Atps econônia 2 bimestre

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Published on March 9, 2014

Author: Alexanndroff

Source: slideshare.net

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SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ETAPA 1 .................................................................................................. 0 1.1 Desenvolvimento Etapa 1 .................................................................................................... 0 1.1.1 Mudanças no perfil do consumidor ................................................................................... 0 1.1.1 Comportamento do consunidor ......................................................................................... 0 1.1.1 Processo de decisão de compra ......................................................................................... 0 1.1.1 Cesta básica ....................................................................................................................... 0 1.1.1 Mudanças no perfil do consumidor ................................................................................... 0 2. INTRODUÇÃO ETAPA 2 .................................................................................................. 0 2.1 Desenvolvimento Etapa 2 .................................................................................................... 0 2.1.1 Unidade de análise ............................................................................................................. 0 2.1.2 Tipo de pesquisa ............................................................................................................... 0 2.1.3 Coleta e amostra de dados ................................................................................................. 0 2.1.4 Análise dos dados .............................................................................................................. 0 3. INTRODUÇÃO ETAPA 3 .................................................................................................. 0 2.1 Desenvolvimento Etapa 3 .................................................................................................... 0 2.1.1 Unidade de análise ............................................................................................................. 0 2.1.2 Tipo de pesquisa ............................................................................................................... 0 2.1.3 Coleta e amostra de dados ................................................................................................. 0 2.1.4 Análise dos dados .............................................................................................................. 0 4. INTRODUÇÃO ETAPA 2 .................................................................................................. 0 2.1 Desenvolvimento Etapa 2 .................................................................................................... 0 2.1.1 Unidade de análise ............................................................................................................. 0 2.1.2 Tipo de pesquisa ............................................................................................................... 0 2.1.3 Coleta e amostra de dados ................................................................................................. 0 2.1.4 Análise dos dados .............................................................................................................. 0 CONCLUSÃO .......................................................................................................................... 0 REFERÊNCIAS ...................................................................................................................... 0

I - Introdução Esta atividade de prática supervisionada tem como foco principal o estudo da economia como exercício na prática refletindo sobre o tema como processo de decisão de compra dos itens da cesta básica. Procurou-se analisar como é feita a compra dos produtos da cesta básica e se os casais sem filhos do bairro Nova Esperança Sorocaba/SP, são influenciados em algum momento da compra. A partir da pesquisa bibliográfica, seguiu-se a uma pesquisa de estudo de campo, com caráter exploratório, através da qual foi mais fácil compreender sobre o consumidor e o processo de compra. Foi realizada uma entrevista de maneira semi estruturada, perguntando sobre os itens constituintes da cesta básica. E a partir as respostas obtidas foi possível perceber que os casais sem filhos do bairro Nova Esperança Sorocaba/SP, são influenciados na compra dos produtos pela sua propaganda na TV. Quando estão no ponto de venda os casais são influenciados pelas estratégias de precificação dos produtos. Percebe-se uma sensibilidade ao preço, o que caracteriza forte influência da classe social na compra dos produtos. E na pesquisa realizada não foi possível perceber influência dos grupos de referência nas decisões dos casais. 1.1 - Etapa 1 Antes de elaborar estratégias de marketing mais eficientes, deve-se conhecer mais sobre o consumidor, saber qual a sua necessidade e desejo para então oferecer os produtos que vão satisfazê-lo. Mas, não é tão simples assim. Cada consumidor se comporta de uma maneira diferente, tem critérios diferentes no momento de escolher um produto para comprar e podem ser influenciados de várias formas no momento da compra. Para uma empresa, conhecer sobre o público que ela quer atingir se torna importante, pois, sabendo o porquê e como os consumidores tomam as suas decisões de compra, ela saberá o momento certo de encaixar as estratégias de marketing e fazer com que o consumidor adquira seus produtos. A importância do processo de decisão de compra está na forma como ele é divido, são cinco etapas pelas quais o consumidor passa e em cada etapa existem maneiras de ser influenciado na compra e devido a estas influências a compra pode se tornar mais complexa do que o imaginado. Assim, a pesquisa procura identificar como o consumidor, no caso casais

sem filhos, passam por estas etapas e qual o fator que mais influencia a compra de determinados produtos. Identificar os fatores que influenciam o processo de compra dos itens da cesta básica dos casais sem filhos do bairro Nova Esperança em Sorocaba/SP. Identificar os fatores socioculturais que caracterizam os casais sem filhos. Identificar os fatores situacionais que determinam a exposição para a venda dos produtos constitutivos da cesta básica; Identificar qual o valor que os casais sem filhos atribuem à marca dos produtos constitutivos da cesta básica e sua influência no processo de decisão de compra. 1.2 - Mudanças no perfil do consumidor Nos últimos anos vem ocorrendo várias mudanças no perfil dos consumidores, dentre estas mudanças está a modificação da estrutura familiar, fazendo com que o ciclo de vida das famílias também se modifique. Segundo Schiffman e Kanuk (2000), o ciclo tradicional de vida das famílias pode ser sintetizado em apenas cinco estágios básicos, estágio 1 : celibato, jovens adultos vivendo longe dos pais; estágio 2: de lua-de-mel, casal jovem casado; estágio 3: paternidade, casais com pelo menos um filho morando em casa; estágio 4: pós-paternidade, um casal idoso sem filho morando em casa e estágio5: dissolução, apenas um conjugue sobrevivente. Dubois1 (1994, apud. KARSAKLIAN, 2004), apresenta um ciclo de vida familiar dividido em nove etapas que são: 1. Jovens solteiros morando sozinhos; 2. Jovens casais sem filhos; 3. Adultos casados com filhos com menos de seis anos; 4. Adultos casados com filhos com mais de seis anos; 5. Casais idosos com responsabilidade de filhos; 6. Casais idosos, sem responsabilidade de filhos e com o chefe de família ativo; 7. Casais idosos, sem responsabilidade de filhos e com chefe de família inativo; 8. Idoso sozinho e ativo e 9. Idoso, sozinho e aposentado. Dentre as mudanças que vem ocorrendo na estrutura familiar, está o crescente número de casais sem filhos (optam por não tê-los ou tê-los depois de alguns anos), fazendo com que muitas empresas direcionem seus produtos para este público, pois, geralmente esta estrutura

familiar é de casais com renda dupla e que estão centrados em suas carreiras. Assim, algumas empresas já investem neste tipo de público proporcionando um atendimento rápido e produtos que satisfaçam as suas necessidades (SCHIFFMAN; KANUK 2000). Além da mudança relacionada à estrutura familiar, outra mudança que vem ocorrendo no perfil dos consumidores, é em relação aos hábitos de consumo de alimentos (NEVES; CASTRO, 2003). Atualmente os consumidores estão mais cuidadosos com a saúde, se preocupam mais com o corpo e procuram alimentos mais saudáveis. Na maioria das vezes não se preocupam com o valor a pagar, e os fatores como nutrição, sabor, etc. se tornam mais importantes do que o preço. Esta busca por uma alimentação saudável, é devido à influência da sociedade nas decisões de compra, pois, atualmente existem padrões de beleza que todos querem cumprir. Com isso os consumidores buscam comprar alimentos que sejam leves, livres de gordura, colesterol, etc. A relação destes atributos e oportunidades é uma forma de apresentar, que as empresas têm muito que trabalhar para agradar ao consumidor, deixando claro que apenas o conhecimento sobre tais atributos, não garante às empresas bons resultados, pois, estas devem sempre estar buscando conhecer sobre o público que queira atingir. 1.3 - Comportamento do consumidor Foi a partir da década de 1950, que o marketing passou a ser voltado para o consumidor, desde então muitas empresas passaram a fazer uma análise do cliente, a fim de conhecer sobre suas características psicológicas, sociais e culturais. Com o passar dos anos pode-se observar uma grande diversidade entre os consumidores, mas, assim como as diversidades existem inúmeras similaridades, entre elas, estão as necessidades de cada ser humano. De acordo com a teoria da hierarquia das necessidades apresentada por Maslow (KARSAKLIAN, 2004), o consumidor suprirá primeiro as necessidades básicas relacionadas ao fisiológico como fome, sede, saúde, etc. Em segundo as necessidade relacionadas a segurança física, abrigo e como se agasalhar; em terceiro as necessidades de pertinência e afeto, sentimentos afetivos e emocionais de amor e de pertinência às pessoas com as quais nos relacionamos intimamente. O consumidor, estudado aqui individualmente, pode exercer uma única função ou cinco funções diferentes na compra de um produto, isso depende da complexidade da compra.

Há o iniciador, que é a pessoa que dá ideia de compra do produto; o influenciador, é quem influência direta ou indiretamente a decisão de compra; o decisor é quem decide se deve realizar a compra; o comprador, é quem efetua compra e/ou usuário, é quem consome ou usa o produto (LAS CASAS, 2006). Sendo assim, muitas empresas estão realizando pesquisas para identificar os papéis exercidos pelo seu público-alvo, afim de dirigir seus esforços promocionais e garantir melhores resultados. A medida que se estuda sobre o comportamento do consumidor, fica claro que conhecê-lo não é uma tarefa fácil, pois, suas características e necessidades são diferentes e todos esperam por um produto que tenha características únicas, que atendam suas necessidades próprias e pessoais, de personalidade e estilo de vida. (SCHIFFMAN; KANUK, 2000) 1.4 - Processo de decisão de compra O processo de decisão de compra é formado por cinco etapas, que começa bem antes da compra real, dependendo do tipo de compra o consumidor pode pular ou voltar algumas etapas do processo (KOTLER, 2000, p. 201), quando se trata de compras com alto envolvimento, ou seja, produtos caros, que não são adquiridos com frequência, o consumidor vai analisar a compra com mais cuidado, pois se trata de uma compra complexa, que envolve um risco maior; já em compras com baixo envolvimento, o consumidor não percebe tantos riscos na hora da compra, sendo assim a decisão é tomada com mais facilidade. Para Las Casas (2006), o consumidor sofre influências externas e internas, caracterizam-se como influência externa: variáveis ambientais (afetam o ambiente da empresa e principalmente os hábitos do consumidor, por exemplo, quando há inflação, os consumidores podem adiar suas compras); variáveis do composto de marketing (influencia o consumidor estimulando-o a compra); fatores culturais (os valores, crenças, etc.); e fatores sociais (grupos de referência, família e classe social) e como influências internas caracterizam-se: personalidade, estilo de vida, percepção, atitude, aprendizagem, condicionamento clássico (estímulo) e condicionamento instrumental (experiência, negativa ou positiva em relação ao produto).

1.5 - Cesta básica Uma cesta de alimentos para ser denominada como cesta básica, deve conter alimentos suficientes para alimentar um trabalhador em idade adulta, contendo quantidades balanceadas de proteínas, calorias, ferro, cálcio e fósforo (DECRETO LEI N. 399, art. 6º § 1º)3. Sendo assim, os itens e suas quantidades específicas estão relacionados no quadro a seguir. Tabela dos produtos constitutivos da cesta básica: Fonte: DIEESE (tabela referente à região de SÃO PAULO, em SETEMBRO de 202012). Mensalmente é realizada uma pesquisa em dezesseis capitais para acompanhar a variação dos preços de cada produto que compõe a cesta básica, o custo mensal de cada um deles e quantas horas um indivíduo que ganha salário mínimo precisa trabalhar para poder comprá-los. (DIEESE, 1993, p.3) Verifica-se, nos estabelecimentos quais as marcas ou tipos de maior procura pelos consumidores. A partir destas informações é organizada a tabela de marcas dos produtos. Esta tabela, definida a partir das marcas e ou tipos que apresentam maior frequência absoluta, compõe o painel de produtos cujos preços serão coletados. Para a substituição da marca ou tipo de qualquer bem, deve se consultar a referida tabela, ou então, repetir a operação junto aos estabelecimentos. (DIEESE, 1993, p.5). O cálculo é realizado da seguinte maneira, após coletados os preços dos produtos, é feito um cálculo da média dos preços por tipo de estabelecimento. O preço médio de cada produto é multiplicado pela sua quantidade estabelecida no decreto lei nº 399, assim indicando o gasto mensal do trabalhador com cada produto. O custo da cesta básica é dividido pelo salário mínimo do trabalhador e multiplicado por 220 (jornada de trabalho mensal adotada na constituição desde outubro de 1988). O mesmo cálculo, é realizado em outras capitais e torna possível comparar e observar as variações regionais, em relação ao custo da cesta básica estabelecida como mínima para um adulto repor suas energias gastas durante um mês de trabalho. (DIEESE,1993, p.6) O levantamento mensal permite acompanhar a evolução do poder aquisitivo dos salários dos trabalhadores e comparar o preço da alimentação básica, determinada por lei, com o salário mínimo vigente. (DIEESE, 1993, p.6).

2 - ETAPA 2 2.1 - Unidade de análise Nos últimos anos vem ocorrendo várias mudanças no perfil dos consumidores, dentre estas mudanças está a modificação da estrutura familiar. Muitas famílias estão optando por não ter filhos ou adiando esta decisão, assim o consumo de alimentos destas famílias é muito diferente em relação aos casais que possuem filhos. A unidade de análise escolhida para realização da pesquisa são os casais sem filhos do bairro Nova Esperança/SP. Procura-se com a pesquisa analisar como estes casais decidem suas compras e como eles são influenciados. 2.2 - Tipo de pesquisa A pesquisa de campo foi realizada com caráter exploratório, pois é um assunto pouco discutido e foi preciso uma pesquisa inicial para saber como se dá o processo de compra dos casais sem filhos do bairro Santa Terezinha e esclarecer como os casais efetuam suas compras e quais os fatores podem influenciá-los no momento da compra. 2.3 - Coleta e amostra de dados Coleta e tratamento dos dados da pesquisa foi de caráter qualitativo. Na pesquisa qualitativa vai-se a um campo sem estruturação, justamente para captar as perspectivas e interpretações das pessoas. (FISCHER, 2001) A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas, com foco nos casais sem filhos do bairro Novo Esperança, não sendo possível a presença do casal as perguntas foram feitas apenas para a esposa que respondia as questões pelos dois. As entrevistas foram gravadas para um melhor aproveitamento das respostas. Foi elaborado um roteiro com dezessete questões (ver apêndice A). Cade o Apendice???? A amostra foi não probabilística por acessibilidade, a qual o pesquisador seleciona os elementos a que tem acesso, admitindo que estes possam de alguma forma, representar o universo (GIL, 1999, p.104). Devido ao pouco tempo para realização da pesquisa e disponibilidade dos casais, foram entrevistados 8 (oito) casais de um total de

aproximadamente 74. A coleta de dados foi feita com perguntas de maneira semi estruturada de modo que o entrevistado pudesse expressar-se livremente. A pesquisa realizada na primeira quinzena do mês de outubro de 2012 abordou assuntos relacionados aos produtos adquiridos pelos entrevistados, e se, em geral, eles são influenciados por outras pessoas ou pela mídia na hora de adquirir determinados produtos. 2.4 - Análise dos dados Foram feitas 17 (dezessete) perguntas aos entrevistados, sendo estas perguntas relacionadas a compra de alimentos constituintes da cesta básica. Em relação a frequência de realização das compras os respondentes informaram que a compra é efetuada mensalmente. Quando perguntado como eles realizaram a primeira compra depois de casados, os respondentes informaram que já tinham uma noção de quais alimentos e qual a quantidades que deveriam ser compradas. Com relação ao local onde é realizada a compra dos produtos da cesta básica com mais frequência, os respondentes informaram que geralmente é efetuada a compra em supermercados próximos ao bairro. Em relação ao gasto aproximado com a compra de produtos da cesta básica, os respondentes informaram que o valor aproximado é de R$ 150,00 à R$ 290,00. Em seguida foi perguntado como é feito o pagamento das compras e os respondentes informaram que na maioria das vezes o pagamento é feito à vista. Os casais entrevistados, normalmente, não procuram informações sobre o produto antes de efetuar a compra (6) e apenas 2 procuram antes de irem às compras. Para os casais que procuram as informações foi perguntado em seguida qual tipo de informação eles procuram e como são obtidas estas informações e os casais responderam que procuram saber preço e sabor do produto e as informações são obtidas no supermercado onde é realizada a compra. CONCLUSÃO A partir dos dados obtidos com a pesquisa, notou-se que os casais sem filhos do bairro Santa Terezinha são mais influenciados na compra de um produto pelas estratégias que os supermercadistas utilizam, seja no ponto de venda com a arrumação das gôndolas ou através de propaganda em revistas, TV ou rádio.

Tal influência exercida sobre os eles se deve ao fato de alguns casais quando procuram informações sobre o produto, fazem esta busca de informação no supermercado e aos casais que não procuram informações dos produtos antes da compra, tendem a escolher um produto no supermercado, assim, eles estão sujeitos a sofrer a influência das estratégias de marketing no ponto de venda. As estratégias no ponto de venda, as propagandas dos produtos também exercem influência sobre os casais, despertando o desejo de experimentar outros produtos. Analisando todos os dados obtidos, conclui-se que os casais sem filhos do bairro Nova Esperança em Sorocaba/SP, são mais influenciados pelas propagandas (na TV) dos produtos. No ponto de venda são influenciados pelas estratégias de precificação dos produtos constitutivos da cesta básica (promoções, preço baixo). Percebe-se, na sensibilidade ao preço, forte influência da classe social a que pertencem no momento da compra. A influência do grupo de referência não é muito percebida na compra dos itens da cesta básica, considerados compra rotineira. E os clientes não costumam lembrar das celebridadesque participam das campanhas desses produtos. REFERÊNCIAS BRASIL. Decreto-Lei nº 399 , de 30 de abril de1938. Rio de Janeiro, 1938. Aprova o regulamento para execução da Lei 185, de 14 de janeiro de 1936, que institui as comissões de salário mínimo. BRENNER, Eliana; JESUS, Dalena. Manual de planejamento e apresentação de trabalhos acadêmicos: Projeto de pesquisa, monografia e artigo. São Paulo: Atlas, 2007. DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS. Pesquisa nacional da cesta básica. FISCHER, Augusto. Métodos de pesquisa. Universidade do Contestado. Fraiburgo: 2001. GARBOGGINI, Flailda Brito. Processo de decisão de compra. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 1999.

KARSAKLIAN, Eliane. Comportamento do Consumidor. São Paulo: Atlas, 2004. KOTLER, Philip. Administração de marketing. 10. ed. São Paulo: Pearson, 2000. LAS CASAS, Alexandre. Administração de marketing: conceitos, planejamento e aplicações à realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2006. NEVES, Marcos; CASTRO, Luciano. O consumidor mundial de alimentos. In: NEVES; CASTRO (org). Marketing e estratégia em agronegócios e alimentos. São Paulo: Atlas, 2003. PINHEIRO, Roberto et al. Comportamento do consumidor e pesquisa de mercado. Rio de Janeiro: FGV, 2004. SCHIFFMAN, Leon G.; KANUK, Leslie Lazar. Comportamento do consumidor. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. STEFANO, Fabiane; SANTANA, Larissa; ONAGA, Marcelo. O retrato dos novos consumidores brasileiros. Portal Exame, São Paulo, 17 abr. 2008.

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