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FARMACOLOGIA CLÍNICA VOLUME V TOMO III 3a. REEDIÇÃO 2014 PROFESSOR CESAR VENANCIO

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Published on February 17, 2014

Author: cesaraugustovenanciosilva

Source: slideshare.net

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FARMACOLOGIA CLÍNICA VOLUME V TOMO III 3a. REEDIÇÃO 2014 PRO
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Página 1797

SÉRIE FARMACOLOGIA APLICADA Formação em Auxiliar de Farmácia Hospitalar e Drogarias Volume V - TOMO III Farmacologia: Farmacocinética e Página 1798 Farmacodinâmica.

2014. SEXTA EDIÇÃO DA SÉRIEREVISTA E AUMENTADA. 1ª. Edição do Volume V – TOMO III Editora Free Virtual. INESPEC – 2014 – Fortaleza-Ceará. Edição em Janeiro de 2014 Farmacocinética e Farmacodinâmica Página 1799 1ª. Edição Aumentada.

No Volume - tomo II apresentamos aos alunos do autor, a quarta reedição do livro Tomo II – Anatomia e Fisiologia, aumentada e revisada. As edições encontra-se assim distribuídas: 1 - (Aula especial tópico ensaio. Published by Cesar Augusto Venâncio Silva. Dec 15, 2013 - Copyright: Attribution Non-commercial - PDF, DOCX, TXT) http://www.scribd.com/doc/191659914/aula-especial-topico-ensaio 2 - (SÉRIE FARMACOLOGIA APLICADA 2a. EDIÇÃO AULAS PARA O PERÍODO DE 1 A 21 DE DEZEMBRO FARMACOLOGIA CLÍNICA II TOMO II DO VOLUME - Cesar Augusto Venâncio Silva. SEGUNDA REEDIÇÃO AMPLIADA COM AULAS PARA O PERÍODO DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 A 21 DE DEZEMBRO. Dec 16, 2013 Copyright: Attribution Non-commercial) http://www.scribd.com/doc/191746207/SERIE-FARMACOLOGIA-APLICADA-2aEDICAO-AULAS-PARA-O-PERIODO-DE-1-A-21-DE-DEZEMBRO-FARMACOLOGIACLINICA-II-TOMO-II-DO-VOLUME-V 3 - (Published by Cesar Augusto Venâncio Silva - ANATOMIA DA VIA Parenteral por injeção ou infusão. LIVRO FARMACOLOGIA TOMO II PROFESSOR CÉSAR VENÂNCIO ANATOMIA 21122013 - Dec 21, 2013 - Copyright: Attribution Non-commercial (PDF, DOCX, TXT): http://www.scribd.com/doc/192841449/ANATOMIA-DA-VIA-Parenteral-por-injecao-ouinfusao-LIVRO-FARMACOLOGIA-TOMO-II-PROFESSOR-CESAR-VENANCIOANATOMIA-21122013 4 - Publicado por Cesar Augusto Venâncio Silva - 2014. QUINTA EDIÇÃO DA SÉRIE – REVISTA E AUMENTADA. 1ª. Edição do Volume V – TOMO II Editora Free Virtual. INESPEC – 2012 - Fortaleza-Ceará. Edição em Janeiro de 2014. Anatomia e PROFESSOR Reedição CÉSAR http://eadfsd.blogspot.com.br/ Aumentada. VENANCIO LIVRO FARMACOLOGIA ANATOMIA 4a TOMO II REEDIÇÃO. 1800 4ª. Página Fisiologia.

Especialista Professora Ray Rabelo – Presidente do INESPEC – Gestão 2013-2019. Jornalista Editora. Reg MTB-Ceará 2892. Apresentação. Esse Volume representa o Tomo III do Volume V da Série, e a partir de maio de 2014, buscaremos interagir com o EAD para ofertar cursos de extensão na área da Farmacologia Clínica, com fins de propalar a educação básica para a Saúde Coletiva, reafirmo a posição firmada anteriormente. O presente livro tem como base de formação teórica uma visão que se processa através de informações científicas e atualizadas, dando aos profissionais, no presente e no futuro oportunidades de revisão e fixação de aprendizagens sobre os fenômenos que classificam a compreensão da atividade de regulação de medicamentos, anatomia e fisiologia aplicada, farmacocinética e farmacodinâmica em suas várias dimensões. Essa série visa atingir os alunos do projeto universidade virtual OCW, onde o autor escreve e publica material didático para os alunos dos cursos de farmácia, biologia, psicologia e disciplinas do Curso de Medicina das Universidades que adotam o sistema OCW. O Consórcio Open Course Ware é uma colaboração de instituições de ensino superior e organizações associadas de todo o mundo, criando um corpo amplo e profundo de conteúdo educacional aberto utilizando um modelo compartilhado. Mais detalhe já se encontra descrito no Tomo I. No link seguinte, você pode acessar a integralidade desse livro: http://farmacologiatomo2rdm.blogspot.com.br/ http://farmacologiatomo1rdm.blogspot.com.br/ http://farmacologiav5t1.blogspot.com.br/ Outros livros da série podem ser vistos nos links: http://inespeceducacaocontinuada.webnode.com/ http://institutoinespec.webnode.com.br/. Página A segunda edição está disponível na INTERNET no site: 1801 http://radioinespec2013.yolasite.com/

Podendo ser baixado diretamente no link: http://institutoinespec.webnode.com.br/livro-do-curso-de-farmacia-para-as-turmas-iii-eiv-/ Ou e: http://www.scribd.com/doc/125825298/Livro-Revisado-4-de-Fevereiro http://institutoinespec.webnode.com.br/livro-do-curso-de-farmacia-para-as-turmas-iii-eiv-/ A gestão do INESPEC agradece ao Professor César Augusto Venâncio da SILVA. Docente de Farmácia Aplicada e especializando em Farmacologia Clínica pela Faculdade ATENEU. Fortaleza-Ceará. 2013. Matrícula 0100.120.102201775 o seu empenho em fortalecer as ações do instituto. Fortaleza, Janeiro de 2014. Página 1802 Boa sorte.

Epigrafe. “Ser professor é um privilégio...é semear em terreno sempre fértil e se encantar com a colheita... é ser condutor de almas e de sonhos, é lapidar diamantes" (Gabriel Chalita) Para obter o máximo de benefícios de seu tratamento com remédios, é necessário usá-los corretamente. O consumo de remédios, mesmo quando prescrito por médicos, deve seguir procedimentos específicos. Além da automedicação, tomar o medicamento de forma inadequada também oferece riscos à saúde. E, quando não chega a ser perigoso para a saúde, isso pode, no mínimo, levar a resultados indesejados, como o medicamento não funcionar como se espera (perda da eficácia da fórmula). Nos casos mais graves, efeitos colaterais ou interações medicamentosas inesperados. Alternativas Para muitas pessoas, tomar determinados remédios é um “sacrifício”. Ou pelo gosto desagradável do medicamento, ou pelo seu formato, muitos chegam até a sentir ânsias de vômito. Nesses casos, não há problema em que a pessoa beba água após a ingestão deste medicamento. O mais recomendado, no entanto, é buscar formas diferenciadas de consumo. É o que os laboratórios fazem com os remédios voltados Página 1803 para as crianças, sempre com essências e sabores mais adocicados.

Capítulo I Aspectos da Farmacologia Geral 1. Divisão e conceito. 18. Constituintes 2. Divisão. 19. Propriedades da 3. Conceito. beladona 4. COMENTÁRIOS. 20. Indicações. 5. Toxicologia. 21. Constituintes - Os 6. Toxinologia. alcaloides. 7. Toxinas. 22. Nicotina 8. Esquema de receptor 23. Possibilidade de transmembrana. desenvolvimento do câncer. 9. Bacillus thuringiensis 24. Radical metil. 10. 25. Em síntese 26. Referência REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA 11. Conclusão. 12. Veneno. 13. Atropa beladona. 14. Família: Solanaceae. 28. Efeitos secundários 15. Algumas Espécies do 29. Contraindicações 30. Interações. 31. Preparações à base de Atropa belladonna L – beladona 17. Resumo RISCOS DE AUTOMEDICAÇÃO. beladona 1804 16. 27. Página Gênero: Bibliográfica.

32. Ponto de vista toxicológico 33. Onde cresce a beladona 46. A BHE é semipermeável 47. Patologias ligadas a BHE. 34. Escopolamina. 48. Meninges 35. Os perigos de misturar 49. Três tipos de 36. O oposto do antagonista é o agonista. 37. Antagonistas 38. O efeito de dois químicos hemorragias envolvendo as meninges 50. A hemorragia subaracnóidea 51. Meninges do 39. O efeito sinergístico 52. Meningite. 40. Sinergismo é a ação 53. A Neisseria Um agonista 42. Um receptor membranário 43. A escopolamina – Farmacologia. 44. Barreira hematoencefálica (BHE) 45. Comentários. 54. Caso grave de meningite meningocócica 55. Meningite e a Punção lombar 56. Punção lombar. 57. Exsudato inflamatório purulento na base do cérebro causado por meningite. 1798 41. meningitidis Página combinada

58. Achados no líquor nas diferentes formas de meningite 59. Vários exames mais especializados 60. Serologia 61. A Haemophilus influenzae 62. Conceitos difusos e conexos 69. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA. 70. Com contraste 71. Esclerose múltipla. 72. Doença autoimune e neurodegenerativa 73. Enfraquecimento da barreira hematoencefálica. 74. Doença de Alzheimer. 75. Outras doenças. 63. Das Micobactérias. 76. Hipertensão 64. Mycobacterium marium 77. A escopolamina age e M.ulcerans 65. Quadro de hipersensibilidade tardia e de imunidade celular. 66. Epiglotite 67. O tratamento de um como um antagonista competitivo 78. Dois cogumelos “Amanitas muscaria”. 79. Dos receptores nicotínicos. individua infectado por 80. Subtipos de receptor. Haemophilus influenzae 81. Os receptores Um relato de caso. 82. Prática clínica. 1799 68. nicotínicos Página vacinal completo.

83. Aprender em contexto de Prática Clínica. 95. Beber uma quantidade suficiente de água 84. NOTA TÉCNICA. 96. Líquidos. 85. Vamos primeiro 97. As propriedades de um entender o que é a quelação. 86. DISPENSAÇÃO MEDICAMENTOSA 87. Tomar os medicamentos 88. Interrompimento do tratamento medicamentoso 89. Posologia do tratamento 90. Os riscos associados ao uso de um medicamento. 91. Riscos de alergias 92. Cuidado com o álcool 93. A mistura álcool + medicamento 94. Conservação dos líquido. 98. Viscosidade 99. Compressão. 100. Tensão superficial 101. Evaporação 102. A água, em sua fase líquida. 103. Uma ligação três centros dois elétrons (3c-2e) 104. Ponte de hidrogênio 105. Caramelo em estado líquido 106. Um líquido assume a forma daquilo que o contém (2). 107. A água é um elemento adequada. hidrogênio 1800 composto por dois átomos de Página medicamentos de maneira

108. A água é uma substância química 109. A água é o líquido mais indicado 110. Risco de interações com o princípio ativo do medicamento. 111. Tomar medicamentos com água ou leite 119. Podemos associar remédio 120. O consumo de remédios e ou medicamentos 121. Chás modificam o movimento estomacal 122. Consumo de ácido acetilsalicílico (AAS) 123. A administração de 112. Tetraciclina medicamentos com bebidas 113. Sucos. alcoólicas. 114. DIFERENÇA ENTRE 124. Calmantes, MEDICAMENTO E antidepressivos, ansiolíticos e REMÉDIO. anorexígenos. 115. Medicamento. 125. Alternativas. 116. LEI No 5.991, DE 17 126. Não é recomendado DE DEZEMBRO DE 1973. 117. Controle Sanitário do que paciente tentem dividir comprimidos pela metade. Leite. Medicamentos, Insumos 128. Lactase. Farmacêuticos e Correlatos. 129. Enzimas 130. Reações enzimáticas 131. Enzimas digestivas 118. Disposições Preliminares 1801 127. Página Comércio de Drogas,

na compreensão da Farmacocinética. 133. Processos de evolução de novas vias de biossíntese. 134. Na absorção do leite 135. Digestão intracelular 136. Digestão extracelular e extracorporal 137. Digestão extra e intracelular 138. .A digestão é o conjunto das transformações químicas. 139. Também se denomina leite o suco de certas plantas ou frutos 140. O metabolismo da glicose e da insulina). 141. Composição do leite materno (100ml). 142. O leite humano 143. Proliferação dos Lactobacillus bifidus 144. As proteínas do leite 145. São divididas em caseína e proteínas do soro. 146. Quantidade de proteínas do leite de vaca 147. A caseína 148. As proteínas do soro do leite 149. O teor de eletrólitos do leite de 150. Leite produzido pela mulher 151. O leite materno é fundamental 152. Proteção como anticorpos 153. Propriedades anti- infecciosas 154. Contra infecções desde os primeiros dias de vida 1802 Um estudo importante Página 132.

155. A composição química do leite materno 156. O Leite Artificial x Leite Materno. 157. Na Clínica Médica 158. A questão é qual leite usar 159. Erros comuns. 169. Erros ao tomar antibióticos 170. Em relação aos cremes e às pomadas 171. As recomendações para cada medicamento Regras Práticas para a Amamentação 160. 168. Propriedades físicas do Leite. 172. Conclusão. 173. MEDICAMENTOS DE USO ORAL (PELA BOCA) 174. Drágea 161. O leite de bovino 175. Cápsula 162. Os glucídios (lactose) 176. Pó Oral 163. A composição do leite 177. Apresentações Orais de vaca de Liberação Prolongada 164. Cuidado com o leite. 178. Solução Oral, Xarope. 165. Medicamento na dose 179. Medidas Utilizadas Outros fatores que comprometem a eficiência medicamentosa. 167. Anticoncepcional pode cortar o efeito Líquidos de Uso Oral 180. Copo-Medida - Colher- de-Chá - Seringa Doseadora 181. ALERTA SOBRE SERINGA DOSEADORA 1803 166. para Dosear Medicamentos Página certa.

182. Comprimidos Sublinguais 195. MEDICAMENTOS DE USO ÓTICO (NOS 183. Sprays para Garganta 184. MEDICAMENTOS DE 196. Gotas para Ouvido USO RETAL (PELO ÂNUS): 197. MEDICAMENTOS DE SUPOSITÓRIO ENEMA OUVIDOS). USO NA PELE (USO 185. Supositório 186. Enema. 198. Pomada e Creme 187. Autoadministração 199. Sprays ou Aerossóis 188. Administração com 200. Adesivos MEDICAMENTOS DE USO VAGINAL. 190. Pomada Vaginal 191. MEDICAMENTOS DE USO NASAL. 192. MEDICAMENTOS DE USO OFTÁLMICO (NOS OLHOS). 194. MEDICAMENTOS PARA INALAÇÃO ORAL. 202. Referência Bibliográfica. Colírio e Pomada Oftálmica 203. Uso do Buscopam. 204. BuscoDuo. 205. As gotas nasais ou o spray 193. 201. A diferença entre Buscopan®, BuscoDuo e Buscopan® Composto. 206. As diferenças entre Buscopan® e um analgésico. 1804 189. Transdêrmicos Página ajuda de outra pessoa. TÓPICO).

207. BUSCOPAN não deve 216. Procedimento ser administrado de forma Complementar Para Dores contínua Abdominais. 208. 217. Flexão pélvica durante a gravidez ou a 218. Massagem lactação. 219. Técnicas de 209. Tomar Buscopan® O que causa as cólicas e dores abdominais. relaxamento 220. Exercícios antiestresse 221. Exercícios simples alivia espasmos fora do trato 222. Ioga antiestresse. gastrointestinal 223. Movimentos circulares 210. 211. O Buscopan® não A SII não é uma doença que oferece risco à vida. 212. 224. Alongamento do músculo do pescoço. Funcionalidade do Buscopan®. 213. com os ombros. Duboisia é um género botânico pertencente à família Solanaceae. 225. Treinamento abdominal. 226. Dor e uso de medicamentos e alimentação. 227. Receitas. 228. Minestrone. 215. Duboisia myoporoides 229. Bolinhos de maçã e (em espanhol) flocos de aveia. 1805 Espécies. Página 214.

230. Bolo de especiarias com frutas secas. 231. Crumble de Salmão e abobrinha. 232. RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO BUSCOPAN. 234. INFORMAÇÕES CLÍNICAS DO BUSCOPAN. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS DO BUSCOPAN. 243. Aspectos Científicos e metódicos do Buscopam. 233. 242. ESCOPOLAMINA ANTIESPASMÓDICOS 244. Farmacocinética: A Escopolamina apresenta 245. Ação Farmacológica: A Escopolamina inibe a ação 246. Indicações: A Escopolamina é efetiva na terapia 235. Gravidez e aleitamento. 247. Precauções 236. Efeitos indesejáveis. 248. Interações 237. Sobre dosagem. Medicamentosas: A 238. Sintomas. Escopolamina pode aumentar 239. As complicações os efeitos colaterais Reações cardiovasculares Informações Adicionais FARMACOLÓGICAS DO 250. Posologia BUSCOPAN. 251. Medicamento de Propriedades farmacocinéticas. Referência / Medicamento Genérico 1806 249. 241. PROPRIEDADES Página 240. Adversas e Superdose.

252. Butilbrometo de escopolamina 253. Medicamento de 254. Buscopan 255. Referências Bibliográficas. Página 1807 Referência

Capítulo I Página 1798 Aspectos da Farmacologia Geral

Divisão e conceito. Divisão. Para fins didáticos podemos aqui estabelecer que a Farmacologia seja subdivida em: Farmacologia Geral: estuda os conceitos básicos e comuns a todos os grupos de drogas. Farmacologia Especial: estuda as drogas em grupos que apresentam ações farmacológicas semelhantes. Ex.: farmacologia das drogas autonômicas (que atuam no SNC). Farmacognosia (farmacognosia é um dos mais antigos ramos da farmacologia. Ela é praticada por farmacêuticos, e tem como alvo os princípios ativos naturais, sejam animais ou vegetais. O termo deriva de duas palavras gregas, pharmakon, ou droga, e gnosis ou conhecimento. A farmacognosia passou a ser obrigatória nas escolas de farmácia brasileiras a partir de 1920 - Estudo do uso, da produção, da história, do armazenamento, da comercialização, da identificação, da avaliação e do isolamento de princípios ativo, inativo ou derivados de animais e vegetais): diz respeito à origem, métodos de conservação, identificação e análise química dos fármacos de origem vegetal e animal. Farmácia: trata da preparação dos medicamentos nas suas diferentes formas farmacêuticas (compridos, cápsulas, supositórios, etc.), da sua conservação e análise. Farmacodinâmica: trata das ações farmacológicas e dos mecanismos pelos quais os fármacos atuam (em resumo, daquilo que os fármacos fazem ao organismo). Farmacocinética: dizem respeito aos processos de absorção, distribuição, biotransformação (e interações) e excreção dos fármacos (em resumo, daquilo que o dos indivíduos com relação às drogas específicas. Determinados indivíduos podem reagir diferentemente ao mesmo tipo de medicamento, dependendo de sua etnia ou outras variações genéticas. Foi criado por F.Vogel em 1959): área em crescimento Página ICONOGRAFIA 1 - Farmacogenética (é a ciência que estuda a variabilidade genética 1799 organismo faz aos fármacos).

explosivo, que trata das questões resultantes da influência da constituição genética nas ações, na biotransformação e na excreção dos fármacos e, inversamente, das modificações que os fármacos podem produzir nos genes do organismo que os recebe. Cronofarmacologia: estudo dos fármacos em relação ao tempo. Sua aplicação se baseia nos resultados da cronobiologia. Toxicologia: diz respeito às ações tóxicas não só dos fármacos usados como medicamentos, mas também de agentes químicos que podem ser causadores de intoxicações domésticas, ambientais ou industriais. Conceito. A farmacologia é uma palavra de origem grega - ϕάρμακον, fármacon também designada como droga, e λογία, derivado de - λόγος logos que representa o termo: "palavra", "discurso", e que em sentido amplo podemos considerar "ciência". Assim, é a ciência que estuda como as substâncias químicas interagem com os sistemas biológicos. A Farmacologia é uma ciência que se sugere ter nascida em meados do século XIX. Se essa substância tem propriedades medicinais, elas são referidas como "substâncias farmacêuticas". O campo abrange a composição de medicamentos, propriedades, interações, toxicologia e efeitos desejáveis que pudessem ser usados no tratamento de doenças. A ciência Farmacologia engloba os aspectos do conhecimento da história, origem, propriedades físicas e químicas, associações, efeitos bioquímicos e fisiológicos, mecanismos de absorção, biotransformação e excreção dos fármacos para seu uso terapêutico, médico ou não. COMENTÁRIOS. Toxicologia. ICONOGRAFIA 2 - Símbolo universal usado de aviso para indicar substâncias ou adversos das substâncias químicas sobre os organismos. Possui vários ramos, sendo os principais a toxicologia clínica, que trata dos pacientes intoxicados, diagnosticandoos e instituindo uma terapêutica mais adequada; a toxicologia experimental, que Página A toxicologia é uma ciência multidisciplinar que tem como objeto de estudo os efeitos 1800 ambientes tóxicos.

utiliza animais para elucidar o mecanismo de ação, espectro de efeitos tóxicos e órgão alvos para cada agente tóxico, além de estipular a DL50 e doses tidas como não tóxicas para o homem através da extrapolação dos dados obtidos com os modelos experimentais; e a toxicologia analítica, que tem como objetivo identificar/quantificar toxicantes em diversas matrizes, sendo estas biológicas (sangue, urina, cabelo, saliva, vísceras, etc.) ou não (água, ar, solo). No entanto existem outras áreas da toxicologia como a ambiental, forense, de medicamentos e cosméticos, ocupacional, ecotoxicologia, entomotoxicologia, veterinária, etc. Sendo assim, é importante que o profissional que atue nesta área tenha conhecimentos de diversas áreas como química farmacocinética e farmacodinâmica, clínica, legislação, etc. Na formação cientifica ampla, tópicos difusos não podem ser perdidos de vista quando interage com uma compreensão mais ampla do tema abordado, assim dentro do conceito Toxicologia se agrega o termo: Toxinologia, como parte da ciência que estuda as toxinas, dos microorganismos, das plantas e dos animais suas características, formação, função, metabolismo, e intoxicações ou efeitos nocivos. Toxinologia. ICONOGRAFIA 3 - A Toxinologia distingue-se da toxicologia por abordar um segmento específico dos venenos ou tóxicos, isto é substancias que produzem um efeito nocivo sobre os organismos vivos. Entre os agentes tóxicos produzidos por animais podemos destacar: a toxina botulínica produzida pela bactéria Clostridium botulinum, causadora do botulismo; o veneno de alguns insetos como a Lonomia obliqua (taturana ou lagarta de fogo); abelhas tipo Apis mellifera; alguns peixes tetraodontiformes ou baiacus; algumas espécies de anuros em especial o Phyllobates terribilis, o sapo do veneno de flecha e as conhecidas e temidas serpentes. Observese que todo veneno ou substancia tóxica pode ser mais ou menos nocivo a um organismo a depender da relação entre a dose e o tamanho do organismo, bem como, em relação à susceptibilidade alérgica desta associada às experiências anteriores de exposição. A propriedade tóxica dos venenos animais e vegetais tem medicamentos a exemplo dos utilizados na apiterapia ou como vacina do sapo, entre outros. Página mas também para se isolar os componentes ativos que podem ser utilizados como 1801 sido pesquisada não só para se desenvolver antídotos ou métodos de tratamento,

Toxinas. Esquema de receptor transmembrana. E: espaço extracelular; I: espaço intracelular; P: membrana plasmática. Uma toxina, num contexto científico, é uma substância de origem biológica que provoca danos à saúde de um ser vivo ao entrar em contato ou através de absorção, tipicamente por interação com macromoléculas biológicas, tais como enzimas e receptor. O termo obteve um uso mais alargado, erroneamente, no contexto de medicina complementar e charlatanice, onde se refere a substâncias prejudiciais genéricas (por vezes de composição química não provada ou não especificada) que prejudicam a saúde. Muitas plantas, animais e microorganismos produzem toxinas naturais com a função de desencorajar ou matar os seus predadores. As toxinas animais que são aplicadas subcutaneamente (por exemplo, através de picadas ou mordidas) são chamadas de veneno. As toxinas também são geradas por bactérias, quer no corpo vivo durante infecções (como, por exemplo, o tétano) ou em material biológico em decomposição. As exotoxinas são secretadas externamente por uma bactéria e as endotoxinas formam parte da parede celular. O termo intoxicação alimentar usa-se para definir um vasto número de doenças que podem ser causadas pela ingestão de comida imprópria para consumo devido a toxinas bacterianas. A toxina também tem vindo a ser aplicadas no campo da guerra química. Venâncio da. Curso Farmacologia VOLUME III – Fortaleza-Ceará. 1ª Edição. Páginas: 194/210(Na primeira edição foram vendidos 3.384. No período entre Jul 24, 2013 e 16 de fevereiro de 2014). V. Link: Página fitoterapia estar desinformado. No livro (do autor): SILVA, Professor César Augusto 1802 Nota Complementar.Não se concebe um profissional de saúde que faz uso da

http://pt.scribd.com/doc/155655158/LIVRO-DE-FARMACIA-VOLUME-IIIPROTOCOLO-590588-TURMA-V-1 Apresento uma lista de plantas autorizadas pela ANVISA que são partes da farmacologia fitoterápica. Agora apresento o caminho inverso, as plantas aqui listadas são altamente tóxicas, venenosas, levam a óbito. A falta de informações nos leva a não sentir ou compreender comoalgumas das plantas que literalmente cresceu por perto, não nos davam o conhecer de que apenas uma mordida poderia ter lhe matado. Muitas das vítimas dessas plantas são crianças, pois elas muitas vezes têm aparência de frutas um pouco apetitosas, e os pequenos são curiosos, além de terem uma tolerância ainda menor para o veneno. Profissional que é pai ou mãe, atentos para multiplicar as informações a seguir relatadas: 1 – Abundância (Ageratina adenophora). Essa planta nativa da América do Norte é altamente venenosa. Suas flores são brancas e, após a floração, pequenas sementes sopram com o vento. Elas têm uma alta porcentagem da toxina tremetol, que não é conhecida por matar seres humanos ou bebem esse leite, a toxina entra no corpo e se torna a chamada “doença do leite”, altamente fatal. Milhares de colonos europeus morreram da doença na América no início do século 19. Página absorvida em seu leite e carne. Quando os seres humanos, então, comem essa carne 1803 diretamente, mas indiretamente. Quando a planta é comida pelo gado, a toxina é

2 – Erva-de-São-Cristóvão (Actaea pachypoda) Essa planta com flores nativa do leste e norte da América do Norte tem veneno no seu fruto marcante, de um 1 centímetro de diâmetro, que lembra muito um olho. Apesar de toda a planta ser declarada tóxica para consumo humano, a parte mais venenosa é a toxina concentrada no fruto que, infelizmente, foi responsável por tirar uma série de vidas de crianças, já que também têm um gosto doce. As bagas contêm uma toxina cancerígena, que tem um efeito sedativo quase imediato em músculos cardíacos humanos e pode facilmente causar uma morte rápida. 3 – Trompeta de anjo (gênero Datura) As plantas desse gênero são às vezes chamadas de lírio, pela semelhança. Também são chamadas de trompeta de anjo, nativas das regiões tropicais da América do Sul, por causa das flores pendentes em forma de trompete, cobertas de pelos finos, que pendem da árvore. As flores vêm em uma variedade de tamanhos (14 a 50 centímetros) e em uma variedade de cores, incluindo branco, amarelo, laranja e rosa. planta para planta, e de parte para parte, é quase impossível saber a quantidade de toxinas que que o usuário ingeriu. Como resultados disso, muitos usuários têm overdose e morrem. Página chá e ingerida como uma droga alucinógena. Como os níveis de toxicidade variam de 1804 Todas as partes da planta contêm toxinas. A planta é, por vezes, transformada em

4 – Nuz-vômica (Strychnos nux-vomica) A árvore Estricnina é nativa da Índia e sudeste asiático. As pequenas sementes dentro do fruto verde para laranja são altamente tóxicas, com alcalóides venenosos. 30 miligramas dessas toxinas são o suficiente para serem fatais a um adulto, e levará a uma morte dolorosa de convulsões violentas devido à estimulação simultânea de gânglios sensoriais da coluna vertebral. 5 – Teixo (Taxus baccata) Essa árvore é nativa da Europa, norte da África e sudoeste asiático. Ela tem sementes dentro de sua baga vermelha. Essa é a única parte do fruto que não é dificuldade respiratória, tremores musculares, convulsões, colapso e, finalmente, parada cardíaca. Em casos de intoxicação grave, a morte pode ser tão rápida que os outros sintomas não são sentidos. Página dose de cerca de 50 gramas para ser fatal para um ser humano. Os sintomas incluem 1805 venenosa e permite que as aves a comam e espalhem as sementes. É preciso uma

6 – Cicuta (Cicuta maculata) Cicuta é um grupo de plantas altamente venenosas nativas às regiões temperadas do hemisfério norte. As plantas têm pequenas flores brancas ou verdes, dispostas em forma de guarda-chuva. É considerada a planta mais venenosa da América do Norte: contém uma toxina que provoca convulsões. O veneno é encontrado em todas as partes da planta, mas é mais concentrado nas raízes, que por sua vez são mais potentes na primavera. Além das convulsões quase imediatas, outros sintomas incluem náuseas, vômitos, dores abdominais, tremores e confusão. A morte geralmente é causada por insuficiência respiratória ou fibrilação ventricular e podem ocorrer poucas horas após a ingestão. ctonos = matar). Curiosamente, também é mencionada na mitologia e folclore de lobisomem como tanto sendo capaz de repelir lobisomens/licantropos, quanto induzir o estado de lobo, independentemente da fase da lua. Essas plantas perenes são Página O nome lycoctonum se refere ao uso desta planta para matar lobos (luco = lobo e 1806 7 – Erva de lobo (Aconitum lycoctonum)

nativas de regiões montanhosas do hemisfério norte. Contêm grandes quantidades de um veneno que costumava ser usado pelo povo Ainu do Japão como veneno para a caça nas pontas de suas flechas. Em casos de ingestão, os sintomas incluem queimação nos membros e abdômen. Com grandes doses, a morte pode ocorrer dentro de 2 a 6 horas. 20 mililitros são suficientes para matar um humano adulto. 8 – Ervilha do rosário ou jiquiriti (Abrus precatorius) A planta é nativa da Indonésia, mas cresce em muitas partes do mundo. É mais conhecida por suas sementes, que são usadas como miçangas, pelo seu vermelho brilhante com um único ponto preto (não muito diferente de uma viúva negra). O veneno contido na planta (abrina) é muito semelhante ao veneno ricina, encontrado em algumas outras plantas venenosas. Há uma diferença principal, entretanto: a abrina é cerca de 75 vezes mais forte que a ricina. Ou seja, a dose letal é muito menor e, em alguns casos, tão pouco como 3 microgramas pode matar um humano adulto. O uso de sementes como enfeite ainda representa uma enorme ameaça; pessoas já morreram só de furar os dedos na broca usada para perfurar os orifícios minúsculos nas sementes. Página 1807 9 – Beladona (Atropa belladonna)

Beladona é nativa da Europa, norte da África e Ásia ocidental. É também uma das plantas mais venenosas do mundo, pois contém toxinas que causam delírios e alucinações. Outros sintomas de envenenamento incluem perda da voz, boca seca, dores de cabeça, dificuldade respiratória e convulsões. Toda a planta é venenosa, mas as bagas costumam ser mais, além de serem doces e atraírem crianças. 10 a 20 bagas podem matar um adulto, mas só uma folha em que os venenos estão muito mais concentrados pode matar um homem adulto. Estranhamente, nossos ancestrais “muito inteligentes” da era elizabetana (1500) usavam beladona como parte de sua rotina diária de cosméticos. Eles usavam gotas feitas a partir da planta como colírio, para dilatar as pupilas, considerado atraente porque dava ao usuário um olhar sonhador. As mulheres também bebiam cianeto, ou “sangravam” a si mesmas para obter uma cor pálida e uma pele translúcida. JÁ APRESENTADA NESSE LIVRO SOB OS ASPECTOS FARMACODINÂMICOS E FARMACOCINÉTICOS. 10 – Mamoma (Ricinus communis) As mamonas são realmente assassinas; de fato, é a planta mais venenosa do mundo, segundo o livro dos recordes Guiness. A planta é nativa da bacia do Mediterrâneo, África oriental e Índia, mas é amplamente cultivada como planta ornamental. A toxina chamada ricina é encontrada em toda a planta, mas está concentrada nas sementes/grãos (da qual o óleo de mamona é feito). Uma semente é suficiente para garganta e na boca, dor abdominal e diarréia com sangue e vômito. O processo é imparável e a causa final da morte é desidratação. Estranhamente, os humanos são Página sintomas vêm dentro de algumas horas e incluem sensação de queimação na 1808 matar um humano em dois dias, em uma morte agonizante e longa. Os primeiros

os mais sensíveis a essas sementes: leva 1 a 4 para matar um ser humano plenamente desenvolvido, 11 para matar um cão e 80 sementes para matar um pato Interação medicamentosa e comidas venenosas que você adora comer. O meio ambiente proporciona ao homem grande diversidade de substâncias alimentares, a fim de compor sua alimentação diária. Os nutrientes importantes representam apenas parte dos compostos químicos presentes nos alimentos, outras substâncias não exercem quer efeito negativo quer positivo no organismo. Noentanto, há ainda substâncias que produzem efeitos indesejáveis, que podem ocasionar desde moléstias simples até a morte. Uma observação em relação às sementes de maçã que contêm vestígios de cianeto. Assim como as amêndoas e as cerejas, as sementes da maçã também contém cianeto, mas em quantidades muito menores.Cianureto ou cianeto é um veneno natural que pode ser extraído das sementes de maçã, ameixa, damasco, cereja, pêssego, amêndoa e pêras, como também das folhas verdes da cerejeira do mato. A semente da maçã é rica em Cianureto (ou Cianeto), um tipo de veneno natural.Mas para um humano morrer ele teria que comer umas 500 sementes de maçã no mesmo dia. Cianureto é o nome genérico de qualquer composto químico que contém o grupo ciano C≡N, com uma se tiver contato com qualquer ácido se converte em gás cianídrico (HCN), que se inalado pode levar à morte. O íon cianeto reage na hemoglobina do sangue fazendo com que esse não transporte oxigênio aos tecidos, por isso é considerado substância Página também chamado de cianeto de potássio, é um composto químico altamente tóxico, 1809 ligação tríplice entre o átomo de carbono e o de nitrogênio. O cianureto de potássio,

hematóxica (que intoxica o sangue), acarretando em morte rápida. Converte-se em gás cianídrico (HCN), que se inalado pode levar à morte. De outro lado, é bom conhecer a contra face da maçã, no aspecto positivo, digo: REMÉDIO. Não confundir com medicamento quando da interpretação do texto exposto(*NC). As amêndoas amargas, apesar de muito populares por seu sabor, possuem um componente nada saudável: elas são cheias de cianeto (chamado antigamente de cianureto). A batata comum, assim como os tomates, contém quantidades consideráveis de glicoalcalóides nas suas folhas. Essa substância tóxica causa fraqueza, confusão e pode levar ao coma e à morte. Mas, tudo bem, ninguém come essa parte das batatas mesmo. O problema é que esse veneno pode estar presente também na própria batata. Mas há uma maneira fácil de identificar se ela pode ser consumida: altas concentrações do veneno glicoalcalóide mudam a coloração da batata para Página 1810 verde.

(*NC) A MAÇÃ E SEUS BENEFÍCIOS. A maçã é uma Planta cercada de misticismo e folclore. Suas partes usadas são: Frutos, casca e flores. O seu modo de conservar - O pseudofruto é utilizado maduro. Pode ser seco ao sol, em lugar ventilado e sem umidade. Armazenar em frascos de vidro ou porcelana. Tem origem na Ásia ocidental, e foi introduzida na Europa. No Brasil, adaptou-se na região sul, de clima temperado e frio. Descreve-se da forma: Planta da família das Rosáceas, árvore de porte médio e bastante ramificado, com tronco curto. As folhas são alternas, dentadas e ovais. As flores brancas e pequenas. O pseudofruto é a parte branca e comestível e o fruto verdadeiro é a parte interna do pseudofruto, onde estão contidas as sementes, e que não é aproveitável. Reproduzse por porta-enxertos, que crescem mais rapidamente e com maior produtividade. O solo, de preferência, deve ser sílico-argiloso, fértil e bem drenado. A macieira é uma árvore decídua com flores organizadas em cachos simples. A fruta não é na verdade um fruto e sim um pseudofruto. As macieiras são cultivadas extensamente por todas as regiões de clima temperado do mundo, e a fruta está disponível amplamente em mercados comerciais do mundo inteiro. Mais de 1000 cultivas da maçã foram identificados. Na Farmacologia Clínica podemos comentar que tem propriedades: Antidiarréica, laxante, diurética e depurativa. Tem indicações: Reguladora das funções intestinais, combate artrite, reumatismo, cálculos urinários, diminui o colesterol, tratamentos para câncer, diabetes, febres, doenças do coração, escorbuto, verrugas, tanto constipação quanto diarréia, a maçã ajuda a limpar os dentes. Podemos sugerir que seus princípios ativos descritos em monografias diversas são: Cianeto de hidrogênio (HCN); Glicosídeo (compreende uma classe de substâncias químicas formadas pela união de moléculas de glucídio - glicídios, gliconas ou "oses" (geralmente um monossacarídeo) - e um composto não glucídico, também chamado de aglicona) cianogênico: amigdalina (sementes) Flonzina: óleo amarelo de semi- quercetina(é um flavonóide natural que possui propriedades farmacológicas, tais como Antiinflamatória, anticarcinogênica (pois atua no sistema imunológico), antiviral, influencia na inibição de cataratas em diabéticos, antihistamínicas (antialérgicas), cardiovascular, entre outras atividades. Grandes Página Flavonóides: 1811 secagem (sementes) Pectina 17%; Ácidos pécticos; Taninos; Procianidinas

concentrações são encontradas em maçãs, cebolas, chá, brócolis e vinho tinto. É extraída das plantas com muita facilidade, pois encontra-se em grande quantidade, proporcionando, consequentemente, a diminuição dos custos de extração); afameseno; Ácidos shikimico e clorogênico. Contraindicações/cuidados: Devido à presença e a quantidade de HCN, as sementes da maçã não devem ser ingeridas em grandes quantidades. Porém, uma pequena (número) quantidade de sementes pode ser ingerida sem sintomas. Grandes quantidades de sementes podem causar a toxicidade.Um relatório recorrente cita um caso de morte de um homem, envenenado por cianureto após ter ingerido um copo cheio de sementes de maçã. Porque o glicósido cianogênico precisa ser hidrolizado no estômago a fim de liberar o cianureto, diversas horas podem decorrer antes que os sintomas de envenenamento ocorram. Posologia indicada no uso(modo de usar):Bronquite: ralar uma maçã e misturar com mel ou açúcar, deixar em repouso 10 horas. Coar e beber durante o dia. Febre: juntar a uma maçã picada, sem pelo e sem caroços, 10 gramas de Melissa oficinalis, o sumo de 1/2 limão, canela e 1/2 litro de água fervendo e 2 colheres de mel. Beber durante o dia.Digestivo; laxativo, calmante;diurético;depurativo do sangue; protetor da mucosaintestinal: em 1 xícara de chá, coloque 1 colher de sopa de maçã seca e picada e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara de chá, antes das principais refeições.Antidiarréico;refrescasnte;revigorante: retire a casca de 1 maçã, fatie e coloque para cozinhar em 1/2 litro de água. Deixe cozinhar por 10 minutos. Após, amasse com um garfo os pedaços de maçã juntamente com o líquido do cozimento. Coe em uma peneira e adicione o suco de 1/2 limão. Deve-se tomar com moderação, adoçado. Mantenha o preparado em geladeira. Máscara descongestionante; restauradora da pele; protetora da mucosa: em um recipiente, coloque 1/2 maçã ralada sem casca e sem sementes, 1 colher de sopa de farinha dearroz ou de trigo e 1 colher de sopa de iogurte natural. Misture bem até Pele do rosto e pescoço, tonifica, nutre, revigora, hidrata e aumenta a elasticidade: coloque 1 maçã picada ou ralada em 1 xícara de café de leite em Página morna. 1812 formar uma pasta, deixando agir durante 20 minutos. Logo após, lave com água

fervura. Deixe cozinhar até amolecer bem. Espere esfriar e esmague a maçã misturada ao leite, até formar uma pasta. Lave o rosto e o pescoço e aplique com o auxílio de um pincel, deixando agir por 20 minutos. Após, lave com água fria. ATENÇÃO: As instruções apontadas nesse livro não homologadas pela ANVISA. Em pacientes com prescrição medicamentosa para diabete ou suspeita. Não indicar. (...) “alimentos funcionais situam-se no limite dos alimentos comuns e dos fármacos tradicionais. Nessa fronteira em constante expansão seriamente consagrada ao tratamento das dislipidemias, a berinjela situar-se-ia melhor como ornamento culinário de iguarias domingueiras de uso esporádico”. DOENÇAS NUTRICIONAIS SÃO DEFINIDAS como todas as síndromes cuja dieta constitui o único, ou principal, recurso terapêutico, incluindo a obesidade, o diabetes mellitus do tipo dois, as dislipidemias, dentre outras. Ver nota complementar (*NC). Ressalte-se que perante uma clientela inteligente e ávida de controlar doenças crônicas – a exemplo das supracitadas – e cujo único (ou socioeconômico, principal) o empecilho endocrinologista é o brasileiro baixo se vê nível no permanente dilema de escolher a estratégia terapêutica mais eficaz, mais barata e menos prejudicial em longo prazo; uma equação difícil envolvendo maior benefício, menor custo e menor risco em longo prazo.No dia-a-dia, o tratamento da os agentes mais eficazes e melhor tolerados no tratamento das dislipidemias. No entanto, o alto custo das estatinas permanece inacessível à maioria dos pacientes brasileiros, subsistindo a Página uma estatina. De acordo com Mahley & Bersot, as estatinas são 1813 hipercolesterolemia já deveria ser iniciado com dieta associada a

dieta como a única opção terapêutica aparente. Em muitas situações se busca alternativas para seus males de saúde, assim, revendo um dos editoriais dos Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia (vol. 48, n° 3, p. 331-34, junho 2004), foi de particular interesse por discutir o uso indevido da berinjela no tratamento da hipercolesterolemia, uso esse também relatado por pacientes de Manaus (AM), mas efetuado de outra forma. Ao invés da berinjela industrializada, os frutos in natura foram integralmente triturados com água e consumidos livremente sob a forma de suco.De fato, a berinjela pertence a uma extensa família botânica (Solanaceae), com largo emprego na alimentação humana. Destarte, as solanáceas reúnem 94 gêneros e 2.950 espécies, dentre as quais figuram, além da berinjela (Solanum melongena L.), o tomate (Lycopersicum esculentum Mill.), o pimentão (Capsicum annuum L.), a batata (Solanum tuberosum L.) e o cúbio (Solanum sessiliflorum Dunal); este último de consumo mais regional. Observe que o texto em curso e a seguir fundamenta situações clínicas a serem estudadas mais a frente, folhas e frutos (sobretudo imaturos) de quase todas as espécies de solanáceas contêm glicoalcalóides (ou alcalóides glicosídicos), em especial os esteróides a-solanina e a-chaconina, com importância precaução mesmo no uso culinário esporádico - a partir de 20 mg/100g já pode causar risco à saúde – Vejamos a imagem nc1, Página em especial). Por isso, essa família botânica deve suscitar 1814 toxicológica atestada (atividades anticolinesterásica e hemolítica

assim como estudos que fundamentem seu uso sistemático diário na qualidade de alimentos funcionais. Outros autores também ressaltaram que a menor quantidade de a-solanina é encontrada em frutos maduros, demonstrando que há concordância quanto a esse aspecto fisiológico (maturidade) influenciando o teor de glicoalcalóides dessas plantas. Fatores (abióticos), a exemplo da radiação intensa e da temperatura elevada, também aumentam os níveis de glicoalcalóides das solanáceas. Com efeito, todos os átomos de carbono do colesterol derivam diretamente do acetato, e quando um grupo hidroxila (-OH) se Página esteróides, a sua via biossintética vai do acetato ao colesterol. 1815 Como os glicoalcalóides são estruturalmente similares aos

liga à posição do carbono-3, o colesterol é denominado esterol (um álcool), sendo o sitosterol – do grego transliterado sîtos, significando alimentação, e –sterol – o esteróide alimentar mais abundante das plantas. Do ponto de vista filogenético (evolutivo), organismos procarióticos (à parte os micoplasmas), não podem sintetizar o sistema de quatro anéis hidrocarbônicos interconectados (A-D), enquanto organismos eucarióticos, como os insetos, perderam a capacidade de sintetizar esteróis, mas utilizam fontes exógenas na conversão posterior em importantes hormônios para muda, como a ecdisona, um derivado oxigenado do colesterol. Já outros organismos eucarióticos superiores, como as plantas e os animais, podem sintetizá-lo facilmente.De acordo com Chiesa & Moyna foi demonstrado em estudos de incorporação de precursores marcados, que glicoalcalóides como a tomatidina do tomate e a solanidina da batata, possuem um esqueleto esteróide intacto biossintetizado a partir do colesterol. Trabalhos de outros autores convergiram nesse mesmo sentido.Igualmente, cumpre ressaltar que a maioria dos estudos sugere que não existe uma relação significativa entre toxicidade celular e sistêmica, significando que para a maioria dos tóxicos químicos, citotoxicidade direta não é um determinante animais na fase pré-clínica antes do uso continuado, até mesmo de um alimento funcional.Portanto, o fato de a substância biologicamente ativa ser natural não deveria excluir todo o rigor Página necessidade de estudos toxicológicos subagudos ou crônicos em 1816 importante de toxicidade aguda em nível sistêmico; daí a

que antecede a comercialização de outras substâncias rotineiramente utilizadas no tratamento das doenças crônicodegenerativas. No caso das solanáceas, os cuidados deveriam ser ainda mais precoces, controlando a própria fisiologia de produção dos frutos (antes e depois da colheita).Enfim, os alimentos funcionais situam-se no limite dos alimentos comuns e dos fármacos expansão tradicionais. seriamente Nessa consagrada fronteira ao em constante tratamento das dislipidemias, a berinjela situar-se-ia melhor como ornamento culinário de iguarias domingueiras de uso esporádico. (*NC) endocrinologista Amélio Godoy De Matos, acordo com o ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), a maior parte dos tratamentos inclui um arsenal de remédios, já que são poucos os casos em que o paciente consegue reverter o problema apenas com disciplina. "Isso não significa, entretanto, que o uso de remédios dispense consumo excessivo de calorias na alimentação, superior ao valor usado pelo organismo para sua manutenção e realização das atividades do dia a dia. Ou seja: a obesidade acontece quando a Página acúmulo de gordura no corpo causado quase sempre por um 1817 a adoção de hábitos saudáveis", explica.A obesidade é o

ingestão alimentar é maior que o gasto energético correspondente.A obesidade é determinada pelo Índice de Massa Corporal (IMC) que é calculado dividindo-se o peso (em kg) pelo quadrado da altura (em metros). O resultado revela se o peso está dentro da faixa ideal, abaixo ou acima do desejado revelando sobrepeso ou obesidade. Classificação do IMC: Menor que 18,5 Abaixo do peso Entre 18,5 e 24,9 - Peso normal Entre 25 e 29,9 - Sobrepeso (acima do peso desejado) Igual ou acima de 30 - Obesidade. Cálculo do IMC: IMC=peso (kg) / altura (m) x altura (m) Exemplo: João tem 83 kg e sua altura são 1,75 m Altura x altura = 1,75 x 1,75 = 3.0625 IMC = 83 divididos por 3,0625 = 27,10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Ltda., 1981. 2. BRITO F. D., Toxicologia Humana e Geral, 2a. 3. Ed. São Paulo - Rio de Janeiro, 1988. 1818 ZAGLE, M. A., Nutrição. São Paulo, Livraria Editora Artes Médicas Página 1.

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Imagem nc3 - Etapas de Infecção por Bacillus Thuringiensis em Lepidoptera. Bacillus thuringiensis é uma espécie microbiológica da família Bacillaceae. É uma bactéria de solo presente nos mais diversos continentes, gram-positiva, aeróbica, isto é, necessita de oxigênio para sobreviver e, quando as condições ambientais se tornam adversas, pode esporular para sobreviver a estas condições. Tanto na sua fase vegetativa quanto na esporulação, estas bactérias produzem proteínas que têm efeito inseticida. Destas proteínas, as mais conhecidas são chamadas de proteínas cristal, com a denominação Cry, que são produzidas durante a fase de esporulação. Já foram identificadas diversas proteínas que atuam em diferentes ordens de insetos e até já foram descritas proteínas com potencial de controlar nematóides. São mais de 50 diferentes famílias descobertas e organizadas por um código numérico. Como exemplo tem a família Cry1, que atua sobre lepidópteros, a Cry3, que atua sobre coleópteros e a Cry4, que atua sobre dípteros, inclusive utilizada no controle biológico de mosquitos vetores de doenças como a dengue. REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA - The following review was published in 1998: Revision D.H. Dean. Microbiology and Molecular Biology Reviews (1998) Vol 62: 807-813. It is also available online. Due to the fact that the nomenclature is constantly being updating we also recommend citing this Web Site. The correct format for doing this is: Crickmore, N., Baum, J., Bravo, A., Lereclus, D., Narva, K., Sampson, K., Schnepf, E., Página Crickmore, D.R. Zeigler, J. Feitelson, E. Schnepf, J. Van Rie, D. Lereclus, J. Baum, and 1827 of the Nomenclature for the Bacillus thuringiensis Pesticidal Crystal Proteins. N.

Sun, M. and Zeigler, D.R. "Bacillus thuringiensis toxin nomenclature" (2014) http://www.btnomenclature.info/http://www.lifesci.sussex.ac.uk/home/Neil_Crickmore/Bt/). Conclusão: A espécie Bacillus thuringiensis é uma bactériagram-positiva, que normalmente habita os solos, mas também pode ser encontrada no intestino de lagartas de espécies de borboletas ou ainda sobre a parte escura na superfície de um vegetal. Seu uso social é muito comum para o controle de pragas, pois é um potente pesticida. Mesmo apesar disso, não traz nenhum (ou quase nenhum) malefício aos humanos, animais pastores ou polinizadores. Portanto, é um pesticida ecologicamente correto. Porém, expor demais uma plantação a esse recurso por de induzir inicialmente uma tolerância e mais tarde uma resistência, por parte da praga-alvo. ICONOGRAFIA 4 Hoje os grandes laboratórios já dominam as técnicas de reprodução desta bactéria e a extração das proteínas (em forma de cristais) que produzem. Com isso desenvolvem os pesticidas. É um processo de baixo custo, se levar em consideração a produção dos inseticidas bioquímicos agrícolas, e por isso se torna viável e pode ser facilmente pro

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