advertisement

ETI 11SoftLivre

50 %
50 %
advertisement
Information about ETI 11SoftLivre
Entertainment

Published on November 5, 2007

Author: Olivier

Source: authorstream.com

advertisement

Economia de Software Livre :  Economia de Software Livre UFCG / CCT / DSC © J. Antão B. Moura antao@dsc.ufcg.edu.br Alguns dados de mercado:  Alguns dados de mercado Projeções da IDC: A taxa de crescimento do Linux tem sido maior que a somas das taxas dos outros S.Os. Apache (webserver desenvolvido por grupo de webmasters na Internet) tem 61% do mercado Alguns pacotes de SL populares:  Alguns pacotes de SL populares Para o servidor Linux Apache Samba Sendmail MySQL Para o desktop KDE Gnome Outras ferramentas (principalmente AE – como OpenOffice) continuam pouco acessíveis para leigos em Informática Características naturais de software:  Características naturais de software Software Bem durável (não se desgasta) e de uso concorrente (uso por um usuário não impede uso por outro, simultaneamente – ao contrário do hardware, um PC desktop, por exemplo). Software proprietário (como MS-Office) não tem respeitado estas características Software Livre (SL):  Software Livre (SL) Software Livre ou (de Código) Fonte-Aberto respeita características naturais do software 3 liberdades no licenciamento de SL Adquirir o software gratuitamente para uso próprio; Fazer cópias e distribuir estas cópias à vontade internamente ou para terceiros, desde que grátis e informando sobre os direitos autorais dos seus desenvolvedores (iniciais e contribuintes de aperfeiçoamentos); Ter acesso ao código fonte do software para estudá-lo ou modificá-lo, com vistas à correção ou aperfeiçoamento funcional ou de desempenho e (re)distribuir o código modificado para quem estiver interessado, gratuitamente (Debian Free Software Guidelines, 1997 – www.opensource.org). “Costumes” de SL:  “Costumes” de SL Regras não escritas para “posse” Definem quem pode modificar um software, em quais condições e quem tem o direito de re-distribuição Dono é que tem direito de distribuir versões modificadas Tabu contra “forking” de projetos (só em casos de necessidade extrema, com explicações públicas e transferência de posse) Tabu contra menosprezar trabalhos dos outros Violadores dos costumes são acusados e condenados em público e passam a ser recusados para cooperação Desenvolvimento de SL:  Desenvolvimento de SL Grande número de voluntários Internet como veículo de comunicação / sincronização Qualidade atingida por releases e testes e feedback freqüentes, na rede Ex: Linux de Linus Torvalds (Finlândia) Processo distribuído de desenvolvimento de SL:  Processo distribuído de desenvolvimento de SL “I’m basically a very lazy person who likes to get credit for things other people actually do” Linus Torvalds “Too lazy to fail” Robert Heinlein, escritor Engenharia de Software Livre:  Engenharia de Software Livre Existência de gerente (coordenador) – responsável pela seleção / adoção de contribuições de design, código, detecção de bugs, para oficialização de release(s) “Dono” do projeto (quem o iniciou) “Sem” prazo – apenas pressão / concorrência dos pares Linux experimental: lista de funcionalidades desejadas implementadas eventualmente (prazo: quando acabar) Linux estável: releases em intervalos regulares, mas sem prazo para consertar bugs ou quais funcionalidades serão incorporadas do experimental “Sem” orçamento – tempo (recurso econômico) dos “hackers” Engenharia de Software Livre:  Engenharia de Software Livre Competência + “Lei dos Grandes Números” Boas práticas ao “extremo” Especificação, codificação e testes por usuários-especialistas (software básico, ferramentas, ...) Modularização (interesse em módulo particular) Múltiplas implementações de um módulo Vários processos de desenvolvimento individuais Programadores fazem o que gostam (e bem!) Releases freeqüentes Release vira “protótipo” para depurar inclusive, especificação Revisão e escolha descentralizadas por pares (gerente e outros “hackers”) Testes por “milhares de usuários” (mundo todo) Testes em ESL:  Testes em ESL Grande número de usuários detecta defeitos mais rapidamente, mesmo os mais “estranhos” Efeito Delfi em Sociologia: a opinião média de uma massa de especialistas (ou ignorantes) é um previsor mais confiável do que a opinião de um observador escolhido aleatoriamente. Duplicação de trabalho não é “custosa” (tempo de voluntários que terão benefício do uso do software) LGN aumenta probabilidade de localização de defeitos Testador de SL (com fontes) é “mais especialista” do que usuário típico de SP Pré-condições para o sucesso:  Pré-condições para o sucesso E. Raymond em “The Cathedral & The Bazaar” Promessa plausível: Programa inicial pode ter bugs, incompleto e mal documentado; mas, deve rodar e convencer seus potenciais colaboradores que ele evoluirá para algo arrumado e útil em futuro próximo. Coordenador deve ser capaz de reconhecer “boas idéias de design dos outros” SL X SP:  SL X SP SL aloca mais recursos a um problema do que SP Recursos de SL mais motivados – são voluntários (gerente tem que motivar pessoal de SP) SP com prazos e consumo de orçamento críticos Comunidade SL prospera na glória / reputação (gift culture) Não se menospreza contribuição; escolhe-se a melhor Contraste com academia onde a fama é alcançada às vezes, com “exposição de deficiências em trabalhos dos outros” Você alcança reputação através de reconhecimento dos outros Comunidade SP prospera na grana (cultura comercial) Evolução dos tipos de projetos SL:  Evolução dos tipos de projetos SL Década de 70: demos, jogos Década 80: Ferramentas para Internet Década 90: S.O. (atualmente com atividades de desenvolvimento para drivers de dispositivos e extensões) Agora + futuro: Aplicações para não-técnicos em Informática Ex: GIMP (gimp.org), um pacote tipo Photoshop com GUI amigável Medida de intensidade de interesse Número de submissões / anúncios de novas releases em www.freshmeat.net Preocupação da Microsoft: Documentos Halloween (opensource.org/halloween/) Negócios com Software:  Negócios com Software Decisão de compra influenciada pela percepção futura de (continuidade de) prestação de serviços Ex: Conversão para GNV (no único fornecedor em Campina Grande) no posto Dallas Serviços em SL: instalação, treinamento, melhorias (upgrades), suporte técnico e projetos complementares Ex: Linux A indústria de software é de serviços (e não “fábrica”) Pagamento de ISS Tendências nos negócios com SW:  Tendências nos negócios com SW Desenvolver tecnologia é lento e caro Fluxo contínuo de valores / serviços e receita entre fornecedor e cliente Crescimento do setor “serviços” com custo de aquisição baixando (maior base instalada) Continuação de tendência de preços de software (contrato -> pacote -> aluguel -> gratuito) Aumento de demanda por especialistas em desenvolvimento Economia de SL:  Economia de SL Maioria dos artigos sobre SL destaca o “bem” (ou “mal”) de SL – P&B. Do ponto de vista econômico – Cinza SL pode ser bom para certas coisas e menos bom para outras Empresas estão de alguma forma, envolvidas com SL (muitas vezes como fornecedoras de pacotes) Dependendo da origem, pessoas evitam falar bem ou mal Ter gente que entenda de licenças de SL para evitar problemas legais na comercialização Como ganhar $ com SL?:  Como ganhar $ com SL? No final da década de 90, algumas fornecedoras de GNU/Linux Red Hat, VA Linux, Slackware, ... Apesar de vendas de ações bem sucedidas, maioria fechou por falta de receitas suficientes para suportar operações (exceto RedHat) Linux é bom no servidor, para desenvolvimento Web, mas não tão bom no dsktop Software Livre no / como negócio:  Software Livre no / como negócio Quais as principais diferenças de Software Comercial (proprietário) Como usar SL para montar um negócio (agregação de valor + prestação de serviços) Características SL:  Características SL Download e (re-)instalação de múltiplas cópias gratuitas Atrativo de baixo custo de aquisição Considerar porém, o custo de posse Treinamento Perda de produtividade Suporte Características do desenvolvimento já discutidas... Inicialmente desenvolvido por um único programador ou pequeno grupo de programadores Sucesso atrai outros desenvolvedores Criação e funcionamento de “comunidade” Características SL:  Características SL Equipe trabalha de forma distribuída, com as mais diversas filiações Tempo cedido voluntariamente ou pago Funcionalidade evolui em função dos interesses dos desenvolvedores (e não, dos “usuários”) Evolução direcionada por quem tem mais tempo a dedicar (a desenvolvimento, discussões nas listas, ...) Possíveis desvios da “arquitetura” definida por autor(es) Perigo de inserir código com © de terceiros “SAC” pode ser demorado ou até, inexistir Características SP:  Características SP Desenvolvido de forma centralizada, sob controle de uma empresa, facilitando: definir e seguir roadmap para evolução aderência à arquitetura pressão para cumprir prazos e orçamento documentação / help / usabilidade (para aliviar suporte) distribuição por cópias binárias evita compilação simplifica configuração, integração, testes Diferença importante: Licenciamento:  Diferença importante: Licenciamento “Software Livre” ≠ “Software Grátis” Cuidado! Consulte advogado / empresa que já adota SL Para informações sobre várias formas de licenças de SL www.opensource.org Tipos de Licenças:  Tipos de Licenças SL no domínio público: não há restrições de uso GNU General Public License (GPL) Richard Stallman da Free Software Foundation Permite (re-)distribuição e qualquer alteração / evolução desde que novo código-fonte seja disponibilizado sem restrições caso cópias binárias sejam liberadas ou vendidas OBS: Apesar de GPL não restringir modificações para uso próprio, pode ser complicado vender software que inclua ou que seja derivado de software GPL. Bibliotecas com licença GNU Lesser General Public License (LGPL) Licença BSD © por (organização) autor(a) do código-fonte Permite modificações e redistribuição fonte / binário Algumas limitações (sem nenhuma garantia, ...) Tipos de Licenças:  Tipos de Licenças “Pílula de veneno” (poisson pill) Licença mista Fornecedor disponibiliza software (um BD, p.ex) sob um tipo de licença (GPL, ...) Programa (p.ex., aplicação) desenvolvido a partir do software (ou que use o software de alguma maneira) deve: [disponibilizar todo código-fonte E ceder os direitos para o fornecedor] OU então, [pagar pela licença], caso contrário Ex.: Berkeley BD (GPL) da Sleepy Cat Software Possível se autor detém direitos sobre o software ou se software é uma evolução de SL sem GPL Tipos de Licenças:  Tipos de Licenças Netscape Public License (NPL) Aplicada ao browser Mozilla contra a Microsoft Distingue entre modificações e novo código Modificações, consertos de bugs e melhorias em código já existente devem distribuir os fontes livremente Código novo pode ser (ou não) reservado como proprietário IBM PL Semelhante à NPL Negócios com $L:  Negócios com $L Clientes corporativos acostumados com “facilidades” características de SP (vs. $) Modelos de negócios com SL oferecem conveniência e/ou agregam valor esperados pelo mercado para geração de (fluxos de) receitas Negócios possíveis com SL:  Negócios possíveis com SL Distribuição (cópias binárias, já compiladas para certas plataformas) Walnut Creek: CD-ROM com binários de SL em domínio público ou “freeware” Downloads da Web reduziu interesse no CD Integração Software: Núcleo SO + drivers + utilitários interessantes + BD + ... CD é atraente para guardar backup, re-instalar, etc Red Hat, Sleepy Cat Software (Berkeley DB) Hardware: SO + BD + Aplicações já no servidor IBM com Linux em toda a sua linha de hardware (U$1.5B em 2002) Negócios possíveis com SL:  Negócios possíveis com SL Suporte Suporte de linha-de-frente é suportado por suporte de retaguarda (Engenharia) Se fornecedor não controlar software que suporta pode não ter como consertar defeitos (inexistência de Engenharia) Documentação Livros, manuais, tutoriais Ex.: O´Reilly Associates Treinamento Cursos presenciais, EaD, Conferências Negócios possíveis com SL:  Negócios possíveis com SL Outsourcing Contratos de desenvolvimento de software (com SL como base) Contratos podem ser exclusivos ou permitir contribuição para o código-fonte do SL base ou (re-)distribuição Base com GPL e se produto contrato for para venda, fontes devem ser disponibilizados Venda de pacotes (bundling) Linux (que continua livre) + Aplicações pagas Ex: Red Hat Venda de Extensões de SL Extensões em termos de desempenho, capacidade, segurança, ... OBS: Fornecedor deve ter © sobre o SL base Open Office da Sun Oportunidades ...:  Oportunidades ... SL pode acelerar criação do negócio Perfil técnico de autores polarizam ofertas SL para software básico (SO, BD, ferramentas, ...) Ex: Linux, PostgreSQL, Jakarta Tomcat (Web/app server) Oportunidades em substituição de máquinas Unix-RISC por Linux-Intel Oportunidades em serviços de migração WINTEL para LINTEL Oportunidades em aplicações ... e ameaças:  ... e ameaças SL torna a barreira de entrada (concorrência) no novo negócio criado, mais baixa Restrições legais / contratuais da licença Cuidado para código protegido por propriedade intelectual não acabar dentro do código-fonte do SL SCO x Linux (2003) O Valor de SL:  O Valor de SL Tema de investigação Ex: Projeto Free ROI (UFCG/DSC – CHESF) Medida freqüente é TCO (Total Cost of Ownership) Levantamento de TCO depende da situação e de vários fatores Cuidado com interesses nos “estudos” Estudo da IDC em 2002 encomendado pela Microsoft deu vantagem ao Windows (x Linux) Valor dos profissionais Windows treinados pela Microsoft mais “baratos” e podendo cuidar de “mais servidores” Estudos independentes posteriores demonstraram o contrário! O Valor de SL:  O Valor de SL Fatores que afetam TCO: Tamanho da rede corporativa e número servidores Mix de aplicações Tipos de processadores Necessidades de upgrade Treinamento Custo de administração Custo de Licenças Suporte (Perda de) produtividade Sistemas e arquivos herdados Comparação Linux, Windows:  Comparação Linux, Windows Cybersource (2002): TCO (US$) Bibliografia:  Bibliografia Eric. S. Raymond - “The Cathedral & The Bazaar – Musings on Linux and Open Source by na Accidental Revolutionary”, O’Reilly, 2001, 241 pp. ACM Queue Magazine – “The business of Open Source – When two worlds collide”, Vol. 1 No. 5, July / August 2005 Cutter Information LLC – “Open Source – Moving into the Enterprise”, Special Report, Cutter Consortium (www.cutter.com), 2003, 96 pp.

Add a comment

Related presentations

Related pages

ECONOMIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Prof. Dr. Antão ...

ETI-11SoftLivre.ppt ETI-12ProtegendoGanhos.ppt Listas de Exercícios ETI-ListaExer1.doc ETI-ListaExer2.doc ETI-ListaExer3.doc. Links Interessantes:
Read more