SCLEROTHERAPY OF BENIGN ORAL VASCULAR LESIONS WITH NON DILUTED ETHANOLAMINE OLEATE

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Published on July 11, 2016

Author: pauladresch1

Source: slideshare.net

1. SCLEROTHERAPY OF BENIGN ORAL VASCULAR LESIONS WITH NON DILUTED ETHANOLAMINE OLEATE Lucas Begnor Bedra Paula Dresch Portella UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ ODONTOLOGIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURITIBA, MAIO DE 2016 ESCLEROTERAPIA DE LESÕES VASCULARES ORAIS BENIGNAS COM OLEATO DE ETANOLAMINA NÃO DILUÍDO.

2.  Keywords: Sclerotherapy, Hemangioma, Oral Lesions  BOR  ISSN:1806-8324  Qualis 2014: A2 BEDRA LB1, PORTELLA PD1, AMENÁBAR JM, PIAZZETA CM, TORRES- PEREIRA CC. Sclerotherapy of benign oral vascular lesions with non diluted ethanolamine oleate. Brazilian Oral Research. 2016 X;X,X,X-X. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Odontologia da Universidade Federal do Paraná como requisito à obtenção do título de Cirurgião Dentista. Orientador(a):Cassius Carvalho Torres-Pereira

3. INTRODUÇÃO Lesões vasculares benignas Ciclo normal das células endoteliais Proliferação endotelial HemangiomasMalformações vasculares [1] Neville BW, 2009. [2] Filho JZC , 2011. [3] Assis GM, 2009. [1] [2-3]

4. INTRODUÇÃO Lesões Vasculares Orais: • Causas:  Trauma local, infecção, alterações metabólicas e neoplasias verdadeiras. • Aparecimento:  Após o nascimento ou durante a primeira infância;  Sexo feminino. [4-5] [8-9] [4]Costa JR, 2011. [5] Gheno JN, 2015 . [8] Rodrigues JML, 1998. [9] Corrêa PH, 2007 .

5. • Locais mais incidentes:  Cabeça e pescoço.  Boca:  Lábios,  Língua,  Mucosa Jugal,  Palato. [9] [1-2] [1] Neville BW, 2009.[2] Filho JZC , 2011 . [9] Corrêa PH, 2007 . INTRODUÇÃO Lesões vasculares orais benignas

6. • Sintomatologia:  Ausente (Assintomática)  Autolimitação,  Resolução espontânea.  Presente (Sintomática) [10] [11] [10] Sarmiento, 2008 . [11] Johann AC, 2005. Não necessita da intervenção terapêutica Crescimento Progressivo Trauma LocalNecessita da intervenção terapêutica • Dor, • Ulcerações, • Infecções secundárias, • Sangramento espontâneo. INTRODUÇÃO

7. • Terapia para lesões menores:  Excisão cirúrgica,  Laserterapia,  Eletrocirurgia,  Crioterapia,  Escleroterapia. INTRODUÇÃO • Aspecto clínico: Pápulas e nódulos vermelhos.  Superfícies irregulares ou lobulares,  Sítio e profundidade variada,  Maiores e Menores. [12] Jaeger, 2005. ASPECTO CLÍNICO CONDUTA CLÍNICA Oleato de Etanolamina [13] Zanettini I, 2005

8. MATERIAIS E MÉTODOS • Aprovação no Comitê de Ética em Pesquisa do Setor de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Paraná  n°810.145.09.10 • Amostra: Prontuários da disciplina de Estomatologia UFPR (2011-2015) Pacientes com Lesões Vasculares Orais Benignas, tratados com Oleato de etanolamina a 5% não diluído 26 pacientes (11 homens/ 15 mulheres) 36 lesões

9. MATERIAIS E MÉTODOS • Informações do paciente:  Idade, sexo, raça, queixa principal, doenças sistêmicas, hábito de fumar, utilização de próteses e follow up. • Informações específicas da lesão e terapia:  Tamanho, localização, dose de oleato de etanolamina injetada, número de aplicações, sintomas e resolução da(as) lesões. LBB e PDP foram responsáveis por avaliar de forma independente e cruzada as informações recolhida das fichas clínicas. Qualquer informação conflitante foi resolvida por consenso e por um terceiro pesquisador (CCTP).

10. MATERIAIS E MÉTODOS • Tabulação e análise estatística dos dados:  Statistical Package for Social Sciences (SPSS) • Protocolo do tratamento das lesões:  Aplicação intralesional de oleato de etanolamina a 5% não diluído,  Seringa de insulina,  Agulha (0.3 x 13 mm),  0.05mL à 0.5mL do agente esclerosante.

11. RESULTADOS  Idade média:  60.65 anos  26 pacientes 24 leucodermas  Maior prevalência pelo sexo feminino:  57.69%  Principal queixa dos pacientes:  Desconforto físico

12. Table 1. Clinical Information collected from patients with benign oral vascular lesions treated in the in the Oral Medicine Clinic from the Federal University of Paraná, 2011-2015. PATIENT AGE SEX SKIN COLOR MAIN COMPLAINT OTHER LESIONS P1 77 MALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT LP P2 78 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT IFH,EC P3 72 MALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT NONE P4 67 FEMALE WHITE NOT SPECIFIED NONE P5 57 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT S P6 30 MALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT NONE P7 68 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT NONE P8 71 MALE WHITE NOT SPECIFIED IFH P9 54 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT NONE P10 70 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT PS P11 65 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT PIH, HFI P12 65 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT IFH, SM,AT P13 57 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT NONE P14 57 MALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT NONE P15 53 MALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT NONE P16 35 FEMALE WHITE ESTHETIC NONE P17 68 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT NONE P18 68 MALE BLACK ESTHETIC NONE P19 9 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT NONE P20 55 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT IFH P21 59 MALE NI PHYSICAL DISCOMFORT NONE P22 54 FEMALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT NONE P23 77 FEMALE WHITE ESTHETICS NONE P24 71 MALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT M P25 67 MALE WHITE ESTHETICS P P26 73 MALE WHITE PHYSICAL DISCOMFORT NONE LP= Lichen Planus; IFH = Inflammatory Fibrous Hyperplasia; EC= Erythematous Candidiasis; S= Sialolithiasis; PS= Prosthetic Stomatitis; PIH = Papillary Inflammatory Hyperplasia; M = Melanosis; AT= Amalgam Tattoo; P= Papilloma; NI = No information.

13. LESION SITE FREQUENCY (Nº) PERCENTAGE (%) LOWER LIP 14 38.89 UPPER LIP 6 16.66 BUCCAL MUCOSA 4 11.11 LABIAL COMMISSURE 4 11.11 TONGUE BORDER 3 8.33 VESTIBULE 2 5.55 TONGUE DORSUM 1 2.78 FLOOR OF MOUTH 1 2.78 ALVEOLAR MUCOSA 1 2.78 Table 2. Lesion site, frequency and percentage of benign oral vascular malformations. Oral Medicine Clinic from the Federal University of Paraná, 2011- 2015.

14. RESULTADOS  Local mais acometido Lábio inferior  73.08% dos pacientes Uma única lesão  Tamanho inicial médio 6.52mm  26 pacientes 36 lesões Média de aplicações por lesão: 2.32 79 aplicações

15.  Média de fármaco injetada 0.25 mL;  Principal sinal notado:  fibrose da lesão  Resolução Total: 7 (19.44%)  Desistência do tratamento 11 pacientes RESULTADOS Parcial: 19 (52.78%) Não informado : 10 (27, 78%) Não informado Resolução Parcial

16. Patient (P) n=26 Lesion (L) n=36 Size (mm) Number of applications Average Amount Injected (mL) Resoluton Treatment discontinuati-on P1 L1 10 2 NI TOTAL NO P2 L1 4 2 NI PARTIAL YES P3 L1 13 4 NI PARTIAL YES P3 L2 3 2 NI PARTIAL YES P4 L1 20 1 NI NI YES P5 L1 NI 1 0.2 PARTIAL YES P5 L2 NI 1 0.05 NI YES P6 L1 5 1 NI PARTIAL YES P7 L1 NI 4 NI PARTIAL NO P8 L1 5 1 NI TOTAL NO P8 L2 3 1 NI PARTIAL NO P8 L3 1 1 NI PARTIAL NO P8 L4 2 1 NI PARTIAL NO P9 L1 8 2 0.8 PARTIAL NO P10 L1 4 2 NI PARTIAL YES P10 L2 NI 1 NI NI YES P11 L1 5 2 NI PARTIAL NO P12 L1 3 5 0.35 TOTAL NO P13 L1 5 1 0.2 NI YES P14 L1 10 1 NI NI YES P15 L1 NI 5 NI PARTIAL NI P16 L1 4 1 1.5 PARTIAL NO P17 L1 6 8 0.2 PARTIAL NO P17 L2 6 8 NI PARTIAL NO P18 L1 10 1 NI NI YES P19 L1 5 2 NI TOTAL NO P20 L1 10 1 NI PARTIAL NO P21 L1 5 3 NI TOTAL NI P22 L1 NI 1 0.2 PARTIAL YES P23 L1 NI 1 0.05 NI NI P24 L1 6 5 0.23 PARTIAL NO P24 L2 6 3 0.25 TOTAL NO P25 L1 5 2 0.4 TOTAL NO P26 L1 10 4 NI NI NO P26 L2 10 NI NI NI NO NI=No information. Table 3. Benign oral vascular lesions treated with 5% undiluted ethanolamine oleate and its resolutions. Oral Medicine Clinic from the Federal University of Paraná, 2011-2015.

17. RESOLUÇÃO TOTAL

18. RESOLUÇÃO PARCIAL

19. RESULTADOS • Follow up  Dado relatado em 15 (57.69%) prontuários.  7 pacientes (26.92%): 1 mês após o término do tratamento. Figure 3: The number of individuals treated with ethanolamine oleate and the follow up months after the last sclerosing agent application. 0 2 4 5 7 9 < 1 1 2 3 4 5 6 Number of patients

20. DISCUSSÃO • Hyodoh, 2005 – Agente esclerosante – Oleato de etanolamina  Baixo custo, boa efetividade e também menores efeitos colaterais • Sarmiento, 2008 • Johann, 2005 • Zanettini, 2005 • Rocha, 2000 • Bedra e Portella, 2016 - Oleato de etanolamina a 5% NÃO diluído e em menores volumes. Oleato de etanolamina diluído e volumes maiores do agente. Maior quantidade injetada = 0,5 mL Baixo risco de toxicidade renal. (Jaeger, 2005)

21. DISCUSSÃO • Agente esclerosante não diluído, baix0s volumes e aplicações em lesões benignas vasculares orais menores.  Não houveram resultados negativos em comparação ao estudos:  Jaeger, 2005  Zanettini, 2005  Hoque, 2011  1 caso de uma úlcera e 3 casos de outros efeitos menores (11,11%). 5% Oleato de etanolamina diluído

22. DISCUSSÃO  Número médio de aplicações por lesão: • Bedra e Portella, 2016  2,32 • Johann, 2005  3,7 • Da Silva, 2014  2,41 Nº médio de aplicações p/ lesão: MENOR

23. DISCUSSÃO 13 pacientes completaram o tratamento  20 lesões  11 (55%) = Resolução parcial;  6 (30%) = Resolução completa;  3 (15%) = Informação não fornecida pelos prontuários. Resolução completa Da Silva, 2014 = 92,94% Johann, 2005 = 100% Talvez a presente pesquisa apresentou critérios mais rigorosos para considerar remissão completa, provavelmente, devido ao seu desenho retrospectivo.

24. DISCUSSÃO • Aplicação de oleato de etanolamina foi realizada semanalmente, como proposto no estudo conduzido por da Silva et.al. (2014).  Filho, 2011  Costa, 2011  Sarmiento, 2005  Johann, 2005  Hoque, 2011  Eivazi, 2009 Intervalos entre as aplicações que vão desde semanalmente para cada 6 semanas

25. DISCUSSÃO • Follow up = 1 mês  Sem intercorrências pós operatórias  Rodrigues, 1998  Rocha, 2000  Da Silva, 2014  Gomes, 2006 2 a 30 meses de follow up, sem intercorrências. Baixo tempo de acompanhamento pós operatório.

26. DISCUSSÃO • Limitação dos estudos retrospectivos; • Escassez de artigos abordando o tratamento relatado nesta pesquisa; • Oleato de etanolamina 5% não-diluído  Verificando e comprovando sua eficácia.

27. CONCLUSÃO • Oleato de etanolamina 5% não-diluído:  Pode ser usado em menos consultas e intervalos semanais,  Com menores volumes de injeção intralesional,  Com poucos ou nenhum efeitos colaterais.

28. AGRADECEMOS A ATENÇÃO! Lucas Begnor Bedra bedralucas@gmail.com Paula Dresch Portella pauladresch@hotmail.com

29. SCLEROTHERAPY OF BENIGN ORAL VASCULAR LESIONS WITH NON DILUTED ETHANOLAMINE OLEATE Lucas Begnor Bedra Paula Dresch Portella UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ ODONTOLOGIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURITIBA, MAIO DE 2016 ESCLEROTERAPIA DE LESÕES VASCULARES ORAIS BENIGNAS COM OLEATO DE ETANOLAMINA NÃO DILUÍDO.

30. AGRADECIMENTOS Alunos, equipe docente e pacientes da Disciplina de Estomatologia, Amigos, companheiros e familiares, Professor Cassius. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ, 2016.

31. REFERÊNCIAS 1. Neville BW, Damm DD, Allen CM, Bouquot JE. Oral and maxillofacial pathology, 3rd edn. Elsevier, St. Louis, 2009. 2. Filho JZC , Santos CAIS. Ethanolamine oleate use as an alternative to surgical treatment of oral hemangiomas: a case report. Rev Cir Traumatol Buco-maxilo-fac.(Online). 2011 Dec;11(4). 3. Assis GM, da Silva SRP.Hemangioma of the Tongue: a Case Report. Rev Cir Traumatol Buco-Maxilo-fac. 2009 Jun;9(2):60-5. 4. Costa JR, Torriani MA, Hosni ES, D'Avila OP, de Figueiredo PJ. Sclerotherapy for vascular malformations in the oral and maxillofacial region: treatment and follow-up of 66 lesions. J Oral Maxillofac Surg. 2011 Jun;69(6):e88-92. 5. Gheno JN, Martins AT. Oral mucosal lesions and their association with sociodemographic, behavioral, and health status factors. Braz oral res (Online). 2015 Aug;29(1) 6. Pedron IG, Carnaval TG, Loureiro CCS, Utumi ER, Magalhães JCA, Adde CA. Opção terapêutica de hemangioma labial. Rev Inst Ciênc Saúde. 2008;26(4):477–81. [in Portuguese] 7. Cruz FLG, Carvalho RF. Differential diagnosis of hemangioma by diascopy.RGO - Rev Gaúcha Odontol. 2011 Mar; 59(1):125-29. [in Portuguese] 8. Rodrigues JML, Castilho AL. Hemangioma congênito na infância e sua involução: relato de um caso clínico. R Un Alfenas. 1998;4:45- 48. 9. Corrêa PH, Nunes LC, Johann AC, Aguiar MC, Gomez RS, Mesquita RA. Prevalence of oral hemangioma, vascular malformation and varix in a Brazilian population. Braz Oral Res. 2007 Jan;21(1):40-5. 10. Sarmiento ME, Espinosa IV, Quiñones LT, Arias AB. Tratamiento quirúrgico de los hemangiomas faciales em niños. Rev Esp Cir Oral y Maxilofac. 2008 Agu; 30(4):274–280.[in Spanish] 11. Johann AC, Aguiar MC, do Carmo MA, Gomez RS, Castro WH, Mesquita RA. Sclerotherapy of benign oral vascular lesions with ethanolamine oleate: an open clinical trial with 30 lesions. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 2005 Nov;100(5):579- 84.

32. REFERÊNCIAS 12. Jaeger F, López RA, Fernandes BG; Girardi, GP, López GA, Leal RM. Sclerotherapy of oral hemangioma with 5% ethanolamine oleate: Clinical report. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 2005 Nov;100(5):579-84.[in Portuguese] 13. Zanettini I, Zanettini RM, Gollo G. Sclerotherapy as an alternative treatment for oral vascular pathologies. Clin Pesq Odontol. 2005 Dec;2(2):119-26.[in Portuguese] 14. Gómez-Oliveira G, García-Rozado A, Luaces-Rey R. Intraosseous mandibular hemangioma. A case report and review of the literature. Med Oral Patol Oral Cir Bucal. 2008 Aug;13(8):496-8. 15. Cardoso CL, Fernandes MPSR. Surgical approach of intraoral hemangioma. Odontol Clín Cient.(Online). 2010 Jun;9(2). 16. Hyodoh H1, Hori M, Akiba H, Tamakawa M, Hyodoh K, Hareyama M. Peripheral vascular malformations: imaging, treatment approaches, and therapeutic issues. Radiographics. 2005 Oct;25 Suppl 1:S159-71. 17. Rocha LB, Pádua JM, Martins RH, Lia RC. Hemangioma da cavidade bucal. RGO (Porto Alegre). 2000 Aug;48(3):150-2. [in Portuguese] 18. Hoque S, Das BK. Treatment of venous malformations with ethanolamine oleate: a descriptive study of 83 cases. Pediatr Surg Int. 2011 May;27(5):527-31. 19. da Silva WB, Ribeiro AL, de Menezes SA, de Jesus Viana Pinheiro J, de Melo AJS. Oral capillary hemangioma: a clinical protocol of diagnosis and treatment in adults. Oral Maxillofac Surg. 2014 Dec;18(4):431-7. 20. Eivazi B, Ardelean M, Bäumler W, Berlien HP, Cremer H, Elluru R, Koltai P, Olofsson J, Richter G, Schick B, Werner JA. Update on hemangiomas and vascular malformations of the head and neck. Eur Arch Otorhinolaryngol. 2009 Feb;266(2):187-97. 21. Gomes CC, Gomez RS, do Carmo MA, Castro WH, Gala-García A, Mesquita RA. Mucosal varicosities: case report treated with monoethanolamine oleate. Med Oral Patol Oral Cir Bucal. 2006 Jan;11(1):E44-6.

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