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Biblioteca 2.0

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Information about Biblioteca 2.0
Education

Published on October 16, 2008

Author: pauloleitao

Source: slideshare.net

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Biblioteca 2.0 Curso BAD 13/14 Outubro 2008 Paulo Leitão

I – Web 2.0 O conceito Fonte: O’Reilly

O conceito

II – Biblioteca 2.0 2.1. Conceito [1] Uma teoria da Biblioteca 2.0 deve ser entendida através dos seguintes 4 elementos essenciais: É centrada no utilizador . Os utilizadores participam na criação de conteúdos e serviços a que têm acesso no universo web da biblioteca, OPAC, etc. O consumo e criação de conteúdos é dinâmico, e assim os papéis do utilizador e do bibliotecário tornam-se nem sempre claros. Proporciona uma experiência multimedia . Quer as colecções, quer os serviços da Biblioteca 2.0 contém componentes vídeo e aúdio. Apesar de isto não ser frequentemente citado como uma função da Biblioteca 2.0, sugerimos que o deveria ser.

II – Biblioteca 2.0 É socialmente rica . A presença da biblioteca na Web incliu a presença dos utilizadores. Elas podem ser formas síncronas (i.e. IM) e assíncronas (i.e. wikis) de os utilizadores comunicarem entre si e com os bibliotecários. É comunitariamente inovadora . Isto é, talvez, o aspecto mais inovador da Biblioteca 2.0. Ele baseia-se no princípio das bibliotecas como um serviço para a comunidade, mas compreende que as comunidades mudam e que a biblioteca não só deve acompanhar essa mudança, mas permitir que os utilizadores mudem a biblioteca. A biblioteca procura continuamente mudar os seus serviços, encontrar novas formas que permitam às comunidades, e não apenas aos indivíduos, procurar, encontrar e utilizar informação. Maness

II – Biblioteca 2.0 [2] “A ideia de Biblioteca 2.0 representa uma significativa mudança de paradigma na forma como vemos os serviços de biblioteca. É sobre uma experiência enriquecedora para os utilizadores, na qual usabilidade, interoperabilidade e flexibilidade dos sistemas de biblioteca são a chave. É sobre a biblioteca estar mais presente na comunidade através da programação de actividades, construção de comunidades de interesse, utilizando as facilidades da tecnologia (IM, blog, wikis, etc.).

II – Biblioteca 2.0 [2] É sobre permitir a participação dos utilizadores atrvés de comentários e “tagging” nos catálogos e tornar a sua voz presente através de blogues e wikis. É sobre tornar a biblioteca mais transparente através da sua presença na Web e do seu desenho físico. Precisamos de tornar a biblioteca humana, ubíqua e centrada no utilizador. Isto envolve uma mudança nos nossos sistemas, na nossa presença na Web e nas nossas atitudes.” Meredith Farkas

II – Biblioteca 2.0 2.2. Visão Global

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.3. Sindicação de Conteúdos – RSS 2.3.1. Definição RSS = Really Simple Syndication Formato (baseado em XML) para sindicação de conteúdos. O conteúdo de um sítio web, um blogue, etc. pode ser “partido” em pequenas partes a partir das quais se gera um “FEED” disponibilizado a qualquer internauta. Subscrevendo este FEED num leitor /agregador o internauta é avisado automaticamente sempre que esse conteúdo se altera. 2.3.2. RSS e Bibliotecas (as bibliotecas como produtoras) Catálogos – http://www.biblartepac.gulbenkian.pt Blogues DSI (Difusão selectiva da informação) Outros

2.3. Sindicação de Conteúdos – RSS

2.3.1. Definição

RSS = Really Simple Syndication

Formato (baseado em XML) para sindicação de conteúdos.

O conteúdo de um sítio web, um blogue, etc. pode ser “partido” em pequenas partes a partir das quais se gera um “FEED” disponibilizado a qualquer internauta. Subscrevendo este FEED num leitor /agregador o internauta é avisado automaticamente sempre que esse conteúdo se altera.

2.3.2. RSS e Bibliotecas (as bibliotecas como produtoras)

Catálogos – http://www.biblartepac.gulbenkian.pt

Blogues

DSI (Difusão selectiva da informação)

Outros

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.3.3. Leitores / Agregadores de RSS Definição Plataforma que possibilita a leitura e agregação de FEEDS de RSS b) Exemplos de agregadores: IEE7, bloglines ( http://www.bloglines.com/ ), newsgator, feed reader, add to google, my msn, my yahoo, netvibes, pageflakes ( http://www.pageflakes.com/ ) ,

2.3.3. Leitores / Agregadores de RSS

Definição

Plataforma que possibilita a leitura e agregação de FEEDS de RSS

b) Exemplos de agregadores: IEE7, bloglines ( http://www.bloglines.com/ ), newsgator, feed reader, add to google, my msn, my yahoo, netvibes, pageflakes ( http://www.pageflakes.com/ ) ,

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.3. Sindicação de Conteúdos – RSS d) NETVIBES ( http://www.netvibes.com ) - Exemplo: http://www.netvibes.com/pauloleitao#General EXERCÍCIO PRÁTICO Crie uma conta no NETVIBES (precisa de ter um endereço de mail – qualquer um serve) Configure a sua página pessoal Configure a página pública

2.3. Sindicação de Conteúdos – RSS

d) NETVIBES ( http://www.netvibes.com )

- Exemplo: http://www.netvibes.com/pauloleitao#General

EXERCÍCIO PRÁTICO

Crie uma conta no NETVIBES (precisa de ter um endereço de mail – qualquer um serve)

Configure a sua página pessoal

Configure a página pública

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.4. BLOGUES 2.4.1. Definição Um weblog ou blog é um sítio Web actualizado com frequência, composto de entradas (posts) datadas organizadas por ordem cronológica, de forma a que a mais recente aparece primeiro. COMPONENTES ESTRUTURAIS Arquivo Entradas (posts) datados “ Permalinks” Organização cronologica dos posts Formatados a 2 ou 3 colunas usualmente Categorias Comentários Funcionalidades de pesquisa de posts anteriores “ Track-backs”

2.4. BLOGUES

2.4.1. Definição

Um weblog ou blog é um sítio Web actualizado com frequência, composto de entradas (posts) datadas organizadas por ordem cronológica, de forma a que a mais recente aparece primeiro.

COMPONENTES ESTRUTURAIS

Arquivo

Entradas (posts) datados

“ Permalinks”

Organização cronologica dos posts

Formatados a 2 ou 3 colunas usualmente

Categorias

Comentários

Funcionalidades de pesquisa de posts anteriores

“ Track-backs”

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.4.2. Blogues e Bibliotecas: exemplos de Blogues de bibliotecas e bibliotecários.PT A Informação - http://a-informacao.blogspot.com/ Viva Biblioteca Viva - http://vivabibliotecaviva.blogspot.com/ Ler em Espinho - http://www.leremespinho.com/blog/ Oeiras a ler - http://oeiras-a-ler.blogspot.com/ 2.4.3. Boas práticas na criação e gestão de blogues Questões prévias: - Qual é o foco do blogue? O que pretendemos com o blogue? “ BLOGS SHOULD ALWAYS FILL A NEED” - Necessidades de Software - Questões de segurança (spam, etc.) - Percentagem de interactividade pretendida (comentários: quem faz, em que circunstâncias) - Estratégia de Marketing

2.4.2. Blogues e Bibliotecas: exemplos de Blogues de bibliotecas e bibliotecários.PT

A Informação - http://a-informacao.blogspot.com/

Viva Biblioteca Viva - http://vivabibliotecaviva.blogspot.com/

Ler em Espinho - http://www.leremespinho.com/blog/

Oeiras a ler - http://oeiras-a-ler.blogspot.com/

2.4.3. Boas práticas na criação e gestão de blogues

Questões prévias:

- Qual é o foco do blogue? O que pretendemos com o blogue?

“ BLOGS SHOULD ALWAYS FILL A NEED”

- Necessidades de Software

- Questões de segurança (spam, etc.)

- Percentagem de interactividade pretendida (comentários: quem faz, em que circunstâncias)

- Estratégia de Marketing

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.4. Redes Sociais 2.4.1. Definição Comunidades de indivíduos, geralmente construídas da base para o topo, que se juntam para troca de interesses, informação, lazer, etc. Têm base soluções aplicaionais na plataforma web, designadas por muitos como “SOFTWARE SOCIAL” Caraterísticas: Permite comunicação, colaboração e a construção de comunidades Conteúdo pode ser “sindicado”, partilhado, remisturado Permite aos utilizadores aprender com facilidade e capitalizar o conhecimento de outros

2.4. Redes Sociais

2.4.1. Definição

Comunidades de indivíduos, geralmente construídas da base para o topo, que se juntam para troca de interesses, informação, lazer, etc.

Têm base soluções aplicaionais na plataforma web, designadas por muitos como “SOFTWARE SOCIAL”

Caraterísticas:

Permite comunicação, colaboração e a construção de comunidades

Conteúdo pode ser “sindicado”, partilhado, remisturado

Permite aos utilizadores aprender com facilidade e capitalizar o conhecimento de outros

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.4.2. Tipos de Redes Sociais (genéricas, temáticas, etc.) Genéricas Temáticas Comunidades de “lazer” Comunidades profissionais Empresas que utilizam estratégias de redes sociais – Exemplo: http://www.amazon.com

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.4.3. Exemplos de redes sociais: MySpace - http://pt.myspace.com/ (espaço PT) Facebook - http://www.facebook.com/ Linkedin - http://www.linkedin.com/ LibraryThing - http://www.librarything.com/ Flickr- http://www.flickr.com HI5- http://www.hi5.com Youtube- http://www.youtube.com Slideshare – http://www.slideshare.net Exemplo a analisar: http://www.flickr.com/photos/biblarte

II – Biblioteca 2.0: ferramentas EXERCÍCIOS PRÁTICOS Crie uma conta no FLICKR (necessita de criar uma conta de mail no Yahoo). Construa a sua galeria de fotos. 2. Crie uma conta no Facebook (necessita de um endereço de mail, qualquer um serve) Crie uma conta no LibraryThing Crie uma conta no HI5

EXERCÍCIOS PRÁTICOS

Crie uma conta no FLICKR (necessita de criar uma conta de mail no Yahoo). Construa a sua galeria de fotos.

2. Crie uma conta no Facebook (necessita de um endereço de mail, qualquer um serve)

Crie uma conta no LibraryThing

Crie uma conta no HI5

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.5. tagging e folksonomias 2.5.1. O que são TAG’s Palavras ou expressões utilizadas para descrever/classificar conteúdos. Sem controlo vocabular. 2.5.2. O que são Folksonomias Uma “ecologia” de tag’s numa dada plataforma. An important aspect of a folksonomy is that is comprised of terms in a flat namespace: that is, there is no hierarchy, and no directly specified parent-‍child or sibling relationships between these terms. There are, however, automatically generated “related” tags, which cluster tags based on common URLs . These folksonomies are simply the set of terms that a group of users tagged content with, they are not a predetermined set of classification terms or labels. (Mathes, 2004)

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.5. tagging e folksonomias 2.5.3. Exemplos de utilização de TAG’s: FLICKR – http://www.flickr.com/photos/biblarte LibraryThing - http://www.librarything.com/catalog.php?view=pauloleitao&shelf=list del.icio.us - http://delicious.com/ - http://delicious.com/pjleitao ) 2.5.4. TAG’s e Bibliotecas Que papel para as Tag’s nos sistemas de informação das bibliotecas? Problemas de harmonização

2.5. tagging e folksonomias

2.5.3. Exemplos de utilização de TAG’s:

FLICKR – http://www.flickr.com/photos/biblarte

LibraryThing - http://www.librarything.com/catalog.php?view=pauloleitao&shelf=list

del.icio.us - http://delicious.com/ - http://delicious.com/pjleitao )

2.5.4. TAG’s e Bibliotecas

Que papel para as Tag’s nos sistemas de informação das bibliotecas?

Problemas de harmonização

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.5. tagging e folksonomias 2.5.4.1. A utilização de TAG’s no ambiente “tradicional” das Bibliotecas (tag’s e catálogos) [exemplos] Seattle Public Library - http://tinyurl.com/3klmhz Moonee Valey Library - http://tinyurl.com/48hqyd University of Huddersfield - http://tinyurl.com/4ucj5v Ann Arbor Public Library - http://tinyurl.com/3l8yv5 2.5.4.2. TAG CLOUDS (Nuvens de Palavras)

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.6. WIKIS 2.6.1. Definição Sítio web com o objectivo de promover a produção colaborativa de conteúdos. Pode ser infinitamente expansível através de páginas que são criadas e ligadas a outras através de hiper-ligações. A sua estrutura pode não ser predefinida, mas constituir o resultado do comportamento dos seus produtores. CARACTERÍSTICAS: Um wiki convida todos os utilizadores a editar ou criar novas páginas; Promove a relação entre assuntos através de uma implementação facilitada de hiper-ligações Envolve constantemente o utilizador na criação de conteúdos

2.6. WIKIS

2.6.1. Definição

Sítio web com o objectivo de promover a produção colaborativa de conteúdos. Pode ser infinitamente expansível através de páginas que são criadas e ligadas a outras através de hiper-ligações. A sua estrutura pode não ser predefinida, mas constituir o resultado do comportamento dos seus produtores.

CARACTERÍSTICAS:

Um wiki convida todos os utilizadores a editar ou criar novas páginas;

Promove a relação entre assuntos através de uma implementação facilitada de hiper-ligações

Envolve constantemente o utilizador na criação de conteúdos

II – Biblioteca 2.0: ferramentas “ PROS” e CONS” na utilização de Wikis - Facilidade de utilização - Flexibilidade de edição - Trabalham sobre a plataforma WWW - Verdadeiramente “democráticos” - Ausência de estrutura - Abertura  SPAM - Controlo de versões  restrições no ACESSO 2.6.2. Exemplos LisWiki - http://liswiki.org/wiki/Main_Page WIKIBIB - http://cursosmestrado.wetpaint.com

“ PROS” e CONS” na utilização de Wikis

- Facilidade de utilização

- Flexibilidade de edição

- Trabalham sobre a plataforma WWW

- Verdadeiramente “democráticos”

- Ausência de estrutura

- Abertura  SPAM

- Controlo de versões  restrições no ACESSO

2.6.2. Exemplos

LisWiki - http://liswiki.org/wiki/Main_Page

WIKIBIB - http://cursosmestrado.wetpaint.com

II – Biblioteca 2.0: ferramentas 2.6.3. Wikis e Biliotecas (boas práticas) The Biz Wiki - http://www.library.ohiou.edu/subjects/bizwiki/index.php/Main_Page 2.6.3. Criar um WIKI http://www.wetpaint.com/

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