Tumores e lesões tumorais benignas - Parte 4

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Published on February 16, 2014

Author: emanuelrdantas

Source: slideshare.net

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Lesões Ósseas Mistas:
- Cisto ósseo simples
- Cisto Ósseo Aneurismático;
- Tumor de Células Gigantes (TGC);
- Hemangioma;
- Hiperparatireoidismo - Tumor Marrom;
- Histiocitose das Céls de Langerhan - Granuloma Eosinofílico;
- Complicações;
- Diagnóstico Diferencial.

Tumores   Benignos  e   Lesões  Tumorais Lesões Ósseas Mistas Dr. Emanuel R. Dantas Médico Radiologista – Membro Titular do CBR

Cisto Ósseo Simples •  Faixa Etária: o  Mais comum em homens que em mulheres, é observado durante as duas primeiras décadas de vida. o  Pcts mais idosos, há aumento da incidência em locais atípicos, como calcâneo, tálus e ílio. Dr. Emanuel R. Dantas

Cisto Ósseo Simples •  Aparência Radiológica: o Lesão radiotransparente, central, bem circunscrita com margens escleróticas. o Não há reação periosteal (aspecto que distingue do cisto ósseo aneurismático). Dr. Emanuel R. Dantas

Simple bone cyst. Anteroposterior view of the right shoulder demonstrates the typical appearance of a simple bone cyst in a 6-year-old boy. Its location in the metaphysis and the proximal diaphysis of the humerus is also characteristic. The radiolucent lesion is centrally located and shows pseudosepta. Note the slight thinning of the cortex and lack of periosteal reaction Dr. Emanuel R. Dantas

Cisto Ósseo Simples •  Complicações: o  Fratura patológica com o sinal do “fragmento caído” – pedaço da cortical fraturada no interior da lesão, indicando que a lesão é oca ou cheia de líquido. Dr. Emanuel R. Dantas

Simple bone cyst with pathologic fracture. One of the most common complications of simple bone cyst is pathologic fracture, as seen here in the proximal humeral metadiaphysis in a 6-year-old boy. The presence of the “fallen fragment” sign is characteristic of a simple bone cyst Dr. Emanuel R. Dantas

Cisto Ósseo Simples •  Diagnóstico Diferencial: o  Abscesso ósseo. •  Abscesso Ósseo x Cisto Ósseo Simples: o  No abscesso, observa-se reação periosteal e extensão além da placa de crescimento Dr. Emanuel R. Dantas

Bone abscess. A bone abscess may mimic a simple bone cyst, as seen here in the proximal humerus of a 12-year-old boy. The periosteal reaction in the absence of pathologic fracture and the extension of the lesion into the epiphysis favors the diagnosis of bone abscess Dr. Emanuel R. Dantas

Cisto Ósseo Aneurismático •  Termo usado inicialmente por Lichtenstein para descrever cisto cheios de sangue com paredes com espaços visíveis de deposição de hemossiderina e de aspecto expansivo. •  Causa: traumatismo ou alterações na hemodinâmica local. •  Pode surgir como lesão primária ou como alterações císticas de várias lesões benignas e malignas Dr. Emanuel R. Dantas

Cisto Ósseo Aneurismático •  Faixa Etária: o  Observados predominantemente em crianças (90% das lesões ocorrem com menos de 20 anos de idade). •  Localização: o  Preferencialmente na metáfise dos ossos longos. Dr. Emanuel R. Dantas

Cisto Ósseo Aneurismático •  Aparência radiológica: o  Expansão excêntrica multicística do osso, com uma reação periosteal sólida ou tênue. o  A TC pode mostrar cristas internas descritas à radiografia como trabeculação ou septação. Dr. Emanuel R. Dantas

Aneurysmal bone cyst. Anteroposterior (A) and lateral (B) radiographs of the lower leg in an 8-year-old girl with a history of lower leg pain demonstrate an expansive radiolucent lesion in the metaphysis of the distal tibia, extending into the diaphysis. Note its eccentric location in the bone and the buttress of periosteal response at Dr. Emanuel R. Dantas the proximal aspect of the lesion. Biopsy revealed an aneurysmal bone cyst

CT of aneurysmal bone cyst. Lateral (A) and oblique (B) radiographs of the right ankle of a 24-year-old woman show a radiolucent, trabeculated lesion in the talus. Dr. Emanuel R. Dantas

Coronal anterior (C) and coronal posterior (D) CT sections demonstrate the internal ridges of an aneurysmal bone cyst. Dr. Emanuel R. Dantas

Cisto Ósseo Aneurismático •  Aparência Radiológica: o Pode ocorrer como alterações císticas de lesão preexistentes, como condroblastoma, osteoblastoma, TGC, etc. o Pode ocorrer nível líquido-líquido, que representam sedimentação das hemácias e do soro nas cavidades císticas. Dr. Emanuel R. Dantas

Secondary aneurysmal bone cyst. A 14-year-old boy had a painless swelling on the dorsum of the left hand. Dorsovolar film of the hand shows an expansive lesion in the distal segment of the third metacarpal. The lesion exhibits a well-organized periosteal reaction; the articular end of the bone is spared. Biopsy revealed an aneurysmal bone cyst engrafted on a mono-stotic focus of fibrous dysplasia Dr. Emanuel R. Dantas

MRI of aneurysmal bone cyst. (A) Anteroposterior radiograph of the left hip of a 4-year-old girl shows an expansive radiolucent lesion destroying the ischial bone (arrows). (B) CT section demonstrates that the lesion broke through the medial cortex (open arrow). (C) Axial T2-weighted MR image shows the lesion to be of high signal intensity. Multiple fluidfluid levels characteristic of an aneurysmal bone cyst are well Dr. Emanuel R. Dantas demonstrated.

Cisto Ósseo Aneurismático •  Complicações: o Fratura Patológica •  Diagnóstico Diferencial: o Cisto ósseo simples: •  COA é uma lesão expansiva, excêntrica, invariavelmente associado a algum grau de reação periosteal, •  COS é uma lesão central, com pouca ou nenhuma expansão e sem reação periosteal. Dr. Emanuel R. Dantas

Cisto Ósseo Aneurismático •  Diagnóstico Diferencial: o  Fibroma Condromixóide: •  Pode ser indistinguível do COA, pois ambas as lesões são excêntricas, expansivas e geralmente afetam a metáfise, exibindo uma margem de esclerose reativa e reação periosteal sólida. o  TGC: •  Pode mimetizar o COA, embora geralmente não esteja associado a uma reação periosteal e raramente exibe uma zona de esclerose reativa. Dr. Emanuel R. Dantas

Tumor de Céls Gigantes (TGC) •  É uma lesão agressiva caracterizada por tecido ricamente vascularizado. •  Localização: o  60% ocorrem nos ossos longos, preferencialmente tíbia proximal, fêmur distal, rádio distal e úmero proximal o  Quase todas estão localizadas na superfície articular do osso. Dr. Emanuel R. Dantas

Tumor de Céls Gigantes (TGC) •  Faixa Etária: o  Observados quase que exclusivamente após a maturidade óssea, quando a placa de crescimento está obliterada (entre 20-40 anos). o  Predomínio no sexo feminino (2:1). •  Aspecto Radiológico: o  Lesão radiotransparente puramente osteolítica que não possui margens escleróticas e geralmente requer reação periosteal. Dr. Emanuel R. Dantas

Giant cell tumor. Anteroposterior (A) and lateral (B) radiographs of the knee of a 32year-old man demonstrate a purely osteolytic lesion in the distal end of the femur. Note its eccentric location, the absence of reactive sclerosis, and the extension of the lesion Dr. Emanuel R. Dantas into the articular end of the bone, all characteristic features of giant cell tumor.

Tumor de Céls Gigantes (TGC) •  Aparência Radiológica: o Pode haver uma massa de tecidos moles. o 5-10% dos TGC são malignos, entretanto, não possuindo aspectos radiológicos característicos, não podendo ser diagnosticadas radiologicamente. Dr. Emanuel R. Dantas

CT of giant cell tumor. (A) Anteroposterior radiograph of the knee of a 33-yearold woman shows a giant cell tumor in the medial femoral condyle. There is no definite evidence of a soft-tissue mass. (B) CT, however, demonstrates destruction of the cortex and the presence of a soft-tissue mass. Dr. Emanuel R. Dantas

Giant cell tumor. Dorsovolar radiograph of the left wrist of a 56year-old woman shows a giant cell tumor of the distal radius that has destroyed the cortex and that extends into the soft tissues. Despite this aggressive radiographic presentation, on histopathologic examination the tumor had a typically benign appearance, without malignant features. After wide resection, a 5-year follow-up showed no evidence of recurrence or of distant metastases. Dr. Emanuel R. Dantas

Tumor de Céls Gigantes (TGC) •  Diagnóstico Diferencial: o COA: esta raramente afeta a extremidade articular e ocorre em uma faixa etária mais jovem. Dr. Emanuel R. Dantas

Hemangioma •  É uma lesão óssea benigna composta de vasos sangüíneos neoformados. •  Representa 0,8% das lesões benignas e malignas do sistema esquelético. •  São classificados de acordo com o tipo de vasos na lesão: o  Capilares o  Cavernosos o  Venosos o  Mistos Dr. Emanuel R. Dantas

Hemangioma •  Locais mais comuns: o  Coluna vertebral, particularmente segmento torácico o  Crânio •  Na coluna, a lesão tipicamente envolve o corpo vertebral, embora possa estender-se até o pedículo ou lâmina Dr. Emanuel R. Dantas

Hemangioma •  Faixa Etária: o  Sua incidência com aumento da idade. o  Mulheres 2:1 Homens •  Aparência Radiológica: o  Focos líticos multiloculados ou estriações verticais grosseiras, denominado em “favo de mel” ou em “tecido canelado” quando acomete a coluna e “em roda denteada” quando acomete o crânio. o  Quando observado na coluna, este padrão é considerado praticamente patognomônico. Dr. Emanuel R. Dantas

Vertebral hemangioma. A 39-year-old woman presented with back pain and decreased sensation and strength in the right upper extremity. Anteroposterior (A) and lateral (B) radiographs of the thoracic spine show a radiolucent lesion involving the body of T-6 and Dr. Emanuel R. Dantas extending into the pedicle.

Lateral tomographic cut demonstrates ballooning of the posterior cortex of the vertebra and extension of the lesion into the posterior elements. (D) CT shows a soft-tissue mass encroaching on the spinal canal and displacing the spinal cord. Biopsy revealed a hemangioma Dr. Emanuel R. Dantas

Vertebral hemangioma. (A) Lateral radiograph of the lumbar spine demonstrates a “honeycomb” pattern of hemangioma of L-2 vertebra. (B) Anteroposterior tomogram demonstrates vertical striations of hemangioma of L-1 vertebra (arrows), referred to as a “corduroy cloth” pattern. Dr. Emanuel R. Dantas

Hemangioma •  Aparência Radiológica: o A TC mostra o padrão como múltiplos pontos, que representam um corte transversal do trabeculado grosseiro. Dr. Emanuel R. Dantas

CT of vertebral hemangioma. CT section of a T-10 vertebra demonstrates coarse dots that indicate reinforced vertical trabeculae of the cancellous bone, characteristic of hemangioma. Dr. Emanuel R. Dantas

Hemangioma •  Aparência Radiológica: o  Nos ossos tubulares, são reconhecidos por um padrão reticulado típico e em favo de mel. Dr. Emanuel R. Dantas

Hemangioma of a short tubular bone. Dorsovolar view of the hand of an 11-year-old girl with hemangioma involving the middle finger shows the lace-like pattern and honeycombing characteristic of this lesion. Overgrowth of the digit, as seen here, is a frequent complication of hemangioma Dr. Emanuel R. Dantas

Hemangioma •  Diagnóstico Diferencial, particularmente na coluna vertebral: o  Dça de Paget: o aspecto em “moldura de quadro”, bem como tamanho da vértebra maior que normal, a distingue do hemangioma. o  Histiocistose das céls de Langerhans o  Mieloma o  Lesões metastáticas. Dr. Emanuel R. Dantas

Tumor  Marrom  do   Hiperparatireoidismo •  Os pcts com este distúrbio apresentam lesões líticas solitárias ou múltiplas. •  É denominada marrom devido ao seu conteúdo fibroso com sangue em decomposição. •  Localização: mais comumente nos ossos tubulares longos e curtos Dr. Emanuel R. Dantas

Tumor  Marrom  do   Hiperparatireoidismo •  Diagnóstico: Lesão + anormalidades associadas, que incluem: o  Osteopenia o  Reabsorção óssea subperiosteal, melhor observada na face radial das falanges proximal e média do 2 e 3 dedos o  Aspecto granular de “sal e pimenta” da abóbada craniana o  Reabsorção das extremidades acromiais das clavículas o  Calcificação dos tecidos moles. Dr. Emanuel R. Dantas

Brown tumors of hyperparathyroidism. Radiograph of the lower legs of a 28-year-old woman with hyperparathyroidism shows multiple brown tumors involving both tibiae. This condition can easily be misdiagnosed as multiple myeloma or metastatic disease. Dr. Emanuel R. Dantas

Histiocitose das Céls de Langerhans (Granuloma Eosinofílico) •  Pertence ao grupo de distúrbios conhecidos como reticuloendotelioses (ou histiocitose X), um grupo que inclui 2 outros distúrbios: o  Dça de Hand-Schüller-Christian (xantomatose) o  Dça de Letterer-Siwe (reticulose não lipídica). •  A histiocitose das céls de Langerhans agora é considerada um distúrbio da regulação imune, e não um processo neoplásico. •  Exibe um amplo de espectro de anormalidades clínicas e radiológicas. Dr. Emanuel R. Dantas

Histiocitose das Céls de Langerhans (Granuloma Eosinofílico) •  Faixa Etária: geralmente crianças < 15 anos, com incidência máxima de 10 anos. •  Localização: crânio, costelas, pelve, coluna vertebral e ossos longos. •  Aparência Radiológica: , o  Crânio:aspecto em “saca-bocado” característico com bordas bem definidas. Dr. Emanuel R. Dantas

Langerhans cell histiocytosis. Radiograph of the proximal femur of a 3-year-old boy with a limp and tenderness localized to the upper thigh shows an osteolytic lesion in the medullary portion of the bone, without sclerotic changes. There is fusiform thickening of the cortex and a solid periosteal reaction. The patient's age, the location of the lesion, and its radiographic appearance are typical of Langerhans cell histiocytosis Dr. Emanuel R. Dantas

Histiocitose das Céls de Langerhans (Granuloma Eosinofílico) •  Aparência Radiológica: o  Na mandíbula ou maxilar: as lesões radiotransparentes tem aspecto de “dentes flutuantes”. Dr. Emanuel R. Dantas

Langerhans cell histiocytosis. A 3year-old girl with extensive skeletal involvement of Langerhans cell histiocytosis had in addition a large destructive lesion in the mandible. Note the characteristic appearance of a floating tooth, which results from destruction of supportive alveolar bone. Dr. Emanuel R. Dantas

Histiocitose das Céls de Langerhans (Granuloma Eosinofílico) •  Aparência Radiológica: o Na coluna vertebral: •  O colapso de um corpo vertebral, denominado vértebra plana, é uma manifestação característica da doença. Dr. Emanuel R. Dantas

Langerhans cell histiocytosis. (A) Vertebra plana in Langerhans cell histiocytosis represents collapse of a vertebral body secondary to the destruction of bone by a granulomatous lesion. Note the preservation of the adjacent intervertebral disk spaces. (B) In another patient, observe compression fractures of the vertebral bodies C-4 and C-6 Dr. Emanuel R. Dantas

Histiocitose das Céls de Langerhans (Granuloma Eosinofílico) •  Aparência Radiológica: o Nos ossos longos: •  Lesão radiotransparente destrutiva comumente associada a uma reação periosteal lamelada,simulando um tumor de céls redondas maligno, como linfoma ou sarcoma de Ewing. Dr. Emanuel R. Dantas

Langerhans cell histiocytosis. Radiograph of the left lower leg of a 4-year-old boy demonstrates a lesion in the diaphysis of the tibia exhibiting a permeative type of bone destruction (open arrows) and a lamellated (onion skin) type of periosteal response (arrows) not infrequently seen in osteomyelitis or Ewing sarcoma. The duration of the patient's symptoms (fever and pain for 10 days), however, favored Langerhans cell histiocytosis Dr. Emanuel R. Dantas

Histiocitose das Céls de Langerhans (Granuloma Eosinofílico) •  Aparência radiológica: •  Nos ossos longos: o Em estágios mais avançados, a lesão torna-se mais esclerótica, com radiotransparências dispersas. Dr. Emanuel R. Dantas

Langerhans cell histiocytosis. The healing stage of Langerhans cell histiocytosis, seen here in the distal humerus of a 16-year-old girl, exhibits predominantly sclerotic changes with interspersed radiolucent foci, thickening of the cortex, and a well-organized periosteal reaction. In this stage, the lesion mimics chronic osteomyelitis. Dr. Emanuel R. Dantas

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