Organização do trabalho pedagogico 2

50 %
50 %
Information about Organização do trabalho pedagogico 2
Education

Published on May 8, 2014

Author: CamilaRibeiro35

Source: slideshare.net

Description

Formação PNAIC Matemática
Araucária - PR
Material produzido pelas coordenadoras e orientadores do município de Araucária a partir dos slides dos professores da UFPR.

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO - 2 CAMILA RIBEIRO

RETOMADA DA TAREFA DE CASA: 0 1 2 2 3 4 5 5 7 9 11 12 12 13 13 14 15 16 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 COPOS MEDIDORES RÉGUA PARA MEDIÇÃO DOS ALUNOS TRENA FITA MÉTRICA BARRINHAS COLORIDAS CALCULADORA VARAL COM SÍMBOLOS NUMÉRICOS REGUA DE CUISENAIRE BALANÇA SÓLIDOS GEOMÉTRICOS RELÓGIO TANGRAN CALENDÁRIO RÉGUAS MATERIAIS MANIPULÁVEIS BLOCOS LÓGICOS ÁBACO MATERIAL DOURADO

- Priorizar os instrumentos de diagnóstico de aprendizagem da sala de aula com vistas à Alfabetização Matemática de todos os alunos: perfil de turma e portfólio. - Destacar a intencionalidade pedagógica como elemento essencial no processo de alfabetização; - Apontar possibilidades para a organização do trabalho pedagógico; - Compartilhar vivências de professores que buscam garantir os Direitos de Aprendizagem de Matemática de todos os alunos. OBJETIVOS

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO Toda escrita pressupõe um leitor, seja ele um leitor possível ao qual endereçamos a escrita de nosso texto, seja ele um leitor presencial que assume o papel de interlocutor no momento da escrita.

ORGANIZAÇÃO AS SALA DE AULA O espaço físico da sala de aula necessita ser reconhecido como um espaço alfabetizador em Matemática, com instrumentos, símbolos, objetos e imagens pertencentes ao campo da Matemática escolar e não escolar.

ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA • Este ambiente deve ser planejado para o acolhimento dos alunos e para que a aula de Matemática aconteça com intencionalidade pedagógica; • Criar um ambiente problematizador que propicie a aprendizagem matemática, uma comunidade de aprendizagem compartilhada por professor e alunos; • Aprender Matemática em um ambiente colaborativo é importante para leitura e escrita (registro).

CONSTRUÇÃO DO AMBIENTE DE APRENDIZAGEM • Quadro de rotina; • Calendário; • Reta numérica (varal); • Produções dos alunos; • Sequência numérica; • Relógio; • Quadro numérico; • Textos complementares; • Régua medição de altura; • Materiais manipuláveis ao alcance dos alunos; • Calculadoras; • Portadores de textos com diferentes usos e representações numéricas;

COMO TRABALHAR COM ESSES EVENTOS? CALENDÁRIO Para reconhecimento e contagem do tempo (dia, mês e ano) QUAIS A S POSSIBILIDADES DE TRABALHO COM CALENDÁRIO?

CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES • Apontar no calendário o primeiro (início) e último dia do mês; •Mostrar para os alunos que o 1 dia do mês ocorre em diferentes dias da semana; •Ensiná-los a ler o calendário: Na vertical e na Horizontal; •Observar regularidades.

CONSTRUÇÃO DE GRÁFICO: ANIVERSARIANTES

CONSTRUÇÃO DE GRÁFICO: ANIVERSARIANTES

CONSTRUÇÃO DE TABELA: ANIVERSARIANTES

CONSTRUÇÃO DE TABELA: ANIVERSARIANTES É possível problematizar, por exemplo: Aline faz aniversário em junho, Bruno em abril, quem faz primeiro? Quem já fez aniversário?

PRODUÇÃO DE LINHA DE TEMPO: HISTÓRIA DA CRIANÇA

PRODUÇÃO DE LINHA DE TEMPO: HISTÓRIA DA CRIANÇA Construir a linha do tempo com os seus alunos

TABELA NUMÉRICA Com números de 1 a 100 para explorar as regularidades

Exemplos de REGULARIDADES : -1ª coluna: todos os números terminam em 0; -Todas as colunas: ordem crescente iniciando do primeiro algarismo até o nono, ordem decrescente fazendo o inverso (como exemplificado nos algarismos pintados de azul na última coluna); -Na diagonal em verde: a soma dos algarismos em todos os quadros é igual a 9; -Na diagonal em amarelo: os dois algarismos se repetem dentro do quadro;

VARAL COM SÍMBOLOS NUMÉRICOS Construídos com os alunos (Evitar contemplar os números somente até 10, para não dar a ideia de que eles terminam no 10);

MURAL PARA FIXAR REGISTROS Para produções do professor e alunos, textos complementares, curiosidades matemáticas;

APROPRIAÇÃO DO CONCEITO DE MEDIDAS

APROPRIAÇÃO DO CONCEITO DE MEDIDAS Com escola numérica

MEDIDAS DE ESPAÇO O corpo como referência

CONCEITO DE NÚMERO E EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA

CONCEITO DE NÚMERO E EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA Sugestão livro: Ida e Volta, de Juarez Machado.

CONCEITO DE NÚMERO E EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA

O ESPAÇO FÍSICO DA SALA Pensar na organização das carteiras contribui significativamente para a criação de um ambiente propício e favorável à aprendizagem, à problematização, à dialogicidade e à comunicação pela leitura e escrita, também em Matemática.

ESCOLAS DO MUNDO

TAIWAN

ARÁBIA SAUDITA

CUBA

ETIÓPIA

CATAR

REINO UNIDO

NIGÉRIA

ARGENTINA

RÚSSIA

PERU

ARÁBIA SAUDITA

CATAR

INGLATERRA

INGLATERRA – ÁREA RURAL

ESTADOS UNIDOS

IÊMEM

CUBA

HOLANDA

BRASIL

A LEITURA E A ESCRITA NAS AULAS DE MATEMÁTICA O TRABALHO COM A LÍNGUA PORTUGUESA CONCOMITANTE À ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA

PORQUE VALORIZAR A LEITURA E A ESCRITA NAS AULAS DE MATEMÁTICA? Possibilita acesso a uma cultura escrita e ao letramento.

Ler e escrever são ações não somente restritas ao campo da linguagem. Compreender um texto com conceitos matemáticos exigem um letramento para além da língua materna. À medida que conceitos vão ser apropriados, uma linguagem matemática também vai sendo elaborada.

Assim a leitura em Matemática assume um papel político, segundo Fonseca (2013): As práticas sociais envolvendo quantificação, medição, orientação, ordenação ou classificação são modos de usar a língua. Nossa herança cultural nos legou modos escritos de fazer Matemática. Cultura escrita nas sociedades grafocêntricas é permeada pela mesma racionalidade.

LEITURA, ESCRITA E ORALIDADE PARA O REGISTRO DA PRÁTICA “O saber dizer depende do saber fazer, e o saber escrever, do saber interiorizado da criança.” (BRUNER apud KISHIMOTO, 2004)

REGISTRANDO A PRÁTICA É importante considerar a função social do registro, enquanto o gênero textual que representa. Direcionar o estudante para a estrutura do gênero textual a ser produzido na aula de Matemática. As várias formas de registro possibilitam a produção de sentidos próprios do objeto matemático pelas crianças. Valorizar o desenho como forma de registro de modos de pensar matematicamente.

PIMM (1999) entende a necessidade do registro na aula de Matemática como: Forma de registro e comunicação de ideias; Comunicação sobre ideias, objetos e processos matemáticos; Constituídos por termos próprios da linguagem matemática; Inclui modos característicos de pensar e argumentar representados no TEXTO MATEMÁTICO.

RESOLVENDO SITUAÇÕES PROBLEMAS 1. Dividir a turma em 6 grupos de 5 professoras. 2. Cada grupo irá receber uma situação problema para responder usando desenhos ou outros materiais. 3. Apresentar para os demais a solução encontrada. 15 minutos para resolver

SITUAÇÕES PROBLEMAS 1 Joana juntou 10 palitos de picolé para trocá-los numa promoção em que 3 palitos davam direito a um picolé. Se Joana não comprou mais picolés, qual foi o maior número de picolés que ela conseguiu obter com a promoção? (Jornada de Matemática – Rede Municipal de Ensino de Curitiba – 2012)

SITUAÇÕES PROBLEMAS 2 Numa reunião de equipe há 6 alunos. Se cada um trocar um aperto de mão com todos os outros, quantos apertos de mão teremos ao todo? (DANTE, Luiz Roberto. Formulação e resolução de problemas de matemática: teoria e prática. São Paulo: Ática, 2009.)

SITUAÇÕES PROBLEMAS 3 Utilizando os recipientes apresentados ao lado, encontre uma maneira de obter em um deles exatamente 2 litros de água. (Jornada de Matemática – Rede Municipal de Ensino de Curitiba – 2012)

O REGISTRO • As listas, gráficos e tabelas também contribuem para um trabalho de organização de dados, possibilitando a problematização pelo professor dos resultados evidenciados em atividades de pesquisas. Caderno 1 – p. 23

O REGISTRO • Por exemplo: - O registro na tabela, do que aconteceu em um jogo de bolinhas de gude

O REGISTRO • Nessa tabela, várias problematizações podem ser realizadas: 1. Se o Thiago ganhasse um ponto, o que teria acontecido? 2. Se o Roger tivesse tirado um, o que teria acontecido? 3. Se todos tivessem tirado o número igual de bolinhas, o que teria acontecido? 4. Se a Professora tivesse ganhado dois pontos, o que teria acontecido?

MODELOS DE GRÁFICOS

SÍNTESE DA PRÁXIS • Todo o trabalho que foi planejado e desenvolvido em sala de aula necessita gerar uma síntese. As formas de fazer essa síntese precisam constar no planejamento do professor. AÇÃO REFLEXÃO AÇÃO

MOMENTO DE SOCIALIZAÇÃO • As atividades desenvolvidas foram coletivas e em situações de oralidade ou em um contexto de jogo ou de manipulação de materiais: • Nesse caso, o professor pode produzir, coletivamente com os alunos, um texto síntese, discutindo com eles as principais ideias que foram trabalhadas, organizando-as num texto curto, escrito na lousa – o professor como escriba – e copiado pelos alunos, dependendo do nível de alfabetização das crianças.

MOMENTO DE SOCIALIZAÇÃO

MOMENTO DE SOCIALIZAÇÃO • As atividades desenvolvidas foram realizadas individualmente ou em grupos • A atividade foi individual, mas envolvia resolução de situações-problema. Nesse caso, os próprios alunos contam aos demais colegas como pensaram na situação proposta. • A cada exposição o professor registra na lousa as ideias apresentadas.

FECHAMENTO: MOMENTO DE SOCIALIZAÇÃO

FECHAMENTO: MOMENTO DE SOCIALIZAÇÃO • As atividades desenvolvidas foram realizadas individualmente ou em grupos • A atividade foi realizada em grupo ou em dupla, durante a realização das atividades propostas, o professor deve circular pelos grupos e identificar as diferentes resoluções ou respostas dadas pelos alunos. • Ao acompanhar os grupos, selecionar quais discutir e escolher três ou quatro duplas ou grupos para fazer a exposição, procurando escolher respostas ou estratégias diferenciadas. • O grupo elege um relator do trabalho.

MOMENTO DE SOCIALIZAÇÃO

SÍNTESE DA PRÁXIS • Como já foi dito anteriormente, o professor precisa valorizar as falas dos alunos e as inconsistências ou respostas inadequadas ou incompletas, remetendo-as para a turma discutir. Se houver um ambiente de respeito pela fala dos alunos, eles não terão dificuldades em expor suas ideias, mesmo que elas não estejam corretas.

A TAREFA DE CASA • A tarefa de casa é importante para o momento de estudo individual do aluno. No entanto, essa tarefa deve ser para o aluno e não para a família. Assim, sempre propor tarefas que sejam exequíveis pelos próprios alunos.

A TAREFA DE CASA • Tarefas de retomada e/ou fixação do conteúdo trabalhado. • O professor poderá propor pequenas tarefas que possibilitem aos alunos continuar pensando sobre o assunto tratado em aula. No entanto, essas tarefas precisam ser planejadas para que haja tempo suficiente de correção na aula seguinte.

A TAREFA DE CASA • Tarefas que irão desencadear a próxima aula. • O professor poderá propor, por exemplo, a resolução de uma situação pelos alunos, na qual eles utilizarão diferentes formas de resolvê-la.

A TAREFA DE CASA • Tarefas que exigem coleta de material. • Muitas vezes a tarefa a ser proposta exige a coleta de material em jornais ou revistas, escolha de sucatas ou outros materiais que serão utilizados na aula seguinte.

Jogo – A travessia do rio

O QUE AVALIAR NO JOGO A TRAVESSIA DO RIO? COMO AVALIAR?

MATERIAL PARA AVALIAÇÃO • Todo o material produzido pelos alunos, individualmente ou em grupos, em sala ou em casa, pode se constituir em objeto de avaliação. Nele, o professor tem elementos para acompanhar o progresso dos alunos, os desafios e dificuldades que por ventura experimentem:

AVALIAÇÃO - se conseguem explicar de forma mais clara e adequada um procedimento; - se estão conseguindo ler e interpretar a instrução de um exercício ou o enunciado de um problema; - se estão se apropriando das ideias/estratégias que são compartilhadas nos trabalhos em grupo ou nos momentos de socialização.

MATERIAL PARA AVALIAÇÃO • O caderno do aluno mostra-se como um instrumento favorável para o registro de todo o movimento de resolução de atividades propostas, bem como das sínteses produzidas e negociadas pelo coletivo da turma.

AVALIAÇÃO, PROGRESSÃO E CONTINUIDADE DA APRENDIZAGEM • Entendemos que no ciclo de alfabetização não faz sentido interromper o movimento de aprendizagem de sala de aula para realização de uma prova formal pelo professor. A avaliação precisa ser contínua e formativa. CADERNO 1 – P.39

TAREFA DE CASA • Analisar seu livro didático e verificar se contempla atividades de Educação Estatística. • Mandar as fotos do ambiente alfabetizador de matemática até 15/05.

• Slides organizados pela equipe de coordenadoras e orientadores do PNAIC - Araucária despactando.blogspot.com

Add a comment

Related presentations

Related pages

nead.lista01 - Organização do Trabalho Pedagógico ...

TRABALHO ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGOGICO II - Duration: 3:15. by Contadores de História 6,371 views. ... Unidade 2 - Duration: 7:06.
Read more

Apresentação: Organização do Trabalho Pedagógico ...

Apresentação: Organização do Trabalho Pedagógico Paulo Ramos. ... projeto politico pedagogico - Duration: 2:59. by Rosana2355 3,394 views. 2:59
Read more

DIDÁTICA: ORGANIZAÇÃO DO - ACPMS - A educação é, e ...

Didática: Organização do Trabalho Pedagógico 2. Em uma sala de aula o professor age como orientador, ... Organização do Trabalho Pedagógico
Read more

Organização do Trabalho pedagógico? | Yahoo Respostas

... A importancia da Organização do Trabalho Pedagógico ... de 2.500 pontos que ... da organização do trabalho pedagogico em ...
Read more

PNAIC - Caderno 01 - Organização do Trabalho Pedagógico ...

Orientadora de Estudos. Eleúzia Lins da Silva Caderno 1 Organização do Trabalho Pedagógico 2º momento PREFEITURA MUNICIPAL DE BARUERI SECRETARIA ...
Read more

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL ... 2 Rotinas na Educação Infantil: a organização do trabalho pedagógico ...
Read more

Ministério da Educação - Educadores

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Formação de Professores do Ensino Médio ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NO ENSINO MÉDIO
Read more