto ComTacto Vantagens da utilização das vcs na educação pré-escolar? Sempre centradas nas crianças... Competências de comunicação (situação e meios) (4/8) Motivação para a aprendizagem, inovação, diversificação (3/8) Divertirmo-nos! (1/8) reconhecimento das crianças como detentoras de competências no âmbito da tecnologia as atitudes das crianças face à tecnologia Promoção de contacto com tecnologia e de fluência tecnológica (8/8) - interactividade - a compreensão do contexto cultural e pessoal do “outro” Ligação/abertura ao mundo: pessoas, realidades, experiências... (8/8) - a reacção à própria imagem por parte das crianças Possibilidade da criança ver sua imagem e movimentos (3/8) Obstáculos? Recursos necessários!

reconhecimento das crianças como detentoras de competências no âmbito da tecnologia

as atitudes das crianças face à tecnologia

Projecto ComTacto Como se explicou as videoconferências às crianças? Conversa/explicação: “ vamos ver e falar com outros meninos” experiências anteriores com tecnologia tecnologia a utilizar telefonema mas em que podemos ver os outros webcam = mini máquina de filmar Recurso a experiências anteriores das crianças e “partir do que sabem” Experimentação com a tecnologia: usar webcam para nos vermos no pc e perceber o que faz perceber limitações: mexer devagar, por ex. Realização de uma videoconferência pelos adultos + participação das crianças nessa situação + reflexão crianças observam crianças colocam questões crianças ensaiam participação Apresentar utilização significativa e modelar participação Descoberta orientada

Conversa/explicação:

“ vamos ver e falar com outros meninos”

experiências anteriores com tecnologia

tecnologia a utilizar

telefonema mas em que podemos ver os outros

webcam = mini máquina de filmar

Experimentação com a tecnologia:

usar webcam para nos vermos no pc e perceber o que faz

perceber limitações: mexer devagar, por ex.

Realização de uma videoconferência pelos adultos + participação das crianças nessa situação + reflexão

crianças observam

crianças colocam questões

crianças ensaiam participação

Projecto ComTacto Que motivação foi apresentada para a realização de VC? Conhecer novos amigos/crianças, que vivem noutros sítios (longe) Usar o computador para fazer coisas novas/diferentes Partilhar (mostrar e ver): os nossos trabalhos, canções, sala, etc. experiências e interesses Enviar e receber fotos e gifs animados Ser actividade de grupo Ensinar e aprender canções Interactividade “ o outro” Tecnologia: competências e atitude Colaboração?...

Partilhar (mostrar e ver):

os nossos trabalhos, canções, sala, etc.

experiências e interesses

Projecto ComTacto Como se organizaram as VC? Organização do espaço e do grupo Em grande grupo , na manta (local de reunião de grande grupo) Crianças sentadas em cadeiras e/ou chão Projecção da vc numa tela improvisada (lençol) com recurso da ESEV Microfone ao centro Webcam móvel ou deslocação das crianças à webcam (apresentação)

Projecto ComTacto Como se organizaram as VC? Organização do espaço e do grupo Em pequeno grupo (até 5), na manta ou área da escrita Crianças sentadas em cadeiras Vc acompanhada no monitor do computador Microfone menos central/visível e mais manipulado pelas crianças Webcam móvel se necessário Organização do tempo: sem regularidades, com clara dependência do acesso à Internet

Projecto ComTacto Como se organizaram as VC? Planificação Adultos informam com quem se vai interagir (JI/creche e localização) Crianças, com apoio, pesquisam informação sobre a localidade (www) e localizam-na em mapas Planeia-se o que se vai dizer/fazer/mostrar e desenha-se o guião Decide-se onde se faz a VC e como nos organizamos Realização Montagem feita pelos adultos, acompanhada pelas crianças Contacto breve entre educadoras Cumprimentos e saudações Sem organização, ambos os grupos falam, mostram materiais, cantam, fazem visita guiada à sala (webcam móvel), enviam gifs animados... Despedidas Reflexão/registo (curto) Troca de impressões, alguns desenhos Projecção para próxima (o que fazer diferente, o que voltar a fazer, etc.)

Projecto ComTacto O que se fez durante as VC? Explorar mapas e o globo para localização geográfica (também na www) Planear o que vamos fazer, onde, como nos organizamos, do que precisamos, como resolvemos: - tomada de decisão e resolução de problemas colaborativa - registo das decisões (desenho) Pesquisar informação na Internet sobre as localidades e organização dessa informação – para sabermos e para colocarmos questões (ex. Como se chamam as pessoas que vivem na Galvã?) Experimentar e perceber outras tecnologias, suas funcionalidades, potencialidades e limitações (webcam, microfone, windows life messenger, gifs animados, acesso à Internet,...) Conhecimento do Mundo

Projecto ComTacto O que se fez durante as VC? Escolher, cantar e reconhecer canções + descobrir diferenças nas letras da mesma canção Estabelecer e sustentar diálogo com uma e/ou com várias crianças e com adultos Organizar e participar em situações de comunicação: - regras de cortesia e de conversação - falar e ouvir - colocar questões Explorar diferentes formas de comunicar: oralmente, por escrito, gestualmente, iconicamente, etc. Ver-nos a mexer, a falar, de lado, de costas, etc. Expressão e Comunicação

Projecto ComTacto O que se fez durante as VC? Construir a nossa identidade pessoal (nome, idade, género, o que gosto de fazer/brincar na sala...) e de grupo (as nossas canções, os nossos materiais, os nossos projectos, a nossa sala, os nossos meninos doentes) Pensar “no outro”: o que queremos saber? o que vai gostar de ver? o que tem em comum comigo? onde está? ... Seleccionar o que vamos mostrar e explicar aspectos da nossa sala e dia-a-dia a outras crianças (apropriação espaço e rotina) “ Mostrar o que já sabemos” – documentação e comunicação do conhecimento e dos processos Formação Pessoal e Social

Projecto ComTacto O que falta fazer ? Criar produtos digitais... - animações do messenger, materiais concretos, fotos..., falta associar a função de ferramenta de produção criativa do computador à sua função de comunicação/partilha Colaborar... - comunicação, interactividade, mas muito centrada no sentido de conhecer e de dar a conhecer (mostrar os materiais da sensibilização ao inglês, colocar adivinhas e mostrar imagem com solução, mostrar o quadro do tempo e a caixa de observações,...) Ampliar a comunicação... outras pessoas: pais, peritos, estrangeiro, ... outros propósitos: insustentabilidade das apresentações e mostras Mais!

Ampliar a comunicação...

outras pessoas: pais, peritos, estrangeiro, ...

outros propósitos: insustentabilidade das apresentações e mostras

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