CóPia De Sn Central MóDulo 7

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Information about CóPia De Sn Central MóDulo 7

Published on July 31, 2008

Author: lsanfim

Source: slideshare.net

Prosencéfalo – telencéfalo e diencéfalo Diencéfalo – 2% do SNC Regulação de uma variedade de comportamentos sociais (agressão, comportamento sexual, maternal) tálamo, hipotálamo, epitálamo e subtálamo, todos em relação com o III Ventrículo e a hipófise

Prosencéfalo – telencéfalo e diencéfalo

Diencéfalo – 2% do SNC

Regulação de uma variedade de comportamentos sociais (agressão,

comportamento sexual, maternal)

tálamo, hipotálamo, epitálamo e subtálamo, todos em relação com o III

Ventrículo e a hipófise

III VENTRÍCULO Estreita Fenda ímpar e mediana Comunica-se com o IV Ventrículo pelo aqueduto cerebral e com os Ventrículos laterais pelos foramens interventriculares. Ao corte sagital Mediano Paredes laterais são expostas – sulco hipotalâmico As porções acima deste sulco = Tálamo As porções abaixo deste sulco = Hipotálamo Unindo os dois Tálamos = aderência intertalâmica Assoalho do III Ventrículo – quiasma óptico, infundíbulo, tuber cinério e corpos mamilares (hipotálamo) Parte posterior e acima do sulco hipotalâmico = Epitálamo Saindo de cada lado do epitálamo e percorrendo a parte mais alta das paredes laterais do III Ventrículo = tela coróide -> plexo coróide Ventrículos Laterais.

III VENTRÍCULO

Estreita Fenda ímpar e mediana

Comunica-se com o IV Ventrículo pelo aqueduto cerebral e com os

Ventrículos laterais pelos foramens interventriculares.

Ao corte sagital Mediano

Paredes laterais são expostas – sulco hipotalâmico

As porções acima deste sulco = Tálamo

As porções abaixo deste sulco = Hipotálamo

Unindo os dois Tálamos = aderência intertalâmica

Assoalho do III Ventrículo – quiasma óptico, infundíbulo, tuber cinério e

corpos mamilares (hipotálamo)

Parte posterior e acima do sulco hipotalâmico = Epitálamo

Saindo de cada lado do epitálamo e percorrendo a parte mais alta das

paredes laterais do III Ventrículo = tela coróide -> plexo coróide

Ventrículos Laterais.

 

Parede Anterior do III Ventrículo = lâmina terminal – une os dois Hemisférios e se dispõe entre o quiasma óptico e a comissura anterior A lâmina termina a comissura anterior e as partes adjacentes das paredes laterais do III Ventrículo = TELENCÉFALO. Evaginações do III Ventrículo = recesso do infundíbulo recesso óptico recesso pineal recesso suprapineal

Parede Anterior do III Ventrículo = lâmina terminal – une os dois

Hemisférios e se dispõe entre o quiasma óptico e a comissura anterior

A lâmina termina a comissura anterior e as partes adjacentes das

paredes laterais do III Ventrículo = TELENCÉFALO.

Evaginações do III Ventrículo = recesso do infundíbulo

recesso óptico

recesso pineal

recesso suprapineal

 

TÁLAMO Localizado no centro do cérebro = Painel de controle ou filtro central - Filtra o que realmente é importante. Estação de retransmissão – informações sensoriais param nele – processadas -> Córtex. Infromações motoras do córtex, dos núcleos da base e do cerebelo - tálamo Principal centro de estímulos sensoriais para o córtex Exceção do estímulo olfatório bulbos olfativos (base do córtex frontal) amigdala (processamento) Função de integração e modificação de estímulos Funciona como um relé – quando os estímulos sensoriais chegam ao tálamo = entram nas rotas locais através dos núcleos visuais, auditivos Somatossensoriais etc. Projeção para regiões específicas do córtex As informações sensoriais são sintetizadas e organizadas com as informações cognitivas em outros locais

TÁLAMO

Localizado no centro do cérebro = Painel de controle ou filtro central

- Filtra o que realmente é importante.

Estação de retransmissão – informações sensoriais param nele – processadas

-> Córtex.

Infromações motoras do córtex, dos núcleos da base e do cerebelo - tálamo

Principal centro de estímulos sensoriais para o córtex

Exceção do estímulo olfatório bulbos olfativos (base do córtex

frontal) amigdala (processamento)

Função de integração e modificação de estímulos

Funciona como um relé – quando os estímulos sensoriais chegam ao

tálamo = entram nas rotas locais através dos núcleos visuais, auditivos

Somatossensoriais etc. Projeção para regiões específicas do

córtex

As informações sensoriais são sintetizadas e organizadas com as

informações cognitivas em outros locais

Motricidade – Núcleos Ventral Anterior e Ventral Lateral interpostos em circuitos pálidos-corticais e cerebelo-corticais. Comportamento emocional – Núcleos do grupo anterior, integrantes do Sistema límbico e do núcleo dorsal medial com conexões com áreas pré-frontais. Com a ativação do córtex – Núcleos talâmicos inespecíficos e suas conexões com o sistema reticular ativador ascendente.

Motricidade – Núcleos Ventral Anterior e Ventral Lateral interpostos em

circuitos pálidos-corticais e cerebelo-corticais.

Comportamento emocional – Núcleos do grupo anterior, integrantes do

Sistema límbico e do núcleo dorsal medial com conexões com áreas

pré-frontais.

Com a ativação do córtex – Núcleos talâmicos inespecíficos e suas

conexões com o sistema reticular ativador ascendente.

 

 

 

 

 

 

Núcleos Talâmicos Grupo Anterior – recebem fibras dos núcleos mamilares pelo fascículo mamilo -talâmico córtex do giro do cíngulo (circuito de Papez) Sist. Límbico Grupo Posterior Pulvinar Associação temporo-parietal do córtex Corpo Geniculado Medial Fibras para áreas auditivas Corpo Geniculado Lateral Áreas visuais do córtex Grupo Lateral – mais importante e complicado Subgrupo Dorsal e Subgrupo Ventral (+ importante) Núcleo Ventral Anterior – recebe as fibras do globo pálido áreas motoras do córtex cerebral = função ligado à motricidade. Núcleo Ventral Lateral – recebe as fibras do cerebelo áreas motoras do córtex cerebral/ Recebe tb parte das fibras que do globo pálido se dirigem ao tálamo

Núcleos Talâmicos

Grupo Anterior – recebem fibras dos núcleos mamilares pelo fascículo mamilo

-talâmico córtex do giro do cíngulo (circuito de Papez) Sist. Límbico

Grupo Posterior

Pulvinar Associação temporo-parietal do córtex

Corpo Geniculado Medial Fibras para áreas auditivas

Corpo Geniculado Lateral Áreas visuais do córtex

Grupo Lateral – mais importante e complicado

Subgrupo Dorsal e Subgrupo Ventral (+ importante)

Núcleo Ventral Anterior – recebe as fibras do globo pálido áreas

motoras do córtex cerebral = função ligado à motricidade.

Núcleo Ventral Lateral – recebe as fibras do cerebelo áreas motoras

do córtex cerebral/ Recebe tb parte das fibras que do globo pálido se

dirigem ao tálamo

Núcleo ventral postero-lateral – relé das vias sensitivas. Fibras do lemnisco medial (tato epicrítico e propriocepção cs) e do lemnisco espinhal (temperatura, dor, pressão e tato protopático) córtex do giro pós-central (área somestésica) Núcleo ventral postero-medial – também relé das vias sensitivas Leminisco trigeminal (sensibilidade somática de parte da cabeça) e fibras Gustativas áreas somestésicas e gustativas no giro pós-central Núcleo reticular do tálamo – fina calota de substância cinzenta disposta lateralmente entre o ovóide e a cápsula interna Atravessado por quase todas as fibras tálamo-corticais ou córtico-talâmicas que passam pela capsula interna COLATERAIS Principais conexões são com os demais núcleos talâmicos – ação moduladora Sobre a atividade destes núcleos?

Núcleo ventral postero-lateral – relé das vias sensitivas.

Fibras do lemnisco medial (tato epicrítico e propriocepção cs) e do lemnisco

espinhal (temperatura, dor, pressão e tato protopático) córtex do giro

pós-central (área somestésica)

Núcleo ventral postero-medial – também relé das vias sensitivas

Leminisco trigeminal (sensibilidade somática de parte da cabeça) e fibras

Gustativas áreas somestésicas e gustativas no giro pós-central

Núcleo reticular do tálamo – fina calota de substância cinzenta disposta

lateralmente entre o ovóide e a cápsula interna

Atravessado por quase todas as fibras tálamo-corticais ou córtico-talâmicas

que passam pela capsula interna

COLATERAIS

Principais conexões são com os demais núcleos talâmicos – ação moduladora

Sobre a atividade destes núcleos?

Grupo Mediano Localizados próximo ao plano sagital e na aderência intertalâmica Mais desenvolvidos em vertebrados inferiores que no homem São pequenos e de difícil delimitação Conexões com o hipotálamo e possivelmente com as visceras. Grupo Medial Situados dentro da lamina medular interna interna – n. intralaminares E entre esta lâmina e os núcleos do grupo mediano – n. dorsomedial Núcleos intralaminares recebem um grande número de fibras da formação Reticular – ativação cortical Corpo amigdalóide e hipotálamo n. dorsomedial Área de associação Pré-frontal Função executiva, manutenção da atenção (perda da capacidade de se Concentrar), perda da capacidade de seguir sequencias ordenadas de pensamento e controle do comportamento emocional

Grupo Mediano

Localizados próximo ao plano sagital e na aderência intertalâmica

Mais desenvolvidos em vertebrados inferiores que no homem

São pequenos e de difícil delimitação

Conexões com o hipotálamo e possivelmente com as visceras.

Grupo Medial

Situados dentro da lamina medular interna interna – n. intralaminares

E entre esta lâmina e os núcleos do grupo mediano – n. dorsomedial

Núcleos intralaminares recebem um grande número de fibras da formação

Reticular – ativação cortical

Corpo amigdalóide e hipotálamo n. dorsomedial

Área de associação Pré-frontal

Função executiva, manutenção da atenção (perda da capacidade de se

Concentrar), perda da capacidade de seguir sequencias ordenadas de

pensamento e controle do comportamento emocional

HIPOTÁLAMO Localização abaixo do tálamo Tamanho de uma colher de chá Importantes funções relacionadas ao controle da atividade visceral ESTRUTURAS Situada nas paredes laterais do III ventrículo ABAIXO DO SULCO HIPOTALÂMICO 1- corpos mamilares = 2 eminências arredondadas de substância cinzenta evidentes na parte anterior da fossa interpeduncular. 2 – quiasma óptico = parte anterior do assoalho ventricular – recebe fibras dos nervos ópticos que aí se cruzam 3 – túber cinério – área ligeiramente cinzenta, mediana, situada atrás do quiasma óptico e na frente dos corpos mamilares – hipófise se prende através do infundíbulo. 4 – infundíbulo = forma de funil que prende a hipófise

HIPOTÁLAMO

Localização abaixo do tálamo

Tamanho de uma colher de chá

Importantes funções relacionadas ao controle da atividade visceral

ESTRUTURAS

Situada nas paredes laterais do III ventrículo

ABAIXO DO SULCO HIPOTALÂMICO

1- corpos mamilares = 2 eminências arredondadas de substância cinzenta

evidentes na parte anterior da fossa interpeduncular.

2 – quiasma óptico = parte anterior do assoalho ventricular – recebe fibras dos nervos ópticos que aí se cruzam

3 – túber cinério – área ligeiramente cinzenta, mediana, situada atrás do quiasma óptico e na frente dos corpos mamilares – hipófise se prende através do infundíbulo.

4 – infundíbulo = forma de funil que prende a hipófise

 

 

 

HIPOTÁLAMO

CORPO MAMILAR

 

 

QUIASMA ÓPTICO

 

 

TÚBER CINÉRIO

 

 

INFUNDÍBULO

 

Constituído de substancia cinzenta que se agrupa em núcleos Conjunto de fibras percorrem o hipotálamo Um deles é o fornix que divide o hipotálamo em uma área medial e uma lateral Área Medial: entre o fornix e a parede do III Ventrículo – núcleos hipotalâmicos Área Lateral: predominância de fibras de direção longitudinal – feixe prosencefálicas medial área septal (sist. Límbico) e formação reticular do mesencéfalo

Constituído de substancia cinzenta que se agrupa em núcleos

Conjunto de fibras percorrem o hipotálamo

Um deles é o fornix que divide o hipotálamo em uma área medial e uma lateral

Área Medial: entre o fornix e a parede do III Ventrículo – núcleos hipotalâmicos

Área Lateral: predominância de fibras de direção longitudinal – feixe

prosencefálicas medial área septal (sist. Límbico) e formação

reticular do mesencéfalo

 

SUBTÁLAMO Zona de transição entre o diencéfalo e o tegmento do mesencéfalo Não se relaciona com as paredes do III ventrículo. Mais observada em cortes frontais – abaixo do hipotálamo, lateralmente a cápsula interna e medialmente ao hipotálamo e ZONA INCERTA DO SUBTÁLAMO = Algumas estruturas do Mesencéfalo (núcleo rubro, substância negra e formação reticular) se aproximam do subtálamo Elemento = núcleos subtalâmicos circuito pálido-subtálamo-palidal globo pálido === regulação de motricidade Lesão dos núcleos subtalâmicos = hemibalismo = movimentos anormais das extremidades

SUBTÁLAMO

Zona de transição entre o diencéfalo e o tegmento do mesencéfalo

Não se relaciona com as paredes do III ventrículo.

Mais observada em cortes frontais – abaixo do hipotálamo,

lateralmente a cápsula interna e medialmente ao hipotálamo e

ZONA INCERTA DO SUBTÁLAMO = Algumas estruturas do

Mesencéfalo (núcleo rubro, substância negra e formação reticular) se

aproximam do subtálamo

Elemento = núcleos subtalâmicos circuito pálido-subtálamo-palidal

globo pálido === regulação de motricidade

Lesão dos núcleos subtalâmicos = hemibalismo = movimentos

anormais das extremidades

NÚCLEOS Supra-óptico – n.supraquiasmático n. supra-óptico n. paraventricular Tuberal n. ventromedial n. dorsomedial n. arqueado ou infundibular Mamilar n. mamilares n. posterior

NÚCLEOS

Supra-óptico – n.supraquiasmático

n. supra-óptico

n. paraventricular

Tuberal n. ventromedial

n. dorsomedial

n. arqueado ou infundibular

Mamilar n. mamilares

n. posterior

 

 

CONEXÕES DO HIPOTÁLAMO Área Pré-Frontal – através do núcleo dorsomedial do tálamo Viscerais - Aferentes Sensibilidade Visceral Nervos facial, glossofaríngeo e vago Tracto solitário Fibras solitário-hipotalâmicas Viscerais – Eferentes diretas Núcleos Hipotalâmicos fibras para os núcleos da coluna Eferente visceral geral do tronco encefálico Núcleos Hipotalâmicos fibras para a coluna lateral da medula Viscerais – Eferentes indiretas Através da formação reticular

CONEXÕES DO HIPOTÁLAMO

Área Pré-Frontal – através do núcleo dorsomedial do tálamo

Viscerais - Aferentes

Sensibilidade Visceral Nervos facial, glossofaríngeo e vago

Tracto solitário Fibras solitário-hipotalâmicas

Viscerais – Eferentes diretas

Núcleos Hipotalâmicos fibras para os núcleos da coluna

Eferente visceral geral do tronco encefálico

Núcleos Hipotalâmicos fibras para a coluna lateral da medula

Viscerais – Eferentes indiretas

Através da formação reticular

Sistema Límbico Hipotálamo fórnix núcleos mamilares fascículo mamilo talâmico Núcleo Anterrior do Tálamo (parte do circuito de Papez) Corpo Amigdaloide Estrias terminais hipotálamo Área Septal feixe prosencefálico hipotálamo

Sistema Límbico

Hipotálamo fórnix núcleos mamilares fascículo

mamilo talâmico Núcleo Anterrior do Tálamo (parte do circuito de

Papez)

Corpo Amigdaloide Estrias terminais hipotálamo

Área Septal feixe prosencefálico hipotálamo

Hipófise –Apenas conexões eferentes Trato hipotálamo-hipofisário –núcleos supra-óptico e paraventricular Neuro-hipófise. Fibras ricas em neuro secreção: Ocitocina = contratilidade uterina ejeção de leite Vasopressina ( ADH ) CONTROLE DO BALANÇO HÍDRICO DETERMINADA PELA OSMOLARIDADE SANGUÍNEA, VOLUME SANGUÍNEO EFETIVO E ESTRESSE

Hipófise –Apenas conexões eferentes

Trato hipotálamo-hipofisário –núcleos supra-óptico e paraventricular

Neuro-hipófise. Fibras ricas em neuro secreção:

Ocitocina = contratilidade uterina

ejeção de leite

Vasopressina ( ADH )

CONTROLE DO BALANÇO HÍDRICO

DETERMINADA PELA OSMOLARIDADE

SANGUÍNEA, VOLUME SANGUÍNEO

EFETIVO E ESTRESSE

Trato túbero-infundibular – neurônios parventriculares do núcleo arqueado e áreas vizinhas do hipotálamo tuberal haste Infundibular e eminência mediana

Trato túbero-infundibular – neurônios parventriculares do núcleo

arqueado e áreas vizinhas do hipotálamo tuberal haste

Infundibular e eminência mediana

 

TRH Tireotropina ( TSH ): é uma glicoproteína; Função: Regula o crescimento e o metabolismo da tireóide e a secreção dos seus hormônios: Secreção: Regulada por 2 fatores: Ritmo de secreção de T4, T3 (Feed-back negativo) Um efeito de inibição tônica da secreção do TSH é exercido pelo peptídeo hipotalâmico somatostatina e pelo neuro-transmissor dopamina. Ação: TSH - ações importantes são aquelas exercidas na glândula tireóide. TSH = trópico (i.e.), promove crescimento da glândula e estimula todos os aspectos da sua função. Os hormônios tiroidianos T3 e T4 (a T3 é mais potente e grande parte da T4 é convertida em T3 nos tecidos periféricos) estimulam o metabolismo celular (são hormônios anabólicas) através de estimulação das mitocôndrias. Efeitos sistêmicos importantes são maior força de contração cardíaca, maior atenção e ansiedade e outros devido maior velocidade do metabolismo dos tecidos. A sua carência traduz-se em déficit mental e outros distúrbios

TRH

Tireotropina ( TSH ): é uma glicoproteína; Função: Regula o crescimento

e o metabolismo da tireóide e a secreção dos seus hormônios:

Secreção: Regulada por 2 fatores:

Ritmo de secreção de T4, T3 (Feed-back negativo)

Um efeito de inibição tônica da secreção do TSH é exercido

pelo peptídeo hipotalâmico somatostatina e pelo neuro-transmissor dopamina.

Ação: TSH - ações importantes são aquelas exercidas na glândula tireóide.

TSH = trópico (i.e.), promove crescimento da glândula e estimula todos os

aspectos da sua função.

Os hormônios tiroidianos T3 e T4 (a T3 é mais potente e grande parte

da T4 é convertida em T3 nos tecidos periféricos) estimulam o

metabolismo celular (são hormônios anabólicas) através de estimulação

das mitocôndrias. Efeitos sistêmicos importantes são maior força de

contração cardíaca, maior atenção e ansiedade e outros devido maior

velocidade do metabolismo dos tecidos. A sua carência traduz-se em

déficit mental e outros distúrbios

GnRH: Hormônio liberador de gonadotropina Hormônios Gonadotrópicos : LH e FSH : Glicoproteínas Função: Regulação do crescimento, puberdade, processos reprodutivos secreção de hormônios esteróides sexuais das gônadas de ambos os sexos (estimulada por um único hormônio hipotalâmico) Ações: Cada gonadotropina tem células-alvo específicas nas gônadas do homem e da mulher! FSH estimula : Células de Sertoli nos testículos; Células da granulosa no ovário. LH estimula: Células de Leydig nos testículos; Células intersticiais no ovário

GnRH: Hormônio liberador de gonadotropina

Hormônios Gonadotrópicos : LH e FSH : Glicoproteínas

Função: Regulação do crescimento, puberdade, processos reprodutivos

secreção de hormônios esteróides sexuais das gônadas de ambos os

sexos (estimulada por um único hormônio hipotalâmico)

Ações: Cada gonadotropina tem células-alvo específicas nas gônadas do

homem e da mulher!

FSH estimula : Células de Sertoli nos testículos; Células da granulosa no

ovário.

LH estimula: Células de Leydig nos testículos; Células intersticiais no ovário

FSH -> O hormônio estimulante folicular ou FSH ( Follicle-Stimulating Hormone) é uma gonadotrofinade natureza glicoproteica produzida pelo lóbulo anterior da hipófise. Na mulher estimula o amadurecimento do Folículo de Graaf do ovário e a secreção de estrógeno; no homem é responsável em parte da indução da espermatogênese

FSH -> O hormônio estimulante folicular ou FSH ( Follicle-Stimulating Hormone) é uma gonadotrofinade natureza glicoproteica produzida pelo lóbulo anterior da hipófise.

Na mulher estimula o amadurecimento do Folículo de Graaf do ovário e a secreção de estrógeno;

no homem é responsável em parte da indução da espermatogênese

A somatostatina é um hormônio protéico produzido pelas células delta do pâncreas, em lugares denominados Ilhotas de Langerhans Intervém indiretamente na regulagem da glicemia, e inibe a secreção da insulina e glucagon. A secreção da somatostatina é regulada pelos altos níveis de glicose, aminoácidos e de glucagon. Seu déficit ou seu excesso provocam indiretamente transtornos no metabolismo dos carboidratos. A somatostatina é também secretada pelo hipotálamo. Esta secreção inibe a secreção do hormônio do crescimento (GH, STH o Somatotrofina) por parte da adenohipófise

A somatostatina é um hormônio protéico produzido pelas células delta do pâncreas, em lugares denominados Ilhotas de Langerhans Intervém indiretamente na regulagem da glicemia, e inibe a secreção da insulina e glucagon. A secreção da somatostatina é regulada pelos altos níveis de glicose, aminoácidos e de glucagon. Seu déficit ou seu excesso provocam indiretamente transtornos no metabolismo dos carboidratos.

A somatostatina é também secretada pelo hipotálamo. Esta secreção inibe a secreção do hormônio do crescimento (GH, STH o Somatotrofina) por parte da adenohipófise

SS – Produzido pelos neurônios da região periventricular, imediatamente acima do quiasma óptico. Ação; capacidade inibir a secreção de GH, TSH, glucagon, insulina, e enzimas gastrintestinais

SS – Produzido pelos neurônios da região periventricular, imediatamente acima do quiasma óptico.

Ação; capacidade inibir a secreção de GH, TSH, glucagon, insulina, e enzimas gastrintestinais

GRH Hormônio de crescimento (Somatotropina) HGH ou GH : um polipeptídio de cadeia única Função: HGH Estimula o crescimento e o desenvolvimento somáticos pós- natais; além disso, tem numerosas funções no metabolismo de Proteínas, Carboidratos e Gorduras. Secreção: -Sob muitas influências diferentes! Muito importante. Queda aguda nos níveis plasmáticos de qualquer um dos principais fornecedores metabólicos de energia: Glicose ou ácidos graxos livres Uma refeição rica em proteínas ou infusão de aminoácidos: aumenta o nível plasmático de GH.

GRH

Hormônio de crescimento (Somatotropina) HGH ou GH : um

polipeptídio de cadeia única

Função:

HGH Estimula o crescimento e o desenvolvimento somáticos pós-

natais; além disso, tem numerosas funções no metabolismo de

Proteínas, Carboidratos e Gorduras.

Secreção: -Sob muitas influências diferentes! Muito importante.

Queda aguda nos níveis plasmáticos de qualquer um dos principais

fornecedores metabólicos de energia: Glicose ou ácidos graxos livres

Uma refeição rica em proteínas ou infusão de aminoácidos: aumenta o

nível plasmático de GH.

Stress: aumenta a secreção de GH. Rapidamente! Um pico noturno regular ocorre 1-2 horas após o início do sono profundo dos estágios 3 ou 4. Ações: - É um hormônio com ações anabólicas profundas. Na sua ausência humanos apresentam parada do crescimento! – Multiplicidade de alvos e efeitos. - Estimula o crescimento linear; Efeitos na cartilagem epifisária dos ossos longos! Estimula a síntese geral de proteínas, DNA e RNA em: órgãos viscerais, Glândulas endócrinas, músculo esquelético Aumenta órgãos e melhora a capacidade funcional!

Stress: aumenta a secreção de GH. Rapidamente!

Um pico noturno regular ocorre 1-2 horas após o início do sono

profundo dos estágios 3 ou 4.

Ações: - É um hormônio com ações anabólicas profundas.

Na sua ausência humanos apresentam parada do crescimento! –

Multiplicidade de alvos e efeitos. - Estimula o crescimento linear;

Efeitos na cartilagem epifisária dos ossos longos!

Estimula a síntese geral de proteínas, DNA e RNA em: órgãos viscerais,

Glândulas endócrinas, músculo esquelético

Aumenta órgãos e melhora a capacidade funcional!

GH -> Hormônio de crescimento ( "growth hormone" ) é um polipeptídeo e um hormônio sintetizado e secretado pela glândula pituitária anterior. Este hormônio estimula o crescimento e a reprodução celulares em humanos e outros animais vertebrados.

GH -> Hormônio de crescimento ( "growth hormone" ) é um polipeptídeo e um hormônio sintetizado e secretado pela glândula pituitária anterior. Este hormônio estimula o crescimento e a reprodução celulares em humanos e outros animais vertebrados.

Hormônio liberador de corticotropina (CRH) Estimula a liberação de ACTH. Inibição por Feed-Back da secreção de ACTH pelo seu hormônio-alvo periférico – O Cortisol. Stress - a secreção de ACTH responde, de maneira mais marcante, a estímulos estressantes. Ritmo diurno de secreção de ACTH: um pico de secreção ocorre 2 – 4 horas antes do despertar! Ação: Etimula o crescimento daquelas zonas específicas do córtex da adrenal envolvidas na secreção de cortisol e esteróides androgênicos.

Hormônio liberador de corticotropina (CRH)

Estimula a liberação de ACTH.

Inibição por Feed-Back da secreção de ACTH pelo seu hormônio-alvo

periférico – O Cortisol.

Stress - a secreção de ACTH responde, de maneira mais marcante, a

estímulos estressantes.

Ritmo diurno de secreção de ACTH: um pico de secreção ocorre 2 – 4

horas antes do despertar!

Ação: Etimula o crescimento daquelas zonas específicas do córtex da

adrenal envolvidas na secreção de cortisol e esteróides androgênicos.

Hormônio Adrenocorticotrópico (ACTH ): Hormônio polipeptídico da hipófise anterior. Função: - Regula o crescimento e a secreção do córtex da adrenal. – O Hormônio mais importante da glândula-alvo é o cortisol. Secreção: - A regulação da secreção de ACTH está entre as mais complexas de todos os hormônios hipofisários. Exibe: - Ritmos circadianos, Controle por feed-back

Hormônio Adrenocorticotrópico (ACTH ): Hormônio polipeptídico da

hipófise anterior.

Função: - Regula o crescimento e a secreção do córtex da adrenal. – O

Hormônio mais importante da glândula-alvo é o cortisol.

Secreção: -

A regulação da secreção de ACTH está entre as mais complexas de

todos os hormônios hipofisários.

Exibe: - Ritmos circadianos, Controle por feed-back

Hormônio Inibidor da Prolactina ( PIH ) Localizado no Hipotálamo, os neurônios contêm dopamina no núcleo Arqueado com uma potente propriedade de inibir a liberação de Prolactina

Hormônio Inibidor da Prolactina ( PIH )

Localizado no Hipotálamo, os neurônios contêm dopamina no núcleo

Arqueado com uma potente propriedade de inibir a liberação de

Prolactina

Prolactina - Um hormônio protéico Função: - Principalmente envolvida com a estimulação do desenvolvimento mamário e a produção de leite. Exerce influência na função reprodutora. - Papel essencial na lactação. Tônicamente inibida pelo hipotálamo. Efeitos Biológicos: Participa no desenvolvimento original do tecido mamário; É o principal hormônio responsável pela lactogênese. Ação: Prolactina -Síntese de caseina e lactose. Segundo efeito principal:- No sistema reprodutor feminino: A prolactina Bloqueia a síntese e a liberação do LHRH; Perda dos picos normais de LH. Previne a ovulação! Modulador da resposta imunológica No homem = impotência sexual

Prolactina - Um hormônio protéico

Função: - Principalmente envolvida com a estimulação do

desenvolvimento mamário e a produção de leite.

Exerce influência na função reprodutora. - Papel essencial na lactação.

Tônicamente inibida pelo hipotálamo.

Efeitos Biológicos:

Participa no desenvolvimento original do tecido mamário;

É o principal hormônio responsável pela lactogênese.

Ação: Prolactina -Síntese de caseina e lactose.

Segundo efeito principal:- No sistema reprodutor feminino: A prolactina

Bloqueia a síntese e a liberação do LHRH;

Perda dos picos normais de LH.

Previne a ovulação!

Modulador da resposta imunológica

No homem = impotência sexual

 

Sensoriais – recebe também informações sensoriais de áreas erógenas = mamilos, órgãos genitais. conexões do córtex olfatório e da retina Monoaminérgicas – neurônios NA do tronco encefálico neurônios serotoninérgicos do núcleo da rafe

Sensoriais – recebe também informações sensoriais de áreas erógenas =

mamilos, órgãos genitais.

conexões do córtex olfatório e da retina

Monoaminérgicas – neurônios NA do tronco encefálico

neurônios serotoninérgicos do núcleo da rafe

Funções Hipotalâmicas – Homeostase Controle do SNA Estímulo do HIPOT ANT – SIST NERVOSO PARASIMPÁTICO Estímulo do HIPOT POST – SIST NERVOSO SIMPÁTICO Controle da Temperatura corporal – HIPOT ANT – centro de perda de calor HIPOT POST – centro de conservação de calor Regulação do comportamento emocional – juntamente com o sistema límbico e a área pré-frontal Regulação do sono e da vigília – Parte posterior relaciona-se com a vigília juntamente com o SARA

Funções Hipotalâmicas – Homeostase

Controle do SNA

Estímulo do HIPOT ANT – SIST NERVOSO PARASIMPÁTICO

Estímulo do HIPOT POST – SIST NERVOSO SIMPÁTICO

Controle da Temperatura corporal –

HIPOT ANT – centro de perda de calor

HIPOT POST – centro de conservação de calor

Regulação do comportamento emocional –

juntamente com o sistema límbico e a área pré-frontal

Regulação do sono e da vigília –

Parte posterior relaciona-se com a vigília juntamente com o SARA

Regulação da ingestão de alimentos Estimulação hipotalâmica lateral – alimentação voraz = CENTRO DA FOME Estimulação do n. ventromedial = saciedade = CENTRO DA SACIEDADE OBS: LESÃO DESTAS ÁREAS = EFEITO OPOSTO Regulação da Ingestão de água Lesão do hipotálamo lateral – centro da sede – perda da vontade de beber Estimulação = aumento da ingestão de água Regulação da diurese Núcleos supra-ópticos e paraventricular sintetizam hormônio antidiurético (vasopressina) aumenta a absorção de água no túbulo renal

Regulação da ingestão de alimentos

Estimulação hipotalâmica lateral – alimentação voraz = CENTRO DA FOME

Estimulação do n. ventromedial = saciedade = CENTRO DA SACIEDADE

OBS: LESÃO DESTAS ÁREAS = EFEITO OPOSTO

Regulação da Ingestão de água

Lesão do hipotálamo lateral – centro da sede – perda da vontade de beber

Estimulação = aumento da ingestão de água

Regulação da diurese

Núcleos supra-ópticos e paraventricular sintetizam hormônio antidiurético

(vasopressina) aumenta a absorção de água no túbulo renal

Geração e Regulação do ritmo circadiano A maioria dos parâmetros fisiológicos se repetem de 24 em 24 horas – temperatura corporal, nível circulante de eosinófilos, cortisol, glicose e outras substâncias, padrão do ritmo sono vigília Necessário um marcapasso interno = n. supraquiasmático é o responsável pelo ritmo circadiano OBS: Este núcleo recebe informação de luminoside através do tracto retino- Hipotalâmico = sincriniza os ritmos circadianos com o ritmo claro/escuro Regulação do Sistema Endócrino – regulação dos hormonios adenohipofisários Hipófise Posterior – oxitosina e vasopressina (antidiurético) Hipófise Anterior – TSH, ACTH, LH, FSH GH (Somatotropina), Prolactina

Geração e Regulação do ritmo circadiano

A maioria dos parâmetros fisiológicos se repetem de 24 em 24 horas –

temperatura corporal, nível circulante de eosinófilos, cortisol, glicose e outras

substâncias, padrão do ritmo sono vigília

Necessário um marcapasso interno = n. supraquiasmático é o responsável

pelo ritmo circadiano

OBS: Este núcleo recebe informação de luminoside através do tracto retino-

Hipotalâmico = sincriniza os ritmos circadianos com o ritmo claro/escuro

Regulação do Sistema Endócrino –

regulação dos hormonios adenohipofisários

Hipófise Posterior – oxitosina e vasopressina (antidiurético)

Hipófise Anterior – TSH, ACTH, LH, FSH GH (Somatotropina),

Prolactina

Regulação do hipotálamo sobre a adeno-hipófise: CONEXÃO NERVOSA E VASCULAR 1º - neurônios secretores (núcleo arqueado e áreas vizinhas do hipotálamo tuberal) -> substâncias ativas -> descem pelo fluxo axoplasmático nas fibras túberoinfundibulares -> liberadas em capilares especiais mediana e haste infundibular-> conexão vascular através do sistema porta = veias entre dois sistemas capilares -> capilares da adeno-hipófise -> ativação ou inibição a liberação dos hormônios através dos fatores de liberação

Regulação do hipotálamo sobre a adeno-hipófise:

CONEXÃO NERVOSA E VASCULAR

1º - neurônios secretores (núcleo arqueado e áreas vizinhas do hipotálamo tuberal) -> substâncias ativas -> descem pelo fluxo axoplasmático nas fibras túberoinfundibulares -> liberadas em capilares especiais mediana e haste infundibular-> conexão vascular através do sistema porta = veias entre dois sistemas capilares -> capilares da adeno-hipófise -> ativação ou inibição a liberação dos hormônios através dos fatores de liberação

EPITÁLAMO Situada na parte posterior e superior do diencéfalo Limita posteriormente o III Ventrículo, acima do sulco hipotalâmico Elemento mais evidente = glândula pineal (endócrina, piriforme que repousa sobre o tecto mesencefálico) Hormônio = melatonina - Ação Antigonadotrópica e de Regulação do ciclo circadiano Formação não endócrina = núcleos da habênula situado no trígono e na comissura da habênula – estrias medulares e a comissura posterior pertencente ao sistema límbico -> regulação do comportamento emocional. Área septal -> estrias medulares -> núcleos habenulas (homo e Heterolateral – quando cruza a comissura das habênulas) ->núcleo interpeduncular do mesencéfalo

EPITÁLAMO

Situada na parte posterior e superior do diencéfalo

Limita posteriormente o III Ventrículo, acima do sulco hipotalâmico

Elemento mais evidente = glândula pineal (endócrina, piriforme que

repousa sobre o tecto mesencefálico) Hormônio = melatonina - Ação

Antigonadotrópica e de Regulação do ciclo circadiano

Formação não endócrina = núcleos da habênula situado no trígono e

na comissura da habênula – estrias medulares e a comissura posterior

pertencente ao sistema límbico -> regulação do comportamento

emocional.

Área septal -> estrias medulares -> núcleos habenulas (homo e

Heterolateral – quando cruza a comissura das habênulas) ->núcleo

interpeduncular do mesencéfalo

 

Comissura posterior = limite entre o mesencéfalo e o diencéfalo Fibras de origens variadas Dentre elas = fibras das áreas pre-tectal -> cruzam para o núcleo Edinger-Westphal do lado oposto = reflexo consensual (reflexo foto motor do olho não iluminado que acompanha o reflexo originado pela luz no outro olho, ainda que de amplitude um pouco menor).

Comissura posterior = limite entre o mesencéfalo e o diencéfalo

Fibras de origens variadas

Dentre elas = fibras das áreas pre-tectal -> cruzam para o núcleo

Edinger-Westphal do lado oposto = reflexo consensual (reflexo foto

motor do olho não iluminado que acompanha o reflexo originado pela

luz no outro olho, ainda que de amplitude um pouco menor).

 

 

Martin L. Korn, MD A Review of the Thalamus in Schizophrenia. Thalamic Activation in Schizophrenia Several researchers have implicated the thalamus as a critical factor in the pathophysiology of schizophrenia. The abnormalities appear to be primarily in the mediodorsal and pulvinar nuclei. The thalamus plays a central role in filtering and relaying information to areas of the brain thought to be abnormal in schizophrenics. Thus, abnormalities in the thalamus could potentially explain the often pervasive deficits observed in this disorder. Further work is needed not only to elucidate specific areas of the thalamus that are abnormal, but also to understand the role that the cortico-thalamic-cerebellar pathways have on the expression and development of the disorder

Martin L. Korn, MD A Review of the Thalamus in Schizophrenia.

Fumihiko Yasuno, M.D., Ph.D., Tetsuya Suhara, M.D., Ph.D., Yoshiro Okubo, M.D., Ph.D., Yasuhiko Sudo, M.D., Ph.D., Makoto Inoue, M.D., Ph.D., Tetsuya Ichimiya, M.D., Ph.D., Akihiro Takano, M.D., Ph.D., Kazuhiko Nakayama, M.D., Ph.D., Christer Halldin, Ph.D. and Lars Farde, M.D., Ph.D Low Dopamine D2 Receptor Binding in Subregions of the Thalamus in Schizophrenia CONCLUSIONS: The subregions with low D2 receptor binding comprise primarily the dorsomedial nucleus and pulvinar, two important components in circuitries previously suggested in the pathophysiology of schizophrenia. Aberrant dopaminergic neurotransmission in thalamic subregions might be a mechanism underlying positive symptoms in schizophrenia.

Fumihiko Yasuno, M.D., Ph.D., Tetsuya Suhara, M.D., Ph.D., Yoshiro

Okubo, M.D., Ph.D., Yasuhiko Sudo, M.D., Ph.D., Makoto Inoue, M.D.,

Ph.D., Tetsuya Ichimiya, M.D., Ph.D., Akihiro Takano, M.D., Ph.D.,

Kazuhiko Nakayama, M.D., Ph.D., Christer Halldin, Ph.D. and Lars

Farde, M.D., Ph.D

Low Dopamine D2 Receptor Binding in Subregions of the Thalamus in

Schizophrenia

CONCLUSIONS:

The subregions with low D2 receptor binding comprise primarily the

dorsomedial nucleus and pulvinar, two important components in

circuitries previously suggested in the pathophysiology of

schizophrenia. Aberrant dopaminergic neurotransmission in thalamic

subregions might be a mechanism underlying positive symptoms in

schizophrenia.

A new brain imaging study from the UK's Institute of Psychiatry shows for the first time that the thalamus, the brain's main sensory filter or "hub," is smaller than normal from the earliest stages of schizophrenia. The findings, published in the American Journal of Psychiatry for January, may explain why people with schizophrenia experience confusion during their illness. The thalamus is the area in which information is received and relayed to other areas of the brain. It is of particular interest in schizophrenia because of the role it plays in processing information. The thalamus receives information via the senses, which is then filtered and passed to the correct regions of the brain for processing. People with schizophrenia often have difficulties in processing information properly and as a result may end up with an information overload in some areas of the brain. This study finds that even in the earliest stages of schizophrenia, the thalamus is smaller than in healthy people. In Schizophrenia, Thalamus Is Smaller Than Normal Dr. Tonmoy Sharma , Tracey Maher ] 07-Jan-2001

A new brain imaging study from the UK's Institute of Psychiatry shows for the first

time that the thalamus, the brain's main sensory filter or "hub," is smaller than

normal from the earliest stages of schizophrenia. The findings, published in the

American Journal of Psychiatry for January, may explain why people with

schizophrenia experience confusion during their illness.

The thalamus is the area in which information is received and relayed to other

areas of the brain. It is of particular interest in schizophrenia because of the

role it plays in processing information.

The thalamus receives information via the senses, which is then filtered and

passed to the correct regions of the brain for processing. People with

schizophrenia often have difficulties in processing information properly and as a

result may end up with an information overload in some areas of the brain.

This study finds that even in the earliest stages of schizophrenia, the thalamus

is smaller than in healthy people.

Abnormal Glucose Metabolism in the Mediodorsal Nucleus of the Thalamus in Schizophrenia Erin A. Hazlett, Ph.D. Monte S. Buchsbaum, M.D. Eileen Kemether, M.D. Rachel Bloom, B.A. , Jimcy Platholi, M.S. Adam M. Brickman, M.A. Lina Shihabuddin, M.D. Cheuk Tang, Ph D. William Byne, M.D., Ph.D Objective: Three thalamic nuclei—the mediodorsal nucleus, pulvinar, and centromedian nucleus—each have unique reciprocal circuitry with cortical and subcortical areas known to be affected in schizophrenia. To determine if the disorder is also associated with dysfunction in the mediodorsal nucleus, pulvinar, and centromedian nucleus, relative glucose metabolism in these regions was measured in a large group of unmedicated patients with schizophrenia. Conclusions: The findings suggest that patients with schizophrenia exhibit dysfunction in thalamic subdivisions with distinct cortical connections and that these thalamic subdivisions have specific associations with clinical symptoms.

Abnormal Glucose Metabolism in the Mediodorsal Nucleus of the

Thalamus in Schizophrenia

Erin A. Hazlett, Ph.D. Monte S. Buchsbaum, M.D. Eileen Kemether, M.D.

Rachel Bloom, B.A. , Jimcy Platholi, M.S. Adam M. Brickman, M.A. Lina

Shihabuddin, M.D. Cheuk Tang, Ph D. William Byne, M.D., Ph.D

Objective: Three thalamic nuclei—the mediodorsal nucleus, pulvinar, and

centromedian nucleus—each have unique reciprocal circuitry with cortical

and subcortical areas known to be affected in schizophrenia. To determine

if the disorder is also associated with dysfunction in the mediodorsal

nucleus, pulvinar, and centromedian nucleus, relative glucose metabolism

in these regions was measured in a large group of unmedicated patients

with schizophrenia.

Conclusions: The findings suggest that patients with schizophrenia exhibit

dysfunction in thalamic subdivisions with distinct cortical connections and that

these thalamic subdivisions have specific associations with clinical symptoms.

Thalamic reductions in children with chromosome 22q11.2 deletion syndrome Joel P. Bish,1,CA Vy Nguyen,1 Lijun Ding,1 Samantha Ferrante1 and Tony J. Simon1,2 Children with chromosome 22q11.2 deletion syndrome (22q) sufer from physical And behavioral dysfunctions, including neuroanatomical anomalies, visuo-spatial processing de¢cits, and increased risk for psychopathology.Reduced total brain volume, parietal lobe volume, and cerebellar volumes, enlarged ventricles, and increased basal ganglia volumes have been reported. Since previous literature has related the pulvinar nucleus of the thalamus to visuo-spatial processing, we compared the thalamic volume in children with 22q to typically developing controls. Children with 22q showed a signi¢cant reduction of the thalamus compared with normally developing children, specifically in the posterior portion of the thalamus, including the pulvinar nucleus.These results provide the first evidence for a potential relationship between posterior thalamic reductions and the characteristic visuo-spatial deficits demonstrated in this group.

Functional Magnetic Resonance Imaging During Auditory Verbal Relatives of Persons with Schizophrenia: A Pilot StudyWorking Memory in Nonpsychotic Heidi W. Thermenos, Larry J. Seidman, Hans Breiter, Jill M. Goldstein, Julie M. Goodman, Russell Poldrack, Stephen V. Faraone, and Ming T. Tsuang Background: First-degree relatives of persons with schizophrenia carry elevated genetic risk for the illness and show deficits on high-load information processing tasks. We used functional magnetic resonance imaging (fMRI) to test whether nonpsychotic relatives show altered functional activation in the prefrontal cortex (PFC), thalamus, hippocampus, and anterior cingulate during a working memory task requiring interference resolution . Results: Compared with control subjects, relatives showed greater task-elicited activation in the PFC and the anterior and dorsomedial thalamus. When task performance was controlled, relatives showed significantly greater activation in the anterior cingulate. When effects of other potentially confounding variables were controlled, relatives generally showed significantly greater activation in the dorsomedial thalamus and anterior cingulate. Conclusions: This pilot study suggests that relatives of persons with schizophrenia have subtle differences in brain function in the absence of psychosis. These differences add to the growing literature identifying neurobiological vulnerabilities to schizophrenia.

Metabolic Disconnection Between the Mediodorsal Nucleus of the Thalamus and Cortical Brodmann’s Areas of the Left Hemisphere in Schizophrenia. Serge A. Mitelman, M.D. William Byne, M.D., Ph.D. Eileen M. Kemether, M.D. Erin A. Hazlett, Ph.D. Monte S. Buchsbaum, M.D. Objective: The authors’ goal was to examine interregional correlations of thalamocortical metabolic activity during a verbal learning task in schizophrenia. Results: A metabolic disconnection was observed in patients with schizophrenia in the left hemisphere between the mediodorsal nucleus and widespread frontotemporal cortical regions, and stronger-than normal intercorrelations were found between the pulvinar and superior temporal, selected parietal,posterior cingulate, and occipital areas. Conclusions: Deficits in the functional interrelationships between the left frontotemporal cortices and the left mediodorsal nucleus of the thalamus complement inferences from postmortem and magnetic resonance imaging volumetric studies identifying a thalamic diathesis in schizophrenia .

Metabolic Disconnection Between the Mediodorsal Nucleus of the

Thalamus and Cortical Brodmann’s Areas of the Left Hemisphere

in Schizophrenia. Serge A. Mitelman, M.D. William Byne, M.D., Ph.D.

Eileen M. Kemether, M.D. Erin A. Hazlett, Ph.D. Monte S. Buchsbaum, M.D.

Diminuição do volume talâmico médiodorsal e pulvinar desde os primeiros estágios da esquizofrenia o que confere uma dificuldade grande em interpretar informações Desde que há múltiplas conexões entre o córtex, cerebelo e tálamo , parece que a disfunção no sistema feed back córtico-cerebelar-talâmico pode explicar melhor as anormalidades em esquizofrênicos. O tálamo serve como um filtro sensor de informações, enquanto o cerebelo coordena a cognição a linguagem e as atividades motoras. As disfunção no sistema de feed back tem sido chamada de dismetria cognitiva Estas duas áreas apresentam baixa de receptores D2 Outro estudo sugeriu que pacientes com esquizofrenia exibem disfunção em subdivisões talâmicas com conexões específicas corticais e subcorticais, principalmente os núcleos pulvinar, dorsomedial e centro Mediano, averiguado pela diminuição do metabolismo de glicose.

Diminuição do volume talâmico médiodorsal e pulvinar desde os primeiros

estágios da esquizofrenia o que confere uma dificuldade grande em

interpretar informações

Desde que há múltiplas conexões entre o córtex, cerebelo e tálamo ,

parece que a disfunção no sistema feed back córtico-cerebelar-talâmico

pode explicar melhor as anormalidades em esquizofrênicos. O tálamo

serve como um filtro sensor de informações, enquanto o cerebelo

coordena a cognição a linguagem e as atividades motoras. As disfunção

no sistema de feed back tem sido chamada de dismetria cognitiva

Estas duas áreas apresentam baixa de receptores D2

Outro estudo sugeriu que pacientes com esquizofrenia exibem

disfunção em subdivisões talâmicas com conexões específicas corticais e

subcorticais, principalmente os núcleos pulvinar, dorsomedial e centro

Mediano, averiguado pela diminuição do metabolismo de glicose.

A deleção de 22q11.2 o tamanho do tálamo é significamente reduzido, principalmente na porção posterior do tálamo, incluindo o núcleo pulvinar correlacionando com alteração de características visuo-espaciais

A deleção de 22q11.2 o tamanho do tálamo é significamente

reduzido, principalmente na porção posterior do tálamo, incluindo o

núcleo pulvinar correlacionando com alteração de características

visuo-espaciais

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