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Livro de Eclesiástico

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Information about Livro de Eclesiástico
Spiritual

Published on March 12, 2014

Author: WilliamGonalves1

Source: slideshare.net

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÃO LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO DISCIPLINA: HERMENÊUTICA DOS LIVROS SAGRADOS – TORÁ E ANTIGO TESTAMENTO DOCENTE: GIOVANNI BATTISTA TUVERI ECLESIÁSTICO BEATRIZ MARIA BRITO SOEIRO CAIO CEZAR VIANA BRAGA GRAZIELLY CARDOSO DA SILVA WILLIAM TEIXEIRA GONÇALVES

O LIVRO Encontramo-nos perante o exemplo mãos completo da literatura sapiencial judaica. A obra, única no AT que tem a chancela do autor Jesus Bem Sirac, gozou desde o começo de enorme respeito, tanto em círculos judaicos como cristãos. Foi provavelmente o primeiro livro deuterocanônico escrito. TEXTO Originariamente, ECLESIÁSTICO foi escrito em hebraico; mas esse texto, perdido durante séculos, só foi descoberto a partir de 1896 na velha sinagoga do Cairo, em diversos fragmentos de vários manuscritos medievais. Mais tarde, outros pequenos fragmentos foram encontrados numa gruta de Qumrân. Em 1964 foi encontrado na fortaleza de Maçada, junto ao Mar Morto, um longo texto que abrange 39,27-44,17, numa escrita do início do século I a.C.. O texto hebraico ainda foi conhecido por São Jerônimo, que faleceu em 419.

Felizmente já havia, pelo menos, uma tradução grega, feita no Egito pelo neto do autor. Foi esta que entrou para a Bíblia grega, sendo depois aceite pela Igreja como texto canônico. O autor da tradução acrescenta-lhe um prólogo. Hoje reconhecem-se dois estados do texto hebraico: um antigo, que serviu de base à versão grega feita no Egito por volta de 130 a.C. (texto grego I); outro mais recente, revisto na perspectiva das idéias farisaicas, entre 50 e 150 da nossa era, e utilizado para uma revisão do texto grego, entre 130 e 215 da nossa era (texto grego II). A versão siríaca estará ligada ao texto hebraico revisto. O texto seguido nesta Bíblia é o tradicional da tradução grega dos Setenta (texto longo), inclusivamente entre os capítulos 30 e 36, onde algumas traduções optam pela ordem da Vulgata e do Siríaco. Colocamos em itálico as passagens do texto longo. Os algarismos entre parênteses correspondem a linhas do texto original.

NOME DO LIVRO Embora falte o original hebraico do começo da obra, seu titulo pode deduzir-se do cólofon após 51,30 no manuscrito B e das aberturas grega (Sophia Iesou huniou Sirachh) e siriaca (hekmeta debar sira) do livro: hokmat yesua ‘ bem’ El ‘azar bem sira’ , “Sabedoria de Jesus, filho de Eleazar, filho de Sirac”. A tradução judaica oferece diferentes nomes do livro. Alguns tratados do Talmud o intitulam seper bem sira , “Livro de Bem Sirac”. Saadia Gaón (século X) conhece-o como seper musar, “ Instrumentação de Bem Sirac”, ou misle bem sira, “Provérbios de Bem Sirac”. O nome “Eclesiástico”, que deriva do titulo da maior parte dos manuscritos da Vulgata, Ecclesiasticum, tem provavelmente sua origem no grande uso que se fez do livro entre as comunidades cristãs (ekklesiai) dos primeiros séculos.

AUTOR Saldo o livro de Eclesiástico, o resto das obras do AT são anônimas ou atribuídas pseudoepigraficamente a personalidade do passado de Israel, como Davi ou Salomão. Os manuscritos de que dispomos dão o nome do autor de diferentes modos. Em 50,27 do B pode ser ler: “Simão, filho de Jesus, filho de Eleazar, filho de Sirac”. No entanto, após 51,30 aparece de duas formas: uma “Simão, filho de Jesus, chamado filho de Sirac”; a outra como em 50,27. O cólofon siríaco o chama “Jesus, filho de Simão, chamado de Asira”. Dado que o autor diz no prólogo “meu avô Jesus” e que no titulo grego que encabeça 51,1 pode ler-se “Oração de Jesus filho de Sirac”, o lógico é pensar que Simão é corruptela, e que o autor do Eclesiástico chamava-se Jesus Ben Eleazar bem Birac.

A LÍNGUA A obra de bem Sirac é escrita em hebraico, embora na parte léxica se percebam muitos aramaicos. Em sua época, o hebraico era nada mãos nada menos que uma lingual culta, não falada entre o povo. No entanto, o autor a conhecia suficientemente bem para não atrever-se a expor seu pensamento poeticamente. É verdade que seu estilo é imitativo e ocasionalmente, repetitivo; porém seria um desproposito dizer que decadente. De fato, sob ponto de vista estilístico, o Eclesiástico não é inferior aos salmos mais recentes ou a algumas partes de Provérbios. Sabem combinar magistralmente o didático com o devocional, as tiradas moralizantes com surpreendentes imagens literárias. Inclusive ocasionalmente a linguagem poética é realmente soberba, especialmente nas formulações teológicas (por exemplo, capitulo 24) e nas secções hínicas (por exemplo cc. 42,15-43,33).

GÊNERO LITERÁRIO Em relação ao gênero literário, bem Sirac dominava o amplo mostruário da tradição sapiencial. Juntamente como gêneros que integram o denominador comum do masal, no Eclesiástico encontramos hinos, narração, autobiografia, onomástica, preces, o grande poema didático e até um salmo de ação de graças. Embora sob ponto de vista formal o Eclesiástico pareça estar familiarizado cm Provérbios, diferentemente desse, Bem Sirac utilizar o provérbio isolado em raríssimas ocasiões, inclusive nestes casos não perde a oportunidade de comenta - lá mediante exortações ou observação da vida real. Assim, para advertir do perigo do trato com os ricos (13,2-7), após o qual aparece um provérbio convencional (13,2), apresenta alguns “caos” da experiência cotidiana e as conseqüências frustrantes de uma atitude irrefletida (13,3-7). Isto é, que o normal é encontrar comunidades versificadas em torno de um tema, de três ou mais estiquios introduzidos por aforismo. Outra variante do masal é o provérbio numérico (23,16-18) conhecido por Jó. Bem Sirac faz uso de perguntas retóricas, orações condicionais ou relativas para definir “caos” hipotéticos ou reais. Sua finalidade é evidente didática, porem prevalece os elementos descritivos.

Outro mal é representado pela instrução freqüente em Pr cc. 1-9 e de profundo enraizamento na literatura egípcia. As características formais do poema didático vêm somar-se como próprio o vocativo “Meu filho”, ou formula análogas, o uso continuo de imperativos, que exigem a observância, e a motivação (oral causal ou consecutiva), que pretende deduzir as vantagens da aceitação da sugestão ou as desvantagens da desobediência (ver Eclo 10,26-11,9). O poema amoroso alegórico do capítulo 14,20-27 tem indubitavelmente precedentes em Pr 5,15-20 e Ct 2,8ss. O hino não tem por que coincidir com as categorias litúrgicas, próprias da cultura religiosa ocidental. Chama-se hino toda descrição poética que tem Deus como objeto, suas qualidades ou suas obras. O vocabulário é escolhido “tempo”, majestoso. Com uma forte descrição, e o chamado imperativo ao louvor ou à contemplação pode estar ausente, acaba sendo inadequado denominar a esses poemas hinos de louvor.

RECURSOS RETÓRICOS E ESTILISTICOS A obra de Bem Sirac é um patrimônio poético hebraico. Sua obra esta redigida em forma poética. Embora haja duvidas sobre a estrutura estrófica da obra. Habitualmente, tal qual a poesia hebraica precedente, Bem Sirac utiliza o paralelismo: sinonímia, antitética e progresso/sintético. Os recursos de assonância esta presentes em Eclesiástico também a variedade de estrutura quiásticas. ESTRUTURA LITERÁRIA A estrutura literária ainda hoje a estudo para desvendar esta questão levandata pelas Exegeses. No livro do Eclesiástico constituem um corpo doutrinal. Existem neste livro três secções hínicas fundamentais: 1,1-10, origem divina da Sabedoria; 24,1-29, a Sabedoria em Israel e sues frutos; cc. 42,15- 43,33, hino à criação e ao Criador. As três secções se caracterizam por um tratamento soberbo da teologia da criação. O primeiro é introduzido por um hino de louvor a Sabedoria, criatura primordial a Deus, que é quem a oferece como dom aos que o amam. Ao segundo, serve-lhe de exótico o magnífico poema sobre a Sabedoria, dom divino que penetra toda a realidade criada, mas quem tem a residência supõem uma continuação de modo especial em Jerusalém. Sua identificação com a Lei de Moises supõem uma continuação na historia do pensamento israelita de conseqüência ilimitadas.

Terceiro poema, a Sabedoria só é mencionada explicitamente em três ocasiões: “as maravilhas de sua sabedoria” (42,21); “com sua sabedoria entanto, não há duvida de que todo ele está impregnado do sentimento da onisciência divina: descobre todos os segredos do coração e conhece os sinais dos tempos (42,18); anunciava o passado e o futuro, e não deixa escapar nem um só pensamento (42,19-20); Deus depois todas as coisas para perfeição, de tal modo que lhe obtenção (42,21-25); tudo se mantém firme perante a palavra do Santo (43,10); do Senhor é o poder (43,17). Também aqui Sabedoria e criação estão intimamente ligadas. O poema termina de modo análogo ao primeiro. Aqui “aos piedosos lhes deus a sabedoria” (43,33); em 1,10:”ele brilhou aos que amam”. Após destinatários na historia de Israel (cc. 44-50). O esquema é relativamente claro: a Sabedoria, criatura primordial, é oferecida a todos piedosos; porem, tem sua herdade principalmente “no povo glorioso” (24,2); daqui saíram exemplos edificantes, de memória imorredoura, de homens possuídos dos espíritos da sabedoria (elogio dos antepassados, cc. 44-50).

CONTEÚDO E PROPOSITO DO LIVRO DE ECLESIÁSTICO Segundo Bem Sirac, a sabedoria é o bem/dom supremo a que pode aspirar ao ser humano. Trata-se de uma qualidade do ser divino presente de modo geral em toda a criação, e de modo particular na Lei mosaica. O autor continua apoiando suas afirmação na própria experiência, propondo-se de vez em quando como exemplo por meio da primeira pessoa. Assim seu ensinamento adquire vasta perspectiva e insólita autoridade moral. Não existe praticamente nenhum tema, relacionado ora com o desenvolvimento pessoal oral com a responsabilidade comunitária, que passe despercebido a Ben Sirac. Apesar da sólida trama ideológica, o Eclesiástico se recente de algumas inconsistências doutrinais, de algumas aporias presentes, no entanto, em todas as formas desenvolvidas da religião bíblica.

COERÊNCIA DA OBRA A repetição de temas na primeira e segunda secção introduzida por especialistas, provavelmente com razão, a pensar que o Eclesiástico é uma obra composta. Com efeito, seria ilógico que Bem Sirac se tivesse repetido nas diferentes partes dos livros sem motivo razoável, podendo haver reunido um bloco as perícopes relativas a uma temática relativa. Em conseqüência, é obvio pensar que o Eclesiástico é uma recopilação de apontamento de escola e de poema do sábio de Jerusalém. No entanto, não devemos pensar que essa recopilação levou a termo involuntariamente e desordenamento. Deixando de lado a função dos poemas que abrem as três secções, tal como indicamos que refletem uma vontade de ordem e de progresso temáticos.

APORIAS DOUTRINAIS No Eclesiástico podemos perceber, sem dificuldade, alguns pontos doutrinais contraditórios a primeira vista, que Bem Sirac tratou de harmonizar, aparentemente sem excessivo êxito como: Retribuição e criação; Predeterminismo e liberdade; Ética e ritualismo; Universalismo e nacionalismo; Pessimismo e otimismo; Fé e razão; HISTÓRIA DA INTERPRETAÇÃO Convém salientar que o Eclesiástico foi um dos livros do AT menos controvertido sob ponto de vista doutrinal. Pode-se estar de acordo ou desacordo com sua mensagem; porém a filosofia de vida, a teologia do autor, são suficientemente claras e coerentes para não ver-se submetidas e debates escolásticos. Praticamente o único ponto ao qual os especialistas dedicaram árduas trabalhos, e sobre o qual não se chegou todavia a um consenso, é relativamente aos problemas textuais dos manuscritos hebraicos, especialmente no que se refere a autencidade destes.

A autencidade dos manuscritos da “gueniza” do Cairo foi posto como objetivo de julgamento já nos anos que se seguiram a sua descoberta. Enquanto alguns especialistas opinavam que se trata de uma má tradução do siríaco, para outros tais manuscritos passaram do grego para o hebraico através do persa. Não faltaram autores que, embora admitindo uma autencidade básica, supõem que algumas partes podem ser traduções a partir do siríaco, do grego ou do siríaco. A discussão durou décadas ate o descobrimento do rolo de Massada e os estudos que sobre ele publicou Yadin. Segundo esse estudioso judeu, o texto de Massada confirma principalmente a autencidade do manuscrito B. em toda essa discussão de possíveis retrotraducões a partir de outra língua, compartilhamos a opinião de Rüger de que o texto aduzidos pelos estudiosos acima mencionados, para sustentar a teoria da retro tradução, não são mais das quais poderiam explicar-se tanto as duplicatas quanto o resto da variantes dos manuscritos do Cairo.

Os manuscritos do Cairo dão oportunidade, pois, para pensar na existência pelo menos de duas formas ou rescisões do texto hebraico original: H1 e H2. Um dos testemunhos textuais de H2 - muito diferente dos do H1 - serviu de base para alguns manuscritos G2. Portanto, o texto grego reforça indiretamente a distinção entre H1 e um H2, distinção dedutível também das diferenças textuais das citações de Bem Sirac no Talmude e na literatura rabínica. A principal peculiaridade de H2 são as adições de H1. Nos manuscritos da “gueniza” cairota, A,B e C podem ser apreciados uns cem estiquios mais do que os que corresponderiam H1. Destas adições a terceira parte, mais ou menos, esta em relação com aspectos doutrinais de importância diferente; os restos não são mais que leituras alternativas de tipo léxico.

CONCLUSÃO O livro de Eclesiástico foi escrito por Bem Sirac neto avo de Jesus, datado por volta de 168 antes da revolução Macabéia, sendo que foi o primeiro livro deuterocanônico escrito. O nome do livro que depende das traduções como latina, grega, hebraica e siríaco, pois cada um vai intitular a partir das traduções. A Vulgata Latina intitula de Ecclesiasticum. A numeração contem diferença entre o hebraico e grego. O livro de eclesioástico é canônico na Igreja Católica. A obra de Bem Sirac é escrita em hebraico sendo que uma parte os estudiosos perceberam muitos aramaísmos, sendo que nesse período a língua hebraica era falante dos cultos. Em toda sua obra Bem Sirac consegue dominar completamente a tradição sapiencial. Podemos perceber que o texto do Eclesiástico possui algumas características que o livro de Provérbios possui. Uma da característica do gênero literário presente no livro é a presença do vocativo que é um aspecto formal do poema didático. Hino esta presente mais com sentido de descrição poética que possui Deus como objeto e suas qualidades.

Os recursos de assonância e da aliteração também esta na obra. Aspectos literários, gêneses literários, recursos retóricos e estilísticos, estrutura literária. Também devemos destacam que a obra do Eclesiástico possui um leque de temas tratados como necessidades sociais, família, amor, amizade, doença, humanismo etc. Possui no enredo obra doutrinas que estão em conflito como razão e fé. Deve ser levando em conta que é um dos livros que os estudiosos bíblicos conhecem o autor e que é menos controvertido sob ponto de vista doutrinal. REFERÊNCIAS → LACY, J. M. Abrego. Os Livro Proféticos, volume 5. São Paulo: Ed. Ave Maria, 1998.

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