Livro1

50 %
50 %
Information about Livro1
Education

Published on March 7, 2014

Author: professorleandroportoalmeida

Source: slideshare.net

Livro e-book = A Mudança Socioeconômica dos Países Pobres à Economias Emergentes 30/04/2013 14:08 A MUDANÇA SOCIOECONÔMICA DOS PAÍSES POBRES À ECONOMIAS EMERGENTES. PROF. LEANDRO PORTO ALMEIDA.

₢ Leandro Porto Almeida. Todos os direitos reservados. Índice: Introdução................................................................................................ ...............................03 Prefácio.................................................................................................... ...............................06 I – O desenvolvimento dos temas humanos............................................................................07

II – A teorização criticoanalítica e historiográfica.....................................................................09 A – Pobreza X Riqueza.................................................................................................... ........09 B – Miséria X Esforço de Estruturação Sociocivil....................................................................13 C – Falta de Benefícios, Renda e Trabalho X Distribuição de Renda e Formação de um Mercado Trabalho................................................................................................... 43 D – Falta de Estudo ou Instrução X Estruturação Educacional ou Cultural.................................................................................................... .....................45 E – Falta de Arrecadação Fiscal ou Informalidade Tributária X Encaminhamento

Social ao Recebimento de um Benefício ou Renda e à Formalização Fiscal de Cobrança de Tributos.................................................................................................... ....46 F – Falta de Investimentos em Fornecimento de Água e Esgoto X Intervenção Sanitária que Contribua com a Elevação da Qualidade de Vida.............................................................47 G – Fome X Distribuição de uma Renda Mínima e de Alimentos.............................................48 H – Falta de Oportunidades ao Emprego, ao Comércio, à Moradia em Casas Simples X Estruturação Civil, Comunitária, Social e Cultural de Ampla Mudança ao Estado de Degeneração Humana................................................................................49

III – Apêndice ou epílogo..................................................................................................... ....51 Bibliografia............................................................................................... ...............................52 Introdução: A pobreza encontrada no mundo da História Recente, em países como, por exemplo: o Haiti, a Etiópia, o Sudão, a Somália, etc. vitaliza: a destinação de uma ideologia; de política externa, ao status de competência política dos governos. Assim, também correspondente a destinação de uma teoria política à alteração de inúmeros fatores sociais, civis, estruturais, políticos e culturais encontrados nos países em estado de pobreza. Na história destes países pobres, uma imensa parcela da população em estado de miséria: encontra uma situação imutável; de degeneração humanocivil e social e ainda de características econômicas à abrangência de uma pobreza humana.

A miséria, a pobreza, a falta de trabalho, a falta de estudo, a falta de saneamento básico, a proliferação de doenças, a fome e a realidade de uma pobreza moral, social, e cultural compilam: à existência de uma metodologia cientificosocial (das ciências sociais), humana e política; em que, esta realidade seja alterada. Deste modo, através da epistemologia (o estudo do saber científico) de ensino histórico e de uma metodologia científica: será possível uma abrangência e a instrumentação de uma teoria política; capaz de ilustrar mecanismos científicos à alteração ou À Mudança Socioeconômica dos Países Pobres à Economias Emergentes. A maturação de uma teoria política: de desenvolvimento econômico de países em estado ou situação de miséria elabora uma adequação da pobreza, destes países subdesenvolvidos; ao status de ascensão e de mudança à emergência (o ato destas economias passarem a emergir economicamente). Ainda, assim será possível estabelecer a consolidação de Estados (países) estruturados: ao fim da miséria e a um desenvolvimento planejado, pré-definido pela teoria política (ou mesmo pelas relações internacionais). A realidade social dos países em estado de miséria ou de pobreza: encontra nas Ciências Humanas; a capacidade de estar estabelecida como assunto, discussão ou mesmo, neste caso como um subtema ao discernimento histórico (veiculado à História econômica destas nações).

Assim, uma transdiciplinarização (a união de várias disciplinas) da História (disciplina) à Teoria Política, à Teoria Econômica e à epistemologia (estudo do saber) de ensino histórico (aliada à historiografia): poderá apurar; um resultado à avaliação desta realidade social e comunitária e estabelecer, através das Ciências Humanas um mecanismo de alteração do subdesenvolvimento destas nações. A pobreza dos países mais subdesenvolvidos como, por exemplo: o Haiti, a Etiópia, o Sudão, a Somália, etc. mesmo do subdesenvolvimento de países emergentes do terceiro mundo (Brasil, África do Sul, Bolívia, etc.); encontrará mecanismos de maturação epistemológicos (do saber histórico acadêmico), através do desenvolvimento historiográfico. Assim, com vistas à diferenciação do estado de pobreza e de miséria (encontrado em algumas nações): à emergência econômica (o ato de progredir economicamente) das nações pobres. A reação histórica (o ato de alterar a história) na busca pela emergência econômica (o ato de desenvolver-se economicamente): deverá partir de mecanismos de governo baseados na teoria política amplamente desenvolvida; para o fim de avançar economias e diminuir as desigualdades sociais. A Ciência Humana (neste caso especificada como: transdisciplinaridade entre a História, à Teoria Política e à Teoria

Econômica) definirá mecanismos, neste caso dialéticos aos temas humanos a seguir narrados: A – Pobreza; B – Miséria; C – Falta de Benefícios, Renda e Trabalho; D – Falta de Estudo ou Instrução; E – Falta de Arrecadação Fiscal ou Informalidade Tributária; F – Falta de Investimentos em Fornecimento de Água e Esgoto; G – Fome; H – Falta de Oportunidades ao Emprego, ao Comércio e à Moradia em Casas Simples;

A organização de povos em estado de miséria é um problema referente às Relações Exteriores em qualquer nação. As nações possuem soberania e por isso; é difícil estabelecer-se uma política internacional no trato às nações subdesenvolvidas. O subdesenvolvimento econômico poderá alterar-se através do desenvolvimento à aplicação de uma Teoria Política e mesmo de uma Teoria Econômica e a maturação de uma mudança na vida econômica das nações em estado de miséria constitui-se uma projeção histórica (assim podemos construir a história). Prefácio: A instrumentação deste trabalho historiograficocientífico (este livro de historiografia, por exemplo), visa realizar uma dialética (tratar de dois assuntos; promover um diálogo entre dois temas) entre: a situação de subdesenvolvimento encontrada em algumas nações e

a epistemologia (o estudo do saber) científica (das Ciências Humanas) da História, da Teoria Política e da Teoria Econômica. Assim, a mudança e a alteração da vida econômica dos países pobres: irá discernir aos temas humanos (descritos na introdução); uma abordagem, à necessidade de adequação desta história (a história destes países) a uma projeção histórica. Deste modo, capaz de discernir alterações humanocientíficas norteadoras de uma ascensão social, civil, comunitária e também intraeconômica. I – Desenvolvimento dos Temas Humanos: A realidade da vida econômica dos países pobres ficará, neste livro: subordinada à existência de temas humanopolíticos. Neste trabalho historiográfico defini alguns destes temas: A - Pobreza X Riqueza;

B - Miséria X Esforço de Estruturação Sociocivil; C - Falta de Benefícios, Renda ou Trabalho X Distribuição de Renda ou Formação de um Mercado de Trabalho; D - Falta de Estudo ou Instrução X Estruturação Educacional ou Cultural; E - Falta de Arrecadação Fiscal ou Informalidade Tributária X Encaminhamento Social ao Recebimento de um Benefício ou Renda e à Formalização Fiscal de Cobrança de Tributos; F - Falta de Investimentos em Fornecimento de Água e Esgoto X Intervenção Sanitária que Contribua com a Elevação da Qualidade de Vida; G - Fome X Distribuição de uma Renda Mínima e de Alimentos;

H - Falta de Oportunidades ao Emprego, ao Comércio, à Moradia em Casas Simples X Estruturação Civil, Comunitária, Social e Cultural de Ampla Mudança ao Estado de Degeneração. Deste modo, elencados os fatores ou temas humanos: irei objetivar uma ideologia de direcionamento, à mudança estrutural desta realidade de carência (política) orgânica (da falta de governo a estas questões). Irei rumar a escrita da historiografia (de modo transdisciplinar): a um resultado historicocientífico de resolução destes temas humanos (acima descritos). Ao acreditar na Teoria Política, na Teoria Econômica (existentes nas disciplinas acadêmicas de Ciências Políticas e Economia, respectivamente) e nas Ciências Humanas (das disciplinas acadêmicas de História, Psicologia, Letras, Filosofia e Ciências Sociais, ou sociologia) como mecanismos geradores de discernimento ideologicopolítico: à resolução de problemas políticos (como estes descritos acima como: temas humanos); estive também a embasar a existência da História (disciplina) como disciplina com plausibilidade científica.

Através da historiografia será possível descrever uma sociedade, apontar as suas carências e assim, teorizar uma ideologia política capaz de alterá-la. Nas ciências a manipulação dos resultados da pesquisa: irá transformar estes resultados a algo que desejamos. Assim, na história após apurado os resultados de uma pesquisa a respeito das sociedades (como, por exemplo: na descrição de temas humanos, elencados acima): poderemos rumar à adequação destes resultados (através de uma manipulação) a uma estruturação teoricopolítica; de alteração destes fatores ou temas humanos, por exemplo. II – A teorização criticoanalítica e historiográfica: Desenvolvimento metodológico dos fatores ou temas humanos: A – Pobreza X Riqueza:

A pobreza dos países subdesenvolvidos é um fator economicohistórico. Em muitos lugares do planeta Terra: as pessoas já nascem pobres; vivem toda a sua vida (muitas vezes) na pobreza e mesmo morrem; em estado de pobreza ou de miséria. Deste modo, a pobreza em algumas nações do globo terrestre está pré-determinada através de: regimes políticos (regimes opressores); estruturação civil e social (inadequada); manipulações sociopolíticas (em que alguns são donos de mecanismos de produção: terras, minas e jazidas, indústrias, infraestruturas de subsistência como, por exemplo: pomares, hortas, etc.) e desinteresse político, pela elevação da qualidade de vida de bilhões de pessoas pobres no planeta. A pobreza neste mundo é fruto da política. No Planeta Terra, podemos observar que existem riquezas: por exemplo, a riqueza pode advir da água; das pedras (a bauxita, a cassiterita: alumínio e ferro, respectivamente); da vegetação (para a produção de remédios, papel, etc); do extrativismo de pomares, hortaliças, plantações, etc. A pobreza é algo psicológico à política. Poderemos encontrar mecanismos de produção (modos de subsistência) no planeta Terra: na vegetação (através do extrativismo vegetal: folhas; ervas; frutos; frutas; remédios; matéria prima: celulose; borracha; etc), no solo (plantações, extrativismo mineral, extração de metais; enxofre; manganês: aço; etc) e também nas águas dos mares e dos rios, além dos mananciais (coleta de moluscos e frutos do mar).

Ao desenvolvimento civileconômico dos países pobres poderemos, por exemplo: estabelecer ações políticas indispensáveis à transformação da pobreza em riqueza. Através do organograma, a seguir; poderemos observar uma evolução economicohistórica às comunidades ou nações em estado de pobreza: 1 - Comunidade pobre em países do Terceiro Mundo: Fator econômico social: Pobreza. Exemplo de evolução comunitarioeconômica: Fator econômico civil: Cultivo de pomares ou construção de um açude

comunitário. Resultado econômico civil: Riqueza na alimentação comunitária. 2 – Comunidade pobre em países do Terceiro Mundo: Fator econômico social: Pobreza. Exemplo de evolução comunitarioeconômica: Fator econômico civil: Extrativismo mineral (escavações).

Criação de minas para O extrativismo de metais. Resultado econômico civil: Matéria prima para a indústria e geração de postos de trabalho. 3 – Comunidade pobre em países do Terceiro Mundo: Fator econômico social: Pobreza.

Exemplo de evolução comunitarioeconômica: Fator econômico civil: Criação de plantações e hortas para produção agrícola (comunitárias). Resultado econômico civil: Produção agrícola para o consumo e industrialização.

A terra em que as nações, comunidades ou pessoas pobres (dos países do terceiro mundo) habitam, é um fator a gerar riquezas e assim à desenvolver as populações pobres. A transformação da pobreza em riqueza depende da obtenção de recursos (dinheiro) e da existência de governos que implementem uma teoria política de reversão do subdesenvolvimento. Neste livro, irei trabalhar com uma ideologia e mesmo uma teoria política de reversão do subdesenvolvimento. Assim, mesmo países em estado de miséria poderão dispor deste mecanismo de combate às desigualdades sociais. Neste subtema humano “Pobreza X Riqueza”, criei uma estruturação comunitária de geração de riquezas: no organograma 1 (anteriormente descrito); o cultivo de pomares e a construção de um açude comunitário gerou riquezas (teoricamente). No organograma 2 (descrito anteriormente); o extrativismo mineral de escavações gerou postos de trabalho. Assim, no organograma 3 (o último; descrito anteriormente); o desenvolvimento de plantações e hortas comunitárias gerou riquezas na alimentação e divisas (lucros) à comunidade. É óbvio que qualquer empreendimento comercial ou industrial, em qualquer país em estado de pobreza depende da

obtenção de capital (dinheiro). Este capital existe nas mãos das grandes potências econômicas, mesmo dos grupos financeiros mundiais, na ONU (Organização das Nações Unidas), no FMI (Fundo Monetário Internacional), etc, porém a sua utilização irá depender da organização política destas nações; da segurança dos investimentos (o quanto será rentável às grandes potências econômicas) e se realmente será possível modificar estes países com uma ajuda financeira. A situação de países como, por exemplo: o Haiti, o Sudão, a Somália ou mesmo a Etiópia necessita de investimentos e de teorias políticas para um desenvolvimento econômico. Além disso, é possível encontrarmos pobreza em países menos pobres como, por exemplo, a Bolívia, a Mongólia, o Paraguai, etc. B – Miséria X Esforço de Estruturação Sociocivil: A condição biológica dos seres humanos em estado de miséria é precária. A fraqueza, as infecções, até mesmo as possíveis enfermidades mentais (causadas por fatores psicológicos) e a condição civil (sua condição deplorável nesta civilização) e social (suas condições de vida, seu habitat, etc) determinam que estes

humanos (homens e mulheres) estão em estado de degeneração humanocivil. Quando falamos em miséria pensamos que o fator financeiro é preponderante. Há também, diversos tipos de miséria nestas comunidades, povos, nações e etc. em estado de pobreza; deste modo, posso citar como miséria alguns subtemas humanocivis: B1 – Miséria Economicofinanceira. B2 – Miséria Mercantil. B3 – Miséria Social. B4 – Miséria Civil. B5 – Miséria Educacional. B6 – Miséria Cultural. B7 – Miséria Humana. B8 – Miséria Moral. B9 – Miséria Intelectual.

B10 – Miséria Comunitária. B11 – Miséria Urbana. B12 – Miséria Rural. B13 – Miséria Infantil. B14 – Miséria Juvenil. B15 – Miséria Adulta. B16 – Miséria Política. A transformação do tema humano Miséria X Esforço de Estruturação Sociocivil, irá necessitar de um prognóstico: neste prognóstico será necessário definir o tema “Miséria”; o que ele significa nestas comunidades (estas em estado de miséria). Porém, através da metodologia proposta neste trabalho historicocientífico, será preciso incorporar a este tema uma dialética (um outro tema). Assim, elenquei o fator ou tema humano B = Miséria X Esforço de Estruturação Sociocivil; da seguinte maneira:

B1 – Miséria Economicofinanceira X Desenvolvimento Economicofinanceiro. B2 – Miséria Mercantil X Crescimento da Indústria e do Comércio. B3 – Miséria Social X Planejamento e Ascensão Social. B4 – Miséria Civil X Estruturação de Uma Civilização. B5 – Miséria Educacional X Ensino/Aprendizagem. B6 – Miséria Cultural X Discernimento Cultural. B7 – Miséria Humana X Revitalização Humanocivil. B8 – Miséria Moral X Estruturação Civil Política. B9 – Miséria Intelectual X Cultura e Discernimento Político. B10 – Miséria Comunitária X Estruturação Social e Humanocivil. B11 – Miséria Urbana X Desenvolvimento Sociocivil. B12 – Miséria Rural X Teorização Organicopolítica.

B13 – Miséria Infantil X Planejamento Sociocivil. B14 – Miséria Juvenil X Capacitação ao Trabalho e ao Estudo Equivalente. B15 – Miséria Adulta X Direcionamento Político Científico. B16 – Miséria Política X Historicidade (o fazer história) Nacional. B 1 – Miséria Economicofinanceira X Desenvolvimento Economicofinanceiro: A miséria economicofinanceira de um povo, população, nação ou mesmo de uma comunidade: pode ser estudada através da História (a história disciplina). Este estudo pode ser realizado através

da análise das estruturas econômicas (os mecanismos de subsistência) deste povo, ou nação. Em algumas comunidades a presença de uma estruturação econômica é quase nula (por exemplo, em comunidades em estado de pobreza ou de miséria) enquanto, também em muitas outras esta estruturação é insuficiente para a geração de rendas, etc. A situação das comunidades em estado de pobreza ou de miséria é fruto de uma estruturação econômica (destas comunidades) inadequada. O desenvolvimento econômico financeiro de comunidades em estado de miséria deverá advir de uma teoria política. Esta teoria política diz respeito à populações que terão que rumar ao desenvolvimento econômico financeiro. A fim de tornar possível uma teorização da política ao desenvolvimento econômico financeiro de populações em estado de pobreza ou de miséria, criei um organograma a respeito desta teorização: Organograma de teorização política ao desenvolvimento econômico financeiro de populações em estado de pobreza ou de miséria:

1º Passo: realização de um senso demográfico (uma contagem de pessoas; suas idades; sexo; escolaridade; patologias orgânicas: doenças, etc). 2º Passo: elaboração de um perfil antropológico histórico (do estudo destes homens, mulheres e crianças). Deste modo, pode-se diferenciar: crianças de: adultos; velhos de: jovens; pessoas com saúde de: doentes, etc. (deste modo, há a criação de grupos). 3º Passo: desenvolvimento de uma política de cuidado e amparo a cada um dos grupos, por exemplo: as crianças devem participar de um sistema de ensino, com alimentação, cuidados com a saúde, etc; aos jovens a participação em um sistema de ensino equivalente (uma espécie de ensino não tradicional, supletivo, etc.), o encaminhamento à capacitação para o trabalho, um sistema de saúde, desenvolvimento cultural, etc; aos doentes um tratamento de saúde e o recebimento de uma renda mínima, etc; e aos adultos a criação de oportunidades de trabalho, ensino equivalente, cultura, saúde, etc.

Deste modo, esta sociedade estará rumando à definição de grupos socioeconômicos. Estes grupos poderão, assim, rumar a um encaminhamento político. As catalogações (estas expostas acima) irão representar: mecanismos, sociológico econômicos; de estudo da sociedade e da economia das nações pobres (ou de países em que existe o; estado de miséria). Este estudo (citado acima), da sociedade e da economia das nações pobres (que tenham pessoas, comunidades ou sociedades pobres ou miseráveis) será necessário à organização de um perfil econômico e de determinação de uma ascensão civil e socioeconômica. A transformação da “Miséria Economicofinanceira X Desenvolvimento Econômico Financeiro”: irá determinar-se politicamente em seguida à ordenação sociopolítica de determinação de grupos sociais (estes determinados acima): jovens; velhos; crianças; estudantes; pessoas que tenham condições de trabalhar; doentes; pessoas alfabetizadas, analfabetos etc, em que cumprirá o Estado o papel de gerir à atividades que desenvolvam socialmente, economicamente, culturalmente e civilmente a vida de todas estas pessoas. O encaminhamento de jovens à capacitação para o trabalho, ao estudo proporcional, à cultura, às oportunidades de desenvolvimento (ao seu desenvolvimento econômico, cultural)

tornará este grupo social menos apto ao subdesenvolvimento socioeconômico. Deste modo, cada grupo social dependerá da ação política para estabelecer o seu desenvolvimento sociocivil. B 2 – Miséria Mercantil X Crescimento da Indústria e do Comércio: A capacidade mercantil, das nações subdesenvolvidas será um fator a estabelecer: uma emergência econômica. As nações em estado de miséria ou de pobreza como, por exemplo: o Haiti, a Somália, o Sudão, etc. poderão desenvolver-se à emergência (ao aparecimento) econômica. A miséria mercantil, existente em algumas nações significa: a falta de industrialização, de produção industrial; agrícola; pastoril e de fortalecimento comercial, exportações, etc. Assim, as alterações na miséria mercantil das nações em estado de pobreza dependem de um alicerce político. Será possível, dialogar-se a respeito do estado de miséria mercantil a partir da elaboração de uma política mundial de

desenvolvimento mercantil. Deste modo, às comunidades, povos, nações e etc. em estado de pobreza ou de miséria será preciso o empreendimento da formação de “mercados de trabalho”. Este empreendimento, da formação de mercados de trabalho diz respeito à: investimentos internacionais (por parte dos governos e de empreendedores) na área mercantil como, por exemplo, no extrativismo mineral ou vegetal; nas manufaturas; A alteração do “Estado de Miséria Mercantil X Crescimento da Indústria e do Comércio” nestas comunidades, povos ou nações: cria um alicerce político de estruturação de um mercado de trabalho1 para o desenvolvimento da economia nestes países (em estado de miséria). O extrativismo mineral, vegetal; as manofaturas2, a disponibilização de serviços ligados à indústria, etc. serão importantes mecanismos na formação destes novos mercados de trabalho. As alternativas de crescimento da indústria e do comércio nas populações em estado de pobreza ou de miséria são muito amplas. Há a disponibilidade de formação de um operariado; há também, a necessidade de gerar divisas (lucros) ao país e às populações: deste modo, haverá o desenvolvimento do Estado (o Estado irá arrecadar e gerar benefícios ao restante da população, etc.).

Deste modo, o extrativismo vegetal e mineral poderá desenvolver: a produção de produtos de manufatura e préindustrializados como, por exemplo; a produção de roupas, ervas, alimentos, doces, salgados, artefatos, etc. Será possível, por exemplo, à produção de: bonés; brincos; pulseiras; canetas; tapetes; perucas; arandelas, etc. O desenvolvimento do extrativismo vegetal e mineral: poderão criar, além da produção de manufaturas, o empreendimento da produção de remédios ou mesmo da extração de minérios como, por exemplo; a cassiterita (ferro), o manganês (aço), a bauxita (alumínio), mesmo, também a extração de carvão, etc. Há ainda a possibilidade do extrativismo animal (a produção de carne: ovina, suína e bovina): com a criação de rebanhos ou a extração petrolífera (de óleo animal). O desenvolvimento agrícola (de extrativismo vegetal) vem a estabelecer a produção de alimentos para o mercado interno e externo. Nos países em estado de pobreza ou de miséria como, por exemplo, o Haiti; a Somália; o Sudão, etc. e mesmo nos países em que o subdesenvolvimento é uma característica, por exemplo: a África do Sul, a Bolívia, o Brasil, mesmo a China, a Índia, etc. será necessário um plano de mudança e de estabelecimento de uma política mundial. Somente com o estabelecimento de uma política

mundial, será possível uma interferência na esfera econômica e civil destas nações. B 3 – Miséria Social X Planejamento e Ascensão Social: A miséria social de uma nação, povo ou comunidade significa: a precariedade da estrutura de sua sociedade. Miséria social quer dizer: sociedade subdesenvolvida! Em uma sociedade subdesenvolvida é possível encontrarse: pobreza; miséria; pessoas doentes; criminalidade; analfabetismo (de crianças, de jovens e de adultos); prostituição; dependência química (por álcool, tabagismo e drogas); falta de saneamento básico (água encanada e esgoto); moradias inadequadas; fome; péssimas condições de vida; falta de oportunidades (ao emprego, ao estudo, ao estudo equivalente, à saúde), etc. Miséria social é quando: uma sociedade é pobre. Assim, “Miséria Social X Planejamento e Ascensão Social”: estabelece o

desenvolvimento da sociedade (destas nações, povos ou comunidades em estado de pobreza ou de miséria). Para desenvolver sociedades em países subdesenvolvidos é preciso: a existência de um programa de intervenção política, em inúmeras nações do planeta Terra. O desenvolvimento de uma sociedade subdesenvolvida dependerá da política estabelecida nesta sociedade. Assim, os países (mesmo as comunidades ou sociedades) em estado de pobreza ou de miséria: tem a necessidade de políticas de desenvolvimento sociocivil. A “Miséria Social X Planejamento e Ascensão Social” (este subtema): determina que sociedades pobres, detenham teorias políticas internacionais de desenvolvimento. Nestas teorias políticas, será preciso que tornemos (nós que acompanhamos suas necessidades) as suas sociedades: modelos de desenvolvimento. A política de uma sociedade subdesenvolvida é sempre uma política de falência estatal. O subdesenvolvimento é a falta de política, de planejamento; é também uma escravidão aos seres humanos (que nele estão inseridos). Quando estabelecemos uma mudança à miséria social: pensamos em mudar uma sociedade miserável; em torná-la evolutiva

e autosustentável. Estas sociedades precisam de uma ordenação política; de um planejamento à ascensão sociocivil, etc. A miséria social é quando: a sociedade não detém política regional; não detém um mercado de trabalho para todos os trabalhadores desta sociedade; assim, possui pobreza exacerbada; não gera riquezas ou não possui produção; não tem planejamento político para a vida dos jovens e mesmo dos adultos; não cuida da saúde ou das necessidades das pessoas da sua comunidade, etc. Esta miséria social é um estado de carência. No globo terrestre há nações inteiras sob esta perspectiva como, por exemplo, o Haiti e a Somália. Para o estabelecimento de mudanças na miséria das sociedades: é preciso, discernirmos que; as políticas são geradoras de pobrezas. A pobreza não é fruto apenas do capitalismo ou mesmo do socialismo (pois temos nações socialistas em que existe muita pobreza como, por exemplo, em Cuba, na China, etc); é, porém fruto da política. O estabelecimento de políticas universais de desenvolvimento social e de combate à pobreza são fatores importantes na: mudança socioeconômica dos países pobres à economias emergentes. Uma política universal de desenvolvimento

sociocivil irá garantir um planejamento à ascensão social de miseráveis. Será preciso uma intervenção política em todas as nações do globo para o estabelecimento de uma universalização do desenvolvimento sociocivil. Assim, em qualquer país do globo terrestre estará estabelecido um planejamento à ascensão de pessoas e mesmo de comunidades miseráveis. No globo terrestre, esta miséria social pode ser combatida: ela irá precisar de planejamento político; de intervenção e do estabelecimento de uma política de desenvolvimento sociocivil; além disso, irá precisar de investimentos do setor privado (de empresas), de capital. O colapso destas sociedades está contido na política e também em fatores coadjuvantes à política como, por exemplo: o interesse de grupos manipuladores; a indisposição de grupos empresariais em investir em nações pobres (face ao perigo de perda dos seus capitais; com nacionalizações ou depredações); ou mesmo à falta de obrigação destas nações ou comunidades a adequarem-se ao desenvolvimento. A política existente no planeta Terra não obriga as comunidades à desenvolverem-se, nem mesmo os governos à distribuírem rendas, alimentos etc. (salvo em casos de intervenção de

mecanismos mundiais de governo como, as intervenções da ONU e da OEA; Organização das Nações Unidas e Organização dos Estados Americanos, respectivamente). As políticas não são universais, não tem amplitude ao desenvolvimento mundial das comunidades; ao fim da pobreza, etc. As sociedades podem desenvolver-se através de: políticas universais de desenvolvimento sociocivil; políticas de governo popular (regional), em uma maior participação destas comunidades à política; ou mesmo com a incidência de uma intervenção mundial nos governos dos países em que há comunidades em estado de pobreza ou de miséria. B 4 – Miséria Civil X Estruturação de Uma Civilização: Uma civilização, mesmo uma comunidade em estado de miséria pode ser planejada à estruturação. Observar a miséria, perante a história e as ciências humanas: estabelece um parecer temático, em que a vida das populações (e mesmo de suas estruturações sociocivis) tem condições através da política; do apoio

internacional e do desenvolvimento criticocientífico (destas ciências humanas) de alterar-se de acordo com o planejamento e a proposta de alteração das estruturas sociocivis destas comunidades. No subtema B1, descrito anteriormente citei a realização de um senso demográfico como forma de conhecer-se as pessoas atingidas pela pobreza ou miséria em qualquer lugar do mundo. A realização de um senso (uma contagem do número de pessoas, suas idades, escolaridade, etc) nestas comunidades; além da elaboração de um perfil antropológico (uma catalogação das faixas etárias, capacitações para o trabalho; para o estudo, etc) e o desenvolvimento de políticas de ascensão socioeconômica (tratados no subtema B 1) são uma metodologia humanocientífica de modificação de uma estruturação sociocivil pobre e subdesenvolvida. Além destes fatores, citados acima, seriam necessários outros fatores para a modificação destas sociedades; entre eles: · Divisão da população entre: pessoas doentes ou com necessidade de tratamento ou de repouso; pessoas com disposição para o trabalho remunerado (com a criação de mercados de trabalho, citados anteriormente); crianças com disposição para o estudo (alfabetização; escola integral, etc); jovens aptos à capacitação para o trabalho, etc.

· Alteração da vida socioeconômica de todos os integrantes destas comunidades. O planejamento sociocivil (ou mesmo sociocomunitário) deve estar direcionado ao desenvolvimento estrutural (como o que foi descrito no tema humano A – Pobreza X Riqueza; anteriormente citado) e capaz de atender a comunidade. Assim, o cultivo de pomares ou a construção de açudes (citados no tema humano A; descrito anteriormente); o extrativismo mineral e vegetal; o cultivo de hortaliças e plantações de uso comunitário poderá gerar riquezas sociais (descritas anteriormente). · A estruturação de mercados de trabalho (através do intervencionismo internacional); da garantia internacional sobre investimentos de caráter privado; o intervencionismo político internacional (citado no subtema B 3) e o desenvolvimento de uma política universal de desenvolvimento comunitário (também citadas no subtema B 3) serão capazes de estruturar novos mecanismos a estas sociedades em estado de pobreza e de miséria. A “Miséria Civil x Estruturação de uma Civilização”, estabelece que: as comunidades em estado de pobreza ou de miséria precisam de:

1 – Cultivo de pomares ou construção de açudes comunitários. 2 – Empreendimentos estatais e privados de extrativismo vegetal e mineral. 3 – Criação de hortas e plantações comunitárias. 4 – Realização de um senso demográfico (uma contagem e a definição de um perfil às populações). 5 – Realização de uma Catalogação Antropológica às comunidades (a definição de faixas etárias, capacitação para o trabalho e para o estudo), como forma de adequar as pessoas a uma metodologia de desenvolvimento humano científico. 6 – Intervencionismo internacional para o estabelecimento de

investimentos capazes de estruturarem ou formarem mercados de trabalho às pessoas destas comunidades em estado de pobreza e de miséria. 7 – Desenvolvimento de estruturas industriais e comerciais; formação de cooperativas; de sistemas de produção estatal e privados; de estruturação regional política (capaz de discutir e organizar problemas sociais) e de legislações democráticas de amparo aos direitos humanos, ao desenvolvimento cívico e social, etc.

B 5 – Miséria Educacional X Ensino/Aprendizagem: A miséria educacional: encontrada nos povos, populações, nações ou mesmo comunidades em estado de pobreza ou miséria determina uma desqualificação profissional. A educação de um povo estabelece a sua capacidade de operação no mercado de trabalho, até mesmo a sua ascensão sociocivil e socioeconômica (na maioria dos casos) ou os parâmetros de sua liberdade, legislação, etc. É crível, que a profissionalização; o crescimento econômico; o estabelecimento de legislações estão associadas à educação. O ato de ensinar à outrem (e assim à sociedade) estabelece um parâmetro de desenvolvimento intelectual e de profissionalização (à sociedade) capazes de tornar abstrato qualquer subdesenvolvimento social e mesmo civil, através dos tempos. Assim, a educação elabora um substrato: o desenvolvimento humano. O desenvolvimento da humanidade é fruto do ensino, do trabalho, mas principalmente das legislações, da qualificação profissional; da educação. A educação de um povo (nação ou comunidade) estabelece, a sua capacidade de operação no mercado de trabalho;

sua ascensão sociocivil e mesmo os parâmetros de sua cultura, sua liberdade, etc. A profissionalização, a atuação na política, a cultura civil e política das nações e das comunidades dependerão da sua escolaridade. Assim, nestes países em estado de pobreza e de miséria (como, por exemplo: o Haiti, a Somália, a Etiópia, o Sudão), ou mesmo nos países subdesenvolvidos (como, por exemplo, no Brasil, na Bolívia, na África do Sul, no México) o investimento em educação e também em educação equivalente é importante à elevação da qualidade de vida. Este subtema humano “Miséria Educacional X Ensino/Aprendizagem”, desenvolve uma teoria política à evolução da educação em comunidades pobres. Neste subtema humano, o processo de ensino/aprendizagem é um pilar na construção de uma comunidade (ou nação) que poderá alcançar uma melhor qualidade de vida em poucos anos. A educação depende de educadores e de atitudes políticas. As comunidades dependem de investimentos públicos e privados no setor da infraestrutura e em recursos para a alimentação e mesmo para o material escolar.

O ensino deve estar à disposição de todos os humanos. Deste modo, é preciso que a educação além de tradicional seja: também equivalente. Deve-se educar crianças, jovens e adultos. Assim, a educação deve ser tradicional e equivalente em todos os ensinos (escola normal e supletiva do Ensino Primário; Ensino Fundamental; Ensino Médio; Ensino Técnico/profissionalizante e Ensino Superior). A aplicação do ensino nas comunidades desenvolverá o processo de aprendizagem. A elevação do grau de escolaridade nestas comunidades: irá possibilitar a elevação das condições de vida. A formação de uma comunidade sem instrução e educação poderá determinar a sua miséria. Além disso, esta comunidade poderá ser inapta ao trabalho (por não ter qualificação profissional). O prejuízo operacional de não estabelecer a educação como um investimento ao estado, será de uma população sem poder de compra; sem divisas (que não gerou lucros). Além do mais, esta população poderá ser necessitada e onerosa ao próprio estado. O dispêndio financeiro ao estado em sustentar uma comunidade sem instrução será perpétuo. Enquanto os benefícios da

arrecadação de impostos com uma comunidade poderão multiplicarse, sempre que elevar-se o nível de escolaridade. O fim da miséria educacional dependerá do estabelecimento de um sistema de ensino de inclusão. Todos devem poder participar do sistema de ensino e assim ter condições de alterar o seu nível escolar. B 6 – Miséria Cultural X Discernimento Cultural: Aliada a educação, a cultura é um importante mecanismo de preparação e desenvolvimento intelectual. A cultura é um mecanismo de esclarecimento e é também, um agente transformador da sociedade. A difusão de qualquer cultura como, por exemplo: a cultura de idiomas; a musicalização (da música), a teatralização (do teatro) ou a inserção das pessoas na cultura esportiva (da dança, dos esportes); ou mesmo a cultura de imprensa (rádio, jornal, literatura e televisão); além da cultura étnica (dos costumes de certas comunidades) poderá desenvolver capacidades intelectuais.

Um povo sem atividades culturais (como, por exemplo, nas nações em estado de miséria: o Haiti, a Somália, etc.) poderá estagnar-se culturalmente. Deste modo, estará prejudicada a intelectualidade das pessoas: elas não serão capazes de escrever livros, compor músicas, falar outros idiomas, etc. e assim, a sua cultura poderá tornar-se miserável. A “Miséria Cultural X Discernimento Cultural”: teoricamente, estabelece uma dinâmica à: difusão cultural em países em estado de pobreza ou de miséria. Assim, a teoria política para a elevação da cultura nestes países revela que a produção: desta cultura, demonstra-se importante ao desenvolvimento cultural. Será preciso que a liberdade política desenvolva culturalmente estas nações. A liberdade deverá ser um fator à estimular a produção cultural, à promover uma educação continuada (o desenvolvimento de outros temas educacionais) e à tornar estes países, países cultos: na área cultural. Em países em estado de pobreza ou de miséria a produção cultural é quase nula. Assim, não observamos o desenvolvimento de culturas de: teatro, música, esportes (danças, etc) e ainda da cultura de idiomas, de literatura, até mesmo de imprensa, etc.

A formação cultural está prejudicada pela falta do processo de ensino/aprendizagem, ou mesmo pela condição de miséria dos países pobres. Aliada à educação, a cultura irá ajudar na formação intelectual de qualquer povo, nação ou comunidade. Assim, a cultura irá estabelecer um conceito de elevação intelectual, importante ao desenvolvimento humano. B 7 – Miséria Humana X Revitalização Humanocivil. Nas populações, povos ou nações em estado de miséria: encontra-se todos os tipos de pessoas em um processo de degeneração humana. Deste modo, é possível encontrar-se: jovens, crianças, bebês, idosos, adultos; homens e mulheres nestas condições, de deploração e miséria humana. Nestes povos, encontramos: pessoas fracas, desnutridas, doentes; pessoas sem atividades ou geração de rendas, etc.

A abordagem deste subtema “Miséria Humana X Revitalização Humanocivil”: está, à demonstrar; que há a possibilidade de regeneração de qualquer sociedade. Uma reformulação estrutural nestas sociedades será capaz de reorganizá-las e criar nelas um alicerce político de desenvolvimento humanocivil. A miséria humana, presente em diversos países pobres do Globo Terrestre é um fator à gerar lacunas às Ciências Humanas. Por exemplo, nestes países há: um solo fértil à agricultura; a água constitui-se um fator passível de coleta ou de armazenagem (é possível construir-se açudes e reservatórios, etc); é possível a criação de pomares; é possível extrair--se minerais e vegetais (estes em programas de desenvolvimento de economias sustentáveis: que não destroem a fonte de recursos), a criação de hortaliças, etc. Será possível, através da política: criar-se uma sociedade mais igualitária. Em qualquer comunidade em estado de pobreza ou de miséria, será necessária a criação de um mercado de trabalho; também de uma estruturação econômica que altere a condição de subdesenvolvimento civil e social. Estas comunidades são perfeitamente passíveis de alteração das suas condições de subdesenvolvimento, porém é claro somente a política poderá alterá-las. O único subsídio político para a alteração destas comunidades, povos ou nações em estado de

pobreza ou de miséria: além da diplomacia e das relações exteriores será, é claro uma política de intervenção internacional. Em todos os países do Globo Terrestre em que a pobreza e a miséria são existentes, é claro que por um motivo: ou por outro a política foi incapaz de resolver os problemas civis e sociais do subdesenvolvimento. A diplomacia e as relações exteriores poderão divulgar uma política de regeneração destas sociedades. Adiante disso, a teoria política existente poderá ser imposta pelas nações: às demais nações, uma vez da existência do subdesenvolvimento humano, civil e social (ou mesmo econômico). Atitudes políticas sempre serão capazes de alterar a realidade sociocivil e econômica, sejam elas: dos próprios governos (nestes governos, dos países em estado de pobreza ou de miséria), ou de políticas de intervenção internacional. É possível alterar-se a miséria humana com mudanças estruturais na política destas nações. Uma Teoria Política de alteração da realidade destas nações, comunidades ou povos é possível através da intervenção política das nações mais evoluídas às nações pobres. O ser humano miserável, causa grandes despesas a sua nação. Deste modo, a alteração de seu patamar econômico: poderá gerar o fim das degradações econômicas.

Em inúmeras nações do globo terrestre, os recursos minerais, vegetais ou mesmo naturais, provindos das águas, das florestas, etc. jamais foram explorados. Nestes países poderemos encontrar riquezas minerais; como, por exemplo: alumínio, manganês, bauxita, e ainda riquezas vegetais, como; por exemplo: petróleo, carvão, extrativismo de frutas e de frutos, além de extrativismo agrícola, etc. Há, nestas nações a necessidade do desenvolvimento comunista: de exploração comum destes mananciais. Assim, o desenvolvimento destas nações estará sujeito ao fim da degradação econômica. Em algumas nações, como; por exemplo, nas nações pobres o capitalismo é algo à degenerar mais ainda a sociedade. O desenvolvimento do socialismo, ou mesmo do comunismo (a propriedade coletiva) dos meios de produção será norteador de uma elevação no padrão de vida destas nações. Assim, estes contingentes de pessoas miseráveis poderiam alcançar uma elevação no seu padrão de vida. Uma intervenção política, nas nações em que há populações em estado de miséria: ao desenvolvimento de comunismos regionais (regiões em que há: propriedade coletiva dos meios de produção) poderá elevar a economia local.

B 8 – Miséria Moral X Estruturação Civilpolítica: O ser humano pobre, miserável: sem renda mínima; não integrado a qualquer sistema social de sobrevivência, estará imbuído a um modo de vida de privação humana. Assim, sem condições: de obter nutrição adequada e ter condições mínimas para a sobrevivência, estará condicionado à fragilidade humana. A estruturação civil política, em detrimento à “miséria moral”; embasa a ciência política a um planejamento urbano. Deste modo, à nortear uma esperança de alteração à todos os âmbitos de miséria; nestes povos, comunidades ou populações em estado de miséria. As comunidades, povos, nações ou populações em estado de miséria poderiam integrar um modelo economicocivil e político de organização de sociedades miseráveis. O estabelecimento de uma condução política a estas sociedades deverá ocasionar uma mudança histórica, em suas consolidações.

A miséria moral é um fator de difícil reversão sob o ponto de vista político. Assim, este dependerá de novas condições de sobrevivência e de um acompanhamento psicológico, porém terá que advir da política. O caminho político será o de nortear: organizações civis, econômicas e políticas de ascensão a todos. Deste modo, estará a política responsável pela elaboração de mecanismos de ascensão sociocivis. B 9 – Miséria Intelectual x Cultura e Discernimento Político. Não haverá cultura ou intelectualidade humana: capaz de gerar conhecimento ou modificar a condição sociocivil dos povos, nações ou comunidades em estado de miséria; nos locais onde há a miséria intelectual. A teoria política deverá advir de comunidades acadêmicas, científicas capazes de elaborar “sistemas políticos norteadores de desenvolvimento sociocivil”.

A “miséria intelectual” significa: pouca instrução mental, raciocínio fraco para a elaboração de mecanismos organicofilosóficos (filosofias governamentais). Terá a ciência, o papel norteador: no fortalecimento estrutural; familiar, comunitário, civil, econômico, social e cultural. Os contingentes populacionais em que a produção intelectual: não é capaz de alterar a sua realidade política; estão imbuídos em um sistema, de pouca ou mesmo de nenhuma produção intelectual. Constituindo-se as comunidades miseráveis: miseráveis também na produção intelectual. A mudança de realidades, humano civis e educacionais: nestas comunidades, poderá; contribuir na elevação da produção cultural. Assim, o discernimento político democrático, poderá desenvolver-se nestas nações. Através do desenvolvimento da democracia: a produção cultural nestes povos, comunidades ou nações em estado de miséria; poderá desenvolver a liberdade de expressão, de pensamento e mesmo a produção de cultura política. O desenvolvimento da imprensa, do raciocínio e da produção de conhecimento humano e científico somente será consolidado com a existência da liberdade política. Esta liberdade é o símbolo de um estado democrático; da discussão política; da liberdade

de expressão e pensamento; também da liberdade de imprensa, de conhecimento, etc. B 10 – Miséria Comunitária x Estruturação Social e Humanocivil. Para o desenvolvimento das comunidades, povos ou nações em estado de pobreza ou de miséria: podemos utilizar teorias políticas. · Assim, observamos o subitem A – Pobreza x Riqueza: 1, 2 e 3 (Comunidade pobre em países de terceiro mundo); Resultado 1: Institucionalização de: pomares e hortaliças comunitárias.

Resultado 2: Institucionalização de: escavações minerais comunitárias. Resultado 3: Institucionalização de: plantações e produção agrícola comunitárias. · No subitem B 1 – "Miséria Economicofinanceira x Desenvolvimento Economicofinanceiro", observamos: Resultado 1: Catalogação antropológica (censo demográfico e elaboração de um perfil aos habitantes). Resultado 2: Catalogação antropológica (catalogação humanocivil para a formação de grupos) Resultado 3: Catalogação antropológica (encaminhamento ao programa de desenvolvimento social: em uma política de cuidado e amparo).

· No subitem B 4 – "Miséria Civil x Estruturação de Uma Civilização", também observamos: Resultado 1: Formação de mercados de trabalho. Resultado 2: Criação de estruturas sociais, econômicas e políticas. Resultado 3: Elaboração de mecanismos de controle às estruturas econômicas e civis (com intervencionismo internacional). Deste modo, a estruturação social e humanocivil enfrentam o discernimento pressuposto mínimo de seguir uma teoria política: de alteração da miséria comunitária à maturação; de uma ciência política. B 11 – Miséria Urbana x Desenvolvimento Sociocivil. Os povoados, comunidades, nações, etc. em estado de miséria desenvolvem: aspectos de vulnerabilidade à proliferação de problemas sociais. A existente inestruturação sociocivil e a

subcondição intraeconômica criam, uma total degeneração sociocivil e política; capaz de impedir o avanço da formação de um estado. A miséria urbana, citada no título deste subitem demonstra: que será preciso um esforço moral (Hobbes. 1983) para a estruturação de uma sociedade autosuficiente. Esta miséria urbana, em sua constituição política significa: uma miséria política. A consolidação miserável, encontrada até mesmo em países ricos: é um fator a degenerar o civismo. Assim, a manipulação: destes povos, comunidades ou nações em estado de miséria; ao desenvolvimento civil, social, econômico, político e cultural será possível através do planejamento político. A criação de estruturas sociais, civis, econômicas e políticas: nestas comunidades, povos ou nações em que há o estado de miséria; será discernida como etapa inicial na consolidação de uma mudança sociopolítica e econômica. A institucionalização de um estado eleva a qualidade de vida e cria o cuidado e amparo às populações: irá alterar a subcondição humana, encontrada em muitas nações. O intervencionismo da ONU (Organização das Nações Unidas) nestes povos, comunidades ou nações em que: há o estado de pobreza, miséria, ou de degeneração humana; poderá trazer um, mecanismo legislativo internacional (para o trato, a estas questões

humanas). Assim, estas sociedades estarão amparadas a uma legislação internacional. Ao idealizar uma solução, para as comunidades, povos ou nações em estado de miséria: penso que a criação de estruturas sociais, civis, econômicas e políticas; será capaz de alterar, a condição de pobreza à emergência (o ato de emergir a uma outra condição). . Deste modo, a criação de estruturas sociais diz respeito à: Direito à moradia em casas simples. Direito à institucionalização de trabalho estatal. Direito à integração à programas de amparo as crianças (educacionais e de cuidado à incapazes). Direito ao estudo ou à integração a um processo educacional de ensino e aprendizagem. Direito a um acompanhamento de saúde. Direito à programas de capacitação para o trabalho.

Direito à formar comunidades. · Assim, às estruturas civis constitui-se: Formação de mercados de trabalho. Formação de estruturas estatais de produção (meios de produção comunitários, face à pobreza encontrada). Formação de estruturas civis de: segurança pública, saúde pública, educação pública. Estabelecimento de empresas privadas; sistema de correios; bancos, cartórios, poder judiciário, etc. · Em estruturas econômicas, epigrafo: Renda provinda do trabalho. Mecanismos de distribuição de rendas, dos meios estatais de produção.

Produto interno bruto (PIB): a produção existente (quantidade e valor dos bens produzidos). Matéria prima para a produção de bens. Matéria prima para os meios estatais de produção de bens. Formação de um sistema monetário (ou fluxo monetário econômico). Formação da acumulação flexível de capitais (capitalismo). Formação da acumulação fixa de capitais (do trabalho estatal). · E assim, em estruturas políticas discirno: Formação de câmaras políticas de representação. Formação de uma classe política emergente destas comunidades. Formação de organismos políticos de governo. Institucionalização legislativa de direito (Constituições, Leis Orgânicas, etc).

Institucionalização de direitos humanos; estatutos de direitos políticos aos grupos sociocivis: crianças, jovens, adultos, velhos, doentes, etc. A miséria é um fator à instigar a capacidade política. Esta miséria é algo: à questionar a ciência. A ciência política será capaz de alterá-la. Assim, poderá rumar a política: ciência subordinada a estas questões humanitárias. B 12 – Miséria Rural x Teorização Organicopolítica. Os diferentes potenciais políticos poderão: rumar à elevação da qualidade de vida do ser humano. A miséria rural, estabelecida: determina a impossibilidade da produção de alimento e biocombustíveis.

A ruralidade humana poderá determinar: uma qualidade mínima de vida. Deste modo, a plantação para a produção agrícola ou para a geração de energia eletromotora (os biocombustíveis): constituir-se-ão um fator gerador de riquezas às populações em estado de miséria. A agricultura nestes povos, comunidades ou nações em estado de miséria dependerá de: irrigação (da criação de sistemas hidráulicos); do manuseio da terra; da aquisição de sementes e de insumos agrícolas, além do trabalho da colheita e de estocagem. Nosso planeta produz alimentos espontaneamente. Assim, as nações e os governos deverão controlar a demanda de alimentos. O nosso ecossistema é rico e a intervenção humana, à produção agrícola será capaz de gerar alimentação a todos os seres do globo. Assim, a ruralização do globo, constitui-se um mecanismo político de reversibilidade à miséria mundial. A teorização organicopolítica: significa a determinação de um cronograma político à ruralização do globo terrestre. O organismo de governo voltado ao aumento da produção agrícola, à ruralização constituir-se-á: mecanismo de política logística (voltado à acumulação estatal de grãos).

Uma política logística: de ruralização, por exemplo; poderá amparar a formação de novas comunidades. Nestas novas comunidades, agrícolas: a potencialidade de produção poderá determinar riquezas rurais. Uma riqueza rural é a produção de excedentes. Nestas comunidades, teorizadas: a produção para o consumo e para a venda será; um fator a desenvolver a economia; à revelar um grande potencial econômico (o potencial produtivo; agrícola). B 13 – Miséria Infantil x Planejamento Sociocivil. Nos países pobres ou subdesenvolvidos encontramos as crianças em estado de miséria. Há também, jovens, adultos, idosos, etc. em estado de miséria; sabemos. Haverá ainda, um novo contingente de futuros miseráveis. Hoje, este contingente é óbvio: são as crianças. A “miséria infantil”, proposta neste subitem: propõe a ciência humana em direção à resolução desta miséria. A extinção da

miséria infantil, ao título de organização humanitariopolítica dependerá: · Da elevação da qualidade de vida: dos cidadãos; pais, destas crianças. · De mecanismos de controle: à degeneração humana dos adultos. · Do planejamento humanitariopolítico: à elevação da qualidade de vida dos adultos. · Dos programas sociais de escola maternidade e de assistência social as crianças, etc. O planejamento sociocivil (proposto neste subitem), trata a miséria infantil: como adjacente à miséria humana. A elevação de fatores como, por exemplo: a escolaridade, a renda per capta dos pais ou uma melhor estruturação social; civil e econômica das comunidades em estado de miséria (ou pobreza); levará à diminuição da degeneração de crianças (face à sua carência).

A riqueza das futuras gerações dependerá de um planejamento político no trato às crianças. Estas crianças, das nações, povos ou comunidades em estado de miséria poderão ser agentes transformadores de suas sociedades; desde que integradas a um programa de mudança sociocivil e econômico. O empreendimento de uma política de amparo e cuidado aos seres humanos, adjacente a política: irá determinar a consolidação de sociedades autosuficientes. O combate a “miséria infantil” é uma prioridade política, porém: também significa o final de uma miséria futura; até mesmo de novas gerações. B 14 – Miséria Juvenil x Capacitação às Relações Comerciais e Equivalência Educacional. O jovem pobre ou miserável: em nações, povos ou comunidades em estado de miséria; poderá estar predestinado a uma pobreza perpétua. Nestes locais, a pobreza perpétua descende: de falta de empreendimentos comerciais e industriais; de fatores políticos,

de falta de compromisso com as camadas populacionais pobres; da inestruturação social, civil, econômica e mesmo de representação política, etc. A falta de desenvolvimento sociocivil, a opressão dos regimes políticos, o estado de degeneração humana, etc. são fatores à alavancar a pobreza. Assim, a miséria juvenil: já é uma consequência da subcondição econômica e política, nestes povos. Então: a infância será de pobreza; também como, a juventude, etc. A política, nestes povos ou nações em estado de miséria: é em geral opressora; há homicídios, castigos, ainda há a tortura física. Os seres humanos, em muitas nações pobres: estão sujeitos a opressão política. Os regimes políticos; matam; espancam, praticam tortura; escravismo, etc. Além disso: os regimes opressores, antidemocráticos; deixam as populações à mercê da fome, da carestia, da mendicância. Não há, por parte das Nações Unidas (da ONU: Organização das Nações Unidas): uma intervenção política; a determinação de uma legislação internacional humanista ou etc.

A “miséria juvenil”, infantil, etc. quer dizer também: falta de intervencionismo internacional. Deste modo, é conivente a sociedade internacional com as opressões políticas; com a miséria, etc. A ajuda humanitária da ONU (Organização das Nações Unidas), é algo à remediar a subcondição humana: porém, além desta ajuda; deveria haver também, a legislação humanitária (o intervencionismo político humanitário). Este intervencionismo político humanitário será algo a conter o vértice, a raiz da degeneração humana. A política nestes povos, nações ou comunidades em estado de miséria tem: artifícios de maldade, cognitude malévola, insubstância de fraternidade, racionalidade ao escravismo e mesmo ao poder; por vezes. A mudança socioeconômica dos países pobres à economias emergentes, será possível através da estruturação teórica à política; também, do intervencionismo político internacional, etc. A capacitação às relações comerciais e equivalência educacional; cria uma diretriz política, à juventude. Capacitar jovens para o trabalho, assim como: conceder ensino equivalente (mesmo no próprio local de trabalho); será um modo de direcionar os jovens ao recebimento de benefícios trabalhistas, ao desenvolvimento cultural.

O jovem trabalhador, além de estar longe da miséria; tem condições de receber conhecimento. Assim, poderá aprender: idiomas, cálculos, culturas de comunicação e expressão, etc. A capacitação profissional e o ensino equivalente: tem a condição de desenvolver a cultura e mesmo a capacidade das pessoas. Nestes povos, comunidades ou nações em estado de pobreza ou de miséria: deverá haver o aumento da capacidade cultural; deverá a política capacitar os seres ao trabalho. Exercer uma política de desenvolvimento humano será: também; um modo de salvar gerações de uma pobreza, talvez perpétua. Desenvolver os seres humanos será; também, salvar famílias, etnias, comunidades, etc. B 15 – Miséria Adulta x Direcionamento Politicocientífico. O ser humano é fonte de conhecimento, de inteligência, de cultura, etc. Uma “miséria adulta”, significa que estes seres humanos: não foram participantes da ciência política.

O que fazer? Nosso sistema político é nacional: ainda, há o interesse financeiro; criador de capitalismos, socialismos, teocracias, etc. Um direcionamento politicocientífico: seria integrar estes seres, miseráveis a; um programa de ascensão humanocivil. Assim, a ciência: poderia torná-los, mais dignos; com mais dinheiro, etc. A formação de um mercado de trabalho; de programas de capacitação; a integração destes seres, miseráveis, a uma política de amparo e cuidado; ainda o desenvolvimento de suas sociedades, comunidades, etc. levaria estes seres a um modo de regeneração. A criação de oportunidades no mundo sociocivil: dependerá de uma legislação universal. O intervencionismo é capaz de mudar: social e economicamente o mundo subdesenvolvido. A formação de mecanismos internacionais de controle do subdesenvolvimento irá alterar: as sociedades, suas economias; o civismo e também a política, destas nações. Assim, a interferência internacional poderá legislar o globo terrestre; no trato ao chamado terceiro mundo. Uma unidade ideologicopolítica; uma unificação de economias pobres; um direcionamento politicocientífico será norteador de uma ciência de amparo à regeneração humana. Um adulto pobre

ou miserável é uma fonte de riqueza, de saber e conhecimento, porém: inativo, falido, à beira da opressão da fome, mendicância, da carestia; torna-se degenerado. O poder despótico, autocrático, o esquecimento do povo à política: são arbítrios que distanciam a política dos mais humildes. Um direcionamento politicocientífico à miséria adulta é: determinar que os seres humanos sejam meios de produção; de produção de bens; de saber, etc. O adulto miserável: está vulnerável, á passar toda a sua vida miserável. Estão condenadas, também as gerações subsequentes. B 16 – Miséria Política x Historicidade Nacional. A “miséria política” existente nestas nações, povos ou comunidades em estado de miséria: revela um estado de submissão intelectual. A formação de ideais (ou ideologias) políticos geralmente é oprimida pelos governos autoritários.

A condição de submissão intelectual gera um aspecto de anti-história a estas nações, povos ou comunidades em estado de miséria. A anti-história é o ato de ver: sufocadas as ações e fatos da história, pelos governos. Uma “miséria política” é: a falta de atitudes políticas, em virtude da opressão política, etc. Esta miséria política é detentora de: uma manipulação ao povo. Qualquer atitude política é uma filosofia: esta filosofia pode ser orgânica; ou inorgânica. A filosofia orgânica descende de organismos governamentais, porém; há também a filosofia inorgânica, aquela que descende de parcelas da população (em geral dos filósofos, historiadores, jornalistas). A filosofia inorgânica somente existe em nações, povos ou comunidades em que: os ideais democráticos podem incorporar-se à política. Assim, a miséria política: existe em virtude da falta de democracia. Nos países, nações, povos ou comunidades em estado miséria; a história está sendo oprimida. A historicidade (o ato de consolidar uma história) é condicionada à: opressões; escravismos; condições sub-humanas; tirania; violência; guerras civis, etc.

A historicidade de uma nação, povo ou comunidade se fará: pela sua filos

Add a comment

Related presentations

Related pages

Livro1 - Scribd - Read books, audiobooks, and more

Livro1 - Free download as Excel Spreadsheet (.xls / .xlsx), PDF File (.pdf), Text File (.txt) or read online for free. ceninhas
Read more

Livro1 - Docs.com

Content published by josé veiga about Livro1. 5 Views, 0 Likes on Docs.com.
Read more

livro1 Stories - Wattpad

Find livro1 stories you'll love. Read free books and stories about livro1 on Wattpad.
Read more

Anaya, sim ou não? (Trilogia ANAYA Livro 1) (Portuguese ...

Anaya, sim ou não? (Trilogia ANAYA Livro 1) (Portuguese Edition) eBook: Cláudia Nadine Nunes Pereira, Carlos Costa: Amazon.de: Kindle-Shop
Read more

Livro1 - YouTube

Tumulto pra ver a XUXA na Bienal do livro1-MARY HELLEM,ISABELE,MARIA CRISTINA E MARINA 1 - Duration: 3:16. Isabele Meyer 515 views
Read more

Atividades Para Sala de Aula – Livro 1

Apache Server at 4shared.com Port 9080
Read more

LIVRO1 caixa 2 abertura port

700 ADOLPHO LUTZ — OBRA COMPLETA zVol. 2 — Livro 1 Tympanismus des Abdomens nicht vorhanden. Die Palpation ergiebt keine Abnormität weder in der ...
Read more

livro1 - Download - 4shared - 4shared.com - free file ...

livro1 - download at 4shared. livro1 is hosted at free file sharing service 4shared.
Read more

Livro1 | Marco Alves - Academia.edu

Livro1. Uploaded by. Marco Alves. Views. connect to download. Get xlsx. READ PAPER. Livro1. Download. Livro1. Uploaded by. Marco Alves. 2* Yeti S Warbear ...
Read more