Biblioteca Global - Ponte entre Culturas

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Published on June 18, 2008

Author: besaf

Source: slideshare.net

Description

Dinamização Intercultural

Pontes entre Culturas 13.Jun.08 B i b l i o t e c a G l o b a l

Pontes entre culturas R o m é n i a C u b a V e n e z u e l a B r a s i l A n g o l a U c r â n i a P o r t u g a l R ú s s i a BIBLIOTECA ESAF | 13.Jun.08 - 21h

Заплющ очі, та іди на голос Забудъ про біль та знайди сили Заплющ очі, та іди на голос Забудъ про біль та знайди сили Щоб відчути дощ який забрав всі твоі слыози Poesia, música e sabores do Mundo na BESAF Fecha os olhos e guia-te pela minha voz Esquece a dor e encontra dentro de ti forças… Están cayendo las estrellas . . .  -¿Qué estás diciendo, hermano? Pus o meu sonho num navio e o navio em cima do mar; Y así para siempre en torno a estos escritos en la piedra, Tudo é fugaz entre o desenho do teu pé na areia e a onda que desfaz a marca Cu voi vin florile-n c împie Ş i nop ţ ile cu poezie Ş i vânturile, calde ploi Ş i veselie. И вот вошла. Откинув покрывало, Внимательно взглянула на меня.

Заплющ очі, та іди на голос

Забудъ про біль та знайди сили

José Martí Cecília Meireles George Coşbuc Vicente Gerbasi Manuel Rui Dulce Maria Loynaz Ana Akhmatova

Poesia U c r a n i a n a Ти відкриваэш двері ‚ кімната пустуэ … Шепчи   кричи … ніхто тебе не чуэ‼ І навіть ехо твої слова не розуміэ Від твого погляду стіна біліэ‼ Ти тут не сама, тобі лиш так здалося Боятися нормально, адже всі ми боїмося! Заплющ очі, та іди на голос Забудъ про біль та знайди сили Щоб відчути дощ який забрав всі твоі слыози Знайди той сон що в тобі загубили! І силою вітрів що мрії розносили, Подумай про зірок що так тебе любили! Пройдись поміж думок, почуй чо каже небо! Забудь про всіх, заговори сама до себе Почуй себе, це все що тобі треба Щоб розгадати хто ця тінь Щоб перегорнути заплакану сторінку Та ненавмисно наповнити душу щастям ! Maryna Yakubets

Poesia U c r a n i a n a Tu abres a porta, o quarto est á vazio. Sussurra, grita … Ningu é m vai ouvir-te! Nem o eco consegue compreender o que tu dizes … Por causa do teu olhar, as paredes estão cada vez mais brancas. E apesar de parecer, tu aqui não est á s sozinha. Ter medo é normal, at é porque todos n ó s o sentimos. Fecha os olhos e guia-te pela minha voz Esquece a dor e encontra dentro de ti for ç as … Para sentir as chuvas que levaram o teu choro Encontra o teu sonho que algu é m escondeu dentro de ti! E atrav é s dos ventos que com for ç a o desperdi ç avam … Pensa nas estrelas que tanto te amavam!!! Tenta passar por dentro dos teus pensamentos, escuta o c é u … Esquece-os a todos, e tenta falar para ti pr ó pria! Escutar-te a ti, é tudo de que precisas. Para adivinhar quem é esta sombra. Para mudar de p á gina, esta j á est á tão chorada. E, sem querer, encher a tua alma de felicidade.

Poesia V e n e z ESCRITOS EN LA PIEDRA En el valle que rodean montañas de la infancia encontramos escritos en la piedra, serpientes cinceladas, astros, en un verano de negras termiteras. En el silencio del tiempo vuelan los gavilanes, cantan cigarras de tristeza como en una apartada tarde de domingo. Con el verano se desnudan los árboles, se seca la tierra con sus calabazas. Pero volverán las lluvias y de nuevo nacerán las hojas y los pequeños grillos de las praderas bajo el soplo de una misteriosa nostalgia del mundo. Y así para siempre en torno a estos escritos en la piedra, que recuerdan una raza antigua y tal vez hablan de Dios. u e l a n a ESCRITOS NA PEDRA No vale que rodeiam as montanhas da infância serpentes cinzeladas, astros, num verão de negras termiteiras. No silêncio do tempo voam os gaviões, cantam cigarras de tristeza como numa longínqua tarde de domingo. Com o Verão despem-se as árvores resseca a terra com as suas cabaças. Mas retornarão as chuvas e de novo nascerão as folhas e os pequenos grilos nas campinas sob o sopro de uma misteriosa nostalgia do mundo. E assim para sempre em redor destes escritos na pedra, que relembram uma raça antiga e que talvez falem de Deus. Vicente Gerbasi

Poesia C u b a n a Diálogo   Están cayendo las estrellas . . .  -¿Qué estás diciendo, hermano? Son estrellas fugaces. -¡Están cayendo las estrellas! -Que pensamiento extraño . . .  -¡Como del cielo claro se desprenden estrellas! . . .  Pon tus manos abiertas para que en ellas caigan . . .  -¿Qué estás diciendo, hermano? Son estrellas fugaces, ni caen ni se recogen.   -No importa. Pon las manos . . .   Dulce Maria Loynaz Yo soy un hombre sincero De onde crese la palma Y cuando morir yo quiero Hechar mis besos del alma. Yo vengo de todas partes Y hacia todas as partes voy: Arte soy entre las artes, En los montes, monte soy. José Martí

Poesia C u b a n a Diálogo   Estão caindo, as estrelas. . .  -Que estás a dizer, irmão? São estrelas cadentes. - Estão caindo, as estrelas! - Que estranho pensamento. . .  Como, do céu claro, se desprendem as estrelas! . . .  Abre as tuas mãos Para que sobre elas tombem. . .  - Que estás a dizer irmão? São estrelas cadentes, Nem caem nem se recolhem.   - Não importa. Abre as tuas mãos. . .   Dulce Maria Loynaz Eu sou um homem sincero De onde cresce a palmeira E quando morrer eu quero Deitar os meus beijos da alma. Eu venho de todas as partes E a todas as partes vou: Arte sou entre as artes, Nos montes, eu monte sou. José Martí

Diálogo

 

Estão caindo, as estrelas. . . 

-Que estás a dizer, irmão?

São estrelas cadentes.

- Estão caindo, as estrelas!

- Que estranho pensamento. . . 

Como, do céu claro,

se desprendem as estrelas! . . . 

Abre as tuas mãos

Para que sobre elas tombem. . . 

- Que estás a dizer irmão?

São estrelas cadentes,

Nem caem nem se recolhem.

 

- Não importa. Abre as tuas mãos. . .  

Dulce Maria Loynaz

R o m e n a George Coşbuc Poesia

 

R o m é n i a Os Anunciadores da primavera De outros países, de muito sol, Por onde foram estranhos Voltai, queridos pássaros, atrás Voltai! De folhas e cantos vazios Sem vós choram os matos bravios. Nessa vista azul eternamente Não tivestes saudades do que deixaram? Não tivestes saudades do vosso país? Não chorastes, ao ver passar aladas para o Norte, as nuvens? Vós cantastes com vozes ardentes À natureza sagrados hinos quentes Ou canções queridas, quando de nós vos lembrastes! Aos estranhos não lhes dissestes Que canções como as nossas não há? E agora voltais com prazer ao país! Novamente vereis as planícies, E os vossos ninhos nas árvores! É Verão, Verão! Queria ao coração vos apertar De felicidade rir, chorar!   Convosco chegam as flores, E as noites de poesia e os ventos suaves, chuvas quentes, amores! Tudo levais convosco E trazeis novamente! George Coşbuc, in Lumea Ilustrata

Poesia B r a s i Pus o meu sonho num navio e o navio em cima do mar; - depois, abri o mar com as mãos, para o meu sonho naufragar. Minhas mãos ainda estão molhadas do azul das ondas entreabertas, e a cor que escorre de meus dedos colora as areias desertas. O vento vem vindo de longe, a noite se curva de frio; debaixo da água vai morrendo meu sonho, dentro de um navio... Chorarei quanto for preciso, para fazer com que o mar cresça, e o meu navio chegue ao fundo e o meu sonho desapareça. Depois, tudo estará perfeito; praia lisa, águas ordenadas, meus olhos secos como pedras e as minhas duas mãos quebradas. Cecília Meireles l e i r a

Poesia R u s s a Муза   Когда я ночью жду ее прихода, Жизнь, кажется, висит на волоске. Что' почести, что' юность, что' свобода Пред милой гостьей с дудочкой в руке.   И вот вошла. Откинув покрывало, Внимательно взглянула на меня. Ей говорю: "Ты ль Данту диктовала Страницы Ада?" Отвечает: "Я". Ana Akhmátova À MUSA   Quando, à noite, espero a tua chegada, a vida me parece suspensa por um fio. Que importam juventude, glória, liberdade, quando enfim aparece a hóspede querida trazendo nas mãos a sua rústica flauta?   Ei-la que vem. Soergue o seu véu, olha para mim atentamente. E lhe pergunto: "Foste tu quem a Dante ditou as páginas do Inferno?". E ela: "Sim, fui eu".

Poesia A n g o l Não Vale a pena pisar O capim não foi plantado nem tratado, e cresceu. É força tudo força que vem da força da terra. Mas o capim está a arder e a força que vem da terra com a pujança da queimada parece desaparecer. Mas não! Basta a primeira chuvada para o capim reviver. Manuel Rui Tudo é fugaz entre o desenho do teu pé na areia e a onda que desfaz a marca Entre a guerra e a paz retorno fisicamente o poema a onda constante meditação primeira. Nós e as coisas. Nada permanece que não seja para a necessária mudança. Que o diga o mar. a n a

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