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Herbarium-babalawo.fagbenusola

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Information about Herbarium-babalawo.fagbenusola
Books

Published on February 21, 2014

Author: faderemi

Source: slideshare.net

Description

Herbarium - Pequena Enciclopédia iconográfica de Árvores, plantas e ervas utilizadas dentro da Tradição Indígena Yorùbá e diáspora. Este material tem por objetivo maior, colaborar com o reconhecimento das plantas e vegetais, sendo, portanto um trabalho de apoio a toda Comunidade de Matriz Africana calcada na Tradição Nagô Yorùbá.
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Nome Científico: Allanblackia floribunda Oliv [Guttiferae] Oruko Yorùbá: Orógbó erin Nome Popular: Uso: Na medicina Tradicional africana é usada para tratar a hipertensão

Nome Científico: Allanblackia floribunda Oliv [Guttiferae] Oruko Yorùbá: Orógbó erin Nome Popular:

Nome Científico: Allanblackia floribunda Oliv [Guttiferae] Oruko Yorùbá: Orógbó erin Nome Popular:

Nome Científico: Argemone mexicana L., [Papaveraceae] Oruko Yorùbá: Èékánná Ekùn Nome Popular: CARDO-SANTO, Argemone mexicana também conhecida como "Cardo-santo" (também chamada de Erva-de-cardo-amarelo, Papoula-de-espinho e papoula-do-méxico), Cardo-bento, Papoula-do-méxico; Prickly poppy (inglês).

Nome Científico: Argemone mexicana L., [Papaveraceae] Oruko Yorùbá: Èékánná Ekùn Nome Popular: CARDO-SANTO, Argemone mexicana também conhecida como "Cardo-santo" (também chamada de Erva-de-cardo-amarelo, Papoula-de-espinho e papoula-do-méxico), Cardo-bento, Papoula-do-méxico; Prickly poppy (inglês).

Nome Científico: Amaranthus hybridus L., subsp. Incurvatus(Timeroy)Brenan, [Amaranthaceae] Oruko Yorùbá: Èfó tètè, Tètè Adeyeba, Tètè[Insulted, degraded], Tètènlá, Tètè òyìnbó, Tètè pòpó Nome Popular: Caruru-de-porco, Bredo-de-espinhos, Caruru-roxo, Caruru, Callaloo

Nome Científico: Amaranthus viridis Linn [Amaranthaceae] Nome Yorùbá name:Tete Àgbáláyé Nome Popular: Caruru de mancha, Caruru verde Nome Científico: Abrus Precatorius L., [Leguminosae] Oruko Yorùbá: Òwérénjéjé[enrola para ultrapassar] , Aládùn, Mésénmésén, Makò, Mísínmísín[ leaf very sweet], Ojú ológbò, Wérénjéjé, Pákùn obarìsà, Olátògégé, Adágbé, Ewé Aládùn, Mésénmésén ítàkùn, Ojú eyelé. Nome Popular: Olho-de-cabra, Olho-de-pombo, Cipó-de-alcaçuz, Jequiriti, Jiquiriri, Tentinho, Tento. Uso: Cuidado Planta venenosa

Nome Científico: Abrus Precatorius L., [Leguminosae] Oruko Yorùbá: Òwérénjéjé[enrola para ultrapassar] , Aládùn, Mésénmésén, Makò, Mísínmísín[ leaf very sweet], Ojú ológbò, Wérénjéjé, Pákùn obarìsà, Olátògégé, Adágbé, Ewé Aládùn, Mésénmésén ítàkùn, Ojú eyelé. Nome Popular: Olho-de-cabra, Olho-de-pombo, Cipó-de-alcaçuz, Jequiriti, Jiquiriri, Tentinho, Tento. Uso: Cuidado Planta venenosa

Nome Científico: Anogeissus leiocarpus (DC.) Guill. & Perr. [Combretaceae] Oruko Yorùbá: Ewé Àyin Nome Comum: Axle-wood tree

Nome Científico: Anogeissus leiocarpus (DC.) Guill. & Perr. [Combretaceae] Oruko Yorùbá: Ewé Àyin Nome Comum: Axle-wood tree Nome Científico: Alpinia zerumbet (Pers.) B.L. Burtt & R.M. [Zingiberaceae] Oruko Yorùbá: Tótó Nome Popular: Colônia

Nome Científico: Albizzia spp [Leguminosae Mimosoideae] Oruko Yorùbá: Ayìnré, Ayùnré, Olúyèéré Nome Popular: Okuro (Ghana), Ayinre, Uwowe (Nigeria), Mugavu, Nongo (Uganda), Mtanga, Mduruasi (Tanzania). Obs: As espécies do gênero Albizia são geralmente conhecidas como silk trees ou sirisis. Entretanto, algumas espécies podem ser conhecidas pelo nome comum de albizia ou albizzia. O nome comum albizia pode ainda ser utilizado para espécies de outros gêneros que não Albizia porque várias espécies anteriormente incluídas no gênero Albizia foram, posteriormente, movidas para outros gêneros. Um exemplo é a Falcataria moluccana que já foi classificada como Albizia moluccana. Alguns defendem que o nome comum albizia deveria ser utilizado somente para esta espécie.

Científic Name: Albizzia Ferruginea (Guill. & Perr.) Benth.,[Leguminosae Mimosoideae] Oruko Yorùbá: Ayìnré, Ayìnré bonnabónná, Ayìnré semíse olóse, Ipèrin, Ipè erin Nome Popular: Nome Científico: Albizzia Ferruginea (Guill. & Perr.) Benth.,[Leguminosae Mimosoideae] Oruko Yorùbá: Ayìnré, Ayìnré bonnabónná, Ayìnré semíse olóse, Ipèrin, Ipè erin Nome Popular:

Nome Científico: Albizia adianthifolia (Schumach.) W.Wigth [Leguminosae Mimosoideae] Oruko Yorùbá: Ayìnré, Ayùnré weere, Banabáná Nome Popular:

Nome Científico: Annona Senegalensis Pers. [Annonaceae] Oruko Yorùbá: Arère, Àfòn, Àbo Nome Popular: Araticum-da-areia Uso: Dentro da Medicina popular nigeriana consome-se grande quantidade desta fruta, para promover a eliminação do verme da Guiné. Uso médicinal do Povo, as folhas são usadas contra a artrite (Mali), conjuntivite (Gâmbia), para tratamento de feridas (Burundi) e impotência (Togo). Na medicina popular Africana é usada para tratar doenças articulares, doença intestinal, tratamento da infertilidade feminina, a ação de picadas de cobra, vermes, diarréia e é utilizado pelos Zulus da África do Sul, até para tratamento de loucura e tonturas. [Fonte: Wikipedia]

Nome científico: Allium Sativum L. [Liliaceae] Oruko Yorùbá: Ayò, Ayù Sinônimos botânicos do Alho, Allium sativum: Allium pekinense Prokhanov. Outros nomes populares do Alho, Allium sativum: Alho-comum, Alho-da-horta, Alhohortense, Alho-manso; Garlic e Cultivated garlic (inglês); Ajo (espanhol), Ail (francês), Aaglio e Aglio comune (italiano); Hsiao-suan (chinês); Lasan (hindu). Constituintes químicos do Alho, Allium sativum: ácido alfa-aminoacrílico; ácido fosfórico livre; ácidos sulfúrico; ajoeno (produzido por condensação da alicina); açúcares (fructose, glucose); alil; alil-propil; aliína (que se converte em alicina); aliinase; aminoácidos (ácido glutamínico, argenina, ácido aspártico, leucina, lisina, valina); citral; desoxialiina; dissulfeto de dialila; dissulfeto de dietila; felandreno; galantamina; geraniol; heterosídeos sulfurados; insulina; inulina; linalol; minerais (manganês, potássio, cálcio, fósforo, magnésio, selênio, sódio, ferro, zinco, cobre); nicotinamida; óleo essencial (muitos componentes sulfurosos, dentre eles: disolfuro de alil, trisolfuro de alil, tetrasolfuro de alil); óxido dialildissulfeto; polissulfeto de dialila; prostaglandinas A, B e F; proteínas; quercetina; sulfetos de vinil; trissulfeto de alila; vitaminas (A, B6, C, ácido fólico, pantotênico, niacina). 100 g de alho contém aproximadamente: Água: 59 g; Calorias: 149 kcal; Lipídios: 0.5 g; Carboidratos: 33.07 g; Fibra: 2.1 g; Manganês: 1672 mg; Potássio: 401 mg; Enxofre: 70 mg Cálcio: 181 mg ; Fósforo: 153 mg; Magnésio: 25 mg;

Sódio: 17 mg; Vitamina B-6: 1235 mg; Vitamina C: 31 mg; Ácido glutamínico: 0,805 g; Argenina: 0,634 g; Ácido aspártico: 0,489 g; Leucina: 0,308 g; Lisina: 0,273 g; Propriedades medicinais do Alho, Allium sativum: amebicida, antiagregante plaquetário, antiasmática, antibiótico, antifúngica, antigripal, anti-hipertensiva, antiinflamatório, antimicrobiana, anti-reumática, anti-séptica, antitóxica intestinal, antitrombóbita, antiviral, digestiva, bactericida, bactericida intestinal, carminativa, depurativo do sangue, desinfetante, digestiva, diurética, emoliente, estimulante, excitante da mucosa estomacal, expectorante, febrífugo, hepatoprotetora, hipoglucemiante, hipolipemiante (inibe a síntese de colesterol e triglicerídeos), hipoviscosizante (reduz a viscosidade plasmática); odontálgica, rubefasciente enérgico, sudorífera, vasodilatadora periférica, vermífuga (solitária e ameba). Indicações do Alho, Allium sativum: acne, afecções da pele, afecções nervosa e histérica, ácido úrico, afecções genitourinárias (cistite, ureterite, uretrite, pielonefrite, urolitíase), afecções respiratórias (abscessos pulmonares, asma, bronquite, coqueluche, defluxo, enfisema, faringite, gripe, pneumonia, resfriado, tuberculose), angina, arteriopatias, arteriosclerose, artrite, calcificação das artérias, cálculo na bexiga, calos, caspa, catarro, coadjuvante em tratamentos de diabetes, cólera, colesterol alto, dermatomicose, diabetes, diarréia, difteria, distúrbios intestinais, doenças cardíacas, dores de cabeça, dores de dente, dores de ouvido (+surdez), edemas; enfermidades do fígado, dos rins e da bexiga, enxaqueca, escorbuto, esgotamento, estimulação do sistema imunológico, falta de apetite, febre, ferimentos (prego enferrujado, espinho, madeiras, vidros e materiais plásticos), gangrena pulmonar, gota, hemoptise, hemorróidas, herpes, hidropisia, hiperglicemia, hiperlipidemias, hiperqueratose, hiperuricemia, hipocondria, histeria, impingem, impurezas na pele, infecções bacterianas, infecções fúngicas, insônia, intoxicação nicotínica, manchas da pele, melancolia, menopausa, micose, nefrite, nervosismo, obesidade, palpitações cardíacas, paralisação do fígado e do baço, parasitose intestinal, paludismo, parodontopatias, picadas de insetos (coceira e dor), pressão alta, pressão baixa, prevenção de disenterias amebianas, prevenção de tromboembolismos, prisão de ventre, problemas circulatórios, retinopatia, reumatismo, rouquidão, sarda, sarnas, sensação de medo, sífilis, sinusite, tifo, tinha, tosse, triglicerídeos altos, tumores, úlceras, varizes, vermes, verrugas. Últimas tendências: anticancerígeno (os compostos de enxofre e o flavonóide quercetina parecem ser os responsáveis pela prevenção do aparecimento de células cancerosas no estômago, fígado, etc.) Parte utilizada do Alho, Allium sativum: bulbos. Contra-indicações/cuidados com o Alho, Allium sativum: contra-indicado para lactantes (pode provocar cólicas no ventre do lactente), recém-nascidos, pessoas com pressão baixa, com problemas estomacais e de úlceras, pessoas com dermatites, com acidez de estômago, hipertireoidismo, hemorragias ativas, pré e pós-operatórios, trombocitopenia,

tratamento com anticoagulantes tipo warfarina ou com hemostáticos (especialmente as formas extrativas), alguns medicamentos para controlar o nível de açúcar no sangue e alguns antiinflamatórios. O óleo essencial puro por via oral é contra indicado para gestantes, lactantes, crianças, pacientes com hipersensibilidade. Consulte sempre um médico, caso você esteja fazendo uso de algum medicamento. Efeitos colaterais do Alho, Allium sativum: em excesso, pode causar problemas digestivos, de estômago, dores de cabeça, dores nos rins, cólicas, vômitos, diarréia, tontura; problemas de sangramento ou de coagulação sanguínea, irritação intestinal. Por via externa pode produzir dermatite de contato. O óleo essencial puro pode provocar náuseas. Modo de usar do Alho, Allium sativum: tempero de carnes, peixes, verduras, legumes; como ingrediente de sopas, suflês, bolos salgados; - ungüentos: misturar a polpa do alho amassado em óleo de oliva. Este ungüento de ser aplicado sobre o local, protegendo-o com gaze: calos. - insônia- esmagar um dente de alho em uma xícara de leite quente. Deixar em infusão por 10 minutos e após beber. - cataplasma: espremer alguns dentes de alho, colocando sobre uma lã quente. Aplicar sobre a região afetada: reumatismo, tumores. Colocado ao longo da coluna espinhal e em cima do tórax de crianças, é muito útil em pneumonia; colocado em cima da região da bexiga, tem demonstrado eficácia na descarga de urina quando a retenção é devido a bexiga paralisada; Colocar sobre verrugas ou calos por 12 noites consecutivas para eliminá-los. - decocção de alguns dentes de alho amassados em leite açucarado. Deixar ferver por um minuto. Tomar 2 a 3 colheres ao dia: vermes; - inflamação na garganta: um dente de alho batido, sumo de limão e uma colher de mel de abelha. Mistura-se e aplica-se na região interna da garganta; - óleo e infusão: insônia, hipertensão, tuberculose, resfriados, tosse, bronquite, feridas infecciosas, reduz o colesterol ruim. - maceração de um ou dois dentes de alho amassado em um copo com água. Tomar um copo três vezes ao dia: gripe, resfriado, tosse, rouquidão; - tintura: moer uma xícara (cafezinho) de alho dentro de um recipiente contendo 5 xícara de álcool 92º GL, deixar em maceração por 10 dias, coar. Tomar 10 gotas em meio copo de água três vezes ao dia, para problemas do aparelho respiratório (gripes, etc.). Para hipertensão utilizar uma colher de chá da tintura em meio copo de água três vezes ao dia ou comer dois dentes de alho pela manhã; - vermífugo: comer três dentes de alho pela manhã em jejum durante sete dias ou em infusão, com leite. Toma-se três ou quatro vezes ao dia. - amassar um dente de alho em uma colher de sobremesa de azeite de oliva morno. Dores de ouvido: pingar três gotas no ouvido e tampar com algodão. Bebido combate a prisão de ventre, estimula a secreção dos sucos gástricos e intestinais, favorecendo a digestão. - arteriosclerose: comer na alimentação 3 dentes de alho crus picados, 3 vezes por semana, durante 3 meses. - um dente de alho grande, pica-se e coloca-se no liquidificador com um copo duplo de leite desnatado. Deixar de molho 10 minutos para então bater. Após bater, deixar repousar por alguns minutos e depois colocar no copo e tomar. Fazer isso todos os dias de preferência em jejum, ou antes, de dormir. Pode-se usar em lugar do leite suco de

limão. - alho assado colocado em dente cariado detém a dor; - alho cru: 1 a 4 dentes ao dia; - misturar partes iguais de suco de alho, óleo de amêndoas doces, glicerina. Pingado no conduto auditivo cura vários casos de surdez; - maceração de 100 gramas de alho em 400 gramas de álcool. Tomar uma colher de média antes de dormir: problemas circulatórios; - sarna: esfregar a parte afetada com alho triturado em azeite de oliva; - problemas circulatórios: 10 g de tintura, três vezes ao dia; - tomar 6 gotas ao dia de extrato fluído. Diurético: elimina líquidos corporais, em casos de reumatismo, hidropisia, edemas, e problemas na bexiga; - tomar 7 gotas de óleo essencial ao dia: processos infecciosos do aparelho respiratório e digestivo (estimula o fígado, a vesícula e o pâncreas); - desinfetante de mordeduras ou picaduras de animais, insetos e afecções da pele: molhar a zona afetada com uma gaze molhada em tintura de alho (doze noites consecutivas); Receitas especiais: A) xarope expectorante de alho e gengibre: . Faça uma mistura de 250 ml de gengibre ralado e 250 ml de alho amassado e coloque em um litro de vidro bem limpo, ocupando aproximadamente metade do espaço; . Adicione 100 ml de pinga, uísque ou conhaque; . Complete com mel de abelhas deixando apenas o espaço para a rolha. . Lacre a rolha com cera, resina ou breu e guarde em um armário escuro por cerca de seis meses. . Tomar uma colher de sopa duas a três vezes ao dia; B) Extrato para todos os males relacionados, especialmente para os aparelhos circulatório e respiratório e para desintoxicação: . Bater no liquidificador 350 g de alho descascado com 250 ml de aguardente alemã; . Colocar na geladeira, em um vidro bem tampado, por 12 dias; . Coar em um tecido fino, espremer bem; . Colocar em um vidro escuro ou protegido contra a luz com papel alumínio e conservar na geladeira; . Após mais dois dias, colocar parte em um recipiente conta-gotas de mais ou menos 50 ml (conservar também na geladeira. Ao acabar o conteúdo do conta-gotas, higienizá-lo e enchê-lo novamente, repetindo este procedimento até acabar todo o produto); . Tomar em gotas três vezes ao dia, na hora do café da manhã, na hora do almoço e na hora do jantar, conforme dosagem abaixo: DIA Café da manhã Almoço Jantar 1° dia 1 gota 2 gotas 3 gotas 2° dia 4 gotas 5 gotas 6 gotas 3° dia 7 gotas 8 gotas 9 gotas 4° dia 10 gotas 11 gotas 12 gotas 5° dia 13 gotas 14 gotas 15 gotas 6° dia 16 gotas 17 gotas 18 gotas 7° dia 17 gotas 16 gotas 15 gotas 8° dia 14 gotas 13 gotas 12 gotas

9° dia 11 gotas 10 gotas 9 gotas 10° dia 8 gotas 7 gotas 6 gotas 11° dia 5 gotas 4 gotas 3 gotas 12° dia 2 gotas 13° dia em diante 1 gota 15 gotas 25 gotas 25 gotas 25 gotas Este tratamento dura aproximadamente 1 ano e não deve ser repetido antes de 5 anos. Não se dispondo da aguardente alemã ou pessoas com intestino solto, pode usar aguardente comum ou uísque, ficando levemente prejudicada a ação desintoxicante do intestino. Notas gerais: - para eliminar o odor exalado após o consumo de alho, beber o suco diluído de limão, ou então mastigar por algum tempo folhas de alface, salsa, erva doce ou café em grão torrado. - no combate a calos e verrugas recomenda-se proteger as zonas circundantes com vaselina. Nome Científico: Allium CEPA L., [Liliaceae] Oruko Yorùbá: Àlùbósà, Àlùbósà gàmbàrí, Àlùbósà kétá, Èlùbásà

Nome Científico: Allium CEPA L., [Liliaceae] Oruko Yorùbá: Àlùbósà, Àlùbósà gàmbàrí, Àlùbósà kétá, Èlùbásà Nome Popular: Cebola-de-cabeça, Cebola, cepa; onion (inglês); cebolla (espanhol); oignon (francês); cipolla (italiano); atasuki (japonês); basal (árabe); chun g (chinês); ajuin (holandês); kremmídi (grego); kepaløk (norueguês); cebula jadalna (polonês); luk (russo); hagyma (húngaro); lök (sueco); sogan (turco); ton hom (tailandês); bawan g merah (indonésio); hanh (vietnamita); pianj (bengali); ku kut (castelhano); cibule (checo); yarok (hebraico); albassa-haoussa (sudanês). Propriedades medicinais: afrodisíaca, analgésica local, antibéquica, antibiótica, anticoagulante (antiagregante plaquetário), anticonvulsivante, antidisentérica, antidispéptica, antiescorbútica, antifúngica, anti-helmíntica, anti-hemorroidária, antihipertensiva, anti-histérica, antiinflamatório, anti-reumática, anti-séptica, antitrombótica, aperiente, bactericida, balsâmica, demulcente, desobstruente, diurética, emenagoga, estimulante, expectorante, febrífuga, hipocolesterogênica, hipoglicêmica, hipotensora, rubefaciente, vermífuga. Constituintes químicos da Cebola, Allium cepa: ácido tiopropiónico, aliina, aminoácidos: (ácido glutamínico, argenina, lisina, glicina, etc.), flavonóides, glicoquinina, minerais: (potássio, fósforo, cálcio, magnésio, sódio, enxofre, e em cantidades menores: ferro, manganês, cobre, selênio), gorduras, óleo essencial (bissulfeto de atilpropilo, metilaliína, cicloaliína, etc), proteínas, quercetina, vitaminas A, ácido fólico, B1, B2, B5, C, E. Propriedades medicinais da Cebola, Allium cepa: afrodisíaca, analgésica local, antibéquica, antibiótica, anticoagulante (antiagregante plaquetário), anticonvulsivante, antidisentérica, antidispéptica, antiescorbútica, antifúngica, anti-helmíntica, antihemorroidária, anti-hipertensiva, anti-histérica, antiinflamatório, anti-reumática, antiséptica, antitrombótica, aperiente, bactericida, balsâmica, demulcente, desobstruente,

diurética, emenagoga, estimulante, expectorante, febrífuga, hipocolesterogênica, hipoglicêmica, hipotensora, rubefaciente, vermífuga. Indicações da Cebola, Allium cepa: afinar o sangue, arritmias cardíacas, asma, aumentar a diurese, bronquite, cálculos renais, calvície, caspa, catarro, crises estéricas, desintoxicar o fígado, diabetes, diarréia, difteria, digestão, dissolver coágulos sangüíneos, dor de garganta, dores reumáticas, edemas, faringite, febre intermitente, feridas, fígado, furúnculos, gripe, hemorróidas, hidropisia, hipercolesterolemia, icterícia, inflamações, inflamações osteoarticulares, infecções, lepra, melhorar a voz, pâncreas, paralisia, picadas de abelha e de cobra (desinflamante e antídoto), piodermites, prevenção de arteriosclerose e tromboembolismo, prisão de ventre, reduzir colesterol ruim e aumentar o colesterol HDL (benéfico), reduzir incidência de câncer de estômago e cólon, reduzir o risco de osteoporose e diabetes, reduzir pressão arterial, reumatismo, resfriado, rins, rouquidão, taquicardia, tuberculose, tosse, vermes, vesícula. Estudos realizados na Suíça, em ratos, demonstram que a ingestão diária favorece o tecido ósseo, diminuindo em 20 % a osteoporose. Parte utilizada da Cebola, Allium cepa: bulbo. Contra-indicações/cuidados da Cebola, Allium cepa: acidez estomacal, tendência à formação de gases, estômagos delicados; Devido a sua ação fibrinolítica, o médico deverá avaliar a conveniência do uso de extratos de cebola em casos de hemorragias ativas e quando se é usuário de anticoagulantes; Em diabéticos, deve-se controlar a glicemia para ajustar as doses de insulina ou de antidiabéticos orais. Efeitos colaterais da Cebola, Allium cepa: em altas doses pode agravar a hipercloridria e a flatulência intestinal; Pode causar dermatite de contato; Em presença de hipertensão ou cardiopatia, só usar por prescrição e controle médico, pois pode haver descompensação tensional ou se a eliminação de potássio é considerável, potencialização do efeito dos cardiotônicos; Modo de usar da Cebola, Allium cepa: comida crua, em saladas, frita, assada, na composição de inúmeros pratos simples ou sofisticados, como tempero ou mesmo como ingrediente principal. - uso externo: piodermites, furúnculos, hemorróidas, picadas de abelha e de cobra (agindo como desinflamante e antídoto), dores de origem reumática e calvície; - comida crua ou em forma de suco: tosse, bronquite, catarro, dor de garganta, melhora a voz, rouquidão, prisão de ventre, indigestão, coração; - maceração no vinho: calos, diurético - tintura: diurético - ungüento: hemorróidas, frieiras; - bulbo: hemorragia nasal, picada de abelhas; - sumo: bactericida, desinfetante, picadas de insetos, calvície; emplasto do sumo com vinagre faz cair verruga (quando aplicada no local). Aspirado pelo nariz, detém algumas crises histéricas. Aplicado sobre a pele favorece o crescimento dos pelos, afugenta mosquitos; - assada com açúcar: inflamação e tosse;

- cebola com mel são bons nas bronquites, asmas e tosses. - infusão: dificuldade de urinar, doenças cardíacas, efeito antibiótico, vermífugo, gases, catarro, cólicas, dores nos pés e ouvidos, resfriado, tosse. - infusão de 30 g de cebola em 1 litro de água fervente. Tomar 1 xícara de chá antes das refeições. - infusão de 90 g de cebola em um litro de água: uso externo em compressas locais; - decocção: doenças cardíacas, antibiótico, asma, aumenta a pressão sanguínea, bronquite, coriza, diabetes, diurético, enfermidades infecciosas, nevralgia facial, estimula a pressão sanguínea, enfermidades infecciosas, vermífugo, infecções intestinais, prisão de ventre; - decocção de 50 g de cebola em um litro de água. Tomar um xícara média, três vezes ao dia; - decocção em quantidade igual de cebola/água, durante uma hora. Após esfriar, adicionar 1/5 de mel. Mexer até obter boa consistência. infecções do aparelho respiratório (gripe, bronquite, faringite, etc) e do aparelho digestivo (putefrações intestinais, diarréia, etc.). Tomar 3 xícaras médias ao dia; - maceração de 50 g de cebola em um litro de água: diurético, reumatismo, edemas. Tomar 3 xícaras médias ao dia; - maceração de 300 g de cebola em um litro de água, por 12 horas: antiarteriosclerótica, anti-hipertensiva, angina (e outros males relacionados à circulação como hemorróida. Tomar três vezes ao dia; Notas: . para estômagos delicados, pode-se deixar a cebola em maceração com azeite de oliva durante a noite, o que faz perder sua acidez. O mesmo ocorre se a deixarmos dentro água com um pouco de suco de limão durante alguns minutos. Estes procedimentos conservam as propriedades medicinais da cebola; . como antitussígeno infantil, popularmente se coloca uma cebola fatiada sobre uma mesa no quarto à noite, mantendo a porta fechada.

Nome Científico: Adansonia digitata L. [Malvaceae] Oruko Yorùbá: Osè Nome Popular: Baobá, Monkey Bread Tree

Nome Científico: Aerva Lanata (L.,) Juss., [Amaranthaceae] Orúko Yorùbá: Sefun sefun, Aséfun, Ewé Ajé, Rajérajé Nome Comum: Folha-da-riqueza Uso: Esta planta é usada para alimento para pessoas e animais. A planta inteira, especialmente as folhas, é comestível. As folhas são colocadas em sopa ou comido

como um espinafre ou como um vegetal. A planta fornece pastagem para estoque, jogo e galinhas. A planta é utilizada para o tratamento de mordedura de cobra. Esta planta também dá proteção contra os maus espíritos, é um talismã de boa sorte para os caçadores, e protege o bem-estar das viúvas. -Raízes Raízes da Aerva Lanata são usadas para tratar dor de cabeça. Ele também pode lesões conforto e inflamação na pele, pois tem boa atividade antimicrobiana. A decocção feita dessas raízes é dado às senhoras grávidas como um Tonico. Decocção feita de aerva raízes, sementes de funcho e mtundus Cyperus é encontrado para ser altamente benéfica para o tratamento de diarréia. Formulário de pessoas infectadas com icterícia são dadas as raízes da terra aerva misturado com iogurte. -Folhas O suco das folhas dessa planta é usada como um remédio para pedra nos rins. Isso vai se livrar da pedra nos rins e também evitar as infecções relacionadas. O extrato de folhas também é usado para tratar a febre. Decocção feita com as folhas dessa planta é benéfica para a garganta inflamada e tosse. Também é ideal para o ataque do verme da Guiné. Também é bom para a pessoa ter diabetes e também para problemas de indigestão. Ele tem o poder para parar o sangramento de um corte e para curar as feridas. O extrato também pode curar doenças oculares. -Flores As flores de aerva também estão tendo propriedades medicinais e são amplamente utilizados para reduzir a dor lombar. As cinzas de flores são usadas para esfregar nas costas. Toda a planta A decocção da aerva lanata é usada como um diurético, sendo portanto, uma substância que tende a aumentar o fluxo de urina e por sua vez, leva o corpo a se livrar do excesso de água. Também é útil no tratamento da gonorréia. Aerva também é benéfico para pessoas com diabetes. O extrato hidro-alcoólico desta planta pode ser usada como um bom remédio para as doenças do fígado. Além disso, inalação da fumaça produzida pela queima desta planta seca pode dar o relevo da asma.

Nome Científico: Adenia lobata (Jacq.) Engl. [Passifloraceae]. Oruko Yorùbá: Yagà, Àtéwógbare, Okùn ìkálè, Àjádigi, Pòpò, Pòpò elérò, Àtéwógbare yagà. Nome Popular: N'kenketi, mupemba or kalawanti (Kikongo) West African: GUINEA-BISSAU BALANTA belau (JDES) BIAFADA belau (EPdS; JDES) SENEGAL BANYUN guj˚in (K&A) BEDIK ε-dὲmb syamàr = tail of themonitor lizard (FG&G) DIOLA (Fogny) buyö (K&A) DIOLA (Tentouck) furep (JB; K&A) MANDYAK blabo (KA&A)Uses General Agri-horticulture: bee/honey plants, insect plants; ornamental, cultivated or partially tended Social: religion, superstitions, magic All parts Phytochemistry: miscellaneously poisonous or repellent Leaf Medicines: anus, haemorrhoids; arthritis, rheumatism, etc.; generally healing; pulmonary troubles; sedatives, etc. Phytochemistry: salt and substitutes Leaf, twig Medicines: fabrifuges Liane Phytochemistry: arrow-poisons Liane, fruit

Phytochemistry: fish-poisons Liane, sap Medicines: pregnancy, antiaborifacients; stomach troubles Liane, twig Medicines: genital stimulants/depressants Liane, sap, bark Medicines: abortifacients, ecbolics Liane, sap, twig Medicines: venereal diseases Sap, bark Medicines: ear treatments Sap, leaf Medicines: pain-killers Stem Drink: water/sap Stem, root Medicines: dropsy, swellings, oedema, gout Twig Medicines: brain, nervous system; kidneys, diuretics; liver, etc. Nome Científico: Adenia lobata (Jacq.) Engl. [Passifloraceae]. Oruko Yorùbá: Yagà, Àtéwógbare, Okùn ìkálè, Àjádigi, Pòpò, Pòpò elérò, Àtéwógbare yagà. Nome Popular: N'kenketi, mupemba or kalawanti (Kikongo)

Nome Científico: Adenia lobata (Jacq.) Engl. [Passifloraceae]. Oruko Yorùbá: Yagà, Àtéwógbare, Okùn ìkálè, Àjádigi, Pòpò, Pòpò elérò, Àtéwógbare yagà. Nome Popular: N'kenketi, mupemba or kalawanti (Kikongo)

Nome Científico: Adenia cissampeloides (Planch. ex Hook.) Harms; [Passifloracea] Oruko Yorùbá: Èdò, Aró kéké, Dodo, Ìtàkùn aró kéké, Ìkùréré èlùkú, Godogbo. Synonymes [ edit ] Adenia gracilis Harms (1897), Adenia gummifera (Harv.) Harms (1897), Adenia guineensis W.J.de Wilde (1971). Nome Popular: Monkey rope, snake climber, wild granadilla (En). Mandali, mkengeti (Sw). Uses:Adenia cissampeloides has many uses in traditional medicine throughout tropical Africa. The most often mentioned are the infusion or decoction of root, stem or leaves for the treatment of gastrointestinal disorders such as upset stomach, constipation, diarrhea and dysentery. These infusions or decoctions are taken also to treat various inflammatory disorders, generally edema and rheumatism and to relieve pain, particularly headaches and backaches. A decoction of leaves or root is taken to treat fever and malaria and for its diuretic properties. The pounded roots, and sometimes other parts of the plant, are commonly used to heal wounds and sores. For leprosy, a leaf decoction is applied on the wounds, and a root decoction is taken orally in combination with a steam bath prepared with the leaves. In Kenya and Tanzania, the ashes of the bark or root is mixed with castor oil to treat scabies. In East Africa, a decoction of roots is drunk to treat cholera, and supplemented with milk, to treat anemia. An extract of root and stem is taken orally to treat intestinal worms. The decoction of leaves is drunk to treat liver diseases. In Tanzania, the dough sheet is applied to broken bones and fractures. In DR Congo and East Africa and Southern Africa, the leaf and stem are powdered and macerated taken to treat ailments of the spleen. Bronchitis and other lung diseases can be treated with the leaves, eaten raw with salt and palm oil or prepared as a cooked vegetable with meat or fish. Infusions of the aerial parts or root is taken to treat venereal diseases and infertility.

In Central Africa, is introduced root chips in the vagina or uterine enemas are made with the decoction of root cause abortions. The root decoction can also be taken to treat heavy periods. In Zimbabwe, one drinks an infusion of root and leaves are eaten and the powdered root and leaf in the slurry to prevent the threat of miscarriage. In Nigeria, women's breasts rubbed with leaves to stimulate milk flow. A decoction of the peeled root is drunk to treat swollen testicles. An infusion of leaves is used as a stimulant to treat depression, and insanity in Zimbabwe. Manos of Liberia use the inner bark to cause amnesia. Chew the roots to treat snakebites and are used as an antidote to arrow poison alleging Acokanthera. In West Africa, Central Africa and Ethiopia, it lays the ground rods in the water as fish poison. The leaves, twigs, bark, wood and roots can also be used to make poison fishing or arrow. In Central Africa, Eastern and Southern Africa, the leaves are cooked as a vegetable to be eaten alone or with other ingredients. The juice is reddish cosmetic facial. In Gabon, it makes the rope stems. In Sierra Leone, the juice of the stems is used to give a smooth surface for clay soils. Crushed twigs deposited at the entrance of a hive bees temporarily set at rest. In Botswana, it also uses smoke roots being consumed to calm bees to harvest honey. Nome Científico: Adenia cissampeloides (Planch. ex Hook.) Harms; [Passifloracea] Oruko Yorùbá: Èdò, Aró kéké, Dodo, Ìtàkùn aró kéké, Ìkùréré èlùkú, Godogbo. Synonymes [ edit ] Adenia gracilis Harms (1897), Adenia gummifera (Harv.) Harms (1897), Adenia guineensis W.J.de Wilde (1971). Nome Popular: Monkey rope, snake climber, wild granadilla (En). Mandali, mkengeti (Sw). Uses:Adenia cissampeloides has many uses in traditional medicine throughout tropical Africa. The most often mentioned are the infusion or decoction of root, stem or leaves

for the treatment of gastrointestinal disorders such as upset stomach, constipation, diarrhea and dysentery. These infusions or decoctions are taken also to treat various inflammatory disorders, generally edema and rheumatism and to relieve pain, particularly headaches and backaches. A decoction of leaves or root is taken to treat fever and malaria and for its diuretic properties. The pounded roots, and sometimes other parts of the plant, are commonly used to heal wounds and sores. For leprosy, a leaf decoction is applied on the wounds, and a root decoction is taken orally in combination with a steam bath prepared with the leaves. In Kenya and Tanzania, the ashes of the bark or root is mixed with castor oil to treat scabies. In East Africa, a decoction of roots is drunk to treat cholera, and supplemented with milk, to treat anemia. An extract of root and stem is taken orally to treat intestinal worms. The decoction of leaves is drunk to treat liver diseases. In Tanzania, the dough sheet is applied to broken bones and fractures. In DR Congo and East Africa and Southern Africa, the leaf and stem are powdered and macerated taken to treat ailments of the spleen. Bronchitis and other lung diseases can be treated with the leaves, eaten raw with salt and palm oil or prepared as a cooked vegetable with meat or fish. Infusions of the aerial parts or root is taken to treat venereal diseases and infertility. In Central Africa, is introduced root chips in the vagina or uterine enemas are made with the decoction of root cause abortions. The root decoction can also be taken to treat heavy periods. In Zimbabwe, one drinks an infusion of root and leaves are eaten and the powdered root and leaf in the slurry to prevent the threat of miscarriage. In Nigeria, women's breasts rubbed with leaves to stimulate milk flow. A decoction of the peeled root is drunk to treat swollen testicles. An infusion of leaves is used as a stimulant to treat depression, and insanity in Zimbabwe. Manos of Liberia use the inner bark to cause amnesia. Chew the roots to treat snakebites and are used as an antidote to arrow poison alleging Acokanthera. In West Africa, Central Africa and Ethiopia, it lays the ground rods in the water as fish poison. The leaves, twigs, bark, wood and roots can also be used to make poison fishing or arrow. In Central Africa, Eastern and Southern Africa, the leaves are cooked as a vegetable to be eaten alone or with other ingredients. The juice is reddish cosmetic facial. In Gabon, it makes the rope stems. In Sierra Leone, the juice of the stems is used to give a smooth surface for clay soils. Crushed twigs deposited at the entrance of a hive bees temporarily set at rest. In Botswana, it also uses smoke roots being consumed to calm bees to harvest honey.

Nome Científico: Abelmoschus esculentus (L.) Moench [Malvaceae] Oruko Yorùbá: Ìlasa, Ilá, Ìlasadò, Erúlá, Irúlá, Ìròkò. Sinônimos botânicos: Hibiscus esculentus L., Hibiscus longifolius Roxb. (não é a espécie Hibiscus longifolius Willd.). Nome Popular: Quiabo, abelmosco, bâmia, benda, bendé, bendó, calalu, gobo, gombô, guingombô, kingombó, quiabeiro, quiabeiro-chifre-de-veado, quiabeiro-comum, quimbombô, quingobó e quingombó, Okra (inglês, alemão, italiano), quimbombó e quimgombó (espanhol), gombo (francês), bendi, bhindi, ockro, okra, red okra, vendai (hindú), huang-shu-k'uei (chinês), quimbombó e quimgombó (casteliano). Constituintes químicos: vitamina A, vitamina B2 e B6, cálcio, alanina, alfa-tocoferol, arginina, ácido ascórbico (vitamina C), ácido aspártico, glicosídeos, ácido glutâmico, gossipetina, gossipol, histidina, isoleucina, leucina, ácido linolênico, ácido mirístico, ácido oléico, ácido palmítico, ácido pantotênico, pectina, quercetina, riboflavina, amido, ácido esteárico, enxofre. Propriedades medicinais: anti-helmíntica, antiparasitária, demulcente. Indicações: verminoses, diarréia, disenteria, inflamação e irritação do estômago, intestino e rins, problemas na língua devido a febre tifóide. Parte utilizada: folhas, frutos. Modo de usar:cozido, assado, refogado, frito, em saladas ou cru. - infusão das sementes de uma cápsula. Adoçar levemente. Pode-se beber a vontade. - cataplasma das folhas verdes, socadas: demulcente. Chemical constituents: vitamin A, vitamin B2 and B6, calcium, alanine, alphatocopherol, arginine, ascorbic acid (vitamin C), aspartic acid, glycosides, glutamic acid, gossipetina, gossypol, histidine, isoleucine, leucine, linoleic acid, myristic, oleic acid, palmitic acid, pantothenic acid, pectin, quercetin, riboflavin, starch, stearic acid, sulfur. Medicinal properties: anthelmintic, antiparasitic, demulcent.

Indications: worms, diarrhea, dysentery, inflammation and irritation of the stomach, intestine and kidney problems due to language in typhoid fever. Part used: leaves, fruits. How to use: boiled, roasted, steamed, fried, or raw in salads. - an infusion of seed capsule. Sweeten slightly. You can drink at will. - poultice of the leaves, pound in: demulcent. Nome Científico: Abelmoschus esculentus (L.) Moench [Malvaceae] Oruko Yorùbá: Ìlasa, Ilá, Ìlasadò, Erúlá, Irúlá, Ìròkò.Sinônimos botânicos: Hibiscus esculentus L., Hibiscus longifolius Roxb. (não é a espécie Hibiscus longifolius Willd.). Nome Popular: Quiabo, abelmosco, bâmia, benda, bendé, bendó, calalu, gobo, gombô, guingombô, kingombó, quiabeiro, quiabeiro-chifre-de-veado, quiabeiro-comum, quimbombô, quingobó e quingombó, Okra (inglês, alemão, italiano), quimbombó e quimgombó (espanhol), gombo (francês), bendi, bhindi, ockro, okra, red okra, vendai (hindú), huang-shu-k'uei (chinês), quimbombó e quimgombó (casteliano). Constituintes químicos: vitamina A, vitamina B2 e B6, cálcio, alanina, alfa-tocoferol, arginina, ácido ascórbico (vitamina C), ácido aspártico, glicosídeos, ácido glutâmico, gossipetina, gossipol, histidina, isoleucina, leucina, ácido linolênico, ácido mirístico, ácido oléico, ácido palmítico, ácido pantotênico, pectina, quercetina, riboflavina, amido, ácido esteárico, enxofre. Propriedades medicinais: anti-helmíntica, antiparasitária, demulcente. Indicações: verminoses, diarréia, disenteria, inflamação e irritação do estômago, intestino e rins, problemas na língua devido a febre tifóide. Parte utilizada: folhas, frutos. Modo de usar:cozido, assado, refogado, frito, em saladas ou cru. - infusão das sementes de uma cápsula. Adoçar levemente. Pode-se beber a vontade. cataplasma das folhas verdes, socadas: demulcente.

Nome Científico: Aristolochia ringens Vahl, [Aristolochiaceae] Oruko Yorùbá: Ànkémi létí, Àkògùn Nome Popular: Papo-de-peru, Mil-homen, Jarrinha Nome Científico: Aristolochia ringens Vahl, [Aristolochiaceae] Oruko Yorùbá: Ànkémi létí, Àkògùn Nome Popular: Papo-de-peru, Mil-homen, Jarrinha

Nome Científico: Aristolochia ringens Vahl, [Aristolochiaceae] Oruko Yorùbá: Ànkémi létí, Àkògùn Nome Popular: Papo-de-peru, Mil-homen, Jarrinha

Nome Científico: Anthurium affine Schott [Areaceae] Oruko Yorùbá: Ewé Àgbàdó Igún Nome Popular: Milho de Urubu, Urubu, Língua de Sogra, Antúrio Selvagem

Nome Científico: Anthurium affine Schott [Areaceae] Oruko Yorùbá: Ewé Àgbàdó Igún Nome Popular: Milho de Urubu, Urubu, Língua de Sogra, Antúrio Selvagem, Folha-deUrubu Obs: Planta conhecida popularmente como Língua de Sogra,Milho de Urubu, Antúrio Selvagem e cientificamente como Anthurium affine. Erva que pertence a família Areaceae, a mesma família da planta Copo de leite. Espécie encontrada na Mata Atlântica, sendo comum no sub-bosque da restinga. Anthurium affine é uma espécie nativa do Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste brasileiro que apresenta potencial ornamental e é utilizada na medicina popular para cura de micoses, doenças cardiovasculares e diabetes. Devido ao grande interesse em plantas ornamentais folhosas, aspecto exuberante e de boa durabilidade em ambiente natural, o A. affine Schott é uma planta de interesse para conservação de espécies da Mata Atlântica, comercial como espécie ornamental e medicinal, pois no macerado das folhas pode ser utilizado no tratamento da diabetes (AGRA et al., 2008).

Nome Científico: Averrhoa bilimbi L. [Averrhoaceae] Oruko Yorùbá: Uknow Nome Popular: Biri-biri, Bilimbi. Utilização: o fruto é considerado muito ácido para consumo ao natural. Geralmente é processado salgado ou doce para confecção de conservas em picles, condimentos, molhos e preservativos. Quando maduro é utilizado em geléias e compotas. Constitui boa fonte de vitamina C. Extremamente eficaz nas "manchas de ferrugem em tecidos", excelente "tira-manchas" natural. O cultivo do biri-biri apresenta uma importância econômica, visto que as frutas contêm um teor elevado de acidez utilizada na produção de vinagres e conservas. Quando maduras podem ser consumidas in natura, o suco da fruta é antiescorbútico com elevado teor de acido oxálico e ascórbico como método natural e eficaz na remoção da ferrugem. As folhas possuem um extrato etanóico com ação antidiabética que ajuda a reduzir a taxa de glicose, bem como o teor de triglicérides no sangue em 130%.

Nome Científico: Bauhinia forficata Linl., [Leguminosae] Oruko Yorùbá: Abàfè *[Segundo pesquisa de José Pessoa de Barros em seu Livro Ewé Òrìsà] Nome Popular: Pata-de-Vaca, Pata-de-vaca-branca Uso: É usada tradicionalmente como medicamento, e tem sido objeto de estudos no "controle da diabetes". Estudos científicos comprovaram que contém insulina. [Fonte: Wikipedia]

Nome Científico: Butyrospermum paradoxum (C. F. Gaertn.) Hepper; subsp. PARKII (G.Don) Hepper, [Sapotaceae] Oruko Yorùbá: Èmí, Èmí èmí, Èmí gidi, Òrí, Akúmálápá, Èmígbégi Nome Popular: Limo-da-costa, Shea-butter tree (English), se (Bambara) Ka’danya (Hausa), kareje (Fulani), lulu (Arabic), karité (French). Constituintes químicos: Ácido oléico, esteárico, láurico, linoléico, mirístico, oléico, palmítico, palmitoléico, álcool terpênico, hidrocarbonetos de cariteno, esteróis, tocoferóis e proteínas. Propriedades medicinais: cicatrizante, conservante, emoliente, higienizante, protetor solar, suavizadora. Indicações: congestão da mucosa nasal, dor reumática. Parte utilizada: manteiga dos frutos. Contra-indicações/cuidados: levemente irritante em contato com olhos. Modo de usar: - aplicações internas nas mucosas: congestão nasal nas rinites; - massagens: dor reumática.

Uses : This oil is widely utilized locally for domestic purposes such as cooking, as a skin moisturizer, and commercially as an ingredient in cosmetic, pharmaceutical and edible products. The fruit when very ripe is eaten. The most important traditional uses of shea butter include for dressing hair, for protection against the weather and sun, as a rub to relieve rheumatic and joint pains, to heal wounds and swelling and bruising, skin problems such as dryness and dermatitis and to massage pregnant women and small children (IPGRI, 2006). Shea-butter, or shea-oil, is used in modern factories to produce baking fat, margarine, cocoa butter substitutes and various moisturizing beauty and pharmaceutical products. A shea butter industry is coming recently to the forefront in the cosmetic industry making shea butter one of the best selling and most highly recommended ingredients in skincare products. Dermatologists are starting to recommend it to their patients for treatment of eczema, rashes, burns and severely dry skin. Shea butter is rapidly becoming one of the top moisturizing agents in use today.

Nome científico: Baccharis trimera (Less.) DC. [Asteraceae] - (*) Segundo nossa pesquisa pessoal, há uma grande sinonímia referente a esta erva, originária do Brasil. - Borreria captata Ruiz et Pav., [Rubiaceae] (*) Segundo Joséw Flavio Pessoa de Barros em seu Livro O Segredo das Folhas - Spermacoce Verticillata L., [Rubiaceae] (*) Segundo José Flavio Pessoa de Barros em seu Livro Ewé Òrìsà Sinônimo botânico: Baccharis genisteiloides var. trimera (Less.) Baker., Baccharis trimera Person, Molina trimera Less. Nome Popular: Carqueja, bacanta, bacárida, cacaia-amarga, cacália-amarga, cacáliaamargosa, caclia-doce, cuchi-cuchi, carque, carqueja-amarga, carqueja-amargosa, carqueja-do-mato, carquejinha, condamina, iguape, quina-de-condomiana, quinsucucho, tiririca-de-babado, tiririca-de-balaio, tiririca-de-bêbado, três-espigas, vassoura; carqueja (castelhano); carquexia (espanhol); querciuolo (italiano); carqueija, tojo (português de Portugal). Oruko Yorùbá: Kànérì *.Seu Oruko Yorùbá [Nome yorùbá] muito provavelmente foi dado aqui na diáspora brasileira. Constituintes químicos: - Segundo a EPAGRI: alfa e beta-pineno, álcoois sesquiterpênicos, ésteres terpênicos, flavonas, flavanonas, saponinas, flavonóides,

fenólicos, lactonas sesquiterpênicas e tricotecenos, alcalóides. Compostos específicos: apigenina, dilactonas A, B e C, diterpeno do tipo eupatorina, germacreno-D, hispidulina, luteolina, nepetina e quercetina. O óleo essencial contém monoterpenos (nopineno, carquejol e acetato de carquejilo). Segundo a BIONATUS: flavonóides (apigenina, cirsiliol, cirsimantina, eriodictiol, eupatrina e genkawanina), sesquiterpenos, diterpenos, lignanos, alfa e beta pinenos, canfeno, carquejol, acetato de carquejila, ledol, alcóois sesquiterpênicos, sesquiterpenos bi e tricíclicos, calameno, elemol, eudesmol, palustrol, nerotidol, hispidulina, campferol, quercetina e esqualeno. Propriedades medicinais: amarga, antianêmica, antiasmática, antibiótica, antidiarréica, antidiabética, antidispéptica, antigripal, anti-hidrópica, antiinflamatória, anti-reumática, anti-Trypanosoma cruzi (causador da moléstia de Chagas), aperiente, aromática, colagoga, depurativa, digestivo, diurético, emoliente, eupéptica, estimulante hepática, estomáquica, febrífuga, hepática, hepatoprotetora, hipocolesterolêmica, hipoglicêmica, laxante, moluscocida (contra Biomplalaria glabrata, hospedeiro intermediário do Schistosoma mansoni, causador da esquistossomose), sudorífera, tenífuga, tônico, vermífuga. Indicações: afecções febris, afecções gástricas, intestinais, das vias urinárias, hepáticas e biliares (icterícia, cálculos biliares, etc.); afta, amidalite, anemia, angina, anorexia, asma, astenia, azia, bronquite asmática, chagas venéreas, coadjuvante em regimes de emagrecimento, colesterol (redução de 5 a 10%.), desintoxicação do fígado, diabete, diarréias, dispepsias; doenças venéreas; enfermidades da bexiga, do fígado, dos rins, do pâncreas e do baço; espasmo, esterilidade feminina, estomatite, faringite, feridas, fraqueza intestinal, garganta, gastrite, gastrenterites, gengivite, gota, hidropisia, impotência sexual masculina, inflamações de garganta, inflamação das vias urinárias, intestino solto, lepra, má-digestão, mal estar, má-circulação, obesidade, prisão de ventre, reumatismo, úlceras (uso externo), vermes. Parte utilizada: hastes. Contra-indicações/cuidados: gestantes e lactantes. Doses excessivas podem abaixar a pressão. Modo de usar: infusão, decocção, extrato fluido, tinturas, elixir, vinho, xarope, gargarejo, compressas. - infusão: 1 xícara (café) em 1/21itro de água. Tomar 1 a 2 xícaras após as refeições e ao deitar; - infusão ou decocção a 2,5%: 50 a 200 ml ao dia; - infusão para uso externo: 60 g em 1 litro de água. Aplicar nos locais afetados. Banhos parciais ou completos, ou compressas localizadas; - infusão de 10 g de talos em ½ litro de água fervente. Tomar 150ml, três vezes ao dia; - decocção: ferver por 5 minutos 1 colher das de café de folhas secas ou em pó em 1 xícara das de chá de água. Coar e tomar 2 xícaras das de chá ao dia; - decocção de 10 g em 1/2 litro de água. Tomar 4 vezes ao dia; - tintura: 1 colher das de sobremesa de 8 em 8 horas. (5 a 25 ml ao dia). - extrato fluido: 1 a 5 ml ao dia.

- vinho digestivo: macerar 1 colher das de sopa de hastes em ½ copo de aguardente por 5 dias. Misturar o macerado filtrado a uma garrafa de vinho branco. Tomar 1 cálice antes das refeições. Nome Científico: Byrsonima crassifolia (L) H.B.K., [Malpighiaceae] Oruko yorúbá: Akeri Nome Popular: Murici[ Palavra vem do Tupi-guarani e quer dizer “arvore pequena”], Murici do campo, Murici de folha grossa, Marajoara Uso: Os frutos são consumidos in-natura, e usados na fabricação de geléias, sorvetes, refresco e um ótimo brigadeiro. A arvore é ornamental e a floração produz néctar e pólen para as abelhas indígenas, principalmente para a mandaçaia*. *. A abelha Mandaçaia (Melipona quadrifaciata) é encontrada ao longo da costa atlântica desde o Norte até o Sul, sendo que a quadrifaciata e encontrada nas regiões de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, sendo estas mais resistentes a baixas temperatura e umidade, estão adaptada ao clima.

Nome Científico: Baphia Nitida Lodd.,[Leguminosae Papilionoideae] Oruko Yorùbá: Igi Òsún, Ìròsùn, Àwèwí, Òwìwí, Àràse, Ajoláwò ìròsùn.

Nome Científico: Baphia Nitida Lodd.,[Leguminosae Papilionoideae] Oruko Yorùbá: Igi Òsún, Ìròsùn, Àwèwí, Òwìwí, Àràse, Ajoláwò ìròsùn.

Nome Científico: Baphia Nitida Lodd.,[Leguminosae Papilionoideae] Oruko Yorùbá: Igi Òsún, Ìròsùn, Àwèwí, Òwìwí, Àràse, Ajoláwò ìròsùn. Nome Popular: Uso: [Ìyèròsùn – Pó extraído da casca da Baphia Nítida pelas térmitas, utilizado para Tefar = riscar o pó / traçar o pó] Este ato nos rememora o tempo em que Òrúnmìlà estava na Terra, pois era seu costume "sentar" no Opón antes de falar. É por isso que o Odù deve primeiro "sentar" no Opón antes que o Sacerdote de Ifá comece a falar.

Nome Científico: Bryophyllum pinnatum (Lam.) Oken, [Crassulaceae] Nome Yorùbá: Àbámodá, Erú Òdúndún, Kantíkantí, Kóropòn Nome Popular: Folha-da-Fortuna, àrvore-da-fortuna, Coitama, Diabinho, Folha-dacosta, Milagre-de-São-Joaquim, Saião. Nome Científico: Brillantaisia patula T. Anders. [Acanthaceae] Oruko Yorùbá: Òwò, Ewé òwò Nome Popular:

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea Uses: Many parts of the plant are utilised for medicinal and traditional purposes. In Ghana, where it is native, the leaves are common as fodder for domestic livestock. The bark is burnt to produce a smoke that is believed to drive away evil spirits called alizini in Dagbani. The abundant thorns present on the bark are burnt and the resulting charcoal is mixed with butter to treat swelling. Dried gum produced from the tree is used as an incense. The wood is quite light, which limits its uses to canoes and other implements. A dye can be made from the tannins within the bark, while the cotton-like fibre that covers the seeds is gathered and used as a cotton substitute. It cannot be spun, however, so its use is limited to a stuffing for pillows and clothing. Both the flowers and the young fruits are used in food.

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro.

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea

Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea Nome Científico: Bombax buonopozense P Beauv [Bombacaceae] Oruko Yorùbá: Pópóla, Pónpóla, Èso, Ègún. Nome Popular: Red-flowered Silk Cotton Tree, Poilão-forro, Sumaúma, Barriguda, Samaúna-da-várzea

Nome Científico: Blighia sp.[Sapindaceae] Oruko Yorùbá: Isin Odò Nome Popular: Nome Científico: Blighia Sapida J. Konig, [Sapindaceae] Oruko Yorùbá: Isin, Isin Jíje, Isin Oká, Isin Òdán, Usin Nome Popular: Castanheiro-da-áfrica, Ackee, Arbre fricassé Utilização: Utilização O interessante desta fruta é que é tóxica, principalmente quando imatura ou verde; só o arilo, porção esbranquiçada na base da semente, pode ser consumido ao natural e

também cozido quando o fruto está maduro, isto é, quando se abre. A parte comestível é oleosa e tem sabor de noz. As sementes não são comestíveis. Por esse motivo tem de se tomar muito cuidado no seu consumo; melhor cozinhá-la, a parte branca da fruta. É usada na culinária exótica para bons doces e bolos, pois serve como substituto das nozes em certas ocasiões. About: Scientifically named in honour of Captain Bligh who brought it from Jamaica to England (Blighia) and for its savoury taste (sapida). A native to West Africa, ackee was brought here by enslaved West Africans. The first evidence of ackee growing in Jamaica was found in the 1700s. The ackee tree grows eight to fifteen metres tall. It flowers biannually, occasionally more often. The fruit of the ackee is not edible in its entirety, only the inner, fleshy yellow arils are consumed. The presence of of hypoglycine A in the immature and over-mature fruit is found in ackee and this makes it poisonous at certain stages in its development, this is why Jamaicans believe that ackee must open naturally to avoid the toxicity. It is widely consumed in Jamaica and Jamaicans are among the only people who eat it. Ackee is the national fruit of Jamaica and one-half of the national dish, ackee and saltfish. Though Ackee and Saltfish is the most popular dish made from the ackee, it is also combined with callaloo and corned pork, mackerel, bacon or beef for other dishes. Nome Científico: Blighia Unijugata Baker [Sapindaceae] Oruko Yorùbá: Isin ako, Ako Isin, Òdòfin Ilé, Akoisin Nome Popular:

Nome Científico: Blighia Unijugata Baker [Sapindaceae] Oruko Yorùbá: Isin ako, Ako Isin, Òdòfin Ilé, Akoisin Nome Popular: Nome Científico: Blighia Unijugata Baker [Sapindaceae] Oruko Yorùbá: Isin ako, Ako Isin, Òdòfin Ilé, Akoisin Nome Popular:

Nome Científico: Bridelia Atroviridis Muell. Arg. [Euphorbiaceae] Oruko Yorùbá: Àparàgbá, Asa, Àáràsá, Àsáràgbà Nome Popular:

Nome Científico: Bambusa vulgaris Schrad. [Poaceae] Yorùbá Name: Yèrèpè Oparun Nome Popular: bambu vulgar, bambu crioulo, bambu verde. Usado na índia como alimento, assim como na China. Usado como forrageira para os bois, búfalos e elefantes. Seu comércio é intenso. Suas sementes são de alto valor alimentício. Seu rizoma é diluente e muito eficaz na cura das moléstias da pele; são emenagogas as suas folhas, seu suco é adocidado e também empregado em medicamentos, além de fornecer uma bebida alcoólica, espécie de aguardente conhecida em Portugal como "tabaxir". Esse líquido, quando exposto ao Sol, coagula-se e toma a forma de lágrimas. Chama-se o "açúcar do bambu". Segundo dizem, é o primeiro açúcar conhecido pela humanidade. Na base dos internódios formam-se concreções ou depósitos compostos de sílica e potassa, que são contraveneno de quaisquer tóxicos e eficazes na cura das paralisias e da flatulência. As folhas são usadas como adubo verde. Vegeta em terras úmi-das. No Brasil tem pouca aplicação, mas em outros países serve para confeccionar bengalas, cercas, canetas, escadas, jacas que-bra-ventos e muitos outros utensílios. Serve também para a construção de aeroplanos. Fornece 55% de celulose com emprego nas indústrias de papel. A espécie Bambusa vulgaris, Schrad, da

família das Gramináceas, é febrífuga, anti-hemorrágica, suco calmante nas afecções nervosas, brotos estomáquicos, antidisin-téricos e depurativos. Até mesmo as larvas que vivem dentro dos internódios são comestíveis para alguns povos que a elas atribuem propriedade afrodisíaca. O bambu tem grande oportunidade para ser aproveitado especialmente como medicamento, no Oriente. Partes utilizadas : brotos, folhas, entre-nós e água. Propriedades medicinais: - folhas: afrodisíaco, antiartrose, anti-helmíntico, emenagogo, estimulante, peitoral, remineralizante, tônico; - brotos: antidisentérico, depurativo, estomáquico; - sucodos brotos: calmante (nas afecções nervosas); - concreções entre os nós dos colmos: contra veneno (para qualquer substãncia tóxica), antiparalisia, antiflatulência, febrífugo, depurativo; - água dos colmos: contra venenos (em geral), anti-hemorrágica, antiafecções nervosas, anti-hemorroidária, antidiarréica, digestiva; Indicações: afecções nervosas, artrose, contra veneno (substância tóxica), diarréia, doenças da pele (rizoma), disenteria, febre, gases, hemorragias, hemorróidas, intoxicações, osteoporose, paralisia, perturbações do estômago; remineralizar unhas, cabelos e cartilagens. Parte utilizada: folhas, brotos, água, nós. Contra-indicações/cuidados: Planta segura, alimento, mas pelo seu alto teor de açúcar deve ser evitada por diabéticos. Farmacologia: Não encontramos estudos que forneçam bases comprobatórias para os inúmeros usos tradicionais. Resumo Clínico: Usos etnofarmacológicos: depurativa, tónica, estomáquica, carminativa, digestiva, calmante, refrescante, resolutiva. Posologia: Adultos: O suco dos brotos, que surgem na base das touceiras, é recomendado no Oriente como calmante, nas afecções nervosas, 1 copo ao dia. O broto pode ser usado como alimento, é nutritivo por seus polissacarídeos, é estomáquico, depurativos, tónico e '•"antidiarréico. Consumir cozido ou sob a forma de conservas; lembra o sabor e textura do palmito, podendo ser consumido adlibidum. A água que fica acumulada no interior dos colmos, é usada para intoxicações (qualquer substância tóxica), hemorragias, hemorróidas, diarreias, é digestiva e pode ser usada como calmante. As folhas, 4g, verdes (1 colher de sopa para cada xícara de água) em infuso são, tónicas gerais do organismo, remineralizantes, afrodisíacas, anti-helmínticas e emenagogas. Os entre-nos são diaforé-ticos, depurativos, desintoxi-caníes, carminativos; em decocto 6g (1 colher de sopa para cada xícara de água) até 3 vezes ao dia. Crianças: 1/3 a1/2 da dose.

Nome Científico: Barteria Nigritana Hook. f., [Passifloraceae] Oruko Yorùbá: Òkó Nome Popular: Uso:

Nome Científico: Barteria Nigritana Hook. f., [Passifloraceae] Oruko Yorùbá: Òkó Nome Popular: Uso:

Nome Científico: Carica papaya L. [Caricaceae] Oruko Yorùbá: Ìbépe, Ìbépe dúdú, Ìsígùn, Gbègbèrè, Sígù Nome Popular: Mamão, Mamoeiro

Uso : Mamões são consumidos na natura, em saladas e sucos. Antes da maturação, sua casca apresenta um látex leitoso que deve ser retirado antes do consumo. Este látex contém substâncias nocivas às mucosas, sendo usado, inclusive, culinariamente, como amaciante de carnes. Tem um alto teor de papaína, uma enzima proteolítica, que é usada em medicamentos para tratamento de distúrbios gastrintestinais e para reabsorção de hematomas. O mamão (Carica papaya), originário da América Tropical, é uma das melhores frutas do mundo, tanto pelo seu valor nutritivo, como pelo poder medicinal. Cada parte desta planta é preciosa, a começar pelo tronco! De sua parte interna, retira-se uma polpa que - depois de ralada e seca - assemelha-se ao coco ralado. É rica em propriedades nutritivas e aproveitada em alguns lugares no preparo de deliciosas rapaduras. O cozimento das raízes dá um tônico para os nervos que é também remédio para as hemorragias renais. As folhas do mamoeiro, após secas à sombra, têm aplicação no preparo de agradável chá digestivo que pode ser dado livremente às crianças, pois não contém cafeína. O suco leitoso extraído das folhas é o vermífugo mais enérgico que se conhece. Usa-se diluído em água. Ainda é digestivo e cura ferida. Em diversos lugares, a medicina popular o utiliza para tratar eczemas, verrugas e úlceras. Os índios preparam a carne envolvendo-a com folhas de mamoeiro por algumas horas antes de levá-la ao fogo. Este processo amacia a carne. Com as flores do mamoeiro macho prepara-se um maravilhoso xarope que combate a rouquidão, tosse, bronquite, gripe e indisposições gástricas causadas por resfriados. Coloca-se um punhado de flores, com um pouco de mel em vasilha resistente ao calor, mas que não seja de alumínio. Acrescenta-se um copo de água fervendo, tapando-se bem. Depois de esfriar, toma-se às colheradas, de hora em hora. Com o fruto verde faz-se um doce maravilhoso. Pode-se também prepará-lo ensopado ou ao molho branco. É uma iguaria! O mamão maduro é altamente digestivo (cada grama de papaína – fermento solúvel contido no fruto – digere 200g de proteína) tem mais vitamina C que a laranja e o limão; contribui para o equilíbrio ácido-alcalino do organismo; é diurético, emoliente, laxante e refrescante; cura prisão de ventre crônica; comido em jejum, pela manhã, faz bem ao estômago; é eficaz contra a diabete, asma e icterícia bom depurativo do sangue; não pode faltar na alimentação da criança, pois favorece o seu crescimento. Depois de comer-se o mamão, esfrega-se a parte interna da casca sobre a pele para tirar manchas, suavizar a cútis áspera e eliminar rugas. Mastigar de 10 a 15 sementes frescas elimina verme intestinal, regenera o fígado e limpa o estômago. Comidas em quantidade são eficazes contra câncer e tuberculose. Faltava dizer que qualquer uso que se faça de qualquer parte desta planta, traz consigo uma ação vermífuga poderosa, o que bastaria para destacar sua importância.

Nome Científico: Cecropia hololeuca Miq.[Cecropiaceae] Oruko Yorùbá: Àgbaó * Segundo Pierre Fatumbi Verger em seu Livro Ewé Científic Name: Musanga cecropioides R. Br., [Moraceae]

*[Segundo pesquisa de José Pessoa de Barros em seu Livro Ewé Òrìsà] Nome Popular: Umbaúba, Imbaúba, Embaúba, Baúna, Umbaíba, Árvore-da-preguiça Uso: Nome Científico: Cestrum laevigatum Sch., Solanaceae [Solanaceae] Oruko Yorùbá: Ìkerègbè Nome Popular: Coerana Uso: Nome Científico: Cestrum laevigatum Sch., Solanaceae [Solanaceae] Oruko Yorùbá: Ìkerègbè Nome Popular: Coerana

Nome Científico: Clidemia hirta Baill., [Melastomaceae] Oruko Yorùbá: Ewé Inón, Ewé Inón funfun Nome Popular: Folha-de-fogo Uso:

Nome Científico: Calyptrochilum christyanum (Rchb.f.)Summerh [Orchidaceae] Oruko Yorùbá: Èlà Nome Popular: Uso:

Nome Científico: Caesalpinia bonduc (L.) [FABACEAE] Oruko Yorùbá: Sáyó, Sénwó, Séyò olópón, Àyò Name Popular: Olho-de-gato, Ariós, Carniça, Juquerionamo, Silva-da-praia Uso:

Nome Científico: Caesalpinia bonduc (L.) [Fabaceae] Oruko Yorùbá: Sáyó, Sénwó, Séyò olópón, Àyò Nome Popular: Olho-de-gato, Ariós, Carniça, Juquerionamo, Silva-da-praia Uso: Awale or Àyò *. [Awale or Àyò]An ancient game for two players that can be played with a Mancala board and pieces. A classic game, one of t

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