Carta a james hervey john wesley

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Information about Carta a james hervey john wesley
Spiritual

Published on March 6, 2014

Author: revpdn

Source: slideshare.net

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James Hervey foi um dos alunos de Wesley no Lincoln College e um dos Metodistas de Oxford.

Carta a James Hervey: O Mundo é Minha Paróquia LONDRES, 20 de Março de 1739 A James Hervey [O mundo é uma grande paróquia] * James Hervey foi um dos alunos de Wesley no Lincoln College e um dos Metodistas de Oxford. Sua simpatia e apoio foram muito agradáveis para Wesley em seus recentes dias de perseguição em Oxford. Quando os irmãos estavam na Geórgia, Hervey referiu-se a eles como "combatentes gloriosos". Depois do retorno de Wesley da Geórgia, ele escreveu para "dar boas vindas ao amigo dos meus estudos, o amigo de minha alma, o amigo de todos os meus interesses valorosos e eternos". Wesley coloca esta carta em seu Diário, sob a data de 11 de Junho de 1729, e a descreve como escrita "há algum tempo". O Diário de 20 de Março diz "escrito para J. Hervey". O criticismo de Hervey que resultou na carta foi preservado; mas seu significado pode ser reunido da réplica de Wesley e da carta de Hervey, de 21 de Agosto. A vindicação é um dos clássicos do Avivamento Evangélico. Ela fornece as famosas palavras na placa de Wesley na Abadia de Westminster, e expõe as fontes secretas de seus trabalhos como um evangelista. --- Caro senhor O melhor retorno que eu posso dar para a espécie de liberdade da qual você se utiliza, é usar da mesma liberdade para com você. Oh! Que Deus, a quem servimos, possa santificar isto para nós ambos, e nos ensinar toda a verdade que está em Jesus! Você diz que não pode reconciliar algumas partes de meu comportamento com o caráter que eu tenho há muito sustentado. Não, nem sempre deverei. Portanto, eu tenho repudiado aquele caráter em toda a ocasião possível. Eu disse a todos em nosso navio, a todos em Savannah, a todos em Frederica, e isto, repetidas vezes, em termos expressos: "Eu não sou um cristão; eu apenas sigo na busca, se, por acaso, posso obter isto". Quando eles solicitaram minhas obras e abnegação, eu respondi resumidamente: "Embora eu dê todos os meus bens para alimentar o pobre; e meu corpo para ser queimado, eu sou nada: porque eu não tenho amor; eu não amo a Deus com todo meu coração". Se eles acrescentaram: "Não. Mas você não pregaria, como você faz, se você não fosse um cristão". Eu novamente os confrontaria com Paulo: "Embora eu fale com a língua dos homens e anjos, e não tenha amor, eu sou

nada". Mais sinceramente, no entanto, ambos em público, e privado, eu inculquei isto: "Não estremeçam, vocês, mesmo que eu possa cair; porque o alicerce é firme". Se você me pergunta sobre qual princípio, então, eu agi, ele foi este: Um desejo de ser um cristão; e uma convicção de que, o que quer que eu julgue condutivo a isto, eu com certeza farei; quando quer que eu julgue que eu possa melhor responder a esta finalidade, para lá é meu dever ir. Sobre este princípio, eu parti para a América; sobre este, eu visitei a Igreja Moravia, e sobre o mesmo, eu estou pronto agora (Deus sendo meu ajudador) a seguir para a Abissínia ou China, ou onde quer que possa agradar a Deus, através desta convicção, me chamar. Quanto ao seu conselho de que eu poderia me estabelecer no colégio, eu não tenho trabalho lá, tendo agora nenhum gabinete e nem alunos. E mesmo que a outra ramificação de sua proposta seja expediente para mim, a saber: "Aceitar pela cura de almas", haverá tempo suficiente para considerar isto quando algo for oferecido a mim. Mas, neste meio tempo, você pensa que eu devo ficar quieto; porque, do contrário, eu poderia invadir o ofício de outro, se interferir com o trabalho de outras pessoas, e intrometer-me com as almas que não me pertencem. Assim sendo, você me pergunta: "Como é que eu reúno cristãos, que não estão sob a minha responsabilidade, para cantarem salmos e orarem e ouvirem as Escrituras serem expostas?". E penso que é difícil justificar o fazer isto nas paróquias de outros homens, junto aos princípios católicos. Permita-me falar claramente. Se por princípios católicos [universais], você quer dizer, algum outro do que bíblico, eles valem nada para mim. Eu não admito outra regra, quer de fé ou prática, que não seja nos princípios bíblicos; mas sobre princípios bíblicos, eu não penso que seja difícil justificar o que quer que eu faça. Deus nas Escrituras me ordena, de acordo com meu poder, instruir o ignorante, reformar o pecaminoso, confirmar o virtuoso. O homem me proíbe de fazer isto na paróquia de outro; ou seja, em efeito, de fazer isto, afinal, vendo que eu não tenho agora paróquia que seja minha, nem provavelmente alguma vez terei. A quem, então, eu devo ouvir, a Deus ou ao homem? "Se for justo obedecer a homem, preferivelmente a Deus, julgue você. Uma dispensação do Evangelho é conferida a mim; e, ai de mim, se eu não pregar o Evangelho". Mas onde eu devo pregá-lo, de acordo com os princípios que você menciona? Porque, não na Europa, Ásia, África, ou América; nem em algum das partes cristãs, pelo menos, na terra habitada: porque todos esses são, segundo uma espécie, dividido em paróquias. Se for dito: "Volte, então, para os ateus, de onde você veio"; mais ainda, nem eu poderia agora (de acordo com seus princípios) pregar para eles; porque todos os ateus na Geórgia pertencem à paróquia, tanto da Savannah quanto de Frederica. Permita-me agora lhe dizer meus princípios nesta matéria. Eu olho para todo o mundo como minha paróquia; assim tão longe, eu quero dizer, em qualquer parte dele, que eu estiver, e julgue adequado, correto, e meu dever sagrado declarar, junto a todos que estão desejosos de ouvir, as boas novas da salvação. Esta é a obra para a qual, eu sei, Deus me chamou; e certo estou de que suas bênçãos a atendem, Grande encorajamento eu tenho, portanto, para ser fiel no cumprimento da obra que

Ele me deu para fazer. Seu servo eu sou; e, como tal, estou empregado de acordo com a direção clara de Sua palavra – "quando tiver oportunidade, fazer o bem a todos os homens". E Sua providência claramente coincide com Sua palavra, que tem me desimpedido de todas as coisas mais que eu poderia simplesmente atender nesta mesma coisa: "e seguir livre para fazer o bem". Se você me pergunta: "Como pode ser? Como pode ser bom, alguém que os homens dizem toda sorte de mal?". Eu colocarei em sua mente (embora você uma vez soubesse disto – sim, e muito me estabeleceu naquela grande verdade), por maior que seja o mal que os homens digam de mim, por causa do meu Senhor, maior o bem que Ele fará, através de mim. Que é por causa Dele que eu sei, e Ele sabe, e o evento concorda com isto; porque Ele poderosamente confirma as palavras que eu falo, através do Espírito Santo dado junto àquele que as ouvem. Ó, meu amigo, meu coração está sensibilizado em direção a você. Eu temo que você tenha nisto "causado a ruína da fé". Eu temo que, "satanás, transformado em um anjo de luz", tenha assaltado você, e prevalecido também. Eu temo que a prole do inferno, a prudência mundana ou mística, tenha arrastado você para fora da simplicidade do Evangelho. Como você pôde conceber que o sermos ultrajados e "odiados por todos os homens" poderia nos tornar menos adequados para o serviço de nosso Mestre? Como você pode alguma vez pensar em "salvar-se e àqueles que o ouvem 'sem ser' a imundície e lixo do mundo?'. Até aqui esta Escritura é verdadeira. E eu me regozijo nela – sim, e me regozijarei. 'Abençoado seja Deus, eu desfruto da reprovação de Cristo! Ó, que você possa também ser vil, excessivamente vil, por causa Dele! Deus proíbe que você possa ser alguma vez outro do que geralmente infame; eu tenho dito universalmente. Se algum homem disser a você que existe um novo caminho de seguir a Cristo, 'ele é um mentiroso, e a verdade não está nele'". Eu sou J. Wesley (http://diariodejohnwesley.blogspot.com.br/?view=classic) - 06.03.2014 - 9h30

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