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Equipamentos Em Powerlifting

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Information about Equipamentos Em Powerlifting
Sports

Published on December 23, 2008

Author: marilia05

Source: slideshare.net

Description

Curso para formação de atletas de Levantamento de Potência, levantamento Básico ou Powerlifting. Aborda os equipamentos utilizados no esporte, como as roupas suporte (camisa de supino, macaquinho), faixas de punho e joelho, cintos, etc.
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Equipamentos em powerlifting: faixa de punho, faixa de joelho e cinto. Função, uso correto, biomecânica e prevenção de lesão Marilia Coutinho, Ph.D. CREF 059869-P/SP

Equipamentos Prevenção de lesões Carry-over Originalmente, todos os equipamentos surgiram como sistemas de suporte para áreas do corpo particularmente vulneráveis durante a execução de um determinado movimento. Ao oferecer tal proteção, todo equipamento direta ou indiretamente proporcionava um ganho de performance. Com o desenvolvimento da indústria de equipamentos e a sofisticação dos mesmos, o ganho de performance é o diferencial competitivo das marcas e fabricantes, ganhando, freqüentemente, da segurança como fator decisivo na compra pelo usuário.

Prevenção de lesões

Carry-over

Originalmente, todos os equipamentos surgiram como sistemas de suporte para áreas do corpo particularmente vulneráveis durante a execução de um determinado movimento.

Ao oferecer tal proteção, todo equipamento direta ou indiretamente proporcionava um ganho de performance.

Com o desenvolvimento da indústria de equipamentos e a sofisticação dos mesmos, o ganho de performance é o diferencial competitivo das marcas e fabricantes, ganhando, freqüentemente, da segurança como fator decisivo na compra pelo usuário.

Carry-over Carry-over é a carga adicional, sobre o levantamento não-equipado, proporcionada ao atleta pelo equipamento. O carry-over depende não apenas da qualidade e natureza do equipamento, mas da competência do atleta em desenvolver aptidão técnica para utilizá-lo O equipamento modifica o movimento do levantamento ao alterar a curva de tensão ao longo do movimento. O levantador, ao passar a utilizar equipamentos, especialmente as roupas suporte e faixas de joelho, passa por uma nova fase de adaptação neural, “aprendendo” um novo movimento.

Carry-over é a carga adicional, sobre o levantamento não-equipado, proporcionada ao atleta pelo equipamento.

O carry-over depende não apenas da qualidade e natureza do equipamento, mas da competência do atleta em desenvolver aptidão técnica para utilizá-lo

O equipamento modifica o movimento do levantamento ao alterar a curva de tensão ao longo do movimento.

O levantador, ao passar a utilizar equipamentos, especialmente as roupas suporte e faixas de joelho, passa por uma nova fase de adaptação neural, “aprendendo” um novo movimento.

Tipos de equipamento no Powerlifting Roupas suporte Camisa de supino Macaquinho (de agachamento e terra ou específico para cada levantamento) Camisa “erector” para terra e agachamento Faixas Faixa de joelho Faixa de punho Outros equipamentos Cinto Botas de agachamento Sapatilhas para levantamento terra

Roupas suporte

Camisa de supino

Macaquinho (de agachamento e terra ou específico para cada levantamento)

Camisa “erector” para terra e agachamento

Faixas

Faixa de joelho

Faixa de punho

Outros equipamentos

Cinto

Botas de agachamento

Sapatilhas para levantamento terra

Roupas suporte (camisas de supino) As mais simples são as chamadas “blast shirts”, que proporcionam pouco adicional de performance, são feitas de material bem flexível e são justas (esta é uma blast shirt da Inzer) Temos depois as camisas de uma camada só (“um pano”), mas com tecnologia mais avançada, tecido de patente própria mais resistente, onde a resistência, elasticidade e corte da manga proporcionam uma ação poderosa na primeira parte da fase concêntrica do movimento. Esta é a F6 da Titan.

Cada modelo de camisa oferece aumento de performance segundo um determinado encaixe e uma determinada trajetória da barra no levantamento. Esta é uma Katana A/S, própria para levantadores com encaixe alto e sem arco. A F6 favorece os levantamentos arqueados. Finalmente temos as camisas de várias camadas de tecido, de tecido muito resistente, como as de denim ou lona. Esta é uma camisa de denim de pano triplo da Inzer. Estas camisas são todas abertas atrás, pois o tecido não tem elasticidade suficiente para vestí-las como peça única.

Brasil também faz camisa!! Hades Murphy

Camisas e prevenção de lesão As camisas de supino são poderosos recursos para prevenção de lesão, protegendo a articulação do ombro, os tendões do peitoral e a própria musculatura (deltóides e peitoral)

As camisas de supino são poderosos recursos para prevenção de lesão, protegendo a articulação do ombro, os tendões do peitoral e a própria musculatura (deltóides e peitoral)

Do ponto de vista articular, o supino representa uma sobrecarga acentuada nas articulações do ombro, particularmente tendões do peitoral, ligamentos glenoumerais, junção acro-mioclavicular e outras. Considerando que o ponto de tensão máxima do movimento se dá com a musculatura peitoral totalmente estendida, também há um grande risco para a mesma, sendo a ruptura deste tecido uma lesão grave comum entre atletas de supino. A camisa de supino é eficiente na prevenção destes riscos.

 

Roupas suporte (macaquinhos) Este é um hardcore da Inzer, preferido por muitos levantadores por ter um tecido mais flexível do que o NXG da Titan, porém oferecendo boa resistência O centurion NXG da Titan é considerado por muitos levantadores o macaquinho que mais contribui na performance para o agachamento.

O macaquinho é utilizado tanto no levantamento terra quanto no agachamento. Sua contribuição, em termos de carry-over, é maior no agachamento. Segundo alguns atletas, é o que justifica as marcas proporcionalmente mais altas neste levantamento. Alguns atletas preferem realizar o levantamento terra sem equipamento.

O leviathan da Inzer é um equipamento de outra natureza: fabricado de tecido ultra-resistente e pouco flexível (como uma lona), esse macaquinho se presta a levantamentos ultra-pesados realizados em monolifts. Monolifts são sistemas dotados de ganchos que liberam a barra nos ombros do levantador sem que ele tenha que andar para trás com ela.

Roupas suporte (camisa erector) As camisas erector são utilizadas por alguns levantadores para auxiliar a manutenção de uma postura ereta durante o agachamento e o levantamento terra. São anunciadas pelos fabricantes como uma “musculatura lombar adicional” de suporte.

Faixas (punho) As faixas de punho são fabricadas em vários tamanhos. Cada federação autoriza um comprimento e largura máximos para este equipamento. Em geral vêm com passadores de polegar para que o atleta fixe a faixa enquanto ajusta o material elástico no punho.

Faixas (joelho) As faixas de joelho são fabricadas de material semelhante às de punho, com muitas variações no mercado. Os principais fabricantes fora do Brasil são a APT, a Inzer e a Titan. Esta é uma faixa de joelho produzida pelo fabricante brasileiro Murphy

As faixas de joelho são enroladas no seu esticamento quase máximo, produzindo uma sensação de “engessamento” nos joelhos do atleta. Deve ser enrolada até o ponto em que possa ser amarrada sobre si mesma, sem auxílio de velcro ou ganchos.

Cintos Cinto da Inzer, com catraca Cinto da Titan, com fivela Cintos do fabricante brasileiro Murphy

Calçados (botas e sapatilhas) Bota de agachamento da Metal, fabricante britânica Sapato de agachamento da Adidas, com solado reforçado

Sapatilha para levantamento terra da Power Sapato (sapatilha) para levantamento terra da Adidas Sapatos para levantamento terra da Asics

O tradicional Allstar, preferido por muitos levantadores, tanto para o agachamento como para o levantamento terra (incluindo esta professora que vos fala, que já usou sapatos de agachamento de vários fabricantes e ainda prefere seu Allstar)

Faixa de joelho A faixa de joelho é uma banda de material elástico relativamente resistente, em geral no comprimento de 2m ou mais, que se enrola na região da articulação do joelho do levantador quando este vai realizar o agachamento.

A faixa de joelho é uma banda de material elástico relativamente resistente, em geral no comprimento de 2m ou mais, que se enrola na região da articulação do joelho do levantador quando este vai realizar o agachamento.

Faixa de joelho Lesões As principais forças implicadas no movimento do agachamento são as forças de tensão do ligamento posterior cruzado (PCL), do ligamento anterior cruzado (ACL), as forças compressivas tibio-femural (TF) e patelo-femural (PF). Todas estas forças crescem com o aumento da flexão do joelho (Escamilla et all 2001), e crescem mais ainda sob resistência externa (Wallace et al 2002). Particularmente, TF e PF tendem a assumir maiores valores com o aumento da flexão dos joelhos (Escamilla 2001). A abertura das pernas no agachamento também altera as forças operando no corpo do levantador. Uma abertura mais ampla tende a aumentar o movimento tanto nas articulações do quadril como do joelho, agravando assim o aumento da PF/TF (Escamilla et al 2001b).

As principais forças implicadas no movimento do agachamento são as forças de tensão do ligamento posterior cruzado (PCL), do ligamento anterior cruzado (ACL), as forças compressivas tibio-femural (TF) e patelo-femural (PF). Todas estas forças crescem com o aumento da flexão do joelho (Escamilla et all 2001), e crescem mais ainda sob resistência externa (Wallace et al 2002). Particularmente, TF e PF tendem a assumir maiores valores com o aumento da flexão dos joelhos (Escamilla 2001). A abertura das pernas no agachamento também altera as forças operando no corpo do levantador. Uma abertura mais ampla tende a aumentar o movimento tanto nas articulações do quadril como do joelho, agravando assim o aumento da PF/TF (Escamilla et al 2001b).

Um dos estudos mais interessantes no que diz respeito ao foco deste curso é a análise biomecânica do torque tibial e ângulo de flexão dos joelhos por Senter e Hame (Senter & Hame 2006). De acordo com os autores, existem muitas lesões de joelho nos esportes em geral associadas com a hiper-flexão da articulação do joelho. Em tais ângulos, PCL e menisco são geralmente comprometidos. Joelhos com deficiência no PCL exibem maior rotação tibial externa, o que também prejudica a integridade da articulação. Os autores concluem que seria recomendável buscar a redução de forças sobre PCL, ACL e meniscos através de equipamento protetor adequado, treinamento apropriado e superfícies seguras.

Um dos estudos mais interessantes no que diz respeito ao foco deste curso é a análise biomecânica do torque tibial e ângulo de flexão dos joelhos por Senter e Hame (Senter & Hame 2006). De acordo com os autores, existem muitas lesões de joelho nos esportes em geral associadas com a hiper-flexão da articulação do joelho. Em tais ângulos, PCL e menisco são geralmente comprometidos. Joelhos com deficiência no PCL exibem maior rotação tibial externa, o que também prejudica a integridade da articulação. Os autores concluem que seria recomendável buscar a redução de forças sobre PCL, ACL e meniscos através de equipamento protetor adequado, treinamento apropriado e superfícies seguras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Faixa de joelho Uso adequado Há grande controvérsia entre atletas e treinadores quanto à melhor maneira de enfaixar os joelhos. Os principais pontos de divergência dizem respeito a: Enfaixar preferencialmente com a faixa no sentido “fora para dentro” (puxando a patela para dentro) ou para fora? Enfaixar com os joelhos totalmente estendidos ou semi-flexionados? Não há consenso quanto a estas questões Faixas diferentes podem exercer melhor efeito se enroladas em espiral ou cruzadas

Há grande controvérsia entre atletas e treinadores quanto à melhor maneira de enfaixar os joelhos. Os principais pontos de divergência dizem respeito a:

Enfaixar preferencialmente com a faixa no sentido “fora para dentro” (puxando a patela para dentro) ou para fora?

Enfaixar com os joelhos totalmente estendidos ou semi-flexionados?

Não há consenso quanto a estas questões

Faixas diferentes podem exercer melhor efeito se enroladas em espiral ou cruzadas

Método espiral (mais ou menos)

Método cruzado

Faixa de punho História Equipamentos para proteção da articulação do punho existem há muito tempo, sendo que os primeiros modelos patenteados datam do início do século XX. Aparentemente, sempre houve a percepção de que esforços envolvendo as mãos, inicialmente de trabalho, deixavam a articulação do punho vulnerável a lesões. Assim, a restrição dos movimentos de flexão antero-posterior e lateral do punho foi precocemente identificada como uma forma eficiente de proteger a articulação.

Equipamentos para proteção da articulação do punho existem há muito tempo, sendo que os primeiros modelos patenteados datam do início do século XX. Aparentemente, sempre houve a percepção de que esforços envolvendo as mãos, inicialmente de trabalho, deixavam a articulação do punho vulnerável a lesões.

Assim, a restrição dos movimentos de flexão antero-posterior e lateral do punho foi precocemente identificada como uma forma eficiente de proteger a articulação.

 

 

 

Faixa de punho Lesões de cotovelo Uma boa parte das lesões de cotovelo se origina em estresse sobre a articulação do punho. Não por acaso, a principal lesão esportiva associada ao levantamento de peso é a lesão ao nervo ulnar no cotovelo.

Uma boa parte das lesões de cotovelo se origina em estresse sobre a articulação do punho. Não por acaso, a principal lesão esportiva associada ao levantamento de peso é a lesão ao nervo ulnar no cotovelo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Faixa de punho Uso adequado As faixas de punho podem ou não ser fixadas a partir do passador de polegar (que deve ser liberado e guardado no meio da faixa).

As faixas de punho podem ou não ser fixadas a partir do passador de polegar (que deve ser liberado e guardado no meio da faixa).

Cinto controvérsias Zink et al (2001) estudaram os efeitos do cinto comum sobre a atividade muscular e cinemática das juntas no tronco e pernas durante o agachamento. Eles observaram que o emprego de um cinto não mudava a atividade mio-elétrica durante o movimento, mas alterava sua velocidade e o caminho da barra. Conseqüentemente, atividade mio-elétrica não é um bom indicador do efeito do equipamento sobre o levantamento, uma vez que o cinto obviamente proporcionou uma vantagem substancial (alterações “significativas” na velocidade do movimento e caminho da barra indicam, ambos, que o movimento foi facilitado e, intuitivamente, um carry-over desconhecido proporcionado).

Zink et al (2001) estudaram os efeitos do cinto comum sobre a atividade muscular e cinemática das juntas no tronco e pernas durante o agachamento. Eles observaram que o emprego de um cinto não mudava a atividade mio-elétrica durante o movimento, mas alterava sua velocidade e o caminho da barra. Conseqüentemente, atividade mio-elétrica não é um bom indicador do efeito do equipamento sobre o levantamento, uma vez que o cinto obviamente proporcionou uma vantagem substancial (alterações “significativas” na velocidade do movimento e caminho da barra indicam, ambos, que o movimento foi facilitado e, intuitivamente, um carry-over desconhecido proporcionado).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cinto História Assim como as faixas de punho, cintos utilizados com a finalidade de proteger a região lombar durante esforços repetidos e/ou contra grandes resistências datam de muito tempo atrás. Os primeiros equipamentos patenteados nessa linha datam do início do século XX.

Assim como as faixas de punho, cintos utilizados com a finalidade de proteger a região lombar durante esforços repetidos e/ou contra grandes resistências datam de muito tempo atrás.

Os primeiros equipamentos patenteados nessa linha datam do início do século XX.

 

 

 

 

Cinto Uso adequado Varia muito a preferência dos levantadores por diferentes tipos e modelos de cinto. Alguns levantadores preferem cintos mais rígidos e largos para o agachamento e mais flexíveis para o levantamento terra. Os cintos quase sempre são mais apertados para o agachamento do que para o levantamento terra. No supino, a maioria dos levantadores só utiliza o cinto para prender a camisa de força.

Varia muito a preferência dos levantadores por diferentes tipos e modelos de cinto. Alguns levantadores preferem cintos mais rígidos e largos para o agachamento e mais flexíveis para o levantamento terra.

Os cintos quase sempre são mais apertados para o agachamento do que para o levantamento terra.

No supino, a maioria dos levantadores só utiliza o cinto para prender a camisa de força.

Equipamentos: segurança e prevenção de lesões Todos os equipamentos têm uma função de proteção, prevenindo lesões graves. Alguns, no entanto, estão mais associados à prevenção do que outros. Os equipamentos que exercem maior função de proteção também são aqueles de menor custo.

Todos os equipamentos têm uma função de proteção, prevenindo lesões graves. Alguns, no entanto, estão mais associados à prevenção do que outros.

Os equipamentos que exercem maior função de proteção também são aqueles de menor custo.

$201 De $57 a $80.7 De $35 a $52.8 E De $195 a $418 E De $182,82 a $318,54 Metal Sport and Wear $37.95 De $15.95 a $32.95 De $13,95 a $24.95 APT ProWristStraps De $89,95 a $119,95 $22.00 De $12.95 a $17.00 $150.00 De $99,00 a $150,00 Titan Support Systems De $39,95 a $140,00 De $16.50 a $22.00 De $12.50 a $17.00 De $42.00 a $325.00 De $38.00 a $225.00 Inzer Advanced Designs Cinto Faixa de joelho Faixa de punho Macaquinho de agachamento Camisa de supino Empresa Preços em Dólares Americanos

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