Teorias 1 - Concepções de aprendizagem

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Published on March 10, 2014

Author: KellyMoraes

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AVALIAÇÃO, ENSINO e NOVAS TECNOLOGIAS

11 Concepções deConcepções de aprendizagemaprendizagem AVALIAÇÃO ,AVALIAÇÃO , ENSINO EENSINO E NOVAS TECNOLOGIASNOVAS TECNOLOGIAS

22 CONCEPÇÃO EMPIRISTACONCEPÇÃO EMPIRISTA  O desenvolvimento intelectual éO desenvolvimento intelectual é determinado pelo meio ambiente, ou seja,determinado pelo meio ambiente, ou seja, pela força do meio e não depende dopela força do meio e não depende do sujeito; é de fora para dentro.sujeito; é de fora para dentro.  O empirismo, aliado ao positivismo,O empirismo, aliado ao positivismo, fundaram a base epistemológica efundaram a base epistemológica e metodológica para o desenvolvimento dometodológica para o desenvolvimento do behaviorismo ou das teoriasbehaviorismo ou das teorias comportamentalistas.comportamentalistas.

33 CONCEPÇÃO EMPIRISTACONCEPÇÃO EMPIRISTA  O behaviorismo defende a crença na possibilidadeO behaviorismo defende a crença na possibilidade do controle objetivo do estímulo do meio ambientedo controle objetivo do estímulo do meio ambiente na determinação de respostas do indivíduo a taisna determinação de respostas do indivíduo a tais estímulos.estímulos.  Aprender significa exibir comportamentoAprender significa exibir comportamento apropriado.apropriado.  O objetivo da educação é treinar os estudantes aO objetivo da educação é treinar os estudantes a exibirem um determinado comportamento.exibirem um determinado comportamento.  Reforço positivoReforço positivo  Comportamento desejado.Comportamento desejado.  Reforço negativoReforço negativo  Comportamento indesejado.Comportamento indesejado.

44 CONCEPÇÃO EMPIRISTACONCEPÇÃO EMPIRISTA  John Locke:John Locke: o homem ao nascer é uma tabulao homem ao nascer é uma tabula rasa; idéias não são inatas e não há possibilidaderasa; idéias não são inatas e não há possibilidade de conhecimento fora do que as sensações ede conhecimento fora do que as sensações e percepções possam nos oferecer.percepções possam nos oferecer.  Ivan Pavlov:Ivan Pavlov: precursor das teorias doprecursor das teorias do condicionamento.condicionamento.  Thorndike:Thorndike: a apra apreendizagem é uma questão de sendizagem é uma questão de se gravarem respostas corretas e se elimgravarem respostas corretas e se elimininaarerem asm as incorretas pelas conseqüências que acarretam, oincorretas pelas conseqüências que acarretam, o que ocorre por ensaios e erros.que ocorre por ensaios e erros.

55 CONCEPÇÃO EMPIRISTACONCEPÇÃO EMPIRISTA  Watson:Watson: fundoufundou oo behaviorismo (ramo da ciênciabehaviorismo (ramo da ciência que estuda o comportamento do homem e dosque estuda o comportamento do homem e dos animais); o comportamento é sempre umaanimais); o comportamento é sempre uma resposta no organismo a um estímulo presente noresposta no organismo a um estímulo presente no meio ambiente.meio ambiente.  Skinner:Skinner: utilização de reforços como condiçãoutilização de reforços como condição para o controle do comportamento humano.para o controle do comportamento humano. Prêmios, abonos e outros mecanismos de reforçoPrêmios, abonos e outros mecanismos de reforço a comportamentos desejáveis passaram a sera comportamentos desejáveis passaram a ser considerados instrumentos eficientes de controleconsiderados instrumentos eficientes de controle da administração da mão de obra humana.da administração da mão de obra humana.

66 CONCEPÇÃO EMPIRISTACONCEPÇÃO EMPIRISTA  ProfessorProfessor: conhecedor do assunto que: conhecedor do assunto que transmite seu conhecimento de formatransmite seu conhecimento de forma objetiva e clara para o aluno.objetiva e clara para o aluno.  AlunoAluno: receptor passivo de informações,: receptor passivo de informações, cumpridor de ordens.cumpridor de ordens.  Atividade pedagógicaAtividade pedagógica: organização de: organização de estímulos para a obtenção de respostas aestímulos para a obtenção de respostas a serem premiadas ou reforçadas.serem premiadas ou reforçadas.

77 CONCEPÇÃO EMPIRISTACONCEPÇÃO EMPIRISTA  Planejamento centrado nos conteúdos e nasPlanejamento centrado nos conteúdos e nas condições e ferramentas externas ao aluno paracondições e ferramentas externas ao aluno para levá-lo a mudanças de comportamento.levá-lo a mudanças de comportamento.  Relação entre os pares não é valorizada já que aRelação entre os pares não é valorizada já que a aprendizagem depende do treino e exercício deaprendizagem depende do treino e exercício de cada alunos (memorização).cada alunos (memorização).  Instrução programada centrada no conteúdo noInstrução programada centrada no conteúdo no qual o aluno é conduzido pelas instruções contidasqual o aluno é conduzido pelas instruções contidas no material e estímulo que provocam nele.no material e estímulo que provocam nele. Exemplos: instrução programada assistida porExemplos: instrução programada assistida por computador (Computer Aided Instruction – CAI),computador (Computer Aided Instruction – CAI), tutoriais, jogos entre outros.tutoriais, jogos entre outros.

88 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO RACIONALISTARACIONALISTA  O padrão de comportamento é resultante de estruturasO padrão de comportamento é resultante de estruturas orgânicas inatas.orgânicas inatas.  Visão estruturalista e inatista do conhecimentoVisão estruturalista e inatista do conhecimento  GestaltGestalt (forma, padrão, contorno, figura, estrutura, configuração).(forma, padrão, contorno, figura, estrutura, configuração).  Opõe-se à concepção behaviorista visto que naOpõe-se à concepção behaviorista visto que na concepção estruturalista daconcepção estruturalista da GestaltGestalt os estímulos só têmos estímulos só têm sentido se inseridos num campo de significações no qualsentido se inseridos num campo de significações no qual a subjetividade predomina.a subjetividade predomina.  Percebemos a totalidade e por isso ela pode serPercebemos a totalidade e por isso ela pode ser entendida como uma estrutura na qual cada elemento é oentendida como uma estrutura na qual cada elemento é o que é em decorrência da sua relação com os demaisque é em decorrência da sua relação com os demais elementos.elementos.

99 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO RACIONALISTARACIONALISTA  Insigth:Insigth: nova reação que aparece subitamente, nãonova reação que aparece subitamente, não baseada em experiências anteriores (Gestalt – Köhler).baseada em experiências anteriores (Gestalt – Köhler).  NaNa GestaltGestalt desconsidera-se a experiência do indivíduodesconsidera-se a experiência do indivíduo perceptor. O desempenho depende da capacidade deperceptor. O desempenho depende da capacidade de organização perceptual da experiência que advém doorganização perceptual da experiência que advém do desenvolvimento de processos maturacionais. Conceitodesenvolvimento de processos maturacionais. Conceito de prontidão, de base racionalista.de prontidão, de base racionalista.  Reduz o conhecimento humano à percepção adotandoReduz o conhecimento humano à percepção adotando uma concepção inatista.uma concepção inatista.  O determinismo e o fatalismo orgânicos são as únicasO determinismo e o fatalismo orgânicos são as únicas explicações para as possibilidades de conhecimento.explicações para as possibilidades de conhecimento.

1010 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO RACIONALISTARACIONALISTA  A relação dos pares não é reconhecida comoA relação dos pares não é reconhecida como favorecedora da aprendizagem. Cada estudante tem seufavorecedora da aprendizagem. Cada estudante tem seu próprio ritmo de desenvolvimento e por conseguinte depróprio ritmo de desenvolvimento e por conseguinte de aprendizagem.aprendizagem.  Como não é possível alterar a natureza orgânica doComo não é possível alterar a natureza orgânica do desenvolvimento e como o aluno só aprende movido pordesenvolvimento e como o aluno só aprende movido por seus processos internos, cabe ao professor apenas aseus processos internos, cabe ao professor apenas a facilitação da aprendizagem, a qual é explicada pelafacilitação da aprendizagem, a qual é explicada pela presença depresença de insightsinsights..  O material instrucional deixa por conta do usuário a buscaO material instrucional deixa por conta do usuário a busca de soluções sem oferecer pistas para a superação dede soluções sem oferecer pistas para a superação de dificuldades.dificuldades.

1111 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO RACIONALISTARACIONALISTA  No caso deNo caso de SoftwaresSoftwares Educativos, alguns títulosEducativos, alguns títulos expõem uma pergunta persistentemente numaexpõem uma pergunta persistentemente numa determinada tela que só avança quando o aluno acertadeterminada tela que só avança quando o aluno acerta a resposta (expectativa de uma resposta (expectativa de um insightinsight).).  Um outro procedimento comum é o de se apresentar aUm outro procedimento comum é o de se apresentar a solução correta ao usuário que tenha errado a respostasolução correta ao usuário que tenha errado a resposta a uma determinada questão, como se bastasse oa uma determinada questão, como se bastasse o contato com a resposta certa para que o aluno decontato com a resposta certa para que o aluno de imediato fosse despertado para aquele conhecimentoimediato fosse despertado para aquele conhecimento ou dele se lembrasse.ou dele se lembrasse.

1212 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO FENOMENOLÓGICA EFENOMENOLÓGICA E HUMANISTAHUMANISTA  A fenomenologia surgiu ao final do séc. XIX e seuA fenomenologia surgiu ao final do séc. XIX e seu postulado básico é a intencionalidade, pela qual se tentapostulado básico é a intencionalidade, pela qual se tenta superar as tendências do racionalismo e empirismo,superar as tendências do racionalismo e empirismo, surgidas no séc. XVII.surgidas no séc. XVII.  Procura superar a dicotomia racionalismo-empirismoProcura superar a dicotomia racionalismo-empirismo  razão-experiência.razão-experiência.  Condena a premissa empiristaCondena a premissa empirista  tudo o que conhecemostudo o que conhecemos vem dos sentidos.vem dos sentidos.  Não concorda com os racionalistasNão concorda com os racionalistas  tudo o quetudo o que conhecemos vem de nós.conhecemos vem de nós.

1313 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO FENOMENOLÓGICA EFENOMENOLÓGICA E HUMANISTAHUMANISTA  Toda consciência é intencional.Toda consciência é intencional.  Tem como preocupação a descrição da realidadeTem como preocupação a descrição da realidade colocando como ponto de partida de sua reflexão ocolocando como ponto de partida de sua reflexão o próprio homem.próprio homem.  É uma filosofia de vivência.É uma filosofia de vivência.  As teorias fenomeológicas e humanistas enfatizam aAs teorias fenomeológicas e humanistas enfatizam a pessoa como um ser que se direciona e evolui através depessoa como um ser que se direciona e evolui através de suas experiências e valores, visando antes de tudo, aosuas experiências e valores, visando antes de tudo, ao seu próprio bem-estar neste mundo e à sua realizaçãoseu próprio bem-estar neste mundo e à sua realização pessoal.pessoal.

1414 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO FENOMENOLÓGICA EFENOMENOLÓGICA E HUMANISTAHUMANISTA  Tem como representante RogersTem como representante Rogers  o passado de umao passado de uma pessoa e o seu organismo interno biológico não sãopessoa e o seu organismo interno biológico não são determinantes de seu modo de viver e, portanto, asdeterminantes de seu modo de viver e, portanto, as soluções para os problemas devem ser buscadas asoluções para os problemas devem ser buscadas a partir da percepção da realidade.partir da percepção da realidade.  Objetivo da educação: propiciar uma aprendizagemObjetivo da educação: propiciar uma aprendizagem significante, que não circunscreve a uma acumulaçãosignificante, que não circunscreve a uma acumulação de informações, mas que provoca uma reorganizaçãode informações, mas que provoca uma reorganização de toda a vida da pessoa; das emoções, da cognição,de toda a vida da pessoa; das emoções, da cognição, dos valores e das atitudes.dos valores e das atitudes.

1515 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO FENOMENOLÓGICA EFENOMENOLÓGICA E HUMANISTAHUMANISTA  Para que ocorra a aprendizagem, ela deve ser auto-direcionada peloPara que ocorra a aprendizagem, ela deve ser auto-direcionada pelo aluno,de acordo com seus objetivos.aluno,de acordo com seus objetivos.  Professor se torna um facilitador da aprendizagem e não um transmissorProfessor se torna um facilitador da aprendizagem e não um transmissor de informações.de informações.  O ensino deve ser centrado no aluno, nas suas motivações e interesses.O ensino deve ser centrado no aluno, nas suas motivações e interesses. O professor deve deixar o aluno livre para aprender.O professor deve deixar o aluno livre para aprender.  Outro fator importante para que a aprendizagem ocorra é uma boaOutro fator importante para que a aprendizagem ocorra é uma boa qualidade comunicacional, o que requer compreensão e empatia entrequalidade comunicacional, o que requer compreensão e empatia entre as pessoas envolvidas.as pessoas envolvidas.  Situações favoráveis de aprendizagem devem ser criadas para que osSituações favoráveis de aprendizagem devem ser criadas para que os alunos possam expressar seus pensamentos, emoções e palavras, numalunos possam expressar seus pensamentos, emoções e palavras, num ambiente de aceitação e compreensão.ambiente de aceitação e compreensão.

1616 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO FENOMENOLÓGICA EFENOMENOLÓGICA E HUMANISTAHUMANISTA  Na concepção humanista de Freire aNa concepção humanista de Freire a aprendizagem se realiza através da constanteaprendizagem se realiza através da constante problematização do homem-mundo. Esta temproblematização do homem-mundo. Esta tem como necessidade básica a superação dacomo necessidade básica a superação da contradição educador-educando, a partir docontradição educador-educando, a partir do diálogo e da comunicação.diálogo e da comunicação.

1717 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO INTERACIONISTAINTERACIONISTA  De base dialética, explica que o conhecimento é formadoDe base dialética, explica que o conhecimento é formado pelas trocas que o indivíduo realiza com o meio (conjuntopelas trocas que o indivíduo realiza com o meio (conjunto de objetos com os quais interagimos: aspectos físicos,de objetos com os quais interagimos: aspectos físicos, socioculturais e afetivos, entre outros).socioculturais e afetivos, entre outros).  A aquisição de conhecimento é um processo construídoA aquisição de conhecimento é um processo construído pelo indivíduo durante toda a sua vida, não estandopelo indivíduo durante toda a sua vida, não estando pronto ao nascer nem sendo adquirido passivamentepronto ao nascer nem sendo adquirido passivamente graças às pressões do meio.graças às pressões do meio.  A concepção interacionista tem nos trabalhos de Piaget eA concepção interacionista tem nos trabalhos de Piaget e Vygotsky grande expressão:Vygotsky grande expressão:  Interacionismo sócio-histórico de Vygotsky:Interacionismo sócio-histórico de Vygotsky:  Interacionismo construtivista de Piaget:Interacionismo construtivista de Piaget:

1818 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO INTERACIONISTAINTERACIONISTA  Há muitos erros de interpretação dessaHá muitos erros de interpretação dessa concepção, como por exemplo a identificação feitaconcepção, como por exemplo a identificação feita das práticas construtivistas comdas práticas construtivistas com laissez-fairelaissez-faire..  Segundo Carvalho (2001), muitos problemas naSegundo Carvalho (2001), muitos problemas na aplicação prática das investigações empíricas deaplicação prática das investigações empíricas de Piaget decorrem da transposição de teorias doPiaget decorrem da transposição de teorias do desenvolvimento cognitivo e investigaçõesdesenvolvimento cognitivo e investigações psicológicas para programas educacionais.psicológicas para programas educacionais.

1919 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO INTERACIONISTAINTERACIONISTA  A relação dos pares é valorizada com ênfaseA relação dos pares é valorizada com ênfase em trabalhos cooperativos.em trabalhos cooperativos.  O caráter cooperativo é obtido por meio daO caráter cooperativo é obtido por meio da interação dos aprendizes entre si e com osinteração dos aprendizes entre si e com os professores propiciando aos menosprofessores propiciando aos menos capacitados a possibilidade de aprendercapacitados a possibilidade de aprender com os mais qualificados, e estes por suacom os mais qualificados, e estes por sua vez, avançarem mais na construção de seusvez, avançarem mais na construção de seus conhecimentos.conhecimentos.

2020 CONCEPÇÃOCONCEPÇÃO INTERACIONISTA/IEINTERACIONISTA/IE Fonte: http://lsm.dei.uc.pt/ribie/docfiles/txt200342412951129.PDF

2121 Novos Modelos de AprendizagemNovos Modelos de Aprendizagem Modelo antigoModelo antigo Modelo novoModelo novo Implicação para os alunosImplicação para os alunos Centrado no professorCentrado no professor Centrado no alunoCentrado no aluno Os alunos são investidos doOs alunos são investidos do poder de aprendizes ativospoder de aprendizes ativos Absorção passivaAbsorção passiva Participação do alunoParticipação do aluno A motivação do aluno éA motivação do aluno é aprimoradaaprimorada Trabalho individualTrabalho individual Equipe de aprendizagemEquipe de aprendizagem A equipe constrói habilidadesA equipe constrói habilidades que são desenvolvidas; oque são desenvolvidas; o aprendizado é aprimoradoaprendizado é aprimorado pelo compartilhamentopelo compartilhamento O professor como especialistaO professor como especialista O professor como guiaO professor como guia A estrutura da aprendizagem éA estrutura da aprendizagem é mais adaptável às rápidasmais adaptável às rápidas mudanças no mundo.mudanças no mundo. EstáticoEstático DinâmicoDinâmico Os recursos de aprendizagemOs recursos de aprendizagem (livros-texto, base de(livros-texto, base de conhecimentos existente) sãoconhecimentos existente) são substituídos por um linksubstituídos por um link on-lineon-line ao mundo real. Os recursosao mundo real. Os recursos podem ser adaptados àspodem ser adaptados às necessidades imediatas danecessidades imediatas da aprendizagemaprendizagem Aprendizado predeterminadoAprendizado predeterminado Aprender a aprenderAprender a aprender Desenvolvimento de habilidadesDesenvolvimento de habilidades para a era da informaçãopara a era da informação

2222 REFERÊNCIASREFERÊNCIAS CARVALHO, José S. F.CARVALHO, José S. F. ConstrutivismoConstrutivismo: uma pedagogia esquecida: uma pedagogia esquecida da escola. Porto Alegre: Artmed, 2001.da escola. Porto Alegre: Artmed, 2001. EICHLER, Marcelo L.; DEL PINO, José Claudio.EICHLER, Marcelo L.; DEL PINO, José Claudio. Modelagem eModelagem e implementação de ambientes virtuais de aprendizagem emimplementação de ambientes virtuais de aprendizagem em ciências.ciências. 1998. Disponível em:1998. Disponível em: http://lsm.dei.uc.pt/ribie/docfiles/txt200342412951129.PDFhttp://lsm.dei.uc.pt/ribie/docfiles/txt200342412951129.PDF OLIVEIRA, Celina C. de et al.OLIVEIRA, Celina C. de et al. Ambientes informatizados deAmbientes informatizados de aprendizagemaprendizagem: produção de avaliação de software educativo.: produção de avaliação de software educativo. Campinas: Papirus, 2001. (Série prática pedagógica).Campinas: Papirus, 2001. (Série prática pedagógica). VIEIRA, Fábia Magali S.VIEIRA, Fábia Magali S. Teorias psicológicas dos processos deTeorias psicológicas dos processos de desenvolvimento da aprendizagem.desenvolvimento da aprendizagem. Disponível em:Disponível em: http://br.geocities.com/ntemontesclaros/teorias.htmhttp://br.geocities.com/ntemontesclaros/teorias.htm

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