Passover/Easter

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Published on March 10, 2009

Author: acrossto

Source: authorstream.com

Slide 1: Cristo, o Cordeiro da Páscoa em palavras e com cores Slide 2: PÁSCOA EASTER OSTERN PASSAH PASSOVER PESAH REMISSÃO LIBERTAÇÃO EXPIAÇÃO PASSAGEM Slide 3: PÁSCOA EASTER OSTERN PASSAH PASSOVER PESAH REMISSÃO LIBERTAÇÃO EXPIAÇÃO PASSAGEM Israel no Egipto Israel in Egypt : Israel no Egipto Israel in Egypt Slide 5: “E os egípcios puseram sobre eles maiorais de tributos, para os afligirem com suas cargas. E edificaram a Faraó cidades de tesouros, Pitom e Ramessés. Mas, quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam e tanto mais cresciam; de maneira que se enfadavam por causa dos filhos de Israel. E os egípcios faziam servir os filhos de Israel com dureza; assim, lhes fizeram amargar a vida com dura servidão, em barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo, com todo o seu serviço em que os serviam com dureza.” Os Israelitas escravos no Egipto The Israelites forced to work as slaves Êxodo 1:11-22 Slide 6: E. J. Poynter, 1836-1919, Israel in Egypt Slide 7: “E o rei do Egipto falou às parteiras das hebréias... e disse: ‘Quando ajudardes no parto as hebréias... se for filho, matai-o; mas, se for filha, então, viva’. As parteiras, porém, temeram a Deus e não fizeram como o rei do Egipto lhes dissera... Portanto, Deus fez bem às parteiras. E o povo se aumentou e se fortaleceu muito... Então ordenou Faraó...: ‘ A todos os filhos que nascerem lançareis no rio, mas a todas as filhas guardareis com vida’.” ... E disse o Senhor: ‘Tenho visto atentamente a aflição do meu povo, que está no Egipto, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exactores, porque conheci as suas dores. Portanto desci para livrá-lo da mão dos Egípcios e para fazê-lo subir a uma terra boa e larga...eu estenderei a minha mão e ferirei ao Egipto...depois vos deixará ir ’. ” Êxodo 3:7-20 Slide 8: A PRIMEIRA PRAGA - face à renitência de Faraó em deixar sair o povo judeu do Egipto, Deus revela o seu poder convertendo a água em sangue. A última praga (Êxodo 11 e 12) Instituição da primeira Páscoa The last plague (Exodus 11 and 12)God establishes the Passover : A última praga (Êxodo 11 e 12) Instituição da primeira Páscoa The last plague (Exodus 11 and 12)God establishes the Passover “... Escolhei cordeiros dos vossos rebanhos para as vossas famílias e comemorai a Páscoa sacrificando o cordeiro para que, quando a morte passar sobre o Egipto, vós sejais poupados. Pegai num molho de hissopo e molhai-o no sangue que tiver escorrido para a bacia, e lançai-o na verga da porta, e em ambas as ombreiras, pois o Senhor passará pela terra do Egipto, mas não deixará o destruidor entrar nas casas dos que tiverem o sangue nas vergas e ombreiras da porta. Guardai isto por estatuto para vós e para vossos filhos, de geração em geração, para sempre.” Êxodo 12:21-24 Slide 10: Deus ordenou ao povo judeu que passasse nos umbrais das portas o sangue do cordeiro sacrificado, para que a morte não entrasse nas suas casas. A Lei de Deus e os IsraelitasGod’s Law and the Israelites : “...Se alguém fez alguma coisa que o Senhor Deus tenha proibido, tornando-se assim culpado, quando o pecado cometido lhe for revelado,... oferecerá então em sacrifício um bode sem defeito algum. Imporá a mão sobre a cabeça do bode e o degolará no lugar onde se faz o holocausto, diante do Senhor. É um sacrifício de expiação. Seguidamente o sacerdote tomará com o dedo parte do sangue da vítima sacrificada pelo pecado e deitá-lo-á sobre as hastes do altar dos holocaustos, derramando o resto do sangue na base do altar dos holocaustos. Queimará sobre o altar toda a gordura... o pecado será perdoado.” Levítico 4:1; 22- 27 A Lei de Deus e os IsraelitasGod’s Law and the Israelites Slide 12: No Yom Kippur o Sumo Sacerdote confessava os pecados do povo impondo as mãos sobre a vítima inocente, transferindo simbolicamente o pecado do povo para o bode expiatório. Este era depois enviado para morrer no deserto, em sinal de que os pecados tinham sido afastados do povo. Slide 13: “Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós” (1. Korinther 5:7) “Christ, our passoverlamb, was sacrificed for us” “Christus, unser Passahlamm, wurde für uns geschlachtet” (1 Corinthians 5:7) (1 Coríntios 5:7) Slide 14: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” João 1:21 “...sem derramamento de sangue não há perdão de pecados.” Hebreus 9:22 Entrada triunfal de Jesus em Jerusalém Jesus ’ triumphant arrival in Jerusalem : Entrada triunfal de Jesus em Jerusalém Jesus ’ triumphant arrival in Jerusalem Algumas pessoas de entre a enorme multidão que tinha vindo a Jerusalém celebrar a Páscoa punham as suas capas ao longo da estrada à frente de Jesus, enquanto outros cortavam ramos de árvores e os espalhavam diante dele. Cantavam enquanto marchavam, louvando a Deus por todos os milagres maravilhosos praticados por Jesus. Alguns gritavam: “Viva! Bendito aquele que vem em nome do Senhor! Bendito seja o Reino que ele vem estabelecer!” Mateus 21:8 Marcos 11:8-10 Lucas 19:36-38 João 12:12-13 Slide 16: Giotto, 1266-1337 The Entry into Jerusalem A Última Ceia The Last Supper : A Última Ceia The Last Supper Ao chegar o dia da celebração, no qual se matava o cordeiro da Páscoa, que depois se comia com pão feito sem fermento e verduras bravas, Jesus enviou Pedro e João à frente, para que preparassem em Jerusalém a refeição da Páscoa... Então Jesus chegou e todos se sentaram à mesa. E disse: “Desejei muito comer esta refeição da Páscoa convosco antes de começar o sofrimento por que tenho de passar... Não voltarei a comer convosco senão quando o que esta refeição representa se cumprir no reino espiritual de Deus.” Depois da ceia serviu-lhes de novo vinho, dizendo: “Este vinho é o sinal do novo acordo que Deus estabelece para vos salvar da escuridão espiritual, uma aliança que é como que assinada com o sangue que eu vou derramar em sacrifício por vós seres humanos. Eu tenho de morrer porque tal é necessário para que o plano de Deus em vosso favor se cumpra.” Mateus 26:17-30 Marcos 14:22-26 Lucas 22:7-22 Slide 18: Leonardo da Vinci, The Last Supper ,1495/97 Slide 19: Emil Nolde, The Last Supper, 1909 Cristo lava os pés dos Discípulos Christ washing the Disciples’ feet : Cristo lava os pés dos Discípulos Christ washing the Disciples’ feet Então os discípulos começaram a discutir entre si qual deles teria um dia uma posição mais elevada no Reino de Deus. Jesus disse-lhes: “... no vosso meio, aquele que melhor servir aos homens é que será mais importante. Também eu neste mundo sou o vosso servo... mas vos concedo desde já o direito de comer e beber à minha mesa no Reino futuro que o Pai me dá.” Assim, levantou-se da mesa, despiu a sua túnica, pôs uma toalha à volta da cintura e, deitando água numa bacia, começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha. Depois de lhes ter lavado os pés, tornou a vestir a túnica e, sentando-se, perguntou: “Compreendem o que eu fiz? Chamam-me Mestre e Senhor, e fazem bem, porque é verdade. E uma vez que eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vocês deverão lavar os pés uns aos outros...” Lucas 22:24-30 João 13:1-17 Slide 21: Duccio di Duoninsegna, Christ washing the Disciples’ feet ,1278-1318 Cristo no Monte das Oliveiras Christ on the Mount of Olives : Cristo no Monte das Oliveiras Christ on the Mount of Olives Depois de cantarem um hino, foram até ao Monte das Oliveiras. Então Jesus disse-lhes: “Esta noite todos vocês me vão abandonar... Mas depois de eu ressuscitar, irei para a Galileia e encontrar-me-ei lá convosco.” Jesus levou-os de seguida a uma mata ajardinada chamada Getsemane, e disse-lhes para se sentarem e aguardarem enquanto ele ia mais adiante para orar... A dada altura começou a sentir enorme tristeza e angústia. Indo um pouco mais adiante prostrou-se na terra e antevendo as terríveis horas que o esperavam orou: “Pai ! Se é possível, que este cálice seja afastado de mim. Contudo seja feita a tua vontade e não a minha... o espírito na verdade está pronto, mas o corpo é realmente fraco.” Slide 23: Albrecht Dürer, Agony in the Garden, 1515 (etching) Cristo no Monte das Oliveiras Christ on the Mount of Olives : Cristo no Monte das Oliveiras Christ on the Mount of Olives Então apareceu um anjo vindo do céu, que o confortava, porque era tal a sua agonia de espírito, que o seu suor era de sangue, caindo as gotas no chão, enquanto orava... Voltou de novo para junto dos discípulos, encontrando-os pela terceira vez a dormir, pois estavam muito cansados e era já noite. Disse: “... chegou a hora. Vou ser entregue nas mãos dos pecadores!... aí vem aquele que me trai...” Mateus 26:26-46 Marcos 14:32-42 Lucas 22:39-46 João 18:1 Slide 25: Albrecht Dürer, Agony in the Garden, 1508 (engraved Passion) Traição e Detenção Betrayal and Arrest : Traição e Detenção Betrayal and Arrest No mesmo momento em que dizia isto, chegou Judas, um dos seus doze discípulos, com grande multidão com archotes e lanternas e armados com espadas e paus. Judas foi direito a Jesus e beijou-o na face numa saudação amistosa. Quando os outros discípulos viram o que ia acontecer, exclamaram: “Mestre, queres que lutemos? Temos espadas.” Um deles chegou a cortar a orelha direita de um criado do Sumo Sacerdote. Mas Jesus disse: “ Não resistam. Guarda a tua espada... Não percebes que bastava eu pedir ao meu Pai milhares de anjos, para nos protegerem, para Ele os mandar de imediato? Mas, se o fizesse, como se cumpririam as Escrituras que há muito anunciam o que está acontecendo agora?” E, tocando no sítio da orelha do homem, fê-la retomar o seu lugar de origem. Slide 27: Albrecht Dürer, Betrayal of Christ, 1508 Traição e Detenção Betrayal and Arrest : Traição e Detenção Betrayal and Arrest Jesus sabia bem tudo o que lhe ia acontecer. Dirigindo-se aos principais dos sacerdotes, aos capitães da guarda do Templo e aos dirigentes religiosos que conduziam a multidão, Jesus perguntou: “Quem procuram ? ” “Jesus de Nazaré.” Respondeu-lhes: “Sou eu ”. E, quando disse isto, todos cairam para trás. Mateus 26:47-56 Marcos 14:43-52 Lucas 22:47-52 João 18:3-13 Slide 29: Giotto, A traição a Cristo, 1508 Cristo perante Caifás Christ before Caiaphas : Cristo perante Caifás Christ before Caiaphas Os guardas do Templo e os soldados romanos, mais o comandante, agarraram Jesus, amarraram-no e com a multidão levaram-no primeiro a Anás, sogro de Caifás. Depois seguiram para casa de Caifás, o Supremo Sacerdote. Os principais sacerdotes e o Sinédrio, o Supremo Tribunal Judaico, estavam ali reunidos para ouvirem quem testemunhasse contra Jesus, a fim de acharem contra ele uma acusação que levasse à sua sentença de morte. ...Testemunhas falsas contradiziam-se umas às outras, mas Jesus continuava calado, pelo que o Supremo Sacerdote lhe ordenou: “Em nome do Deus vivo, diz-nos se afirmas ou não ser o Messias, o Filho de Deus entre os homens.” Cristo perante Caifás Christ before Caiaphas : Cristo perante Caifás Christ before Caiaphas “ Sim, sou ” respondeu então Jesus. “E hão-de-me ver a mim, que no presente sou também homem, sentando à direita de Deus Pai e um dia a voltar nas nuvens do céu.” Então o Supremo Sacerdote rasgou as suas roupas e gritou: “ Isto é uma ofensa a Deus! Para que precisamos nós de mais testemunhas? Todos ouviram o que ele disse! Qual é a vossa sentença?” Gritaram: “ Morte! Tem de morrer!” Mateus 26:57-68 Marcos 14:53-65 Lucas 22:54-71 João 18:12-28 Slide 32: Albrecht Dürer, Chist before Caiaphas, 1512 Cristo perante Pilatos Christ before Pilate : Cristo perante Pilatos Christ before Pilate De madrugada membros do Sinédrio levaram Jesus acorrentado à presença de Pilatos, o governador romano, e começaram logo a acusá-lo. “Este homem tem levado o nosso povo para a ruína, dizendo-lhe que não pague impostos ao governo romano e afirmando que é o Messias, aquele que Deus nos enviou, e que é um rei.” Pilatos perguntou-lhe: És tu o que vem Enviado por Deus para eles, e também o seu rei?” “Sim, é como dizes.” Cristo perante Pilatos Christ before Pilate : Cristo perante Pilatos Christ before Pilate Pilatos voltou-se para os principais dos sacerdotes e para a multidão e disse: “Mas isto não constitui um crime!” Desesperados, os acusadores insistiram: “É que ele anda também a provocar tumultos contra o governo, para onde quer que vá, por toda a Judeia, da Galileia até Jerusalém.” “Então ele é galileu?” perguntou Pilatos. Quando lhe disseram que sim, Pilatos mandou-o a Herodes, que se encontrava naquela altura em Jerusalém para celebrar a Páscoa. A Galileia achava-se sob a jurisdição de Herodes. Mateus 27: 1-2;11-14 Marcos 15:1-5 Lucas 23:1-7 João 18:28-40 Slide 35: Dürer, Christ Before Pilate, 1512 Cristo perante Herodes Christ before Herod : Cristo perante Herodes Christ before Herod Herodes ficou muito satisfeito com esta oportunidade de conhecer Jesus, porque ouvira falar muito dele e estava à espera de o ver realizar algum milagre. Todavia, embora fizesse perguntas e mais perguntas a Jesus, não obteve resposta. Entretanto os principais sacerdotes e outros dirigentes religiosos não arredaram pé, continuavam a gritar acusações contra Jesus. Herodes e os seus soldados começaram também a troçar de Jesus. Vestiram-lhe um traje a fingir de rei, e mandaram-no de volta para Pilatos. Naquele dia, Herodes e Pilatos, que antes se odiavam, tornaram-se bons amigos. Lucas 23:8-12 Slide 37: Albrecht Dürer, Christ before Herod, 1509/12 (woodcut) Cristo perante Pilatos Christ before Pilate : Cristo perante Pilatos Christ before Pilate Então Pilatos reuniu os principais sacerdotes e outros dirigentes judaicos, juntamente com o povo, e anunciou a sua sentença: “Vocês trouxeram-me este homem acusando-o de chefiar uma conspiração contra o governo romano. Examinei-o demoradamente quanto a este assunto e verifiquei que está inocente. Também Herodes chegou à mesma conclusão e mandou-o de novo para mim. Nada fez que exija a pena de morte. Portanto, vou mandá-lo chicotear com um azourrague de pontas de chumbo e soltá-lo.” Slide 39: Antonio Ciseri, 1821-1891, Ecco Homo Cristo perante Pilatos Christ before Pilate : Nesse instante ouviu-se um rugido da multidão que, a uma só voz, gritou: “Mata-o e solta-nos Barrabás.” Barrabás encontrava-se preso, acusado de provocar uma revolta em Jerusalém contra o governo, e também por assassínio. Pilatos ainda discutiu com a multidão, pois queria soltar Jesus, mas os principais sacerdotes e os seus servidores começaram a gritar: “Crucifica-o! Crucifica-o!” Cristo perante Pilatos Christ before Pilate Mateus 27:15-18 Marcos 15:6-14 Lucas 23:13-21 João 19:1-9 Slide 41: Bosch, Ecce Homo, 1470/80 Cristo perante Pilatos Christ before Pilate : Cristo perante Pilatos Christ before Pilate De novo, pela terceira vez, Pilatos perguntou: “Mas porquê? Que crime cometeu? Não encontrei qualquer motivo para o condenar à morte! Vou açoitá-lo e pô-lo em liberdade.” Mas eles gritavam sempre mais alto, reclamando a execução de Jesus. Quando Pilatos viu que não se saía daquilo e que se começava a levantar um tumulto, com medo de desagradar à multidão, mandou buscar uma bacia de água e lavou as mãos diante deles, dizendo: “Estou inocente do sangue deste homem justo. A culpa é vossa!”... Então Pilatos pôs Barrabás em liberdade e entregou Jesus aos soldados para que o levassem para ser crucificado. Mateus 27:17-26 Marcos 15:4-15 Lucas 23:22-25 João 18:38-40 Slide 43: Tintoretto, Cristo perante Pilatos, 1566/67 Cristo é coroado com espinhos Christ crowned with Thorns : Cristo é coroado com espinhos Christ crowned with Thorns Os soldados romanos levaram-no para dentro do quartel do palácio e chamaram toda a guarnição. Vestindo Jesus com um manto vermelho escuro, fizeram uma coroa de espinhos compridos e agudos, que lhe colocaram sobre a cabeça. Puseram-lhe uma vara na mão direita, como se fosse o bastão de um rei e saudaram-no gritando: “Viva o Rei dos Judeus!”. Puseram-se de joelhos, fingindo que o adoravam. Cuspiram sobre ele e, tirando-lhe a vara da mão, bateram-lhe com ela, na cabeça. Quando, por fim, se cansaram deste divertimento, tiraram-lhe o manto de púrpura, vestiram-no novamente com as suas roupas e levaram-no para ser crucificado. Mateus 27:26-31 Marcos 15: 16-20 João 19:1-3 Cristo é escarnecido - The mocking of Christ Slide 45: Titian , Crowning with thorns, 1570/76 Slide 46: Albrecht Dürer , The mocking of Christ, 1509/12 (Woodcut) “ Cuspiram-lhe no rosto, agrediram-no, e até o esbofetearam, dizendo: ’ Profetiza-nos, Messias, quem foi agora que te bateu?’ ” Mateus 26:68 A caminho do Calvário Christ bearing the Cross : A caminho do Calvário Christ bearing the Cross Dirigiram-se para fora da cidade para um lugar conhecido em hebraico pelo nome de Gólgota, ou seja, Monte da Caveira. Enquanto a multidão levava Jesus para ser morto, Simão, um homem de Cirene, povoação de África, que acabava de entrar em Jerusalém, foi forçado a acompanhá-los, transportando a cruz de Jesus. Atrás seguia um grande cortejo, incluindo muitas mulheres vergadas pelo desgosto. Mas Jesus voltou-se para elas e disse-lhes: “ Filhas de Jerusalém, não chorem por mim, mas por vós e pelos vossos filhos. Porque se a mim, a Árvore Viva, me tratam assim, que não vos farão a vós? ” Mateus 27:31-34 Marcos 15:20-23 Lucas 23:31 João 19:16-17 Slide 48: Simone Martini , A caminho do Calvário , c.1340 Slide 49: Bosch, Cristo com a cruz, 1485/90 O Calvário The Calvary : O Calvário The Calvary E dois criminosos foram levados para serem executados no mesmo local, “A Caveira”. Aí foram crucificados todos os três. Jesus ao centro, os dois criminosos um de cada lado. Assim se cumpriu a profecia que podemos ler no livro do profeta Isaías, capítulo 53, versículo 12: “Foi contado entre os malfeitores”. A crucificação teve lugar cerca das nove horas da manhã. Pilatos mandou pôr na cruz de Jesus uma tabuleta que dizia em hebraico, latim e grego: “Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus.” Os principais sacerdotes queriam que Pilatos mudasse a frase para: “Ele disse: Eu sou Rei dos Judeus”, mas Pilatos recusou. “Pai, perdoa-lhes ” disse a dada altura Jesus, “porque não sabem o que fazem”. Mateus 27:35-38 Marcos 15:25-28 Lucas 23:33-38 João 19:18-24 Slide 51: Albrecht Dürer, Christ being nailed to the Cross, 1511 (woodcut) Cristo na Cruz Christ on the Cross : Cristo na Cruz Christ on the Cross A multidão assistia à cena e os dirigentes judaicos riam-se e faziam troça. “Ajudava tanto os outros”, diziam, “vamos ver se se salva a si mesmo, se realmente é o Messias, o Enviado de Deus aos homens. Desce da cruz e acreditaremos em ti.” Também os soldados troçavam da sua aparente fraqueza. Um dos criminosos pendurados ao seu lado escarnecia: “Com que então és tu o Enviado de Deus? Então prova que o és, salvando-te a ti próprio e, já agora, salvando-nos a nós também”. Mas o outro criminoso protestou: “Tu não temes a Deus, nem mesmo quando estás a morrer? Nós merecemos a morte pelos maus actos que cometemos, mas este homem nada fez de mal.” E acrescentou: “Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu Reino.” E Jesus respondeu-lhe: “Prometo-te, com toda a segurança, que hoje estarás comigo no Paraíso”. Mateus 27:39-43 Marcos 15:29-32 Lucas 23:35-43 Slide 53: Andrea Mantegna , O calvário, séc. XV Cristo na Cruz Christ on the Cross : Cristo na Cruz Christ on the Cross Era agora cerca do meio dia. As trevas abateram-se sobre toda a terra durante três horas, até às três da tarde. A luz do sol desapareceu e sem nada que o justificasse, o espesso véu do lugar Santíssimo - a zona mais sagrada do Templo - rasgou-se de cima abaixo. Jesus da cruz gritou: “Pai, entrego-te o meu espírito”. E curvando a cabeça deu o último suspiro. A terra tremeu, as rochas fenderam-se, túmulos abriram-se e houve pessoas que viram mortos voltar à vida e entrar na cidade de Jerusalém. Os soldados que estavam junto da cruz e o graduado que os comandava ficaram apavorados com o terramoto e com tudo o que estava a acontecer. Eles próprios confessaram: “Verdadeiramente este homem não tinha pecado, era o Filho de Deus.” Os amigos de Jesus, incluindo as mulheres que o tinham seguido desde a Galileia para o servirem, encontravam-se à distância assistindo à cena. Tudo isto aconteceu na véspera de sábado. Mateus 27:45-54 Marcos 15:33-39 Lucas 23:44-47 João 19:28-30 Slide 55: M. Grünewald, Retábulo de Isenheim, c.1510-15 O descimento da CruzThe descent from the Cross : O descimento da CruzThe descent from the Cross Por o dia seguinte ser sábado, dia em que era proibida qualquer actividade pela lei judaica, os dirigentes judaicos não queriam que os condenados continuassem pendurados nas cruzes. Ainda por cima tratava-se de um sábado por demais especial. Era o sábado da Páscoa. Foram por isso pedir a Pilatos que lhes mandasse partir as pernas para apressar a morte deles. Depois de mortos, os seus corpos já poderiam ser retirados. Seguindo as ordens, os soldados partiram as pernas dos dois criminosos que tinham sido crucificados com Jesus, mas não a Jesus, pois já estava morto. A ele um dos soldados atravessou-lhe o lado com uma lança, tendo saído sangue e água da ferida. Cumpriu-se assim a passagem das Escrituras Sagradas: “Nem um dos seus ossos será quebrado.* * Êxodo 12:46; Números 9:12; Salmo 34:20 João 19:31-37 O descimento da CruzThe descent from the Cross : O descimento da CruzThe descent from the Cross Quando caiu a noite, um homem rico e respeitado chamado José de Arimateia, que era membro do Supremo Tribunal Judaico, foi ter com Pilatos e pediu-lhe que o autorizasse a levar o corpo de Jesus. José de Arimateia era um discípulo de Jesus que não concordara com as decisões e medidas dos outros dirigentes judaicos. Assim, ajudado por Nicodemos, que trouxera unguento de embalsamento, desceu o corpo de Jesus e enrolaram-no numa peça de linho nova, embebida em perfumes. Devido à necessidade de se apressarem antes que se iniciasse o sábado, dia de descanso obrigatório, colocaram o corpo num túmulo que ficava nas proximidades. O túmulo tinha sido escavado no lado de uma rocha e estava ainda por estrear.Isto aconteceu era já o fim da tarde de sexta-feira. Mateus 27:57-66 Marcos 15:42-47 Lucas 23:50-56 João 19:38-42 Slide 58: Rembrandt , Descida da cruz, 1633 Slide 59: Rogier Van der Weyden, O descimento da Cruz, C.1435 Slide 60: Giandomenico Tiepolo, Cristo deposto da Cruz, séc. XVIII Sepultamento de JesusJesus’ Burial : Sepultamento de JesusJesus’ Burial Enquanto o corpo era levado, as mulheres da Galileia acompanhavam-no. Viram onde o corpo foi colocado e que José de Arimateia tinha feito rolar uma grande pedra circular para fechar a entrada do túmulo. Voltaram para casa e, como era costume entre os judeus, começaram a preparar os produtos e perfumes necessários para ungirem o corpo. Todavia, quando terminaram, já se iniciara o sábado, pelo que, obedecendo à lei judaica, descansaram todo aquele dia. Entretanto, a pedido dos principais sacerdotes, o túmulo foi mandado selar por Pilatos, para impedir o roubo do corpo pelos discípulos. Com medo de que mesmo assim viessem a dizer que Jesus tinha voltado a viver, as autoridades eclesiásticas insistiram que Pilatos montasse uma guarda. Pilatos sugeriu-lhes que colocassem os guardas deles, da polícia do templo, e assim fizeram. Mateus 27:57-66 Marcos 15:42-47 Lucas 23:50-56 João 19:38-42 Slide 62: Giotto, A lamentação, C.1303/05 Slide 63: Rembrandt, O sepultamento de Cristo, C.1636/39 Slide 64: Rembrandt, O sepultamento de Cristo, C.1636/39 Slide 65: Mantegna, The Dead Christ, C.1480 A Ressurreição The Resurrection : A Ressurreição The Resurrection Quando terminou o sábado, na madrugada de domingo, houve um terramoto porque um anjo do Senhor desceu do céu e fez rolar a pedra do túmulo selado, para o lado, de forma a que a entrada ficasse aberta. Os guardas do Templo que ali se encontravam, desmaiaram de medo ao ver o anjo. Mal recuperaram os sentidos foram à cidade contar aos principais dos sacerdotes o que tinha acontecido e estes, depois de reunirem, decidiram pagar-lhes uma soma avultada para contarem que, tendo eles todos adormecido, o corpo havia sido roubado pelos discípulos. Mateus 28:1-15 Slide 67: Rembrandt, A ressurreição de Cristo, C.1635/39 Slide 68: Grünewald, The resurrection of Christ, Séc. XVI Cristo está vivo!Christ is risen! : Cristo está vivo!Christ is risen! Jesus já ressuscitara, mas os seus seguidores não o sabiam. Assim, mal o dia começou a nascer, algumas mulheres, entre elas Maria Madalena, de quem Jesus tinha expulsado sete demónios, dirigiram-se ao túmulo com perfumes, para preparar o corpo de Jesus. Como poderiam elas remover a grande pedra da entrada? ,perguntavam-se pelo caminho. Quando lá chegaram viram um dos anjos do Senhor sentado sobre a enorme pedra que tapava a porta do túmulo. O rosto dele brilhava como um clarão e as vestes eram de um branco resplandecente. Falou-lhes assim: “Não se assustem. Sei que procuram Jesus, que foi crucificado. Mas como poderiam encontrar aquele que é Vida Eterna entre os mortos? Entrem e vejam onde o seu corpo se encontrava e vão contar aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos e que vai para a Galileia encontrar-se com eles.” As mulheres, amedrontadas, mas cheias de alegria, saíram do túmulo e foram a correr para Jerusalém para contar aos onze o que tinha acontecido. Mateus 28:1-8 Marcos 16:1-7 Lucas 24:1-11; 22-23 João 20:1-10 Slide 70: Bartolomeo Schedoni, The Three Marys at the Tomb, 1614 O Cristo Vivo e os DiscípulosThe Living Christ and the Disciples : O Cristo Vivo e os DiscípulosThe Living Christ and the Disciples Maria Madalena, tendo verificado que a pedra selada tinha sido retirada, correra a chamar João e Simão Pedro, angustiada porque julgava que alguém tinha levado o corpo do Mestre. Pedro e João correram ao túmulo para perceberem o que se estava a passar. Viram o pano de linho que envolvera o corpo de Jesus, ali no chão, espalmado, oco, vazio. A ligadura que fora enrolada à volta da cabeça do Mestre estava numa outra posição, mas não estava espalmada como o lençol, ainda tinha a forma da cabeça. Do corpo não havia vestígios. João e Pedro chegaram à conclusão que Jesus ressuscitara como havia dito antes e, por isso, voltaram para casa. Mas Maria, permaneceu ali, da parte de fora do túmulo, chorando de desgosto. A dada altura, olhou para dentro e viu dois anjos vestidos de branco, sentados à cabeceira e aos pés do local onde estivera o corpo do Mestre. O Cristo Vivo e os DiscípulosThe Living Christ and the Disciples : O Cristo Vivo e os DiscípulosThe Living Christ and the Disciples “Por que choras?”, perguntaram-lhe os anjos. “Porque levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram.” Depois, olhando por cima do ombro, reparou que tinha alguém de pé por detrás dela. Era Jesus, mas ela não o reconheceu. “Quem procuras?” perguntou-lhe Jesus. E ela, pensando que estava a falar com o encarregado do local, pediu-lhe: “Se foste tu que o levaste, mostra-me onde o puseste. Eu vou buscá-lo.” “Maria!” disse Jesus. Ela gritou: “Mestre!” “Não me toques, porque ainda não subi para meu Pai. Mas vai ter com os meus irmãos e diz-lhes que subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”. Mateus 28:9 Marcos 16:1-11 João 20:11-18 Slide 73: Rembrandt, Aparição a Maria Madalena, Séc. XVII Slide 74: Luiz de Morales, Aparição de Cristo a Sta Maria Madalena, Séc. XVI O Cristo Vivo no caminho para EmaúsThe Living Christ on the road to Emmaus : O Cristo Vivo no caminho para EmaúsThe Living Christ on the road to Emmaus Naquele mesmo domingo, dois dos seguidores de Jesus iam a caminho da aldeia de Emaús que ficava a uns 11 km de distância de Jerusalém. Enquanto caminhavam falavam da sua morte, quando Jesus em pessoa se lhes juntou de repente, caminhando ao lado deles. Mas eles não o reconheceram logo. Traziam a tristeza bem marcada no seu rosto. Jesus perguntou-lhes: “O que é que vos está a preocupar tanto?” Cleopas, um deles, falou-lhe então do que tinha acontecido a Jesus de Nazaré, que tinha sido condenado apesar de não ter feito mal algum, pelo contrário, fizera tremendos milagres. Fora crucificado e sepultado. Mas o seu corpo desaparecera. Umas seguidoras suas tinham sabido por anjos que ele voltara a viver. Jesus citou-lhes então, trecho após trecho, passagens das Escrituras desde o Génesis, que anunciavam já há muito tempo o que se tinha passado nesses últimos dias. O Cristo Vivo no caminho para EmaúsThe Living Christ on the road to Emmaus : O Cristo Vivo no caminho para EmaúsThe Living Christ on the road to Emmaus Quando se aproximavam do seu destino, Emaús, os dois homens, confortados com o que aprendiam, pediram então a Jesus para ficar com eles. Quando se sentaram para comer, Jesus pediu a bênção de Deus sobre o alimento, e depois, pegando num pequeno pão, partiu-o e distribuiu-o pelos presentes. Foi então, de súbito, que eles perceberam que era Jesus. Naquele preciso momento deixaram de o ver. Decidiram voltar para Jerusalém e contar aos outros o que se passara. Marcos 16:12-13 Lucas 24:13-35 Slide 77: Caravaggio, Christ and the Disciples at Emmaus, c.1596/1602 O Cristo Vivo entre os Discípulos The Living Christ among the Disciples : O Cristo Vivo entre os Discípulos The Living Christ among the Disciples Os onze discípulos tinham partido para a Galileia. Estavam eles uma noite reunidos, as portas fechadas com medo dos dirigentes judaicos, quando, sem esperarem, Jesus se juntou a eles, saudando-os. Ficaram assustados. Pensaram que se tratava de um fantasma, pois ninguém abrira as portas. “Por que se assustam?” , perguntou-lhes. “Toquem-me. Os fantasmas não têm corpo como eu tenho”. Mostrou-lhes as mãos e o lado dilacerado pela lança do soldado, as feridas nos pés, comeu com eles, para que o reconhecessem. Disse-lhes: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra... Façam discípulos meus em todas as nações, ensinando-os a fazer o que vos ensinei... Nunca vos abandonarei.” O Cristo Vivo/A incredulidade de Tomé The Living Christ/The Incredulity of Thomas : O Cristo Vivo/A incredulidade de Tomé The Living Christ/The Incredulity of Thomas Um dos discípulos, Tomé o Gémeo, não se encontrava na altura com os outros. Mais tarde quando lhe contaram “Vimos o Senhor”, ele respondeu “Não acredito, a não ser que veja as feridas dos pregos nas suas mãos, ponha os dedos nelas, e toque com a minha mão na sua ferida de lado”. Passados oito dias, estavam os discípulos reunidos outra vez, com Tomé também presente. As portas estavam de novo fechadas, mas Jesus juntou-se a eles e saudou-os. Depois disse a Tomé: “Mete o dedo nas feridas das minhas mãos, e a mão no meu lado. Não continues descrente. Acredita!” “Meu Senhor e meu Deus!”, exclamou Tomé perante a evidência. Jesus comentou então: “Crês porque viste, mas felizes são os que não me vendo, mesmo assim crêem”. Mateus 28:16-20 Lucas 24:36-49 João 20:19-29 Slide 80: Gerrit van Honthorst, Tomé incrédulo, c.1520 Cristo Vivo/Jesus aparece a sete Discípulos The Living Christ/Jesus appears to seven Disciples : Cristo Vivo/Jesus aparece a sete Discípulos The Living Christ/Jesus appears to seven Disciples Mais tarde Jesus tornou a aparecer a sete discípulos que pescavam no lago da Galileia. Estavam lá João, Simão Pedro, Tomé o Gémeo, Natanael de Caná, Tiago e mais outros dois. Naquela noite nada tinham conseguido pescar. Ao romper do dia, avistaram um homem de pé, na praia. Mas ao longe não conseguiam distinguir quem seria. Da margem o homem gritou-lhes: “Apanharam algum peixe?” “Não”, responderam. “Lancem a vossa rede do lado direito do barco e vão ver que apanharão muitos peixes.” Assim fizeram. Os peixes eram tantos que tiveram dificuldade em puxar as redes. João disse a Pedro: “ É o Senhor! ” Cristo Vivo/Jesus aparece a sete Discípulos The Living Christ/Jesus appears to seven Disciples : Cristo Vivo/Jesus aparece a sete Discípulos The Living Christ/Jesus appears to seven Disciples Enquanto Pedro nadava para terra, os outros puxaram a rede carregada até à praia, que estava a uns 100 m de distância. Quando lá chegaram, já estava acesa uma fogueira com peixe sobre o lume. Também havia pão. Depois de contarem a enorme pescaria, Jesus serviu-lhes pão e peixe. Nenhum se atreveu a perguntar-lhe se ele era realmente o Senhor. No seu coração já o sabiam. João 21:1-14 Slide 83: Konrad Witz, Cristo no Mar da Galileia, 1444 A Ascensão The Ascension : A Ascensão The Ascension Durante os 40 dias que se seguiram à sua crucificação, Jesus apareceu diversas vezes vivo, aos apóstolos, a quem provou de muitas maneiras ser realmente ele. Nessas ocasiões falou-lhes do Reino de Deus. Num desses encontros disse-lhes que não saíssem de Jerusalém enquanto o Espírito Santo não viesse morar dentro deles e os enchesse de autoridade do céu; deu-lhes instruções sobre o que deveriam fazer e abençoou-os. Quando acabou de falar com eles, Jesus subiu ao céu e desapareceu numa nuvem. De súbito surgiram dois homens de branco no meio dos discípulos que disseram: “Homens da Galileia, por que estão a olhar para o céu? Jesus foi para o lugar de maior honra junto de Deus e um dia voltará tal como agora o viram partir!” Isto aconteceu quando se encontravam no Monte das Oliveiras. Marcos 16:19 Lucas 24:50-53 Actos 1:4-12;7:56 Coríntios 15:4 Slide 85: Dürer, The Ascension, 1509/10 (Woodcut) Slide 86: Francisco Venegas, Ascensão de Cristo, Séc. XVI Slide 87: Fernão Gomes, Ascensão de Cristo, 1599 O PentecostesThe Descent of the Holy Spirit : O PentecostesThe Descent of the Holy Spirit Tinham já passado sete semanas desde a morte e ressurreição de Jesus, e chegou o dia de Pentecostes. Estando os seguidores de Jesus reunidos naquele dia, ouviu-se de repente, nos céus, um som semelhante ao rugido de um furacão, enchendo a casa onde se encontravam. Apareceram então como que chamas ou línguas de fogo que repousaram sobre as cabeças deles e todos os presentes ficaram cheios do Espírito Santo, começando a falar em línguas que não conheciam, pois para tal o Espírito Santo os capacitou. Encontravam-se naquele dia, em Jerusalém, para assistir às celebrações religiosas do Pentecostes, muitos judeus piedosos vindos de diversos países. Ao ouvirem aquele rugido no céu, por cima da casa onde estavam os discípulos, o povo juntara-se para saber o que se tinha passado e ficaram muito surpreendidos por ouvirem os discípulos, homens simples da Galileia, a falarem em línguas dos países em que eles agora viviam. Eles falavam dos poderosos milagres de Deus. Levítico 23:15-16 Actos 2:1-43 Slide 89: Dürer, The Descent of the Holy Spirit, 1509/10 (Woodcut) A Segunda Vinda de CristoThe Coming of the Son of Man : A Segunda Vinda de CristoThe Coming of the Son of Man “E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também.” João 14:3 “E, como aconteceu nos dias de Noé, assim também acontecerá no dia da vinda do Filho do Homem. Nos dias anteriores ao dilúvio também andavam despreocupados, distraídos com banquetes, festas e casamentos, antes de surgir de repente aquele enorme dilúvio de que se salvaram apenas os que entraram na arca, Noé e sua família. Assim sucederá igualmente quando eu vier de novo. Andarão distraídos com os seus próprios afazeres. Dois homens estarão a trabalhar juntos nos campos; um será levado, o outro ficará. Duas mulheres estarão ocupadas, no seu trabalho, em casa; uma será levada, a outra ficará. Portanto, estejai vós atentos, porque o Filho do Homem há-de voltar em hora que desconheceis.” Mateus 24:37-44; 25:13 Lucas 12:40; 17:24-36 Filipenses 3:20 1 Tessalonicenses 5:2 Apocalipse 16:15 Slide 91: “ Mas o dia do Senhor virá inesperadamente, como um ladrão. Os céus passarão com grande estrondo e os corpos celestes, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há, serão descobertas.” 2 Pedro 3:10 Slide 92: William Turner, 1775/1851, Angel standing in Storm O Juízo FinalThe Last Judgement : O Juízo FinalThe Last Judgement “Quando eu, o Filho do Homem, vier na minha glória com todos os anjos, então assentar-me-ei no meu assento glorioso, e todas as nações da terra serão reunidas diante de mim. Separarei o povo como um pastor aparta as ovelhas das cabras... E então eu, o Rei, direi aos que estiverem à minha direita: ‘Venham, filhos felizes do meu Pai, para o Reino que vos foi preparado desde o princípio do mundo...’ Voltar-me-ei para os que estiverem à minha esquerda e lhes direi: ‘Vós, malditos, o vosso lugar não é aqui. Ide para o fogo eterno preparado para satanás e seus demónios...’ E estes irão para o castigo eterno, mas os justos irão para a vida eterna.” Mateus 25:31-46 2 Timóteo 4:1 Slide 94: Giotto di Bondone, O Juízo Final, 1303/1305 Slide 95: Jheronimus Bosch, 1450-60/1516 The Last Judgement Slide 96: Michelangelo Buonarroti, 1475-1564 Pormenor do Juízo Final: Alma Condenada “Quem crê nele não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não crê no Nome do unigénito Filho de Deus.” João 3:18 Apocalipse ou Livro da Revelação Revelation : Apocalipse ou Livro da Revelação Revelation “Então olhei e vi um Cordeiro de pé, diante dos vinte e quatro anciãos, diante do trono e dos seres viventes, e trazia ainda as feridas que lhe causaram a morte... Os vinte e quatro anciãos inclinaram-se até à terra, na frente do Cordeiro... e cantavam um cântico... ‘Só tu és digno... foste morto e com teu sangue compraste para Deus gente de todas as nações, raças e línguas...’ ” Apocalipse 5:6-10 Slide 98: Dürer, The Adoration of the Lamb, c.1498 Slide 99: Mateus 16:13-16 “Quem diz o povo que eu sou? ” ... João Baptista... ... Elias... ... Jeremias ou um dos antigos profetas... “E vocês, quem pensam que eu sou?” ... O Messias, o Filho do Deus vivo... Slide 100: A BOA NOVA PARA TODA A GENTE, O Novo Testamento, 1978, trad. Interconfessional em Português moderno, Sociedades Bíblicas Unidas, Portugal BÍBLIA DE ESTUDO Pentecostal, 1995, Life Publishers, Deerfield, Florida BÍBLIA DE REFERÊNCIA THOMPSON, 13ª impressão, 2000, Editora Vida, São Paulo DIE BIBEL nach der Übersetzung Martin Luthers, 1978, Deutsche Bibelstiftung, Stuttgart DIE BIBEL neu übertragen und erklärt von Hans Bruns, 1977, Brunnen Verlag GmbH, Giessen/Basel GOOD NEWS BIBLE, Today’s English Version, 1976, The Bible Societies, Collins/Fontana, London NOVA BÍBLIA DOS CAPUCHINHOS, 1998, Difusora Bíblica, Lisboa O LIVRO ( 2ªe.) 1981, Publicações Europa-América,, Mem Martins THE BIBLE, 1974, The Bible Societies, Oxford University Press THE BOOK, THE LIVING BIBLE, 9th printing, 1984, Tyndale House Publishers, Inc., Illinois   Alexander, David and Pat ( ed. ), THE LION HANDBOOK TO THE BIBLE, 1983 Lion Books/Publishing Douglas, J. D. ( ed. ), THE NEW BIBLE DICTIONARY, 1978, Inter - Varsity Press, Leicester, England Drane, John ( ed. ), THE LION ILLUSTRATED ENCYCLOPEDIA OF THE BIBLE, 1998, Lion Books/Publishing, Oxford, England Grainger,Muriel (texto), 365 BIBLE STORIES AND VERSES,1979,The Hamlyn Publishing Group Limited, Middlessex, England BIBLIOGRAFIA: BÍBLIAS E ESTUDOS BÍBLICOS Slide 101: Anson, H. W., HISTÓRIA DA ARTE, 1977, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa Bockemühl, Michael, REMBRANDT, 1606-1669, O Mistério da Aparição, 1993, Benedikt Taschen Verlag GmbH, Köln/Lisboa Constantino, Maria, LEONARDO - Artist, Inventor, and Scientist, 1992, Magna/Bison Books, Leicester/London Cumming, Robert, COMENTAR A ARTE, 1996, Editora Civilização, Verona, Itália Gauthier, Maximilien, GRANDES MUSEUS DO MUNDO – LOUVRE, Junho de 2001, Tilgráfica Verbo, Paris Jacobs, Michael, David & Charles, A GUIDE TO EUROPEAN PAINTING, , 1980, Publis. Limited, Beeldrecht, Amsterdam Kurth, Dr. Willi ( ed.), THE COMPLETE WOODCUTS OF ALBRECHT DÜRER (1ª ed. ), 1963, Dover Pictorial Archive Series, Dover Publications, Inc., New York, Lisboa Capital Europeia da Cultura, DESENHO - A colecção do Museu Nacional de Arte Antiga, Electa, 1994, Lisboa:Autor, Soares, E. M., OS GRANDES ARTISTAS – Gótico e Renascimento – MIGUEL ÂNGELO, BOTTICELLI, TICIANO, GIOTTO, 90, Difusão Cultural, Idem - RAFAEL, BRUEGEL, VAN DER WEYDEN, BOSCH -... Strauss, Walter L ( ed. ), THE COMPLETE ENGRAVINGS, ETCHINGS & DRYPOINTS OF ALBRECHT DÜRER (2ªe d.), 1973, Dover Publications, Inc., New York Música de fundo:W. A. Mozart,Serenata Nº 13 em Sol Maior KV 525; Segundo Andamento: Romanze-Andante, Grandes Compositores, Selecções do Reader´s Digest, 1998, Portugal Publicações sobre Arte: Slide 102: Equipa responsável pelo trabalho: Agradecemos a colaboração de: Celeste Oliveira J. Deus Marques Jaime S. Marques Madalena David Beatriz Pires Isabel Serrano Teresa Fernandes Escola Secundária D. Dinis - Lisboa

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