Aula Jonatas 46: O princípio da oração

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Information about Aula Jonatas 46: O princípio da oração

Published on December 2, 2016

Author: prandrefalcao

Source: slideshare.net

1. 46ª LIÇÃO – O PRINCÍPIO DA ORAÇÃO  Mc 9.14-29 MIM1 : Interceda pelo trabalho com Pequenos Grupos de nossa igreja. Peça ao Senhor que abençoe os líderes, os participantes e, principalmente, aqueles que ainda não enxergaram a necessidade de participar deste importante momento de comunhão, crescimento espiritual e multiplicação da igreja local (PIBA). Não se esqueça de interceder pela liderança deste trabalho, pedindo ao Senhor que dê discernimento e capacidade aos seus servos de estarem semanalmente ministrando estudos bíblicos que exorte o Seu povo. INTRODUÇÃO: No estudo anterior, falamos sobre o cumprimento da profecia de Ml 4.5 em João Batista; na oportunidade rebatemos a falsa afirmação de que a Bíblia embasaria a reencarnação. No presente estudo pegaremos uma carona na lição anterior da EBD, inclusive colocamos o mesmo título, para ressaltar a necessidade da vida de oração no ministério do discípulo de Jesus. No estudo da EBD (Lição 9), cujo texto base foi At 12.9-19, foi evidenciada a necessidade de oração para a igreja local; aqui procuraremos demonstrar a necessidade da oração para aqueles que pretendem seguir o ministério evangelístico iniciado pelo nosso Deus: Jesus. DESENVOLVIMENTO: a) V. 14-18 – É interessante pontuarmos os personagens deste evento histórico: os discípulos de Jesus, o endemoniado e seu pai, os escribas, a multidão e, por fim, Jesus.  Fizemos questão de pontuar tais presenças porque sempre que satanás quer se manifestar estão estes presentes: a) os discípulos de Jesus: representando o seu Senhor e procurando minimizar os efeitos do adversário neste mundo; b) o endemoniado: aquele que satanás usa como “brinquedo”, que dá lugar a atuação demoníaca e é completamente envergonhado por este (v. 18); c) o pai do endemoniado: aquele que mesmo sem ter dado lugar a atuação demoníaca é atingido indiretamente por esta, sofrendo os efeitos nefastos da empreitada de satanás;

2. d) os escribas: são os incrédulos, aqueles que não creem em Jesus, que estavam ali, quem sabe, para provar a sua tese de que Jesus não era o Filho de Deus, tanto o é que provocaram uma discussão (v. 14); e) a multidão: os destinatários do milagre. Repare que sempre que Jesus opera milagrosamente, é para demonstrar o Seu poder; é para deixar clarividente que todo o poder lhe foi dado no céu e na terra (Mt 28.18); f) Jesus Cristo: sempre está presente em toda e qualquer situação (Mt 28.20b), basta que o clamemos! Por óbvio, no episódio narrado ele estava fisicamente presente, hoje está presente na pessoa do ES (Jo 14.16-19).  Provavelmente com alguma pouca variação, são estes sempre que estão presentes; o resultado final (glorificação do nome de Jesus) vai depender do grau de submissão do discípulo, o que será abordado adiante.  O v. 17 diz que o menino estava possesso por um espírito mudo; isso não significa que todos os casos de mudez sejam possessão demoníaca. Naquele caso foi, tanto que Jesus chega e expulsa o demônio (v. 25), mas isso não significa todos os casos são de possessão, tanto assim o é que o próprio evangelho de Marcos já relatou outro caso de cura e não de exorcismo de um surdo (Mc 7.31-37). b) V. 19 – A exclamação de Jesus me causa temor!  Será que o mestre afirmaria o mesmo sobre a geração presente? Será que assim como os apóstolos seriamos reprovados pelo nosso Senhor no quesito “submissão ao Senhor” a ponto de não prevalecer contra as portas do inferno (Mt 18.18)? Que tipo de igreja temos sido na geração atual?  Você pode pensar: se não temos casos corriqueiros de possessão demoníaca é porque o diabo já está vencido e não tem se manifestado. Ledo engano!  Satanás atrapalha muito mais a igreja de Jesus quando age sorrateiramente; quando há possessão dentro da igreja

3. verdadeiramente de Jesus é porque ele sabe que perdeu o jogo e “perde a linha” demonstrando toda a sua monstruosidade.  Como discípulos de Jesus precisamos nos perguntar: Qual a afirmação de Jesus sobre a minha geração? c) v. 20-27 – Aqui Jesus opera, de fato, o exorcismo.  Notório é que Jesus pergunta ao pai do menino se ele tinha fé; mas quem estava endemoniado: o pai ou o menino?  A grande questão não é quem precisa da atuação de Jesus e sim quem pediu a atuação de Jesus.  Jesus prometeu que tudo que, com fé, pedirdes ao Pai Ele fará (Mt 21.22)  Daqui tiramos mais uma lição da oração: Jesus pode abençoar um filho seu, p.e., se com fé você pedir; tudo é possível ao que crer (v.23).  A oração de um justo, ou seja, daquele que foi justificado pelo sangue de Cristo, pode muito em seus efeitos (Tg 5.16b).  No verso 24 vemos, mais uma vez, o cumprimento da promessa registrada em 2Cr 7.14; como não crer na Palavra de Deus?! d) v. 28-29 – Aqui vemos o porquê dos discípulos falharem no exorcismo: eles não estavam completamente submissos.  A oração é um ato de humildade, submissão e fé de que somente Jesus Cristo pode resolver a minha vida. Sejam os problemas mais complexos, sejam os menos complexos, por ser O detentor da minha vida levo a Ele tudo em oração.  Ter uma vida de oração, quesito indispensável para todo e qualquer discípulo de Jesus (isso inclui a mim e a você!), é ter a plena ciência que o meu Deus está presente em toda e qualquer circunstância (boa ou má). É saber que sem oração não há vida cristã, logo vida de oração, para um cristão, é redundância, pois não há vida com Cristo sem o expediente da oração.

4. CONCLUSÃO: O princípio da oração deve ser um valor muito caro para o discípulo de Jesus. Sem ela não há integral submissão ao Senhor; sem ela o discípulo não cresce; sem ela sonegamos a Deus nossa dor; sem ela a porta do inferno prevalece! Peça ao grupo que compartilhe experiências de oração (orações respondidas e bênçãos alcançadas) _________________ 1- Momento de Intercessão Missionária. Nossa ideia é criar em todas as reuniões este momento inicial de oração por missões nacionais.

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