Memento Mori Vi Noite De Poesia VâNia Diniz

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Entertainment

Published on December 20, 2008

Author: roberley

Source: slideshare.net

Description

Apresentação da Poetisa da Noite Vânia Diniz, na VI Noite de Poesia, realizada em Brasília-DF, no dia 29 de setembro de 2008.

Memento Mori VI Noite de Poesia Carpe Diem – Brasília / DF 29 de setembro de 2008 Homenagem a Joaquim Maria Machado de Assis Centenário da morte do autor – 1908 / 2008

Perfil da Escritora

Vânia Diniz É Poetisa da Noite... Memento Mori VI

Primavera em O rgia

Primavera em O rgia Sinto em meu peito a natureza a se expandir, Farta,bela, suave no horizonte colorido, E me detenho em cada espaço de vida e de canção, Que em orgia festejam delirantes a primavera. As cores que se multiplicam em arco-íris, Expressando em nuances a paixão do universo, Explodindo em orgasmo de beleza a estação, Que o planeta comemora esplendoroso. O sol a chamejar em luz diáfana e amarelada, Iluminando as flores aveludadas do caminho, O céu azul como um manto diáfano e belo, E a primavera a eclodir em gritos naturais.

Sinto em meu peito a natureza a se expandir,

Farta,bela, suave no horizonte colorido,

E me detenho em cada espaço de vida e de canção,

Que em orgia festejam delirantes a primavera.

As cores que se multiplicam em arco-íris,

Expressando em nuances a paixão do universo,

Explodindo em orgasmo de beleza a estação,

Que o planeta comemora esplendoroso.

O sol a chamejar em luz diáfana e amarelada,

Iluminando as flores aveludadas do caminho,

O céu azul como um manto diáfano e belo,

E a primavera a eclodir em gritos naturais.

Primavera em O rgia Os corações dos habitantes do planeta em vibração, fascinados transidos de amor em evolução aconchegante, A alegria que conduz à namoros e romantismos, E a paixão a circular intensa liderada pela primavera. Primavera, rosa, azul, dourado, sol. Luz e estrelas, Todo um conglomerado das riquezas do universo, Circulando como um tesouro de brilhos e fulgor, E a magia transcendendo qualquer eventual tristeza

Os corações dos habitantes do planeta em vibração,

fascinados transidos de amor em evolução aconchegante,

A alegria que conduz à namoros e romantismos,

E a paixão a circular intensa liderada pela primavera.

Primavera, rosa, azul, dourado, sol. Luz e estrelas,

Todo um conglomerado das riquezas do universo,

Circulando como um tesouro de brilhos e fulgor,

E a magia transcendendo qualquer eventual tristeza

Carícia da N atureza

Carícia da N atureza Escalei montanhas, imergi nos mares, Caminhei nas florestas, voei com pássaros, A me mostrarem a essência do planeta, E encontrei nos lagos a paz e calmaria!, Entendi de constelações e absorvi seu brilho, Nos meus olhos a luzir de esperanças, Conversando com a lua em segredos generosos, Enquanto o céu se cobria de nuvens esparsas. Procurei nos rios o seu trânsito ininterrupto, E segui seu curso ansiando desaguar Meus sonhos e encontrar um afluente seguro, Onde pudesse descansar minha alma.

Escalei montanhas, imergi nos mares,

Caminhei nas florestas, voei com pássaros,

A me mostrarem a essência do planeta,

E encontrei nos lagos a paz e calmaria!,

Entendi de constelações e absorvi seu brilho,

Nos meus olhos a luzir de esperanças,

Conversando com a lua em segredos generosos,

Enquanto o céu se cobria de nuvens esparsas.

Procurei nos rios o seu trânsito ininterrupto,

E segui seu curso ansiando desaguar

Meus sonhos e encontrar um afluente seguro,

Onde pudesse descansar minha alma.

Carícia da N atureza Esquentei-me transida ao sol matutino, Admirando os consistentes reflexos dourados, Em raios de calor a procurarem meu corpo, E sentindo na pele a carícia da natureza. Desnudei-me corpo e alma buscando, A suavidade da brisa a me confortar, Trazendo-me sua fresca e doce aragem, Enquanto gotas de chuva me refrescavam. Reapareci imune, vibrante e silenciosa, A colher pelo caminho as flores perfumadas, Descansando á sombra das frondosas árvores, E procurando no horizonte o caminho que viria.

Esquentei-me transida ao sol matutino,

Admirando os consistentes reflexos dourados,

Em raios de calor a procurarem meu corpo,

E sentindo na pele a carícia da natureza.

Desnudei-me corpo e alma buscando,

A suavidade da brisa a me confortar,

Trazendo-me sua fresca e doce aragem,

Enquanto gotas de chuva me refrescavam.

Reapareci imune, vibrante e silenciosa,

A colher pelo caminho as flores perfumadas,

Descansando á sombra das frondosas árvores,

E procurando no horizonte o caminho que viria.

Eu te procuro pelos caminhos

Eu te procuro pelos caminhos Eu te procuro por todos os caminhos, Nos lugares mais imprevisíveis, Em todos os cantos da imaginação E até nos lugarejos que não conheço. Eu te procuro em cada canto da alma, Nos recantos escuros e tão vazios, Em meio ao burburinho das cidades E nas ruidosas horas de movimento. Eu te procuro como uma sonâmbula, Nas madrugadas frias e solitárias, Em todas as manhãs que se renovam, E nos dias que passam lentamente.

Eu te procuro por todos os caminhos,

Nos lugares mais imprevisíveis,

Em todos os cantos da imaginação

E até nos lugarejos que não conheço.

Eu te procuro em cada canto da alma,

Nos recantos escuros e tão vazios,

Em meio ao burburinho das cidades

E nas ruidosas horas de movimento.

Eu te procuro como uma sonâmbula,

Nas madrugadas frias e solitárias,

Em todas as manhãs que se renovam,

E nos dias que passam lentamente.

Eu te procuro pelos caminhos Eu te procuro sem saber quem és, Envolvida na saudade imprevisível, Contornada pelo obscuro acaso, Que torna meu desejo insaciável. Eu te procuro nos sonhos etéreos, Nos pensamentos ininterruptos, Em meio ao compasso do coração, Que me fala de segredos que não sei. Eu te procuro nas horas de vibração, Na concentração de variados momentos, Em todos os instantes de distração, E até nos recolhimentos profundos. Eu te procuro naquele momento sempre, Envolvida nas passagens acolhedoras E nas imagens que inebriada eu crio, Nos meandros do inconsciente alucinado.

Eu te procuro sem saber quem és,

Envolvida na saudade imprevisível,

Contornada pelo obscuro acaso,

Que torna meu desejo insaciável.

Eu te procuro nos sonhos etéreos,

Nos pensamentos ininterruptos,

Em meio ao compasso do coração,

Que me fala de segredos que não sei.

Eu te procuro nas horas de vibração,

Na concentração de variados momentos,

Em todos os instantes de distração,

E até nos recolhimentos profundos.

Eu te procuro naquele momento sempre,

Envolvida nas passagens acolhedoras

E nas imagens que inebriada eu crio,

Nos meandros do inconsciente alucinado.

Frases

Paz é a única forma de preservar este planeta do qual somos hóspedes temporários. Paz é só o que precisamos para que possamos conhecer a nós mesmos e lutar para que sejamos melhores e mais felizes.

Paz é a única forma de preservar este planeta do qual somos hóspedes temporários. Paz é só o que precisamos para que possamos conhecer a nós mesmos e lutar para que sejamos melhores e mais felizes.

Eis que está chegando a primavera bela e colorida, a estação mais festejada do ano com sua luminosidade, alegria, doçura e trazendo-nos o canto dos pássaros, convidando-nos a festejar

Eis que está chegando a primavera bela e colorida, a estação mais festejada do ano com sua luminosidade, alegria, doçura e trazendo-nos o canto dos pássaros, convidando-nos a festejar

Minha misão é Apoiar autores e Divulgar a literatura

Minha misão é Apoiar autores e Divulgar a literatura

A literatura é o instrumento mais eficaz de lutarmos pela inclusão

A literatura é o instrumento mais eficaz de lutarmos pela inclusão

Sem cultura o ser humano age por instinto. Somos racionais, pela capacidade de pensar e seguir uma linha de raciocínio seja qual for o momento em que estejamos vivendo. Essa é a importância da educação.

Sem cultura o ser humano age por instinto. Somos racionais, pela capacidade de pensar e seguir uma linha de raciocínio seja qual for o momento em que estejamos vivendo. Essa é a importância da educação.

Vânia Diniz Portal VMD http://www.vaniadiniz.pro.br

Memento Mori VI Noite de Poesia Carpe Diem – Brasília / DF 29 de setembro de 2008 Homenagem a Joaquim Maria Machado de Assis Centenário da morte do autor – 1908 / 2008

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