Memento Mori V Noite de Poesia Fátima Paraguassú

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Published on December 20, 2008

Author: roberley

Source: slideshare.net

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Apresentação da Poetisa da Noite Fátima Paraguassú, na V Noite de Poesia, realizada em Brasília-DF, no dia 23 de julho de 2008.

Memento Mori V Noite de Poesia Carpe Diem – Brasília / DF 23/07/2008 A Literatura vista com outros olhos http://www.mementomori.com.br

Fátima Paraguassú Nasceu em Santa Cruz de Goiás, aos dois dias do mês de setembro de 1956. Filha de Sebastião Teixeira da Motta e de Luzia Rodrigues da Motta; mãe de Weverton; casada com Warendy. Musicista, escritora; exerce a poesia, pratica as artes plásticas. Desenvolve um trabalho de pesquisa e salvaguarda da Memória Cultural de Santa Cruz de Goiás, onde preserva uma residência extra, mora nas duas cidades, para não sair do convívio de seus mestres queridos.

Nasceu em Santa Cruz de Goiás, aos dois dias do mês de setembro de 1956. Filha de Sebastião Teixeira da Motta e de Luzia Rodrigues da Motta; mãe de Weverton; casada com Warendy.

Musicista, escritora; exerce a poesia, pratica as artes plásticas. Desenvolve um trabalho de pesquisa e salvaguarda da Memória Cultural de Santa Cruz de Goiás, onde preserva uma residência extra, mora nas duas cidades, para não sair do convívio de seus mestres queridos.

Fátima Paraguassú Síntese sobre seus trabalhos divulgados: Membro efetivo da AVBL Personalidade Cultural da Casa do Poeta Brasileiro – Sede em Goiânia Diretora de Comunicações do Centro Cultural Eldorado dos Carajás em Goiânia Presidente da Comissão Municipal de Folclore de Santa Cruz de Goiás Vice Presidente da S.A.L. (Sociedade dos Artistas Livres) Compôs o Hino do Fórum Goiano de Economia Solidária Fez e lançou um vocabulário de expressões populares de Santa Cruz de Goiás. Está no prelo uma revista Re- Conhecendo a Memória Cultural Santa-cruzense, através desta ação foi classificada no Premio Culturas Populares 2007 da secretaria de Identidade e Diversidade Cultural, do MINC

Síntese sobre seus trabalhos divulgados:

Membro efetivo da AVBL

Personalidade Cultural da Casa do Poeta Brasileiro – Sede em Goiânia

Diretora de Comunicações do Centro Cultural Eldorado dos Carajás em Goiânia

Presidente da Comissão Municipal de Folclore de Santa Cruz de Goiás

Vice Presidente da S.A.L. (Sociedade dos Artistas Livres)

Compôs o Hino do Fórum Goiano de Economia Solidária

Fez e lançou um vocabulário de expressões populares de Santa Cruz de Goiás.

Está no prelo uma revista Re- Conhecendo a Memória Cultural Santa-cruzense, através desta ação foi classificada no Premio Culturas Populares 2007 da secretaria de Identidade e Diversidade Cultural, do MINC

Memento Mori Fátima Paraguassú É Poetisa da Noite...

Corrupção Termo estranho, de boca em boca ele anda, tanta tramóia comanda, não sei bem o seu tamanho. Fala-se dele no correio, no corredor, no banco, na repartição, na loja, no salão. No congresso, nem paga ingresso, entra e sai, quando quer, todo político tem acesso. Corrupção... corre o pição... não sei ao certo seu nome. É homem, assombração? é tão falado esse sujeito! a ele todo meu respeito! que companheirão!... Este senhor de quem falo hoje comanda nosso País. É ele o Presidente? ou um conselheiro somente? em tudo , mete o nariz. Eita sujeito famoso! ou será um travesti? meretriz? Garota de programa? pois, a tantos faz feliz! Nada sei, de tudo que sei, só sei, que pouco sei deste Fulano, Cicrano, Beltrano: um furacão que causa dano maior que um tsunami. Merece aplausos, medalha, condecoração: É um corajoso! Espalha migalhas de dinheiro, de pão, na mesa do desafortunado. Na mesa do abastado, espalha luxo, ostentação. Ao pobre, sem o cedilha dá a maior força; joga pra cima, grita: - Avante! Meu irmão! sobe a ladeira, pega a mala , com ela escala os degraus da salvação. Ajude a fortalecer nosso partido enche nosso saco de suor sofrido... Cheio de esperança na melhora de vida, sem entender bem o discurso enrolado, Sem um dicionário que decifra o que um político fala; o eleitor, coitado! Enche aquela mala, com imposto que lhe é imposto, com míseros trocados, repassados num mínimo salário: Enche o saco do salafrário. ...

Termo estranho,

de boca em boca ele anda,

tanta tramóia comanda,

não sei bem o seu tamanho.

Fala-se dele no correio, no corredor,

no banco, na repartição,

na loja, no salão.

No congresso, nem paga ingresso,

entra e sai, quando quer,

todo político tem acesso.

Corrupção... corre o pição...

não sei ao certo seu nome.

É homem, assombração?

é tão falado esse sujeito!

a ele todo meu respeito!

que companheirão!...

Este senhor de quem falo

hoje comanda nosso País.

É ele o Presidente?

ou um conselheiro somente?

em tudo , mete o nariz.

Eita sujeito famoso!

ou será um travesti?

meretriz? Garota de programa?

pois, a tantos faz feliz!

Corrupção Os dias vão passando, os trouxas só levando. A esperança ruindo..., a conclusão que se chega, é que a cédula era vesga na hora da eleição. Com o traseiro em chama o cidadão só reclama da nefasta posição. De gato e sapato foi feito o pacato: jogado de quatro; de lado; de costas; papai e mamãe; sessenta e nove vezes ao ano; de hora em hora a coisa piora. Quanta humilhação! Amedrontado, infeliz, o violentado apenas diz: - Por favor deputado, senador..., meu companheirão!... aceito que me invada, aceito que me exploda. Estrangulou-me o pescoço com a força sem cedilha, enfartou minha esperança com a desilusão. Poupe- me o resto, seja uma vez correto: não tire o cedilha do pição!

Os dias vão passando,

os trouxas só levando.

A esperança ruindo...,

a conclusão que se chega,

é que a cédula era vesga

na hora da eleição.

Com o traseiro em chama

o cidadão só reclama da nefasta posição.

De gato e sapato foi feito o pacato:

jogado de quatro; de lado; de costas;

papai e mamãe; sessenta e nove vezes ao ano; de hora em hora a coisa

piora.

Quanta humilhação!

Amedrontado, infeliz, o violentado apenas diz:

- Por favor deputado, senador..., meu companheirão!...

aceito que me invada, aceito que me exploda.

Estrangulou-me o pescoço com a força sem cedilha, enfartou minha

esperança com a desilusão.

Poupe- me o resto,

seja uma vez correto:

não tire o cedilha do pição!

Desilução Cimento, fundamento, suporte. A quadrelha, a fachada, a viga, a calha... Escoa a água. Céu coberto, perfeito: a morada! Construtor abrigado, laços alicerçados, cercados, adornados de várias cores. Pela vidraça voltada para a mata, embriagou- se com o canto do bem te vi. Deslumbrado com a beleza do horizonte, deslizando no imaginário, a imagem interior do relicário. (...) amontoado de recordações: Conquistas! Cai no abismo: Languidez e putrefação lhe acompanham, desgovernado, desce os degraus da fama. Embrutecido pelo desencanto, entristecido pelos cantos, não mais absorve o encanto do existir. A (parente) mente sofre! Burlesco, ab-roga a poesia, incauto, abscinde a alegria Força bruta! Empurra, puxa, abre e fecha a porta. Mão abrupta! Fecha (dura) entorta! Fotos, fatos, recortes empoeirados: deteriora! O dia, a noite, o beijo, o açoite... Bela a vida! Pusilâmine a morte!

Cimento, fundamento, suporte.

A quadrelha, a fachada, a viga, a calha...

Escoa a água.

Céu coberto, perfeito:

a morada!

Construtor abrigado, laços alicerçados, cercados, adornados de várias cores.

Pela vidraça voltada para a mata,

embriagou- se com o canto do bem te vi.

Deslumbrado com a beleza do horizonte, deslizando no imaginário, a imagem interior do relicário.

(...) amontoado de recordações:

Conquistas!

RE - FEIÇÃO Amálgama prazerosa, fervilhante caldeirão. Pequenos, grandes, lábios; mente: ebulição. Legumes ensopados, corpos misturados: suados. Cheiro verde galope, trote nutrição. Façanha, destreza. Volúpia... Ida, volta, sobe, desce – ápice! Explosão! Grito... Agito... Descanso: sopa!

Amálgama prazerosa,

fervilhante caldeirão.

Pequenos, grandes,

lábios;

mente: ebulição.

Legumes ensopados,

corpos misturados:

suados.

Cheiro verde

galope, trote

nutrição.

Façanha,

destreza.

Volúpia... Ida, volta,

sobe, desce –

ápice!

Explosão!

Grito... Agito... Descanso:

sopa!

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