Mass communication research e funcionalismo

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Information about Mass communication research e funcionalismo

Published on June 21, 2016

Author: richard_romancini

Source: slideshare.net

1. Mass Communication Research e Funcionalismo Prof. Dr. Richard Romancini

2. Lasswell e outros pioneiros - Impacto dos meios na sociedade conduz pesquisadores de diferentes áreas à comunicação, existe um paralelismo entre a “mass communication research” e a perspectiva funcionalista que se desenvolve; - Parte-se, no início de uma de visão até otimista do papel dos meios (potencialmente bons – Lasswell, 1927 - data de publicação de trabalho importante sobre a propaganda na I Guerra); - Lasswell: Um dos primeiros modelos teóricos importantes - comunicação como “agulha hipodérmica” (influência do behavorismo, teorias Pavlov, teorias biológicas);

3. Lasswell e outros pioneiros - Lasswell (1948), formula o que seria o primeiro modelo (ou paradigma de estudo da comunicação: quem diz o que, por que canal e com qual efeito? – formulação de uma problemática da comunicação de modelo funcionalista (crítica hoje = fracionamento da comunicação); - Na prática privilegiou-se a análise dos efeitos e de conteúdo.

4. Lasswell e outros pioneiros Harold Dwight Lasswell (1902- 1978) e seu estudo da propaganda da I Guerra Fonte: Infoamérica

5. Lasswell e outros pioneiros Edward Bernays, pai das RP Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=-xvWpkL8qyQ

6. Funcionalismo – Continuidade Paul Lazarsfeld / Robert Merton - Comunicação, como outras dimensões da realidade social, possui “funções” em termos do ajustamento e coesão social. Daí preocupação desses autores com as “disfunções”; - Funções: 1. vigilância, 2. relações entre os componentes do meio, 3. transmissão herança social (Lasswell) e 4. diversão (Lazarsfeld e Merton); Robert K. Merton (1910-2003) e Maxwell McCombs (1940) Fonte: Infoamérica

7. Funcionalismo – Continuidade - Outros autores funcionalistas: Kurt Lewin (“decisão de grupo”) e Carl Hovland (persuasão na comunicação) (psicólogos) – pesquisas quantitativas de audiência; - Pesquisa administrativa: pesquisa que procura o conhecimento para aperfeiçoar a mídia existente. Baixa crítica social. Ciência social “neutra”.

8. Funcionalismo – Continuidade “Duplo fluxo” (two steep flow) – anos 40 e 50 - Crítica ao modelo hipodérmico: existe uma mediação fundamental: “líder de opinião” (gatekeeper) (dentro de um “grupo primário”) – Lazarsfeld e Katz / formadores de opinião; - Modelo aplicado em pesquisa empírica, procura reconstruir “degraus” da influência; - Influência no modelo de difusão de inovações. Fonte: Infoamérica

9. Funcionalismo – Continuidade Vozes dissidentes e mais críticas entre os autores funcionalistas - Wright Mills: estudo do lazer e do poder associado aos aparatos técnicos da comunicação (TV); - D. MacDonald: fim da cultura popular e da cultura erudita; ”mass cultura” / “midcultcure” x “high culture” / “popular culture”. Charles Wright Mills (1916- 1962) e Dwight Macdonald (1906-1982) Fonte: Infoamérica

10. Agenda Setting - Mídia não diz o que pensar, mas diz sobre o que pensar; - Mídia cria: “ordem do dia” / “hierarquia de assuntos”; - Tais aspectos estão ligados a especificidades dos meios; - Inverso: “espiral do silêncio”; - “Gap” entre agenda da mídia e do público pode levar a mudanças de comportamento no longo prazo.

11. Usos e gratificações - Deslocamento de perspectiva: •não mais “o que os meios fazem às pessoas?”, mas •“o que as pessoas fazem com os meios?”; - Maior ênfase nos aspectos sócio-psicológicos do receptor; - Efeito da mídia é conseqüência de gratificações às necessidades do receptor (consumo/uso è efeitos); - Destaque ao papel criativo e crítico da audiência; - Problema metodológico (relatos pessoais) leva à pesquisa etnográfica; - Alguma convergência com estudos críticos da Comunicação.

12. Síntese das descobertas e contribuições do Funcionalismo sobre a comunicação - Reforço prevalece sobre conversão; - Influência pessoal limita “poder” dos media; - Há forte vínculo entre contexto social e comunicação; - Importância do contexto social explica a, ao longo do tempo, perda de influência do “líder de opinião”; - Efeitos a longo prazo.

13. Críticas ao Funcionalismo - Ambiência psicológica de parte dos estudos empíricos não corresponde à realidade (exposição seletiva da realidade é diferente da situação de experimento); - Nível microssociológico, descritivo e administrativo não contribui com teorização ampla; - Baixa criticidade social: conservadorismo.

14. Periodização e características da Mass Communication Research e do Funcionalismo Ambiência basicamente norte-americana no início e hoje mundial

15. Retomando/Resumindo Teoria Hipodérmica - Causa  Efeito (estímulo) (resposta) - Linearidade do processo de comunicação; - Mídia exerce influência direta nos indivíduos; - Forte âmbito psicológico; - “Manipulação”. MCM  Indivíduos

16. Retomando/Resumindo Funcionalismo: Duplo fluxo e derivações - “Persuasão”: efeitos limitados; - Pesquisa de campo investiga limites da influência (preocupação com contexto social); - Dimensão prático-aplicativa dos problemas investigados: pesquisa administrativa; - Dinâmica da formação da opinião pública: interação entre os indivíduos; - Logo, importância dos grupos de referência (familiares, amigos, religiosos etc.) e “líderes de opinião”.

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