Aula Jonatas 51: Jesus, o Deus da união

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Published on January 5, 2017

Author: prandrefalcao

Source: slideshare.net

1. 51ª LIÇÃO – JESUS: O Deus da união!  Mc 10.1-12 MIM1 : Interceda pela Congregação Batista no Clube dos Engenheiros, fruto do Projeto Uma Igreja em Cada Bairro da nossa igreja. Peça ao Senhor que abençoe o Pr. Julio Ourofino na liderança daquela igreja. Interceda, também, pelo curso de corte e costura que tem sido um meio de profissionalizar e pregar o evangelho na localidade. Clame, ainda, pelas dificuldades próprias da localidade (escassez de recursos, transporte público, assistência médica, etc). INTRODUÇÃO: No estudo anterior, falamos sobre a imperiosa necessidade de sermos luz em meio às trevas; se não refletimos a luz de Jesus em nosso meio, seja fazendo o meu irmão tropeçar, seja impedindo que não-crentes conheçam a Jesus, por certo não estou sendo um “pequeno cristo”. No presente estudo, vamos continuar a desenvolver a ideia de sermos pequenos cristos; agora, no entanto, no seio familiar. Sendo o nosso Messias o Deus da união, eu, seu servo, desejoso de representá-lo aqui na Terra, devo ter o divórcio como uma possibilidade? DESENVOLVIMENTO: a) V. 1 – João Marcos faz questão de tornar seu escrito um registro histórico, dando as coordenadas geográficas do Ministério de Jesus.  Assim, Jesus saia da Galileia (Mt 19.1) e rumava a Judeia, caminhando conscientemente, para sua cruz (Mc 11.1). Nem por isso deixou de exercer sua misericórdia (Mt 19.2). b) V. 2-4 – O evangelista deixa bem claro a intenção dos fariseus: eles desejavam testar a sabedoria de Jesus.  Note que eles (os fariseus) já sabiam o que a Lei (Torá, o nosso pentateuco) dizia sobre o assunto. Em Dt 24.1-4, vemos a possibilidade do divórcio; todo fariseu, rigoroso rabino, a essa altura já havia decorado a Torá.  Creio que havia certa “reserva de consciência” por parte deste grupo, ou seja, embora conhecessem a Lei, havia certo incômodo perante o Senhor em exercer a prerrogativa do divórcio.

2.  Se a possibilidade do divórcio fosse algo muito óbvio, como nos parece no texto de Dt 24.1-4 e tendo Jesus já demonstrado pleno conhecimento da legislação judaica aos 12 anos de idade (Lc 2.41-47), porque os fariseus experimentariam Jesus com tal questão?  Penso que, mesmo nessa época, o divórcio já era praticado com certa dúvida (reserva de consciência). c) v. 5-8 – Aqui Jesus deixa claro a visão de Deus sobre o divórcio.  Deus criou o casamento (Gn 2.24); o homem, por sua pecaminosidade, quis o divórcio.  O profeta Malaquias foi levantado pelo Senhor para condenar a classe sacerdotal de Israel no 4° século a.C; dentre outras exortações, diz aos sacerdotes que Deus ODEIA o divórcio (Ml 2.16).  Essa é a opinião do nosso Deus sobre o divórcio: ELE ODEIA!  Ao longo da história de Deus com seu povo (ou seja, nós!), o Senhor foi fazendo certas concessões. Não que fossem do seu agrado, mas por conta do pecado, acidente fatal a humanidade, ele tolera certas atitudes humanas.  Como exemplo, podemos falar da bigamia. Existia algum humano além de Adão e Eva quando Deus deu a ordem de multiplicar e encher a Terra (Gn 1.27 e 28)? Pois bem, a bigamia foi uma tentativa do homem de dar um “empurrãozinho” no propósito de Deus. Mas Deus não precisa de ajuda; ele constituiu seu povo a partir de uma impossibilidade (Gn 16.1; 17.16; 21.2).  A bigamia começou com Lameque (Gn 4.23) e se espelhou num costume pagão.  O mesmo pode se dizer do divórcio, segundo as palavras de Jesus (v.5), Deus tolera o divórcio, mas seu propósito é feito a partir do casamento.

3.  Toda a história bíblica é contada a partir da união; o divórcio, assim como o pecado, é um elemento anexo a esta, um acidente de percalço, por assim dizer. d) v. 9 – Costuma-se dizer que, se houve divórcio, é porque a união não era do Senhor; dizem por ai: “se Deus uniu, o homem não consegue separar...” MENTIRA! Não é isso o que diz o versículo em destaque.  Aqui, Jesus exorta para que o homem não separe o que Deus uniu; Ele não esta afirmando que é impossível ao homem separar, antes exorta/adverte ao homem que não separe.  Infelizmente o homem tem a capacidade de separar o que Deus uniu; foi assim no Éden (Gn 3.13) e pode ser assim também dentro do lar. e) v. 10- 12 – Mateus (Mt 19.9) acrescenta que, se o divórcio não decorrer da infidelidade de algum cônjuge, é pecado.  Penso que há outras formas de ser infiel num casamento, não sendo a infidelidade restrita a se relacionar sexualmente contra pessoa. Quando, p.e., um homem bate na esposa, ele está sendo infiel a sua missão de amá-la e protegê-la (Ef 5.25). Neste caso, concluo que o divórcio, como último recurso, pode ser a solução. Mas repare que continua sendo “por causa da dureza do coração” de um dos cônjuges.  E o cônjuge que apanhou? Estaria ele adulterando? Creio que a resposta surja de outra pergunta: No caso foi dele o coração duro? A resposta negativa se impõe.  E quanto ao cônjuge covarde ou adúltero, estaria ele em perpétuo adultério? Segundo Rm 8.1, nenhuma condenação há para aqueles que creem em Cristo Jesus; se houve genuíno arrependimento, Deus é perfeitamente misericordioso para corrigir aquela história (1Jo 1.9).  Mas o que começa errado termina errado, correto? ERRADO! Quando Jesus entra na história, o fim sempre é feliz. Veja, p.e., a história de Davi com Bate-Seba; uma história podre que envolve

4. infidelidade, mentira e homicídio termina com o nascimento do Rei de Israel reconhecido por sua sabedoria (2Sm 12.24).  Não importa a sua história, o que importa é o que Jesus pode fazer por ela. Seja você o adúltero, o covarde ou a vítima, Jesus tem a solução para toda e qualquer situação! CONCLUSÃO: Jesus é o Deus da união. O romance que ele fez questão de registrar com a humanidade, também conhecida como Bíblia Sagrada, testifica a este respeito. Se você é solteiro, ORE ao Senhor, que responderá a você quem é o seu futuro cônjuge; Ele é mestre em fazer casamentos perfeitos (Gn 24.15-67; observe as orações feitas nos vs. 12-14, 21, 26, 42, 52 e 63). Se você é casado, NÃO CONGITE A POSSIBILIDADE DE SE DIVORCIAR! O nosso Deus ODEIA o divórcio. Mesmo em casos extremos, pergunte ao Senhor se não é o caso de exercer a misericórdia no seu relacionamento. Jesus pode restaurar todo e qualquer laço fraternal. Não há lugar melhor para se exercer o 70 x 7 (Mt 18.21-22) ensinado por Jesus do que nas relações familiares. Se você é divorciado e foi o cônjuge traído, PERDOE seu ex-conjuge; exerça, sob a dependência do Senhor Jesus, o 70 x 7. Se você deve ou não retomar seu casamento é uma questão a ser perguntada a Jesus em oração. Se você é divorciado e foi o cônjuge traidor, ARREPENDA-SE GENUINAMENTE e desfrute da graça do Senhor; saiba que o sangue carmesim foi derramado também por este pecado. Aos que estão pensando em se divorciar, proponho as seguintes perguntas a serem sinceramente e intimamente respondidas: a) Após o divórcio, pretendo ficar sozinho? a. Se a resposta for positiva: eu aguentaria isso? Poderia ser feliz vivendo solitariamente? Como seria viver sozinho daqui há 40 anos? b. Se a resposta for negativa: será que encontrarei alguém “menos pior2 ” que meu cônjuge atual? O pretenso novo cônjuge será honesto, fiel, cuidadoso e TOLERANTE como o atual?

5. b) Trocando de lugar com meu marido/esposa, eu também cogitaria me divorciar? Será que o erro esta realmente no outro? _________________ 1- Momento de Intercessão Missionária. Nossa ideia é criar em todas as reuniões este momento inicial de oração por missões nacionais. 2- Usei esta expressão para me identificar com a situação daquele que está pensando em se divorciar.

6. b) Trocando de lugar com meu marido/esposa, eu também cogitaria me divorciar? Será que o erro esta realmente no outro? _________________ 1- Momento de Intercessão Missionária. Nossa ideia é criar em todas as reuniões este momento inicial de oração por missões nacionais. 2- Usei esta expressão para me identificar com a situação daquele que está pensando em se divorciar.

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