Livro de daniel cap 4

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Information about Livro de daniel cap 4
Spiritual

Published on March 5, 2014

Author: maranata68

Source: slideshare.net

Description

Estudo versoa a verso do capitulo 4 do profeta Daniel.

4:1 Nabucodonosor rei, a todos os povos, todos os povos nações e línguas, que moram em toda a terra: Paz vos seja multiplicada. Nabucodonosor, outrora orgulhoso monarca tinha se tornado um humilde filho de Deus, e agora proclama a todas as nações testemunhando do grande Deus Jeová.

4:2 Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, Deus, o Altíssimo tem feito para comigo. 4:3 Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino sempiterno, e o seu domínio de geração em geração.

estava sossegado 4:4 Eu, Nabucodonosor, estava sossegado em minha casa, e próspero no meu palácio.

Tive um sonho, 4:5 Tive um sonho que me espantou; e estando eu na minha cama, as imaginações e as visões da minha cabeça me turbaram. Embora por duas vezes já houvesse presenciado e declarado a soberania de Jeová, passado algum tempo, Nabucodonosor novamente se exaltou e Deus advertiu do perigo que ameaçava, dando-lhe outro sonho.

4:6 Por isso expedi um decreto, para que fossem introduzidos à minha presença todos os sábios sábios de Babilônia de Babilônia, para que me fizessem saber a interpretação do sonho. Mais uma vez, Nabucodonosor chama os sábios de Babilônia, e conta a eles seu sonho, dando a eles mais chance de interpretar o sonho do rei.

magos 4:7 Então entraram os magos, os encantadores encantadores, os caldeus caldeus e os feiticeiros, e eu contei o sonho diante deles; mas não feiticeiros me fizeram saber a sua interpretação. Magos – literalmente traduzidos como „chefe de mágica‟ ou „chefe de mágicos‟. Encantadores – refere-se a exorcistas. caldeus – eram os homens de grande cultura de Babilônica, basicamente eram astrônomos, mas igualmente versados em outras ciências exatas como a matemática, embora incluíssem astrologia e magia em suas atividades. feiticeiros – adivinhadores ou astrólogos – pretendiam adivinhar o futuro através das posições das estrelas.

4:7 Então entraram os magos, os encantadores, os caldeus e os feiticeiros, e eu contei o sonho diante deles; mas não me fizeram saber a sua mas não me fizeram saber interpretação. E novamente os sábios ficam na estaca zero. Todos se mostram incapazes de interpretar o sonho do rei.

4:8 Mas por fim entrou na minha Beltessazar presença Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo o nome do meu deus, e no qual há o espírito dos deuses santos; e eu lhe contei o sonho, dizendo: A narrativa introduz Daniel, primeiro pelo seu nome judeu, pelo qual era conhecido pelos compatriotas, e depois pelo seu nome babilônico, o qual lhe foi dado em honra ao principal deus de Babilônica, Marduque.

4:9 Beltessazar, mestre dos magos pois mestre dos magos, eu sei que há em ti o espírito dos deuses santos, e nenhum mistério te é difícil, dize-me as visões do meu sonho que tive e a sua interpretação. Este termo usado pelo rei é provavelmente sinônimo daquele usado no cap. 2:48 „chefe dos governadores sobre todos os sábios de Babilônia‟.

4:10 Eis, pois, as visões da minha cabeça, estando eu na minha cama: Eu estava assim olhando, e vi uma árvore no vi uma árvore meio da terra, cuja altura era grande; A sabedoria divina freqüentemente emprega parábolas como veículos para transmissão da verdade. Este método é impressivo. As imagens contribuem para capacitar o receptor a reter a mensagem e sua importância na memória por mais tempo do que se a mensagem for comunicada por outra forma qualquer. S.D.A.B.C, p. 68

4:11 Crescia esta árvore, e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até ao céu; e era vista até aos confins da terra.

4:12 A sua folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e havia nela sustento para todos debaixo dela os animais do sustento para todos; campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e toda a carne se mantinha dela. Estas palavras indica com clareza o que Nabucodonosor temia ouvir, pois imaginava ser ele esta árvore frondosa, que dava sustento a todos, fazia sombra para os animais e acolhia as aves.

4:13 Estava vendo isso nas visões da minha cabeça, estando eu na minha cama; e eis que um vigilante, um um vigilante santo, descia do céu, O vigilante foi identificado como um mensageiro do céu, pois é indicado pelo seu atributo „um santo‟, e pela frase „que descia do céu‟.. O vigilante foi conhecido como trazendo as credenciais de Deus do Céu.

4:13 Estava vendo isso nas visões da minha cabeça, um vigilante estando eu na minha cama; e eis que um vigilante, um santo, descia do céu, Essa árvore, visível de todas as parte, produzia frutos em abundância, provendo alimento para todos. Pássaros viviam entre os galhos e animais se abrigavam debaixo da sombra. Não havia nada de assustador no sonho, até esse ponto. Mas agora vem a parte aterrorizante do sonho. O rei ficou impressionado com a aparência de “um santo...do céu”, que, com alta voz, dava ordens.

4:14 Clamando fortemente, e dizendo assim: Derrubai a árvore, e cortai-lhe os ramos, sacudi as suas folhas, espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela, e as aves dos seus ramos.

4:15 Mas deixai na terra o tronco com as suas raízes, atada com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e seja a sua porção com os animais na erva da terra;

Seja mudado o seu coração 4:16 Seja mudado o seu coração, para que não seja mais coração de homem, e lhe seja dado coração de animal; e passem sobre ele sete tempos. A árvore era símbolo do rei Nabucodonosor e sua magnífica Babilônia. Nesta ilustração divina, Nabucodonosor tomaria a natureza de um animal.

4:16 Seja mudado o seu coração, para que não seja mais coração de homem, e lhe seja dado coração de animal; e sete tempos. passem sobre ele sete tempos Após a estranha mudança de comportamentos do rei, como um animal irracional, ficaria retirado da sociedade durante sete anos.

4:17 Esta sentença é por decreto dos vigilantes, e esta conheçam ordem por mandado dos santos, a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos os viventes que Altíssimo tem domínio homens, e o dá a quem quer, e até ao mais humilde dos homens constitui sobre ele. Esta frase revela o propósito na execução da ordem. O trato de Deus com Babilônia e seu rei para ser uma ilustração a outras nações e seus reis, dos resultados de aceitar ou rejeitar o plano divino com respeito às nações.

“Nos negócios da nações Deus está sempre a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de sua própria vontade. Por vezes, como o chamado de Abraão, Ele estabelece uma série de eventos designados a demonstrarem sabedoria dos Seus caminhos. Outras vezes como com o mundo antediluvianos, Ele permite o mal seguir seu curso e prover um exemplo da loucura da oposição ao retos princípios. Mas, eventualmente, como no libertamento dos hebreus do Egito, ele intervém a fim de que as forças do mal não superem os Seus agentes na luta para a salvação do mundo. Se Deus estabelece, permite ou intervém, isto significa que o complicado jogo dos eventos humanos está sob divino controle e o soberano propósito de Deus, que tem mostrado estando a operar através dos séculos”

4:18 Este sonho eu, rei Nabucodonosor vi. Tu, pois, dize a interpretação, Beltessazar, dize a interpretação porque todos os sábios do meu reino não puderam fazer-me saber a sua interpretação, mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos.

atônito 4:19 Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, esteve atônito por uma hora, e os seus pensamentos o turbavam; falou, pois, o rei, dizendo: Beltessazar, não te espante o sonho, nem a sua interpretação. Respondeu Beltessazar, dizendo: SENHOR meu, seja o sonho contra os que te têm ódio, e a sua interpretação aos teus inimigos. “Atônito” é uma palavra arcaica que significa “sem palavras”. Daniel esteve nessa condição por uma hora, não porque tivesse problema para interpretar o sonho, mas porque era difícil para ele ser o portador de terríveis notícias. Ele recebera favor e bondade da parte do rei. Ficou ponderando como poderia dar a mensagem da melhor forma possível.

4:19 Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, esteve atônito por uma hora, e os seus pensamentos falou, pois, o turbavam; falou, pois, o rei, rei, dizendo: Beltessazar, não te espante o sonho, nem a sua interpretação. Respondeu Beltessazar, dizendo: SENHOR meu, seja o sonho contra os que te têm ódio, e a sua interpretação aos teus inimigos. O rei notou claramente a fisionomia de preocupação de Daniel. Da natureza do sonho, dificilmente podia esperar algo agradável. Não obstante, encorajou o seu acreditado cortesão a dar-lhe a plena verdade, sem temor de incorrer no desfavor real.

4:20 A árvore que viste, que cresceu, e se fez forte, cuja altura chegava até ao céu, e que foi vista por toda a terra;

4:21 Cujas folhas eram formosas, e o seu fruto abundante, e em que para todos havia sustento, debaixo da qual moravam os animais do campo, e em cujos ramos habitavam as aves do céu;

4:22 És tu ó rei, que cresceste, e te fizeste forte; a tua tu, grandeza cresceu, e chegou até ao céu, e o teu domínio até à extremidade da terra. Daniel anunciou-lhe franca e claramente, posto que ele sem dúvida já o desconfiasse – que a árvore representava o próprio rei.

4:23 E quanto ao que viu o rei, um vigia, um santo, que descia do céu, e dizia: Cortai a árvore, e destruí-a, mas o tronco com as tronco com as suas raízes deixai na terra raízes deixai na terra, e atada com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos; Quando Nabucodonosor adoeceu, muitos governadores de província poderiam ter se rebelado e se separado. Tal não aconteceu. A árvore foi cortada, mas o tronco permaneceu.

4:23 E quanto ao que viu o rei, um vigia, um santo, que descia do céu, e dizia: Cortai a árvore, e destruí-a, mas o tronco com as suas raízes deixai na terra, e atada com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja sua molhado do orvalho do céu, eeaa sua porção seja com os seja com os animais do campo até que passem sobre ele sete tempos; animais do campo, A doença que, como juízo de Deus veio sobre Nabucodonosor chama-se cientificamente ZOANTROPIA – segundo o dicionário Aurélio é uma espécie de doença mental que o doente se julga convertido em algum animal. Durante sete anos Nabucodonosor experimentaria este estranho fenômeno em sua vida. Este estado de suprema humilhação para um rei tão orgulhoso, talvez operasse uma radical transformação em sua vida.

4:24 Esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor:

4:25 Serás tirado dentre os homens e a tua morada será tirado dentre os homens, com os animais do campo, e te farão comer erva como os bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de ti; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. Esta é a razão porque Daniel ficou tão alarmado. Imagine, dizer estas palavras para o imperador mundial Nabucodonosor. A razão para a expulsão do rei da sociedade não é relatada, embora provavelmente fosse conhecida pelo rei. Que o juízo fosse insanidade, pode ser concluído não somente da observação geral desse verso descrevendo seu futuro, mas também o relatório de que o seu „entendimento retornou‟ (v. 34).

4:26 E quanto ao que foi falado, que deixassem o tronco o teu reino com as raízes da árvore, o teu reino voltará para ti depois para ti, que tiveres conhecido que o céu reina. Muitos se tem admirados porque o rei louco não foi morto, ou porque os seu súditos e ministros de estado não colocarão alguém no trono vago durante o tempo em que esteve incapacitado. A explicação seguinte tem sido apresentada:

4:26 E quanto ao que foi falado, que deixassem o tronco ti com as raízes da árvore, o teu reino voltará para ti, depois que tiveres conhecido que o céu reina. Os antigos supersticiosos pensamentos que todos os distúrbios mentais fossem causados por maus espíritos que tomavam o controle da vítima; que se alguém matasse o homem louco, os espíritos apossar-se-iam do assassino ou do instigador do crime, e que se as suas propriedades fossem confiscadas ou o seu cargo ocupado, uma grave vingança poderia ser infligida aos responsáveis pela injustiça. Por esta razão, as pessoas loucas eram removidas da sociedade com os homens, mas de outro sorte, não molestadas.

4:27 Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, epõe fim aos põe fim aos teus pecados praticando a justiça, e às tuas iniqüidades, pecados, usando de misericórdia com os pobres, pois, talvez se prolongue a tua tranqüilidade. Aqui é comunicado um princípio divino ao orgulhoso monarca. Os juízos de Deus contra os homens podem ser desviados pelo arrependimento e conversão. Por esta razão Deus anunciou o juízo pendente sobre Nabucodonosor, mas deu-lhe um ano inteiro durante o qual ele poderia arrepender-se, desviandose assim a ameaçada calamidade. Contudo, o rei não mudou a sua maneira de viver, e trouxe sobre ele a execução do juízo.

4:27 Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, epõe fim aos põe fim aos teus pecados praticando a justiça, e às tuas iniqüidades, pecados, usando de misericórdia com os pobres, pois, talvez se prolongue a tua tranqüilidade. Por contraste, os Ninivitas, sendo-lhes dado 40 dias de espera, tiveram vantagem da oportunidade e ele e sua cidade foram poupados (Jonas 3:4-10). “Certamente Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos os profetas” (Amós 3:7) Deus previne os povos e nações de Sua sentença pendente. Envia uma mensagem ao mundo de hoje, avisando da rápida aproximação do seu fim. Poucos atenderão a tais avisos, mas porque avisos adequados tem sido dados, os homens não terão desculpas no dia da calamidade.

4:27 Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim aos teus pecados praticando a justiça, e às tuas iniqüidades, pecados, usando de misericórdia com os pobres, pois, talvez se prolongue a tua tranqüilidade. Ao estudarmos a vida de Nabucodonosor, vemos um homem cruel e violento. No segundo capítulo de Daniel, ele esta pronto para destruir uma classe inteira de homens porque não puderam revelar seu sonho. No terceiro capítulo, ele manda jogar na fornalha ardente três jovens que não se curvaram para sua estátua. Em II Reis 25:7, ele fura os olhos do rei Zedequias depois de matar seus filhos na frente dele. Jeremias 29:22 fala de dois homens que foram “assados no fogo”pelo rei da Babilônia.

4:27 Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim aos teus pecados, praticando a justiça, e às tuas iniqüidades, usando de misericórdia com os pobres, pois, talvez se de misericórdia prolongue a tua tranqüilidade. O rei foi aconselhado a praticar a justiça para com todos os seus súditos e a exercer misericórdia para com o oprimido, o miserável e o pobre.

4:28 Todas estas coisas vieram sobre o rei Nabucodonosor.

passeava no palácio 4:29 Ao fim de doze meses, quando passeava no palácio real de Babilônia, Orgulhoso e arrogante, o ditador do mundo é visto caminhando altivo e soberbo, adorando sua própria sombra. As riquezas do Mediterrâneo e do Golfo Pérsico, a opulência dos egípcios, armênios, sírios e judeus, tudo era dele. Ele era o monarca totalitário de todo o mundo civilizado.

4:30 Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? Algumas das orgulhosas palavras de Nabucodonosor, estão preservadas em muitos museus, uma delas diz: “Então eu construí o palácio, sede da minha realeza; a união da raça dos homens, a habitação da exaltação e regozijo”. Noutro lugar ele diz: “Em Babilônia a cidade que prefiro, que amo, está o palácio, o assombro do povo, a união da terra, o brilhante palácio, a residência da majestade no território da Babilônia”.

4:30 Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? Muitos se sentem orgulhosos de seus filhos. Artesãos sentem orgulho de suas obras. Assim o que havia de errado com o orgulho de Nabucodonosor? O dicionário diz que o “orgulho”aplicado a um membro da família ou a um trabalho, significa “plena satisfação”, ou “auto-respeito razoável” ou ainda um “justificável senso de satisfação”. Mas há uma outra espécie de “orgulho”, que é definida como “auto-estima excessiva”. Certamente foi essa espécie que Nabucodonosor acariciou.

4:30 Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? Daniel disse: “põe termo em teus pecados...usando de misericórdia para com os pobres.”v. 27 A Bíblia também diz: “Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o SENHOR pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benignidade, e andes humildemente com o teu Deus?” Miquéias 6:8

4:30 Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? Se o orgulho nos municia de sentimentos maus em relação às demais pessoas, ele também nos separa de Deus. Deus Se sente mal diante de ambas as situações, e faz o que Lhe é possível a fim de persuadir-nos a ser mais humildes.

4:31 Ainda estava a palavra na boca do rei quando caiu Ainda estava a palavra na boca do rei, uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino. Orgulho e arrogante autoconfiança são ofensas a Deus. A maldição caiu sobre Nabucodonosor, enquanto ainda se vangloriava desdenhosamente. Isto nos faz lembrar outra cena descrita em Atos dos Apóstolos. Josefo diz que Herodes Agripa I estava vestido numa roupa tecida de prata. Quando os raios de sol o atingiam, ele ficava rodeado de fulgurante esplendor. Impressionado com aquela cena, o povo – ao terminar o discurso- gritava: “Voz de Deus, e não de homem!” Ele aceitou a bajulação blasfema, foi ferido pelo anjo e, logo após, comido pelos bichos (Atos 12: 21-23).

4:31 Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou céu de ti o reino. Der repente, uma voz veio do céu! Num momento, o rei se levantava cheio de grandeza e arrogância, logo em seguida, estava lunático. A visita de Deus para ele foi terrivelmente sábia. Perdeu tudo de que se orgulhava. Perdeu o trono, o reino, o palácio, a majestade, a glória. Ele precisava ser retirado da sociedade, pois estava agindo como um animal. Seu cabelo cresceu como penas, as unhas ficaram parecidas com garras de pássaro. Ficou nu, andando, andando como um animal de quatro patas. Escondia-se nos arbustos às margens do Eufrates, e comia como boi.

4:32 E serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passarse-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. Daniel disse no capitulo 5:21: “E foi tirado dentre os filhos dos homens, e o seu coração foi feito semelhante ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses; fizeram-no comer a erva como os bois, e do orvalho do céu foi molhado o seu corpo...”.

se cumpriu 4:33 Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pêlo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves. Muitos comentaristas têm identificado a doença de Nabucodonosor como uma forma de loucura em que os homens se julgam animais e imitam a maneira deles.

se cumpriu 4:33 Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pêlo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves. Poderia ter sido licantropia, que é a sindrome do homemlobo, ou boantropia em que a pessoa pensa que é um boi.

se cumpriu 4:33 Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pêlo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves. Um exemplo antigo tem sido atestado. Um tablete inédito em cuneiforme do Museu Britânico menciona um homem que comia erva como um boi.

se cumpriu 4:33 Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pêlo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves. Uma das grandes lições que devemos aprender deste capítulo é, que Deus pacientemente apela aos corações das pessoas. Mas sabe que se não há resultado voluntario, eventualmente vai permitir alguma catastrofe, para ensinar a lição que quer que aprendamos. Alguém pode dizer: não é isto uma crueldade? Foi Deus cruel com Nabucodonosor ao fazer-lo perder seu reino por sete anos e coloca-lo para viver com os animais do campo?

se cumpriu 4:33 Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pêlo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves. Deus sabe que o orgulho estava aumentan do no coração do rei. Sabia que nao havia outra forma para tirá-lo. O orgulho do rei, era uma ruina para eterna destruição. A menos que algo radical fosse feito, estaria perdido para sempre. Eu confio que cada um aqui vai responder logo o chamado do Espírito Santo, para que Deus não permita que alguma coisa venha sobre vocês. Se minha vida vai em sentido oposto a vontade de Deus, Ele em sua onisciênica, vê que a única forma de salva-lo é mediante uma catástrofe, Ele vai permitir. E você vai estar feliz de que ele faça. O que parece isto, é uma boa atitude de Deus?

4:34 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei levantei os meus olhos tornou-me a vir o entendimento, e os meus olhos ao céu, e ao céu eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração.

4:34 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei entendimento os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração.

4:34 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo e louvei e glorifiquei ao que vive Altíssimo, para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração.

4:35 E todos os moradores da terra são reputados em nada e nada, segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa impedir a sua mão, e lhe diga: Que fazes? Estas palavras de Nabucodonosor revelam uma total mudança em seu coração. “Todas as nações são como nada perante ele; ele as considera menos do que nada e como uma coisa vã”. Isaias 40:7 “Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?”Isaias 43:13

4:36 No mesmo tempo tornou a mim o meu entendimento, e para a dignidade do meu reino tornou-me a vir vir a minha meu reino tornou-me a majestade e o meu resplendor; e buscaram-me os meus conselheiros e os meus senhores; e fui restabelecido no meu reino, e a minha glória foi aumentada.

4:36 No mesmo tempo tornou a mim o meu entendimento, e para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha buscaram-me majestade e o meu resplendor; e buscaram-me os meus conselheiros e os meus senhores; e fui restabelecido no meu reino, e a minha glória foi aumentada.

eu, 4:37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e e louvo, exalto glorifico ao Rei do céu porque todas as suas obras são do céu; glorifico ao verdade, e os seus caminhos juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba. Este é o último registro escriturístico que temos de Nabucodonosor. Não existe registro de que ele haja retornado à idolatria ou crueldade. Aparentemente, ele morreu como crente e servo do Deus de Israel. Esse capítulo mostra os esforços de Deus em favor desse rei ímpio. Esses esforços não foram em vão. As últimas palavras que ouvimos dele são palavras de louvor ao Rei dos reis e senhor de Senhores.

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