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ECG

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Information about ECG

Published on February 19, 2008

Author: VaniaCaldeira

Source: slideshare.net

Description

Apresentação de Fisiologia II sobre o ECG
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Electrocardiograma - Electrogénese e Eixo Eléctrico - Fisiologia II 2007/08 Vânia Caldeira

Electrogénese O coração é dotado de um sistema electrogénico para: Gerar impulsos ritmados que produzem a contracção rítmica do músculo cardíaco Conduzir esses impulsos, rapidamente, através do coração Muitas fibras cardíacas têm a capacidade de auto-excitação, processo que pode produzir descarga e contracção rítmica automáticas, particularmente as fibras do Sistema Cárdio-Nector (sistema especializado de condução do coração).

O coração é dotado de um sistema electrogénico para:

Gerar impulsos ritmados que produzem a contracção rítmica do músculo cardíaco

Conduzir esses impulsos, rapidamente, através do coração

Muitas fibras cardíacas têm a capacidade de auto-excitação, processo que pode produzir descarga e contracção rítmica automáticas, particularmente as fibras do Sistema Cárdio-Nector (sistema especializado de condução do coração).

Mecanismo de Ritmicidade do Nódulo Sinusal (SA) O Nódulo Sinusal controla a frequência dos batimentos de todo o coração. O impulso eléctrico é gerado neste nódulo a partir de potenciais de acção .

O Nódulo Sinusal controla a frequência dos batimentos de todo o coração.

O impulso eléctrico é gerado neste nódulo a partir de potenciais de acção .

Potenciais de Acção e Canais Canais Iónicos que influenciam o potencial de acção: Canais rápidos de Na + Rápida deflexão ascendente ( despolarização ) Canais lentos de Ca 2+ Plateau do potencial Canais de K + Retorno do potencial ao nível de repouso ( repolarização )

Canais Iónicos que influenciam o potencial de acção:

Canais rápidos de Na +

Rápida deflexão ascendente ( despolarização )

Canais lentos de Ca 2+

Plateau do potencial

Canais de K +

Retorno do potencial ao nível de repouso ( repolarização )

Potenciais Acção Fibra Muscular vs Fibra Nódulo SA Mais rápida Mais lenta Repolarização Desenvolvimento mais rápido (graças aos canais de Na+) Desenvolvimento mais lento (graças aos canais de Ca2+) Potencial de Acção (despolarização) Abrem e são responsáveis pela despolarização inicial Inactivados (estão fechados) Canais Na+ -85 a -90mV -55 a -60mV Potencial Repouso Fibra M.Ventricular Fibra Nódulo SA

Potenciais Acção Fibra Muscular vs Fibra Nódulo SA

Potencial de Repouso das Fibras do Nódulo SA Razão para a menor negatividade do potencial de repouso das fibras SA A membrana celular destas fibras é naturalmente vazante para os iões Na+, e as cargas positivas destes que chegam à célula neutralizam a negatividade intracelular; devido: À alta concentração de iões Na+ no líquido extracelular Carga eléctrica negativa no interior das fibras SA

Razão para a menor negatividade do potencial de repouso das fibras SA

A membrana celular destas fibras é naturalmente vazante para os iões Na+, e as cargas positivas destes que chegam à célula neutralizam a negatividade intracelular; devido:

À alta concentração de iões Na+ no líquido extracelular

Carga eléctrica negativa no interior das fibras SA

Auto-excitação do Nódulo SA Entre cada dois batimentos cardíacos, o potencial de repouso vai aumentando devido ao influxo de Na+ Até alcançar o limiar de excitação: -40mV Abrem-se os canais de Ca2+: entrada rápida de iões cálcio  Despolarização Potencial de acção Inactivação dos canais de Ca2+ após 100 a 150 milissegundos Abertura dos canais de K+  Repolarização (redução do potencial celular) Os canais de K+ permanecem abertos por mais alguns décimos de segundo; este envio de cargas positivas para o meio extracelular conduz a um potencial de Hiperpolarização - excesso de electronegatividade (-60mV) Encerramento progressivos dos canais de K+ e input de Na+ : Potencial de Repouso varie até ao valor limiar (-40mV)

Entre cada dois batimentos cardíacos, o potencial de repouso vai aumentando devido ao influxo de Na+

Até alcançar o limiar de excitação: -40mV

Abrem-se os canais de Ca2+: entrada rápida de iões cálcio  Despolarização

Potencial de acção

Inactivação dos canais de Ca2+ após 100 a 150 milissegundos

Abertura dos canais de K+  Repolarização (redução do potencial celular)

Os canais de K+ permanecem abertos por mais alguns décimos de segundo; este envio de cargas positivas para o meio extracelular conduz a um potencial de Hiperpolarização - excesso de electronegatividade (-60mV)

Encerramento progressivos dos canais de K+ e input de Na+ : Potencial de Repouso varie até ao valor limiar (-40mV)

Transmissão do Impulso Eléctrico As extremidades das fibras do Nódulo SA comunicam com as fibras musculares auriculares próximas Os potenciais de acção (gerados no Nódulo SA) passam para essas fibras musculares auriculares (propagação do potencial através de toda a massa muscular auricular) A velocidade de condução no músculo auricular é de cerca de 0,3m/s, mas é mais rápida (1m/s) nalguns feixes delgados de fibras auriculares (vias internodais anterior, média e posterior) Alcançam o Nódulo Auriculo-Ventricular (AV)

As extremidades das fibras do Nódulo SA comunicam com as fibras musculares auriculares próximas

Os potenciais de acção (gerados no Nódulo SA) passam para essas fibras musculares auriculares (propagação do potencial através de toda a massa muscular auricular)

A velocidade de condução no músculo auricular é de cerca de 0,3m/s, mas é mais rápida (1m/s) nalguns feixes delgados de fibras auriculares (vias internodais anterior, média e posterior)

Alcançam o Nódulo Auriculo-Ventricular (AV)

Condução do Impulso Eléctrico

Transmissão do Impulso Eléctrico O sistema de condução organiza-se de forma a que o impulso eléctrico não passe muito rapidamente das aurículas para os ventrículos, permitindo que as aurículas enviem o sangue para os ventrículos, antes do início da sístole ventricular Este atraso na transmissão é primeiramente assegurado pelo Nódulo AV e pelas suas fibras

O sistema de condução organiza-se de forma a que o impulso eléctrico não passe muito rapidamente das aurículas para os ventrículos, permitindo que as aurículas enviem o sangue para os ventrículos, antes do início da sístole ventricular

Este atraso na transmissão é primeiramente assegurado pelo Nódulo AV e pelas suas fibras

Atraso na Condução do Impulso Eléctrico 0,13 seg 0,16 seg ATRASO TOTAL Nódulo SA – Ventrículos 0,04 seg Feixe penetrante AV – Músculo contráctil ventricular 0,09 seg Nódulo AV – porção penetrante feixe AV 0,03 seg Nódulo SA – Nódulo AV Atrasos

Condução Lenta do Nódulo AV Motivos: Dimensões consideravelmente menores que as das fibras musculares auriculares normais Número diminuto de junções intercelulares abertas: grande resistência à condução de iões excitatórios de uma célula para outra  Cada célula subsequente só é excitada lentamente

Motivos:

Dimensões consideravelmente menores que as das fibras musculares auriculares normais

Número diminuto de junções intercelulares abertas:

grande resistência à condução de iões excitatórios de uma célula para outra 

Cada célula subsequente só é excitada lentamente

Sentido Unidireccional da Condução Os potenciais de acção são conduzidos apenas em sentido anterógrado, ou seja, das aurículas para os ventrículos, devido a: Barreira fibrosa contínua que separa as aurículas dos ventrículos, que actua como isolante Esta impede a passagem do impulso cardíaco por outra via além do feixe AV Este feixe (excepto em situações patológicas) apenas conduz o impulso das aurículas para os ventrículos

Os potenciais de acção são conduzidos apenas em sentido anterógrado, ou seja, das aurículas para os ventrículos, devido a:

Barreira fibrosa contínua que separa as aurículas dos ventrículos, que actua como isolante

Esta impede a passagem do impulso cardíaco por outra via além do feixe AV

Este feixe (excepto em situações patológicas) apenas conduz o impulso das aurículas para os ventrículos

Sistema de Purkinje As fibras de Purkinje saem do Nódulo AV, passam pelo feixe AV e chegam aos ventrículos São fibras muito grossas (mais que as fibras musculares ventriculares normais) Conduzem potenciais de acção com uma velocidade de 1,5 a 4,0 m/s (6x mais rápido do que o músculo ventricular e 150x mais rápido do que algumas fibras nodais AV) Condução quase que imediata do impulso cardíaco para todo o músculo ventricular

As fibras de Purkinje saem do Nódulo AV, passam pelo feixe AV e chegam aos ventrículos

São fibras muito grossas (mais que as fibras musculares ventriculares normais)

Conduzem potenciais de acção com uma velocidade de 1,5 a 4,0 m/s (6x mais rápido do que o músculo ventricular e 150x mais rápido do que algumas fibras nodais AV)

Condução quase que imediata do impulso cardíaco para todo o músculo ventricular

Condução Rápida nas Fibras de Purkinje Motivos: Alto nível de permeabilidade das junções intercelulares nos discos intercalares entre células cardíacas vizinhas Os iões são transmitidos mais facilmente de uma célula para a vizinha Maior velocidade de condução do potencial de acção Reduzido número de miofibrilhas contrácteis Praticamente não se contraem durante a transmissão do impulso

Motivos:

Alto nível de permeabilidade das junções intercelulares nos discos intercalares entre células cardíacas vizinhas

Os iões são transmitidos mais facilmente de uma célula para a vizinha

Maior velocidade de condução do potencial de acção

Reduzido número de miofibrilhas contrácteis

Praticamente não se contraem durante a transmissão do impulso

Sistema de Purkinje O Feixe AV penetra pelo septo interventricular até ao ápice do coração O feixe divide-se então em dois ramos: um esquerdo e um direito, para cada um dos ventrículos As extremidades das fibras de Purkinje penetram, em cerca de um terço, na massa muscular e, depois, tornam-se contínuas com as fibras musculares cardíacas A condução neste sistema dura cerca de 0,03 seg

O Feixe AV penetra pelo septo interventricular até ao ápice do coração

O feixe divide-se então em dois ramos: um esquerdo e um direito, para cada um dos ventrículos

As extremidades das fibras de Purkinje penetram, em cerca de um terço, na massa muscular e, depois, tornam-se contínuas com as fibras musculares cardíacas

A condução neste sistema dura cerca de 0,03 seg

Condução no Músculo Ventricular Velocidade de transmissão nas fibras musculares ventriculares é de 0,3 a 0,5 m/s A condução do impulso cardíaco, desde os ramos iniciais do feixe até à última fibra muscular ventricular, no coração normal, é cerca de 0,06 seg.

Velocidade de transmissão nas fibras musculares ventriculares é de 0,3 a 0,5 m/s

A condução do impulso cardíaco, desde os ramos iniciais do feixe até à última fibra muscular ventricular, no coração normal, é cerca de 0,06 seg.

ECG e Condução do Impulso Eléctrico

Traçado do Electrocardiograma

Características de electrocardiograma normal Onda P – formada pelos potenciais eléctricos gerados durante a despolarização auricular antes da contracção Complexo QRS – causado pelos potenciais gerados quando os ventrículos se despolarizam antes da sua contracção. (rápida) Onda T – causada pelos potenciais gerados quando os ventrículos repolarizam. (lenta)

Onda P – formada pelos potenciais eléctricos gerados durante a despolarização auricular antes da contracção

Complexo QRS – causado pelos potenciais gerados quando os ventrículos se despolarizam antes da sua contracção. (rápida)

Onda T – causada pelos potenciais gerados quando os ventrículos repolarizam. (lenta)

Traçado do Electrocardiograma Intervalo P-Q ou P-R – tempo entre o inicio da onda P e o inicio do complexo QRS; intervalo entre inicio da excitação eléctrica das aurículas e dos ventrículos (0,26s).Também se denomina intervalo P-R pois há frequentemente ausência da onda Q. Intervalo Q-T – contracção do ventrículo, do inicio da onda Q ate ao final da onda T (0,35s).

Intervalo P-Q ou P-R – tempo entre o inicio da onda P e o inicio do complexo QRS; intervalo entre inicio da excitação eléctrica das aurículas e dos ventrículos (0,26s).Também se denomina intervalo P-R pois há frequentemente ausência da onda Q.

Intervalo Q-T – contracção do ventrículo, do inicio da onda Q ate ao final da onda T (0,35s).

Fluxo de corrente Coração suspenso num meio condutor Ventrículos - corrente do negativo para o positivo (da base para o ápice) durante despolarização excepto no final. Eléctrodo positivo – colocado no ápice Eléctrodo negativo – colocado na base Registo positivo no electrocardiograma

Coração suspenso num meio condutor

Ventrículos - corrente do negativo para o positivo (da base para o ápice) durante despolarização excepto no final.

Eléctrodo positivo – colocado no ápice

Eléctrodo negativo – colocado na base

Registo positivo no electrocardiograma

Derivações bipolares periféricas Conexões eléctricas entres os membros do paciente e o electrocardiografo. Bipolar – registado por 2 eléctrodos de ambos os lados do coração. Conjunto de fios condutores e eléctrodos formando um circuito completo com o electrocardiografo.

Conexões eléctricas entres os membros do paciente e o electrocardiografo.

Bipolar – registado por 2 eléctrodos de ambos os lados do coração.

Conjunto de fios condutores e eléctrodos formando um circuito completo com o electrocardiografo.

Derivações bipolares periféricas Derivação I – terminal negativo no braço direito e terminal positivo no braço esquerdo. Derivação II – terminal negativo no braço direito e terminal positivo na perna esquerda. Derivação III – terminal negativo no braço esquerdo e positivo na perna esquerda. Triangulo de Einthoven – triangulo em torno da área cardíaca, no qual os 2 braços e a perna esquerda formam os seus vértices.

Derivação I – terminal negativo no braço direito e terminal positivo no braço esquerdo.

Derivação II – terminal negativo no braço direito e terminal positivo na perna esquerda.

Derivação III – terminal negativo no braço esquerdo e positivo na perna esquerda.

Triangulo de Einthoven – triangulo em torno da área cardíaca, no qual os 2 braços e a perna esquerda formam os seus vértices.

Lei de Einthoven Se os potenciais eléctricos de 2 derivações forem conhecidos (em determinado instante) a 3ª pode ser determinada matematicamente através da soma das 2 primeiras. Registo das derivações: O registo das derivações são semelhantes Este registo é importante no diagnóstico das lesões ventriculares, auriculares e no sistema de Purkinje.

Se os potenciais eléctricos de 2 derivações forem conhecidos (em determinado instante) a 3ª pode ser determinada matematicamente através da soma das 2 primeiras.

Registo das derivações:

O registo das derivações são semelhantes

Este registo é importante no diagnóstico das lesões ventriculares, auriculares e no sistema de Purkinje.

 

Derivações unipolares pré-cordiais Com 1 eléctrodo regista-se as diferenças de potencial mais próximo possível do coração. O eléctrodo ocupa 6 posições sucessivas na região pré-cordial. O eléctrodo está conectado ao terminal positivo do electrocardiografo e o negativo – eléctrodo indiferente – está conectado por resistência eléctricas aos braços e perna esquerda.

Com 1 eléctrodo regista-se as diferenças de potencial mais próximo possível do coração.

O eléctrodo ocupa 6 posições sucessivas na região pré-cordial.

O eléctrodo está conectado ao terminal positivo do electrocardiografo e o negativo – eléctrodo indiferente – está conectado por resistência eléctricas aos braços e perna esquerda.

Derivações unipolares pré-cordiais V1 e V2 – correspondem à aurícula e ventrículo direitos. V4, V5 e V6 – correspondem ao ventrículo esquerdo. P é máxima em V1 e positiva em toda a zona pré-cordial. Q é nula em V1, V2 e V3 e pequena em todas as outras. As ondas R e S variam de V1 a V6.

V1 e V2 – correspondem à aurícula e ventrículo direitos.

V4, V5 e V6 – correspondem ao ventrículo esquerdo.

P é máxima em V1 e positiva em toda a zona pré-cordial.

Q é nula em V1, V2 e V3 e pequena em todas as outras.

As ondas R e S variam de V1 a V6.

Derivações unipolares dos membros 2 eléctrodos, 1 deles na posição vizinha do 0 e explora-se com o outro as variações de potencial produzidas nas extremidades dos membros. 2 membros ligados ao terminal negativo e outro ao positivo. aVR – terminal positivo no braço direito aVL – terminal positivo no braço esquerdo aVF – terminal positivo na perna esquerda.

2 eléctrodos, 1 deles na posição vizinha do 0 e explora-se com o outro as variações de potencial produzidas nas extremidades dos membros.

2 membros ligados ao terminal negativo e outro ao positivo.

aVR – terminal positivo no braço direito

aVL – terminal positivo no braço esquerdo

aVF – terminal positivo na perna esquerda.

Interpretação electrocardiográfica – análise vectorial Correntes fluem numa direcção particular em cada momento do ciclo cardíaco. Vector: - + (comprimento = voltagem) Direcção da corrente: Septo interventricular e paredes endocárdicas laterais Porções externas do coração Também há corrente nas câmaras: despol.  polariz. Vector resultante das correntes : base do coração  vértice

Correntes fluem numa direcção particular em cada momento do ciclo cardíaco.

Vector: - + (comprimento = voltagem)

Direcção da corrente:

Septo interventricular e paredes endocárdicas laterais

Porções externas do coração

Também há corrente nas câmaras: despol.  polariz.

Vector resultante das correntes : base do coração  vértice

Representação vectorial Vector horizontal em direcção à esquerda = 0º Derivação I – eléctrodos em posição horizontal (0º) Derivação II (60º) Derivação III (120º)

Vector horizontal em direcção à esquerda = 0º

Derivação I – eléctrodos em posição horizontal (0º)

Derivação II (60º)

Derivação III (120º)

Análise vectorial dos potenciais em diferentes derivações É possível utilizar o vector cardíaco e os eixos para determinar o potencial em cada derivação. A – Vector cardíaco B – Vector resultante A B

É possível utilizar o vector cardíaco e os eixos para determinar o potencial em cada derivação.

A – Vector cardíaco

B – Vector resultante

Análise vectorial dos potenciais em diferentes derivações A – Vector cardíaco B – Vector resultante em I C – Vector resultante em II D – Vector resultante em III C D A B

A – Vector cardíaco

B – Vector resultante em I

C – Vector resultante em II

D – Vector resultante em III

Análise vectorial – onda P Despolarização das aurículas  nódulo SA Repolarização das aurículas (onda T auricular). Ocorre ao mesmo tempo que o complexo QRS (não visível no ECG) 1ª região a despolarizar – nódulo SA (fica +)

Despolarização das aurículas  nódulo SA

Repolarização das aurículas (onda T auricular).

Ocorre ao mesmo tempo que o complexo QRS (não visível no ECG)

1ª região a despolarizar – nódulo SA (fica +)

Análise vectorial – complexo QRS O impulso eléctrico chega ao ventrículo pelo feixe AV. Despolarização: Superfície endocárdica esquerda do septo 2 superfícies endocárdicas Superfície endocárdica dos 2 ventrículos Superfície externa do coração

O impulso eléctrico chega ao ventrículo pelo feixe AV.

Despolarização:

Superfície endocárdica esquerda do septo

2 superfícies endocárdicas

Superfície endocárdica dos 2 ventrículos

Superfície externa do coração

Análise vectorial – onda T Repolarização dos ventrículos: Superfície externa dos ventrículos (vértice) Áreas endocárdicas

Repolarização dos ventrículos:

Superfície externa dos ventrículos (vértice)

Áreas endocárdicas

Eixo eléctrico médio do QRS ventricular Na maior parte, a direcção é para o vértice cardíaco (59º) Eixo determinado a partir do ECG das derivações bipolares periféricas padrão.

Na maior parte, a direcção é para o vértice cardíaco (59º)

Eixo determinado a partir do ECG das derivações bipolares periféricas padrão.

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