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Como prestar contas para projetos incentivados | 2014

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Information about Como prestar contas para projetos incentivados | 2014
Government & Nonprofit

Published on October 13, 2014

Author: micfre12

Source: slideshare.net

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Aprenda tudo sobre a prestação de contas de projetos de cultura, esporte, saúde, idosos, criança e adolescente que foram incentivados com leis federais, estaduais ou municipais.
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1. PRESTAÇÃO DE CONTAS PROJETOS INCENTIVADOS

2. SERVIÇOS CRIANDO ASSESSORIA CONSULTORIA Terceiro Setor Empresas PALESTRAS

3. SERVIÇOS CRIANDO ASSESSORIA CONSULTORIA Terceiro Setor Desenvolvimento Institucional Técnica Jurídica Gestão Planejamento Estratégico Marketing e Comunicação Empresas PALESTRAS

4. SERVIÇOS CRIANDO ASSESSORIA CONSULTORIA Terceiro Setor Desenvolvimento Institucional Técnica Jurídica Gestão Planejamento Estratégico Marketing e Comunicação Empresas Responsabilidade Social Desenvolvimento Sustentável PALESTRAS

5. Estímulos para pensar e quebrar paradigmas Troca de ideias Sair diferente de como entrou - ousar ACORDOS: ! Horário ! Celulares ! Silêncio ! Perguntas

6. TEMAS DA APRESENTAÇÃO • Planejamento • Orçamento Projetos/Áreas Despesas Fixas Investimento Recursos humanos Plano de Contas • Cronograma • Prestação de Contas Monitoramento Accountability Recursos Humanos Indicadores

7. PLANEJAMENTO

8. Feeling / Intuição Exercício O taco e bola custam R$ 1,10. O taco custa R$ 1 a mais que a bola. Valor do taco? Valor da bola?

9. Feeling / Intuição Exercício A + B = 1,10 A – B = 1,00 A = 1,10 – B A = 1,00 +B 1,00 + B = 1,10 – B 2B = 1,10 – 1,00 B = 0,10 /2 = 0,05

10. NÃO DEPENDA DA INTUIÇÃO Para Daniel Kahneman, Nobel de Economia, é um grande risco tomar decisões usando a área preguiçosa e irracional do cérebro. A mente é comandada por 2 sistemas (rápido e lento).

11. PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA L I M P E

12. PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Legalidade Que respeita a legislação Impessoalidade Obrigação de se manter uma posição neutra em relação aos administrados Moralidade De acordo com a ética; conforme os mais altos valores comportamentais da sociedade Publicidade Manter plena transparência de todos os seus atos Eficiência Busca pelo aperfeiçoamento na prestação de seus serviços Art. 37 da Constituição Federal

13. FERRAMENTAS DE GESTÃO As organizações sem fins lucrativos e as micro e pequenas empresas empregam no país a maioria de toda a força de trabalho Mas não utilizam de maneira eficaz ferramentas que as auxiliem nas decisões de rotina e sobre o futuro organizacional

14. Pensar o projeto Escrever o projeto Formatar para editais Formatar apresentação Captar Executar Comunicar e Prestar contas

15. Pensar projeto ESCREVER FORMATAR editais Formatar Captar apresentação Comunicar e Prestar contas EXECUTAR ORGANIZAÇÃO

16. NATUREZA DOS RECURSOS § RESTRITOS OU VINCULADOS : a. Recursos de terceiros b. Recursos públicos ou privados c. “Dinheiro carimbado” Não agrega ao patrimônio § IRRESTRITOS OU NÃO VINCULADOS a. Recursos próprios b. Doações Espontâneas c. Geração de Renda Agrega ao Patrimônio

17. FLUXO CONTÁBIL DOS RECURSOS ATIVO PASSIVO RESULTADO Devolução PATRIMÔNIO Recursos Restritos Recursos Irrestritos

18. DIVERSIFICAÇÃO DE FONTES E ESTRATÉGIAS DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS GRP

19. Projeto-Organização Orçamento da Organização Orçamento Projeto A Orçamento Projeto B Orçamento Projeto Planej.Fin. Plano de contas Fluxo de caixa Despesas fixas e permanentes

20. INCENTIVOS FISCAIS Resumo sobre os incentivos fiscais federais para OSCs Tipo de incentivo Nome do incentivo Lei federal principal Necessário cadastro prévio Necessário aprovação de projeto Prazo para captar Limite do captador % do captador % mínimo para inicio Depósito em fundo Municipal, Estadual ou Federal Idoso (2) 12.210/10 Criança e Adolescente (3) 8.069/90 e 12.594/12 Doação direta na conta as OSC OSCIP, UPF, Ensino e Pesquisa 9.249/95 e Depósito em conta específica do projeto Banco do Brasil Saúde PRONAS PRONON Esporte Cultura Artigo 18 Cultura Artigo 26 Áudio-visual 8.685/93 e 11.329/06 12.715/12 11.438/06 8.313/9 10.637/02

21. INCENTIVOS FISCAIS Resumo sobre os incentivos fiscais federais para OSCs Tipo de incentivo Nome do incentivo Lei federal principal Depósito em conta específica do projeto Banco do Brasil Saúde PRONAS PRONON Esporte Cultura Artigo 18 Cultura Artigo 26 Áudio-visual 8.685/93 e 11.329/06 Depósito em fundo Municipal, Estadual ou Federal Necessário cadastro prévio S S Necessário aprovação de projeto Prazo para captar Limite do captador % do captador % mínimo para inicio S S Variável (24 meses) Variável Doação direta na conta as OSC NA 5,7 ou 10 % (1) Variável S S S S No ano 50 mil (4) 5% (4) 60% (4) N N S S N S N S 18 meses 24 meses 100 mil 10% 20% Idoso (2) 12.210/10 Criança e Adolescente (3) 8.069/90 e 12.594/12 OSCIP, UPF, Ensino e Pesquisa 9.249/95 e 12.715/12 11.438/06 8.313/9 10.637/02

22. Orçamento

23. PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS O que são? 1. Hipóteses, condições que assumimos como verdadeiras 2. São fatores que consideramos como certos, reais e seguros 3. Devem ser específicas, precisas e claras 4. Devem ser constantemente revisadas e atualizadas

24. Recursos Humanos: PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS consideramos todos os colaboradores independente da forma de contrato de trabalho. Formas de contrato de trabalho: CLT, Prestador de Serviço (NF) e Autônomo. Total de Encargos Sociais 59% Encargos pagos no mês: 33% Encargos provisionados no mês para despesas 26% futuras: PIS sobre folha de pagamento: 1% INSS sobre autônomos: 20% Benefícios: vale transporte/vale refeição/vale alimentação/cesta básica/assistência medica Substituição do profissional no período de não foi previsto. férias: Abono de férias: não foi previsto. Para o calculo das verbas rescisórias: o profissional seria demitido no período de 24 meses. Conceito de receitas vinculadas a despesas: são valores doados por terceiros com a finalidade de cobrir despesas especificas da Organização. Informações: dados foram fornecidos pela Organização e consolidados pela média. Investimentos : são valores destinados para aquisições de bens ou serviços com a finalidade de melhor a operação da Organização. São valores que desembolsamos uma única vez.

25. PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS PREMISSAS 2010/ 2011 -­‐ Os valores de RH devem ser separados por centro de custos (DI, ADM e PROJETOS -­‐ Proj ZN, Proj HAOC, Proj RO, Proj Unidade Móvel I, Proj Unidade Móvel II, etc). -­‐ RH contempla funcionários CLT e estagiários registrados da instituição. -­‐ RH reajuste com data base em março de acordo com inflação e também podem ocorrer reajustes caso a caso – enquadramento ou espontâneo. -­‐ RH de acordo com o crescimento do Instituto, poderemos ter novos cargos – Aumento de quadro. -­‐ Percentual de encargos sociais: 65,39% (35,80% pagos mês a mês; 29,59% provisionados para 12 meses). -­‐ Inflação 2010: 7% -­‐ Inflação 2011: 7% -­‐ TERCEIROS: lista todos prestadores de serviços com contratos de serviços regulares. -­‐ Aluguel reajuste com data base em setembro de acordo com inflação.

26. Orçamento Definição Instrumento de natureza econômica; Sistematiza previsões de gastos; Ordena e classifica as receitas e despesas; Deve demonstrar recursos financeiros e não financeiros; Deve apresentar as fontes e montantes de recursos necessários.

27. FUNÇÕES DO ORÇAMENTO PLANEJAR Fonte: Boisvert,1999 O orçamento materializa os planos (planejar) sob a forma de valores. CONTROLAR O orçamento é um meio eficaz de efetuar a continuação dos planos. Ele fornece as medidas para avaliar a performance da Entidade. Ele permite acompanhar a estratégia, verificar seu grau de êxito e em caso de necessidade, tomar ação corretiva. EXECUTAR A execução do orçamento contribui para assegurar a eficácia da Entidade e o comando que vai possibilitar a difusão dos planos. Isto serve para coordenar as diversas unidades da Entidade, motivando e avaliando os gestores e empregados.

28. ORÇAMENTO Conceito Orçamentos são planos de uma organização / projeto em termos financeiros que funciona como uma declaração de metas para o período. (Obs. um ano ou mais / projeto)

29. ORÇAMENTO Por quê? § Dimensionamento dos recursos § Demonstrar acuidade e transparência Previsão das despesas (do ano seguinte, da inauguração, do evento, do projeto)

30. Dicas ! Planeje bem a execução, inclusive no detalhamento do orçamento. Podem ser indeferidos os projetos que: ─ Tiverem valores inadequados aos preços de mercado ─ Especificação incompleta Camiseta Infantil, modelo unisex, composta de tecido poliamida 100% poliester, gola "O", na cor branca, sendo 30% no tamanho P, 40% no tamanho M e 30% no tamanho G, e com estampa em serigrafia em 4 cores, na frente e nas costas.

31. Cultura Federal ProAC Esporte Federal CAPTAÇÃO TOTAL com PF FUMCAD CAPTAÇÃO com Educa cional PJ e PF Partici pação Rendi mento todas Captação / Agenciamento / elaboração 10% ou R$ 100 mil 10% 10% 7% 5% 10% ou R$ 100 mil variável Divulgação / comercialização 20% 20% Custos Administrativos 15% 15% 15% 15% Cultural

32. ORÇAMENTO INSTITUCIONAL ! Furo x Desvio ! Criar planilhas para simulações em condições diferentes

33. Treinamento do Prêmio Empreendedor Social Ashoka-Mckinsey 2006 Etapa 3 - Gestão financeira

34. Treinamento do Prêmio Empreendedor Social Ashoka-Mckinsey 2006 Etapa 3 - Gestão financeira

35. RECURSOS HUMANOS

36. Planilha de encargos sociais para funcionários mensalistas PREMISSAS: O profissional não será substituido nas férias 2,50% Sai 20 dias de férias e recebe dez dias como abono auxilios remunerados 5 dias no ano Será demitido após 24 meses TOTAL 64,77% Encargos Pagos no mês 34,80% Encargos Provisionados sobre folha ano 29,97% GRUPO % TOTAL ACUMUL ADO GRUPO I - INSS PREVIDÊNCIA SOCIAL 20,0% SESI 1,5% SENAC 1,0% INTER 0,4% SALÁRIO EDUCAÇÃO 2,5% ACIDENTES DE TRABALHO 1,0% SEBRAE 0,4% SUB-TOTAL I 26,80% 26,80% GRUPO II - FGTS FGTS 8,0% 34,80% MULTA 50% S/FGTS (8*0,5) 4,0% SUB-TOTAL II 12,00% 38,80% GRUPO III - FÉRIAS FÉRIAS (1/11*TAXA FIN.) 0,2% ADICIONAL DE FÉRIAS 33% (1/11)*(1/3) 3,0% SUB-TOTAL FÉRIAS 3,26% 42,06% INSS + FGTS S/ FÉRIAS 1,3% ABONO FÉRIAS 10 DIAS (1/11/3) 3,0% SUB-TOTAL III 7,55% 46,35% GRUPO IV - 13.SALÁRIO 13.SALÁRIO (1/12) 8,3% INSS + FGTS S/ 13 3,2% SUB-TOTAL IV 11,57% 57,92% GRUPO V - OUTROS AUX.ENF.,MAT.FUN.,FERIADOS ( 1/261 ) 0,8% AVISO PRÉVIO P/ 2 ANOS (1/24) 4,2% INSS+FGTS S/GRUPO V 1,9% SUB-TOTAL V 6,85% 64,77%

37. Planilha de encargos sociais para funcionários mensalistas _ OSC com CEBAS GRUPO % TOTAL PREMISSAS: O profissional não será substituido nas férias 2,50% Sai 20 dias de férias e recebe dez dias como abono auxilios remunerados 5 dias no ano Será demitido após 24 meses ACUMULA DO GRUPO I - INSS PREVIDÊNCIA SOCIAL SESI 1,5% SENAC 1,0% INTER 0,4% SALÁRIO EDUCAÇÃO 2,5% ACIDENTES DE TRABALHO 3,0% SEBRAE 0,4% SUB-TOTAL I 8,80% GRUPO II - FGTS FGTS 8,0% 8,00% MULTA 40% S/FGTS (8*0,5) 4,0% SUB-TOTAL II 12,00% 12,00% GRUPO III - FÉRIAS FÉRIAS (1/11*TAXA FIN.) 0,2% ADICIONAL DE FÉRIAS 33% (1/11)*(1/3) 3,0% SUB-TOTAL FÉRIAS 3,26% 15,26% INSSS + FGTS S/ FÉRIAS ABONO FÉRIAS 10 DIAS (1/11/3) 3,0% SUB-TOTAL III 6,29% 18,29% GRUPO IV - 13.SALÁRIO 13.SALÁRIO (1/12) 8,3% INSSS + FGTS S/ 13 1,0% SUB-TOTAL IV 9,33% 27,62% GRUPO V - OUTROS AUX.ENF.,MAT.FUN.,FERIADOS ( 1/261 ) 0,8% AVISO PRÉVIO P/ 2 ANOS (1/24) 4,2% INSS+FGTS S/GRUPO V 0,6% SUB-TOTAL V 5,52% 33,15% TOTAL 33,15% Encargos Pagos no mês 8,00% Encargos Provisionados sobre folha ano 25,15%

38. RPA CLT CLT CLT PJ PJ trabalhos esporádicos por tempo determinado normal CLT com Cebas prestão de serviço não exclusiva prestão de serviço não exclusiva -­‐ ME INSS 20% 26,80% 26,80% 0% 0% 0% ISS 2 a 5% 0% 0% 0% 0% 0% encargos sociais (férias, 13%, FGTS, 0% 34% 39% 33% 0% 0% recisão, pis) INSS 0% 0% ISS 2 a 5% IR + CSLL + PIS 11,33% 6% empregador conforme tabela de 15 a 27,5% do valor recebido funcionário 8 a 11% Tipo de vínculo

39. Funcionário Vale Transporte Vale Alimentação Vale Refeição Cesta Básica Assist. Médica Ajuda refeição Seguro p/ estagio Total -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ Benefícios com Recursos Humanos mensal

40. 25,28% 8,0% 3,2% 3,3% 1,2% 0,0% 8,3% 3,0% 4,2% 0,8% 1,8% 59,03% 1,00% 20,00% INSS FGTS MULTA S/FGTS ADIC.DE FÉRIAS IAPAS + FGTS S/ FÉRIAS ABONO FÉRIAS 10 DIAS 13º SALÁRIO IAPAS + FGTS S/ 13º AVISO PRÉVIO AUX.ENF. ,MAT.FUN. ,FERIADOS IAPAS+FGT S S/AVISO PRÉVIO TOTAL DE ENCARGOS PIS S/ FOLHA RPA (INSS) SALÁRIO 14.653,0 2.288,60 724,24 289,70 294,91 107,58 -­‐ 754,42 275,21 377,21 69,37 162,91 5.344,15 90,53 360,00 -­‐ 20.447,68 Coordenador Geral CLT 2.500,0 632,00 200,00 80,00 81,44 29,71 -­‐ 208,33 76,00 104,17 19,16 44,99 1.475,79 25,00 -­‐ -­‐ 4.000,79 Educador CLT 1.230,0 310,94 98,40 39,36 40,07 14,62 -­‐ 102,50 37,39 51,25 9,43 22,13 726,09 12,30 -­‐ -­‐ 1.968,39 Aux.Serv.Gerais CLT 630,0 159,26 50,40 20,16 20,52 7,49 -­‐ 52,50 19,15 26,25 4,83 11,34 371,90 6,30 -­‐ -­‐ 1.008,20 Aux. De Cozinha CLT 630,0 159,26 50,40 20,16 20,52 7,49 -­‐ 52,50 19,15 26,25 4,83 11,34 371,90 6,30 -­‐ -­‐ 1.008,20 Educador de Dança CLT 900,0 227,52 72,00 28,80 29,32 10,70 -­‐ 75,00 27,36 37,50 6,90 16,20 531,29 9,00 -­‐ -­‐ 1.440,29 Prof.Educ.Fisica CLT 1.163,0 294,01 93,04 37,22 37,89 13,82 -­‐ 96,92 35,36 48,46 8,91 20,93 686,54 11,63 -­‐ -­‐ 1.861,17 Coord.Pedagogico CLT 2.000,0 505,60 160,00 64,00 65,15 23,77 -­‐ 166,67 60,80 83,33 15,33 35,99 1.180,64 20,00 -­‐ -­‐ 3.200,64 Médico RPA 1.800,0 -­‐ 360,00 2.160,00 Gerente Geral PJ 3.800,0 -­‐ 3.800,00 Função BASE MÊS Tipo de contrato Totais Beneficios CUSTO TOTAL COM RH (mês) Custos com Recursos Humanos mensal

41. Cenários

42. Cenários

43. Cenários Tomada de decisões ! Alterar projeto ! Prorrogar ! Iniciar ! Prefeitura não repassa ! Certidões negativas ! Regulamentos

44. SISTEMAS INFORMATIZADOS

45. SISTEMAS INFORMATIZADOS

46. SISTEMAS INFORMATIZADOS

47. SISTEMAS INFORMATIZADOS

48. SISTEMAS INFORMATIZADOS

49. SISTEMAS INFORMATIZADOS

50. SISTEMAS INFORMATIZADOS

51. PRESTAÇÃO DE CONTAS

52. O que é prestação de contas ? O que é Comunicação de Resultados ? A quem ?

53. Similaridades Diferenças Comunicar Resultados Prestar Contas

54. Gestão e Sustentabilidade Contábil Sociedade Institucional Prestar Contas Comunicar Resultados Lei 9790/99 CNAS Conselhos Títulos e certificados Balanço Patrimonial Plano de Contas Órgãos Públicos Balanços Fluxos de caixa Dirigentes e Gestores PF PJ GOV Diretos Indiretos Mídia Lideranças (Pessoas e Organizações) Academia Econ. Social Amb. Finanças Jurídico Financiador Beneficiários Formadores de opinião

55. Gestão e Sustentabilidade Contábil Sociedade Institucional Comunicar Resultados Prestar Contas Quadro de referência Lei 9790/99 CNAS Conselhos Títulos e certificados Balanço Patrimonial Plano de Contas Órgãos Públicos Balanços Fluxos de caixa Dirigentes e Gestores PF PJ GOV Diretos Indiretos Mídia Lideranças (Pessoas e Organizações) Academia Econ. Social Amb. Finanças Jurídico Financiador Beneficiários Formadores de opinião ACCOUNTABILITY

56. ACCOUNTABILITY ACCOUNT + LIABILITY = ACCOUNTABILITY REGISTRAR / RESPONSABILIDADE PRESTAR CONTAS CONTAR RESPONSÁVELMENTE Pela análise lexical do termo no idioma inglês, percebe-se que o significado de accountability abrange, entre outros, os conceitos de responsabilidade, relato, explicação, justificação e prestação de contas (financeiras ou não).

57. PRESTAÇÃO DE CONTAS Accountability ! Objetivos e metas – O que foi exatamente realizado – Se algo deixou de acontecer, por quê? – Se algo foi superado, quais os passos dados? ! Descritivo quantitativo - Quantos novos associados e parceiros, novos atendimentos - Quantos shows, discos produzidos, livros editados, etc. - Quanto $$ foi gasto em quê

58. PRESTAÇÃO DE CONTAS Accountability ! Descritivo de valores - Valores captados por fontes de financiamento - Total investido nas campanhas - Custo operacional ! Descrição das dificuldades para atingir os objetivos propostos ! Contrate uma auditoria independente

59. Documentos na prestação de contas Prestação de contas Estadual SP Esportes – Federal Cultura Estadual – SP - ProAC

60. ANEXO I COMUNICADO MECENATO N.º PRONAC: PRONAC - MECENATO RECIBO Nº ____________ Segmento Cultural: RECEBI(EMOS) A IMPORTÂNCIA, ABAIXO ESPECIFICADA, COMO PARTICIPAÇÃO NO PRONAC/MECENATO, CONFORME ESTABELECE 0S ARTIGOS 26 E 18 DA LEI N. 8.313 DE 23 DE DADOS DA PARTICIPAÇÃO 02 - VALOR DO INCENTIVO ART. 26 DA LEI 8.313 ART.18 DA LEI 8.313/91 [ ] -­‐ DOAÇÃO [ ] -­‐ DOAÇÃO R$____________________ [ ] -­‐ PATROCÍNIO [ ] -­‐ PATROCÍNIO 03. BANCO: 04. N° DA AGÊNCIA: 05. N.º CONTA CORRENTE 06. DATA DO RECEBIMENTO DO INCENTIVO: 01- TIPO DA OPERAÇÃO DEZEMBRO DE 1991, DE ACORDO COM A INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SEx MINC/ SRF/MF N.º 01 DE 13.06.95. 07. MENCIONAR A FORMA DE INCENTIVO: [ ] - BENS [ ] - SERVIÇOS

61. Acompanhamento / Gestão

62. O CONTRATO

63. Documentos na prestação de contas RECIBO X NOTA FISCAL

64. Documentos na prestação de contas

65. Documentos na prestação de contas

66. Documentos na prestação de contas

67. Documentos na prestação de contas RETENÇÕES Acima Abaixo R$ 5.000,00 IRRF 1,50% 1,50% PIS 0,65% COFINS 3,00% CSLL 1,00%

68. Prestação de contas para um projeto Dica preparar um carimbo contendo: • Despesas / serviços ref. a • _______uniforme do projeto De bem com a via • Número do projeto:___094783

69. Prestação de contas para um projeto esportivo Dica preparar um 2 carimbo contendo: Nº SLIE ______________ MINISTÉRIO DO ESPORTE LEI 11.438/2006 ATESTO QUE O SERVIÇO FOI RECEBIDO EM: _____/____/____ ______________________________ ASSINATURA

70. Prestação de contas para um projeto Atenção: • Os valores são aprovados por linha de despesa e não pelo valor total. • No próximo slide uma planilha que acompanha o saldo de cada linha aprovada. • A prestação de contas também envolve um relatório de atividades do que foi realizado. • Documente com fotos sempre que possível

71. TOTAIS 238.006,36 25.826,81 212.179,55 ITEM DESCRIÇÃO R$ APROVADO GASTOS SALDO 1 Assessoria Jurídica (Contratos Inclusive) 4.000,00 0,00 4.000,00 2 Combustível 0,00 0,00 3 Contador 9.600,00 0,00 9.600,00 4 Coordenador do Projeto 9.600,00 0,00 9.600,00 5 Cópias 1.080,00 200,00 880,00 6 Correios 1.560,00 0,00 1.560,00 7 Material de escritório 1.080,00 415,90 664,10 8 Elaboração e Agenciamento 21.000,00 1.600,00 19.400,00 9 Aluguel de ônibus 16.320,00 0,00 16.320,00 10 Ator/Atriz 63.817,50 15.462,80 48.354,70 11 Cenografia/material/confecção 6.000,00 0,00 6.000,00 12 Coordenador técnico 5.000,04 0,00 5.000,04 13 ECAD (evento aberto e gratuito) 2.000,00 0,00 2.000,00 14 Figurino 3.000,00 2.235,79 764,21 15 Grupos Circenses 12.000,00 0,00 12.000,00 16 Intérprete de libras 1.000,00 0,00 1.000,00 17 Locação equipamento de som 7.920,00 325,00 7.595,00 18 Material de consumo 10.080,00 0,00 10.080,00 19 Músicos / Intérpretes 11.428,86 0,00 11.428,86 20 Refeição 6.750,00 837,90 5.912,10 21 Transporte Local / Locação de Automóvel 13.449,96 3.251,42 10.198,54 22 Banner/faixa adesiva/faixa de lona 4.800,00 1.498,00 3.302,00 23 Confecção de Convites 9.520,00 0,00 9.520,00 24 Programa 17.000,00 0,00 17.000,00

72. PRESTAÇÃO DE CONTAS Contabilidade Documentação Suporte Extrato Bancário

73. PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS Captação de Recursos Execução do Contrato Contabilida de Estrutura do Sistema Plano de Contas Controle Financeiro Centro de Custos Programas Prestação de Contas

74. AVALIAÇÃO Indicadores § Indicadores de desempenho servem para avaliar a performance do projeto § Importante acompanhar indicadores de desempenho qualitativos e quantitativos § Através da observação e análise dos indicadores de desempenho, os gestores podem valorizar os pontos fortes do projeto e, ao mesmo tempo, corrigir suas fraquezas

75. A avaliação serve para dentro e para fora: • dentro: como parte do planejamento estratégico, para revisar os métodos e objetivos • fora: para atrair e manter investidores, promover os projetos. Focar um só dos lados é desperdiçar energias.

76. INDICADORES DE DESEMPENHO § Percentual de doadores anteriores que renovaram e média dos valores § Média dos atendimentos efetuados § Quantos doadores aumentaram, diminuíram, ou permaneceram no nível do ano anterior?

77. INDICADORES DE DESEMPENHO § Que tipo de abordagem obteve melhor percentual de arrecadação? § Qual atividade obteve maior participação ? § Índice de satisfação dos usuários

78. INDICADORES DE DESEMPENHO Outros exemplos de indicadores: § Eficiência da Arrecadação - % de R$ Arrecadados / $ Necessários § Dedicação dos Voluntários - % de Horas Dedicadas por Horas Comprometidas § Ocupação - % de pessoas atendidas / quantidade de atendimentos possíveis § Índices de aprovação na escola § Usuários que voltam para o mesmo serviço

79. 7 - Quadro de Metas com indicadores Articulação da parte teórica com a parte prática Produtos/Resultados Esperados Avaliação Objetivo Específico Ações Responsáveis Cronograma Quantitativos Qualitativos Indicadores de Progresso Meios de Verificação Período de verificação 1 Desenvolver ações de capacitação sócio-ambiental de xxx jovens e adultos (homens e mulheres), através de oficina de artes plásticas utilizando materiais recicláveis. 1.1. Elaborar material didático; 1.2. Contratar educadores especializados; 1.3. Formar rede de parcerias para encaminhamentos; 1.4. Ministrar oficina durante 5 dias por semana, com 3 horas por dia. 1.1. Coordenador Pedagógico; 1.2. Coordenador geral; 1.3. Coordenador Geral; 1.4. Educadores 1.1. 1ª mês; 1.2. 1º mês; 1.3. a partir do 2º mês; 1.4. a partir do 2º mês. - atualização de conhecimento em nível do ensino fundamental e médio; - educação para o empreendedorismo; - educação para o conhecimento de uma cultura de cidadania (direitos e deveres) - realização de 03 módulos de qualificação educacional e desenvolviment o profissional - Número efetivo de turmas formadas; - Número efetivo de módulos realizados; - Número efetivo de alunos por módulo; - Índice de freqüência. - Quadro de turmas; - Diário de classe; - Avaliação por parte dos alunos. Trimestral (o primeiro módulo iniciará no mês 04, o segundo no mês 07 e o terceiro módulo iniciará no mês 10). 2. Gerar uma cooperativa dos formandos da capacitação para geração de renda e ocupação. 2.1. 2.2.

80. 7 - Quadro de Metas com indicadores Articulação da parte teórica com a parte prática Obje%vo Geral: Obje%vo Específico Metas Ações / A%vidades Responsável Indicadores Meios de verificação Quant Quali Quant Quali

81. 87 Exercício

82. Exercício final O que eu vou levar? O que vou iniciar amanhã?

83. • Uma pessoa comprometida faz tudo com atenção aos detalhes. Ela presta atenção em tudo que faz, no detalhe do detalhe;

84. Bibliografia ! CRUZ, Célia; ESTRAVIZ, Marcelo. Captação de Diferentes Recursos para Organizações Sem Fins Lucrativos. São Paulo: Ed. Global e Instituto Fonte 2000. 158p. ! NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton. Apoio Financeiro: Como Conseguir. Editora TextoNovo. ! KELLEY, Daniel Q. Dinheiro para sua Causa. Ed.TextoNovo, 1994. ! KAHNEMAN, Daniel. Thinking fast and slow. ed. Farrar, Strauss and Giroux ! AZEVEDO, Tasso Rezende. Buscando recursos para seus projetos. TextoNovo. 1998. ! EDLES, L. Peter. Fundraising - Hands-on Tactics for NonProfit Groups. McGraw-Hill, Inc. ! PAULA E SILVA, Antonio Luiz de. Utilizando o planejamento estratégico como ferramenta de aprendizagem. Editora Global e Instituto Fonte, 2001 ! ROSS, Bernard; SEGAL,Clare. The influential fundraiser – Using the psychology of persuasion to achieve outsdang results. 2009 John Wiley & sons inc. ! DUHIGG, Charles. O poder do hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. Rio de Janeiro: Ed.Objetiva. 2012. 407p.

85. Bibliografia ! DRUCKER, Peter. Administração de organizações sem fins lucrativos: principios e práticas. Editora Pioneira. ! HUDSON, Mike. Administrando organizações do terceiro setor: o desafio de administrar sem receita. Makron Books. ! LANDIM, leilah; BERES, Neide. Ocupação, despesas e recursos: as organizações sem fins lucrativos no Brasil. Rio de Janeiro: Nau editora, 1999. ! PEREIRA, Custódio. Captação de recursos, Fund Raising. Ed. Mackenzie. ! BRUCE, Andy & LANGDON, Ken. Você sabe gerenciar projetos. Editora SENAC SP, 2008 ! BARBOSA, Maria Nazaré Lins e OLIVEIRA, Carolina Felippe. Manual de ONGs, Guia Prático de Orientação Jurídica. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2001. 178p. 2001 ! NANUS, Burt. Liderança para o Terceiro Setor: Estratégias de sucesso para organizações sem fins lucrativos, São Paulo, 2000 ! CESNIK, Fábio de Sá. Guia do Incentivo À Cultura - 3ª Ed., São Paulo, editora Manole, 2012. 400 p.

86. Bibliografia ! FERRAREZI, Elisabete. OSCIP passo a passo. AED – Agência de Educação para o desenvolvimento. ! COSTA, Daniela Pais. Prestação de Contas. In Terceiro Setor: temas polêmicos. Editora Peirópolis, (p13-44) , SP. 2005. ! OLIVIERI, Cristiane; NATALE, Edson. Organizadores, Guia brasileiro de produção cultural 2010-2011, São Paulo, SESC SP 2010. 376 p. ! PARIZZI, Elaine Thomé. Manual técnico sobre as leis de incentivo à cultura. Carlini & Caniato editorial, 2011. Cuiabá MT 304 p. ! KAPLAN, Allan. Artista do Invisível: O processo social e o profissional de desenvolvimento. São Paulo, Instituto Fonte e Editora Peirópolis, 2002. 260 p. ! KANTER, Beth; PAINE, Katie Delahaye. Measuring the networked nonprofit: Using data to change the world. São Francisco, EUA, John Wiley&Sons INC, 2012.301 p. ! SAUL, Jason. The end of fundraising: Raise more money by selling your impact. São Francisco, EUA, John Wiley&Sons INC, 2011. 219 p. ! WEIL, Pierre TOMPAKOW, Roland – O corpo fala, A linguagem silenciosa da comunicação não-verbal. 62 edição. Petróplois, RJ, ed vozes, 2001. 288p.

87. Bibliografia ! HITT, Michael A.; IRELAND, R.Duane; HOSKISSON, Robert E.. Administração estratégica. Cengage Learning, 2008. 415 p. ! BRITO, Marcia; MELO, Maria Emilia (organizadoras). Hábitos de doar e captar recursos no Brasil. São Paulo, Editora Peirópolis, 2007. 183 p. ! DAW, Jocelyne. Cause marketing for nonprofits. Hoboken, NJ EUA, AFP and John Wiley&Sons INC, 2006. 278 p ! RESENDE, Tomáz de Aquino. Roteiro do terceiro setor associações e fundações o que são, como instituir, administrar e prestar contas. 4 edição Belo Horizonte, Prax editora, 2012. 256 p. ! HART, Ted; GREENFIELD, James M.; JOHNSTON, Michael. Nonprofit internet strategies: Best practices for marketing, communications and fundraising. Hoboken, NJ EUA, John Wiley&Sons INC, 2005. 345 p. ! KNIGHT, Sue. NLP at work, neuro linguistic programming: the difference that makes a diference in business. Nicholas Brealey publishing, 2002. 373p. ! LARROUDÉ, Eliza Rodrigues Alves. Accountability de organizações do espaço público não-estatal: uma apreciação crítica da regulação brasileira. Dissertação de mestrado na FGV-EAESP, 2006. ! INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – IBGC. Código das melhore práticas de governança corporativa, 2006.

88. Bibliografia ! SENAC (SP) / FUNDAÇÃO ABRINQ, Guia de Gestão: para quem dirige entidades sociais ! GUIA PRÁTICO DE MARKETING RELACIONADO A CAUSAS. IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social www.idis.org.br ! CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE SÃO PAULO, Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente www.crcsp.org.br ! GUIA DO FUNDO PRÓ-INFÂNCIA DE PORTO ALEGRE ! GUIA BRASILEIRO DE PRODUÇAO CULTURAL 2010-2011, Olivieri, Cristiane e Natale, Edson - organizadores ! FUNDAÇÃO ABRINQ, Incentivos Fiscais Em Benefício de criança e Adolescente. www.fundabrinq.org.br ! FREUND, Tomas A Relação Entre Voluntários e Profissionais Numa Organização do Terceiro Setor: Existe Um Duplo Comando?, Revista Integração/ FGV,São Paulo, 2006, http://integracao.fgvsp.br/ano9/10/index.htm ! GLOBAL REPORTING INITIATIVE - GRI. Diretrizes para relatório de sustentabilidade – DRS, Versão 3.0, SP, 2006 ! LANDIM, Leilah.CARVALHO, Luiz Antonio. Caso Brasileiro: Projeto Transparência e Prestação de Contas da Sociedade Civil na América Latina, (p. 02-26), 2006/2007.

89. Bibliografia Básica COSTA, Daniela Pais. Prestação de Contas. In Terceiro Setor: temas polêmicos. Editora Peirópolis, (p13-44) , SP. 2005. GLOBAL REPORTING INITIATIVE - GRI. Diretrizes para relatório de sustentabilidade – DRS, Versão 3.0, SP, 2006. INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – IBGC. Código das melhore práticas de governança corporativa, 2006. LANDIM, Leilah.CARVALHO, Luiz Antonio. Texto para discussão – Caso Brasileiro: Projeto Transparência e Prestação de Contas da Sociedade Civil na América Latina, (p. 02-26), 2006/2007., LARROUDÉ, Eliza Rodrigues Alves – Tese de mestrado na FGV - ACCOUNTABILITY DE ORGANIZAÇÕES DO ESPAÇO PÚBLICO NÃO-ESTATAL: uma apreciação crítica da regulação brasileira

90. Bibliografia Complementar ALBUQUERQUE, Antônio Carlos Carneiro de. Terceiro Setor: história e gestão de organizações. São Paulo: Summus, 2006. ASHOKA EMPREENDEDORES SOCIAIS e McKINSEY & COMPANY, INC. Empreendimentos Sociais Sustentáveis: como elaborar planos de negócio para organizações sociais. Editora Fundação Peirópolis, SP, 2001. BENÍCIO, João Carlos. Gestão Financeira para Organizações da Sociedade Civil. Global Editora, (Coleção Sustentabilidade), SP, 2001. CAROPRESO JR, Percival. A comunicação como ferramenta estratégica no terceiro setor. Terceiro Setor em Síntese, 2ª. Coletânea de artigos (julho de 1999 – julho 2000). Fórum permanente do Terceiro Setor. SENAC, SP. ESTRAVIZ, Marcelo & CRUZ, Célia Meirelles. Captação de diferentes recursos para organizações sem fins lucrativos. Global Editora, (Coleção Sustentabilidade), SP, (p102-115) 2001. MENEGHETI, Sylvia Bojunga. Comunicação e Marketing: fazendo a diferença no dia-a-dia de organizações da sociedade civil. Global Editora, (Coleção Sustentabilidade), SP, (p98-114)2001. VOLTOLINI, Ricardo. A comunicação e o marketing como ferramentas estratégicas de gestão social. In: Guia de gestão: para quem dirige entidades sociais. SENAC, SP, 2002.

91. Gracie http://www.slideshare.net/micfre12/ Go raibh maith agat Toda Thanks Hvala Gracias Obrigado Arigato Merci Danke 감사합니다 www.criando.net 11 – 982-083-790 11-2307-4495 michel@criando.net lauralilianz@gmail.com

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