Filosofia Unidade 03 - Período Helenístico

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Information about Filosofia Unidade 03 - Período Helenístico

Published on April 15, 2016

Author: Gilbertofsjr

Source: slideshare.net

1. Durante o Império de Alexandre Magno a filosofia se expandiu da Grécia para outros centros como Roma e Alexandria. O período Pós-Socrático (helenístico, ou ainda greco-romano ) vai do final do período clássico até o começo da Era Cristã se iniciando após a morte de Alexandre 323 a.C. Dentro deste período, desenvolveram-se algumas correntes: Epicuristas, Estoicos, Céticos e Cínicos. Abordam principalmente as questões da ética, do conhecimento humano e das relações entre o homem e a natureza e de ambos com Deus. E a busca da ATARAXIA (Paz de Espírito)

2. Ou EPICURITAS. Epicurismo é o sistema filosófico ensinado por Epícuro de Samos, filósofo ateniense do século IV a.C., e seguido por outros filósofos, chamados epicuristas. Epicuristas Defendia a ideia de uma vida de contínuo prazer como chave para a felicidade, Pois a presença do prazer era sinônimo de ausência de dor, Porem com moderação

3. A filosofia de Epicuro era prática. Buscava encontrar o sossego necessário para uma vida feliz e aprazível, na qual os temores perante o destino, os deuses ou a morte estavam definitivamente eliminados. Foi uma escola de pensamento muito proeminente por um período de sete séculos depois da morte do fundador. Segundo ele para ser feliz o homem necessitava de três coisas: Liberdade, Amizade e Tempo para meditar.

4. 1. Não tenha medo dos deuses. 0s deuses são imortais e plenos, são felizes, e seres felizes não se ocupam nem se preocupam com os homens. 2. Não tenha medo da morte. A morte nada mais é do que a separação dos átomos. Não existe um além-da-morte. Epicuro fez recomendações precisas sobre como chegar à felicidade: Tetrapharmakon

5. 3. A dor pode ser suportada. O grande mal que ameaça a existência dos mortais é indiscutivelmente a dor, pois a aponia (ausência de dor) é o segredo da felicidade. 0 mal é a dor e dura pouco o máximo que ela pode fazer é levar à morte, que, no fundo, é nada. Quando a dor termina, começa o prazer. 4. 0 prazer está à disposição de todos. Ele é o fim das dores e o sossego.

6. Seu fundador foi Zenão de Cítio Estoico preconizava a indiferença à dor, aos males e agruras da vida. Reuniam-se sob pórticos ("stoa", em grego) situados em templos, mercados e ginásios. Estoico: Diz-se daquele que revela fortaleza de ânimo e austeridade. Impassível; imperturbável; insensível.

7. Afirmam que todo o universo é corpóreo e governado por um Logos e que este logos (ou razão universal) ordena todas as coisas: tudo surge a partir dele e de acordo com ele, graças a ele o mundo é um kosmos (termo que em grego significa "harmonia"). Deve-se “viver conforme a natureza” sendo a natureza essencialmente o logos, deve-se viver de acordo com a razão. Aconselham a indiferença (apathea) em relação a tudo que é externo ao ser. O homem sábio obedece à lei natural reconhecendo-se como uma peça na grande ordem e propósito do universo.

8. A razão é o meio pelo qual o homem torna-se livre e feliz. O sábio não apreende o seu verdadeiro bem nos objetos externos, mas bem usando estes objetos. Não se deixando escravizar pelas paixões e pelas coisas externas.

9. Procuravam alcançar a verdadeira liberdade. O Cinismo foi uma corrente filosófica fundada por um discípulo de Sócrates, chamado Antístenes, e o maior nome foi Diógenes de Sínope, por volta de 400 a.C., Cínicos Antístenes Pregava essencialmente o desapego aos bens materiais e externos.

10. Os cínicos defendiam sua filosofia , não somente com palavras, mas pelo modo de vida adotado. O objetivo essencial da vida era a conquista da virtude moral, que seria obtida eliminando-se todo o supérfluo, tudo aquilo que fosse exterior. Defendiam um retorno à vida da natureza, errante e instintiva, como a dos cães. Desacredita nas conquistas da civilização, e suas estruturas jurídicas, religiosas e sociais para eles, elas não trariam qualquer benefício ao homem.

11. Assim, tudo aquilo que naturalmente não é dado ao homem pelo nascimento (como o instinto), não pode servir de base para a conceituação da ética. A felicidade não depende de nada externo à própria pessoa, ou seja, coisas materiais, reconhecimento alheio e mesmo a preocupação com a saúde, o sofrimento e a morte, nada disso pode trazer a felicidade. Segundo os Cínicos, é justamente a libertação de todas essas coisas que pode trazer a felicidade que, uma vez obtida, nunca mais poderia ser perdida. O que se sabe sobre eles foi narrado por outros, em geral críticos de suas ideias.

12. Diógenes vivia dentro de um barril e possuía apenas sua túnica, um cajado e um embornal de pão. Conta-se que um dia Alexandre Magno parou em frente ao filósofo e ofereceu-lhe, como uma prova do respeito que nutria por ele, a realização de um desejo, qualquer que fosse, caso tivesse algum. Diógenes respondeu: "Desejo apenas que te afastes do meu Sol". Diógenes não desejava nada a mais do que tinha e estava feliz assim (apenas, no momento, gostaria que seu sol fosse desbloqueado).

13. Assim como a preocupação com o próprio sofrimento, a saúde, e a morte, a preocupação com a saúde, a morte e o sofrimento dos outros também era algo do qual os cínicos desejavam libertar-se. Por isso que a palavra cinismo adquiriu a conotação que tem hoje em dia, de indiferença e insensibilidade ao sentir e ao sofrer dos outros.

14. Ceticismo Pirro de Élis e Sexto Empírico Ceticismo Pirrônico Acreditavam sempre para uma ideia existiria uma outra ideia oposta Tão válida quanto logo, lhe tiraria a paz. A suspensão de juízos traria a ATARAXIA

15. O hedonismo (do grego hēdonē que significa prazer) é uma teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer individual e imediato o supremo bem da vida humana. Um dos maiores defensores da doutrina foi Aristipo de Cirene. O hedonismo moderno procura fundamentar-se numa concepção mais ampla de prazer entendida como felicidade para o maior número de pessoas. A ideia básica que está por trás do hedonismo é que todas as ações podem ser medidas em relação ao prazer e a dor que produzem. Hedonismo

16. http://sentidodiverso.blogspot.com.br/2007/03/tetrapharmakon-epicuro.html

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