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BVCCoN-Tool - Uma Ferramenta para Apoiar uma Abordagem de Configuração de Processos de Negócio Dinâmicos

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Published on February 27, 2014

Author: tarcisiocouto18

Source: slideshare.net

Description

Os processos estão se tornando cada vez mais complexos e heterogêneos, inseridos em
ambientes onde as mudanças são constantes, sendo influenciados por fatores geográficos,
climáticos, dentre outros. As empresas precisam manter seus processos atualizados e
funcionando adequadamente, sem desprezar os requisitos de qualidade. Baseado neste
cenário, foi proposto na literatura uma abordagem de configuração de processos chamada
BVCCoN.
Esta abordagem possui como objetivo oferecer suporte a configuração de processos
baseada em NFRs e informações contextuais. A abordagem possui três perspectivas
na configuração de processo de negócio: a descrição de variabilidade, os requisitos
não-funcionais e o contexto. Durante as etapas desta abordagem, é necessário realizar
a modelagem destas três perspectivas. Contudo, modelar as três perspectivas é uma
atividade que requer tempo e que está propensa a erros.
Assim, esta dissertação propõe o desenvolvimento de uma ferramenta que apoia a
modelagem dos requisitos não-funcionais, da variabilidade e das regras de contexto. Para
construir a ferramenta, foi realizada a integração de três metamodelos, com algumas
alterações, sendo cada um referente a uma perspectiva da abordagem BVCCoN. Além
disso, foi utilizado o framework Epsilon e seu conjunto de linguagens integrado no
ambiente Eclipse para o desenvolvimento da ferramenta. Para ilustrar a utilização da
ferramenta, foi realizado um estudo de caso em um cenário de check-in em aeroporto, bem
como uma avaliação de usabilidade com potenciais usuários, visando avaliar os seguintes
fatores: satisfação geral, utilidade do sistema, qualidade da informação e qualidade da
interface.
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BVCCoN-Tool – Uma Ferramenta para Apoiar uma Abordagem de Configuração de Processos de Negócio Dinâmicos Tarcísio Couto Pereira tcp@cin.ufpe.br Orientador: Jaelson Castro Co-orientadora: Fernanda Alencar 1 CIn.ufpe.br

Agenda • • • • • • • Motivação; Objetivos; Processo BVCCoN; Tecnologias; BVCCoN-Tool; Validação; Conclusão; 2 CIn.ufpe.br

Motivação • • • • Processos de negócio cada vez mais complexos; Processos de negócios dinâmicos; Foco na modelagem do comportamento funcional; Requisitos Não-Funcionais (RNFs) precisam ser levados em consideração, assim como as informações de contexto; • Abordagem BVCCoN – Santos (2013) – Variabilidade; – RNFs; – Informação de contexto 3 CIn.ufpe.br

Motivação 4 CIn.ufpe.br

Motivação • Abordagem complexa; – Modelos de processos de negócio; – Modelo de RNFs; – Modelo de variabilidade; – Modelo de informações contextuais; • Falta de uma ferramenta torna o processo lento, difícil de entender e mais propenso a erros; 5 CIn.ufpe.br

Objetivos • Geral – Desenvolver uma ferramenta para apoiar o processo de modelagem da abordagem BVCCoN [Santos, 2013]. • Específicos – Planejar e executar uma revisão sistemática da literatura sobre requisitos não-funcionais, informações contextuais e modelos de processos de negócio; – Desenvolver o metamodelo para a BVCCoN-Tool; – Implementar a ferramenta de modelagem; – Aplicar um estudo de caso para validar a ferramenta; – Definir, planejar, executar e interpretar uma avaliação de usabilidade com usuários reais; 6 CIn.ufpe.br

Processo BVCCoN 7 CIn.ufpe.br

Elicitação da Variabilidade [Aeroporto Check-In] • Responsável por identificar e descobrir possíveis variações em um modelo de processo de negócio; • Entrada: Modelo de processo de negócio inicial; • Saída: Informação elicitada. 8 CIn.ufpe.br

Descrição da Variabilidade • Definir pontos de variação e variantes; 9 CIn.ufpe.br

Descrição da Variabilidade • Definir pontos de variação e variantes; 10 CIn.ufpe.br

Análise de Contexto var3 - Realizar Check-In Online 11 CIn.ufpe.br

Ligar Variantes & RNF 12 CIn.ufpe.br

Realizar a Configuração • Análises – top-down – priorizando algum RNF; – bottom-up – selecionando um subconjunto de variantes; 13 CIn.ufpe.br

Configuração top-down • RNF priorizado: Tempo de Resposta 14 CIn.ufpe.br

Configuração bottom-up • • • • Seleção de um subconjunto de variantes; VP1 – Tempo de resposta ++; VP2 – Disponibilidade +; VP3 – Controle de Acesso ++; 15 CIn.ufpe.br

Tecnologias • Para o desenvolvimento da ferramenta, é necessário utilizar um conjunto de tecnologias • EMF (Eclipse Modeling Framework); • GMF (Graphical Modeling Framework); • Epsilon. • Amplamente utilizado na academia; • Vasta Documentação; • Open Source; 16 CIn.ufpe.br

EMF - (Eclipse Modeling Framework) • Metamodelo Ecore; – EClass; – EAttribute; – EReference; – EEnum; 17 CIn.ufpe.br

GMF - (Graphical Modeling Framework) 18 CIn.ufpe.br

Epsilon • Família de linguagens e ferramentas destinadas à atividades de gerenciamento de metamodelos; – EuGENia; – Emfatic; – EOL (Epsilon Object Language) – EVL (Epsilon Validation Language) 19 CIn.ufpe.br

Emfatic e EuGENia • Metamodelo escrito em Emfatic • Anotações EuGENia 20 CIn.ufpe.br

EuGENia • EuGENia gera ferramentas gráficas a partir de um metamodelo Ecore com anotações escritas na linguagem Emfatic. 21 CIn.ufpe.br

BVCCoN-Tool • Transformar metamodelo Ecore em Emfatic; 22 CIn.ufpe.br

BVCCoN-Tool • Realizar alterações no metamodelo – Divisão dos links entre NFRSoftgoalContribution e NFRSoftgoalContributionOperational como intuito de impedir o usuário de realizar ligações errôneas. 23 CIn.ufpe.br

BVCCoN-Tool • Enriquecer metamodelo com anotações EuGENia – @gmf.node [definindo o elemento gráfico que será o NFRModel – uma figura rounded] – @gmf.compartment [definindo que NFRModel será um compartimento que irá abrigar elementos] 24 CIn.ufpe.br

BVCCoN-Tool • Gerar metamodelo Ecore 25 CIn.ufpe.br

BVCCoN-Tool • Classes Java geradas pelo EMF Modelos GMF gerado com o EuGENia 26 CIn.ufpe.br

BVCCoN-Tool – Refinar editor usando EVL 27 CIn.ufpe.br

BVCCoN-Tool - Refinar editor usando EOL 28 CIn.ufpe.br

Editor Gráfico 29 CIn.ufpe.br

BVCCoN-Tool • Processo final. 30 CIn.ufpe.br

BVCCoN-Tool • Editor Gráfico 31 CIn.ufpe.br

Validação • Cenário: Check-In Aeroporto • Estudo de Caso • Processo de Referência 32 CIn.ufpe.br

Estudo de Caso • Elicitação da Variabilidade; • Descrição da Variabilidade; 33 CIn.ufpe.br

Estudo de Caso • Descrição da Variabilidade; 34 CIn.ufpe.br

Estudo de Caso • Análise de Contexto; 35 CIn.ufpe.br

Estudo de Caso • Análise de Requisitos Não-Funcionais; 36 CIn.ufpe.br

Teste de Usabilidade • Método proposto por McClelland; – Permite identificar a opinião dos participantes e classificar em “favoráveis”, “desfavoráveis” e “sem opinião”; – Também permite classificar separadamente os itens de questionários em que os participantes foram “favoráveis”, “desfavoráveis” e “sem opinião”. 37 CIn.ufpe.br

Teste de Usabilidade • PSSUQ - The Post-Study System Usability Questionnaire – IBM; – Satisfação Geral; – Utilidade do Sistema; – Qualidade da Informação; – Qualidade da Interface. • Amplamente utilizado na academia; • Citado por 933 trabalhos; • Atende aos objetivos da pesquisa. 38 CIn.ufpe.br

Teste de Usabilidade • The Post-Study System Usability Questionnaire – IBM; – 1. De maneira geral, estou satisfeito em quão fácil é utilizar o sistema – 2. Foi simples de usar o sistema – 3. Eu fui capaz de completar as tarefas e cenários utilizando o sistema • Escala Likert [1-5] – – – – – Concordo fortemente - 5 Concordo - 4 Neutro - 3 Discordo - 2 Discordo fortemente - 1 39 CIn.ufpe.br

Teste de Usabilidade • • • • Usuários: Alunos de Pós-Graduação; Tarefas; Processo de Coleta de Dados; Resultados; 40 CIn.ufpe.br

Teste de Usabilidade - Resultados • Média “sem opinião” = 19(total de itens) * 3 (número “sem opinião”) = 57; • Análise manual. 41 CIn.ufpe.br

Teste de Usabilidade – Satisfação Geral • Média “sem opinião” = 57; • Não foi possível dividir os participantes entre ”favoráveis” x “desfavoráveis”; • Segundo os participantes, a ferramenta possui uma boa usabilidade; 42 CIn.ufpe.br

Teste de Usabilidade – Satisfação Geral • Análise dos itens; • Média “sem opinião” = 3 * 14 = 42; Item 9: O sistema mostrou mensagens de erro que claramente me disseram como consertar os problemas... 43 CIn.ufpe.br

Teste de Usabilidade – Utilidade do Sistema • Média “sem opinião” = 24; • Média geral = 30,71; • A ferramenta foi considerada útil pelos usuários na realização das tarefas; 44 CIn.ufpe.br

Teste de Usabilidade – Qualidade da Informação • Média “sem opinião” = 21; • Média geral = 25,93; • Ferramenta considerada ofertante de boa qualidade de informação visual e documentação. 45 CIn.ufpe.br

Teste de Usabilidade – Qualidade da Interface • Média “sem opinião” = 9; • Média geral = 11,43; • Segundo os participantes, a ferramenta possui uma boa qualidade de interface; 46 CIn.ufpe.br

Ameaças à Validade • • • • Abordagem BVCCoN; Tarefas de usuário muito detalhadas; Falhas poderiam ter sido evitadas; Respostas positivas. 47 CIn.ufpe.br

Conclusão • Através da BVCCoN-Tool, as três visões (requisitos não-funcionais, variabilidade e informação contextual) foram possíveis de serem modeladas; • O estudo de caso permitiu identificar que a utilização da ferramenta é viável e prática para ser utilizada em ambientes reais; • A avaliação de usabilidade possuiu uma aceitação geral pelos usuários. 48 CIn.ufpe.br

Conclusão • Contribuições – – – – – Revisão sistemática da literatura [artigo publicado no SBSI]; Metamodelo BVCCoN-Tool; Ferramenta de modelagem; Estudo de caso; Avaliação de usabilidade; 49 CIn.ufpe.br

Conclusão • Trabalhos Futuros – – – – – – Realizar outros estudos de caso; Realizar outra avaliação de usabilidade; Melhoria contínua da ferramenta; Integração com o editor gráfico BPMN; Extensão da BVCCoN-Tool; Compilação de modelos; 50 CIn.ufpe.br

Referências • • • • • • • • • • • • [1] EMF: Eclipse Modeling Framework (2nd Edition), volume 1. Addison-Wesley Professional, 2008. [2] Raian Ali, Fabiano Dalpiaz, and Paolo Giorgini. A goal-based framework for contextual requirements modeling and analysis. Requirements Engineering, 15(4):439–458, 2010. [3] Colin Atkinson and Thomas Kuhne. Model-driven development: a metamodeling foundation. Software, IEEE, 20(5):36–41, 2003. [4] Josias Paes da Silva Junior. Agile: Uma abordagem para geração automática de linguagens i*. Master’s thesis, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Pernambuco, Brasil, 2011. [5] Jose Luis de la Vara, Raian Ali, Fabiano Dalpiaz, Juan Sánchez, and Paolo Giorgini. Business processes contextualisation via context analysis. In Conceptual Modeling– ER 2010, pages 471–476. Springer, 2010. [6] Ana Cristina de Freitas Dias. Uma linguagem específica do domínio para uma abordagem orientada aos objectivos baseada em kaos. Master’s thesis, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, Portugal, 2009. [7] Antonio García Richard Paige Dimitris Kolovos, Louis Rose. The Epsilon Book, volume 1. Eclipse Public License, 2013. [8] Steve Easterbrook, Janice Singer, Margaret-Anne Storey, and Daniela Damian. Selecting empirical methods for software engineering research. In Guide to advanced empirical software engineering, pages 285–311. Springer, 2008. [9] Eclipse. BPMN2 Modeler, 2013. http://eclipse.org/bpmn2-modeler/. Último acesso em Dezembro/2013. [10] Eclipse. Eclipse Modeling Framework Project (EMF), 2013. http://www.eclipse.org/modeling/emf/. Último acesso em Outubro/2013. [11] Eclipse. Eclipse Modeling Project, 2013. http://www.eclipse.org/modeling/. Último acesso em Outubro/2013. 51 CIn.ufpe.br

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Obrigado! Caruaru 55 CIn.ufpe.br

Parte do metamodelo BVCCoN-Tool 56 CIn.ufpe.br

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