Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares

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Published on October 27, 2008

Author: ladonordeste

Source: slideshare.net

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Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares

Modelo de desenvolvimento Escola EB 2,3 Padre Alberto Neto Auto-avalição da Biblioteca

O sentido da auto-avaliação. Objectivos implicados. Domínio e subdomínios. Etapas do processo. Envolvimento dos diferentes tipos de utilizadores. Impacto esperado na biblioteca. Impactos esperados no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos. Comunicação e integração dos resultados no relatório de avaliação da escola. Bibliografia Sumário

O sentido da auto-avaliação. Objectivos implicados.

Domínio e subdomínios.

Etapas do processo.

Envolvimento dos diferentes tipos de utilizadores.

Impacto esperado na biblioteca.

Impactos esperados no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos.

Comunicação e integração dos resultados no relatório de avaliação da escola.

Bibliografia

O sentido da auto-avaliação. Objectivos implicados.

― Poderias dizer-me, por favor, que caminho hei-de tomar para sair daqui? ― Isso depende do sítio onde queres chegar! ― disse o Gato. ― Não interessa muito para onde vou... ― retorquiu Alice. ― Nesse caso, pouco importa o caminho que tomes ― interpôs o Gato. Alice no País das Maravilhas Alice in Wonderland - Cheshire Cat Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados

― Poderias dizer-me, por favor, que caminho hei-de tomar para sair daqui?

― Isso depende do sítio onde queres chegar! ― disse o Gato.

― Não interessa muito para onde vou... ― retorquiu Alice.

― Nesse caso, pouco importa o caminho que tomes ― interpôs o Gato.

Alice no País das Maravilhas

Alice in Wonderland - Cheshire Cat

E studos internacionais demonstram que a biblioteca escolar contribui para o sucesso educativo dos alunos e para o desenvolvimento das literacias imprescindíveis na nossa sociedade. Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados

E studos internacionais demonstram que a biblioteca escolar contribui para o sucesso educativo dos alunos e para o desenvolvimento das literacias imprescindíveis na nossa sociedade.

Para demonstrar a sua importância nas aprendizagens é necessário que a biblioteca: investigue os resultados da sua acção. analise o sucesso e o impacto dos seus serviços. preste contas à escola e todos os que estão ligados ao seu funcionamento do impacto das suas acções. Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados

Para demonstrar a sua importância nas aprendizagens é necessário que a biblioteca:

investigue os resultados da sua acção.

analise o sucesso e o impacto dos seus serviços.

preste contas à escola e todos os que estão ligados ao seu funcionamento do impacto das suas acções.

A avaliação é também um elemento fundamental no processo de gestão da biblioteca porque permite: Aferir a eficácia dos serviços que presta, identificando sucessos e insucessos, e as condicionantes da qualidade e eficiência do serviço. Aferir o impacto que tem nas atitudes, comportamento e competências dos utilizadores. Tomar decisões baseadas em evidências Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados

A avaliação é também um elemento fundamental no processo de gestão da biblioteca porque permite:

Aferir a eficácia dos serviços que presta, identificando sucessos e insucessos, e as condicionantes da qualidade e eficiência do serviço.

Aferir o impacto que tem nas atitudes, comportamento e competências dos utilizadores.

Tomar decisões baseadas em evidências

Processo de auto-avaliação: Processo pedagógico e regulador, inerente à gestão e procura de uma melhoria contínua da BE; Pretende avaliar a qualidade e eficácia da BE e não o desempenho individual do coordenador ou elementos da equipa da biblioteca; Capaz de mobilizar toda a escola, melhorando através da acção colectiva as possibilidades oferecidas pela BE; Não constitui um fim em si, devendo ser entendida como um processo que deverá conduzir à reflexão e deverá originar mudanças concretas na prática. Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados

Processo de auto-avaliação:

Processo pedagógico e regulador, inerente à gestão e procura de uma melhoria contínua da BE;

Pretende avaliar a qualidade e eficácia da BE e não o desempenho individual do coordenador ou elementos da equipa da biblioteca;

Capaz de mobilizar toda a escola, melhorando através da acção colectiva as possibilidades oferecidas pela BE;

Não constitui um fim em si, devendo ser entendida como um processo que deverá conduzir à reflexão e deverá originar mudanças concretas na prática.

Objectivos da auto-avaliação: Contribuir para a afirmação e reconhecimento do papel da BE na escola; Determinar até que ponto a missão e os objectivos estabelecidos para a BE estão ou não a ser alcançados; Identificar práticas que têm sucesso e que deverão continuar; Identificar pontos fracos que importa melhorar. Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados

Objectivos da auto-avaliação:

Contribuir para a afirmação e reconhecimento do papel da BE na escola;

Determinar até que ponto a missão e os objectivos estabelecidos para a BE estão ou não a ser alcançados;

Identificar práticas que têm sucesso e que deverão continuar;

Identificar pontos fracos que importa melhorar.

A avaliação permite pois a resposta a três perguntas essenciais: O que estamos a fazer? Como é que o sabemos? O que vamos fazer agora? Sentido da auto-avaliação Objectivos implicados

A avaliação permite pois a resposta a três perguntas essenciais:

O que estamos a fazer?

Como é que o sabemos?

O que vamos fazer agora?

Domínio e subdomínios a avaliar

A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes A.2. Desenvolvimento da literacia da informação B. Leitura e Literacias C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular C.2. Projectos e parcerias D. Gestão da Biblioteca Escolar D.1. Articulação da BE com a Escola/ Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços D.3. Gestão da colecção Domínios e subdomínios a avaliar

A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular

A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes

A.2. Desenvolvimento da literacia da informação

B. Leitura e Literacias

C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade

C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular

C.2. Projectos e parcerias

D. Gestão da Biblioteca Escolar

D.1. Articulação da BE com a Escola/ Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE

D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços

D.3. Gestão da colecção

Estes domínios representam as áreas essenciais para que a biblioteca escolar cumpra, de forma efectiva, os pressupostos e objectivos que suportam a sua acção no processo educativo. Serão avaliados um ou dois domínios por ano: avaliação de todos os domínios aos fim de três anos. Domínios e subdomínios a avaliar

Estes domínios representam as áreas essenciais para que a biblioteca escolar cumpra, de forma efectiva, os pressupostos e objectivos que suportam a sua acção no processo educativo.

Serão avaliados um ou dois domínios por ano: avaliação de todos os domínios aos fim de três anos.

Etapas do processo

Escolha do domínio a avaliação e sua fundamentação. Adequação do modelo aos objectivos e estratégias definidas pela escola. Divulgação à comunidade. Calendarização do processo. Escolha da amostra. Recolha de evidências. Etapas do processo

Escolha do domínio a avaliação e sua fundamentação.

Adequação do modelo aos objectivos e estratégias definidas pela escola.

Divulgação à comunidade.

Calendarização do processo.

Escolha da amostra.

Recolha de evidências.

Gestão e interpretação da informação recolhida. Estabelecimento, para cada domínio/subdomínio, de perfis de desempenho Elaboração relatório, com plano de melhoria. Discussão do relatório no CP. Divulgação pública dos resultados. Etapas do processo

Gestão e interpretação da informação recolhida.

Estabelecimento, para cada domínio/subdomínio, de perfis de desempenho

Elaboração relatório, com plano de melhoria.

Discussão do relatório no CP.

Divulgação pública dos resultados.

Amostra: 20% do número total de professores 10% do número de alunos em cada nível de escolaridade Etapas do processo

Amostra:

20% do número total de professores

10% do número de alunos em cada nível de escolaridade

Amostra - critérios: Abranger a diversidade de alunos da escola: os vários níveis de escolaridade, as várias origens/nacionalidades; rapazes e raparigas; alunos com necessidades educativas, etc. Abranger a diversidade de professores da escola: todos os departamentos, professores mais antigos na escola, professores recém-chegados, etc. Etapas do processo

Amostra - critérios:

Abranger a diversidade de alunos da escola: os vários níveis de escolaridade, as várias origens/nacionalidades; rapazes e raparigas; alunos com necessidades educativas, etc.

Abranger a diversidade de professores da escola: todos os departamentos, professores mais antigos na escola, professores recém-chegados, etc.

Recolher três tipos de informação: Contextual – o meio sociocultural da escola, as condições de funcionamento da própria escola Quantitativa – evidências mensuráveis Qualitativa – a qualidade dos recursos e dos processos e o seu impacto na aprendizagem Etapas do processo

Recolher três tipos de informação:

Contextual – o meio sociocultural da escola, as condições de funcionamento da própria escola

Quantitativa – evidências mensuráveis

Qualitativa – a qualidade dos recursos e dos processos e o seu impacto na aprendizagem

Recolha da informação: Recolher dados em diferentes momentos do ano lectivo, para poder verificar se existe alguma evidência de progresso. Observações: podem efectuar-se também noutros locais, para lá da BE, onde se realizem actividades relacionadas com a biblioteca . Inquéritos: aplicar os inquéritos aos alunos em ambiente de sala de aula ou de trabalho na biblioteca Etapas do processo

Recolha da informação:

Recolher dados em diferentes momentos do ano lectivo, para poder verificar se existe alguma evidência de progresso.

Observações: podem efectuar-se também noutros locais, para lá da BE, onde se realizem actividades relacionadas com a biblioteca .

Inquéritos: aplicar os inquéritos aos alunos em ambiente de sala de aula ou de trabalho na biblioteca

Três tipos de evidências Informação que já existe (contextual – número de lugares sentados, n.º de computadores, horário de abertura – ou dados do trabalho diário : estatísticas de utilização dos recursos, tratamento documental, horário da equipa. Poderá ser importante a construção de um portefólio.) Informação que pode ser extraída a partir da informação existente. Informação a ser recolhida especificamente para o efeito. Etapas do processo

Três tipos de evidências

Informação que já existe (contextual – número de lugares sentados, n.º de computadores, horário de abertura – ou dados do trabalho diário : estatísticas de utilização dos recursos, tratamento documental, horário da equipa. Poderá ser importante a construção de um portefólio.)

Informação que pode ser extraída a partir da informação existente.

Informação a ser recolhida especificamente para o efeito.

Exemplos de evidências documentos que regulam a actividade da escola (PEE, PCT, etc.) ou da BE (Plano de Actividades, regulamento, etc.); registos diversos (actas de reuniões, relatos de actividades, etc.); materiais produzidos pela BE ou em colaboração (planos de trabalho, planificações para sessões na BE, documentos de apoio ao trabalho na BE, material de promoção, etc.); estatísticas produzidas pelo sistema da BE (requisições, etc.); trabalhos realizados pelos alunos (no âmbito de actividades da BE, em trabalho colaborativo, etc.); instrumentos especificamente construídos para recolher informação no âmbito da avaliação da BE (registos de observação, questionários, entrevistas, etc.). Etapas do processo

Exemplos de evidências

documentos que regulam a actividade da escola (PEE, PCT, etc.) ou da BE (Plano de Actividades, regulamento, etc.);

registos diversos (actas de reuniões, relatos de actividades, etc.);

materiais produzidos pela BE ou em colaboração (planos de trabalho, planificações para sessões na BE, documentos de apoio ao trabalho na BE, material de promoção, etc.);

estatísticas produzidas pelo sistema da BE (requisições, etc.);

trabalhos realizados pelos alunos (no âmbito de actividades da BE, em trabalho colaborativo, etc.);

instrumentos especificamente construídos para recolher informação no âmbito da avaliação da BE (registos de observação, questionários, entrevistas, etc.).

Envolvimento dos diferentes tipos de utilizadores

A avaliação da BE deve ser participada a nível da escola e ser conhecida e divulgada. Professores: Divulgação, entrevistas, inquéritos, registos de observação Alunos: entrevistas, inquéritos, registos de observação Conselho Pedagógico: Análise do relatório, recomendações Comunidade: divulgação dos resultados; sugestões Envolvimento dos diferentes tipos de utilizadores

A avaliação da BE deve ser participada a nível da escola e ser conhecida e divulgada.

Professores: Divulgação, entrevistas, inquéritos, registos de observação

Alunos: entrevistas, inquéritos, registos de observação

Conselho Pedagógico: Análise do relatório, recomendações

Comunidade: divulgação dos resultados; sugestões

Impacto esperado na biblioteca

Incorporar nas suas práticas uma actividade sistemática de recolha de informação que permita ajuizar e decidir de forma fundamentada as linhas de acção da biblioteca. Impacto esperado na biblioteca

Incorporar nas suas práticas uma actividade sistemática de recolha de informação que permita ajuizar e decidir de forma fundamentada as linhas de acção da biblioteca.

Integrar o modelo de avaliação no processo de planeamento da BE Decisões baseadas nas evidências e informação recolhidas, e tendo em conta o ambiente interno (condições estruturais) e externo da biblioteca: oportunidades e ameaças, prioridades da escola, adequação aos objectivos e estratégias de ensino/ aprendizagem. Impacto esperado na biblioteca

Integrar o modelo de avaliação no processo de planeamento da BE

Decisões baseadas nas evidências e informação recolhidas, e tendo em conta o ambiente interno (condições estruturais) e externo da biblioteca: oportunidades e ameaças, prioridades da escola, adequação aos objectivos e estratégias de ensino/ aprendizagem.

Práticas de gestão tendo em vista: Sucesso educativo; Melhoria das aprendizagens e do trabalho escolar; Criação de mais-valias comportamentais, formativas e de aprendizagem junto dos alunos. Optimização dos processos que produzam resultados e impacto na qualidade da BE e dos serviços que presta. Impacto esperado na biblioteca

Práticas de gestão tendo em vista:

Sucesso educativo;

Melhoria das aprendizagens e do trabalho escolar;

Criação de mais-valias comportamentais, formativas e de aprendizagem junto dos alunos.

Optimização dos processos que produzam resultados e impacto na qualidade da BE e dos serviços que presta.

Impactos esperados no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos

A identificação dos pontos fortes e fracos, das ameaças e das oportunidades ajuda a estabelecer critérios de qualidade e acções melhoria que poderão beneficiar o todo o processo educativo. Impactos esperados no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos

A identificação dos pontos fortes e fracos, das ameaças e das oportunidades ajuda a estabelecer critérios de qualidade e acções melhoria que poderão beneficiar o todo o processo educativo.

Espera-se que os professores tomem consciência de que o trabalho colaborativo com a biblioteca tem influência positiva na aprendizagem dos alunos. Espera-se ainda que alunos e encarregados de educação tomem consciência de que a biblioteca cumpre objectivos semelhantes àqueles em que toda a restante escola se empenha e que algum do sucesso obtido tem a sua participação. Impactos esperados no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos

Espera-se que os professores tomem consciência de que o trabalho colaborativo com a biblioteca tem influência positiva na aprendizagem dos alunos.

Espera-se ainda que alunos e encarregados de educação tomem consciência de que a biblioteca cumpre objectivos semelhantes àqueles em que toda a restante escola se empenha e que algum do sucesso obtido tem a sua participação.

Espera-se que as melhorias introduzidas se reflictam positivamente nas aprendizagens dos alunos e no trabalho dos professores. Impactos esperados no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos

Espera-se que as melhorias introduzidas se reflictam positivamente nas aprendizagens dos alunos e no trabalho dos professores.

Comunicação e integração dos resultados no relatório de avaliação da escola

Comunicação da informação obtida através do processo de avaliação, como agente de validação dos processos e das acções desenvolvidos e como impulsionadora dos serviços e da educação dos públicos para o papel da BE: A avaliação da BE deve estabelecer ligações com a avaliação da escola. Comunicação e integração dos resultados no relatório de avaliação da escola

Comunicação da informação obtida através do processo de avaliação, como agente de validação dos processos e das acções desenvolvidos e como impulsionadora dos serviços e da educação dos públicos para o papel da BE:

A avaliação da BE deve estabelecer ligações com a avaliação da escola.

Do relatório de avaliação da BE deve transitar uma síntese que venha a integrar o relatório da escola. A avaliação externa da escola pela Inspecção poderá, assim, avaliar o impacto da BE na escola, mencionando-a no relatório final de avaliação da escola. Comunicação e integração dos resultados no relatório de avaliação da escola

Do relatório de avaliação da BE deve transitar uma síntese que venha a integrar o relatório da escola.

A avaliação externa da escola pela Inspecção poderá, assim, avaliar o impacto da BE na escola, mencionando-a no relatório final de avaliação da escola.

Bibliografia

Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares [Em linha]. 2008. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.rbe.min-edu.pt/np4/?newsId=31&fileName=Modelo_de_avaliacao.pdf Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares – Instrumentos de recolha de dados [Em linha]. 2008. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.rbe.min-edu.pt/np4/?newsId=31&fileName=Modelos_instrumentos.pdf Johnson, Doug “Getting the Most from Your School Library Media Program”, Principal . Jan/Feb 2005 [Em linha]. 2005. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.doug-johnson.com/dougwri/getting-the-most-from-your-school-library-media-program-1.html POLL, Roswitha – Quality and quality systems in libraries [Em linha]. 2005. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://miami.uni-muenster.de/resolver/urn:nbn:de:hbz:6-34639580279 Scott, Elspeth “How good is your school library resource centre? An introduction to performance measurement ”. 68th IFLA Council and General Conference August. [Em linha]. 2002. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/028-097e.pdf Todd, Ross “School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice”. 68th IFLA Council and General Conference August. [Em linha]. 2002. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/084-119e.pdf Bibliografia

Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares [Em linha]. 2008. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.rbe.min-edu.pt/np4/?newsId=31&fileName=Modelo_de_avaliacao.pdf

Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares – Instrumentos de recolha de dados [Em linha]. 2008. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.rbe.min-edu.pt/np4/?newsId=31&fileName=Modelos_instrumentos.pdf

Johnson, Doug “Getting the Most from Your School Library Media Program”, Principal . Jan/Feb 2005 [Em linha]. 2005. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.doug-johnson.com/dougwri/getting-the-most-from-your-school-library-media-program-1.html

POLL, Roswitha – Quality and quality systems in libraries [Em linha]. 2005. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://miami.uni-muenster.de/resolver/urn:nbn:de:hbz:6-34639580279

Scott, Elspeth “How good is your school library resource centre? An introduction to performance measurement ”. 68th IFLA Council and General Conference August. [Em linha]. 2002. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/028-097e.pdf

Todd, Ross “School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice”. 68th IFLA Council and General Conference August. [Em linha]. 2002. [Consult. 25 Outubro 2008]. URL: http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/084-119e.pdf

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