Sistema Imune e Nutrição

50 %
50 %
Information about Sistema Imune e Nutrição
Travel-Nature

Published on January 9, 2008

Author: elianesf1956

Source: authorstream.com

Slide 1: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO Slide 2: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO Slide 3: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Slide 4: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Grupo 1: O estado nutricional influi fortemente: sarampo, pneumonia por Pneumocystis carinii, herpes, tuberculose. Grupo2: O estado nutricional não influi sobre a infecção: tétano, encefalite viral. Grupo 3: Há evidências de algum efeito da nutrição sobre o desenvolvimento e evolução da infecção: AIDS e esclerose múltipla. DESNUTRIÇÃO E INFECÇÕES Slide 5: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Grupo 1: O estado nutricional influi fortemente: sarampo, pneumonia por Pneumocystis carinii, herpes, tuberculose. Grupo2: O estado nutricional não influi sobre a infecção: tétano, encefalite viral. Grupo 3: Há evidências de algum efeito da nutrição sobre o desenvolvimento e evolução da infecção: AIDS e esclerose múltipla. DESNUTRIÇÃO E INFECÇÕES Estudos realizados no Canadá, indicam que crianças com baixo peso em relação à altura têm um aumento de 50% nos dias de internação hospitalar por infecções comuns como otite e pneumonia. As infecções respiratórias são mais freqüentes e de maior duração nos obesos. A esclerose múltipla na Noruega não existe em populações da costa, onde o alimento principal é o peixe; por outro lado, há uma alta incidência nas populações mediterrâneas, cujo alimento de base são os laticínios e farináceos. Ausência de doenças auto-imunes e câncer em populações esquimós. A incidência de diabetes juvenil e alergia alimentar aumentou várias vezes nos países industrializados e é ainda maior nas áreas urbanas e empobrecidas destes países. Slide 6: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Grupo 1: O estado nutricional influi fortemente: sarampo, pneumonia por Pneumocystis carinii, herpes, tuberculose. Grupo2: O estado nutricional não influi sobre a infecção: tétano, encefalite viral. Grupo 3: Há evidências de algum efeito da nutrição sobre o desenvolvimento e evolução da infecção: AIDS e esclerose múltipla. DESNUTRIÇÃO E INFECÇÕES Estudos realizados no Canadá, indicam que crianças com baixo peso em relação à altura têm um aumento de 50% nos dias de internação hospitalar por infecções comuns como otite e pneumonia. As infecções respiratórias são mais freqüentes e de maior duração nos obesos. A esclerose múltipla na Noruega não existe em populações da costa, onde o alimento principal é o peixe; por outro lado, há uma alta incidência nas populações mediterrâneas, cujo alimento de base são os laticínios e farináceos. Ausência de doenças auto-imunes e câncer em populações esquimós. A incidência de diabetes juvenil e alergia alimentar aumentou várias vezes nos países industrializados e é ainda maior nas áreas urbanas e empobrecidas destes países. Em um estudo com 8.552 japoneses maiores de 40 anos, controlados por 9 anos observou-se uma correlação negativa entre a incidência de câncer e a quantidade de alimentos verdes consumidos diariamente. Em 2.709 casos de câncer histologicamente confirmados de diferentes partes do aparelho digestório comparados com 2.879 controles, observa-se um efeito protetor significativo com a ingestão de tomates. Em um estudo multicêntrico de 2.569 casos de câncer de mama comparado com 2.588 casos controle, observou-se uma correlação significativa positiva com a ingestão de farináceos e de açúcares refinados, e por outro lado foi observado uma redução do risco com o consumo de vegetais, frutas, azeitonas e azeite de oliva. O aumento do risco de asma, na Inglaterra, nos últimos 25 anos, parece estar associado com a diminuição do aporte de vitamina C, manganês e magnésio. Um estudo em mais 20.000 pessoas mostrou que baixas concentrações de alfa-tocoferol (VE), caroteno (VA) e retinol(VA), são fatores de risco para a artrite reumatóide e o lúpus eritematoso sistêmico. Slide 7: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Grupo 1: O estado nutricional influi fortemente: sarampo, pneumonia por Pneumocystis carinii, herpes, tuberculose. Grupo2: O estado nutricional não influi sobre a infecção: tétano, encefalite viral. Grupo 3: Há evidências de algum efeito da nutrição sobre o desenvolvimento e evolução da infecção: AIDS e esclerose múltipla. DESNUTRIÇÃO E INFECÇÕES Estudos realizados no Canadá, indicam que crianças com baixo peso em relação à altura têm um aumento de 50% nos dias de internação hospitalar por infecções comuns como otite e pneumonia. As infecções respiratórias são mais freqüentes e de maior duração nos obesos. A esclerose múltipla na Noruega não existe em populações da costa, onde o alimento principal é o peixe; por outro lado, há uma alta incidência nas populações mediterrâneas, cujo alimento de base são os laticínios e farináceos. Ausência de doenças auto-imunes e câncer em populações esquimós. A incidência de diabetes juvenil e alergia alimentar aumentou várias vezes nos países industrializados e é ainda maior nas áreas urbanas e empobrecidas destes países. Em um estudo com 8.552 japoneses maiores de 40 anos, controlados por 9 anos observou-se uma correlação negativa entre a incidência de câncer e a quantidade de alimentos verdes consumidos diariamente. Em 2.709 casos de câncer histologicamente confirmados de diferentes partes do aparelho digestório comparados com 2.879 controles, observa-se um efeito protetor significativo com a ingestão de tomates. Em um estudo multicêntrico de 2.569 casos de câncer de mama comparado com 2.588 casos controle, observou-se uma correlação significativa positiva com a ingestão de farináceos e de açúcares refinados, e por outro lado foi observado uma redução do risco com o consumo de vegetais, frutas, azeitonas e azeite de oliva. O aumento do risco de asma, na Inglaterra, nos últimos 25 anos, parece estar associado com a diminuição do aporte de vitamina C, manganês e magnésio. Um estudo em mais 20.000 pessoas mostrou que baixas concentrações de alfa-tocoferol (VE), caroteno (VA) e retinol(VA), são fatores de risco para a artrite reumatóide e o lúpus eritematoso sistêmico. Baixo nível Baixo peso ao Sócio econômico nascer Fraco vínculo mãe-filho DESNUTRIÇÃO Desajustamento Abandono ao Familiar aleitamento materno Saneamento básico Escolaridade Ausente ou inadequado DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO PROTEICA Difícil acesso à saúde Slide 8: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Grupo 1: O estado nutricional influi fortemente: sarampo, pneumonia por Pneumocystis carinii, herpes, tuberculose. Grupo2: O estado nutricional não influi sobre a infecção: tétano, encefalite viral. Grupo 3: Há evidências de algum efeito da nutrição sobre o desenvolvimento e evolução da infecção: AIDS e esclerose múltipla. DESNUTRIÇÃO E INFECÇÕES Estudos realizados no Canadá, indicam que crianças com baixo peso em relação à altura têm um aumento de 50% nos dias de internação hospitalar por infecções comuns como otite e pneumonia. As infecções respiratórias são mais freqüentes e de maior duração nos obesos. A esclerose múltipla na Noruega não existe em populações da costa, onde o alimento principal é o peixe; por outro lado, há uma alta incidência nas populações mediterrâneas, cujo alimento de base são os laticínios e farináceos. Ausência de doenças auto-imunes e câncer em populações esquimós. A incidência de diabetes juvenil e alergia alimentar aumentou várias vezes nos países industrializados e é ainda maior nas áreas urbanas e empobrecidas destes países. Em um estudo com 8.552 japoneses maiores de 40 anos, controlados por 9 anos observou-se uma correlação negativa entre a incidência de câncer e a quantidade de alimentos verdes consumidos diariamente. Em 2.709 casos de câncer histologicamente confirmados de diferentes partes do aparelho digestório comparados com 2.879 controles, observa-se um efeito protetor significativo com a ingestão de tomates. Em um estudo multicêntrico de 2.569 casos de câncer de mama comparado com 2.588 casos controle, observou-se uma correlação significativa positiva com a ingestão de farináceos e de açúcares refinados, e por outro lado foi observado uma redução do risco com o consumo de vegetais, frutas, azeitonas e azeite de oliva. O aumento do risco de asma, na Inglaterra, nos últimos 25 anos, parece estar associado com a diminuição do aporte de vitamina C, manganês e magnésio. Um estudo em mais 20.000 pessoas mostrou que baixas concentrações de alfa-tocoferol (VE), caroteno (VA) e retinol(VA), são fatores de risco para a artrite reumatóide e o lúpus eritematoso sistêmico. Baixo nível Baixo peso ao Sócio econômico nascer Fraco vínculo mãe-filho DESNUTRIÇÃO Desajustamento Abandono ao Familiar aleitamento materno Saneamento básico Escolaridade Ausente ou inadequado DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO PROTEICA Difícil acesso à saúde DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Redução da imunidade celular e na produção de anticorpos; Alterações nos linfócitos T; Alterações no metabolismo das citocinas ( redução de IL 1; 6 e 8 ); Alterações funcionais das imunoglobulinas; Prejuízo na produção e na atividade funcional de componentes do sistema complemento; Rompimento das barreiras epitelial e mucosa ( translocação bacteriana ); Bactérias Gram negativas Slide 9: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Grupo 1: O estado nutricional influi fortemente: sarampo, pneumonia por Pneumocystis carinii, herpes, tuberculose. Grupo2: O estado nutricional não influi sobre a infecção: tétano, encefalite viral. Grupo 3: Há evidências de algum efeito da nutrição sobre o desenvolvimento e evolução da infecção: AIDS e esclerose múltipla. DESNUTRIÇÃO E INFECÇÕES Estudos realizados no Canadá, indicam que crianças com baixo peso em relação à altura têm um aumento de 50% nos dias de internação hospitalar por infecções comuns como otite e pneumonia. As infecções respiratórias são mais freqüentes e de maior duração nos obesos. A esclerose múltipla na Noruega não existe em populações da costa, onde o alimento principal é o peixe; por outro lado, há uma alta incidência nas populações mediterrâneas, cujo alimento de base são os laticínios e farináceos. Ausência de doenças auto-imunes e câncer em populações esquimós. A incidência de diabetes juvenil e alergia alimentar aumentou várias vezes nos países industrializados e é ainda maior nas áreas urbanas e empobrecidas destes países. Em um estudo com 8.552 japoneses maiores de 40 anos, controlados por 9 anos observou-se uma correlação negativa entre a incidência de câncer e a quantidade de alimentos verdes consumidos diariamente. Em 2.709 casos de câncer histologicamente confirmados de diferentes partes do aparelho digestório comparados com 2.879 controles, observa-se um efeito protetor significativo com a ingestão de tomates. Em um estudo multicêntrico de 2.569 casos de câncer de mama comparado com 2.588 casos controle, observou-se uma correlação significativa positiva com a ingestão de farináceos e de açúcares refinados, e por outro lado foi observado uma redução do risco com o consumo de vegetais, frutas, azeitonas e azeite de oliva. O aumento do risco de asma, na Inglaterra, nos últimos 25 anos, parece estar associado com a diminuição do aporte de vitamina C, manganês e magnésio. Um estudo em mais 20.000 pessoas mostrou que baixas concentrações de alfa-tocoferol (VE), caroteno (VA) e retinol(VA), são fatores de risco para a artrite reumatóide e o lúpus eritematoso sistêmico. Baixo nível Baixo peso ao Sócio econômico nascer Fraco vínculo mãe-filho DESNUTRIÇÃO Desajustamento Abandono ao Familiar aleitamento materno Saneamento básico Escolaridade Ausente ou inadequado DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO PROTEICA Difícil acesso à saúde DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Redução da imunidade celular e na produção de anticorpos; Alterações nos linfócitos T; Alterações no metabolismo das citocinas ( redução de IL 1; 6 e 8 ); Alterações funcionais das imunoglobulinas; Prejuízo na produção e na atividade funcional de componentes do sistema complemento; Rompimento das barreiras epitelial e mucosa ( translocação bacteriana ); Bactérias Gram negativas DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Carências nutricionais associadas: Aminoácidos específicos ( arginina e glutamina); Nucleotídeos; Ácidos graxos ( ômega 3 ); Oligoelementos ( zinco,selênio, cobre e ferro ); Vitaminas ( A, E, C, D e B6 ); A manutenção em condições do sistema imunológico requer um consumo constante de todas as vitaminas e minerais necessários. Para isso, é necessário seguir uma dieta equilibrada que inclua variedade de alimentos nas quantidades adequadas. Slide 10: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Grupo 1: O estado nutricional influi fortemente: sarampo, pneumonia por Pneumocystis carinii, herpes, tuberculose. Grupo2: O estado nutricional não influi sobre a infecção: tétano, encefalite viral. Grupo 3: Há evidências de algum efeito da nutrição sobre o desenvolvimento e evolução da infecção: AIDS e esclerose múltipla. DESNUTRIÇÃO E INFECÇÕES Estudos realizados no Canadá, indicam que crianças com baixo peso em relação à altura têm um aumento de 50% nos dias de internação hospitalar por infecções comuns como otite e pneumonia. As infecções respiratórias são mais freqüentes e de maior duração nos obesos. A esclerose múltipla na Noruega não existe em populações da costa, onde o alimento principal é o peixe; por outro lado, há uma alta incidência nas populações mediterrâneas, cujo alimento de base são os laticínios e farináceos. Ausência de doenças auto-imunes e câncer em populações esquimós. A incidência de diabetes juvenil e alergia alimentar aumentou várias vezes nos países industrializados e é ainda maior nas áreas urbanas e empobrecidas destes países. Em um estudo com 8.552 japoneses maiores de 40 anos, controlados por 9 anos observou-se uma correlação negativa entre a incidência de câncer e a quantidade de alimentos verdes consumidos diariamente. Em 2.709 casos de câncer histologicamente confirmados de diferentes partes do aparelho digestório comparados com 2.879 controles, observa-se um efeito protetor significativo com a ingestão de tomates. Em um estudo multicêntrico de 2.569 casos de câncer de mama comparado com 2.588 casos controle, observou-se uma correlação significativa positiva com a ingestão de farináceos e de açúcares refinados, e por outro lado foi observado uma redução do risco com o consumo de vegetais, frutas, azeitonas e azeite de oliva. O aumento do risco de asma, na Inglaterra, nos últimos 25 anos, parece estar associado com a diminuição do aporte de vitamina C, manganês e magnésio. Um estudo em mais 20.000 pessoas mostrou que baixas concentrações de alfa-tocoferol (VE), caroteno (VA) e retinol(VA), são fatores de risco para a artrite reumatóide e o lúpus eritematoso sistêmico. Baixo nível Baixo peso ao Sócio econômico nascer Fraco vínculo mãe-filho DESNUTRIÇÃO Desajustamento Abandono ao Familiar aleitamento materno Saneamento básico Escolaridade Ausente ou inadequado DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO PROTEICA Difícil acesso à saúde DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Redução da imunidade celular e na produção de anticorpos; Alterações nos linfócitos T; Alterações no metabolismo das citocinas ( redução de IL 1; 6 e 8 ); Alterações funcionais das imunoglobulinas; Prejuízo na produção e na atividade funcional de componentes do sistema complemento; Rompimento das barreiras epitelial e mucosa ( translocação bacteriana ); Bactérias Gram negativas DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Carências nutricionais associadas: Aminoácidos específicos ( arginina e glutamina); Nucleotídeos; Ácidos graxos ( ômega 3 ); Oligoelementos ( zinco,selênio, cobre e ferro ); Vitaminas ( A, E, C, D e B6 ); A manutenção em condições do sistema imunológico requer um consumo constante de todas as vitaminas e minerais necessários. Para isso, é necessário seguir uma dieta equilibrada que inclua variedade de alimentos nas quantidades adequadas. Nutrientes relacionados com o sistema imunológico Vitamina C: Contribui na manutenção das barreiras naturais contra as infecções aumentando a produção de interferon, potencializando a imunidade. Pode ser encontrada em alimentos como o kiwi, manga, abacaxi, caqui, cítricos, melão, morangos, pimentão, tomate, verduras da família da couve, frutas e hortaliças em geral. Slide 11: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Grupo 1: O estado nutricional influi fortemente: sarampo, pneumonia por Pneumocystis carinii, herpes, tuberculose. Grupo2: O estado nutricional não influi sobre a infecção: tétano, encefalite viral. Grupo 3: Há evidências de algum efeito da nutrição sobre o desenvolvimento e evolução da infecção: AIDS e esclerose múltipla. DESNUTRIÇÃO E INFECÇÕES Estudos realizados no Canadá, indicam que crianças com baixo peso em relação à altura têm um aumento de 50% nos dias de internação hospitalar por infecções comuns como otite e pneumonia. As infecções respiratórias são mais freqüentes e de maior duração nos obesos. A esclerose múltipla na Noruega não existe em populações da costa, onde o alimento principal é o peixe; por outro lado, há uma alta incidência nas populações mediterrâneas, cujo alimento de base são os laticínios e farináceos. Ausência de doenças auto-imunes e câncer em populações esquimós. A incidência de diabetes juvenil e alergia alimentar aumentou várias vezes nos países industrializados e é ainda maior nas áreas urbanas e empobrecidas destes países. Em um estudo com 8.552 japoneses maiores de 40 anos, controlados por 9 anos observou-se uma correlação negativa entre a incidência de câncer e a quantidade de alimentos verdes consumidos diariamente. Em 2.709 casos de câncer histologicamente confirmados de diferentes partes do aparelho digestório comparados com 2.879 controles, observa-se um efeito protetor significativo com a ingestão de tomates. Em um estudo multicêntrico de 2.569 casos de câncer de mama comparado com 2.588 casos controle, observou-se uma correlação significativa positiva com a ingestão de farináceos e de açúcares refinados, e por outro lado foi observado uma redução do risco com o consumo de vegetais, frutas, azeitonas e azeite de oliva. O aumento do risco de asma, na Inglaterra, nos últimos 25 anos, parece estar associado com a diminuição do aporte de vitamina C, manganês e magnésio. Um estudo em mais 20.000 pessoas mostrou que baixas concentrações de alfa-tocoferol (VE), caroteno (VA) e retinol(VA), são fatores de risco para a artrite reumatóide e o lúpus eritematoso sistêmico. Baixo nível Baixo peso ao Sócio econômico nascer Fraco vínculo mãe-filho DESNUTRIÇÃO Desajustamento Abandono ao Familiar aleitamento materno Saneamento básico Escolaridade Ausente ou inadequado DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO PROTEICA Difícil acesso à saúde DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Redução da imunidade celular e na produção de anticorpos; Alterações nos linfócitos T; Alterações no metabolismo das citocinas ( redução de IL 1; 6 e 8 ); Alterações funcionais das imunoglobulinas; Prejuízo na produção e na atividade funcional de componentes do sistema complemento; Rompimento das barreiras epitelial e mucosa ( translocação bacteriana ); Bactérias Gram negativas DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Carências nutricionais associadas: Aminoácidos específicos ( arginina e glutamina); Nucleotídeos; Ácidos graxos ( ômega 3 ); Oligoelementos ( zinco,selênio, cobre e ferro ); Vitaminas ( A, E, C, D e B6 ); A manutenção em condições do sistema imunológico requer um consumo constante de todas as vitaminas e minerais necessários. Para isso, é necessário seguir uma dieta equilibrada que inclua variedade de alimentos nas quantidades adequadas. Nutrientes relacionados com o sistema imunológico Vitamina C: Contribui na manutenção das barreiras naturais contra as infecções aumentando a produção de interferon, potencializando a imunidade. Pode ser encontrada em alimentos como o kiwi, manga, abacaxi, caqui, cítricos, melão, morangos, pimentão, tomate, verduras da família da couve, frutas e hortaliças em geral. Fortifica a atividade imunológica dos leucócitos, aumenta a produção das células de defesa e a resistência do organismo. Slide 12: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Grupo 1: O estado nutricional influi fortemente: sarampo, pneumonia por Pneumocystis carinii, herpes, tuberculose. Grupo2: O estado nutricional não influi sobre a infecção: tétano, encefalite viral. Grupo 3: Há evidências de algum efeito da nutrição sobre o desenvolvimento e evolução da infecção: AIDS e esclerose múltipla. DESNUTRIÇÃO E INFECÇÕES Estudos realizados no Canadá, indicam que crianças com baixo peso em relação à altura têm um aumento de 50% nos dias de internação hospitalar por infecções comuns como otite e pneumonia. As infecções respiratórias são mais freqüentes e de maior duração nos obesos. A esclerose múltipla na Noruega não existe em populações da costa, onde o alimento principal é o peixe; por outro lado, há uma alta incidência nas populações mediterrâneas, cujo alimento de base são os laticínios e farináceos. Ausência de doenças auto-imunes e câncer em populações esquimós. A incidência de diabetes juvenil e alergia alimentar aumentou várias vezes nos países industrializados e é ainda maior nas áreas urbanas e empobrecidas destes países. Em um estudo com 8.552 japoneses maiores de 40 anos, controlados por 9 anos observou-se uma correlação negativa entre a incidência de câncer e a quantidade de alimentos verdes consumidos diariamente. Em 2.709 casos de câncer histologicamente confirmados de diferentes partes do aparelho digestório comparados com 2.879 controles, observa-se um efeito protetor significativo com a ingestão de tomates. Em um estudo multicêntrico de 2.569 casos de câncer de mama comparado com 2.588 casos controle, observou-se uma correlação significativa positiva com a ingestão de farináceos e de açúcares refinados, e por outro lado foi observado uma redução do risco com o consumo de vegetais, frutas, azeitonas e azeite de oliva. O aumento do risco de asma, na Inglaterra, nos últimos 25 anos, parece estar associado com a diminuição do aporte de vitamina C, manganês e magnésio. Um estudo em mais 20.000 pessoas mostrou que baixas concentrações de alfa-tocoferol (VE), caroteno (VA) e retinol(VA), são fatores de risco para a artrite reumatóide e o lúpus eritematoso sistêmico. Baixo nível Baixo peso ao Sócio econômico nascer Fraco vínculo mãe-filho DESNUTRIÇÃO Desajustamento Abandono ao Familiar aleitamento materno Saneamento básico Escolaridade Ausente ou inadequado DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO PROTEICA Difícil acesso à saúde DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Redução da imunidade celular e na produção de anticorpos; Alterações nos linfócitos T; Alterações no metabolismo das citocinas ( redução de IL 1; 6 e 8 ); Alterações funcionais das imunoglobulinas; Prejuízo na produção e na atividade funcional de componentes do sistema complemento; Rompimento das barreiras epitelial e mucosa ( translocação bacteriana ); Bactérias Gram negativas DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Carências nutricionais associadas: Aminoácidos específicos ( arginina e glutamina); Nucleotídeos; Ácidos graxos ( ômega 3 ); Oligoelementos ( zinco,selênio, cobre e ferro ); Vitaminas ( A, E, C, D e B6 ); A manutenção em condições do sistema imunológico requer um consumo constante de todas as vitaminas e minerais necessários. Para isso, é necessário seguir uma dieta equilibrada que inclua variedade de alimentos nas quantidades adequadas. Nutrientes relacionados com o sistema imunológico Vitamina C: Contribui na manutenção das barreiras naturais contra as infecções aumentando a produção de interferon, potencializando a imunidade. Pode ser encontrada em alimentos como o kiwi, manga, abacaxi, caqui, cítricos, melão, morangos, pimentão, tomate, verduras da família da couve, frutas e hortaliças em geral. Fortifica a atividade imunológica dos leucócitos, aumenta a produção das células de defesa e a resistência do organismo. Vitamina E: Aumenta a resposta imunológica. A deficiência resulta em redução do poder bactericida de leucócitos e linfócitos, menor produção de imunoglobulinas, redução da resposta imune mediada por células, menor produção e funcionamento de citocinas. A suplementação com doses supra fisiológicas de vitamina E aumentam o poder de fagocitose e a resposta imune humoral e celular. Este efeito é mais acentuado em populações de idosos. Pode ser encontrado no óleo de germe de trigo, óleo de soja, germe de cereais ou cereais de grão integral (pão, arroz e massas alimentícias integrais, etc.), azeite de oliva, vegetais de folha verde. Slide 13: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Grupo 1: O estado nutricional influi fortemente: sarampo, pneumonia por Pneumocystis carinii, herpes, tuberculose. Grupo2: O estado nutricional não influi sobre a infecção: tétano, encefalite viral. Grupo 3: Há evidências de algum efeito da nutrição sobre o desenvolvimento e evolução da infecção: AIDS e esclerose múltipla. DESNUTRIÇÃO E INFECÇÕES Estudos realizados no Canadá, indicam que crianças com baixo peso em relação à altura têm um aumento de 50% nos dias de internação hospitalar por infecções comuns como otite e pneumonia. As infecções respiratórias são mais freqüentes e de maior duração nos obesos. A esclerose múltipla na Noruega não existe em populações da costa, onde o alimento principal é o peixe; por outro lado, há uma alta incidência nas populações mediterrâneas, cujo alimento de base são os laticínios e farináceos. Ausência de doenças auto-imunes e câncer em populações esquimós. A incidência de diabetes juvenil e alergia alimentar aumentou várias vezes nos países industrializados e é ainda maior nas áreas urbanas e empobrecidas destes países. Em um estudo com 8.552 japoneses maiores de 40 anos, controlados por 9 anos observou-se uma correlação negativa entre a incidência de câncer e a quantidade de alimentos verdes consumidos diariamente. Em 2.709 casos de câncer histologicamente confirmados de diferentes partes do aparelho digestório comparados com 2.879 controles, observa-se um efeito protetor significativo com a ingestão de tomates. Em um estudo multicêntrico de 2.569 casos de câncer de mama comparado com 2.588 casos controle, observou-se uma correlação significativa positiva com a ingestão de farináceos e de açúcares refinados, e por outro lado foi observado uma redução do risco com o consumo de vegetais, frutas, azeitonas e azeite de oliva. O aumento do risco de asma, na Inglaterra, nos últimos 25 anos, parece estar associado com a diminuição do aporte de vitamina C, manganês e magnésio. Um estudo em mais 20.000 pessoas mostrou que baixas concentrações de alfa-tocoferol (VE), caroteno (VA) e retinol(VA), são fatores de risco para a artrite reumatóide e o lúpus eritematoso sistêmico. Baixo nível Baixo peso ao Sócio econômico nascer Fraco vínculo mãe-filho DESNUTRIÇÃO Desajustamento Abandono ao Familiar aleitamento materno Saneamento básico Escolaridade Ausente ou inadequado DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO PROTEICA Difícil acesso à saúde DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Redução da imunidade celular e na produção de anticorpos; Alterações nos linfócitos T; Alterações no metabolismo das citocinas ( redução de IL 1; 6 e 8 ); Alterações funcionais das imunoglobulinas; Prejuízo na produção e na atividade funcional de componentes do sistema complemento; Rompimento das barreiras epitelial e mucosa ( translocação bacteriana ); Bactérias Gram negativas DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Carências nutricionais associadas: Aminoácidos específicos ( arginina e glutamina); Nucleotídeos; Ácidos graxos ( ômega 3 ); Oligoelementos ( zinco,selênio, cobre e ferro ); Vitaminas ( A, E, C, D e B6 ); A manutenção em condições do sistema imunológico requer um consumo constante de todas as vitaminas e minerais necessários. Para isso, é necessário seguir uma dieta equilibrada que inclua variedade de alimentos nas quantidades adequadas. Nutrientes relacionados com o sistema imunológico Vitamina C: Contribui na manutenção das barreiras naturais contra as infecções aumentando a produção de interferon, potencializando a imunidade. Pode ser encontrada em alimentos como o kiwi, manga, abacaxi, caqui, cítricos, melão, morangos, pimentão, tomate, verduras da família da couve, frutas e hortaliças em geral. Fortifica a atividade imunológica dos leucócitos, aumenta a produção das células de defesa e a resistência do organismo. Vitamina E: Aumenta a resposta imunológica. A deficiência resulta em redução do poder bactericida de leucócitos e linfócitos, menor produção de imunoglobulinas, redução da resposta imune mediada por células, menor produção e funcionamento de citocinas. A suplementação com doses supra fisiológicas de vitamina E aumentam o poder de fagocitose e a resposta imune humoral e celular. Este efeito é mais acentuado em populações de idosos. Pode ser encontrado no óleo de germe de trigo, óleo de soja, germe de cereais ou cereais de grão integral (pão, arroz e massas alimentícias integrais, etc.), azeite de oliva, vegetais de folha verde. Participa na formação dos glóbulos vermelhos; Age como antioxidante e protege as membranas celulares Slide 14: O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO A conexão entre nutrição e imunidade, especialmente na incidência de infecções e tumores é conhecida desde a Antigüidade. 1968, Scrimshaw: "Muitas das importantes infecções das populações humanas tornam-se mais severas quando há desnutrição e muitas infecções isoladamente causam alterações nutricionais". Observou uma diminuição da mortalidade infantil por sarampo e diarréia numa aldeia da Guatemala, após a suplementação alimentar com farinha de peixe. Iniciaram-se os estudos sobre a imunocompetência na desnutrição. (Scrimshaw, 2007) O SISTEMA IMUNE E NUTRIÇÃO 1980- 6 livros publicados; 12 simpósios e centenas de artigos publicados relacionando nutrição e imunidade ou nutrição e infecção. (Scrimshaw, 2007) 1992, Beisel- Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida Nutricional (NAIDS)- 40.000 mortes de crianças em países subdesenvolvidos, além de outras incontáveis mortes de adultos em hospitais modernos por desnutrição. 1994- Madrid, Simpósio “Nutrição, Imunidade e Infecção” “O impacto da deficiência nutricional na morbidade/mortalidade, deve-se a interações específicas entre nutrientes e doença” (Scrimshaw, 2007) 2002- New Orleans, Simpósio “Nutrição e Infecção” (Scrimshaw, 2007) Atualmente sabe-se que a deficiência nutricional está comumente associada com baixa modulação do sistema imune (Chandra & Newberne, 1977;Gershwin et al, 1984; Bendich & Chandra, 1990; Chandra,1992b). Grupo 1: O estado nutricional influi fortemente: sarampo, pneumonia por Pneumocystis carinii, herpes, tuberculose. Grupo2: O estado nutricional não influi sobre a infecção: tétano, encefalite viral. Grupo 3: Há evidências de algum efeito da nutrição sobre o desenvolvimento e evolução da infecção: AIDS e esclerose múltipla. DESNUTRIÇÃO E INFECÇÕES Estudos realizados no Canadá, indicam que crianças com baixo peso em relação à altura têm um aumento de 50% nos dias de internação hospitalar por infecções comuns como otite e pneumonia. As infecções respiratórias são mais freqüentes e de maior duração nos obesos. A esclerose múltipla na Noruega não existe em populações da costa, onde o alimento principal é o peixe; por outro lado, há uma alta incidência nas populações mediterrâneas, cujo alimento de base são os laticínios e farináceos. Ausência de doenças auto-imunes e câncer em populações esquimós. A incidência de diabetes juvenil e alergia alimentar aumentou várias vezes nos países industrializados e é ainda maior nas áreas urbanas e empobrecidas destes países. Em um estudo com 8.552 japoneses maiores de 40 anos, controlados por 9 anos observou-se uma correlação negativa entre a incidência de câncer e a quantidade de alimentos verdes consumidos diariamente. Em 2.709 casos de câncer histologicamente confirmados de diferentes partes do aparelho digestório comparados com 2.879 controles, observa-se um efeito protetor significativo com a ingestão de tomates. Em um estudo multicêntrico de 2.569 casos de câncer de mama comparado com 2.588 casos controle, observou-se uma correlação significativa positiva com a ingestão de farináceos e de açúcares refinados, e por outro lado foi observado uma redução do risco com o consumo de vegetais, frutas, azeitonas e azeite de oliva. O aumento do risco de asma, na Inglaterra, nos últimos 25 anos, parece estar associado com a diminuição do aporte de vitamina C, manganês e magnésio. Um estudo em mais 20.000 pessoas mostrou que baixas concentrações de alfa-tocoferol (VE), caroteno (VA) e retinol(VA), são fatores de risco para a artrite reumatóide e o lúpus eritematoso sistêmico. Baixo nível Baixo peso ao Sócio econômico nascer Fraco vínculo mãe-filho DESNUTRIÇÃO Desajustamento Abandono ao Familiar aleitamento materno Saneamento básico Escolaridade Ausente ou inadequado DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO PROTEICA Difícil acesso à saúde DESNUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNE Redução da imunidade celular e na produção de anticorpos; Alterações nos linfócitos T; Alterações no metabolismo das citocinas ( redução de IL 1; 6 e 8 ); Alterações funcionais das imunoglobulinas; Prejuízo na produção e na atividade funcional de componentes do sistema complemento; Rompimento das barreiras ep

Add a comment

Related presentations

Related pages

Nutrição e sistema imunológico - Nutricionista

Dicas de alimentação e suplementação para fortalecer o sistema imunológico.
Read more

NUTRITOTAL - O seu portal em nutrição clínica

DETALHES - P&R: Autor(a): Camila Garcia Marques: Data: 08/07/2005 13:28:18: Qual a relação entre nutrição e sistema imune? O funcionamento ...
Read more

Sistema Imunológico e Alimentação - Consea São Paulo

O sistema imunológico é formado por células e moléculas especializadas no combate a infecções, ... Nutrição e sistema imunológico.
Read more

Tudo Sobre Alimentação: Nutrição e Imunidade

Uma alimentação saudável e balanceada promove o bom funcionamento do sistema imunológico, reforçando as defesas próprias do organismo contra vários ...
Read more

Sistema imunitário – Wikipédia, a enciclopédia livre

O sistema imunitário ou sistema imunológico ou ainda sistema imune é um sistema de estruturas e processos ... a má nutrição é a causa mais comum de ...
Read more

ALIMENTE-SE COM SABEDORIA!: NUTRIÇÃO E SISTEMA ...

Existem várias teorias na nutrição esportiva que estudam possíveis relações entre ... amenizar os efeitos deletérios do sistema imune no ...
Read more

Nutriauri: NUTRIÇÃO E SISTEMA IMUNITÁRIO

As citocinas são proteínas sintetizadas e libertadas por células ativas na resposta imune inata e adaptativa, como fagócitos mononucleares e linfócitos.
Read more

IMUNOLOGIA E NUTRIÇÃO* - Inicial — UFRGS ...

2 imunidade nutricional. Regulação direta do sistema imune a partir dos nutrientes Alguns nutrientes têm a capacidade de interferir na resposta ...
Read more

Nutrição e o Sistema Imunitário (EUFIC)

O nosso sistema imunitário protege-nos contra as bactérias, vírus, e outros organismos causadores de doença. Este é um eficiente e complexo sistema de ...
Read more

Nutrição e sistema imunológico: alimentos e dicas para ...

Nutrição e sistema imunológico: ... chamados imunomoduladores, que agem no sistema imune de forma a aumentar o tempo da resposta imunológica.
Read more