Organografia (raiz e caule)

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Information about Organografia (raiz e caule)

Published on January 16, 2016

Author: thiagoavilamedeiros

Source: slideshare.net

1. ORGANOGRAFIA VEGETAL Thiago de Ávila Medeiros Contatos: botanicatam@yahoo.com.br http://pt.slideshare.net/thiagoavilamedeiros https://www.facebook.com/thiagoavilamedeiros https://faculdadessaofose.academia.edu/Thiago%C3%81vilaMedeiros Rio de Janeiro/RJ.

2. AULA 5 ORGANOGRAFIA – RAIZ E CAULE Rio de Janeiro/RJ.

3. Conteúdo programático  Conceito, origem, desenvolvimento e função;  Características gerais – regiões e tipos básicos;  Adaptações  Importância taxonômica e econômica.

4. Parte 1 - Raiz

5. Definição Órgão geralmente subterrâneo que fixa a planta ao solo, retira e distribui alimentos e pode funcionar como órgão de reserva.

6. Origem  Na radícula do embrião da semente (raiz principal).  Endógena, ou seja, a partir de tecidos profundos (raízes secundárias e a maioria das adventícias).

7. Importância  Fixação da planta, absorção e distribuição alimentar.  Órgão de reserva.  Uso medicinal.  Alimentação e economia.

8. Funções  Fixação da planta ao solo.  Absorção da água e de sais minerais.  Condução de substâncias alimentares.  Reserva de alimentos, como a batata doce, cenoura etc.

9. Características gerais  Corpo não segmentado em nós e entrenós.  Sem folhas e gemas.  Geralmente subterrâneas.  Geralmente aclorofiladas.  Com caliptra ou coifa e pelos radiculares.  Geralmente com geotropismo positivo  Crescimento subterminal.

10. Caliptra ou coifa  Forma: Dedal.  Função: Proteção contra o atrito e a transpiração excessiva; protege, sobretudo, o tecido meristemático da zona lisa.  Definição: Região que reveste e protege o cone vegetativo da raiz.  Observação: Com estatolitos – grãos de amido que indica a direção do crescimento.

11. Zona lisa, de crescimento ou de distensão  Função: Promove o crescimento da raiz, que é subterminal.  Características: Existência de multiplicação celular (região meristemática); desenvolvimento celular (região de alongamento), onde as divisões celulares são mais raras.

12. Zona pilífera ou dos pelos absorventes  Função: Absorção.  Duração: Quase efêmera.  Características: Presença de pelos que são prolongamentos das células epidérmicas. Esta região já apresenta tecidos diferenciados.

13. Zona Suberosa ou de Ramificação  Função: Forma as radicelas e raízes secundárias (adventícias).  Características: Região geralmente suberificada, onde ocorrem as radicelas. Com a queda dos pelos, esta região fica protegida pela exoderme.

14. Colo ou coleto Região de transição entre raiz e caule.

15. Classificação das raízes QUANTO A ORIGEM Normais: são aquelas que se desenvolvem a partir da radícula. São elas a raiz principal e todas as suas ramificações, isto é, raízes secundárias. Adventícias: são aquelas que não se originam da radícula do embrião ou da raiz principal por ela formada. Podem formar-se nas partes aéreas.

16. FASCICULADA AXIAL MONOCOTILEDÔNEA DICOTILEDÔNEA

17. Raízes se desenvolvem a partir do CAULE. Raízes se desenvolvendo a partir das folhas.

18. Classificação das raízes QUANTO AO HABITAT - AÉREAS Cinturas e estranguladoras: são adventícias que abraçam outro vegetal, e, muitas vezes, o hospedeiro morre. Ex: cipós, mata pau etc. (Fig.c). Grampiformes ou aderentes: são adventícias com a forma de grampos, que fixam a planta trepadeira a um suporte (seja outra planta ou não). Ex: Hera. (Fig.a). Respiratórias ou Pneumatóforos: são raízes com geotropismo negativo, que funcionam, ao fornecer oxigênio às partes submersas, como órgãos de respiração. Apresentam orifícios (lenticelas) chamados pneumatóforos em toda a sua extensão e, internamente, um aerênquima muito desenvolvido. Ex: plantas de mangues. (Fig.d).

19. Classificação das raízes QUANTO AO HABITAT - AÉREAS Sugadoras ou haustórios: são adventícias, com órgão de contato (apressórios), cujo no interior surgem raízes finas, essas são sugadoras que penetram no corpo da planta hospedeira, absorvendo os alimentos, isto é, parasitando-a. Ex: erva-de-passarinho. (Fig.e). Suportes ou Fúlcreas: são adventícias que, brotando em direção ao solo, nele se fixam e se aprofundam, podendo atingir grandes dimensões. Elas auxiliam a sustentação do vegetal. Ex: pândano. (Fig. f e g). Tabulares ou sapopemas: são as que atingem grande desenvolvimento e tomam o aspecto de tábuas perpendiculares ao solo, ampliando a base da planta, dando-lhe maior estabilidade. São em partes aéreas e, em parte, subterrâneas. (Fig.h).

20. Classificação das raízes QUANTO AO HABITAT – AQUÁTICAS – Quando se desenvolvem na água. Ex: aguapé.

21. Classificação das raízes QUANTO AO HABITAT – SUBTERRÂNEAS Axial ou Pivotante: Raiz principal muito desenvolvida e com ramificações ou raízes secundárias pouco desenvolvidas, em relação à raiz principal. Ramificada: A raiz principal logo se ramifica em secundárias e estas em terciárias, e assim sucessivamente. Fasciculada: Aquela que por atrofia precoce da raiz principal, é constituída por um feixe de raízes, onde não se distingue, nem pela forma, nem pela posição, uma raiz principal, pois todas tem espessuras semelhante. Tuberosa: Raiz dilatada pelo acúmulo de reservas nutritivas.

22. Outras funções de raízes

23. Raízes de Suporte. Raízes Tabulares (Escora)

24. Raízes TUBEROSAS. Raízes TUBEROSAS.

25. PNEUMATÓFOROS Raízes Respiratórias.

26. Raízes aéreas Raízes aéreas.

27. RAÍZES SUGADORA HAUSTÓRIOS

28. Parte 2 - Caule

29. Breve base conceitual... Com a conquista da terra firme, as Fanerógamas (Gimnospermas e Angiospermas) passaram a apresentar um eixo do qual uma parte cresce em direção à terra e aí se ramifica: a raiz e outra parte cresce em direção contrária ao solo e também se ramifica: o CAULE.

30. Breve base conceitual... Os caules, por meio das suas ramificações, têm o seu trabalho biológico mais bem executado, uma vez que é distribuído pelos seus diferentes ramos. Na época da reprodução, os apêndices laterais dos caules dão origem às flores, que produzirão frutos e sementes.

31. Breve base conceitual... Com a adaptação cada vez mais acentuada à terra firme, tornou-se possível a estas plantas produzir caules subterrâneos, como rizomas, tubérculos e bulbos, que asseguram a esses vegetais o poder de se multiplicarem vegetativamente.

32. Definição Órgão vegetativo, geralmente aéreo, que serve para produzir e suportar folhas, flores, frutos, para a circulação de seiva bruta e elaborada, para armazenar reservas alimentares e, as vezes, para efetuar a propagação vegetativa.

33. Importância  Sustentação de folhas, flores etc.  Condução de substâncias alimentares.  Alimentar (reservas, açúcar, amido).  Industrial (borracha, corantes e resinas)  Comercial (madeiras).  Medicinal (gengibre etc).

34. Funções  Produção e suporte de ramos, flores e frutos.  Condução da seiva.  Crescimento e propagação vegetativa.  Reserva de substâncias.  Às vezes, função fotossintética.

35. Origem  Na gêmula do caulículo do enbrião da semente.  Exógena a partir das gemas caulinares.

36. Características gerais  Corpo dividido em nós e entrenós.  Presença de folhas e botões vegetativos.  Geralmente aclorofilados. Exceções: caules herbáceos.  Geralmente aéreos. Exceções: bulbos, rizomas e etc.  Geralmente geotropismo negativo.  Fototropismo positivo.

37.  Nó: região caulinar, em geral dilatada, donde saem as folhas.  Entrenó: região caulinar entre dois nós consecutivos.  Gema terminal: situada no ápice, constituída por escamas, ponto vegetativo (região meristemática) e primórdios foliares que o recobrem. Pode produzir ramo folioso ou flor e promove o crescimento.  Gema lateral: de constituição semelhante a anterior e que pode produzir ramo folioso ou flor. Situada na axila de folhas, chama- se também de gema auxiliar. Muitas vezes permanece dormente, isto é, não se desenvolve.

38. VISÃO EXTERNA DO CAULE

39. Classificação dos caules quanto aos habitats

40. TIPOS DE CAULE AÉREOS TRONCO - ESTIPE RASTEJANTE COLMO – HASTE VOLÚVEL E TREPADOR SUBTERRÂNEOS RIZOMA TUBÉRCULO BULBO AQUÁTICOS

41. TRONCO ESTIPE

42. COLMO HASTE

43. VOLÚVEL RASTEJANTE

44. Caules subterrâneos

45. RIZOMA CAULE DA SAMAMBAIA RIZOMA

46. TUBÉRCULOS BULBOS

47. Caules aquáticos

48. Classificação dos caules quanto ao desenvolvimento

49.  Ervas  Subarbustos

50.  Arbustos  Arvoreta

51.  Árvore  Lianas

52. Modificações adaptativas do Caule

53. AQUÁTICOS CACTOS – seus caules armazenam água

54. ACÚLEOSESPINHOS

55. CLADÓDIOSGAVINHAS

56. ORGANOGRAFIA – RAIZ E CAULE Disciplina: Organografia vegetal Thiago de Ávila Medeiros Rio de Janeiro MUITO OBRIGADO!

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