advertisement

Globalização e suas consequências no Ensino Religioso

50 %
50 %
advertisement
Information about Globalização e suas consequências no Ensino Religioso
Education

Published on March 12, 2014

Author: WilliamGonalves1

Source: slideshare.net

advertisement

GLOBALIZAÇÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS NO ENSINO RELIGIOSO William Teixeira Gonçalves1 Universidade do Estado do Pará - UEPA Resumo: Este artigo busca fazer uma breve análise acerca do trabalho do professor de Ensino Religioso dentro da perspectiva da globalização, uma realidade que vem transformando o mundo em que vivemos e que também interfere de forma significativa no campo da educação. Trazendo consigo novos desafios para o profissional docente, que precisa pensar em novas formas para transmitir o conteúdo para seus alunos levando em consideração, principalmente, o conhecimento que estes já trazem de casa. A reflexão é feita com base nas experiências vividas no campo de estágio, onde foi possível perceber a ausência dessas relações. Visto que o conteúdo segue uma estrutura já determinada pela escola e pelo próprio material didático utilizado, além da falta de preparação especifica para o docente lidar com o Ensino Religioso de forma plena. Palavras-chave: globalização; ensino religioso; infância; estágio. Globalização e os novos rumos da sociedade Quando pensamos em globalização, logo fazemos a relação com a palavra “integração”. Isso por que geralmente entendemos que essa tendência, que começou no século XV e seguiu com a expansão econômica européia através das grandes navegações (FUSER, 2007, p.89), trouxe a proposta de aproximar as sociedades através da interação entre os povos por meio do setor econômico, dos meios de produção e principalmente da propagação das informações. O mundo passou a se conhecer de fato, e as fronteiras sócio-culturais foram se rompendo aos poucos graças ao grande desenvolvimento tecnológico durante o período pós- guerra. Esse é um conceito que pode ser definido de maneiras diferentes, de acordo com a ideologia de quem aborda o assunto. Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), globalização é a “crescente interdependência de países no mundo inteiro, por meio do aumento do volume e da variedade de transações de bens e de serviços através das fronteiras, do fluxo mais livre de capitais internacionais e de uma difusão mais ampla e rápida da tecnologia”. (FUSER, 2007, pg. 89) 1 Graduando em Licenciatura Plena em Ciências da Religião pela Universidade do Estado do Pará. E-mail: williamgoncalves20@gmail.com

2 Os meios de comunicação foram se aperfeiçoando, na mesma proporção em que estes iam tornando-se acessíveis para um público cada vez maior. A partir deste momento, onde as informações se propagavam com mais velocidade, houve certa ânsia para alcançar estes conhecimentos que antes estavam restritos a um número menor de pessoas. A consequência imediata dessa difusão instantânea de conhecimento foi a crise de valores e verdades, que antes, estavam tão bem estabelecidos e definidos. E com o surgimento de verdades distintas, disparadas de todos os cantos, as concepções individuais de cada pessoa passam por um conflito, oriundos das incertezas acerca de qual verdade tomar como absoluta. Novas crenças são disseminadas rapidamente e instalam-se na sociedade, sendo motivo para grandes discussões e até mesmo conflitos entre grupos de pessoas que defendem as idéias nas quais acreditam e seguem. Dentro dessa perspectiva, é pertinente compreender o pós-modernismo a partir da característica apontada por Chevitarese: A pós-modernidade pode ser caracterizada como uma reação da cultura ao modo como se desenvolveram historicamente os ideais da modernidade, associada à perda de otimismo e confiança no potencial universal do projeto moderno. Em especial, configura-se como uma rejeição à tentativa de colonização pela ciência das demais esferas da culturais, o que vem acompanhado do clamor pela liberdade e heterogeneidade, que haviam sido suprimidas pela esperança de objetividade da Razão. Enquanto reação cultural, a pós-modernidade traz consigo fortes tendências ao irracionalismo, o que pode ser exemplificado, tanto pelo fundamentalismo contemporâneo, como pela sociedade de consumo, que convivem em um universo cultural de colonização pela estética da ciência e da ética. (CHEVITARESE, 2001) A ausência de verdades legitimadas pelo discurso científico, no qual temos o predomínio da razão, passou a contribuir com a construção do que seria o pós- modernismo defendido por vários autores sobre diferentes vertentes. O filósofo francês Jean-François Lyotard trouxe em sua obra A Condição Pós-Moderna, um conceito que foi considerado como a divulgação mais expressiva deste termo no qual afirma que o pós-moderno trata sobre a incredulidade das metanarrativas (LYOTARD, 2004, pg. 16). Em síntese Lyotard defende que a pós-modernidade permitiu que houvesse o rompimento das fronteiras criadas pelo conhecimento científico em relação a outras áreas como a filosofia e as artes.

3 O ensino religioso As raízes do ensino religioso nos levam ao Brasil colônia, contexto em que a presença e atuação da Igreja Católica Apostólica Romana no território brasileiro foi motivada principalmente pela forte relação existente entre a coroa portuguesa e o Vaticano. Nesse período as irmandades religiosas são responsáveis por abrir um leque de novas formações da mentalidade brasileira, como promotoras de educação, construções históricas e até mesmo urbanização. O destaque está no trabalho desempenhado pelos missionários jesuítas, que através da educação e catequese dos povos indígenas que aqui se encontravam, foram responsáveis por “moldar” os costumes e a cultura do povo brasileiro dos séculos seguintes. A missão dos religiosos da Companhia de Jesus foi de fundamental importância para o nascimento da sociedade brasileira, no sentido em que suas ações contribuíram para o surgimento de cidades e o desenvolvimento econômico e político, possibilitando o surgimento de lutas em busca de direitos sociais. Durante este momento a única preocupação do ensino religioso era a catequese, com o intuito claro de preparar fiéis para prática da doutrina cristã católica. Não estamos falando de um ensino religioso com razões de apresentar todas as questões acerca do fenômeno religioso que estava em vias de sair das sombras e fazer parte do cotidiano, este ensino era quase que uma extensão da igreja que alcançava o ambiente escolar. Quando entramos no debate acerca da pós-modernidade, da difusão do conhecimento, globalização e o novo papel do estado dentro da sociedade. O ensino religioso ganha uma ressignificação em seus pontos norteadores, pois agora perde- se o sentido de restringir sua atuação à serviço de uma determinada instituição que outrora dominava absolutamente e agora, nesse novo mundo da informação, abre um vácuo para disseminação de outras crenças que já existiam mas que se encontravam à margem da sociedade, e até mesmo de novas crenças que passam a surgir dentro desse contexto. O estudo de toda a dimensão fenômeno religioso, através da disciplina de ensino religioso, vem suprir a necessidade de se trazer para dentro da escola uma discussão sobre como este fenômeno vem se manifestando em sua realidade. Tendo como principal característica, a investigação o fenômeno religioso livre dos dogmas e preconceitos e que busca valorização do saber. Visto que a religião é algo

4 que faz parte do ser humano, e está presente por todos os cantos mesmo que de forma implícita. Estudo da infância para compreensão da atualidade A globalização trouxe para o trabalho do professor novas possibilidades, mas também novos desafios no que diz respeito à compreensão da infância. Isso criou a necessidade de se estabelecer estudos específicos nessa área a fim de mostrar caminhos ao profissional da docência, para que este possa criar estratégias que consigam trazer bons resultados para o seu trabalho. No decorrer do processo de construção dos conhecimentos sobre o desenvolvimento infantil, Jean Piaget e Vygostky se destacaram por realizar estudos dentro deste campo e apresentar características e conceitos acerca da criança. Ambos defendem a teoria de que a criança não seria uma espécie de “versão” em tamanho menor de uma pessoa adulta, visto que o seu desempenho mental possui funcionalidades bastante distintas e, portanto, tal idéia muito difundida no passado não poderia ser aceita. Também acreditam na relação entre sociedade e o indivíduo, no entanto, Vygostky, defende que a sociedade exerce grande influência na construção do caráter desse indivíduo (SILVA, 2012). Piaget nós apresenta uma idéia um pouco diferente, pois ao conceber sua teoria que visou estudar o desenvolvimento cognitivo humano, acredita que este processo vai se construindo durante toda a vida do indivíduo. A partir de observações feitas utilizando seus próprios filhos, agrupou o desenvolvimento em quatro estágios denominados como sensório-motor, pré-operacional, operatório concreto e operatório formal. Cada estágio corresponde a uma determinada faixa etária da criança, onde esta começa a demonstrar sinais como, por exemplo, o aprendizado da linguagem verbal e simbólica que serão utilizados por ela como forma de expressar sua interação com o meio em que estão vivendo e suas relações com os demais indivíduos (PACIEVITCH, 2008). A disciplina de Prática de Ensino I tem como objetivo observar o trabalho desenvolvido pelos professores de Educação Infantil e 1º ao 5º do ensino fundamental, onde é possível encontrar indivíduos com as características dos estágios Pré-operatório e Operatório-concreto, estabelecidos por Piaget em sua pesquisa.

5 No estágio Pré-operatório encontramos a questão dos simbolismos, onde se observa também que a criança interioriza esquemas de ação que foram construídos ainda no Sensório-motor. Durante esse período há a presença do egocentrismo, a criança por muitas vezes pensa que o mundo gira em torno de si própria. No estágio Operatório-concreto é possível notar uma evolução deste processo, através do desenvolvimento de noções de tempo, espaço, velocidade e ordem. Já consegue fazer relações a partir de dados obtidos da realidade que a cerca. Fazendo uma rápida análise na sociedade da atualidade, seria interessante aceitar que a concepção de Vygostky acaba sendo bem mais plausível do que a teoria defendida por Piaget. Isso por que esta concepção trás uma idéia de liberdade no que diz respeito a aos caminhos percorridos durante esse desenvolvimento, levando em conta que o indivíduo que faz parte de determinado grupo social, desde o momento do seu nascimento está em constante interação com a dinâmica sócio- cultural do grupo. O desenvolvimento cognitivo não poderia estar centrado dentro de uma dinâmica interna, mas é algo que se processa externamente e acaba por ir bem mais além. Nesse processo podemos encontrar a relação entre religião e família, visto que a criança nascida no seio de uma família que segue determinada doutrina religiosa provavelmente irá seguir os modelos e valores dessa religião. Um exemplo bastante interessante é a questão do batismo, muito presente dentro da cultura cristã, onde o recém-nascido participa de uma cerimônia na qual receberá as bênçãos de Deus e assim fará parte daquela doutrina. O indivíduo não tem poder de escolha, é algo que é imposto pelo grupo social em que está inserido. Ao entrar na escola e participar das aulas de ensino religioso, considerando como uma disciplina para a inter-religiosidade, passará a conhecer novas religiões que até então poderiam ser desconhecidas por este indivíduo. Globalização e ensino religioso: reflexão a partir do universo escolar O professor de ensino religioso, durante sua jornada acadêmica, está em contato direto com o fenômeno religioso através de todo referencial teórico que tem acesso. Tem a possibilidade de investigar e se aprofundar em várias temáticas que compõem este fenômeno, e que é responsável por fundamentar o seu trabalho dentro desse campo de conhecimento. Mas antes de tudo, ele é um professor e em virtude disso deve possuir uma boa prática da docência, pois dentro de sala de aula

6 só os conhecimentos acerca do fenômeno religioso não lhe bastam, é necessário entender os seus alunos. Para nos aprofundarmos nesta discussão, tomaremos como exemplo minha experiência de estágio em uma escola confessional de Belém. Entre os meses de maio e novembro de 2012, realizei minha atividade de estágio no colégio Centro Social Auxilium, localizado no bairro da Pedreira em Belém. Com o intuito de atender aos objetivos estabelecidos pela disciplina de Prática de Ensino I, do curso de Licenciatura Plena em Ciências da Religião da UEPA, que busca proporcionar uma aproximação com a realidade existente no campo da atuação docente, principalmente no que diz respeito ao Ensino Religioso. Trata-se de uma escola confessional e que segue a doutrina Católica, sendo mantido pelas irmãs Salesianas da congregação Filhas de Maria Auxiliadora (FMA). O colégio oferece todas as séries que compreendem o Ensino Fundamental, além de oferecer a Educação Infantil desde o Maternal. O trabalho de observação iniciou no dia 3 de maio de 2012, a partir deste dia passamos a acompanhar a turma “A” do 5º ano em suas aulas de Ensino Religioso. O foco desta observação consistiu basicamente em conhecer as práticas adotadas pela professora em sala de aula no tratamento da disciplina de Ensino Religioso, de forma a compreender as diversas realidades religiosas existentes, e como estas são abordadas e trabalhadas dentro da instituição de ensino. Além da análise de como se dá os processos de ensino-aprendizagem junto aos alunos, observando o nível de interesse e envolvimento destes em relação ao conteúdo tratado. Procurando observar a dinâmica das relações existentes entre professor e aluno, pois estas relações se tornam responsáveis por manter a harmonia em sala de aula. O colégio trabalha com um material didático produzido pela Rede Salesiana de Escolas (RSE), esta rede é formada por diversas escolas espalhadas pelo Brasil e que são mantidas por congregações que compõem Família Salesiana, neste caso as irmãs Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) e os padres Salesianos de Dom Bosco (SDB). A coleção de livros da RSE inclui o livro didático de Ensino Religioso, que apesar de ser editado por uma organização seguidora da doutrina Católica, busca abranger a proposta do estudo da diversidade religiosa. O conteúdo não é focado somente na doutrina católica, também temos a presença de outras religiões como o budismo e o espiritismo. Não se trata de um livro proselitista, ainda que seja possível encontrar focos de aproximação do conteúdo com os valores do catolicismo. O

7 planejamento da disciplina de Ensino Religioso, previsto para o 5º ano, busca seguir o que é proposto pelo livro didático, contendo algumas adaptações que levam em consideração a realidade do colégio e seu plano político pedagógico. A turma “A” é composta por aproximadamente 30 alunos, havendo certo equilíbrio entre a quantidade de meninas e meninos. A faixa etária dessas crianças esta em torno de 9 a 11 anos, sendo que ha alguns alunos "repetentes" que estão um pouco acima dessa faixa. De acordo com a coordenação pedagógica, e até mesmo os próprios professores do 5º ano consideram que os alunos desta turma possuem um bom rendimento em relação às notas. A didática da utilizada pela professora, no caso da disciplina de Ensino Religioso, consiste na utilização do livro didático especifico e que contem vários textos e atividades. Os alunos são instruídos a ler os textos do livro sobre determinado assunto, primeiro de forma individual e em seguida ela conduz a leitura em voz alta com a participação de todos. Apos esse momento, faz algumas perguntas para a turma com base no que e discutido no texto. A participação dos alunos nesta dinâmica e satisfatória, sendo possível perceber que maioria possui um bom conhecimento empírico sobre algumas questões que se apresentam no cotidiano. Perceber-se que a forma como a disciplina de Ensino Religioso ministrada nestas condições (seguindo um material pré-concebido) impede que outras possibilidades sejam exploradas, visto que o planejamento segue fielmente o que está no material didático impresso e o contexto da escola. Somado isso ao fato de que a professora responsável pela turma não possui uma formação específica para lidar com o Ensino Religioso, o que contribui para a falta de relações que despertem nos alunos o interesse em se conhecer a diversidade religiosa existente. É importante compreender o ponto de vista dos alunos para o desenvolvimento pleno das atividades propostas pela disciplina, mas eles não irão se expressar sozinhos. É necessário que o docente consiga criar mecanismos que abram esta discussão de forma sutil, para que o aluno sinta-se a vontade para expor seus anseios e dúvidas. Que se interesse em conhecer aquilo que incita curiosidade, ou que é motivo para questionamentos que ficam sem resposta por muito tempo. Considero que a construção de uma relação mais forte entre os alunos e a disciplina poderia surgir de atividades que permitam ouvir o que o aluno tem a dizer, daquele conhecimento que ele já trás de casa e que pode ser utilizado como ponto

8 de partida para discussão em sala de aula. No âmbito do Ensino Religioso, sempre será corriqueiro a existência de dúvidas e curiosidades sobre tudo o que compõem as mais diversas manifestações religiosas. E o professor tem a função de conciliar esses conhecimentos com as aulas teóricas, buscando o esclarecer e dessa forma, propiciar o respeito e a convivência com o diferente. Considerações finais O mundo está em constante transformação, e hoje mais do que nunca é necessário acompanhar estas transformações e adequá-las ao nosso modo de vida. No âmbito escolar percebe-se que aos poucos as coisas tendem a mudar, e o profissional docente se vê forçado a enfrentar os novos desafios que emergem. Que não pode se prender aos conhecimentos tradicionais, precisa buscar compreender o mundo novo que se apresenta. O Ensino Religioso trabalha diretamente com estas transformações, pois o fenômeno religioso também se encontra em uma dinâmica constante e por isso não deve ser tratado de forma inferior. Os alunos, em seu cotidiano, se deparam cada vez mais com os símbolos e demais elementos que fazem parte deste universo. Pois a globalização possibilitou a difusão deste fenômeno através da mídia, das novas relações sociais que unem pessoas de diferentes lugares. Questionamentos irão surgir, pois os alunos são curiosos e tem vontade de conhecer aquilo que os chama atenção. Eis um campo bastante fértil para o trabalho do docente, que precisa estabelecer relações entre a realidade vivenciada pelos alunos e a teoria existente acerca do universo religioso. Referências CAMPREGHER, Juliana. “Desenvolvimento Infantil e Ensino: A Análise Histórico- Cultural de Vigotski, Leontiev e Elkonin Pasqualini”. Disponível em:<http://www.anped.org.br/reunioes/31ra/1trabalho/GT20-4173--Int.pdf>. Acessado em 23 de fevereiro de 2012. CHEVITARESE, L. (2001): “As „Razões‟ da Pós-modernidade”. In: Análogos. Anais da I SAF-PUC. RJ: Booklink. (ISBN 85-88319-07-1) FUSER, Igor. Geopolítica: O mundo em conflito. São Paulo: Editora Salesiana, 2007.

9 LYOTARD, Jean-François. A Condição Pós-Moderna. Rio de Janeiro: José Olímpio, 2004. NITZKE, Julio Alberto; CAMPOS, Márcia de Borba; LIMA, Maria de Fátima do Prado. “Estágios de Desenvolvimento”. Disponível em: <http://penta.ufrgs.br/~marcia/estagio.htm>. Acessado em 14 de maio de 2012. PINHEIRO, Samuel R. Influência da Igreja na Sociedade. Disponível em:<http://www.samuelpinheiro.com/Textos/A Influência Social da Igreja.htm>. Acesso em: 21 set. 2013. PACIEVITCH, Thais. “Teoria Cognitiva”. InfoEscola, 09 mar. 2008. Disponível em:<http://www.infoescola.com/educacao/teoria-cognitiva/>. Acessado em 28 de dezembro de 2012. ROCHA, Rita de Cássia Luiz da Rocha. “História da Infância: Reflexões acerca de algumas concepções correntes”. ANALECTA, v.3 nº2, p. 51-63. 2002. SILVA, André Luis Silva da. “Teoria da aprendizagem de Vygotsky”. InfoEscola, 05 dez. 2012. Disponível em:< http://www.infoescola.com/pedagogia/teoria-de- aprendizagem-de-vygotsky>. Acessado em 28 de dezembro de 2012.

Add a comment

Related presentations

Related pages

Ensino Religioso - Atividades e Afins: A Religião e suas ...

... embora muito pouco comentado no Brasil, ... Ensino Religioso- Atividades ... OS PÉS DO PAVÃO- Teatro- Ensino Religioso; A Religião e suas ...
Read more

Globalização - YouTube

Este vídeo tem como objetivo demonstrar o que é Globalização e suas consequências a ... no passado e no ... (Ensino Médio): Globalização ...
Read more

RELIGIÕES E GLOBALIZAÇÃO - Re-ligare

... já que o desconhecimento e a indiferença sobre o fenómeno religioso, no ... de consequências ... e que encontram as suas raízes ...
Read more

Globalização. A globalização e seus efeitos - Brasil Escola

Estratégia de Ensino ... como consequências da globalização no ... globais e suas indústrias reverberou no avanço da ...
Read more

Globalização - YouTube

... ministradas pelo professor Fernando Mota da Instituição de Ensino ... Globalização, ... Globalização e suas consequencias ...
Read more

Globalização e suas Consequências

Globalização e suas Consequências ... Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar com o ... 1° ano do ensino médio turma I, ...
Read more

Globalização – Wikipédia, a enciclopédia livre

Os efeitos da globalização no ... quais as formas e quais as consequências da crise ... ou interagir de maneira relevante e consoante suas ...
Read more

Globalização e suas Consequências: Blocos Econômicos e ...

Globalização e suas Consequências. ... Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar com o ... 1° ano do ensino médio turma I, ...
Read more

Globalização

Esse assunto engloba muitas áreas de ensino, ... Globalização no Brasil Atual e suas consequências e efeitos. A globalização é algo que está ...
Read more

3 INFLUÊNCIA DO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO PARA O ENSINO ...

concepções de globalização, suas relações com a ... ações e consequências. ... os seus sistemas de ensino superior. No início dos ...
Read more