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Caminhada da Quaresma 2014

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Information about Caminhada da Quaresma 2014
Spiritual

Published on March 4, 2014

Author: JMVSobreiro

Source: slideshare.net

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Juventude Mariana Vicentina do Sobreiro Sector Liturgia e Mariano ‡CAMINHADA DA QUARESMA‡ Os Instrumentos da Paixão Introdução Nos tempos que correm, entre desmesuradas correrias que nos enchem a vida de futilidades e de objectivos que deveriam, idilicamente, ser considerados secundários, infelizmente, não nos damos conta de que um fenómeno de maior importância ocorre (porque ocorreu outrora e continua a ocorrer). Este acontecimento é a dádiva na Cruz por nós, meros pecadores, da vi de Deus, tecimento vida incarnado pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria. Muitos poderão pensar erradamente, que este acontecimento (a Paixão e M erradamente, Morte de Jesus) é algo que aconteceu há cerca de 2000 anos atrás, que teve, de facto, muita importância, mas que está extinto... Felizmente, assim não acontece! Deus é complacente e tem-nos um amor de tal profundidade que continua a oferecer nos oferecer-Se por todos nós ainda que disso poucos deem verdadeiramente conta. s Assim ocorre na Celebração da Santa Missa: Jesus morre outra e outra vez sobre o Altar, transformado em Calvário, e oferece pelos Seus filhos. oferece-se Ainda que a morte de Jesus por nós seja constante, a morte física de Jesus é celebrada de modo especial na Quaresma e o Ano Litúrgico atinge o seu apogeu. Assim, celebramos na Quaresma a derradeira oferta, física e divina, de Deus pelos Seus s filhos muito amados, os mesmos filhos que O souberam torturar e crucificar! Precisamente porque somos os descendentes daqueles que, tão erradamente, mutilaram e despedaçaram o Seu Sacratíssimo Corpo, nesta Caminhada propomos a Sacratíssimo reflexão sobre os Instrumentos que serviram a Paixão de Cristo, tendo como apoio os Escritos da Beata Anna Katharina Emmerich e as Meditações de Santo Afonso Maria de Ligório, bem como, de um modo mais complementar, imagens do filme A Paixão de complementar, Cristo. 2

Esquematização das Semanas 1ª Semana – Os Instrumentos da Flagelação (a coluna e o chicote); 2ª Semana – Os Instrumentos da Humilhação (a coroa e a cana); 3ª Semana – Os Instrumentos do Sorteio (a túnica e os dados); 4ª Semana – Os Instrumentos da Crucificação (a cruz, os pregos, a tenaz e o martelo) 5ª Semana – O Instrumento do Cumprimento das Escrituras (a esponja) 6ª Semana – O Instrumento da Morte (a lança) O Filme Para cada semana, está disponível um trecho do filme “A Paixão de Cristo”, que foi feito a partir dos escritos que apresentamos da beata Ana Katharina Emmerich, como tal, recomendamos que se veja o trecho respectivo a cada semana após a leitura dos escritos da mesma. Oração para cada semana Como proposta de oração para este tempo da Quaresma propomos a oração às Santas Chagas de Cristo, sendo estas a da Mão esquerda, da Mão direita, do Pé esquerdo, do Santo Ombro, do Pé direito e do Santo Lado. O esquema da oração encontra-se no guião da caminhada e também em anexo, em formato PDF. 3

A importância de meditar nas Cinco Chagas do Senhor Diz Santo Afonso Maria de Ligório da importância de rezarmos pelas chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Meus irmãos, unamos os nosso afectos aos de nossa boa Mãe, a Igreja. Peçamos ao Senhor perdão pelo abuso que também nós temos feito da liberdade. Roguemos-lhe que virando contra nós aqueles cravos e aquela lança desagrave as ofensas que lhe fizemos, ferindo-nos o coração, os pés e as mãos. Os pés, para que de hoje em diante sejam impotentes, para nos expor às ocasiões perigosas; as mãos, pra que deixem de praticar o mal; e o coração, para que, livre de todo o apego desordenado às criaturas, arda sempre de amor divino. Eis o que vos peço, ó Meu Deus! A Vós, que na fraqueza da natureza humana quisestes ser trespassado com cravos e ferido pela lança, suplico-vos, concedei-me que venerando na terra a memória desses cravos e dessa lança, eu vá depois alegrar-me no céu pelo glorioso triunfo da Vossa vitória.” São Bernardo fala-nos ainda numa sexta chaga de Jesus: Numa ocasião, em Oração, São Bernardo perguntou ao Divino Redentor qual era a dor que sofrera mais e que era a mais desconhecida dos homens e Jesus respondeu: “Eu tinha uma chaga profundíssima no ombro no qual carreguei a minha pesada Cruz. Essa chaga era mais dolorosa que as outras. Os homens não fazem dela menção porque não a conhecem. Honrai essa chaga e farei tudo o que por ela me pedirdes.” Ao longo destas seis semana meditaremos na Paixão de Jesus e rezaremos pelas suas chagas. 4

I Domingo da Quaresma A coluna e o chicote, Os Instrumentos da Flagelação Dos Escritos da Beata Anna Katharina Emmerich: Bateram em Nosso Senhor com os punhos e com cordas, apesar de não lhes opor resistência alguma, arrastaram-nO com brutalidade furiosa, até à coluna da flagelação. Tiraram-Lhe o manto derrisório de Herodes e quase deitaram o nosso Salvador por terra. Jesus trepidava e tremia diante da coluna. Ele mesmo se apressou a despir a roupa, com as mãos inchadas e ensanguentadas pelas cordas, enquanto os carrascos O empurravam e puxavam. Orava de um modo comovente e volveu a cabeça por um momento para a Mãe Santíssima e disse, voltando-se para a coluna, porque O obrigaram a despir-se também do pano que lhe cingia os rins: "Desvia os teus olhos de mim.". Percebi que Maria as entendeu; pois vi-a nesse momento desviar o rosto e cair sem sentidos nos braços das santas mulheres. Então abraçou Jesus a coluna e os algozes ataram-Lhe as mãos levantadas à argola de cima; puxaram-Lhe assim todo o corpo para cima, de modo que os pés, amarrados em baixo à coluna, quase não tocavam no chão. O Santo dos Santos estava cruelmente estendido sobre a coluna dos malfeitores, em ignominiosa nudez e indescritível angústia e dois dos homens furiosos começaram a flagelar-Lhe todo o santo corpo, da cabeça aos pés. O corpo de Jesus estava todo coberto de contusões vermelhas, pardas e roxas e o sangue sagrado corria-Lhe por terra; agitava-se em movimentos convulsivos. O segundo par de carrascos caiu então com novo furor sobre Jesus; tinham outra espécie de açoites; eram como varas de espinheiro, com nós e esporões. Os violentos golpes rasgaram todos os traumatismos do santo corpo de Jesus; o sangue regou o chão, em redor da coluna e salpicou os braços dos carrascos. Jesus gemia, rezava, torcia-se de dor. Os dois seguintes carrascos bateram em Jesus com flagelos: eram curtas correntes ou correias, fixas num cabo, cujas extremidades estavam munidas de ganchos de ferro, que arrancavam, a cada golpe, pedaços de pele e carne das costas. Mas a crueldade dos carrascos ainda não estava satisfeita; desprenderam Jesus e amarraram-nO de novo, mas com as costas viradas para a coluna. Como, porém, não podia manter-se em pé, passaram-Lhe cordas finas sobre o peito e sob os braços e debaixo dos joelhos, amarrando-O assim todo à coluna. Todo o corpo sagrado se Lhe contraia dolorosamente, as chagas e o sangue cobriamLhe a nudez. Momento do Filme: http://www.youtube.com/watch?v=BEbm1-8T_D4 5

Das Meditações de Santo Afonso Maria de Ligório: «Então Pilatos tomou a Jesus e mandou que o açoitassem». - Minha alma, contempla como, depois de uma ordem tão injusta, os algozes agarram furiosos o Cordeiro mansíssimo, e entre gritos e alaridos o levam para o Pretório e o prendem à coluna. E Jesus, que faz Jesus? Todo humilde e submisso, aceita por nossos pecados o tormento tão doloroso e ignominioso. Eis como os verdugos já pegam os açoutes, e ao sinal dado levantam os braços e começam a bater por toda a parte, na carne sagrada do Senhor. Ó algozes, estais enganados, o criminoso não é ele; fui eu que mereci esses castigos. Oração da Semana: V. Deus, vinde em nosso auxílio. R. Senhor, socorrei-nos e salvai-nos. V. Glória ao pai, ao Filho e ao Espírito Santo. R. Como era no princípio, agora e sempre. Ámen. À Chaga da Mão esquerda: Amabilíssimo meu Senhor, Jesus Crucificado: Adoro, profundamente prostrado, unido a Maria Santíssima, com todos os Anjos e Santos do Céu, a chaga Sacratíssima da Vossa Mão esquerda. Peço-Vos a graça da conversão de todos os pecadores e misericórdia para os agonizantes, especialmente para aqueles que não querem reconciliar-se convosco. Pai Nosso - Avé Maria - Glória Jaculatória: Ó meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo o Inferno; levai as almas todas para o Céu, e socorrei principalmente as que mais precisarem. Oração: Ó Jesus, eu Vos louvo e dou graças por terdes suportado tantos e tão atrozes sofrimentos, para expiar os meus pecados e os do mundo inteiro. Peço-Vos que, pelos méritos da Vossa Paixão e pelas Vossas Chagas, possa viver rectamente e detestar o pecado. Concedei-me também a graça de, no fim da vida, morrer santamente, com o conforto dos Sacramentos da Vossa Igreja e viver eternamente convosco na glória do Céu. Ámen. 6

Propósito da Semana: Nesta semana propor-nos-emos a fazer um rigoroso exame de consciência. Jesus morreu, de facto, pelos nossos pecados e, como tal, temos o dever de admitir, confessar e emendar os nossos erros. No final deste exame de consciência, tentemos confessarnos. Porém, depois da confissão o caminho não acaba, o caminho da emenda é recorrentemente o mais difícil e o mais penoso, peçamos ao Senhor a coragem e a força para o enfrentar. 7

II Domingo da Quaresma A coroa e a cana, Os Instrumentos da Humilhação Dos Escritos da Beata Anna Katharina Emmerich: Arrastaram Jesus para a coluna e empurraram-nO brutalmente, com o corpo despido e ferido, sobre o escabelo coberto de pedras e cacos. Depois puseram-Lhe a coroa de espinhos na cabeça. Essa tinha dois palmos de altura, era muito espessa e trançada com arte; em cima tinha uma borda um pouco saliente. Puseram-Lha em redor da fronte, como uma ligadura e ataram-na atrás com muita força, de modo que formavam uma coroa ou um chapéu. Era artisticamente trançada de três varas de espinheiro, da grossura de um dedo, que tinham crescido alto, através dos espessos arbustos. Os espinhos, pela maior parte, foram propositadamente virados para dentro. Pertenciam a três diferentes espécies de espinheiros, que tinham alguma semelhança com a nossa cambroeira, o abrunheiro e espinheiro branco. Em cima tinham acrescentado uma borda, trançada de um espinheiro semelhante à nossa sarça silvestre e pela qual pegavam e puxavam brutalmente a coroa. Puseram-Lhe também na mão um grosso caniço, com um tufo na ponta. Fizeram tudo isso com solenidade derrisória, como se O coroassem de facto rei. Tiravam-Lhe o caniço da mão e batiam com tanta força na coroa, que os olhos de Nosso Senhor se enchiam de sangue. Curvavam os joelhos diante d'Ele, mostravam-Lhe a língua, batiam e cuspiam-Lhe no rosto, gritando: "Salve, rei dos judeus!" Depois, entre gargalhadas, fizeram-nO cair no chão, junto com o escabelo e tornaram a colocá-Lo sobre ele aos empurrões. Jesus sofreu horrível sede; pois em consequência das feridas, causadas pela desumana flagelação, estava com febre e tremia; a pele e os músculos dos lados estavam dilacerados e deixavam entrever as costelas em vários lugares; a língua contraía-se-Lhe espasmodicamente; somente o sangue sagrado que lhe corria da fronte, se compadecia da boca ardente, que se abria ansiosa. Mas aqueles homens horríveis tomaram-Lhe a boca divina por alvo de nojentos escarros. Jesus foi assim maltratado por cerca de meia hora e a tropa, cujas fileiras cercavam o pretório, aplaudia com gritos e gargalhadas. Momento do filme: http://www.youtube.com/watch?v=VGf8Cs5vFXc Das Meditações de Santo Afonso Maria de Ligório: Eia, minha alma, prostra-te aos pés de teu Senhor coroado; detesta ali os teus consentimentos pecaminosos, e roga-Lhe que te trespasse com um daqueles espinhos, consagrados pelo Seu preciosíssimo sangue, afim de que não o tornes mais a ofender. 8

Enquanto os bárbaros algozes, juntando o escárnio à dor, o tratam como rei de comédia, dele motejam e o esbofeteiam, tu, pelo menos, reconhece-O pelo supremo Senhor de tudo, como na verdade é; feito agora rei de dor por amor dos Homens. Oração da Semana: V. Deus, vinde em nosso auxílio. R. Senhor, socorrei-nos e salvai-nos. V. Glória ao pai, ao Filho e ao Espírito Santo. R. Como era no princípio, agora e sempre. Ámen. À Chaga da Mão direita: Amabilíssimo meu Senhor, Jesus Crucificado: Adoro, profundamente prostrado, unido a Maria Santíssima, com todos os Anjos e Santos do Céu, a chaga Sacratíssima da Vossa Mão direita. Peço-Vos a graça de concederdes à Igreja vitória sobre os seus inimigos e que todos os seus filhos vivam santamente. Pai Nosso - Avé Maria - Glória Jaculatória: Mãe da Igreja, rogai por nós e intercedei pelo Santo Padre e pela Santa Igreja. Oração: Ó Jesus, eu Vos louvo e dou graças por terdes suportado tantos e tão atrozes sofrimentos, para expiar os meus pecados e os do mundo inteiro. Peço-Vos que, pelos méritos da Vossa Paixão e pelas Vossas Chagas, possa viver rectamente e detestar o pecado. Concedei-me também a graça de, no fim da vida, morrer santamente, com o conforto dos Sacramentos da Vossa Igreja e viver eternamente convosco na glória do Céu. Ámen. Propósito da Semana: Nesta semana reserve-mo-nos à oração e adoração, contemplemos Jesus no Santíssimo Sacramento da Eucaristia como «Supremo Senhor de tudo», contemplemos também o Senhor no próximo, tentando ver sempre o melhor do que nos rodeia, retirando o negativismo, que tantas vezes desnecessariamente empregamos. 9

III Domingo da Quaresma A túnica e os dados, Os Instrumentos do Sorteio Dos Escritos da Beata Anna Katharina Emmerich: Os carrascos tiraram então o manto do Senhor, que lhe tinham antes enrolado em redor do peito; tiraram-Lhe o cinturão, com as cordas e o próprio cinto. Despiram-na da longa veste de lã branca, passando-a pela cabeça, pois estava aberta no peito, ligada com correias. Depois lhe tiraram a longa faixa estreita, que caia do pescoço sobre os ombros e como não Lhe podiam tirar a túnica sem costuras, por causa da coroa de espinhos, arrancaram-Lhe a coroa da cabeça, reabrindo assim todas as feridas; arregaçando depois a túnica, puxaram-lha, com vis gracejos, pela cabeça ferida e sangrenta. Os carrascos juntaram as vestes de Jesus no lugar onde tinham jazido os ladrões e fizeram delas vários lotes, para tirar à sorte. O manto era mais largo em baixo do que em cima e tinha várias pregas; sobre o peito estava dobrado e formava assim bolsos. Rasgaram-no em várias tiras, como também a longa veste branca, aberta no peito, onde havia correias para atá-Ia e distribuíram-nas pelos lotes; assim fizeram também várias partes da faixa de pano que vestia em volta do pescoço, do cinto, do escapulário e do pano com que cobria o corpo; todas essas vestes estavam ensopadas do sangue de Nosso Senhor. Como, porém, não chegaram a um acordo a respeito da túnica sem costuras, que, rasgada em partes, não serviria mais para nada, tomaram uma tabuleta com algarismos e dados em forma de favas, com marcas, que trouxeram consigo e jogando esses dados, tiraram à sorte a túnica. Viu-lhes. porém, um mensageiro de Nicodemos e José de Arimatéia, dizendo-lhe que ao pé do Cal vário havia quem quisesse comprar as vestes de Jesus; juntaram então depressa todas as vestes e, correndo para baixo, venderam-nas; assim ficaram essas relíquias com os cristãos. Momento do Filme: http://www.youtube.com/watch?v=tR6KyVQcpPE Das Meditações de Santo Afonso Maria de Ligório: E os algozes, feita a partilha das vestes de Jesus e tirada a sorte sobre a túnica sentamse indiferentes debaixo do patíbulo, esperando a morte do Salvador Minha alma, no meio das Suas convulsões e de tantos opróbrios o Senhor pensava em ti e via que tu também um dia te havias de juntar aos seus inimigos, para lhe tornar a morte mais dolorosa. Mas não desanimes por isso; chega-te humilhada e enternecida à cruz, junta-te a tua Mãe Maria, e beija o altar no qual morre o teu amantíssimos 10

Redentor. Coloca-te a seus pés e faz com que aquele Divino Sangue corra sobre ti. Roga ao Eterno Pai, dizendo o que disseram os Judeus, mas em sentido diferente: « O Seu Sangue caia sobre nós». Senhor, venha sobre nós este sangue, e lave-nos dos nossos pecados! Este sangue não Vos pede vingança, como o sangue de Abel, mas pede para nós misericórdia e perdão. Ó Mãe das Dores, Maria, rogai a vosso Filho por nós. Oração da Semana: V. Deus, vinde em nosso auxílio. R. Senhor, socorrei-nos e salvai-nos. V. Glória ao pai, ao Filho e ao Espírito Santo. R. Como era no princípio, agora e sempre. Ámen. À Chaga do Pé esquerdo: Amabilíssimo meu Senhor, Jesus Crucificado: Adoro, profundamente prostrado, unido a Maria Santíssima, com todos os Anjos e Santos do Céu, a chaga Sacratíssima do Vosso Pé esquerdo. Peço-Vos pelo alívio das almas do Purgatório, em especial das mais abandonadas, que não têm ninguém que se lembre e peça por elas. Pai Nosso - Avé Maria - Glória Jaculatória: Dai-lhes, Senhor o eterno descanso, nos esplendores da Luz perpétua. Que descansem em paz. Ámen. Mãe de Misericórdia, rogai por nós. Oração: Ó Jesus, eu Vos louvo e dou graças por terdes suportado tantos e tão atrozes sofrimentos, para expiar os meus pecados e os do mundo inteiro. Peço-Vos que, pelos méritos da Vossa Paixão e pelas Vossas Chagas, possa viver rectamente e detestar o pecado. Concedei-me também a graça de, no fim da vida, morrer santamente, com o conforto dos Sacramentos da Vossa Igreja e viver eternamente convosco na glória do Céu. Ámen. Propósito da Semana: Nesta semana tenhamos uma atitude mais introspectiva, e tentemos perceber quantas vezes nos preocupamos com demasiado com “a túnica” e não com o interior, desprendamo-nos das coisas materiais e preparemo-nos interiormente para a ressurreição do Senhor. 11

IV Domingo da Quaresma A cruz, os pregos, a tenaz e o martelo, Os Instrumentos da Crucificação Dos Escritos da Beata Anna Katharina Emmerich: Jesus, imagem viva da dor, foi estendido pelos carrascos sobre a cruz; Ele próprio se sentou sobre ela e eles brutalmente O deitaram de costas. Colocaram-Lhe a mão direita sobre o orifício do prego, no braço direito da cruz e aí lhe amarraram o braço. Um deles se ajoelhou sobre o santo peito, enquanto outro lhe segurava a mão, que se estava contraindo e um terceiro colocou o cravo grosso e comprido, com a ponta limada, sobre essa mão cheia de bênção e cravou-o nela, com violentas pancadas de um martelo de ferro. Doces, e claros gemidos ouviram-se da boca do Senhor; o sangue sagrado salpicou os braços dos carrascos; rasgaram-Lhe os tendões da mão, os quais foram arrastados, com o prego triangular, para dentro do estreito orifício. Contei as marteladas, mas esqueci, na minha dor, esse número. Depois de terem pregado a mão direita de Nosso Senhor, viram os crucificadores que a mão esquerda, que tinham também amarrado ao braço da cruz, não chegava até o orifício do cravo, que tinham perfurado a duas polegadas distante das pontas dos dedos. Por isso ataram uma corda ao braço esquerdo do Salvador e, apoiando os pés sobre a cruz, puxaram a toda força, até que a mão chegou ao orifício do cravo. Jesus dava gemidos tocantes; pois deslocaram-Lhe inteiramente os braços das articulações; os ombros, violentamente distendidos, formavam grandes cavidades axilares, nos cotovelos se viam as junturas dos ossos. O peito levantou-se-Lhe e as pernas encolheram-se sobre o corpo. Os carrascos ajoelharam-se sobre os braços e o peito, amarraram-lhe fortemente os braços e cravaram-Lhe então cruelmente o segundo prego na mão esquerda; jorrou alto o sangue e ouviram-se os agudos gemidos de Jesus, por entre as pancadas do pesado martelo. Havia na cruz, em baixo, talvez a um terço da respectiva altura, uma peça de madeira, fixa por um prego muito grande, destinada a suportar os pés de Jesus, afim de que ficasse mais em pé do que suspenso; de outro modo as mãos teriam sido rasgadas pelo peso do corpo e os pés não poderiam ser pregados sem os quebrar. Nessa peça de madeira tinham perfurado o orifício para o cravo. Tinham também feito uma cavidade para os calcanhares, como também havia outras, em vários pontos da cruz, para que o Mártir pudesse ficar suspenso mais tempo e o peso do corpo não Lhe rasgasse as mãos, fazendo-O cair. Todo o corpo de nosso Salvador tinha-se contraído para o alto da cruz, pela violenta extensão dos braços e os joelhos tinham-se-Lhe dobrado. Os carrascos lançaram-se então sobre esses e, por meio de cordas, amarraram-nos ao tronco da cruz; mas pela posição errada dos orifícios dos cravos, os pés ficavam longe da peça de madeira que os devia suportar. Então começaram os carrascos a praguejar e insultar. Alguns julgavam que se deviam furar outros orifícios para os pregos das mãos; pois mudar o suporte dos 12

pés era difícil. Outros fizeram horrível troça de Jesus: "Ele não quer estender-se, disseram, mas nós Lhe ajudaremos." Atando cordas à perna direita, puxaram-na com horrível violência, até o pé tocar no suporte e amarraram-na à cruz. Foi uma deslocação tão horrível, que se ouvia estalar o peito de Jesus, que gemia alto: "Ó meu Deus! Meu Deus!" Tinham-Lhe amarrado também o peito e os braços, para os pregos não rasgarem as mãos; o ventre encolheu-se-Lhe inteiramente, as costelas pareciam a ponto de destacar-se do esterno. Foi uma tortura horrorosa. Amarraram depois o pé esquerdo com a mesma brutal violência, colocando-o sobre o pé direito e como os pés não repousavam com bastante firmeza sobre o suporte, para serem pregados juntos, perfuraram primeiro o peito do pé esquerdo com um prego mais fino e de cabeça mais chata do que os cravos, como se fura a sovela. Feito isso, tomaram o cravo mais comprido que o das mãos, o mais horrível de todos e, passandoo brutalmente pelo furo feito no pé esquerdo, atravessaram-lhe a marteladas o direito, cujos ossos estalavam, até o cravo entrar no orifício do suporte e, através desse, no tronco da cruz. Olhando de lado a cruz, vi como o prego atravessou os dois pés. Essa tortura era a mais dolorosa de todas, por causa da distensão de todo o corpo. Contei 36 golpes de martelo, no meio dos gemidos claros e penetrantes do pobre Salvador; as vozes em redor, que proferiam insultos e maldições, pareciam-me sombrias e sinistras. Momento do Filme: http://www.youtube.com/watch?v=P8Ggd7r14I0 Das Meditações de Santo Afonso Maria de Ligório: Quando se toca penas um nervo do corpo humano, é tão agua a dor, que causa desmaios, e convulsões mortais. Quão grane terá sido, pois, a dor de Jesus, quando lhe trespassaram com cravos as mãos e os pés, partes cheias de ossos e nervos? Ó meu dulcíssimo Salvador, quanto Vos custou a minha salvação e o desejo de ser amado por mim, miserável verme! E, ingrato como sou, tantas vezes Vos tenho recusado o meu amor e virado as costas! Se ao menos, no meio de tantas dores, os presentes se compadecessem de Jesus e o acompanhassem com as suas lágrimas na sua agonia amargosa! Não; pelo contrário, injuriam-No e irrompem em escárnios e blasfémias. Ó mãos sagradas, que com vosso tacto curaste tantos enfermos, porque vos trespassam agora sobre a cruz? Ó pés sacrossantos, que vos cansastes tantas vezes na busca das ovelhas perdidas, que somos nós, porque vos pregam com tanta dor nesse patíbulo? 13

Oração da Semana: V. Deus, vinde em nosso auxílio. R. Senhor, socorrei-nos e salvai-nos. V. Glória ao pai, ao Filho e ao Espírito Santo. R. Como era no princípio, agora e sempre. Ámen. À Chaga do Santo Ombro: Ó Amantíssimo Jesus, manso Cordeiro de Deus, apesar de eu ser uma criatura pecadora, adoro-Vos profundamente e venero a Chaga causada pelo peso da Vossa Cruz que, ferindo a Vossa carne, expôs os ossos do Vosso Ombro sagrado e da qual a Vossa Mãe Dolorosa tanto se compadeceu. Também eu, ó jesus, me compadeço de Vós e do fundo do coração Vos louvo, Vos glorifico e Vos agradeço por esta chaga dolorosa de Vosso ombro, sobre a qual quiseste carregar o peso dos meus pecados. Pelo sofrimento que padecestes, eu Vos rogo com humildade: tende piedade de mim, perdoai os meus pecados e conduzi-me ao céu, guiado pela Vossa Santa Cruz. Ámen. Pai Nosso - Avé Maria - Glória Jaculatória: Ó dulcíssimo Jesus, não sejais o meu Juiz, mas o Meu salvador! Oração: Ó Jesus, eu Vos louvo e dou graças por terdes suportado tantos e tão atrozes sofrimentos, para expiar os meus pecados e os do mundo inteiro. Peço-Vos que, pelos méritos da Vossa Paixão e pelas Vossas Chagas, possa viver rectamente e detestar o pecado. Concedei-me também a graça de, no fim da vida, morrer santamente, com o conforto dos Sacramentos da Vossa Igreja e viver eternamente convosco na glória do Céu. Ámen. Propósito da Semana: Nesta semana tentemos não recusar o amor de ninguém, principalmente daqueles que mais nos têm para dar desse sentimento, não lhes voltemos as costas como fizeram ao Senhor, apoiemos os nossos entes queridos nas suas necessidades, sejam elas quais forem e mesmo que isso nos cause incómodo. 14

V Domingo da Quaresma A esponja, O Instrumento do Cumprimento das Escrituras Dos Escritos da Beata Anna Katharina Emmerich: Jesus consumia-se de sede e disse com a língua seca: "Tenho sede." E como os amigos o olhassem com tristeza, disse-lhes: "Não me podíeis dar um gole de água?" Queria dizer que durante a escuridão ninguém os teria impedido. João, muito incomodado, respondeu: "Senhor, esquecemo-Io mesmo." Jesus disse ainda algumas palavras, cujo sentido era: "Também os amigos mais íntimos deviam esquecer-se e não me dar a beber, para que se cumprisse a Escritura." Mas esse esquecimento Lhe doeu amargamente. Ofereceram então dinheiro aos soldados, para Lhe dar um pouco de água; eles recusaram, mas um deles tomou uma esponja em forma de pera, embebeu-a em vinagre, que havia lá num pequeno barril de casca de árvore e ainda lhe misturou fel. Mas o centurião Abenadar, compadecido de Jesus, tomou a esponja do soldado, espremeu-a e embebeu-a de vinagre puro. Ajustou depois um lado da esponja num pedaço curto de uma haste de hissope, que servia de boquilha para chupar, fincou-o na ponta da lança e levantou-a à altura do rosto de Jesus, aproximando-Lhe dos lábios a esponja. Momento do Filme: http://www.youtube.com/watch?v=z-cFIkNCMtc Das Meditações de Santo Afonso Maria de Ligório: Jesus age com confiança filial e perfeita resignação com a vontade divina. Foi como se dissesse: Meu Pai, não tenho vontade própria, não quero viver nem morrer. Se é vossa vontade que eu continue a padecer sobre esta cruz, eis-me aqui, estou pronto para obedecer; Tomará nós disséssemos o mesmo, quando temos alguma cruz, deixando-nos guiar pelo Senhor, conforme o seu agrado. Tomara que o repetíssemos especialmente no momento da morte! Mas para bem o fazermos então, devemos praticá-lo muitas vezes na nossa vida… fazer a vontade do Pai. 15

Oração da Semana: V. Deus, vinde em nosso auxílio. R. Senhor, socorrei-nos e salvai-nos. V. Glória ao pai, ao Filho e ao Espírito Santo. R. Como era no princípio, agora e sempre. Ámen. À Chaga do Pé direito: Amabilíssimo meu Senhor, Jesus Crucificado: Adoro, profundamente prostrado, unido a Maria Santíssima, com todos os Anjos e Santos do Céu, a chaga Sacratíssima do Vosso Pé esquerdo. Peço-Vos a graça da santificação do Clero e de todos os que a Vós se consagraram. Pai Nosso - Avé Maria - Glória Jaculatória: Ó Maria, Rainha dos Apóstolos: rogai por nós, santificai os Sacerdotes e intercedei por todos os Consagrados. Oração: Ó Jesus, eu Vos louvo e dou graças por terdes suportado tantos e tão atrozes sofrimentos, para expiar os meus pecados e os do mundo inteiro. Peço-Vos que, pelos méritos da Vossa Paixão e pelas Vossas Chagas, possa viver rectamente e detestar o pecado. Concedei-me também a graça de, no fim da vida, morrer santamente, com o conforto dos Sacramentos da Vossa Igreja e viver eternamente convosco na glória do Céu. Ámen. Propósito da Semana: Nesta semana, procuremos ser (tanto quanto nos é possível, tendo em conta a nossa origem pecadora) semelhantes ao Pai, transpondo para a nossa vida aquilo que Ele nos indica e pede que façamos. Sejamos remotamente parecidos com Jesus na cruz e confiemos a nossa vida ao Pai. 16

VI Domingo da Quaresma A lança, O Instrumento da Morte Dos Escritos da Beata Anna Katharina Emmerich: Durante todo esse tempo reinava silêncio e tristeza sobre o Gólgota. O povo assustado dispersara-se, indo esconder-se em casa. A Mãe de Jesus e João, Madalena, Maria, filha de Cléofas e Salomé estavam, em pé ou sentados, em frente à cruz, com as cabeças veladas, chorando. Alguns soldados estavam sentados no barranco, com as lanças fincadas no chão. A Santíssima Virgem foi novamente presa de angústia e receio de que os verdugos ainda maltratassem o Corpo de Jesus; pois encostaram as escadas à cruz e subindo, sacudiram o santo Corpo conferindo se apenas se fingia morto. Como, porém, notassem que o corpo já estava inteiramente frio e rígido e João, a pedido das mulheres piedosas, a eles se dirigisse para impedir a crueldade, deixaram provisoriamente o corpo do Senhor, mas não pareciam convencidos de que estivesse morto. Subiram então pelas escadas nas cruzes dos ladrões; dois esmagaram, com as maças cortantes, os ossos dos braços acima e abaixo do cotovelo, um terceiro fez o mesmo acima e nas canelas, abaixo dos joelhos. Gesmas soltou gritos horríveis. Esmagaramlhe em três golpes o peito, para acabar de matá-Io. Dimas gemeu com a tortura e morreu; foi o primeiro mortal que tornou a ver o Redentor. Os carrascos desataram então as cordas, deixando cair os corpos no chão e arrastando-os depois com cordas, para o vale entre o Cal vário e o muro da cidade, onde os enterraram. Os carrascos ainda pareciam duvidar da morte do Senhor e os parentes de Jesus estavam ainda mais assustados, pela brutalidade com que haviam procedido e com medo de que pudessem voltar. Mas Cássio, oficial subalterno, recebeu de repente uma inspiração sobrenatural. A crueldade e vil brutalidade dos carrascos, o medo das santas mulheres e um impulso repentino, causado por uma graça divina, fizeram-no cumprir uma profecia. Parando assim entre a cruz do bom ladrão e a de Jesus, ao lado direito do corpo de Nosso Salvador, tomou a lança com ambas as mãos e introduziu-a com tal força no lado direito do Santo Corpo, através das entranhas e do coração, que a ponta da lança saiu um pouco do lado esquerdo, abrindo uma pequena ferida. Quando tirou depois com força a santa lança, brotou da larga chaga do lado direito do Redentor um rio de sangue e água que, caindo, banhou o rosto de Cássio, como uma onda de salvação e graça. Ele saltou do cavalo e, prostrando-se de joelhos, bateu no peito e confessou a fé em Jesus em alta voz, diante de todos os presentes. A Santíssima Virgem e os outros, cujos olhos estavam sempre fixos no Salvador, viram a súbita ação do oficial com grande angústia e acompanharam o golpe da lança com um grito de dor, precipitando-se para a cruz. Momento do Filme: http://www.youtube.com/watch?v=ZkqrBAR_YQ8 17

Das Meditações de Santo Afonso Maria de Ligório: Já está morto! Deixai de o injuriar e deixai também de me atormentar a mim, sua pobre Mãe. (…) Um soldado vibra com ímpeto um lança e com ela abre o lado de Jesus. A esse golpe tremeu a cruz, o Coração de Jesus ficou dividido e saiu sangue e água. Não havia mais sangue além daquelas gotas restantes, que o Salvador também quis derramar, para nos fazer entender que não tinha mais sangue para nos dar. Minha alma, aproxima-te enternecida da cruz, une as tuas dores com as de tua querida Mãe e prostra-te assim. Oração da Semana: V. Deus, vinde em nosso auxílio. R. Senhor, socorrei-nos e salvai-nos. V. Glória ao pai, ao Filho e ao Espírito Santo. R. Como era no princípio, agora e sempre. Ámen. À Chaga do Santo Lado: Amabilíssimo meu Senhor, Jesus Crucificado: Adoro, profundamente prostrado, unido a Maria Santíssima, com todos os Anjos e Santos do Céu, a chaga Sacratíssima do Vosso Santo Lado Peço-Vos que Vos digneis ouvir e atender as preces daqueles se confiaram às minhas orações e apresento diante do Vosso peito aberto pela lança as minhas intenções pessoais: Pai Nosso - Avé Maria - Glória Jaculatória: Jesus, eu confio em Vós (3x) Virgem Clemente, rogai por nós; Virgem Fiel, rogai por nós; Virgem Dolorosa, rogai por nós. 18

Oração: Ó Jesus, eu Vos louvo e dou graças por terdes suportado tantos e tão atrozes sofrimentos, para expiar os meus pecados e os do mundo inteiro. Peço-Vos que, pelos méritos da Vossa Paixão e pelas Vossas Chagas, possa viver rectamente e detestar o pecado. Concedei-me também a graça de, no fim da vida, morrer santamente, com o conforto dos Sacramentos da Vossa Igreja e viver eternamente convosco na glória do Céu. Ámen. Propósito da Semana: Nesta derradeira semana antes da morte do Senhor, procuremos, à semelhança do nosso Deus, dar o que temos ao outro, prestar o mais pequeno serviço, desde que favoreça o próximo, pode, por vezes ser o maior dos bens para quem necessita, como todos nós necessitávamos que o Senhor morresse por nós. 19

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