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Resumo de espitemologia

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Published on February 26, 2014

Author: anajornalista

Source: slideshare.net

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Disciplina Epistemologia. 2009.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL RESUMO EXPANDIDO SOBRE O TEXTO “O GRAU ZERO DO CONHECIMENTO” Ana Célia Costa Aluna especial do Mestrado Professor: Dr. Walmir de Albuquerque Barbosa Manaus 2009

A raiz de todos os pensamentos A análise da fundamentação das ciências humanas se tornou tão importante que não é possível fazer um estudo sem que se saiba a origem do mesmo. A problemática está no fato que todas as formas de pensamento tiveram um elo em comum, que é a lógica, mas todas as suas ramificações na atualidade possuem particulares. Há a Episteme Moderna, mas que foi fundada a partir de outros pensamentos de diferentes origens. A obra “O grau zero do conhecimento” apresenta também uma crítica ao filósofo Michel Foucault. Segundo as argumentações do autor Ivan Domingues, Foucault deixou sua análise arqueológica com muitas lacunas e por isso não era completa. A rapidez do conhecimento é extrema, mas é preciso destacar que os seus tipos tiveram a mesma fundação. É a raiz de toda a arqueologia, apesar de, hoje, alguns tipos conhecimento estarem em lados opostos. O mecanicismo e o racionalismo são exemplos dessa condição. Ivan Domingues apresenta diversos de tipos de pensamento de autores gregos à autores modernos. O autor vai apresentar todas as contradições e fatos em comuns das diversas épocas nas quais o pensamento foi sendo “construído”. Domingues, por exemplo, relembra o pensamento do filósofo e matemático Blaise Pascal, que explica todas as limitações para a organização das ciências. A obra apresenta as quatro divisões da ciência: cosmológica, teológica, mecânica e histórica. Nestas, a primeira começou com os pensadores gregos e terminou na época da expansão do império macedônico, de Alexandre Magno. A idade teológica foi consolidada até o período colonial. Apesar disso, não o estudo que comprove a inexistência de pessoas adeptas de ambos os pensamentos até hoje. No início de análise, é posta a indagação do filósofo Kant. Ele pergunta “que é o homem?” e com esta dúvida o homem se coloca como objeto e se torna alvo das especulações sobre “aquilo que ele é e aquilo que ele pretende ser”. O pioneirismo grego tentou esclarecer como o auto-conhecimento era a chave para a progressão do pensamento. Ivan Domingues explica como foi a criação dos homens, segundo trechos da obra do poeta

grego Hesíodo. Nela é explica a moral do trabalho, que é descoberta a partir da consciência sobre a responsabilidade do homem ter uma parte divina (alma). Dessa forma o trabalho e o “conhece-te a ti mesmo” estão intrinsecamente ligados, assim como o reconhecimento de que ainda há muito para se entender. Entender o homem se torna algo tão complexo e ao mesmo tempo tão objetivo. O questionamento socrático tem como base a necessidade da compreensão do interior do homem pelos valores que possui. É neste momento que ocorre a junção da Filosofia com a Antropologia tal a abrangência da discussão. O termo “cosmológica” é caracterizado pela importância que os gregos deram à alma. Ela esta no homem, mas também é universal e por isso todos fazem parte de elo único. Ainda sobre a discussão sobre o que é o homem, o pensamento grego destacou a autonomia dada ao próprio homem quando percebe o que poder fazer com a sua alma. A política é dos exemplos do que se pode fazer com esse conhecimento. É o agir, julgar e decidir. A Idade Média é a era das mudanças no sentindo do pensamento. A principal característica deste passa a ser a teologia, em que tira a liberdade do ser que antes podia tomar suas próprias decisões em virtude do auto-conhecimento e, agora, sente o medo de estar em pecado. O contexto histórico é repleto de conflitos mundiais, pois há a imposição da Igreja Católica sobre todas as questões, principalmente, políticas. O homem perde o seu eixo e passa a cultuar o divino como seu “novo” eixo. Ivan Domingues apresenta uma frase de Santo Agostinho sobre essa nova idéia de pensamento: “ É verdade que o homem é a mais divina das criaturas, não por causa da razão, mas pela vontade de Deus que, em sua onipotência absoluta e infinita bondade, assim o quis e assim o fez”. É a era teológica impondo-se em todas as áreas. Já neste momento é fundamentada a ciência escolástica. Este ensino foi difundido nas escolas de conventos e catedrais. É um método de dedução porque buscava interpretar as sagradas escrituras, visto que eram dogmas e não podiam ser contestados. Na Modernidade, há o rompimento com antes havia sido imposto. O pensamento teológico não é mais absoluto. As idéias gregas são

retomadas, mas com uma reformulação. O homem volta ao centro de tudo com a autonomia de antes, mas com a ciência, especialmente, em pleno avanço. É na modernidade que se estabelecem com mais destaque as ciências da indução. É o ato de descobrir que se transforma em combustível para os homens, que antes só analisam seus objetos de curiosidade por dedução. São estabelecidos sistemas para possibilitar descobertas. O pensamento teológico é contestado pela Reforma Protestante. O conceito grego de trabalho também é retomado, pois não há mais pecado para aqueles que tiverem lucro. É o início também do capitalismo. A Idade Histórica também surge nesse momento, visto que o homem entende que é preciso “voltar no tempo” por entender “as leis do seu ser e o princípio do seu devir”. Como exemplo, o autor Ivan Domingues cita a descoberta do naturalista inglês Charles Robert Darwin, que estudou a origem dos seres desde quando era uma proteína até a geração humana. A nova era, pós-modernidade, quer o aprofundamento das pesquisas. Não são aceitos simples conceitos ou dogmas. É preciso haver investigação do objeto de pesquisa até que se possa chegar a um conceito exato. É, entre outras, a época do experimentalismo.

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