Componentes da competência em informação

33 %
67 %
Information about Componentes da competência em informação
Education

Published on August 17, 2009

Author: elisabeth.dudziak

Source: slideshare.net

Description

Aula 1 - Curso de capacitação de bibliotecários da USP como promotores da competência em informação - 2009 - Training The Trainers in Information Literacy Brazil - IFLA UNESCO SIBi USP.

Componentes da Competência em Informação Explorando aspectos diferentes do conceito... Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Frente à realidade atual, saber lidar com a informação e seu vasto universo, de modo a aprender continuamente, é essencial. Preparar o ser humano para que se aproprie deste universo é papel das instituições educacionais, principalmente das bibliotecas e seus agentes.

Frente à realidade atual, saber lidar com a informação e seu vasto universo, de modo a aprender continuamente, é essencial.

Preparar o ser humano para que se aproprie deste universo é papel das instituições educacionais, principalmente das bibliotecas e seus agentes.

As pessoas devem saber como: definir suas necessidades informacionais, como buscar e acessar a informação, como avaliá-la, organizá-la, transformá-la num amálgama de conhecimentos, habilidades e valores para, deste modo, aprender a aprender, de maneira independente, ao longo da vida.

definir suas necessidades informacionais, como buscar e acessar a informação, como avaliá-la,

organizá-la,

transformá-la num amálgama de conhecimentos, habilidades e valores para, deste modo,

aprender a aprender, de maneira independente, ao longo da vida.

Ciclo da Competência em Informação

Porque a competência em informação é importante?   é pré-requisito para o êxito da aprendizagem centrada no aluno e sua autonomia. contribui para a conscientização da integridade acadêmica na utilização de informações e evita o plágio. permite que o aluno adquira hábitos de leitura e atualização constante, a partir do uso adequado das ferramentas e estratégias de busca informacional. contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico e responsável em relação à atuação na sociedade, sendo essencial ao aprendizado ao longo da vida. é condição de empregabilidade.

é pré-requisito para o êxito da aprendizagem centrada no aluno e sua autonomia.

contribui para a conscientização da integridade acadêmica na utilização de informações e evita o plágio.

permite que o aluno adquira hábitos de leitura e atualização constante, a partir do uso adequado das ferramentas e estratégias de busca informacional.

contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico e responsável em relação à atuação na sociedade, sendo essencial ao aprendizado ao longo da vida.

é condição de empregabilidade.

Origem da expressão A expressão Information Literacy (literalmente traduzida como alfabetização informacional) surgiu pela primeira vez na literatura em 1974, em um relatório intitulado: The information service environment relationships and priorities , de autoria de um bibliotecário americano chamado Paul Zurkowski.

A expressão Information Literacy (literalmente traduzida como alfabetização informacional) surgiu pela primeira vez na literatura em 1974, em um relatório intitulado: The information service environment relationships and priorities , de autoria de um bibliotecário americano chamado Paul Zurkowski.

Raízes do conceito Algumas vezes, é usado para substituir expressões já conhecidas como a educação de usuários de biblioteca e conceitos subordinados: orientação bibliográfica, instruções de uso da biblioteca, treinamento das habilidades informacionais Tais expressões não podem ser vistas nem como sinônimos entre si, nem em relação à Information Literacy .

Algumas vezes, é usado para substituir expressões já conhecidas como a educação de usuários de biblioteca e conceitos subordinados:

orientação bibliográfica,

instruções de uso da biblioteca,

treinamento das habilidades informacionais

Tais expressões não podem ser vistas nem como sinônimos entre si, nem em relação à Information Literacy .

A competência em informação: É um conjunto integrado de habilidades (estratégias de pesquisa e avaliação); Inclui o conhecimento de ferramentas e recursos informacionais; Inclui habilidades e conhecimentos não restritos nem dependentes dos recursos da biblioteca; Não significa apenas achar a informação; significa entendê-la, avaliá-la e usá-la. (BREIVIK, 1985)

É um conjunto integrado de habilidades (estratégias de pesquisa e avaliação);

Inclui o conhecimento de ferramentas e recursos informacionais;

Inclui habilidades e conhecimentos não restritos nem dependentes dos recursos da biblioteca;

Não significa apenas achar a informação; significa entendê-la, avaliá-la e usá-la. (BREIVIK, 1985)

Declaração da ALA (1989) Para ser competente em informação, uma pessoa deve ser capaz de reconhecer quando uma informação é necessária e deve ter a habilidade de localizar, avaliar e usar efetivamente a informação (....)Resumindo, as pessoas competentes em informação são aquelas que aprenderam a aprender. Elas sabem como aprender pois sabem como o conhecimento é organizado, como encontrar a informação e como usá-la de modo que outras pessoas aprendam a partir dela. (American Library Association - Presential Committee on Information Literacy 1989, p.1 )

Para ser competente em informação, uma pessoa deve ser capaz de reconhecer quando uma informação é necessária e deve ter a habilidade de localizar, avaliar e usar efetivamente a informação (....)Resumindo, as pessoas competentes em informação são aquelas que aprenderam a aprender. Elas sabem como aprender pois sabem como o conhecimento é organizado, como encontrar a informação e como usá-la de modo que outras pessoas aprendam a partir dela. (American Library Association - Presential Committee on Information Literacy 1989, p.1 )

Décadas de 80 e 90 Na segunda metade da década de 80, os primeiros estudos de caso e surveys relacionados ao tema foram publicados. Na década de 90 surgiram os primeiros livros e as primeiras dissertações e teses sobre o assunto. Somente em 1992, o ERIC incorporou a expressão à sua lista de descritores.

Na segunda metade da década de 80, os primeiros estudos de caso e surveys relacionados ao tema foram publicados.

Na década de 90 surgiram os primeiros livros e as primeiras dissertações e teses sobre o assunto.

Somente em 1992, o ERIC incorporou a expressão à sua lista de descritores.

Para Christine Doyle (1994) Todo mundo usa informação enquanto cidadão, trabalhador, na resolução de problemas ou para o aprendizado ao longo da vida. As competências mais elevadas de aprendizado incluem a formulação de questões, a avaliação da informação de acordo com sua pertinência e exatidão, a organização da informação e, finalmente, a aplicação da informação para responder as questões originais - o último e mais valioso passo no processo. Não se trata somente de achar a informação, mas usá-la para motivar o aprendiz.

Todo mundo usa informação enquanto cidadão, trabalhador, na resolução de problemas ou para o aprendizado ao longo da vida.

As competências mais elevadas de aprendizado incluem a formulação de questões, a avaliação da informação de acordo com sua pertinência e exatidão, a organização da informação e, finalmente, a aplicação da informação para responder as questões originais - o último e mais valioso passo no processo.

Não se trata somente de achar a informação, mas usá-la para motivar o aprendiz.

Para Carol Kuhlthau (1996) As habilidades de uso da biblioteca preparam os estudantes para localizar os materiais numa biblioteca. A competência em informação os prepara para aprender num ambiente rico em informação(... )abrange o aprendizado ao longo da vida e a aplicação das habilidades informacionais ao dia a dia.

As habilidades de uso da biblioteca preparam os estudantes para localizar os materiais numa biblioteca.

A competência em informação os prepara para aprender num ambiente rico em informação(... )abrange o aprendizado ao longo da vida e a aplicação das habilidades informacionais ao dia a dia.

O uso da expressão Competência em Informação A Information Literacy surgiu no âmbito da Biblioteconomia. Porém, é fato que a literatura biblioteconômica não é unânime a respeito de seu significado e tradução. Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

A Information Literacy surgiu no âmbito da Biblioteconomia.

Porém, é fato que a literatura biblioteconômica não é unânime a respeito de seu significado e tradução.

Enquanto nos Estados Unidos o uso da expressão literacy (alfabetização) associada ao termo informação foi largamente aceita, em outros países sua utilização tem variado. Em Portugal, foi traduzida como literacia da informação. No Brasil, a questão da tradução da expressão information literacy ainda suscita discussão. Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Enquanto nos Estados Unidos o uso da expressão literacy (alfabetização) associada ao termo informação foi largamente aceita, em outros países sua utilização tem variado.

Em Portugal, foi traduzida como literacia da informação.

No Brasil, a questão da tradução da expressão information literacy ainda suscita discussão.

Diferentes traduções Alfabetização em informação Letramento informacional Literacia da informação Competência em informação Competência informacional

Alfabetização em informação

Letramento informacional

Literacia da informação

Competência em informação

Competência informacional

Concepções de Information Literacy Ênfase na Informação Ênfase no Conhecimento Ênfase no Aprendizado Sociedade da Informação Sociedade do Conhecimento Sociedade de Aprendizagem Acesso Acesso e processos Acesso, processos e relações O que O que e como O que, como e por que Acumulação do saber Construção do saber Fenômeno do saber Sistemas de Informação/Tecnologia Usuários/Indivíduos Aprendizes/Sujeitos Habilidades Habilidades e Conhecimentos Habilidades, Conhecimentos e Atitudes Visão tecnocrata Visão sistêmica Visão complexa Escola tradicional Escola em processo Escola aprendente Biblioteca como suporte Biblioteca como espaço de aprendizado Biblioteca aprendente e espaço de expressão Bibliotecário como intermediário Bibliotecário como mediador de processos Bibliotecário como sujeito e agente educacional

Alfabetização: tem seu significado fortemente associado às fases iniciais da educação Literacia e o letramento: ligam-se predominantemente ao universo das palavras Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Alfabetização: tem seu significado fortemente associado às fases iniciais da educação

Literacia e o letramento: ligam-se predominantemente ao universo das palavras

Por que ‘competência em informação’? Tem significado mais abrangente É aceita e valorizada tanto na área educacional quanto nos círculos profissionais É definida pela combinação e mobilização de conhecimentos, habilidades e atitudes para o ‘domínio do universo informacional’ Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Tem significado mais abrangente

É aceita e valorizada tanto na área educacional quanto nos círculos profissionais

É definida pela combinação e mobilização de conhecimentos, habilidades e atitudes para o ‘domínio do universo informacional’

Classificação das competências Competências funcionais Competências organizacionais Competências coletivas Competências individuais Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Competências funcionais

Competências organizacionais

Competências coletivas

Competências individuais

No caso do bibliotecário... A competência em informação é: Uma competência individual Uma competência funcional Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

A competência em informação é:

Uma competência individual

Uma competência funcional

Pessoas competentes em informação... Estão familiarizadas com as várias mídias de informação, incluindo jornais, revistas, televisão, internet, outras pessoas. Sabem como o mundo da informação é estruturado, como acessar as redes formais e informais de informação. Conhecem as estruturas de comunicação social e educacional. Assumem uma atitude pró-ativa de aprendizado e mudança. Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Estão familiarizadas com as várias mídias de informação, incluindo jornais, revistas, televisão, internet, outras pessoas.

Sabem como o mundo da informação é estruturado, como acessar as redes formais e informais de informação.

Conhecem as estruturas de comunicação social e educacional.

Assumem uma atitude pró-ativa de aprendizado e mudança.

Bases da competência em informação O aprender a aprender O aprendizado independente O pensamento crítico A pró-atividade O pensamento sistêmico A compreensão dos processos investigativos Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

O aprender a aprender

O aprendizado independente

O pensamento crítico

A pró-atividade

O pensamento sistêmico

A compreensão dos processos investigativos

O aprender a aprender Significa mobilizar conhecimentos, habilidades e ter a atitude de aprender sempre. São capazes de aprender de modo independente, com autonomia. Diariamente aprendem a: Pensar por si mesmas Motivar-se Organizar-se Manter-se abertas Ter flexibilidade Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Significa mobilizar conhecimentos, habilidades e ter a atitude de aprender sempre.

São capazes de aprender de modo independente, com autonomia.

Diariamente aprendem a:

Pensar por si mesmas

Motivar-se

Organizar-se

Manter-se abertas

Ter flexibilidade

O aprendizado independente As pessoas competentes em informação não precisam de alguém que vigie seu aprendizado ou fique cobrando estudos. Estas pessoas cultivam o hábito de manter-se bem informadas Buscam ativamente aprender sozinhas ou em grupos Deste modo, aprendem ao longo da vida Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

As pessoas competentes em informação não precisam de alguém que vigie seu aprendizado ou fique cobrando estudos.

Estas pessoas cultivam o hábito de manter-se bem informadas

Buscam ativamente aprender sozinhas ou em grupos

Deste modo, aprendem ao longo da vida

O pensamento crítico Uma pessoa competente em informação está atenta ao sentido e ao significado do que é observado ou expressado, buscando sempre verificar a informação ou argumento apresentados. Sabe julgar proposições, argumentos, informações e opiniões, procurando aferir a verdade com base em suas crenças e conhecimentos. Pensar é inevitável. Pensar criticamente é uma opção pelo discernimento e pela consciência. Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Uma pessoa competente em informação está atenta ao sentido e ao significado do que é observado ou expressado, buscando sempre verificar a informação ou argumento apresentados.

Sabe julgar proposições, argumentos, informações e opiniões, procurando aferir a verdade com base em suas crenças e conhecimentos.

Pensar é inevitável.

Pensar criticamente é uma opção pelo discernimento e pela consciência.

A pró-atividade A competência em informação pressupõe uma atitude pró-ativa de busca e uso da informação para resolver problemas, tomar decisões acertadas ou mesmo elaborar projetos. Ser pró-ativo significa antecipar-se nas ações, refletindo, planejando e tendo a iniciativa de agir.

A competência em informação pressupõe uma atitude pró-ativa de busca e uso da informação para resolver problemas, tomar decisões acertadas ou mesmo elaborar projetos.

Ser pró-ativo significa antecipar-se nas ações, refletindo, planejando e tendo a iniciativa de agir.

O pensamento sistêmico Pensar de modo sistêmico significa considerar a relação entre os acontecimentos, as pessoas, os fenômenos. Ser competente em informação pressupõe relacionar distintos aspectos de uma questão, buscando conexões entre dados, fatos, eventos. O desenvolvimento sustentável tem suas bases no pensamento sistêmico pois considera que distintas lógicas devem ser compatibilizadas para que haja evolução satisfatória e permenente: A lógica econômica, a lógica ambiental, a lógica social e a lógica política. Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Pensar de modo sistêmico significa considerar a relação entre os acontecimentos, as pessoas, os fenômenos.

Ser competente em informação pressupõe relacionar distintos aspectos de uma questão, buscando conexões entre dados, fatos, eventos.

O desenvolvimento sustentável tem suas bases no pensamento sistêmico pois considera que distintas lógicas devem ser compatibilizadas para que haja evolução satisfatória e permenente:

A lógica econômica, a lógica ambiental, a lógica social e a lógica política.

Processo investigativo Principal componente da competência em informação. Compreender o processo investigativo é fundamental para a competência em informação. Esse processo envolve uma série de etapas e nem sempre ocorre de forma sequencial e linear. Vários autores que se dedicam ao estudo da competência em informação buscaram modelar o processo investigativo.

Principal componente da competência em informação.

Compreender o processo investigativo é fundamental para a competência em informação.

Esse processo envolve uma série de etapas e nem sempre ocorre de forma sequencial e linear.

Vários autores que se dedicam ao estudo da competência em informação buscaram modelar o processo investigativo.

 

Kuhlthau Information Seeking Eisenberg/Berkowitz Information Problem-Solving Big6 Model© Pitts/Stripling Research Process 1. Definição da tarefa 1.Iniciação de um tópico 1. Escolha de um grande tópico 2. Seleção de um tópico 2. Obtenção de um apanhado geral sobre o tópico 3. Formação de um foco 3. Aproximação do tópico 4.Desenvolvimento de uma tese ou proposta 2.Estratégias de busca da informação 2.1 Determinação de fontes 2.2 Priorização de fontes 5. Formulação de questões para a pesquisa 3. Localização e acesso 3.1 Localizar fontes 3.2 Achar informação 3.Exploração da informação (tópico geral) 6.Planificação da pesquisa e produção 4. Coleta de informação (tópico focalizado) 7.Encontrar, analisar, avaliar fontes 4. Uso da informação 4.1Encaixar:leitura,visualização etc. 4.2 Extração da informação 8.Avaliar evidências, tomar notas, compilar bibliografia 5. Síntese 5.1 Organização 5.2 Apresentação 5. Preparação para a apresentação 9.Estabelecer conclusões e organizar a informação segundo uma linha 10. Criação e apresentação final do produto 6. Avaliação 6.1 Julgamento do produto 6.2 Julgamento do processo 6. Avaliação

 

 

 

 

Modelos e padrões semelhantes Os modelos podem ter nomes diferentes mas representam processos semelhantes. Os modelos foram baseados na experiência dos autores e na observação de situações reais. Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Os modelos podem ter nomes diferentes mas representam processos semelhantes.

Os modelos foram baseados na experiência dos autores e na observação de situações reais.

Competência em informação como evento Nem sempre nos deparamos com um processo investigativo completo. Na verdade, na maior parte das vezes, experimentamos distintos momentos investigativos. Também o bibliotecário lida, em seu dia a dia com partes desse processo. Christine Bruce, estudiosa do assunto, considerou a competência em informação como fenômeno. Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Nem sempre nos deparamos com um processo investigativo completo.

Na verdade, na maior parte das vezes, experimentamos distintos momentos investigativos.

Também o bibliotecário lida, em seu dia a dia com partes desse processo.

Christine Bruce, estudiosa do assunto, considerou a competência em informação como fenômeno.

The seven faces of information literacy – o fenômeno (1997) 1. Tecnologia da informação o centro da experiência está na importância dada à tecnologia da informação e às formas de acesso a ela. 2. Fontes de informação onde a competência em informação é experimentada como o conhecimento das fontes de informação e sua estrutura. 3. Processo de informação a execução de um processo de busca e uso da informação. 4. Controle da informação a capacidade de controlar a informação, sua organização para recuperação posterior. 5. Construção do conhecimento é experimentar o processo de construção pessoal de conhecimento   6. Extensão do conhecimento É experimentar o conhecimento ampliado, incorporando a criatividade e/ou intuição, com a criação de sentido. 7. I nteligência uso inteligente da informação produzida a partir do que se aprendeu, em benefício de outros; ou seja, incorporando a noção de ética, de valores pessoais e sociais no uso da informação. Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

1. Tecnologia da informação

o centro da experiência está na importância dada à tecnologia da informação e às formas de acesso a ela.

2. Fontes de informação

onde a competência em informação é experimentada como o conhecimento das fontes de informação e sua estrutura.

3. Processo de informação

a execução de um processo de busca e uso da informação.

4. Controle da informação

a capacidade de controlar a informação, sua organização para recuperação posterior.

5. Construção do conhecimento

é experimentar o processo de construção pessoal de conhecimento

 

6. Extensão do conhecimento

É experimentar o conhecimento ampliado, incorporando a criatividade e/ou intuição, com a criação de sentido.

7. I nteligência

uso inteligente da informação produzida a partir do que se aprendeu, em benefício de outros; ou seja, incorporando a noção de ética, de valores pessoais e sociais no uso da informação.

O movimento da competência em informação hoje É um movimento mundial Capitaneado pela IFLA e UNESCO Encontros e oficinas têm sido realizados em vários países Ações promotoras consideram a importância do tema para a sociedade, não só para a academia. Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

É um movimento mundial

Capitaneado pela IFLA e UNESCO

Encontros e oficinas têm sido realizados em vários países

Ações promotoras consideram a importância do tema para a sociedade, não só para a academia.

Alexandria, Egito, 2005... Encontro de Especialistas em Competência em Informação Reuniu 40 profissionais de 24 países. Promovido pelas entidades: NFIL (National Forum on Information Literacy), UNESCO (UNITED Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) e IFLA (International Federation of Library Associations and Institutions).

Encontro de Especialistas em Competência em Informação

Reuniu 40 profissionais de 24 países.

Promovido pelas entidades:

NFIL (National Forum on Information Literacy),

UNESCO (UNITED Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) e

IFLA (International Federation of Library Associations and Institutions).

Eixos temáticos discutidos: Competência informacional para a saúde e serviços Competência informacional para a governança e cidadania Competência informacional para o desenvolvimento econômico Competência informacional para o aprendizado e a educação Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Competência informacional para a saúde e serviços

Competência informacional para a governança e cidadania

Competência informacional para o desenvolvimento econômico

Competência informacional para o aprendizado e a educação

Compreender estes fenômenos é, agora, uma prioridade para organismos internacionais como a IFLA e a UNESCO. A promoção de programas e oficinas do tipo training the trainers por todo o mundo tem sido apoiada. Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Compreender estes fenômenos é, agora, uma prioridade para organismos internacionais como a IFLA e a UNESCO.

A promoção de programas e oficinas do tipo training the trainers por todo o mundo tem sido apoiada.

 

Quebéc, Canadá, Agosto 2008 Training the Trainers in Information Literacy

Training the Trainers in Information Literacy

Foi criado um símbolo que representa as ações em torno da competência em informação: Também foi criado o Infolit – um diretório mundial que reúne iniciativas, recursos e textos sobre o assunto. Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Foi criado um símbolo que representa as ações em torno da competência em informação:

Também foi criado o Infolit – um diretório mundial que reúne iniciativas, recursos e textos sobre o assunto.

Infolit Global Directory Elisabeth Adriana Dudziak – 2009 - Aula 1 – Curso de capacitação de bibliotecários do SIBi-USP – Training The Trainers in Information Literacy

Add a comment

Related presentations

Related pages

Competência em informação: um diferencial das pessoas ...

desenvolvimento da competência em informação às pessoas da comunidade. Os profissionais da informação precisam: zCompreender e desenvolver um
Read more

A competência em informação e o bibliotecário mediador ...

A competência em informação e o bibliotecário mediador da leitura em Biblioteca Pública. ... Na função de agente socializador da informação, ...
Read more

EMPREGO DA COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO POR ESTUDANTES DE ...

EMPREGO DA COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO POR ... estabelecidos para verificação dos componentes da competência. Quanto à análise dos dados, ...
Read more

Competência em Informação

COMPONENTES DA EXECUÇÃO. ... ou letramento informacional, constituiria o processo de construção e desenvolvimento da competência em informação. ...
Read more

Competência em Informação na Área da Saúde

Competência em Informação na Área da Saúde InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v. 3, n.1, p. 87-104, jan./jun. 2012. 102 Conclusões
Read more

Centros de competência em tecnologias

Centros de competência em tecnologias ... na gestão da informação e de ... sendo a componente prática realizada em empresas e a componente ...
Read more

Competência Informacional para Bibliotecários

... quando se reconhece a primeira referência relacionada à uma formação mais abrangente e holística (no sentido da competência em informação, ...
Read more

Competência (informacional) – Wikipédia, a ...

A competência em diferentes níveis é caracterizada em: Competência Individuais: ... de agir eticamente em relação ao uso da informação;
Read more