Construcao Sustentavel OE Seminario ApresentaçãO Livia Tirone 19 Maio 2009

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Published on May 20, 2009

Author: ken.nunes

Source: slideshare.net

CONSTRU√á√ÉO SUSTENT√ĀVELSOLU√á√ēES EFICIENTES HOJE, A NOSSA RIQUEZA DE AMANH√Éwww.construcaosustentavel.pt

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZAApoio:

AS CIDADES S√ÉO O NOSSO DESAFIO50% da popula√ß√£o mundial vive em cidades(hoje 3.000 Milh√Ķes de pessoas)80% da popula√ß√£o da Europa vive em cidades(hoje 400 Milh√Ķes de pessoas)As pessoas passam 90% do seu tempo emedif√≠cios;O ambiente constru√≠do √© um est√°vel recursoambiental;

AS CIDADES S√ÉO O NOSSO DESAFIO40% da energia prim√°ria produzida nos pa√≠sesda OCDE √© utilizada para operar edif√≠cios;Os edif√≠cios s√£o um dos principais sectoresrespons√°veis pela produ√ß√£o de res√≠duos;A ind√ļstria da constru√ß√£o explora os recursosnaturais para al√©m de n√≠veis sustent√°veis;

TEMPERATURAS NA EUROPAAs temperaturas m√©dias naregi√£o mediterr√Ęnicacoincidem com astemperaturas que as pessoasconsideram confort√°veis emespa√ßos interiores;

RADIA√á√ÉO SOLAR NA EUROPAA radia√ß√£o solar na regi√£omediterr√Ęnica √©extremamente favor√°velpara a produ√ß√£odescentralizada de energia;

VENTO NA EUROPAO Vento na Europa é muitofavorável para a produçãodescentralizada de energia;

CHUVA NA EUROPAA chuva na Europa na regi√£omediterr√Ęnica √© extremamentefavor√°vel para a produ√ß√£odescentralizada de energia bemcomo para a reciclagem parausos n√£o pot√°veis.

O SECTOR DA CONSTRU√á√ÉO ÓĎĮ Institui√ß√Ķes Europeias ÓĎĮ Estados Membros ÓĎĮ Autarquias Locais ÓĎĮ Concession√°riasTodos os actores do sector da constru√ß√£o ÓĎĮ Bancost√™m de ser abordados individual ecolectivamente; ÓĎĮ Institui√ß√Ķes de Cr√©dito ÓĎĮ SeguradorasDeve ser feito um esfor√ßo adicional na ÓĎĮ Promotoresreabilita√ß√£o de edif√≠cios; ÓĎĮ Mediadoras Imobili√°rias ÓĎĮ Equipa de ProjectoO acto de projectar tem de ser praticado de ÓĎĮ Empreiteirosforma integrada, envolvendo todos os ÓĎĮ Fabricantesactores relevantes desde o primeiro ÓĎĮ Utilizador Finalmomento;

PRINCIPAIS BARREIRAS PARA O ALARGAMENTO DE BOAS PR√ĀTICASA rela√ß√£o entre a economia e o ambiente n√£o √© expl√≠cita nas nossas ac√ß√Ķes no dia-a-dia e a falta de informa√ß√£o e de know-how relevantes para inverter as tend√™nciasdificultam aos principais actores econ√≥micos implementar boas pr√°ticas;A falta de di√°logo entre todos os actores do sector da constru√ß√£o causa custosdesnecess√°rios e resultados pouco eficientes;A aus√™ncia de uma mensagem pol√≠tica coerente confunde o mercado;A gest√£o nacional, regional e local, com os seus processos burocr√°ticos, que sededica √† verifica√ß√£o de conformidades e n√£o √† gest√£o de oportunidades.

PRINCIPAIS BARREIRAS PARA O ALARGAMENTO DE BOAS PR√ĀTICAS

DIMENS√ÉO AMBIENTAL ‚ÄúO sistema terrestre √© finito, materialmente fechado e n√£o cresce‚Ķ‚ÄĚ Herman Daly ‚ÄúDevemos apenas explorar recursos naturais provenientes de ecossistemas bem geridos, utilizando-os da forma mais eficiente e produtiva, exercendo cautela em todas as modifica√ß√Ķes que fazemos √† Natureza.‚ÄĚ Karl-Henrik Robert

DIMENS√ÉO SOCIAL Os espa√ßos p√ļblicos da cidade exprimem o seu primeiro n√≠vel de identidade; A intensidade com a qual os utilizadores se identificam com os espa√ßos que habitam e utilizam determina a atitude que tomam perante esses espa√ßos e perante as outras pessoas; Contextos urbanos atractivos promovem a cria√ß√£o de comunidades coesas;

DIMENS√ÉO ECON√ďMICA ‚ÄúNo novo modelo econ√≥mico, o progresso n√£o pode ser visto com a expans√£o quantitativa, mas ter√° que ser visto como a melhoria qualitativa que assenta no facto do sistema terrestre ser finito, n√£o crescente e materialmente fechado.‚ÄĚ Herman Daly, Beyond Growth

DIMENS√ÉO ESPACIALACRESCENTAR INTELIG√äNCIA AOS ESPA√áOS QUE HABITAMOS O nosso estilo de vida mudou e as nossas casas precisam ser adaptadas √†s necessidades contempor√Ęneas;

CONFORTO AMBIENTAL A ausência de conforto produz sofrimento e é por isso um grande motivador de actuação - tanto no sentido de abrir ou fechar uma janela, operar um estore, como no sentido de nos induzir a consumir energia para atingir o grau de conforto desejado;

CERTIFICA√á√ÉO ENERG√ČTICA DE EDIF√ćCIOS A Certifica√ß√£o Energ√©tica dos Edif√≠cios √© uma medida obrigat√≥ria promovida pela Comiss√£o Europeia com o objectivo de optimizar o desempenho energ√©tico-ambiental do meio edificado, atrav√©s da coloca√ß√£o da informa√ß√£o relevante ao dispor do utilizador final e aumentando o seu poder de escolha com base em dados quantificados;

CERTIFICA√á√ÉO ENERG√ČTICA DE EDIF√ćCIOS

CERTIFICA√á√ÉO ENERG√ČTICA DE EDIF√ćCIOS

MEDIDAS DE MELHORIA DE DESEMPENHO ENERG√ČTICO-AMBIENTAL

MEDIDAS DE EFICI√äNCIA ENERG√ČTICA A primeira ac√ß√£o, rumo √† optimiza√ß√£o do desempenho energ√©tico-ambiental dos edif√≠cios, deve ser a redu√ß√£o das respectivas necessidades energ√©ticas, promovendo simultaneamente uma maior qualidade de vida para as pessoas;

ORIENTA√á√ÉO SOLAR DOS EDIF√ćCIOS PLANEAMENTO

ORIENTA√á√ÉO SOLAR DOS EDIF√ćCIOS PLANEAMENTO

ORIENTA√á√ÉO SOLAR DOS EDIF√ćCIOS PLANEAMENTO H ‚Čą0 ,6 d + h H- Alturado e dif√≠c io 2 (e dif√≠c io que s o mbre ia) d- Dis t√Ęnc iae ntre e dif√≠c io s h- Alturado p o 0 do e dif√≠c io 1 (m didae ntre ac o tade s o le irae o p is e avime nto do p o 1 ). is

ORIENTA√á√ÉO SOLAR DOS EDIF√ćCIOS ARQUITECTURA DIMENS√ēES ADEQUADAS DOS V√ÉOS ENVIDRA√áADOS CONSOANTE A ORIENTA√á√ÉO SOLAR

1. ISOLAMENTO T√ČRMICO EXTERIOR

1. ISOLAMENTO T√ČRMICO EXTERIOR

1. ISOLAMENTO T√ČRMICO EXTERIOR

1. ISOLAMENTO T√ČRMICO EXTERIOR

2. OUTROS ISOLAMENTOS T√ČRMICOS

3. IN√ČRCIA T√ČRMICA

3. IN√ČRCIA T√ČRMICA

3. IN√ČRCIA T√ČRMICA

4. COBERTURAS AJARDINADAS

4. COBERTURAS AJARDINADAS

5. PERMEABILIDADE DA ENVOLVENTE AO VAPOR

6. CAIXILHARIAS DE QUALIDADE

7. VIDROS DUPLOS DE QUALIDADE

7. VIDROS DUPLOS DE QUALIDADE

8. SOMREAMENTOS EXTERIORES

8. SOMBREAMENTOS EXTERIORES

9. SISTEMAS ENERG√ČTICOS CENTRALIZADOS

10. SISTEMAS EFICIENTES DE AQUECIMENTO CENTRAL

11. SISTEMAS DE GESTÃO DE CONSUMO

12. SISTEMAS CONVENCIONAIS PARA √ĀGUAS QUENTES SANIT√ĀRIAS

13. MICRO-COGERA√á√ÉO A G√ĀS NATURAL

14. ILUMINAÇÃO EFICIENTE

15. ILUMINAÇÃO MUITO EFICIENTE

16. ELECTRODOM√ČSTICOS EFICIENTES

17. EQUIPAMENTOS EFICIENTES

DESCENTRALIZA√á√ÉO DA OFERTA DE ENERGIA Com a directiva da Comiss√£o Europeia sobre Efici√™ncia Energ√©tica e Servi√ßos de Energia s√£o criadas as condi√ß√Ķes de base para a descentraliza√ß√£o da produ√ß√£o de energia e √© promovido o acesso √† riqueza de recursos renov√°veis que a natureza oferece;

18. SISTEMAS SOLARES T√ČRMICOS

18. SISTEMAS SOLARES T√ČRMICOS

18. SISTEMAS SOLARES T√ČRMICOS

19. PAREDES TROMBE

19. PAREDES TROMBE

19. PAREDES TROMBE

20. SISTEMAS SOLARES DE CLIMATIZAÇÃO

21. SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE FACHADA Nas nossas cidades todos os edifícios podem hoje ser, para além de consumidores, também produtores de energia. A microgeração de energia térmica ou eléctrica, proveniente de energias renováveis à escala dos edifícios, permite satisfazer as necessidades de consumo do próprio edifício, bem como fornecer energia às redes locais de energia eléctrica ou térmica.

22. SISTEMAS FOTOVOLT√ĀICOS

23. SISTEMAS A BIOMASSA

24. SISTEMAS E√ďLICOS URBANOS

25. MICROGERA√á√ÉO DE ENERGIA (RENOV√ĀVEIS NA HORA)

26. SERVIÇOS DE ENERGIA

27. SISTEMAS GEOT√ČRMICOS

28. VENTILAÇÃO NATURAL

29. FERR√ĀGENS E GRELHAS DE VENTILA√á√ÉO

30. PERMEABILIDADE DAS SUPERF√ćCIES

31. TRATAMENTO DAS SUPERF√ćCIES EM CONTACTO COM O AR INTERIOR

32. SISTEMAS LOCAIS DE VENTILA√á√ÉO MEC√āNICA

33. OPTIMIZA√á√ÉO DA PROCURA DE √ĀGUA A √°gua pr√≥pria para consumo humano existe em quantidade √≠nfima no nosso planeta; Os edif√≠cios podem ser concebidos e constru√≠dos de forma a optimizar consideravelmente a procura de √°gua pot√°vel, canalizando-a apenas para aqueles usos que precisam de todas as suas qualidades;

33. OPTIMIZA√á√ÉO DA PROCURA DE √ĀGUANovo Sistema Volunt√°rio de Certifica√ß√£o de Efici√™ncia H√≠drica, desenvolvido pelaANQIP em Aveiro, no √Ęmbito do Programa Nacional para o Uso Eficiente da √Āgua, ir√°certificar equipamentos e dispositivos h√≠dricos, favorecendo aqueles com melhordesempenho;

34. SISTEMAS DE RECICL√ĀGEM DE √ĀGUAS DA CHUVA Toda a √°gua da chuva que cai nas coberturas dos edif√≠cios, deve ser recolhida e, com o devido tratamento, reutilizada para as fun√ß√Ķes que n√£o carecem de √°gua pot√°vel;

35. SISTEMAS DE RECICL√ĀGEM DE √ĀGUAS CINZENTAS A √°gua pot√°vel que utilizamos deve ser reciclada e reutilizada. Com o devido tratamento as √°guas cinzentas, devem ser reutilizadas para as fun√ß√Ķes que n√£o carecem de √°gua pot√°vel;

36. MATERIAIS LOCAIS Cada acto de compra √© a nossa express√£o de poder individual mais directa, e √© interpretada como o nosso desejo em rela√ß√£o √† forma como o mercado se deve transformar; √Č importante que nos informemos sobre a origem do produto, os seus impactos energ√©tico- ambientais e sociais durante todo o seu ciclo de vida;

37. MATERIAIS RECICLADOS Os edifícios devem contribuir para promover a reutilização e reciclagem de produtos em fim de vida; O Meio edificado deve dispor de espaços a várias escalas que facilitem aos utilizadores dar o seu melhor contributo para os processos de valorização de resíduos;

38. MATERIAIS A REINTEGRAR NA BIOSFERA

39. MATERIAIS A REINTEGRAR NA TECNOSFERA

PLATAFORMA CASA CERTIFICADAPlataforma on-line: ponto deencontro privilegiado entre oPropriet√°rio do Im√≥vel e o PeritoQualificado;Solu√ß√Ķes Construtivas paramelhorar o desempenho energ√©tico-ambiental dos edif√≠cios;www.casacertificada.pt

Cada gesto conta… www.construcaosustentavel.pt TIRONE NUNES

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