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Manual cromoterapia curso completo--

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Published on September 23, 2014

Author: resekcenci

Source: slideshare.net

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A luz é uma das mais importantes fontes de cura disponível para todos. A luz pode ser usada para curar problemas físicos e mentais. Ninguém duvida que as cores exerçam uma influência específica, cada uma a seu modo, nas pessoas, nos animais e até mesmo nas plantas. Qualquer pessoa pode aprender e praticar a Cromoterapia. Não ha necessidade de poderes especiais para a prática desta técnica. A cor tem um importante papel em qualquer tipo de tratamento e, quer o cliente ou não, se for usada à luz colorida, seu efeito será obtido. E pode ser usada como complemento de tratamento em diversas áreas, especialmente para profissionais de estética, SPA, salões de beleza, massoterapeutas, terapeutas holísticos e demais interessados nessa área
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Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 1 Ao trabalhar com as cores para fins terapêuticos, o cromo terapeuta deve, antes de tudo, estar em equilíbrio físico e mental. O cromo terapeuta deve analisar detalhes, buscando associar os sintomas às causas emocionais. Na cromoterapia a cura se dá quando conseguimos ao mesmo tempo: restabelecer o equilíbrio bioenergético do corpo e eliminar a forma pensamento negativa causadora da doença. Muita das doenças que afetam o homem tem sua origem na aura, ou seja, as doenças se estabelecem primeiramente a nível emocional/mental que mais tarde podem só matizam-se causando a doença no corpo físico. A cromoterapia não trata apenas os sintomas, ela dirige-se à causa do desequilíbrio energético, ou seja, ela atinge o campo energético dos órgãos e sistemas. Atenção: O uso das cores não dispensa o tratamento médico. Introdução A chamada medicina tradicional complementar vem ganhando imenso espaço atualmente, nos quadrantes do mundo. A opção por técnicas menos invasivas, de custo mais baixo, associadas a mudanças na qualidade de vida, e, sobretudo, alicerçadas no reencontro com os recursos da natureza e com a realidade espiritual, esta opção é uma realidade crescente, que indica um anseio disseminado em toda parte, no sentido de encontrar alternativas para certos problemas crônicos enfrentados pelo mundo globalizado. E, sem dúvida, um destes problemas está na deterioração da saúde humana, que possui diversos fatores geradores, e que atinge a todos os indivíduos, sem distinção de qualquer natureza – embora agravados certamente pelas condições sociais, econômicas e culturais da pessoa. Dentre estas técnicas, situam-se aquelas relacionadas com o tratamento dos chamados corpos sutis do homem, que recebem diversas denominações conforme o jargão adotado pelos estudiosos da matéria. Todas elas têm em comum a abordagem direcionada ao sistema de chacras e nadis, estruturas energéticas respectivamente helicoidais e tubulares, responsáveis pelo fluxo, circulação, renovação e equilíbrio da energia vital no organismo energético do ser humano. Neste diapasão, merece especial relevo a Cromoterapia, prática que consiste no emprego de luz cromatizada no tratamento de situações-problema psíquicas e biológicas envolvidas em processos de desarmonia energética humana. Embora ela possa desdobrar-se em correntes diversas, a mais importante é aquela na qual esta aplicação luminosa é feita diretamente nestes centros de força denominado chacras. Cada um deles é responsável pela harmonia energética de determinada função fisiológica, psicológica e parapsicológica, o que justifica a opção pela atuação diretamente nestes vórtices energéticos.

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 2 Porém, a eficácia da prática cromoterápica está grandemente condicionada à eficiente verificação do estado energético de cada um dos chacras. Como ainda inexistem máquinas capazes de realizar esta auscultação com grau considerável de precisão, é melhor que esta seja feita diretamente pelo terapeuta. E dentre as técnicas utilizáveis para este fim, as melhores serão aqueles nas quais o próprio campo energético do terapeuta esteja implicado, haja vista os princípios vibratórios da sintonia e da ressonância. Contudo, a sensibilidade energética pode ser erroneamente interpretada pela consciência. Nesta, intervém uma série de fatores relacionados à situação pessoal do terapeuta, tais como preconceitos, conhecimento adquirido, grau de desenvolvimento espiritual, entre outros. Para evitar tal risco e tais inconvenientes, recomenda-se a opção por recursos de acesso direto ao profundo potencial do inconsciente na auscultação energética, desde que sejam capazes de traduzir fielmente as mensagens deste e minorar a ação do fator consciente. Histórico e Filosofia das Terapias Holísticas 1.1. Considerações gerais A medicina científica do século XXI é herdeira de toda uma história de investigações nos mais diversos campos do conhecimento. Suas proezas hoje alcançadas impressionam pela magnitude da eficácia terapêutica bem como pela diversidade de recursos técnicos empregados. No entanto, a civilização mundial nascente assiste a um espetáculo bastante peculiar no tocante à diferença de resultados verificados na utilização desta avançada ciência, no que se referem aos variados tipos de enfermidades apresentados nas diversas latitudes, classes econômicas, situações culturais e faixas etárias pelo mundo afora. Assim, enquanto ela se mostra insuperável no combate a certas moléstias adequadamente enquadradas no vocabulário técnico-profissional, ela se revela ineficiente no trato de certos tipos de doença de fundo social, de complexidade somatopsicológica ou de padrão energético que superem a abordagem estritamente físico-química da atual farmacologia repressiva, bem como na intervenção cirúrgica invasiva hoje praticada. Diante deste quadro, faz-se necessária uma profunda reflexão acerca da natureza, das características, da extensão e do alcance da ciência médica ocidental. Com isto, não se está propondo aqui o simples abandono sumário de todo este universo conceptual e de toda a riqueza tecnológica a ele agregada. De fato, esta é uma solução simplista apressadamente adotada por muitos idealistas, como os adeptos das propostas extremadas da chamada "Nova Era". Estes apregoam o abandono da medicina clínica ocidental, de toda a farmacologia química, enfim, de todas as técnicas enquadradas sob a designação de "Medicina Alopática", classificação esta empregada com cunho geralmente depreciativo, como se ela fosse inadequada, contraproducente, e mesmo nociva. E eis que, em seu lugar, eles propõem simplesmente o uso de receitas naturais, tisanas, unguentos, emplastros, sem uma prévia averiguação da atuação de tais recursos, e sem

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 3 nem mesmo observarem que tais recursos são os mesmos aplicados nesta Medicina por eles rechaçada, alguns dos quais de séculos passados. Assim, é preciso evitar o duplo equívoco de ambas as atitudes extremistas: o da medicina vigente que refuta todo esforço terapêutico que não se submeta a seus cânones de verificação científica instrumental e estatística; e o da contracultura naturalista que contesta a própria contestação, e que se erige em oposição sistemática a todo método científico, contribuindo assim para a pouca aceitação e a má vontade dos teóricos ortodoxos no sentido de investigar os princípios subjacentes a esta problemática. Felizmente, a situação tem se modificado favoravelmente, em ambas as frentes. Por um lado, os terapeutas tradicionais começaram a examinar os critérios científicos que explicam a ação psico-fisiológica das suas técnicas, bem como saíram da atitude ingênua e temerária de recomendar o uso exclusivo de seus recursos como solução para todos os problemas. De outra parte, os médicos ortodoxos passaram a olhar com novos olhos para toda esta imensidão de propostas terapêuticas legadas por uma tradição ancestral multimilenárias da qual nasceu à própria medicina científica por eles cultuada; e, além disso, passaram a adotar vários princípios terapêuticos consagrados nestas práticas paralelas, como as ideias de prevenção, de cura através do alimento, de equilíbrio energético, de atuação integral a nível mental e corporal, de avaliação completa da situação de vida do paciente, de tratamento da unidade familiar como um todo, de análise dos fatores morais envolvidos na etiologia das moléstias, de consideração do elemento espiritual outrora ridicularizado, entre outros. É claro que este processo não poderia deixar de enfrentar certos obstáculos e mesmo desvios, derivados das limitações e dos interesses inerentes a ambas as partes, e agravados pela interferência do fator econômico. Assim, enquanto os terapeutas tradicionais muitas vezes pretendem obter reconhecimento igual ao dos médicos ortodoxos, sem submeterem ao amplo processo de formação superior ao quais estes são submetidos, eis que os profissionais de saúde, diante da inevitabilidade do reconhecimento de tais terapias, requerem que elas sejam permitidas apenas aos indivíduos portadores de tal ou qual diploma acadêmico. A solução para este cipoal de problemas e reivindicações pode e deve ser procurado na via equânime da legislação. Somente ela pode institucionalizar aquilo que, até então, vinha sido considerado como prática social informal, mas cuja aceitação popular e cuja simpatia despertada em certos setores da ciência não podem ser negada. Porém, a mera positivação desta atividade sob uma forma legalizada não resolve o problema; pelo contrário, ela poderá agravar o quadro, caso a previsão legal não tenha sido formulada de maneira adequada, ou seja, se houver um descompasso entre a lei e a justiça. Por tudo isto, vê-se que a análise de questão tão complexa como a das terapias tradicionais complementares exige não apenas a verificação da sua situação legal, mas o aprofundamento da reflexão necessária para decisão tão importante. Assim, é importante chamar a Filosofia e a Ética

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 4 para este diálogo, para que o consenso dele decorrente resulte em benefícios para todas as partes, e, sobretudo, para o destinatário fundamental de todo este esforço – o doente e atormentado cidadão terrícola do século XXI. Em direção à luz Nosso planeta e todas as suas criaturas estão envolvidas pela saudável luz do sol. Os ciclos de nosso corpo, a cor de nossa pele e até nossa personalidade têm a ver com a quantidade de luz que recebemos do ambiente em que vivemos. Nosso corpo requer oxigênio para respirar, comida para se alimentar e a luz para viver. A luz não é apenas um dos componentes básicos e essenciais para a sobrevivência de nossa espécie e do nosso mundo, mas uma das mais importantes fontes de cura disponíveis para todos. A luz pode ser usada para curar problemas físicos e mentais; em sua casa, ela pode tirar suas forças ou contribuir para curá-la. Além de simbolizar a luz do Espírito, ela é também essencial ao nosso bem-estar físico. Não é por coincidência que usamos o termo “iluminação” para descrever uma profunda experiência espiritual. No mais profundo do nosso ser reconhecemos o poder da luz. Usamos expressões como “eu vi a luz”, “você é a luz da minha vida”, “vivendo na luz”, ou afirmação bíblica “Faça-se a Luz”, indicando o poder que lhe atribuímos. Cor Um dos mais conhecidos meios de observar e se relacionar com a luz em nosso ambiente é pela cor. Cada parte da vida é por ela afetada. A cor que percebemos em um objeto é produzida pela incidência da luz branca sobre a superfície coberta por pigmentos, ou na condição normal da matéria desse objeto que, ao receber a luz branca, tem a capacidade de absorver algumas vibrações e refletir as demais. A cor é uma parte das radiações do sol, cuja luz é composta de numerosas ondas eletromagnéticas. De todas essas ondas apenas um por cento do total do espectro eletromagnético solar alcança a superfície da Terra. Entre elas há ondas eletromagnéticas, ondas de rádio, ondas curtas infravermelhas, ondas eletromagnéticas visíveis (cores), ondas ultravioletas, raios X, raios Gama e ondas cósmicas. A luz visível (cor) é uma pequena parte do espectro eletromagnético do comprimento das ondas. A diferença é que as cores são visíveis para nossos olhos, enquanto as radiações das outras ondas eletromagnéticas não são. O fato de nós, humanos, termos percebido as cores significa que a resposta humana à luz visível tem sido desenvolvida lentamente desde o início da existência do homem, e essa resposta à luz está fortemente enraizada em nosso sistema nervoso. Como as cores funcionam Cada uma das cores emite uma vibração diferente, que interfere no campo energético do ser humano, influenciando suas reações físicas e emocionais.

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 5 Ninguém duvida que as cores exerçam uma influência específica, cada uma a seu modo, nas pessoas, nos animais e até mesmo nas plantas. Existem estudiosos que admitem uma espécie de campo vibratório emitido por cada uma das cores e suas tonalidades. Esse campo determinaria a sua influência através da modificação do padrão vibratório molecular do campo energético do ser vivo. Isso explicaria o fato de a cor influenciar e modificar até pessoas com os olhos vendados, sem contato visual com o padrão colorido. Os animais e as plantas estariam na mesma situação. A sensibilidade das plantas Experiências interessantes já mostraram a sensibilidade das plantas aos sons e às cores. Elas crescem e vivem melhores em contato com músicas suaves e cores claras ou levemente estimulantes. Por outro lado, as plantas denotam sofrimento, crescimento retardado e até mesmo morrem com músicas agitadas, dissonantes, e com cores escuras, agressivas e artificiais (vermelhas muito ativas cores metálicas e psicodélicas). Algumas plantas, no entanto, como as daninhas e venenosas, costumam adaptar-se bem às cores mais agressivas e estimulantes. As duas Teorias Entre os psicólogos existe uma tendência a entender o efeito das cores como resultado da interferência do campo vibratório da cor no campo energético sutil (aura) dos seres vivos. Mas a teoria mais aceita é aquela que explica os efeitos das cores como resultado das modif icações que estas provocam no sistema nervoso. O estímulo colorido, depois de captado pelos olhos, é conduzido ao cérebro e ali produzem transformações bioquímicas que resultam em sensações psíquicas e somáticas. Assim, surgiriam sensações como a leveza do branco, a suavidade e a alegria do amarelo, a profundidade do azul, a estimulação do vermelho. E também apareceriam modificações fisiológicas, como aumento ou diminuição da pressão arterial, alterações da frequência cardíaca, aumento ou diminuição de cólicas e espasmos, etc. Esta teoria segue exatamente o caminho da ciência moderna em sua tendência organicista e material. É a teoria mais atraente, mas também a mais incompleta, pois não explica diversos mecanismos bioquímicos complexos relacionados aos efeitos das cores. Como também não explica os efeitos apresentados por animais, plantas e por pessoas com os olhos vendados submetidos a projeções fortes de focos luminosos coloridos. Atração e Aversão Todos nós temos uma ou algumas cores preferidas. As pessoas são mais atraídas por esta ou aquela cor, porque se identificam com os seus atributos e a sua influência. Essas pessoas possuem na alma a mesma tônica vibratória daquela cor e buscam sempre, mesmo inconscientemente, o contato com ela. Existe também a rejeição a algumas cores, ou seja, a aversão ao que elas transmitem. A cromoterapia procura também expor o ser humano à influência de determinada cor, com o objetivo de modificar alguma característica de sua personalidade. Como sabemos que o azul

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 6 produz calma e tranquilidade, podemos aplicá-la a uma pessoa irritadiça, explosiva e nervosa. Se estas características forem constantes nesta pessoa, o uso de roupas azuis tende a diminuir os seus problemas nervosos, ao passo que o vermelho tende a agravá-los. Certas experiências têm demonstrado que pessoas expostas psicologicamente ao vermelho vivo apresentam elevação da pressão arterial e aceleração da respiração e das batidas cardíacas, devido ao efeito que a cor produz no sistema nervoso central. Isto é provocado pelo fato de o vermelho estimular o sistema nervoso central através do ramo simpático do sistema neurovegetativo. Já a exposição à cor azul tem efeito oposto. Ela age através do ramo parassimpático do mesmo sistema neurovegetativo, produzindo ação calmante e tranquilizante, fazendo com que a pressão arterial, a respiração e a frequência cardíaca diminuam. Não resta dúvida de que há um processo complexo que determina o efeito da cor no organismo - esse é um fato universal. As cores produzem influências específicas bem determinadas em qualquer pessoa, seja adulta ou jovem, homem ou mulher doentes ou sãos. Também é universal o fato de uma pessoa ter predileção por uma determinada cor e identificar -se com as qualidades e com a influência orgânica e psíquica desta mesma cor. Muitos estudiosos afirmam que as cores atuam primeiramente na alma e depois no corpo. Senão, como explicar que pessoas com os olhos vendados sintam os mesmos efeitos? Os resultados somáticos determinados pela influência de uma cor se dariam por um mecanismo psicossomático ou por meio de uma ordem indireta. Exemplo: a diminuição dos batimentos cardíacos resultante de uma exposição ao azul seria provocada pela tranquilizarão psíquica produzida antes, e não pelo caminho inverso (ou somatopsíquico) como querem os fisiologistas acadêmicos. Enquanto essas questões não forem bem resolvidas, o importante é que entendamos que os efeitos das cores sobre as pessoas são reais e aplicáveis em tratamentos tanto psíquicos quanto físicos, tanto em psicoterapia quanto na clínica médica. 1.2. A Filosofia das Terapias Holísticas 1.21. O conceito de filosofia A definição de filosofia é tarefa das mais problemáticas. Nem os cultores desta atividade pensante conseguem chegar a uma concepção que não seja passível de crítica. Neste caso, porém, onde mora o perigo também mora o remédio. Assim, onde quer que encontremos uma reflexão de natureza não linear, ambígua, e por vezes mesmo paradoxal também estaremos diante de uma questão filosófica. De uma maneira preliminar, ainda que questionável por esta ou aquela doutrina particular pode estabelecer um critério diferenciador: a Filosofia cuida de princípios, a ciência de regras ou leis, a religião de fins. A filosofia questiona pela Origem ou Criação, a Ciência pelo meio, transformação, caminho ou afastamento desta origem, e a religião pelo destino, pela morte, pelo retorno a esta origem.

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 7 Consideradas as coisas a partir deste ângulo de observação, não se justifica a proposição, tantas vezes defendida pelos pensadores do ocidente, de que a Filosofia é uma criação do ocidente, e de que os maravilhosos sistemas de pensamento surgidos no oriente Antigo não alcançaram a altitude da especulação teórica do Ocidente. Para Hegel, que admirava profundamente os orientais, eles só conseguiram exprimir a sua intuição do absoluto na forma de imagens e símbolos, não tendo logrado a expressão através do conceito e da Ideia. Para Heidegger, a Filosofia é grega por natureza, pois só os gregos teriam iniciado sem precursores a reflexão sobre a questão do Ser, e se mantido na perspectiva pensante por ela descortinada. Evidentemente, trata-se de um etnocentrismo exagerado negar caráter filosófico aos sistemas de pensamento desenvolvidos sob cânones ou axiomas diversos daqueles encontrados no Ociden te. O budismo Mahayana, o Vedanta, o Zen, o Taoísmo são exemplos de escolas de pensamento altamente sofisticadas. Porém, se aqui entre nós as coisas parecem ser mais claras no tocante à divisão entre filosofia, ciência e religião, o mesmo não acontece nas doutrinas do oriente. Lá, o sentido de unidade é mais forte, e ideias como a da polaridade yang-yin exprimem desde uma teoria sobre a origem das coisas, como um ideal de virtude e equilíbrio morais, mas também fornecem indicações sobre aplicações de técnicas médicas como acupuntura, e mesmo são estilizadas em artes de Guerra como a doutrina de Sun Teu, e ainda, artes marciais como o kung fu. Porém, uma reflexão mais atenta nos mostrará que esta mesma observação se aplica a nossas doutrinas ocidentais. Muitos dos conceitos que estruturaram a visão de mundo apresentada na Metafísica de Aristóteles também estão presentes em sua Física, em sua Biologia e em sua Psicologia. Nos filósofos cristãos, não se sabe com segurança onde termina a filosofia e começa a religião, na forma da especulação teológica. Na doutrina cartesiana, as constatações do matemático Descarte serviram de base ao mecanicismo do filósofo Descartes. E o próprio Marx, Que declarou ser a religião um "ópio do povo" teve o irônico destino de ser objeto de adoração fanática por seus seguidores. Diante deste quadro, percebe-se que todo sistema de pensamento possuirá, inevitavelmente, aspectos filosóficos, científicos e religiosos. Muito do que consideramos hoje mera especulação filosófica se tornará fundamento de ciência amanhã; e muita ciência de hoje foi fruto de alguma ideia filosófica do passado. Tal situação se mostra claramente tanto no caso da Medicina Ocidental moderna quanto no da Medicina Oriental Clássica. No caso daquela, há muitos postulados filosóficos que impedem a pesquisa de certos problemas fundamentais; e o materialismo subjacente a muitas explicações científicas é defendido de forma quase religiosa por seus teóricos, como Freud, que exortou Jung a ajudá-lo a combater "a lama negra do ocultismo". Já no tocante a esta última, há muitas ideias até hoje consideradas filosófico-religiosas que podem ser exploradas em suas consequências científicas, ensejando um verdadeiro programa de pesquisas quase totalmente a desbravar.

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 8 Em todo caso, o fortalecimento de ambos os sistemas médicos não requer somente a consideração dos aspectos até agora desprivilegiados em suas abordagens. Afinal, tão importante quanto consolidar a estrutura interna é desenvolver a correlação funcional com o contexto intelectual. Assim, que se proceda ao importante diálogo entre a Medicina Ocidental e a Oriental, em seu tríplice aspecto filosófico, científico e religioso, para que novas perspectivas terapêuticas possam ser colocadas ao alcance do homem contemporâneo. Um breve histórico da Cromoterapia O tratamento pela cor era utilizado pelas civilizações antigas do Egito, nos grandes tempos de Karnak e Tebas. Em suas salas coloridas, faziam pesquisas sobre o uso da cor na saúde. Arqueólogos encontraram outros templos, construídos de tal forma que os raios do sol refratavam as cores do arco-íris nas salas. Submetendo-se ao uso de rituais de culto para ajudar na cura, os médicos diagnosticavam as doenças e encaminhavam os clientes para as salas, onde recebiam a cor necessária para o restabelecimento orgânico. Os egípcios construíram a cidade colorida Heliópolis (cidade da luz), onde as cores também eram aplicadas nos tratamentos de saúde. Ensinavam que a cor vermelha, amarelo e azul eram as forças ativas dos seres físicos, mentais e espirituais. Além dos antigos egípcios, também os gregos utilizavam as cores com fins curativos. Estes especificavam diferentes cores para tratar determinadas doenças. Albert Szent-Györgyi, ganhador do prêmio Nobel, fez experiências cromáticas com alguns importantes resultados. Na sua pesquisa, expôs certas enzimas e hormônios a diferentes cores e verificou que algumas causavam mudanças moleculares nas enzimas e hormônios. O Dr Max Luscher, cientista que trabalha nesse mesmo campo, estudou as cores preferidas das pessoas. Concluiu que na reação dos indivíduos às cores há significados que transcendem as diferenças culturais e são profundamente enraizados. Comprovou que a preferência de cor pode indicar o estado mental de uma pessoa, bem como algum possível desequilíbrio glandular. Mesmo as pessoas cegas são afetadas pelas cores. Pesquisas feitas na Rússia demonstraram que os cegos podem identificar cores pelo tato. Dizem, por exemplo, que sentem o vermelho mais quente, áspero e dinâmico, e o azul lhes parecem macio e fresco. Isso sugere que as cores não só nos afetam visualmente, mas também afetam nossos campos de energia, mesmo que os nossos olhos estejam fechados ou estejamos dormindo. Os adeptos da medicina natural têm muita simpatia pela cromoterapia e existem vários médicos naturalistas, inclusive no Brasil, que costumam aplicá-la com sucesso. Alguns deles não hesitam em considerar a cromoterapia como parte importante da medicina do futuro, devido a sua simplicidade, facilidade de aplicação e eficácia. A Cromoterapia e a Luz

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 9 O SOL O Astro Rei O Sol (do latim) é a estrela central do “sistema solar”, composto por outros corpos, como: planetas, planetas anões, asteroides, cometas e poeira, bem como, todos os satélites associados a estes corpos e que giram ao seu redor. De todo o sistema, responde por 99,86% de sua massa e quando comparado com a Terra (planeta), apresenta-se com maior massa (332 900 vezes) e volume (1 300 000 vezes). Basicamente, é uma enorme esfera de gás incandescente, em cujo núcleo acontece a geração de energia através de reações termonucleares. Primariamente, é composto de hidrogênio (74% de sua massa, ou 92% de seu volume) e hélio (24% da massa solar, 7% do volume solar), com traços de outros elementos, incluindo: ferro, níquel, oxigênio, silício, enxofre, magnésio, néon, cálcio e cromo. Possui uma classe espectral que lhe confere uma coloração BRANCA, apesar de ser visto como amarelo no céu terrestre, pela dispersão dos raios na atmosfera. Atualmente, acredita-se que seja mais brilhante do que 85% das estrelas da Via Láctea. Sua coroa solar se expande continuamente no espaço, criando o vento solar, que é uma corrente de partículas carregadas. É uma estrela magneticamente ativa, suportando um forte campo magnético, mas com variações de ano para ano. Seu campo magnético gera vários efeitos que são chamados coletivamente de atividade solar, que incluem: as manchas solares na superfície, as erupções solares e as variações no vento solar. Fonte de Luz A distância da Terra ao Sol é de cerca de 150 milhões de quilômetros e sua luz demora aproximadamente 8 minutos e 18 segundos para chegar até nós. Sua energia também responde pelos fenômenos meteorológicos e ao clima no planeta. É a estrela mais próxima de nós e a que melhor conhecemos e é tida como uma fonte natural e praticamente inesgotável de luz, que disponibiliza energia e cria a vida. Na superfície terrestre, a luz solar é atenuada na atmosfera, pela diminuição relativa de sua potência. A luz solar é indispensável à manutenção de vida na Terra, podendo ser coletada através de uma variedade de processos sintéticos e naturais. Responde pela manutenção da água em seu estado líquido, condição indispensável e que dá suporte à vida como se conhece. Em certos organismos, fazendo uso de água e dióxido de carbono, produz o oxigênio (O2) necessário à manutenção da vida nos organismos dependentes deste elemento e compostos orgânicos mais complexos (glucose), processo esse conhecido como “fotossíntese”, também presente junto aos combustíveis fósseis (petróleo), em um passado distante.

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 10 A energia solar também pode ser capturada através de células solares, para a produção de eletricidade ou efetuar outras tarefas úteis (aquecimento). A LUZ Introdução Tudo o que vemos é produto da natureza da luz e é afetado por ela. É uma forma de energia que viaja em ondas. Nossos olhos estão sintonizados apenas com as frequências de ondas chamadas de “luz visível”. Luz é tudo o que nossos olhos veem, desde o momento em que nos levantamos até dormirmos, sendo que a resposta fisiológica do olho à luz são as cores primárias. É um espectro contínuo dos comprimentos de onda que podem ser percebidos pelo olho humano, dentro de um espaço de estímulo de dimensão infinita. É o nome dado à radiação eletromagnética que, ao penetrar no olho humano, acarreta uma sensação de claridade, sendo ela responsável pelo transporte de todas as informações visuais que recebemos. Teorias sobre a luz A luz visível é uma pequena parte do espectro eletromagnético. Existem duas formas diferentes de se falar sobre a ela: Teoria da “partícula”: em parte, está expressa pela palavra fóton. Qualquer fonte de luz é composta de um ou mais fótons se propagando pelo espaço como ondas eletromagnéticas. Os olhos absorvem alguns dos fótons que estão flutuando pelo ambiente e é assim que enxergamos. Há muitas formas de se produzirem fótons, mas todos usam o mesmo mecanismo dentro de um átomo. Envolve a energização dos elétrons que estão orbitando ao redor do núcleo de cada átomo. Os elétrons circulam o núcleo em órbitas fixas: um elétron ocupa uma órbita natural, mas se um átomo for energizado, pode movê-lo para orbitais maiores. Um fóton de luz é produzido sempre que um elétron que está numa órbita maior do que a normal volta para sua órbita normal. Durante a queda da alta energia para a energia normal, o elétron emite um fóton (um pacote de energia) com características bastante específicas. O fóton tem uma frequência ou cor que está exatamente de acordo com a distância que o elétron decai. Uma lâmpada de vapor de sódio tem uma coloração muito amarela. O sódio é um átomo com 11 elétrons e, devido à forma que eles estão distribuídos nas órbitas, um destes tem mais facilidade para aceitar e emitir energia (este é o elétron chamado de elétron 3s). Os pacotes de energia que este elétron provavelmente emitirá terão um comprimento de onda de 590 nanômetros. Este comprimento de onda corresponde à luz AMARELA. Se a luz de sódio for posta num prisma, o que surgirá é um par de linhas amarelas. Portanto, esse tipo de lâmpada energiza átomos de sódio para gerar fótons. Teoria da “onda”: expressa pelo termo onda de luz. As ondas de luz são ondas de energia e não precisam de um meio para se deslocar, pois viajam no vácuo. Consiste de energia na forma de

Manual Cromoterapia – Curso Completo campos elétricos e magnéticos, que vibram perpendicularmente à direção do movimento da onda e Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 11 perpendiculares uns aos outros. Tem tanto um campo elétrico quanto um magnético, também chamado de radiação eletromagnética. As ondas de luz apresentam: Comprimento de onda: corresponde ao tamanho da onda, calculada pela distância entre dois pontos correspondentes em ondas sucessivas (normalmente picos ou canais). Pode variar de 400 a 700 bilionésimos de metro, mas a variação total do comprimento das ondas inclusas na definição da radiação eletromagnética se estende de 1 bilionésimo de metro (raios-gama) até centímetros e metros (ondas de rádio). Frequência: corresponde ao número de ondas que passa por um ponto no espaço, durante um intervalo de tempo determinado, calculado em um segundo. Sua medida é em unidades de ciclos (ondas) por segundo ou Hertz (Hz). A quantidade de energia de uma onda de luz está proporcionalmente relacionada à sua frequência: luz de alta frequência tem energia alta, luz de baixa frequência tem energia baixa. Assim sendo, tem os raios gama a maior energia e as ondas de rádio a menor. E cor, nada mais é que a frequência da luz visível, que varia: VERMELHA (entre 430 trilhões de Hz), VIOLETA (até 750 trilhões de Hz). O VIOLETA tem mais energia (eletricidade) e o VERMELHO tem menos (calórica). A escala total de frequências vai além do espectro visível, de menos de 1 bilhão de Hz (como nas ondas de rádio) até mais de 3 bilhões de bilhões de Hz (como nos raios gama). Quando a luz atinge um objeto A luz, ao atingir um objeto, depende da: energia da onda de luz, frequência natural com a qual os elétrons vibram no material e a resistência com a qual os átomos no material prendem seus elétrons. Baseado nestes fatores pode acontecer que as ondas são: refletidas ou espalhadas par a fora do objeto, absorvidas pelo objeto, refratadas através do objeto, ou, passam através do objeto sem efeitos. Mais de uma destas possibilidades podem acontecer simultaneamente. Transmissão: se a frequência ou energia da onda de luz incidente for muito maior ou muito menor do que a necessária para fazer os elétrons do material vibrar, então eles não irão capturar a energia da luz e a onda passará através do material sem ser modificada. Dessa forma, o material será transparente para aquela frequência de luz. A maioria dos materiais é transparente para certas frequências e não para outras, ou seja: uma luz de alta frequência (raios gama e os raios X) passará por vidros normais, mas não acontecerá com as de menor frequência (ultravioleta e infravermelha). Absorção: a frequência da onda de luz incidente é próxima ou igual à de vibração dos elétrons do material. Os elétrons pegam energia da onda de luz e começam a vibrar. O que acontece em seguida depende da força com a qual os átomos seguram seus elétrons. Acontece quando os elétrons estão presos firmemente e passam as vibrações adiante para os núcleos dos átomos, o que aumenta a velocidade desses átomos e os fazem colidir com os outros átomos do material e acabam

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 12 produzindo calor. Ela torna objetos escuros ou opacos à frequência da onda de luz incidente (madeira), mas não para todos. O vidro é opaco à luz ultravioleta e transparente para a visível. Reflexão: uma “onda refletida” sempre sai da superfície de um material num ângulo igual ao da incidente que atingiu a superfície e que recebe o nome de “Lei da Reflexão”. Acontece que em alguns materiais os átomos não prendem seus elétrons firmemente, numa indicação de que os materiais contêm muitos elétrons livres e que podem pular rapidamente de um átomo para outr o dentro do material. Quando da absorção energética de uma onda de luz incidente, os elétrons absorvem a energia e não a passam para os outros átomos. Os elétrons energizados simplesmente vibram e enviam a energia para fora do objeto, como uma onda de luz de mesma frequência da incidente. O efeito geral é que a onda de luz não penetra profundamente no material. Na maioria dos metais, os elétrons estão fracamente ligados e ficam livres para se movimentar, fazendo com que os metais reflitam a luz visível e pareçam brilhantes. Não tanto quanto os metais, o vidro apresenta alguma liberdade em seus elétrons, refletindo luz e brilho. Dispersão: é apenas o reflexo de uma superfície grosseira. As ondas de luz incidentes são refletidas em todos os ângulos, por ser a superfície irregular (papel). Observado num microscópio é que se consegue ver o quão grosseiro ele é. Ao ser atingido pela luz as ondas são refletidas em todas as direções, tornando-o extremamente útil, possibilitando a leitura das palavras numa página impressa, não importando o ângulo pelo quais seus olhos estão vendo a superfície. Outra superfície “bruta” é a atmosfera da Terra em relação luz BRANCA incidente, por conter moléculas de tamanhos diferentes, incluindo o: nitrogênio, oxigênio, vapor d’água e vários poluentes. Esta mistura espalha as ondas de luz de maior energia (as azuis), fato este que explica a razão de ser AZUL o céu. Refração: acontece quando a energia de uma onda de luz incidente corresponde à frequência natural de vibração dos elétrons de um material. A onda de luz penetra profundamente no material e provoca pequenas vibrações nos elétrons, que as transmitem para os átomos do material. Estes, por sua vez, enviam ondas de luz de frequência iguais a da incidente, mas tudo isso leva tempo. A parte da onda que está dentro do material diminui a velocidade, enquanto a parte que está fora do objeto mantém a frequência original. Isto tem o efeito de curvar a porção da onda que está dentro do objeto em direção ao que chamamos de “linha normal”, ou seja, uma linha reta imaginária que é perpendicular à superfície do objeto. O desvio em relação à linha normal da luz dentro do objeto será menor do que o desvio da luz antes dela ter entrado no mesmo. O tamanho da inclinação ou “ângulo de refração” da onda de luz depende do quanto o material diminui a velocidade da luz, o que explica como os diamantes são tão brilhantes, justamente por retardarem bem mais a luz incidente. Haja vista que o “índice de refração“ dos diamantes é maior do que o da água, o que quer dizer que eles diminuem a velocidade da luz para um grau incrível. Uma observação interessante sobre a refração é que a luz de frequências ou energias diferentes irá se inclinar em diferentes ângulos. Comparando a luz VIOLETA com a VERMELHA quando elas entram num prisma de vidro, vê-se que a VIOLETA leva mais tempo para interagir com o vidro, por ter mais energia, o que faz sua velocidade diminuir para uma extensão maior do que a onda de luz VERMELHA, dentro de uma inclinação

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 13 equivalente a um grau maior. O exposto é válido para a ordem das cores que vemos no arco-íris, regra que também dá ao diamante os adornos de arco-íris que os tornam tão encantadores para os olhos. A VISÃO Anatomia do Olho Humano É um órgão que permite detectar a luz e transformar essa percepção em impulsos elétricos. Os mais simples só fazem em detectar se as zonas ao seu redor estão iluminadas ou escuras e os mais complexos servem para proporcionar o sentido da visão. Nos seres humanos, tem-se: Retina: primeira camada que recobre o fundo do olho, uma superfície não maior que uma moeda de um real e da espessura de uma folha de papel. Neste ponto do processo da visão, o olho deixa de se assemelhar a uma máquina fotográfica e passa a agir mais como um scanner. São altamente especializados os milhões de células, que captam e processam informações visuais a serem interpretadas pelo cérebro. São dois os tipos de células fotorreceptoras: Bastonetes: permitem a percepção de claro e escuro, adaptados que são à luz noturna e penumbra, embora seja maioria absoluta. Só conseguem captar a luminosidade da cor, ou seja, só respondem a um espectro e desta forma não diferenciam cores. Cones: são responsáveis pela captação da informação luminosa vinda da luz do dia, das cores e do contraste. Córnea e cristalino: compõem uma lente cuja função é focar os estímulos luminosos. Íris: parte externa colorida é fotossensível e comanda a abertura e fechamento da pupila da mesma maneira que um obturador. O interior da íris e o da coroide é coberto por um pigmento preto que evita com que a luz refletida se espalhe pelo interior dos olhos. Fóvea: no centro visual do olho, é rica em cones, um dos dois tipos de células fotorreceptoras. O outro tipo, o bastonete, se espalha pelo resto da retina. Percepção humana Fundamentalmente, a luz é um espectro contínuo dos comprimentos de onda que podem ser percebidos pelo olho humano, um espaço de estímulo de dimensão infinita. Entretanto, normalmente só contém três tipos de receptores de cor chamados células-cones. Portanto, somos tricromatas, espécie que responde a estímulos luminosos dentro de uma sensação tridimensional, que geralmente pode ser modelada por uma mistura de três cores primárias.

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 14 O entendimento moderno é que as células-cones humanas não correspondem a nenhuma cor primária real, sendo que cada receptor de cores responde a diferentes bandas do espectro colorido. Para conhecimento geral, dentre as espécies existem os tetracromatas (com quatro diferentes receptores de cor) e os dicromatas (com dois tipos de receptores coloridos). Tais espécies, com diferentes números de tipos de células receptoras, terão uma visão colorida exigindo um número diferente de cores primárias. Os humanos podem ver até o VIOLETA (380 nanômetros), mas os tetracromatas (aves e marsupiais) atingem a faixa do ultravioleta (até 300 nanômetros), uma vez que esta quarta cor primária se localiza no intervalo de menor comprimento de onda. Sugestões apontam que algumas mulheres humanas também são tetracromatas, tendo uma versão variante extra do cone do tipo de comprimento de onda longa (L). Portanto, é incorreto supor que o mundo pareça ser colorido, dentro de qualquer coisa diferente que o padrão humano de três receptores. O mundo irá parecer normal somente àquele que apresentar visão colorida equivalente. Neste sentido, a reprodução de cores pelas primárias tem que ser “sintonizada” ao sistema de visão colorida do observador. O olho humano não consegue diferenciar os componentes de formação da cor, característico do processo aditivo (VERDE + AZUL) e sim e somente a cor resultante (AMARELA). Exemplificando, o ouvido consegue distinguir dois instrumentos diferentes tocados simultaneamente, enquanto o olho somente uma e única cor. Quando os raios luminosos incidem na córnea, são imediatamente refratados (desviados), de forma a incidirem sobre a lente que tem por objetivo projetá-los na retina. Nesta, encontram-se dois tipos de fotorreceptores (cones e os bastonetes), que convertem a intensidade e a cor da luz recebida em impulsos nervosos. Estes impulsos são enviados ao cérebro, através do nervo ótico e então se tem a percepção de uma imagem. A COR Definição Só existe se houver luz. Quando se diz que determinado objeto possui certa cor, esquecemo-nos de que a cor retiniana só existe no cérebro. Resulta de uma série de processos neuronais que interpretam a resposta fisiológica da retina à luz. Sua origem se explica pelas: mudanças na natureza da onda de luz, na forma como a luz viaja e o que acontece com a luz quando ela encontra diferentes tipos de materiais. É como o olho interpreta a reemissão da luz refletida de um objeto e emitida por uma fonte luminosa composta por ondas eletromagnéticas. Para tanto, utiliza-se dos “cones”, células do olho humano que tem a capacidade de reconhecer as cores, auxiliada pelos “bastonetes”, outro tipo de célula, cuja capacidade é a de reconhecer a luminosidade. São aproximadamente 6 milhões de cones em cada olho humano, concentrados na região fóvea.

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 15 Os cones estão divididos em três tipos, segundo a teoria tri cromática desenvolvida por Young- Helmholtz, que preferencialmente respondem a comprimentos de ondas diferentes. Estão distribuídos de forma desequilibrada sobre a retina: tipos R e G (94%) e apenas 6% são do tipo B. Esta aparente distorção é de fato uma adaptação evolutiva. O terceiro cone que desenvolvemos (B), além de dar mais informação sobre cores, traz fundamentalmente uma melhoria na percepção de contrastes. Tem-se: B (blue/azul): cones sensíveis aos azuis e violetas. G (Green/verde): correspondentes aos verdes e amarelos. R (red./vermelho): são os vermelhos e laranjas. Na formação da imagem há uma interação entre os cones e os bastonetes, de forma a provocarem alguns fenômenos no sistema visual humano. Cores primárias As cores primárias não correspondem a uma propriedade fundamental da luz, mas geralmente estão relacionadas à resposta fisiológica do olho à luz. São combinações que criam uma infinita gama de cores, para aplicações humanas, através do uso das três cores primárias, dentro das seguintes combinações: Aditivas: através do uso de projetores de luz, com sobreposição das cores. As normalmente utilizadas são: VERMELHA, VERDE e AZUL (RGB). Subtrativas: combinações por mistura de pigmentos ou corantes (impressões gráficas ou pinturas em telas e etc.), sendo que, neste caso as primárias normalmente utilizadas são: CIANO, MAGENTA e AMARELA (CMYK) ou, de outra forma, a VERMELHA, AMARELA e AZUL (RYB). Cabe esclarecer que a letra “K” de CMYK refere-se á cor PRETA. Produzindo cores Daí, aproveitando-nos da conclusão de Newton, que defini como fontes luminosas brancas as que possuem todos os comprimentos de onda, tem-se como consequência, que uma fonte luminosa colorida tem um comprimento de onda dominante e que define o seu matiz. Embora, as fontes luminosas não são somente caracterizadas pelo seu matiz (hue), que é a presença de um comprimento de onda dominante, mas também, pela intensidade ou brilho (brightness), que é a amplitude do comprimento de onda e a saturação, a concentração em torno do comprimento da onda dominante. A luz visível é aquela que os olhos humanos conseguem ver. A luz solar é chamado de BRANCA. Embora seja possível vê-la, tal cor não é considerada como pertencente ao espectro visível. Acontece que a luz não é de uma única cor ou frequência, pelo contrário, é composta por muitas

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 16 frequências coloridas. Quando a luz do sol passa através de um prisma de cristal, as diferentes cores são separadas em um espectro denominado de “arco -íris”, tendo sido esta a primeira denominação para a CROMOTERAPIA. Sintetizando, a união de todas as cores do espectro visível produz luz BRANCA ou uma “ausência de cor”. Cores por adição: significa posicionar sobre um ambiente escuro, uma luz colorida sobreposta a outra de forma a se obter uma terceira. Assim poderão surgir as cores: MAGENTA: projetando as luzes VERMELHA e a AZUL. AMARELA: utilizando a VERMELHA e a VERDE. CIANO: quando as luzes sobrepostas forem a VERDE e a AZUL. BRANCA: terá esta luz por combinações diversas, como: amarela e azul, magenta e verde, ciano e vermelho e finalmente, misturando todas elas. Obs.: cabe lembrar que não aconselho a utilização deste expediente para a produção de cores, uma vez que não se tem conhecimento do padrão vibratório de cada uma das envolvidas e quais as que surgirão desta composição. Quando indico uma cor, ela está presente dentro de um PANTONE (coleção de um conjunto de cores) intensamente utilizado por mim e que apresenta os efeitos indicados dentro das “qualidades” de cada cor. Cores por subtração: outra forma de se produzir cores é absorver algumas das frequências de luz e assim removê-las da união da luz branca. As cores absorvidas não mais serão vistas, ficando apenas as cores que refletirão fortemente nos seus olhos. As folhas das plantas são verdes por conterem clorofila, por absorverem os espectros AZUL e VERMELHO e refletirem o VERDE. As cores que serão formadas são: VERMELHA: uma combinação de magenta com amarelo. VERDE: mistura de ciano com amarelo. AZUL: ciano com magenta. PRETA: é um caso especial, no qual todas as cores são absorvidas. É produzido com a mistura do: amarelo com azul, ciano com vermelho ou Cores do espectro visível com verde. Estas uniões em particular garantem que nenhuma frequência de luzes visíveis será refletida de volta para os seus olhos. Cabe lembrar que a cor PRETA, além de ser a mais escura do espectro, é definida como “a ausência de luz” em cores-luz ou em cores-pigmento se apresenta como “a mistura de todas as cores“. ANÁLISE

Manual Cromoterapia – Curso Completo A luz solar é indispensável à manutenção de vida na Terra e é a única fonte natural de energia e luz Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 17 de que dispomos. As demais são processos sintéticos e naturais, como: Artificial: a energia solar também pode ser capturada através de células solares, para a produção de eletricidade ou efetuar outras tarefas úteis (aquecimento). Produzindo o calor: o homem criou a lâmpada, na busca de uma vida mais: alegre, colorida e harmoniosa. Dentre estas existem diferentes tipos, tais como as: incandescentes, fluorescentes, os lasers, os LEDs, entre alternativas. Cada qual dentro de sua técnica específica para gerar fótons. A forma mais comum de energizar átomos é através do calor e esta é a base para a incandescência. Quando algum metal é aquecido por meio de uma poderosa fonte de aquecimento (maçarico), este inicialmente se tornará VERMELHO de calor e depois BRANCO. A mudança de cor tem a haver com relação à visibilidade e a VERMELHA é a de visibilidade mais baixa de energia. Neste caso, seus átomos estão apenas recebendo energia suficiente para começar emitir luz visível. Ao surgir a BRANCA, indica que se está energizando uma gama de elétrons diferentes, de tantas formas variadas, que todas as cores estarão sendo geradas e ao se misturarem se parecerão BRANCAS. No caso de uma lâmpada incandescente, a fonte de luz é a eletricidade, que cria calor, ou seja, a luz. Luz é tudo o que nossos olhos veem e para que se possa classificá-la, tem-se que apresentar a seguinte divisão em: Espectro eletromagnético: corresponde à faixa completa de comprimentos de onda, incluídas na definição das radiações eletromagnéticas, estendendo-se de 1nm (raios gama) até centímetros e metros (ondas de radio). Espectro visível: corresponde à luz que enxergamos (retiniana) e que se situa na faixa de 395 a 74 0 nm (nanômetro). A luz ocupa uma pequena parte deste vasto espectro (1/60 oitavas). A forma mais comum de identificar uma luz é pelo seu comprimento de onda, porém ele pode ser expresso também em frequência, o inverso do comprimento de onda e que está ligada diretamente a uma COR, sendo que os extremos da faixa estão definidos, dentro das seguintes bases, a saber: VERMELHA: de 625 a 740 nm (maior comprimento de onda). VIOLETA: de 390 a 455 nm (menor comprimento de onda). Raios limites: são aqueles que delimitam o espectro visível, não correspondendo mais a ele e estão representados pela: Ultravioleta (UV): comprimentos inferiores a 390 nm. Infravermelho (IV): comprimentos superiores a 740 nm. Obs.: nanômetro é a bilionésima parte de um metro. Em outras palavras, 1nm representa: a dividirão de um metro (100 cm) em 1 milhão de partes iguais e cada pedaço novamente dividido em outras

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 18 mil partes iguais. A escala foi propositalmente comprimida (logarítmica) para que se pudesse observar toda sua extensão. NOÇÕES DE ANATOMIA. Para estudar qualquer técnica de cura, temos que estudar também pelo menos o básico do corpo humano, a localização dos órgãos é muito importante para saber direcionar a energia. C É R E B R O É tudo que se encontra dentro da calota craniana, área motora psíquica, área de todos os sentidos: área auditiva, área auditiva psíquica, centro da compreensão da palavra, área da visão psíquica, área visual, área da inibição, centro da escrita, área sensitiva psíquica. Métodos de Cromoterapia APARELHO DIGESTIVO

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 19 NERVOS O Sistema Nervoso é auxiliado pelo Sistema Endócrino, que controla e coordena as atividades gerais do organismo em sua adaptação necessária a cada, momento. A formação do Sistema Nervoso começa na vida intrauterina com o desenvolvimento do embrião. O neurônio é a célula que o constitui. Cada neurônio é constituído de corpo celular, axônio e detritos que interligados formam as vias nervosas e os centros nervosos, são formados em filetes, os nervos transmissores dos impulsos elétricos e dos neurotransmissores. Os centros nervosos interpretam informações recebidas emitindo o comando e esses trafegam dentro do corpo através das vias nervosas. Faça varredura ao longo da espinha dorsal, de cima para baixo, isso ativa os nervos periféricos. A luz de energização desse Sistema é o Azul Forte, sua cor complementar é a Amarela. SISTEMA NERVOSO CENTRAL É tudo que está dentro da calota craniana, cérebro cerebelo e seus componentes. SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO São os nervos que se encontram fora da calota craniana, plexo branquial, frênico, medula espinhal, nervo ulnar, plexo lombar sacro, ciático, femural, tibial, sural, pediosos, fíbula, safeno, coccígeo, mediano, cutâneo, radial, cadeia simpático, intercostais...

Manual Cromoterapia – Curso Completo O Sistema Nervoso é responsável, pelo controle e manutenção; percepção da visão, audição, olfato, paladar, tato, dor e temperatura; funcionamento de certas glândulas; coordenação das atividades do Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 20 estomago, pulmões, coração, intestino etc. Quando se fala que uma cor serve para o sistema digestivo então ele atinge todos os órgãos: glândulas salivares, laringe fígado vesícula biliar, piloro, pâncreas duodeno, intestino delgado, cólon ascendente, apêndice, reto, sigmoide, cólon descendente colo travesso canal colédoco, estômago, artéria hepática, esôfago e boca. Desça com a luz pela boca e esôfago, até o estômago; a partir daí, faça uma varredura com movimentos em espiral no sentido do relógio (se a pessoa tiver prisão de vente) ou, ao contrário (se tiver diarreia). Sobre toda a área dos intestinos. Não se esqueça de varrer o fígado e pâncreas, a luz de energização é o Amarelo, complementar Azul. CONTROLE DOS MOVIMENTOS Todo o centro nervoso do corpo encontra-se agrupado no encéfalo e na medula espinhal. O encéfalo é um conjunto de órgãos localizado no interior do crânio nos quais se destacam o cérebro e o cerebelo. A medula é um órgão alongado e fino que se localiza dentro do canal ao longo da coluna vertebral.

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 21 OBS: todo tratamento é baseado no equilíbrio do sistema nervoso e da corrente sanguínea.

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Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 24 SISTEMA REPRODUTOR FEMININO E MASCULINO

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Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 27 APLICAÇÃO CROMOTERÁPICA MENTALIZAÇÃO: É o ato de se trazer à mente, um objeto, um órgão, um sistema ou, simplesmente um espaço. A mentalização é a visão globalizada e, nos possibilita o envolvimento completo pela parte exterior do objeto, do corpo ou mesmo, do espaço em toda a sua amplitude. A energia mental no tratamento ajuda na velocidade, fortalecendo a projeção. Ao trabalhar com mentalização, primeiro deve-se imaginar a cor a ser aplicada, depois que ela estiver no quadro mental, projetá-la sobre o paciente, envolvendo-o em círculos, iniciando pela cabeça, passando pelo tórax, abdome, quadris e membros inferiores, sempre após a verificação dos chacras. TEMPO DE DURAÇÃO NA APLICAÇÃO MENTAL Temos mais ou menos 3 a 5 seg. Não sabemos a velocidade do nosso pensamento, Ex: vamos pensar que estamos passeando nas pirâmides do Egito. Quantos segundos levaram para chegar? De avião levaríamos quantas horas? PROJEÇÃO: é a forma de se canalizar energia na direção do objetivo determinado, seja ele apenas um pequeno ponto ou um órgão. Na projeção, remetemos deliberadamente a energia ou a cor -luz com finalidade própria. Assim a mentalização e a projeção, ou vice-versa, é um ato mental conjugado, com dois objetivos específicos.

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 28 APLICAÇÃO COM LÂMPADAS TEMPO DA APLICAÇÃO COM LÂMPADAS: Aparelho portátil para Cromoterapia http://curapelascores.loja2.com.br/3811405-Aparelho-portatil-para-Cromoterapia Impulso Elétrico: esta é a mais indicada técnica quanto ao uso intenso da CROMOTERAPIA. Significa a utilização da energia elétrica transmitida através do emprego de lâmpadas. Lâmpadas coloridas Para usar a luz de lâmpada coloridas você pode adaptar spots (fixo) ou bastão com bocal com lâmpadas de 25 Watts com a cor necessária para o tratamento. No caso do spot fixo, as lâmpadas devem ser direcionadas para a região afetada no paciente, que pode estar deitado ou sentado. No caso do bastão, você pode aplicar em movimentos circulares, no sentido horário, numa distância de 5 a 10 cm da pele. O tempo de exposição de cada cor varia de 3 a 10 minutos. Focos Luminosos São spots fixos, onde se adaptam lâmpadas coloridas direcionadas para o paciente, que pode estar sentado ou deitado. Já os rabichos são facilmente manuseados e, com isto podem ser feitas massagens de luz tanto na parte a ser tratada quanto na aura. Devem ser acoplados a um fio extenso de mais ou menos dois metros. No corpo humano, a aplicação que estiver envolvida com processos orgânicos, deve ser feita com lâmpadas (é mais rápida). Diverge de literatura. Vamos encontrar de 5 a 15 minutos para cada cor,

Manual Cromoterapia – Curso Completo porém na maioria é de 2 seg. há 5 minutos. Nos chacras usamos apenas a cor específica 5 minutos Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 29 é suficiente. Deve-se começar com o tempo de 10 segundos até adquirir mais experiência, porque varia de órgão para órgão, e de chacra. De acordo com a fragilidade da matéria. Recém-nascidos até 6 meses: de 2 a 5 segundos; bebês de 6 meses a 2 anos: 5 a 10 seg. Acima de dois anos, pende do problema a ser tratado e o estado geral da matéria (de 30 seg. há 2 minutos). Observação importante: Antes de começar a aplicação das cores indicadas para cada problema, deve-se banhar a aura com as cores violeta, branco e rosa, seguindo o seguinte esquema que acompanha as correntes de energia repetindo três vezes para cada cor: O cromo terapeuta, segurando o foco luminoso, fica à frente do paciente. 1. Expirando, desce o foco pelo lado direito do paciente, do alto da cabeça até os pés. Com os pulmões vazios, para com o foco entre os pés e, ao começar a inspirar, sobe o foco pelo lado esquerdo do paciente até o alto da cabeça. Para com os pulmões cheios (repetir três vezes este movimento). 2. Expirando, desce pela frente até os pés, para com os pulmões vazios, contorna o paciente e, inspirando, sobe até o alto da cabeça. Parar com os pulmões cheios (repetir o movimento três vezes). 3. Ficando à frente do paciente, expirando, desce o foco pelo centro do corpo até os pés e, inspirando, sobe com o foco até o alto da cabeça (repetir três vezes). A DISTÂNCIA DA LÂMPADA Pode variar de 05 a 20 centímetros do corpo, dependendo da cor órgão ou pessoa. NÚMERO DE APLICAÇÕES Depende do caso. Obs.: Sempre começando e terminando o tratamento com varredura com a cor azul. Emergência, crianças, gestantes, idoso, pessoas ocasionalmente afetados, uma vez por semana não terá efeito terapêutico. Em emergência, poderá fazer até a cada duas ou três horas. Uma dor intensa, hemorragia, o tratamento geralmente leva 8 a 10 sessões (diariamente, alternando até duas vezes por semana no mínimo). EMERGÊNCIAS: dor, ferimentos contusos, doenças transmissíveis, hemorragias e problemas respiratórios, gástricos, circulatórios, renais, ósseos.

Manual Cromoterapia – Curso Completo Maiores informações e-mail. resekcenci@hotmail.com http://www.aparelhocromoterapia.loja2.com.br/ 30 IDOSOS: problemáticos: são aqueles que trazem o enfraquecimento mental/orgânico em virtude de doenças de longo curso, tais como problemas ósseos, osteoarticulares, circulatórios, renais, pulmonares. Pode ser feito uma vez ao dia, ou 2 a 3 aplicações por semana. SADIOS (ocasionalmente afetados): doença produzida pela má alimentação, vícios, estados alterados físico/mental/emocional/espiritual. No mínimo duas vezes por semana. PREPARANDO A SUA ÁGUA SOLARIZADA Você já ouviu falar em água solarizada? Esse método simples de energização solar pode lhe ajudar a amenizar a depressão e o desânimo, além de afastar as ideias fixas e ter mais coragem, calma e equilíbrio. A luz do sol costuma ter um efeito purificador, renovador e revitalizante. Quando bebemos uma água que foi exposta aos raios solares, permitimos que esses benefícios fluam para diferentes partes do nosso corpo, renovando e revitalizando o organismo. Além disso, a água solarizada também permite que os chacras (sete principais centros de energia distribuídos ao longo de nossa coluna vertebral) absorvam a energia dos raios solares e enviem suas propriedades benéficas por todos os sistemas do corpo. Além de energizar a água através do sol, também é possível aproveitar os benefícios das cores, trabalhando com a Cromoterapia. A ideia é potencializar o processo, trazendo ainda mais equilíbrio e harmonia para corpo, mente e emoções. Veja abaixo como prepara sua água solarizada. A técnica é bem simples e fácil. Basta colocar água mineral em uma garrafa de vidro transparente e depois envolvê-la com papel colorido, como o celofane, na cor desejada. Outra possibilidade é comprar uma garrafa colorida, que hoje é encontrada em lojas de departamento ou decoração. Você também pode reaproveitar garrafas coloridas, como as de vinho ou cerveja. Mas nesse caso elas devem ser bem esterilizadas antes, e lavadas com água quente e sabão. Vale reforçar que as garrafas utilizadas devem ser sempre de vidro, nunca de plástico. Além disso, garrafas brancas ou transparentes não são recomendadas, pois não oferecem os benefícios das cores. O próximo passo é tampar a garrafa e expô-la ao sol. Deixe-a por um período mínimo de uma hora (sol forte), durante metade do dia (sol fraco) ou o dia todo (em dia chuvoso). O melhor horário para preparar a água é pela manhã, de 8h as 10h, principalmente no inverno. No verão, o sol da tarde, após as 15h, também é aconselhável. Uma dica é colocar uma pedra de gelo na água. Quando ela derreter

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