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Hormônios Vegetais

67 %
33 %
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Information about Hormônios Vegetais

Published on June 20, 2008

Author: tiago.ufc

Source: slideshare.net

Description

Aula sobre Hormônios Vegetais
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MEIOS NUTRITIVOS Desenvolvimento de Plantas Inteiras - nutrientes minerais (solo. água) - CO 2 - C fixado + minerais: síntese de vitaminas e hormônios - síntese de compostos orgânicos ocorre em diferentes orgãos Desenvolvimento de Segmentos de Tecidos ou Orgãos Isolados - condições inadequadas de iluminação e CO 2 - plantas não são completamente autotróficas - explantes com baixo teor ou ausência de clorofila - necessidade de fornecer compostos orgânicos

Desenvolvimento de Plantas Inteiras

- nutrientes minerais (solo. água)

- CO 2

- C fixado + minerais: síntese de vitaminas e hormônios

- síntese de compostos orgânicos ocorre em diferentes orgãos

Desenvolvimento de Segmentos de Tecidos ou Orgãos Isolados

- condições inadequadas de iluminação e CO 2

- plantas não são completamente autotróficas

- explantes com baixo teor ou ausência de clorofila

- necessidade de fornecer compostos orgânicos

MEIOS NUTRITIVOS Meio Nutritivo ou Meio de Cultura - fornecer substâncias essenciais para o crescimento - permitir que os explantes se desenvolvam em ambiente artificial - baseados nas exigências das plantas inteiras - suplementados com componentes orgânicos - controlam o padrão de desenvolvimento in vitro

Meio Nutritivo ou Meio de Cultura

- fornecer substâncias essenciais para o crescimento

- permitir que os explantes se desenvolvam em ambiente artificial

- baseados nas exigências das plantas inteiras

- suplementados com componentes orgânicos

- controlam o padrão de desenvolvimento in vitro

MEIOS NUTRITIVOS HISTÓRICO - primeiros trabalhos: soluções inorgânicas simples solução de Knop (1865) solução de Knudson (1925) solução de Hoagland & Arnon (1938) - atualmente: meios de cultura mais completos White (White, 1943) MS (Murashige & Skoog, 1962) B5 (Gamborg et al., 1968) KM (Kao & Michayluk, 1975)

HISTÓRICO

- primeiros trabalhos: soluções inorgânicas simples

solução de Knop (1865)

solução de Knudson (1925)

solução de Hoagland & Arnon (1938)

- atualmente: meios de cultura mais completos

White (White, 1943)

MS (Murashige & Skoog, 1962)

B5 (Gamborg et al., 1968)

KM (Kao & Michayluk, 1975)

MEIOS NUTRITIVOS

Componentes Inorgânicos - macronutrientes - micronutrientes Componentes Orgânicos - reguladores vegetais - vitaminas - fonte de C - outros: inositol antioxidantes substâncias complexas carvão ativado MEIOS NUTRITIVOS

Componentes Inorgânicos

- macronutrientes

- micronutrientes

Componentes Orgânicos

- reguladores vegetais

- vitaminas

- fonte de C

- outros: inositol

antioxidantes

substâncias complexas

carvão ativado

COMPONENTES INORGÂNICOS MACRONUTRIENTES: - nitrogênio: participa do desenvolvimento geral das plantas N inorg aácidos proteínas NO 3 - : nitrato [25 - 40 mM] NH 4 + : amônia [2 - 20 mM] total de N: [25 - 60 mM] N orgânico : aácidos ácidos orgânicos caseina hidrolisada MEIOS NUTRITIVOS

COMPONENTES INORGÂNICOS

MACRONUTRIENTES:

- nitrogênio: participa do desenvolvimento geral das plantas

N inorg aácidos proteínas

NO 3 - : nitrato [25 - 40 mM]

NH 4 + : amônia [2 - 20 mM]

total de N: [25 - 60 mM]

N orgânico : aácidos

ácidos orgânicos

caseina hidrolisada

MEIOS NUTRITIVOS

MEIOS NUTRITIVOS COMPONENTES INORGÂNICOS MACRONUTRIENTES - fósforo: parte integrante de ác. nucléicos e compostos estruturais PO 4 - : [1 - 3 mM] fosfato de sódio fosfato de potássio - potássio: principal íon (+), acompanha nitrato e fosfato [20 - 30 mM] - cálcio: cofator de enzimas, síntese da parede celular Ca +2 : [1 - 3 mM] cloreto de cálcio nitrato de cálcio

COMPONENTES INORGÂNICOS

MACRONUTRIENTES

- fósforo: parte integrante de ác. nucléicos e compostos estruturais

PO 4 - : [1 - 3 mM]

fosfato de sódio

fosfato de potássio

- potássio: principal íon (+), acompanha nitrato e fosfato [20 - 30 mM]

- cálcio: cofator de enzimas, síntese da parede celular

Ca +2 : [1 - 3 mM]

cloreto de cálcio

nitrato de cálcio

MEIOS NUTRITIVOS

MEIOS NUTRITIVOS COMPONENTES INORGÂNICOS MACRONUTRIENTES - magnésio: integrante da clorofila, atividade de enzimas Mg +2 : [1 - 3 mM] sulfato de magnésio - enxofre: estrutura das proteínas, presente em aminoácidos SO 4 - : [1 - 3 mM] sulfato de magnésio

COMPONENTES INORGÂNICOS

MACRONUTRIENTES

- magnésio: integrante da clorofila, atividade de enzimas

Mg +2 : [1 - 3 mM]

sulfato de magnésio

- enxofre: estrutura das proteínas, presente em aminoácidos

SO 4 - : [1 - 3 mM]

sulfato de magnésio

MEIOS NUTRITIVOS

MEIOS NUTRITIVOS COMPONENTES INORGÂNICOS MICRONUTRIENTES - boro: atividade enzimática, biosíntese de lignina ácido bórico: [100 µM] - cobalto: cloreto de cobalto [0,1 µM] - cobre: atividade enzimática sulfato de cobre [0,1 µM] - iodo: iodeto de potássio [5 µM]

COMPONENTES INORGÂNICOS

MICRONUTRIENTES

- boro: atividade enzimática, biosíntese de lignina

ácido bórico: [100 µM]

- cobalto: cloreto de cobalto [0,1 µM]

- cobre: atividade enzimática

sulfato de cobre [0,1 µM]

- iodo: iodeto de potássio [5 µM]

MEIOS NUTRITIVOS

MEIOS NUTRITIVOS COMPONENTES INORGÂNICOS MICRONUTRIENTES - ferro: síntese de clorofila, reações de oxi-redução presente na forma de quelato (EDTA) sulfato de ferro [100 µM] - manganês: atividade enzimática (respiração/fotossíntese) sulfato de manganês [30 - 100 µM] - molibdênio: cofator de enzimas (NO 3 - NH 4 + ) molibdato de sódio [1 µM] - zinco: atividade enzimática sulfato de zinco [5 - 30 µM]

COMPONENTES INORGÂNICOS

MICRONUTRIENTES

- ferro: síntese de clorofila, reações de oxi-redução

presente na forma de quelato (EDTA)

sulfato de ferro [100 µM]

- manganês: atividade enzimática (respiração/fotossíntese)

sulfato de manganês [30 - 100 µM]

- molibdênio: cofator de enzimas (NO 3 - NH 4 + )

molibdato de sódio [1 µM]

- zinco: atividade enzimática

sulfato de zinco [5 - 30 µM]

MEIOS NUTRITIVOS

Componentes Orgânicos Hormônio Vegetal: composto orgânico, de ocorrência natural, produzido pelas plantas, que influenciam processos fisiológicos (crescimento, diferenciação e desenvolvimento) em baixa concentração Regulador Vegetal: produtos sintéticos, que possuem as mesmas propriedades que os hormônios (exógeno) auxinas citocininas giberilinas ácido abscísico etileno MEIOS NUTRITIVOS

Componentes Orgânicos

Hormônio Vegetal: composto orgânico, de ocorrência natural, produzido pelas plantas, que influenciam processos fisiológicos (crescimento, diferenciação e desenvolvimento) em baixa concentração

Regulador Vegetal: produtos sintéticos, que possuem as mesmas propriedades que os hormônios (exógeno)

auxinas

citocininas

giberilinas

ácido abscísico

etileno

Auxinas: primeiro hormônio vegetal identificado (IAA) associado a sítios de alta divisão celular in vivo: alongamento de células dominância apical formação de raiz adventícia in vitro: divisão celular, associada a citocinina formação de calo diferenciação de raízes inibe desenvolvimento de gemas laterais indução de embriogênese somática MEIOS NUTRITIVOS

Auxinas: primeiro hormônio vegetal identificado (IAA)

associado a sítios de alta divisão celular

in vivo: alongamento de células

dominância apical

formação de raiz adventícia

in vitro: divisão celular, associada a citocinina

formação de calo

diferenciação de raízes

inibe desenvolvimento de gemas laterais

indução de embriogênese somática

MEIOS NUTRITIVOS Auxinas - auxina natural: IAA - ácido 3-indol acético IBA - ácido 3-indol butírico - auxina sintética: NAA - ácido naftaleno acético 2,4-D - ácido 2,4-diclorofenoxi acético 2,4,5-T - ácido 2,4,5-triclorofenoxi acético - substitutos de auxina: picloram, dicamba alta concentração são herbicidas in vitro atividade de auxina

Auxinas

- auxina natural: IAA - ácido 3-indol acético

IBA - ácido 3-indol butírico

- auxina sintética: NAA - ácido naftaleno acético

2,4-D - ácido 2,4-diclorofenoxi acético

2,4,5-T - ácido 2,4,5-triclorofenoxi acético

- substitutos de auxina: picloram, dicamba

alta concentração são herbicidas

in vitro atividade de auxina

MEIOS NUTRITIVOS Citocininas: derivados da adenina sintetizada no meristema apical da raiz in vivo: aumento do tamanho das células de cotilédone tratamento de folhas destacadas causa senescência in vitro: induz divisão celular associada à auxina formação gemas adventícias estímulo a brotação lateral inibe enraizamento inibe embriogênese somática

Citocininas: derivados da adenina

sintetizada no meristema apical da raiz

in vivo: aumento do tamanho das células de cotilédone

tratamento de folhas destacadas causa senescência

in vitro: induz divisão celular associada à auxina

formação gemas adventícias

estímulo a brotação lateral

inibe enraizamento

inibe embriogênese somática

MEIOS NUTRITIVOS Citocininas citocinina natural: zeatina 2i-P - 2-isopentenil adenina citocinina sintética: BAP - 6-benzilaminopurina cinetina derivados de feniluréia: TDZ – thidiazuron atividade de citocinina in vitro estimula síntese de citocinina natural

Citocininas

citocinina natural: zeatina

2i-P - 2-isopentenil adenina

citocinina sintética: BAP - 6-benzilaminopurina

cinetina

derivados de feniluréia: TDZ – thidiazuron

atividade de citocinina in vitro

estimula síntese de citocinina natural

MEIOS NUTRITIVOS Giberilinas: isolada do fungo Giberella fujikoroi relacionada à altura das plantas ácido giberélico (GA 3 ) in vitro: inibe organogênese inibe enraizamento estimula alongamento de brotos

Giberilinas: isolada do fungo Giberella fujikoroi

relacionada à altura das plantas

ácido giberélico (GA 3 )

in vitro: inibe organogênese

inibe enraizamento

estimula alongamento de brotos

MEIOS NUTRITIVOS Ácido Abscísico: relacionado à dormência de sementes e gemas relacionado à senescência, abscisão de folhas in vitro: diminui o crescimento modera efeito de auxina/citocinina regula desenvolvimento embriões somáticos

Ácido Abscísico: relacionado à dormência de sementes e gemas

relacionado à senescência, abscisão de folhas

in vitro: diminui o crescimento

modera efeito de auxina/citocinina

regula desenvolvimento embriões somáticos

Etileno: único regulador vegetal na forma de gás C 2 H 4 (PM = 28) liberado pelo tecido vegetal difunde pelos espaços intercelulares e para o exterior relacionado a tecidos em senescência e amadurecimento de frutos MEIOS NUTRITIVOS

Etileno: único regulador vegetal na forma de gás

C 2 H 4 (PM = 28)

liberado pelo tecido vegetal

difunde pelos espaços intercelulares e para o exterior

relacionado a tecidos em senescência e

amadurecimento de frutos

Etileno - inibidores da síntese de etileno : cobalto - inibidores da ação do etileno : AgNO 3 tiosulfato de prata - in vitro : acumula nos frascos inibe a organogênese MEIOS NUTRITIVOS

Etileno

- inibidores da síntese de etileno : cobalto

- inibidores da ação do etileno : AgNO 3

tiosulfato de prata

- in vitro : acumula nos frascos

inibe a organogênese

Reguladores Vegetais que Estimulam o Crescimento - relacionados à divisão delular - alongamento de células - diferenciação auxinas, citocininas e giberilinas Reguladores Vegetais que Inibem o Crescimento - relacionados à senescência - amadurecimento de frutos - dormência de sementes ácido abscísico e etileno MEIOS NUTRITIVOS

Reguladores Vegetais que Estimulam o Crescimento

- relacionados à divisão delular

- alongamento de células

- diferenciação

auxinas, citocininas e giberilinas

Reguladores Vegetais que Inibem o Crescimento

- relacionados à senescência

- amadurecimento de frutos

- dormência de sementes

ácido abscísico e etileno

MEIOS NUTRITIVOS Componentes Orgânicos - fonte de C: sacarose [2 - 3%] - vitaminas: tiamina [mg/l] ácido nicotínico piridoxina - Outros: inositol [100 mg/l] substâncias complexas: água de coco [5 -10%] extrato de malte antoxidantes: ácido ascórbico ácido cítrico PVP carvão ativado [1 - 3%]

Componentes Orgânicos

- fonte de C: sacarose [2 - 3%]

- vitaminas: tiamina [mg/l]

ácido nicotínico

piridoxina

- Outros: inositol [100 mg/l]

substâncias complexas: água de coco [5 -10%]

extrato de malte

antoxidantes: ácido ascórbico

ácido cítrico

PVP

carvão ativado [1 - 3%]

 

CITOCININAS Diversas substâncias com atividade de citocininas foram isoladas de microrganismos Possuem a capacidade de estimular a divisão celular e de manter os tecidos verdes por indução da síntese de clorofila, atrasando a senescência Patógenos que aumentam ou diminuem o teor de citocininas alteram a ontogenia normal do desenvolvimento da planta. Ocorre aumento ou redução da divisão celular, causando hipoplasia ou hiperplasia nos tecidos infectados:

Diversas substâncias com atividade de citocininas foram isoladas de microrganismos

Possuem a capacidade de estimular a divisão celular e de manter os tecidos verdes por indução da síntese de clorofila, atrasando a senescência

Patógenos que aumentam ou diminuem o teor de citocininas alteram a ontogenia normal do desenvolvimento da planta. Ocorre aumento ou redução da divisão celular, causando hipoplasia ou hiperplasia nos tecidos infectados:

 

FUNGOS Plasmodiophora brassicae provoca aumento em citocinina e hiperplasia em tecidos de raízes e hipocótilos de crucíferas Exobasidium incrementa citocinina e auxina provocando hiperplasia em folhas de azaléia Cronartium fusiforme aumenta em 10x o teor de citocinina em hiperplasia de ramos de pinus

Plasmodiophora brassicae provoca aumento em citocinina e hiperplasia em tecidos de raízes e hipocótilos de crucíferas

Exobasidium incrementa citocinina e auxina provocando hiperplasia em folhas de azaléia

Cronartium fusiforme aumenta em 10x o teor de citocinina em hiperplasia de ramos de pinus

BACTÉRIAS Agrobacterium tumefaciens causadora de tumor, é uma ativa produtora de citocinina, sendo que as células infectadas formam sua própria auxina e citocinina Rhodococcus fascians causa fascinação em plântulas de dicotiledôneas com produção de citocinina e auxina Pseudomonas syringae pv. Savastanoi produz citocinina e hiperplasia em loureiro rosa

Agrobacterium tumefaciens causadora de tumor, é uma ativa produtora de citocinina, sendo que as células infectadas formam sua própria auxina e citocinina

Rhodococcus fascians causa fascinação em plântulas de dicotiledôneas com produção de citocinina e auxina

Pseudomonas syringae pv. Savastanoi produz citocinina e hiperplasia em loureiro rosa

Como a citocinina é produzida nas raízes e translocada pelo apoplasto (xilema) para a parte aérea das plantas, seu transporte pode ser restringido por: Verticillium sp. em algodoeiro V. dahliae em tomateiro V. albo-atrum causando nanismo

Como a citocinina é produzida nas raízes e translocada pelo apoplasto (xilema) para a parte aérea das plantas, seu transporte pode ser restringido por:

Verticillium sp. em algodoeiro

V. dahliae em tomateiro

V. albo-atrum causando nanismo

 

Citocininas podem incrementar a síntese de clorofila causando a formação de “ilhas verdes” em partes da planta infectada por parasitas obrigatórios: Erypiphes graminis (míldio) em cereais Uninula aceris (míldio) em bordo arbóreo Uromyces phaseoli (ferrugem) em feijoeiro

Citocininas podem incrementar a síntese de clorofila causando a formação de “ilhas verdes” em partes da planta infectada por parasitas obrigatórios:

Erypiphes graminis (míldio) em cereais

Uninula aceris (míldio) em bordo arbóreo

Uromyces phaseoli (ferrugem) em feijoeiro

ÁCIDO ABSCÍSICO Inibidores de crescimento como o ácido abscísico (ABA) restringem processos de crescimento e induzem dormência Pseudomonas solanacearum em fumo causando nanismo Doenças vasculares em feijoeiro, tomateiro e trigo aumentam teor de ABA no sistema de transporte da seiva Verticillium dahliae em algodoeiro causa aumento da ABA e desfolhamento

Inibidores de crescimento como o ácido abscísico (ABA) restringem processos de crescimento e induzem dormência

Pseudomonas solanacearum em fumo causando nanismo

Doenças vasculares em feijoeiro, tomateiro e trigo aumentam teor de ABA no sistema de transporte da seiva

Verticillium dahliae em algodoeiro causa aumento da ABA e desfolhamento

 

 

MECANISMOS DE ABSCISÃO Fatores que influenciam o suprimento a partir do órgão distal Fatores que aumentam o suprimento de etileno: ABA Lesão Doença Senescência Escuro Seca Movimento de ACC Etileno Concentração na zona de abscisão Fatores que aumentam o suprimento de auxina: Crescimento ativo Fecundação Crescimento da semente Fatores que diminuem o suprimento de auxina: Etileno Baixa Luminosidade Lesão Senescência Sensitividade a hormônios Fatores que aumentam a sensitividade ao etileno: Déficit de água ABA Etileno Idade Polinização Baixa luminosidade Fatores que aumentam a sensitividade a auxina: Citocinina Juvenilidade Cálcio Fecundação Alta luminosidade Auxina Etileno Auxina

ETILENO Hormônio gasoso relacionado com os processos de maturação, abscisão e senescência. Sua formação é estimulada por auxinas, injúrias e patógenos Produzido em meio de cultura por: Penicillium digitatum que ataca frutos de citros Pseudomonas solanacearum Erwinia e Xanthomonas Causa sintomas de senescência e desfolha: Diplocarpon rosea em roseira Cercospora personata em tomateiro Botrytis sp. em cravo Pseudomonas solanacearum em banana promove maturação precoce

Hormônio gasoso relacionado com os processos de maturação, abscisão e senescência. Sua formação é estimulada por auxinas, injúrias e patógenos

Produzido em meio de cultura por:

Penicillium digitatum que ataca frutos de citros

Pseudomonas solanacearum

Erwinia e Xanthomonas

Causa sintomas de senescência e desfolha:

Diplocarpon rosea em roseira

Cercospora personata em tomateiro

Botrytis sp. em cravo

Pseudomonas solanacearum em banana promove maturação precoce

 

 

Frutos e folhas lesionadas por artrópodos-pragas aumentam seus teores de etileno, causando amarelecimento e queda precoce Ácaros em folhas de cerejeira e roseira Laspeyresia pomonella (lagarta do fruto) em macieira e pereira Cydia molesta (lagarta do fruto) em pessegueiro Etileno, assim como altos teores de auxina que levam à síntese de C 2 H 4 , causam epinastia foliar: Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici em tomateiro Verticillium sp. em lúpulo e macieira Etileno estimula a respiração em plantas, o que pode levar à senescência de órgãos vegetais

Frutos e folhas lesionadas por artrópodos-pragas aumentam seus teores de etileno, causando amarelecimento e queda precoce

Ácaros em folhas de cerejeira e roseira

Laspeyresia pomonella (lagarta do fruto) em macieira e pereira

Cydia molesta (lagarta do fruto) em pessegueiro

Etileno, assim como altos teores de auxina que levam à síntese de C 2 H 4 , causam epinastia foliar:

Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici em tomateiro

Verticillium sp. em lúpulo e macieira

Etileno estimula a respiração em plantas, o que pode levar à senescência de órgãos vegetais

 

CONTROLE COM BIORREGULADORES Parasita Cultura Produtos Autores Mosca das Frutas Citros GA10-20ppm Greany et al., 1993 Aphis gossypii Algodoeiro GA100xCCC1000ppm Castro & Rossetto, 1977 Declínio (anomalia) Citros GA50+2,4-D10ppm Prates et al., 1983 Declínio (anomalia) Citros GA50+NAA20ppm Prates et al., 1988 Xylella fastidiosa Citros GA20+NAA20ppm Castro et al., 2001 Xylella fastidiosa Citros GA50+2,4-D8ppm Castro et al., 2003 Brevicoryne brassicae Couve CCC Van Emden, 1964 Afídeos Diversas CCC Tahori et al., 1965 Lepidópteros Diversas CCC Zummo et al., 1984 Mosca Branca Diversas CCC Fisher & Shanks, 1979 Tetranychus urticae Hibiscus CCC Osborne & Chase, 1990 rosa-sinensis Cecidophyopsis ribis Groselheira CCC Smith & Corke, 1996 negra

CONTROLE COM BIORREGULADORES Parasita Cultura Produtos Autores Cladosporium cucumerinum Pepino CCC Van Andel, 1968 Murcha de Verticillium Tomateiro CCC Sinha & Wood, 1967 Cercosporella herpotrichoides Trigo CCC Diercks, 1965 Cladosporium cucumerinum Pepino SADH Van Andel, 1968 Xanthomonas visicatoria Pimenteira SADH Crossan & Fieldhouse, 1964 Vírus da Mancha Anelar Fumo SADH Karas et al., 1964 Verticillium dahliae Algodoeiro Pydanon 200 mg/pl. Buchenauer & Erwin, 1976 Verticillium dahliae Tomateiro Pydanon 200 mg/pl. Buchenauer & Erwin, 1976 Declínio (anomalia) Citros Cytex Plimpton, 1976 Declínio (anomalia) Citros Eritorbato de Sódio Leonard, 1976 + ácido de cítrico

 

ÁCIDO JASMÔNICO Descoberto no óleo de Jasminum grandiflorum e de Rosmarinus officinalis e em filtrados do fungo Lasiodiplodia theobromae , possuindo propriedades inibidoras do crescimento das plantas e causa senescência das folhas de aveia na obscuridade Forma-se a partir do ácido linolênico nos tecidos vegetais Estresses osmótico e salino aumentam a biossíntese de jasmonatos Metil-jasmonato estimula a produção de etileno em jitomate e maçã, acelerando a senescência de flores cortadas de petúnia e dendrobium e a queda de folhas de feijoeiro Jasmonatos favorecem a produção de bulbos e tubérculos

Descoberto no óleo de Jasminum grandiflorum e de Rosmarinus officinalis e em filtrados do fungo Lasiodiplodia theobromae , possuindo propriedades inibidoras do crescimento das plantas e causa senescência das folhas de aveia na obscuridade

Forma-se a partir do ácido linolênico nos tecidos vegetais

Estresses osmótico e salino aumentam a biossíntese de jasmonatos

Metil-jasmonato estimula a produção de etileno em jitomate e maçã, acelerando a senescência de flores cortadas de petúnia e dendrobium e a queda de folhas de feijoeiro

Jasmonatos favorecem a produção de bulbos e tubérculos

 

Metil-Jasmonato volátil pode induzir reação de defesa contra insetos promovendo a biossíntese de inibidores de proteinases que atuam como toxinas que impedem a digestão de proteínas pelos insetos Jasmonatos protegem aveia contra infecção de Erysiphe graminis f. sp. hordei e batata e jitomate contra Phytophthora infestans Na resistência sistêmica adquirida o ácido salicílico desempenha papel chave como um sinal que causa a expressão de genes responsáveis pela resistência Plantas silvestres de Arabidopsis thaliana produzem abundante etileno e JA ao serem inoculadas com Alternaria brassicicola , produzindo também defensina (proteína de resistência)

Metil-Jasmonato volátil pode induzir reação de defesa contra insetos promovendo a biossíntese de inibidores de proteinases que atuam como toxinas que impedem a digestão de proteínas pelos insetos

Jasmonatos protegem aveia contra infecção de Erysiphe graminis f. sp. hordei e batata e jitomate contra Phytophthora infestans

Na resistência sistêmica adquirida o ácido salicílico desempenha papel chave como um sinal que causa a expressão de genes responsáveis pela resistência

Plantas silvestres de Arabidopsis thaliana produzem abundante etileno e JA ao serem inoculadas com Alternaria brassicicola , produzindo também defensina (proteína de resistência)

Aplicação simultânea de etileno e JA nessas plantas, sem inoculação, também levam à produção de defensina Jasmonatos participam ainda de outras reações de defesa: após ataque por lagarta ( S. littoralis) em folhas de fava verificou-se um rápido, mas efêmero, aumento no teor de JA

Aplicação simultânea de etileno e JA nessas plantas, sem inoculação, também levam à produção de defensina

Jasmonatos participam ainda de outras reações de defesa: após ataque por lagarta ( S. littoralis) em folhas de fava verificou-se um rápido, mas efêmero, aumento no teor de JA

 

 

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