Reino Protista

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Information about Reino Protista

Published on June 20, 2008

Author: tiago.ufc

Source: slideshare.net

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Aula sobre Reino Protista

Reino Protista

Características do Reino Protista O reino possui tanto formas unicelulares quanto pluricelulares São todos eucariontes Autótrofos e heterótrofos Possuem organelas verdadeiras

O reino possui tanto formas unicelulares quanto pluricelulares

São todos eucariontes

Autótrofos e heterótrofos

Possuem organelas verdadeiras

Divisão do Reino Protista Protozoários (Heterótrofos) Sarcodina Mastigophora Ciliophora Sporozoa Algas protistas (Autótrofos) Euglenophyta Pyrrophyta Chrysophyta Phaeophyta Rhodophyta Chlorophyta

Protozoários

(Heterótrofos)

Sarcodina

Mastigophora

Ciliophora

Sporozoa

Algas protistas

(Autótrofos)

Euglenophyta

Pyrrophyta

Chrysophyta

Phaeophyta

Rhodophyta

Chlorophyta

As algas Protistas Podem ser Unicelulares ou pluricelulares Habitam mares, lagos, rios, ambientes úmidos Base da cadeia alimentar Formam o fitoplâncton Reposição do O 2 na atmosfera Podem viver isoladas ou coloniais Obs:. Antigamente eram classificadas como vegetais

Podem ser Unicelulares ou pluricelulares

Habitam mares, lagos, rios, ambientes úmidos

Base da cadeia alimentar

Formam o fitoplâncton

Reposição do O 2 na atmosfera

Podem viver isoladas ou coloniais

Obs:. Antigamente eram classificadas como vegetais

Filo Euglenophyta Grupo apresenta cerca de 500 espécies Apresentam alimentação mixotrófica Predominantemente dulcícolas Apresentam um núcleo São flageladas: com um ou dois flagelos

Grupo apresenta cerca de 500 espécies

Apresentam alimentação mixotrófica

Predominantemente dulcícolas

Apresentam um núcleo

São flageladas: com um ou dois flagelos

Euglena sp.

 

Euglena sp.

Filo Pyrrophyta (Dinoflagelados) Ocupam principalmente habitat marinho Principal componente do fitoplâncton Possuem os pigmentos: clorofila, carotenos e xantofilas Apresentam dois flagelos para locomoção Possuem reservas nutritivas como óleos e amidos Apresentam a lórica, formada por celulose e dióxido silício A espécie Noctiluca milliaris é conhecida por realizar bioluminescência

Ocupam principalmente habitat marinho

Principal componente do fitoplâncton

Possuem os pigmentos: clorofila, carotenos e xantofilas

Apresentam dois flagelos para locomoção

Possuem reservas nutritivas como óleos e amidos

Apresentam a lórica, formada por celulose e dióxido silício

A espécie Noctiluca milliaris é conhecida por realizar bioluminescência

 

Maré vermelha A super população de dionoflagelados provoca o fenômeno das “marés vermelhas”. Nessa circunstância, a grande quantidade de catabólicos tóxicos eliminados na água por esses protistas provoca a mortandade de peixes, crustáceos, tartarugas, focas e etc

A super população de dionoflagelados provoca o fenômeno das “marés vermelhas”. Nessa circunstância, a grande quantidade de catabólicos tóxicos eliminados na água por esses protistas provoca a mortandade de peixes, crustáceos, tartarugas, focas e etc

 

Filo Chrysophyta (diatomáceas) Unicelulares Conhecidas popularmente como algas douradas Possuem os pigmentos: clorofila, carotenos e xantofilas; óleos como substância de reserva Principal característica é uma carapaça bivalvular (epivalva e hipovalva) silicosa Importantes para industria: abrasivos em creme dentais, polidores especiais, catalisadores, antibióticos, isolantes térmicos e etc.

Unicelulares

Conhecidas popularmente como algas douradas

Possuem os pigmentos: clorofila, carotenos e xantofilas; óleos como substância de reserva

Principal característica é uma carapaça bivalvular (epivalva e hipovalva) silicosa

Importantes para industria: abrasivos em creme dentais, polidores especiais, catalisadores, antibióticos, isolantes térmicos e etc.

 

Filo Chlorophyta (algas verdes) Podem ser unicelulares ou multicelulares Apresentam talos na estrutura dos corpos São muito parecidas com os vegetais pois apresentam clorofila A e B como pigmento, parede celular de celulose e amido como reserva energética

Podem ser unicelulares ou multicelulares

Apresentam talos na estrutura dos corpos

São muito parecidas com os vegetais pois apresentam clorofila A e B como pigmento, parede celular de celulose e amido como reserva energética

Estrutura denominada TALO

Proliferação de algas verdes

Filo Phaeophyta (algas pardas) Exclusivamente multicelulares Maioria de habitat marinho Apresentam clorofila a e c como pigmento, carotenos e fucoxantina Parede celular apresenta celulose e algina; óleos e lamiranina como substâncias de reserva Um bom exemplo são os Sargaços, compostos pelo gênero Sargassum spp.

Exclusivamente multicelulares

Maioria de habitat marinho

Apresentam clorofila a e c como pigmento, carotenos e fucoxantina

Parede celular apresenta celulose e algina; óleos e lamiranina como substâncias de reserva

Um bom exemplo são os Sargaços, compostos pelo gênero Sargassum spp.

Sargassum sp.

 

Filo Rhodophyta Algas multicelulares Formada por talos ramificados Pigmentos clorolofilado a e d, ficofiamina e ficorieritrina, celulose e hidrocolóides na composição da parede celular Substância de reserva amido

Algas multicelulares

Formada por talos ramificados

Pigmentos clorolofilado a e d, ficofiamina e ficorieritrina, celulose e hidrocolóides na composição da parede celular

Substância de reserva amido

 

Reprodução das algas Divisão binária ou cissiparidade Conjugação Ciclo haplobionte Ciclo diplobionte Ciclo haplobionte diplonte

Divisão binária ou cissiparidade

Conjugação

Ciclo haplobionte

Ciclo diplobionte

Ciclo haplobionte diplonte

Protozoa

Características dos protozoários Antigamente eram classificados como animais por apresentarem nutrição heterótrofa O termo Protozoa ou Protozoário deriva do grego protos = primeiro e zoon = animal, significando primeiro animal A forma mais comum de reprodução é a bipartição ou cissiparidade As doenças causadas por protozoários são chamadas de protozooses Os grupos de protozoários são classificados pelo seu modo de locomoção

Antigamente eram classificados como animais por apresentarem nutrição heterótrofa

O termo Protozoa ou Protozoário deriva do grego protos = primeiro e zoon = animal, significando primeiro animal

A forma mais comum de reprodução é a bipartição ou cissiparidade

As doenças causadas por protozoários são chamadas de protozooses

Os grupos de protozoários são classificados pelo seu modo de locomoção

Grupos Sarcodina locomoção através de projeções celulares denominadas PSEUDÓPODES Mastigophora locomoção através de flagelos

Sarcodina locomoção através de projeções celulares denominadas PSEUDÓPODES

Mastigophora locomoção através de flagelos

Grupos Ciliophora locomoção através de cílios Sporozoa não possuem estruturas locomotoras

Ciliophora locomoção através de cílios

Sporozoa não possuem estruturas locomotoras

Protozooses Amebíase Tripassomíase ou Mal de Chagas Úlcera-de-Bauru ou Leishmaniose tegumentar Giardíase Tricomíase Malária

Amebíase

Tripassomíase ou Mal de Chagas

Úlcera-de-Bauru ou Leishmaniose tegumentar

Giardíase

Tricomíase

Malária

Mal de Chagas

Formas de contagio Transfusão de sangue Congênita Amamentação Transmissão por insetos hematófagos

Transfusão de sangue

Congênita

Amamentação

Transmissão por insetos hematófagos

Transmissão por insetos Vetor e agente etiológico Vetor insetos hematófagos da ordem Hemiptera conhecidos como Barbeiros A espécie mais comum é o Triatoma infestans Agente etiológico Trypanosoma cruzi

Vetor insetos hematófagos da ordem Hemiptera conhecidos como Barbeiros

A espécie mais comum é o Triatoma infestans

Agente etiológico Trypanosoma cruzi

Trypanosoma cruzi

Barbeiros

Áreas de maior ocorrência

Locais preferidos por barbeiros

Ciclo de vida Animal silvestre Barbeiro Homem Hospedeiro Vetor Hospedeiro

Formas do Trypanosoma Tripomastigota (tripanossoma) Livre na corrente sangüínea Epimastigota (critídia) Livre na corrente sangüínea Amastigota (leishmânia) Parasitaria - aderida aos tecidos fazem a reprodução, que é assexuada

Tripomastigota (tripanossoma)

Livre na corrente sangüínea

Epimastigota (critídia)

Livre na corrente sangüínea

Amastigota (leishmânia)

Parasitaria - aderida aos tecidos fazem a reprodução, que é assexuada

Transmissão O Barbeiro pica um animal silvestre que é hospedeiro do Trypanosoma cruzi , dentro do barbeiro o T . cruzi passa pelas suas três formas (Tripanossoma, critídia e leishmânia), a forma tripanossoma é eliminada juntamente com as fezes No momento em que o barbeiro pica ele também defeca, a pessoa coça o local da picada se auto-infectando, havendo um novo ciclo dentro de seu organismo

O Barbeiro pica um animal silvestre que é hospedeiro do Trypanosoma cruzi , dentro do barbeiro o T . cruzi passa pelas suas três formas (Tripanossoma, critídia e leishmânia), a forma tripanossoma é eliminada juntamente com as fezes

No momento em que o barbeiro pica ele também defeca, a pessoa coça o local da picada se auto-infectando, havendo um novo ciclo dentro de seu organismo

Sintomas Fase aguda febre, hepatomegalia, miocardia aguda e meningoencefalite Fase crônica cardiomegalia, megaesôfago e megacólon.

Fase aguda febre, hepatomegalia, miocardia aguda e meningoencefalite

Fase crônica cardiomegalia, megaesôfago e megacólon.

Leishmaniose tegumentar ou Úlcera de Bauru

Vetor e agente etiológico Agente etiológico protozoário flagelado chamado Leishmania brasiliensis Vetor mosquito do Gênero Lutzomyia popularmente conhecido como birigüi, corcundinha ou mosquito-palha

Agente etiológico protozoário flagelado chamado Leishmania brasiliensis

Vetor mosquito do Gênero Lutzomyia popularmente conhecido como birigüi, corcundinha ou mosquito-palha

Agente e vetor Leishmania brasiliensis Lutzomyia sp.

Formas Amastigotas (leishmânias) Aflagelada Promastigotas (leptômonas) Flagelada

Amastigotas (leishmânias) Aflagelada

Promastigotas (leptômonas) Flagelada

Ciclo de vida

Sintomas O aparecimento dos sintomas variam de algumas semanas até meses Feridas na pele Feridas na região nasal (interna e externamente), faringe

O aparecimento dos sintomas variam de algumas semanas até meses

Feridas na pele

Feridas na região nasal (interna e externamente), faringe

 

 

 

 

 

 

Malária

Formas de contagio Transfusão de sangue Congênita Transmissão pelo mosquito do gênero Anopheles

Transfusão de sangue

Congênita

Transmissão pelo mosquito do gênero Anopheles

Agente e vetor Vetores espécies de mosquitos do gênero Anopheles Agentes etiológicos protozoários do gênero Plasmodium

Vetores espécies de mosquitos do gênero Anopheles

Agentes etiológicos protozoários do gênero Plasmodium

Tipos de Malária

CARACTERÍSTICAS: *organismos unicelulares ou multicelulares *eucariontes. * Heterótrofos, digestão intracelular Vida livre ou parasitas.

CARACTERÍSTICAS:

*organismos unicelulares ou multicelulares

*eucariontes.

* Heterótrofos, digestão intracelular

Vida livre ou parasitas.

REPRESENTANTES Protozoários como ameba, paramécio, giardia. certas algas unicelulares - como euglenofíceas, pirrofíceas e crisofíceas.

Protozoários como ameba, paramécio, giardia.

certas algas unicelulares - como euglenofíceas, pirrofíceas e crisofíceas.

As algas Protistas Podem ser Unicelulares ou pluricelulares Habitam mares, lagos, rios, ambientes úmidos Base da cadeia alimentar Formam o fitoplâncton Reposição do O 2 na atmosfera Podem viver isoladas ou coloniais Obs:. Antigamente eram classificadas como vegetais

Podem ser Unicelulares ou pluricelulares

Habitam mares, lagos, rios, ambientes úmidos

Base da cadeia alimentar

Formam o fitoplâncton

Reposição do O 2 na atmosfera

Podem viver isoladas ou coloniais

Obs:. Antigamente eram classificadas como vegetais

Maré vermelha A super população de dionoflagelados provoca o fenômeno das “marés vermelhas”. Nessa circunstância, a grande quantidade de substâncias tóxicas eliminados na água por esses protistas provoca a mortandade de peixes, crustáceos, tartarugas, focas e etc

 

Importantes para industria: abrasivos em creme dentais, polidores especiais, catalisadores, antibióticos, isolantes térmicos e etc. Filo Chrysophyta (diatomáceas)

Proliferação de algas

Filo Phaeophyta (algas pardas)

 

Filo Rhodophyta

Classificação dos protozoários Os protozoários podem ser fixos ou se deslocar através de cílios, flagelos ou pseudópodes. De acordo com o tipo e a presença ou não dessas organelas locomotoras, os protozoários classificam-se em: rizópodes ou sarcodíneos - locomovem-se através de pseudópodes. flagelados ou mastigóforos - locomovem-se através de flagelos. ciliados - locomovem-se através de cílios; esporozoários - desprovidos de organelas locomotoras.

Os protozoários podem ser fixos ou se deslocar através de cílios, flagelos ou pseudópodes. De acordo com o tipo e a presença ou não dessas organelas locomotoras, os protozoários classificam-se em:

rizópodes ou sarcodíneos - locomovem-se através de pseudópodes.

flagelados ou mastigóforos - locomovem-se através de flagelos.

ciliados - locomovem-se através de cílios;

esporozoários - desprovidos de organelas locomotoras.

Classificação dos protozoários Sarcodíneos ou Rizópodos Locomoção por pseudópodos. Nutrição por fagocitose. Digestão intracelular. Vida livre (aquáticos) ou parasitas. Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis para controle osmótico. Reprodução assexuada por divisão binária. Nome genérico  Amebas. Ex.: Amoeba proteus (vida livre) e Entamoeba histolytica (parasita).

Sarcodíneos ou Rizópodos

Locomoção por pseudópodos.

Nutrição por fagocitose.

Digestão intracelular.

Vida livre (aquáticos) ou parasitas.

Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis para controle osmótico.

Reprodução assexuada por divisão binária.

Nome genérico  Amebas.

Ex.: Amoeba proteus (vida livre) e Entamoeba histolytica (parasita).

Movimento por pseudópodes

Flagelados ou mastigóforos Locomoção por flagelos. Mutualísticos ou parasitas. Digestão intracelular. Reprodução assexuada por divisão binária. Ex.: Trichonymphas sp . (mutualístico), Trypanosoma cruzi (parasita), Giardia lambia (parasita), Leishmania brasiliensis (parasita

Locomoção por flagelos.

Mutualísticos ou parasitas.

Digestão intracelular.

Reprodução assexuada por divisão binária.

Ex.: Trichonymphas sp . (mutualístico), Trypanosoma cruzi (parasita), Giardia lambia (parasita), Leishmania brasiliensis (parasita

Exemplos de flagelados

CILIADOS Nutrição pelo sulco oral. Digestão intracelular. Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis. Vida livre, mutualísticos ou parasitas. Reprodução assexuada por divisão binária e sexuada por conjugação. Locomoção por cilios. Ex.: Paramaecium spp (vida livre), Balantidium coli (parasita). São os protistas mais complexos.

Nutrição pelo sulco oral.

Digestão intracelular.

Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis.

Vida livre, mutualísticos ou parasitas.

Reprodução assexuada por divisão binária e sexuada por conjugação.

Locomoção por cilios.

Ex.: Paramaecium spp (vida livre), Balantidium coli (parasita).

São os protistas mais complexos.

Exemplos de ciliados

ESPOROZOÁRIOS No grupo dos esporozoários encontram-se os protistas que não têm qualquer tipo de sistema de locomoção. Todos eles são parasitas obrigatórios. Os mais comuns são do gênero Plasmodium, que causam a Malária, e do gênero Toxoplasma, que causam a toxoplasmose.

No grupo dos esporozoários encontram-se os protistas que não têm qualquer tipo de sistema de locomoção.

Todos eles são parasitas obrigatórios.

Os mais comuns são do gênero Plasmodium, que causam a Malária, e do gênero Toxoplasma, que causam a toxoplasmose.

ESPOROZOÁRIOS

REPRODUÇÃO ASSEXUADA por divisão binária e Ocorre por exemplo em amebas e no tripanossomo. SEXUADA por conjugação que ocorre no paramécio.

ASSEXUADA por divisão binária e

Ocorre por exemplo em amebas e no tripanossomo.

SEXUADA por conjugação que ocorre no paramécio.

REPRODUÇÃO EM PARAMÉCIO

DOENÇAS CAUSADAS POR PROTOZOÁRIOS DOENÇA DE CHAGAS Descobridor: o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas. Definição: E uma doença transmissível, causado por um parasito do gênero Trypanosoma e transmitida principalmente através do "barbeiro". É conhecido também por: chupança. Agente causador : É um protozoário denominado Trypanosoma cruzi . No homem e nos animais, vive no sangue e nas fibras musculares, especialmente as cardíacas e digestivas: no inseto transmissor, vive no tubo digestivo.

DOENÇA DE CHAGAS

Descobridor: o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas. Definição: E uma doença transmissível, causado por um parasito do gênero Trypanosoma e transmitida principalmente através do "barbeiro". É conhecido também por: chupança.

Agente causador : É um protozoário denominado Trypanosoma cruzi . No homem e nos animais, vive no sangue e nas fibras musculares, especialmente as cardíacas e digestivas: no inseto transmissor, vive no tubo digestivo.

DOENÇA DE CHAGAS Transmissor: O "barbeiro", é um inseto que se alimenta exclusivamente de vertebrados, sendo chamados hematófagos. A principal espécie propagadora da Doença de Chagas no Estado de São Paulo, foi o Triatoma infestans , hoje eliminado do nosso meio.. Geralmente, abrigam-se em locais muito próximo à fonte de alimento e podem ser encontrados na mata. Nas casas escondem-se nas frestas, buracos das paredes, nas camas, colchões e baús.

Transmissor: O "barbeiro", é um inseto que se alimenta exclusivamente de vertebrados, sendo chamados hematófagos. A principal espécie propagadora da Doença de Chagas no Estado de São Paulo, foi o Triatoma infestans , hoje eliminado do nosso meio.. Geralmente, abrigam-se em locais muito próximo à fonte de alimento e podem ser encontrados na mata. Nas casas escondem-se nas frestas, buracos das paredes, nas camas, colchões e baús.

SINTOMAS DA DOENÇA DE CHAGAS Na fase aguda, ocorrem febre moderada, hepatomegalia discreta (grande fígado), inflamação dos gânglios linfáticos, miocardia aguda, meningoencefalite (dores na meninges), etc. É comum a diminuição dos sintomas. As crianças apresentam uma maior taxa de letalidade variando de 2% a 7%. Na fase crônica, ocorre o comprometimento do coração e do sistema digestivo. A duração depende de vários fatores, desde idade e estado nutricional do paciente até os intrínsecos dos parasitas. Os sintomas mais importantes são a cadiomegalia (coração grande), o megaesôfago (esôfago grande) e o megacólon (cólon grande).

Na fase aguda, ocorrem febre moderada, hepatomegalia discreta (grande fígado), inflamação dos gânglios linfáticos, miocardia aguda, meningoencefalite (dores na meninges), etc. É comum a diminuição dos sintomas. As crianças apresentam uma maior taxa de letalidade variando de 2% a 7%. Na fase crônica, ocorre o comprometimento do coração e do sistema digestivo. A duração depende de vários fatores, desde idade e estado nutricional do paciente até os intrínsecos dos parasitas. Os sintomas mais importantes são a cadiomegalia (coração grande), o megaesôfago (esôfago grande) e o megacólon (cólon grande).

Sintomas da Doença de Chagas

PROFILAXIA B aseia-se principalmente em medidas de controle ao "barbeiro", impedindo a sua proliferação nas moradias e em seus arredores. Além de medidas específicas (inquéritos sorológicos, entomológicos e desinsetização), as atividades de educação em saúde, devem estar inseridas em todas as ações de controle, bem como, as medidas a serem tomadas pela população local, tais como: - melhorar habitação, através de reboco e tamponamento de rachaduras e frestas;

B aseia-se principalmente em medidas de controle ao "barbeiro", impedindo a sua proliferação nas moradias e em seus arredores. Além de medidas específicas (inquéritos sorológicos, entomológicos e desinsetização), as atividades de educação em saúde, devem estar inseridas em todas as ações de controle, bem como, as medidas a serem tomadas pela população local, tais como: - melhorar habitação, através de reboco e tamponamento de rachaduras e frestas;

-usar telagem em portas e janelas; - impedir a permanência de animais, como cão, o gato, macaco e outros no interior da casa; - evitar montes de lenhas, telhas ou outros entulhos no interior e arredores da casa; - construir galinheiro, paiol, tulha, chiqueiro, depósito afastados das casas e mantê-los limpos; - retirar ninhos de pássaros dos beirais das casas; - manter limpeza periódica nas casas e em seus arredores;

-usar telagem em portas e janelas; - impedir a permanência de animais, como cão, o gato, macaco e outros no interior da casa; - evitar montes de lenhas, telhas ou outros entulhos no interior e arredores da casa; - construir galinheiro, paiol, tulha, chiqueiro, depósito afastados das casas e mantê-los limpos; - retirar ninhos de pássaros dos beirais das casas; - manter limpeza periódica nas casas e em seus arredores;

-difundir junto aos amigos, parentes, vizinhos, os conhecimentos básicos sobre a doença, vetor e sobre as medidas preventivas; - encaminhar os insetos suspeitos de serem "barbeiros", para o serviço de saúde mais próximo.

-difundir junto aos amigos, parentes, vizinhos, os conhecimentos básicos sobre a doença, vetor e sobre as medidas preventivas; - encaminhar os insetos suspeitos de serem "barbeiros", para o serviço de saúde mais próximo.

AMEBÍASE Agente causador: E.Histolytica Hospedeiro definitivo: homem Local do parasitismo: intestino grosso. Podem, também, ser afetados o fígado, os pulmões e o cérebro

Agente causador: E.Histolytica

Hospedeiro definitivo: homem

Local do parasitismo: intestino grosso. Podem, também, ser afetados o fígado, os pulmões e o cérebro

Ciclo: Ameba Uma pessoa vai a um restaurante e ingere um alface mal-lavado e contaminado com cistos (formas de resistência) de amebas . Tal cisto chega ao intestino do hospedeiro e se abre, liberando jovens amebas. Elas invadem a parede do intestino e começam a se alimentar de células e sangue. Além disso, elas começam a se multiplicar e inflamar a parede do intestino. Com o tempo, tal inflamação se rompe, liberando sangue junto com novas amebas.

Uma pessoa vai a um restaurante e ingere um alface mal-lavado e contaminado com cistos (formas de resistência) de amebas . Tal cisto chega ao intestino do hospedeiro e se abre, liberando jovens amebas. Elas invadem a parede do intestino e começam a se alimentar de células e sangue. Além disso, elas começam a se multiplicar e inflamar a parede do intestino. Com o tempo, tal inflamação se rompe, liberando sangue junto com novas amebas.

Sintomas: amebíase O período de incubação é de 2 a 4 semanas. A disenteria amebiana aguda manifesta-se com quadro disentérico agudo, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, emagrecimento e fadiga muscular.

O período de incubação é de 2 a 4 semanas. A disenteria amebiana aguda manifesta-se com quadro disentérico agudo, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, emagrecimento e fadiga muscular.

Profilaxia e tratamento: amebíase manter sanitários limpos; *lavar as mãos antes das refeições e após a defecação; *tratar os doentes e portadores assintomáticos; *não usar excrementos, como fertilizantes; *combater as moscas e baratas.

manter sanitários limpos; *lavar as mãos antes das refeições e após a defecação; *tratar os doentes e portadores assintomáticos; *não usar excrementos, como fertilizantes; *combater as moscas e baratas.

Giardíase Parasita à Giardia lamblia Hospedeiro definitivo: homem Local do parasitismo: intestino delgado

Parasita à Giardia lamblia

Hospedeiro definitivo: homem

Local do parasitismo: intestino delgado

A infecção ocorre pela ingestão de cistos em água ou alimentos contaminados.No ambiente podem sobreviver meses na água fria.   

A infecção ocorre pela ingestão de cistos em água ou alimentos contaminados.No ambiente podem sobreviver meses na água fria. 

 

Ciclo: Giardia

Sintomas A giardíase se manifesta por azia e náusea que diminuem de intensidade quando ocorre ingestão de alimentos, ocorrem cólicas seguidas de diarréia, perda de apetite, irritabilidade. Raramente observa-se muco ou sangue nas fezes do indivíduo com giardíase que no entanto possuem odor fétido, são do tipo explosiva e acompanhadas de gases. 

A giardíase se manifesta por azia e náusea que diminuem de intensidade quando ocorre ingestão de alimentos, ocorrem cólicas seguidas de diarréia, perda de apetite, irritabilidade. Raramente observa-se muco ou sangue nas fezes do indivíduo com giardíase que no entanto possuem odor fétido, são do tipo explosiva e acompanhadas de gases. 

Profilaxia Basicamente, para se evitar a giardíase deve-se tomar as mesmas medidas profiláticas usadas contra a amebíase, já que as formas de contaminação são praticamente as mesmas. Portanto deve-se:  Só ingerir alimentos bem lavados e/ou cozidos;       Lavar as mãos antes das refeições e após o uso de sanitários;       Construção de fossas e redes de esgotos;       Só beber água filtrada e/ou fervida;       Tratar as pessoas doentes.

Basicamente, para se evitar a giardíase deve-se tomar as mesmas medidas profiláticas usadas contra a amebíase, já que as formas de contaminação são praticamente as mesmas. Portanto deve-se:  Só ingerir alimentos bem lavados e/ou cozidos;       Lavar as mãos antes das refeições e após o uso de sanitários;       Construção de fossas e redes de esgotos;       Só beber água filtrada e/ou fervida;       Tratar as pessoas doentes.

Malária Causadores: P. vivax, P. malariae, P. falciparum, P. ovale. Hospedeiro definitivo: mosquitos do gênero Anopheles. Só as fêmeas sugam sangue humano e podem atuar como transmissoras dos parasitas.O sangue humano contém nutrientes essenciais para a maturação e desenvolvimento dos ovos desses insetos. Hospedeiro intermediário: homem Locais do parasitismo: glóbulos vermelhos do sangue, células hepáticas, corpo do mosquito.

Causadores: P. vivax, P. malariae, P. falciparum, P. ovale.

Hospedeiro definitivo: mosquitos do gênero Anopheles. Só as fêmeas sugam sangue humano e podem atuar como transmissoras dos parasitas.O sangue humano contém nutrientes essenciais para a maturação e desenvolvimento dos ovos desses insetos.

Hospedeiro intermediário: homem

Locais do parasitismo: glóbulos vermelhos do sangue, células hepáticas, corpo do mosquito.

SINTOMAS: Malária Período de incubação - 7 a 21 dias Calafrio, calor e suor Febre Mal estar Cefaléia Vômito Diarréia Hipoglicemia Insuficiência renal Convulsão

Período de incubação - 7 a 21 dias

Calafrio, calor e suor

Febre

Mal estar

Cefaléia

Vômito

Diarréia

Hipoglicemia

Insuficiência renal

Convulsão

Profilaxia Detecção e tratamento precoce dos infectados Medidas de proteção individual e coletiva Telagem de janelas e portas Inseticidas de ação residual Impregnação de mosquiteiros com inseticida Desenvolvimento de novos fármacos Treinamento de Recursos Humanos Estruturação do sistema de saúde Desenvolvimento de Vacina

Detecção e tratamento precoce dos infectados

Medidas de proteção individual e coletiva

Telagem de janelas e portas

Inseticidas de ação residual

Impregnação de mosquiteiros com inseticida

Desenvolvimento de novos fármacos

Treinamento de Recursos Humanos

Estruturação do sistema de saúde

Desenvolvimento de Vacina

TRICOMONÍASE Causador: Trichomonas vaginalis Transmissão: É considerada doença sexualmente transmissível, embora raramente, possa ser transmitida por vias não sexuais, como por exemplo, objetos contaminados (toalhas, vasos sanitários de locais públicos etc.) Sintomas No homem, a sintomatologia é mais discreta: corrimento uretral, geralmente pela manhã, antes da primeira micção, bem como irritação da uretra. Na mulher, corrimento abundante, amarelo ou amarelo-esverdeado, bolhoso, com mau cheiro característico; prurido e/ou irritação vulvar; ocasionalmente dor pélvica;. Pode permanecer assintomática no homem e, na mulher, principalmente após a menopausa.

Causador: Trichomonas vaginalis

Transmissão: É considerada doença sexualmente transmissível, embora raramente, possa ser transmitida por vias não sexuais, como por exemplo, objetos contaminados (toalhas, vasos sanitários de locais públicos etc.)

Sintomas No homem, a sintomatologia é mais discreta: corrimento uretral, geralmente pela manhã, antes da primeira micção, bem como irritação da uretra. Na mulher, corrimento abundante, amarelo ou amarelo-esverdeado, bolhoso, com mau cheiro característico; prurido e/ou irritação vulvar; ocasionalmente dor pélvica;. Pode permanecer assintomática no homem e, na mulher, principalmente após a menopausa.

TRICOMONÍASE Profilaxia e tratamento É recomendável o uso de preservativo durante o ato sexual, uso individual de roupas íntimas, tratamento de indivíduos portadores, esterilização dos aparelhos ginecológicos, higiene em relação aos sanitários públicos, etc. O tratamento é feito com uso de nitroimidazóis, em administração oral e vaginal. Em todos os casos em que se positiva o diagnóstico da infecção na mulher, deve-se estender também o tratamento ao seu marido ou companheiro, já que, sem tal cuidado, poderá surgir uma nova contaminação da mulher e perpetuação do quadro clínico apresentado.

Profilaxia e tratamento

É recomendável o uso de preservativo durante o ato sexual, uso individual de roupas íntimas, tratamento de indivíduos portadores, esterilização dos aparelhos ginecológicos, higiene em relação aos sanitários públicos, etc. O tratamento é feito com uso de nitroimidazóis, em administração oral e vaginal. Em todos os casos em que se positiva o diagnóstico da infecção na mulher, deve-se estender também o tratamento ao seu marido ou companheiro, já que, sem tal cuidado, poderá surgir uma nova contaminação da mulher e perpetuação do quadro clínico apresentado.

LEISHMANIOSE Causador: Leishmania brasiliensis Hospedeiro definitivo: homem Hospedeiro intermediário: inseto conhecido como mosquito- palha ou birigüi. Ciclo: os parasitas se reproduzem no corpo do inseto e são inoculados durante a picada. Os ferimentos provocados pela picada ulceram e neles os parasitas se multiplicam. Novas picadas espalham as leishmânias de pessoa a pessoa.

Causador: Leishmania brasiliensis

Hospedeiro definitivo: homem

Hospedeiro intermediário: inseto conhecido como mosquito- palha ou birigüi.

Ciclo: os parasitas se reproduzem no corpo do inseto e são inoculados durante a picada. Os ferimentos provocados pela picada ulceram e neles os parasitas se multiplicam. Novas picadas espalham as leishmânias de pessoa a pessoa.

Prevenção: Lesihmaniose Medidas clínicas, diagnóstico precoce e tratamento. Toda a pessoa que apresentar ferida de difícil cicatrização deverá procurar a Unidade Básica de Saúde, para a realização do exame específico e tratamento. Medidas de proteção individual, são meios mecânicos através do uso de mosquiteiros simples, telas finas em portas e janelas , evitar a frequência na mata, principalmente no horário noturno, a partir das 20:00 horas (crepúsculo) sem o uso de roupas adequadas,boné, camisas de manga comprida, calças compridas e botas além do uso de repelentes. Manter limpo terrenos baldios que possa servir como criadouros de insetos transmissores.

Medidas clínicas, diagnóstico precoce e tratamento. Toda a pessoa que apresentar ferida de difícil cicatrização deverá procurar a Unidade Básica de Saúde, para a realização do exame específico e tratamento.

Medidas de proteção individual, são meios mecânicos através do uso de mosquiteiros simples, telas finas em portas e janelas , evitar a frequência na mata, principalmente no horário noturno, a partir das 20:00 horas (crepúsculo) sem o uso de roupas adequadas,boné, camisas de manga comprida, calças compridas e botas além do uso de repelentes.

Manter limpo terrenos baldios que possa servir como criadouros de insetos transmissores.

Leishmaniose

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