InsuficiêNcia CardíAca Descompensada

33 %
67 %
Information about InsuficiêNcia CardíAca Descompensada

Published on September 25, 2008

Author: galegoo

Source: slideshare.net

Description

Aula do curso de UTI da EPM pelo Residente Eduarddo LApa
http://clinicamedicaepm.wordpress.com/

Insuficiência cardíaca Eduardo Lapa R2 CM

Abordagem inicial Como se apresenta o pcte com IC descompensada no PS?

Como se apresenta o pcte com IC descompensada no PS?

 

Caso 1 Pcte de 65 anos internada na terceirinha devido a um linfoma esplênico começa a cursar com dispnéia importante logo após terminar de receber 3 CGVs. Ao exame físico, apresenta estertores difusos em AHT. Como o Rx de tórax pode ajudar a diferenciar entre um edema não-cardiogênico por TRALI de um edema cardiogênico secundário a infusão excessiva de volume?

Pcte de 65 anos internada na terceirinha devido a um linfoma esplênico começa a cursar com dispnéia importante logo após terminar de receber 3 CGVs. Ao exame físico, apresenta estertores difusos em AHT. Como o Rx de tórax pode ajudar a diferenciar entre um edema não-cardiogênico por TRALI de um edema cardiogênico secundário a infusão excessiva de volume?

Caso 1

Caso 1

Caso 1

Caso 1

Caso 2 Pcte de 70 anos vem ao PS com dispnéia há 1 dia. É asmático desde a infância, tem DM e HAS há mais de 20 anos e fez um eco há 1 ano que mostrou disfunçao diastólica moderada. Relata ter feito várias inalações em casa sem melhora das queixas. Ao exame físico nota-se estertores em bases, sibilos discretos em AHT, edema de MMII (+/4+). O ECG mostrou SVE e o rx de tórax, área cardíaca ligeiramente aumentada. Como o BNP pode ajudar a diferenciar entre crise de asma e IC descompensada?

Pcte de 70 anos vem ao PS com dispnéia há 1 dia. É asmático desde a infância, tem DM e HAS há mais de 20 anos e fez um eco há 1 ano que mostrou disfunçao diastólica moderada. Relata ter feito várias inalações em casa sem melhora das queixas. Ao exame físico nota-se estertores em bases, sibilos discretos em AHT, edema de MMII (+/4+). O ECG mostrou SVE e o rx de tórax, área cardíaca ligeiramente aumentada. Como o BNP pode ajudar a diferenciar entre crise de asma e IC descompensada?

Caso 2 Qual a função do BNP? Só IC esquerda eleva BNP? Pode haver IC com BNP normal? Qual a grande utilidade do BNP na IC? Dá para diferenciar IC sistólica da diastólica através do BNP? O BNP correlaciona-se bem com prognóstico na IC descompensada?

Qual a função do BNP?

Só IC esquerda eleva BNP?

Pode haver IC com BNP normal?

Qual a grande utilidade do BNP na IC?

Dá para diferenciar IC sistólica da diastólica através do BNP?

O BNP correlaciona-se bem com prognóstico na IC descompensada?

Caso 3 Pcte de 70 anos é admitido no PS do HSP devido a dispnéia aos mínimos esforços. Há 3 semanas o mesmo foi a outro PS com queixa de precordialgia. Realizado ECG, medicado com sintomáticos e liberado para casa. Na chegada ao HSP, pcte apresentava PA=100x80, estertores em ½ inferior de AHT, turgência jugular (4+/4+), sopro de regurgitação em foco mitral (+/6+), edema de MMII (3+/4+), cianose de extremidades com tempo de enchimento capilar de 3-4s.

Pcte de 70 anos é admitido no PS do HSP devido a dispnéia aos mínimos esforços. Há 3 semanas o mesmo foi a outro PS com queixa de precordialgia. Realizado ECG, medicado com sintomáticos e liberado para casa.

Na chegada ao HSP, pcte apresentava PA=100x80, estertores em ½ inferior de AHT, turgência jugular (4+/4+), sopro de regurgitação em foco mitral (+/6+), edema de MMII (3+/4+), cianose de extremidades com tempo de enchimento capilar de 3-4s.

Caso 3 Trazia consigo o ECG realizado no outro serviço que revelava supra de ST de V1 a V4 com onda Q incipiente. O ECG atual mostrava o mesmo supra de ST além de QS de V1 a V4. O pcte foi transferido para a reta grave, terminou evoluindo com insuficiência respiratória e choque. Decidido passar catéter de swan ganz que revelou (em uso de nora 0,2mcg/Kg/min e dobuta 10 mcg/kg/min):

Trazia consigo o ECG realizado no outro serviço que revelava supra de ST de V1 a V4 com onda Q incipiente. O ECG atual mostrava o mesmo supra de ST além de QS de V1 a V4.

O pcte foi transferido para a reta grave, terminou evoluindo com insuficiência respiratória e choque. Decidido passar catéter de swan ganz que revelou (em uso de nora 0,2mcg/Kg/min e dobuta 10 mcg/kg/min):

Caso 3 IC=2,55 RVP=1300 PAPO=24 mmHg Este padrão é compatível com que tipo de choque?

IC=2,55

RVP=1300

PAPO=24 mmHg

Este padrão é compatível com que tipo de choque?

Quais fatores podem estar causando a descompensação da IC?

Caso 4 Pcte de 53 anos chega ao PS do HSP com queixa de dispnéia aos esforços de início há 2 dias. Ele tem história de IC sistólica sec. IAM sendo a FE do eco realizado mês passado de 27%. No momento está usando todas as medicações recomendadas para IC. Ao exame físico, PA=120x80, FC=102, ausculta respiratória e cardíaca normais, ausência de turgência jugular, hepatomegalia ou edema de MMII. O ECG não mostra alteração em relação aos prévios. O que fazer com este pcte?

Pcte de 53 anos chega ao PS do HSP com queixa de dispnéia aos esforços de início há 2 dias. Ele tem história de IC sistólica sec. IAM sendo a FE do eco realizado mês passado de 27%. No momento está usando todas as medicações recomendadas para IC. Ao exame físico, PA=120x80, FC=102, ausculta respiratória e cardíaca normais, ausência de turgência jugular, hepatomegalia ou edema de MMII. O ECG não mostra alteração em relação aos prévios. O que fazer com este pcte?

Caso 4

Caso 4 IC quente e seca = procurar outra causa para os sintomas

IC quente e seca = procurar outra causa para os sintomas

Caso 5 Pcte de 47 anos, negra, HAS de longa data controlada com moduretic, chega ao PS devido a intensa dispnéia iniciada há 3. Ao exame físico apresenta estertores difusos em AHT, PA=220x130 (normal=150x100), ausência de edema de MMII, turgência jugular e hepatomegalia. Ausência de sinais de hipoperfusão. Qual a principal droga no manejo desta pcte?

Pcte de 47 anos, negra, HAS de longa data controlada com moduretic, chega ao PS devido a intensa dispnéia iniciada há 3. Ao exame físico apresenta estertores difusos em AHT, PA=220x130 (normal=150x100), ausência de edema de MMII, turgência jugular e hepatomegalia. Ausência de sinais de hipoperfusão. Qual a principal droga no manejo desta pcte?

Caso 6 Pcte de 23 anos vem ao PS devido a urina avermelhada, edema de MMII e face associados a falta de ar. Afirma que as queixas surgiram há 1 semana e que há 3 semanas teve infecçaõ na garganta. Ao exame, PA=150x90, estertores em 2/3 inferiores de AHT, edema de MMII (3+/4+), fígado a 4 cm de RCD. Ausência de sinais de hipoperfusão. Qual a principal medicação no manejo deste pcte?

Pcte de 23 anos vem ao PS devido a urina avermelhada, edema de MMII e face associados a falta de ar. Afirma que as queixas surgiram há 1 semana e que há 3 semanas teve infecçaõ na garganta. Ao exame, PA=150x90, estertores em 2/3 inferiores de AHT, edema de MMII (3+/4+), fígado a 4 cm de RCD. Ausência de sinais de hipoperfusão. Qual a principal medicação no manejo deste pcte?

Diuréticos na IC Por que pctes com IC respondem menos a diuréticos que indivíduos normais?

Por que pctes com IC respondem menos a diuréticos que indivíduos normais?

Diuréticos na IC Pcte chega ao PS com IC descompensada por congestão. Dado 2 ampolas de lasix EV e após 3 horas o pcte apresenta diurese de apenas 50 mL. O que fazer? Qual forma mais objetiva de monitorizar a resposta do pcte ao diurético? Em pcte com IC que já usa diurético ambulatorialmente, qual a dose inicial do lasix EV que deve ser usada na descompensação?

Pcte chega ao PS com IC descompensada por congestão. Dado 2 ampolas de lasix EV e após 3 horas o pcte apresenta diurese de apenas 50 mL. O que fazer?

Qual forma mais objetiva de monitorizar a resposta do pcte ao diurético?

Em pcte com IC que já usa diurético ambulatorialmente, qual a dose inicial do lasix EV que deve ser usada na descompensação?

Diuréticos na IC Um pcte cirrótico em diureticoterapia pode perder no máximo 0,5-1 Kg de peso por dia. Qual o peso máximo que um pcte com IC pode perder diariamente? Quando posso suspender o diurético de um pcte com IC? Por que o diurético EV em pcte com EAP hipertensivo sem evidência de congestão sistêmica pode piorar o quadro clínico?

Um pcte cirrótico em diureticoterapia pode perder no máximo 0,5-1 Kg de peso por dia. Qual o peso máximo que um pcte com IC pode perder diariamente?

Quando posso suspender o diurético de um pcte com IC?

Por que o diurético EV em pcte com EAP hipertensivo sem evidência de congestão sistêmica pode piorar o quadro clínico?

Vasodilatadores na IC De forma geral, qual o vasodilatador escolher no pcte com IC? Quais as indicações de nitroprussiato na IC descompensada? À partir de que PAS posso ligar vasodilatadores EV? Qual o grande problema do nesiritide relatado nos principais trials que usaram a medicação? Em pctes usando nesiritide, há utilidade em dosar-se o BNP? Há alguma alternativa a este exame?

De forma geral, qual o vasodilatador escolher no pcte com IC?

Quais as indicações de nitroprussiato na IC descompensada?

À partir de que PAS posso ligar vasodilatadores EV?

Qual o grande problema do nesiritide relatado nos principais trials que usaram a medicação?

Em pctes usando nesiritide, há utilidade em dosar-se o BNP? Há alguma alternativa a este exame?

VNI na IC Quando usar VNI na IC? A VNI na IC diminui IOT e/ou mortalidade? Que tipo de VNI usar? Quais parâmetros utilizar? Quando não usar VNI na IC?

Quando usar VNI na IC?

A VNI na IC diminui IOT e/ou mortalidade?

Que tipo de VNI usar?

Quais parâmetros utilizar?

Quando não usar VNI na IC?

VNI na IC OPS, VNI Contra-Indicada Obstrução de vias aéreas Pós-op de cirurgia de face, VAS, esôfago Sangramento digestivo Vômitos, náuseas, distensão abdominal Não consegue tossir ou engolir eficazmente Instabilidade hemodinâmica Confusão mental Iam, sca

OPS, VNI Contra-Indicada

Obstrução de vias aéreas

Pós-op de cirurgia de face, VAS, esôfago

Sangramento digestivo

Vômitos, náuseas, distensão abdominal

Não consegue tossir ou engolir eficazmente

Instabilidade hemodinâmica

Confusão mental

Iam, sca

Caso 5 Pcte de 47 anos, negra, HAS de longa data controlada com moduretic, chega ao PS devido a intensa dispnéia iniciada há 3. Ao exame físico apresenta estertores difusos em AHT, PA=220x130 (normal=150x100), ausência de edema de MMII, turgência jugular e hepatomegalia. Ausência de sinais de hipoperfusão. Qual a principal droga no manejo desta pcte?

Pcte de 47 anos, negra, HAS de longa data controlada com moduretic, chega ao PS devido a intensa dispnéia iniciada há 3. Ao exame físico apresenta estertores difusos em AHT, PA=220x130 (normal=150x100), ausência de edema de MMII, turgência jugular e hepatomegalia. Ausência de sinais de hipoperfusão. Qual a principal droga no manejo desta pcte?

Caso 6 Pcte de 23 anos vem ao PS devido a urina avermelhada, edema de MMII e face associados a falta de ar. Afirma que as queixas surgiram há 1 semana e que há 3 semanas teve infecçaõ na garganta. Ao exame, PA=150x90, estertores em 2/3 inferiores de AHT, edema de MMII (3+/4+), fígado a 4 cm de RCD. Ausência de sinais de hipoperfusão. Qual a principal medicação no manejo deste pcte?

Pcte de 23 anos vem ao PS devido a urina avermelhada, edema de MMII e face associados a falta de ar. Afirma que as queixas surgiram há 1 semana e que há 3 semanas teve infecçaõ na garganta. Ao exame, PA=150x90, estertores em 2/3 inferiores de AHT, edema de MMII (3+/4+), fígado a 4 cm de RCD. Ausência de sinais de hipoperfusão. Qual a principal medicação no manejo deste pcte?

 

Caso 3 Pcte de 70 anos é admitido no OS do HSP devido a dispnéia aos mínimoes esforços. Há 3 semanas o mesmo foi a outro PS com queixa de precordialgia. Realizado ECG, medicado com sintomáticos e liberado para casa. Na chegada ao HSP, pcte apresentava PA=100x80, estertores em ½ inferior de AHT, turgência jugular (4+/4+), sopro de regurgitação em foco mitral (+/6+), edema de MMII (3+/4+), cianose de extremidades com tempo de enchimento capilar de 3-4s.

Pcte de 70 anos é admitido no OS do HSP devido a dispnéia aos mínimoes esforços. Há 3 semanas o mesmo foi a outro PS com queixa de precordialgia. Realizado ECG, medicado com sintomáticos e liberado para casa.

Na chegada ao HSP, pcte apresentava PA=100x80, estertores em ½ inferior de AHT, turgência jugular (4+/4+), sopro de regurgitação em foco mitral (+/6+), edema de MMII (3+/4+), cianose de extremidades com tempo de enchimento capilar de 3-4s.

Caso 3 Trazia consigo o ECG realizado no outro serviço que revelava supra de ST de V1 a V4 com onda Q incipiente. O ECG atual mostrava o mesmo supra de ST além de QS de V1 a V4.

Trazia consigo o ECG realizado no outro serviço que revelava supra de ST de V1 a V4 com onda Q incipiente. O ECG atual mostrava o mesmo supra de ST além de QS de V1 a V4.

Caso 3 Na sala de emergência, que medicações podem ser feitas para melhorar o quadro do pcte?

Na sala de emergência, que medicações podem ser feitas para melhorar o quadro do pcte?

Inotrópicos na IC Existe lógica usar inotrópicos em um pcte congesto sem evidências de baixo débito? Dentre os inotrópicos mais comumente disponíveis, dobuta e milrinona, qual escolher?

Existe lógica usar inotrópicos em um pcte congesto sem evidências de baixo débito?

Dentre os inotrópicos mais comumente disponíveis, dobuta e milrinona, qual escolher?

Inotrópicos na IC

Inotrópicos na IC Qual a vantagem do levosimendan em relação aos outros inotrópicos? Na prática, o que mostraram os estudos LIDO, RUSSLAN, REVIVE e SURVIVE?

Qual a vantagem do levosimendan em relação aos outros inotrópicos?

Na prática, o que mostraram os estudos LIDO, RUSSLAN, REVIVE e SURVIVE?

Caso 3 Na sala de emergência, que medicações podem ser feitas para melhorar o quadro do pcte?

Na sala de emergência, que medicações podem ser feitas para melhorar o quadro do pcte?

Caso 3 Iniciado lasix, dobuta e tridil. O pcte foi transferido para a reta grave onde terminou evoluindo com franca hipotensão e insuficiência respiratória necessitando de iot. Desligado o tridil, associado nora a dobuta. Realizado novo ECG que não mostrou alterações. A troponina que na admissão era negativa foi repetida sendo o novo valor de 16,1.

Iniciado lasix, dobuta e tridil. O pcte foi transferido para a reta grave onde terminou evoluindo com franca hipotensão e insuficiência respiratória necessitando de iot. Desligado o tridil, associado nora a dobuta.

Realizado novo ECG que não mostrou alterações. A troponina que na admissão era negativa foi repetida sendo o novo valor de 16,1.

Caso 3 Mesmo com doses altas de nora e de dobuta o pcte permanecia mal-perfundido. Qual a conduta a seguir?

Mesmo com doses altas de nora e de dobuta o pcte permanecia mal-perfundido. Qual a conduta a seguir?

Choque cardiogênico Qual a causa mais comum de choque cardiogênico? Todos os pctes em choque cardiogênico estão hipotensos e congestos? Quanto tempo após o iam costuma se instalar o choque cardiogênico? No estudo shock, qual o parâmetro hemodinâmico que mais se correlacionou com o prognóstico dos pctes?

Qual a causa mais comum de choque cardiogênico?

Todos os pctes em choque cardiogênico estão hipotensos e congestos?

Quanto tempo após o iam costuma se instalar o choque cardiogênico?

No estudo shock, qual o parâmetro hemodinâmico que mais se correlacionou com o prognóstico dos pctes?

Choque cardiogênico No pcte com hipotensão sec. a choque cardiogênico, qual medicação optar para elevar a PA: nora ou dopa? Pode-se utilizar inibidores de fosfodiesterase em pctes com choque cardiogênico sec. a iam? Qual a intervenção que altera mortalidade no choque cardiogênico?

No pcte com hipotensão sec. a choque cardiogênico, qual medicação optar para elevar a PA: nora ou dopa?

Pode-se utilizar inibidores de fosfodiesterase em pctes com choque cardiogênico sec. a iam?

Qual a intervenção que altera mortalidade no choque cardiogênico?

Choque cardiogênico Qual o provável motivo pelo qual os trombolíticos são tão inferiores a PCI no choque cardiogênico? Quais as indicações do balão intra-aórtico (BIA)? Há alguma indicação de se colocar o BIA profilaticamente? Qual o efeito do BIA sobre os seguintes parâmetros: PAS, PAD, DC, PAPO, FC?

Qual o provável motivo pelo qual os trombolíticos são tão inferiores a PCI no choque cardiogênico?

Quais as indicações do balão intra-aórtico (BIA)?

Há alguma indicação de se colocar o BIA profilaticamente?

Qual o efeito do BIA sobre os seguintes parâmetros: PAS, PAD, DC, PAPO, FC?

Choque cardiogênico Quais as principais contra-indicações ao BIA? Quais as principais complicações do BIA?

Quais as principais contra-indicações ao BIA?

Quais as principais complicações do BIA?

Caso 3 Iniciado lasix, dobuta e tridil. O pcte foi transferido para a reta grave onde terminou evoluindo com franca hipotensão e insuficiência respiratória necessitando de iot. Desligado o tridil, associado nora a dobuta. Realizado novo ECG que não mostrou alterações. A troponina que na admissão era negativa foi repetida sendo o novo valor de 16,1.

Iniciado lasix, dobuta e tridil. O pcte foi transferido para a reta grave onde terminou evoluindo com franca hipotensão e insuficiência respiratória necessitando de iot. Desligado o tridil, associado nora a dobuta.

Realizado novo ECG que não mostrou alterações. A troponina que na admissão era negativa foi repetida sendo o novo valor de 16,1.

Caso 3 Mesmo com doses altas de nora e de dobuta o pcte permanecia mal-perfundido. Qual a conduta a seguir?

Mesmo com doses altas de nora e de dobuta o pcte permanecia mal-perfundido. Qual a conduta a seguir?

Caso 7 Vem ao PS pcte portador de miocardiopatia chagásica avançada (FE=18%) já em fila de transplante. O mesmo refere quadro de visão escurecida e mal estar. Está em uso de captopril, metoprolol, espironolactona e furosemida. Ao exame físico, PA=90x60, extremidades mal perfundidas, pulmões limpos, discreto edema de mmii. Qual a melhor conduta terapêutica para este pcte?

Vem ao PS pcte portador de miocardiopatia chagásica avançada (FE=18%) já em fila de transplante. O mesmo refere quadro de visão escurecida e mal estar. Está em uso de captopril, metoprolol, espironolactona e furosemida. Ao exame físico, PA=90x60, extremidades mal perfundidas, pulmões limpos, discreto edema de mmii. Qual a melhor conduta terapêutica para este pcte?

Caso 7 Neste caso, há necessidade de se suspender o ieca e o beta-bloq?

Neste caso, há necessidade de se suspender o ieca e o beta-bloq?

Caso 8 Pcte acompanhado no ambulatório do miocárdio devido a IC sistólica de etiologia alcoólica vem ao PS devido a dispnéia e anasarca. O mesmo já usa captopril e carvedilol em doses máximas, além de espironolactona e lasix 80 mg de 8/8hrs. Ao exame físico, PA=110x60, edema de mmii (3+/4+), estertores em bases de aht, B3. Em relação a congestão do pcte, quais as alternativas terapêuticas?

Pcte acompanhado no ambulatório do miocárdio devido a IC sistólica de etiologia alcoólica vem ao PS devido a dispnéia e anasarca. O mesmo já usa captopril e carvedilol em doses máximas, além de espironolactona e lasix 80 mg de 8/8hrs. Ao exame físico, PA=110x60, edema de mmii (3+/4+), estertores em bases de aht, B3. Em relação a congestão do pcte, quais as alternativas terapêuticas?

Síndrome cardiorenal Quais as causas de insuficiência cardiorenal? Por que o uso de diuréticos não explica totalmente a piora da função renal com o tratamento da IC? Qual o critério para se definir resistência a os diuréticos? O que tem que se excluir antes de dizer que um pcte tem edema refratário a diuréticos?

Quais as causas de insuficiência cardiorenal?

Por que o uso de diuréticos não explica totalmente a piora da função renal com o tratamento da IC?

Qual o critério para se definir resistência a os diuréticos?

O que tem que se excluir antes de dizer que um pcte tem edema refratário a diuréticos?

Síndrome cardiorenal

Síndrome cardiorenal Em qual estágio da classificação da AHA de IC costuma surgir a síndrome cardiorenal? Qual a estratégia mais usada na prática para o manejo do edema refratário? Além da bomba de lasix, quais outras opções prática pode-se utilizar nestes casos? Qual alternativa para os casos que não respondem aos itens anteriores?

Em qual estágio da classificação da AHA de IC costuma surgir a síndrome cardiorenal?

Qual a estratégia mais usada na prática para o manejo do edema refratário?

Além da bomba de lasix, quais outras opções prática pode-se utilizar nestes casos?

Qual alternativa para os casos que não respondem aos itens anteriores?

Síndrome cardiorenal Quais os novos tratamentos que vêm sendo testados para o edema refratário a diuréticos? Em pctes com albumina<2 há vantagem de se associar furosemida a albumina para aumentar o efeito diurético?

Quais os novos tratamentos que vêm sendo testados para o edema refratário a diuréticos?

Em pctes com albumina<2 há vantagem de se associar furosemida a albumina para aumentar o efeito diurético?

Caso 8 Pcte acompanhado no ambulatório do miocárdio devido a IC sistólica de etiologia alcoólica vem ao PS devido a dispnéia e anasarca. O mesmo já usa captopril e carvedilol em doses máximas, além de espironolactona e lasix 80 mg de 8/8hrs. Ao exame físico, PA=110x60, edema de mmii (3+/4+), estertores em bases de aht, B3. Em relação a congestão do pcte, quais as alternativas terapêuticas?

Pcte acompanhado no ambulatório do miocárdio devido a IC sistólica de etiologia alcoólica vem ao PS devido a dispnéia e anasarca. O mesmo já usa captopril e carvedilol em doses máximas, além de espironolactona e lasix 80 mg de 8/8hrs. Ao exame físico, PA=110x60, edema de mmii (3+/4+), estertores em bases de aht, B3. Em relação a congestão do pcte, quais as alternativas terapêuticas?

Add a comment

Related presentations

Related pages

Insuficiência cardíaca descompensada - SciELO

einstein. 2013;11(3):383-91 REVIEW Decompensated heart failure Insuficiência cardíaca descompensada Sandrigo Mangini 1, Philippe Vieira Pires2, Fabiana ...
Read more

Insuficiencia cardíaca aguda descompensada

La insuficiencia cardíaca aguda descompensada (ICAD) es un síndrome que ha llamado la atención sólo en la última década, y
Read more

Insuficiência cardíaca descompensada - SciELO

Insuficiência cardíaca descompensada 385 einstein. 2013;11(3):383-91 A identificação da etiologia é importante, uma vez que pode auxiliar na busca de ...
Read more

Insuficiencia cardiaca Aguda descompensada - YouTube

Insuficiencia cardíaca Aguda descompensada: Definición, etiologia, fisiopatologia, signos y síntomas, diagnostico, diagnostico diferencial ...
Read more

Insuficiência cardíaca diastólica descompensada - semiologia-m

Baixe grátis o arquivo Insuficiência cardíaca diastólica descompensada enviado para a disciplina de semiologia-medica-cardio Categoria: Aulas - 19936512
Read more

Biomarcadores na Insuficiência Cardíaca Descompensada ...

Carlos Henrique - Biomarcadores na Insuficiência Cardíaca Descompensada: Detecção e Valor Prognóstico da jetzt kaufen. ISBN: 9783639896022 ...
Read more

Insuficiência cardíaca – Wikipédia, a enciclopédia livre

Insuficiência cardíaca (IC), muitas vezes descrita como insuficiência cardíaca congestiva (ICC), é uma condição em que o coração é incapaz de ...
Read more

Protocolo de Insuficiência Cardíaca - xa.yimg.com

Insuficiência Cardíaca Descompensada Avaliação Clínica do Paciente com IC Descompensada Todo paciente que se apresente com IC e história de piora do ...
Read more

Insuficiência cardíaca - Portal do Coração

Na insuficiência cardíaca o eletrocardiograma é o primeiro exame a ser ... são típicos do quadro de uma insuficiência cardíaca descompensada ...
Read more