Memento Mori V Noite de Poesia Marilza Rezende

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Published on December 20, 2008

Author: roberley

Source: slideshare.net

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Apresentação da Poetisa da Noite Marilza Rezende, na V Noite de Poesia, realizada em Brasília-DF, no dia 23 de julho de 2008.

Memento Mori V Noite de Poesia Carpe Diem – Brasília / DF 23/07/2008 A Literatura vista com outros olhos http://www.mementomori.com.br

Marilza Rezende 52 anos, nascida em Minas Gerais, amante da poesia, eternamente apaixonada pela vida. Conselheira da Academia de Escritores de Piracicaba-SP, Membro da Academia Paulistana da História (Patrono Fernando Pessoa), Sócia-titular da Ordem Nacional dos Bandeirantes Associada a REBRA-Rede Brasileira de Escritoras.

52 anos, nascida em Minas Gerais, amante da poesia, eternamente apaixonada pela vida.

Conselheira da Academia de Escritores de Piracicaba-SP,

Membro da Academia Paulistana da História (Patrono Fernando Pessoa),

Sócia-titular da Ordem Nacional dos Bandeirantes

Associada a REBRA-Rede Brasileira de Escritoras.

Marilza Rezende Prêmios literários: Casa do Novo Autor, 4º Concurso Nacional e Internacional Poeta Nuno Álvaro Pereira, Prêmio Revista Brasília 1998 e 1999; Prêmio Academia Ponta-Grossense de Letras e Artes; Prêmio OMNIRA 500 anos Brasil. Livros publicados : Champanhe, amor e poesias Versos & Tintas

Prêmios literários:

Casa do Novo Autor, 4º Concurso Nacional e Internacional Poeta Nuno Álvaro Pereira,

Prêmio Revista Brasília 1998 e 1999;

Prêmio Academia Ponta-Grossense de Letras e Artes;

Prêmio OMNIRA 500 anos Brasil.

Livros publicados :

Champanhe, amor e poesias

Versos & Tintas

Memento Mori Marilza Rezende É Poetisa da Noite...

PEDAÇOS     Nos pedaços de mim mesma recomponho-me como rocha, que brota do espanto milenar da terra e nasce novamente.   Um pedaço de mim é errante, outro pedaço de mim é amor.   Um pedaço de mim é mãe, outro pedaço de mim é pai.   Um pedaço de mim é racional, outro pedaço de mim é sensacional.   Nos pedaços de mim mesma restauro-me como vazo quebrado, que brota das mãos sólidas e renasce. Um pedaço de mim é distante outro pedaço de mim é sonhadora.   Um pedaço de mim é ruim outro pedaço de mim é lindo.   Nos pedaços de mim mesma junto meus cacos, somo aos meus vários pedaços e me faço mulher.

TENTO ARRUMAR A CASA...     Tento arrumar a casa, lavo o coração e passo neurônios amarrotados, penteio a cabeça e deixo os cabelos lisos sem fios quebradiços.   Dobro alguns sentimentos e guardo, outros jogo fora quando a poeira não sai. Pensei em alvejá-los mas lhes tiraria a cor...   Tenho as roupas dobradas e arrumadas uma a uma, bem passadas e engomadas, cores sobre cores, tom sobre tom. Arrumo todas no guarda roupa, como quem arruma os pensamentos em desordem.   Aspiro e respiro como quem abre as janelas. Vento e luz natural ajudam a espantar as sombras escondidas nos cantos.   Já arrumei outras vezes, sei que o brilho logo chega.   Recebo pessoas frias, quentes, tristes, alegres, magoadas, as que magoam, decepcionadas, as que decepcionam, mas recebo todas...   É bom receber as pessoas com cheiro de tinta nova E com cerquinha branca de madeira no jardim (igual sonho de americano).   As pessoas se encantam com este renovar e sempre voltam a freqüentar nossa casa.   Tenho um coração a lenha, bem aconchegante para noites frias.

Solidão   Gosto da solidão. Daquela que não dói, nem mesmo o coração.   Gosto da solidão. Sem pessoas, sem barulho. Daquela que não destrói.   Vivo a solidão com intensidade. Preciso estar só em algumas horas, para digerir a quantidade enorme de amor que engoli. Solitário - 60X50 - 2000

No Canto da Cama Você chegou sorrateiro do lado direito, no canto da minha cama e bem atrevido deitou, me olhou e sorriu. Depois me vestiu de nua como se fosse tua. Com seu beijo ardente juntou teus lábios aos meus. Sua saliva quente a percorrer meu corpo em chama ali mesmo na cama. Me chamou de amor, Gemeu de orgasmo e prazer sem nada dizer. E na manhã seguinte sem nenhum requinte calado deixou o canto direito da cama todo desarrumado nem sequer sorriu levantou-se e saiu. E eu ainda nua já não era mais tua .

Um vinho tinto à temperatura exata, ouvir um jazz, dançar, fazer um poema, abraçar, sentir o beijo, cantar, ser feliz, sentir a chuva, andar descalça na areia, sentir a brisa do mar, tem a minha essência.

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