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Conjuntura Brasileira 201108

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Information about Conjuntura Brasileira 201108

Published on January 9, 2009

Author: abonattp

Source: slideshare.net

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CONJUNTURA BRASILEIRA – MOMENTO E PERSPECTIVAS POR ALEXSANDRO REBELLO BONATTO

Um pouco de história Adaptado da revista Veja

Um pouco de história Adaptado da revista Veja

O presidente bomba

O presidente bomba

O presidente bomba

O presidente enfaixado

O presidente enfaixado

O presidente enfaixado

Exercícios Relacione as palavras-chave com os planos econômicos correspondentes: Relacione as palavras-chave com os planos econômicos correspondentes Confisco Plano Real Congelamento Plano Collor I Controle da inflação Plano Cruzado

Relacione as palavras-chave com os planos econômicos correspondentes:

Exercícios Relacione as palavras-chave com os planos econômicos correspondentes: Com base no que você aprendeu complete nos quadros abaixo características da gestão do presidente bomba e do presidente enfaixado:

Relacione as palavras-chave com os planos econômicos correspondentes:

Exercícios Relacione as palavras-chave com os planos econômicos correspondentes: Com base no que você aprendeu complete nos quadros abaixo características da gestão do presidente bomba e do presidente enfaixado:

Relacione as palavras-chave com os planos econômicos correspondentes:

Crescimento do PIB por governo Adaptado da revista Veja

Custo anual dos ex-presidentes Ex-presidentes custam ao país R$ 3 milhões por ano. Adaptado do Gazeta Mercantil de 24-11-08

Um país sempre em ajuste Adaptado da Revista VEJA

Inflação: o dragão foi domado Adaptado da Revista VEJA de 12-07-06

Inflação: o dragão foi domado Adaptado da Revista VEJA de 12-07-06

Inflação: o dragão foi domado Adaptado da Revista VEJA de 12-07-06

Um país sempre em ajuste Adaptado da Revista VEJA

Debate - Inflação Adaptado da Revista VEJA Quais são os benefícios colhidos pelo país com o fim da inflação? Por que ela não foi eliminada antes? Existe o perigo dela voltar?

Quais são os benefícios colhidos pelo país com o fim da inflação?

Por que ela não foi eliminada antes?

Existe o perigo dela voltar?

Evolução do PIB Em função da crise do SUBPRIME a desacelaração da economia brasileira em 2009 é dada como certa. Adaptado do Gazeta Mercantil de 24-11-08

Crescimento do PIB O Brasil foi um dos países que teve o maior crescimento do PIB per capita nos últimos 20 anos Adaptado do Jornal Gazeta Mercantil de 20-11-08

Satisfação X PIB Pesquisa do BID revela que o brasileiro se sente satisfeito com suas condições de vida Adaptado do Jornal do Brasil de 19-11-08

Debate – Crescimento para 2009 Hoje, quais são os obstáculos para o crescimento do PIB em 2009? Por que nos últimos anos o crescimento brasileiro foi tão irregular? Adaptado do Jornal do Brasil de 19-11-08

Hoje, quais são os obstáculos para o crescimento do PIB em 2009?

Por que nos últimos anos o crescimento brasileiro foi tão irregular?

Desemprego em queda A taxa de desemprego de outubro de 2008 foi a menor desde 2002 Adaptado do Jornal Estado de São Paulo de 19-11-08

O peso do estado no bolso do cidadão Adaptado da Revista Veja de 04-10-06

Carga tributária nas alturas Adaptado da Revista Veja de 04-10-06

Números do mercado de crédito Adaptado do jornal O Estado de São Paulo de 26-11-08

Números do crédito imobiliário Adaptado do jornal Gazeta Mercantil de 24-11-08

BNDES e a inadimplência projetada para 2009 O prejuízo das empresas que especularam com derivativos cambiais em 2008 dever gerar uma bolha de inadimplência no primeiro semestre de 2009. Adaptado do Gazeta Mercantil de 24-11-08

Taxa de poupanca brasileira A poupança doméstica está em torno de 20% do PIB. Patamar considerado razoável, mas insuficiente. Adaptado do Gazeta Mercantil de 24-11-08

Poupanca brasileira X chinesa A poupança brasileira é bastante inferior à chinesa. Confirmando a dificuldade no financiamento do crescimento no longo prazo. Adaptado do Gazeta Mercantil de 24-11-08

Debate - Macroeconomia Em sua opinião, os números macroeconômicos brasileiros estão adequados para a necessidade do país? Adaptado do Gazeta Mercantil de 24-11-08

Em sua opinião, os números macroeconômicos brasileiros estão adequados para a necessidade do país?

Infra-estrutura: o grande desafio Adaptado do Gazeta Mercantil de 24-11-08

Infra-estrutura: entre erros e acertos Adaptado da revista Veja de 04-10-06 Governo Juscelino Kubitschek Acertos: JK apostou na vida da indútria automobilística e, corretaemnte, associou isso à necessidade de construir e pavimentar estradas. A interiorização do progresso com a construção de Brasília também auxiliou o desenvolvimento Erros: o custo do progersso foi alto. Na ausência de responsabilidade fiscal, os gastos públicos produziram inflação. Governo Castelo Branco Acertos: a reforna tributária de 1966 reduziu impostos e impulsionou o consumo de eletrodomésticos. Houve consolidação da indústria instalada no governo JK. Erros: nenhum que superasse os benefícios.

Governo Juscelino Kubitschek

Acertos: JK apostou na vida da indútria automobilística e, corretaemnte, associou isso à necessidade de construir e pavimentar estradas. A interiorização do progresso com a construção de Brasília também auxiliou o desenvolvimento

Erros: o custo do progersso foi alto. Na ausência de responsabilidade fiscal, os gastos públicos produziram inflação.

Governo Castelo Branco

Acertos: a reforna tributária de 1966 reduziu impostos e impulsionou o consumo de eletrodomésticos. Houve consolidação da indústria instalada no governo JK.

Erros: nenhum que superasse os benefícios.

Infra-estrutura: entre erros e acertos Adaptado da revista Veja de 04-10-06 Governos Medici e Geisel Acertos: em 1970, a população urbana ultrapassou a rural, com o governo investindo pesado em progarmas de infra-estrutura nas cidades para dar vazão ao crescimento do tempo do “milagre”. Erros: o desenvolvimento veio acompanhado de inflação. Governo FHC Acertos: em 1998, o governo privatizou o sistema Telebrás, o que induziu a democratização do acesso dos brasileiros a telefonia. Somente no primeiro ano da privatização o número de telefones cresceu 46%. Erros: foram mínimos se comparados aos benefícios.

Governos Medici e Geisel

Acertos: em 1970, a população urbana ultrapassou a rural, com o governo investindo pesado em progarmas de infra-estrutura nas cidades para dar vazão ao crescimento do tempo do “milagre”.

Erros: o desenvolvimento veio acompanhado de inflação.

Governo FHC

Acertos: em 1998, o governo privatizou o sistema Telebrás, o que induziu a democratização do acesso dos brasileiros a telefonia. Somente no primeiro ano da privatização o número de telefones cresceu 46%.

Erros: foram mínimos se comparados aos benefícios.

Mercado bancário no Brasil

Concentração bancária no Brasil Fonte: Gazeta Mercantil de 07-11-08

Concentração bancária no Brasil Fonte: O Estado de São Paulo de 07-11-08 e Revista Época, edição 545

Concentração bancária no Brasil Fonte: O Estado de São Paulo de 24-11-08

Bancos brasileiros entre os mais lucrativos Fonte: O Estado de São Paulo de 18-11-08

Debate – mercado bancário Qual a função dos bancos numa economia capitalista? No caso do Brasil, nossos bancos estão cumprindo essa função?

Qual a função dos bancos numa economia capitalista?

No caso do Brasil, nossos bancos estão cumprindo essa função?

Crise do SUBPRIME e o Brasil

A proteção do Brasil

A proteção do Brasil Os bancos nacionais são sólidos e rentáveis - Graças ao Proer criado pelo governo FHC nos anos 90, o sistema bancário foi saneado. Hoje, os bancos brasileiros têm uma rentabilidade de quase 3,5% sobre seus ativos - o triplo dos bancos americanos. E seguem os rígidos limites de alavancagem do Acordo da Basiléia. As reservas passam de Us$ 200 bilhões - A dívida externa das empresas e do governo brasileiro está garantida pelo colchão de dólares acumulado pelo Banco Central. Esse montante também garante o combate à especulação com o dólar em momentos de crise. Mais de 80% das empresas de capital aberto são lucrativas - A rentabilidade das maiores sociedades anônimas do País fi cou acima de 10% em 2007, algo que não acontecia desde 1980. No primeiro semestre deste ano, as 340 maiores empresas da Bolsa de Valores já acumulavam R$ 69 bilhões de lucro líquido.

Os bancos nacionais são sólidos e rentáveis - Graças ao Proer criado pelo governo FHC nos anos 90, o sistema bancário foi saneado. Hoje, os bancos brasileiros têm uma rentabilidade de quase 3,5% sobre seus ativos - o triplo dos bancos americanos. E seguem os rígidos limites de alavancagem do Acordo da Basiléia.

As reservas passam de Us$ 200 bilhões - A dívida externa das empresas e do governo brasileiro está garantida pelo colchão de dólares acumulado pelo Banco Central. Esse montante também garante o combate à especulação com o dólar em momentos de crise.

Mais de 80% das empresas de capital aberto são lucrativas - A rentabilidade das maiores sociedades anônimas do País fi cou acima de 10% em 2007, algo que não acontecia desde 1980. No primeiro semestre deste ano, as 340 maiores empresas da Bolsa de Valores já acumulavam R$ 69 bilhões de lucro líquido.

A proteção do Brasil Os investimentos batem recordes e sobem 16,2% no ano - Animadas pela demanda interna e o surgimento de uma nova classe média, as empresas trabalham a pleno vapor. Investem em planos de expansão, pois a utilização da capacidade instalada, de 86%, aproxima-se do teto. A inflação caiu e está abaixo da meta de 6,5% - Em alta no início do ano, por causa da crise dos alimentos, a infl ação voltou a fi car sob controle. Deve fechar 2008 em torno de 6% e, pelas previsões, voltará ao centro da meta de 4,5% em 2009. Garante, assim, o poder aquisitivo dos assalariados. A taxa de desemprego é a menor dos últimos dez anos - Com o crescimento do PIB, de 6,1% no trimestre, e a infl ação em queda, as empresas crescem e o resultado é a geração de dois milhões de empregos desde 2004. O desemprego caiu de 13% em 2003 para 7,6% em agosto.

Os investimentos batem recordes e sobem 16,2% no ano - Animadas pela demanda interna e o surgimento de uma nova classe média, as empresas trabalham a pleno vapor. Investem em planos de expansão, pois a utilização da capacidade instalada, de 86%, aproxima-se do teto.

A inflação caiu e está abaixo da meta de 6,5% - Em alta no início do ano, por causa da crise dos alimentos, a infl ação voltou a fi car sob controle. Deve fechar 2008 em torno de 6% e, pelas previsões, voltará ao centro da meta de 4,5% em 2009. Garante, assim, o poder aquisitivo dos assalariados.

A taxa de desemprego é a menor dos últimos dez anos - Com o crescimento do PIB, de 6,1% no trimestre, e a infl ação em queda, as empresas crescem e o resultado é a geração de dois milhões de empregos desde 2004. O desemprego caiu de 13% em 2003 para 7,6% em agosto.

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