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Gografia do Brasil - 5. Brasil – Território e Sociedade no Inicio do Século XXI, Milton Santos & Maria Laura Silveira. Capítulo III.

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Published on February 20, 2014

Author: jamaralgeo

Source: slideshare.net

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LEITURA 5 SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. Brasil – território e sociedade no inicio do século XXI, 2001, pág. 55 a 92 (capítulo III). -O terceiro capítulo trata, substantivamente, da constituição do meio geográfico brasileiro através da história, articulando-se espaço e tempo. Decorrente de grandes mudanças em função de acréscimos técnicos que renovam a sua materialidade destaca-se nessa parte do texto as infra-estruturas de irrigação e as barragens, os portos e aeroportos, as ferrovias e hidrovias, as instalações ligadas à energia elétrica, refinarias e dutos, as bases materiais das telecomunicações, além de semoventes e insumos ao solo. Ao que se diz respeito ao acréscimo de construções, irrigação e barragens, estes foram possíveis devido à produção agrícola e a importância de estocá-la á espera de comercialização. Em 1940, essas construções concentravam nas regiões do Sul e Sudeste, representavam quase 90% das construções em todo território brasileiro. Desde então, a área irrigada multiplicou-se sete vezes até 1996, mais uma vez destacada a região Sudeste, mais precisamente em São Paulo e Minas Gerais. A construção de barragens tem possibilitado o aumento de terras irrigadas, como no caso do Nordeste, destacando-se a Bahia e o Ceara, sendo 65,4% das terras irrigadas do Nordeste. Paralelamente aos progressos da biotecnologia, à função da Embrapa e a todo um leque de manifestações da mecanização, da informação e da quimização, as técnicas de regadio tiveram papel fundamental na transformação de áreas quase desertas em zonas de agricultura de exportação marcadas, sobretudo pela presença da soja. Como o caso da região Centro-Oeste e dos cerrados baianos, com 1,8 e 6,71 do total nacional das terras irrigadas até 1996, respectivamente. Quanto à construção de barragens, os programas do governo servem como base organizacional desde o século XX. Trata-se da açudagem publica e em cooperação com agentes privados. Com relação á construção de aeroportos e portos, pode-se se dizer que o fator é nada mais do que globalização. Os aeroportos são classificados de acordo com a infra-estrutura operacional e a infra-estrutura administrativa, ou seja, com a freqüência do seu contingente e dinâmica. O momento á partir dos anos 50, a expansão rodoviária e ao desenvolvimento do transporte aéreo, em contraste expansão ferroviária que configurou o rearranjo da territorial na primeira metade do século XX. O processo de construção era administrado tanto por órgãos estaduais como municipais. Vale destacar a concentração no Sul e Sudeste, que esta vinculada ao desenvolvimento da uma agricultura moderna, que exige deslocamentos rápidos, controles aéreos da safra, aplicação de pesticidas e ao crescimento industrial em geral e da agroindústria em particular. Os heliportos despontam nessas regiões justamente pela concentração dos centos econômicos e empresariais

Como conseqüência dos imperativos de escoamento de produtos e da difusão no território dos produtos importados, a exportação de grãos, minério e produtos industrializados, assim como a importação de trigo e petróleo a granel, conduziu a construção de novos portos e terminais especializados. Os sistemas portuários se desenvolviam de acordo com as necessidades, empresas multinacionais constroem seus próprios pátios para resultarem num abatimento na tarifa portuária. Até então, a construção de ferrovias era totalmente viável para a economia ao que se diz a exportação e importação de produtos industrializados e matéria prima. Na maior parte do país houve a integração interligação de linhas. Em 1992, houve um retrocesso do crescimento da malha ferroviária pela desativação de vários ramais, vinculada, em grande parte, ás políticas de fomento do sistema ferroviário e aos interesses do negocio do petróleo Nas áreas metropolitanas, a construção de trens urbanos eletrificados representa novas relação e velocidades, uma vez que, o deslocamento de uma mão-de-obra é indispensável ao processo de industrialização.

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