Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 113-114

50 %
50 %
Information about Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 113-114

Published on May 15, 2016

Author: luisprista

Source: slideshare.net

1. Lê também, no final, texto da p. 245 («Título e subtítulo n’Os Maias»).

2. décadas do passado de Afonso da Maia e da formação e vida de Pedro dois capítulos (I-II)

3. vários anos uma única frase («Mas esse ano passou, outros anos passaram» [l. 61 da p. 249 do nosso manual]) no início do cap. III

4. um dia de abril em Santa Olávia um capítulo (III)

5. dois anos da vida de Carlos catorze capítulos (IV-XVII)

6. vários anos (viagem de Carlos e Ega; regresso de Ega a Lisboa) três páginas iniciais do capítulo XVIII (cfr. elipse nas ll. 1-2 da p. 241 do texto B do manual)

7. algumas horas de Carlos regressado a Lisboa quase todo um capítulo (XVIII)

8. 2 1820-1875 1 1875 3 1875-1877 4 1877-1879 5 1879-1887 (embora quase elidido) 6 1887

9. Isocronia — duração do tempo do discurso igual à do tempo da história. Anisocronia — desproporção entre tempo do discurso e da história (sumários, elipses). Anacronia — alteração na ordem cronológica (analepses, prolepses). cfr. pp. 281-283

10. a A ação d'Os Maias 2 não se distribui, ao nível do discurso, de modo ordenado nem uniforme. há anacronias e anisocronias

11. b A longa analepse que relata o tempo vivido pelos antecessores de Carlos da Maia 5 serve fundamentalmente para explicar o seu aparecimento em Lisboa, em 1875.

12. c O ritmo narrativo assumido pelo discurso 6 relaciona-se com a valorização a que sujeita a história contada: consoante os factos rela-tados o sejam de forma mais ou menos demorada, assim serão, respetivamente, mais destacados ou menos realçados.

13. d Através das elipses, 4 são omitidos, no discurso, períodos mais ou menos longos da história, assim desva-lorizados.

14. e A analepse processada por Maria Eduarda [cap. XV, pp. 506-515] 1 tem como função reconstituir a existência já vivida por uma personagem essencial para o desenrolar da intriga.

15. f O uso da isocronia 7 procura conferir ao tempo do discurso uma duração idêntica à da história, destacando acontecimentos dotados de grande impacto na sequência da história.

16. g Com o recurso à técnica narrativa do sumário, os eventos narrados 3 são comprimidos e referidos, no discurso, de modo abreviado.

17. h A velocidade narrativa 8 abranda a partir de 1875, para possibilitar a valorização dos episódios vividos por Carlos em Lisboa.

18. O quadro, que procura interpretar a estrutura global de Os Maias, tem duas molduras horizontais («Os Maias — História da família», em cima, e «Sociedade Lisboeta — “Episódios da vida romântica”», em baixo) que correspondem ao título e ao subtítulo do romance (Os Maias; «Episódios da vida romântica»). Com efeito, são esses os dois objetivos enquadradores do livro: traçar a história de uma família ao longo de várias gerações; mostrar como era a sociedade lisboeta à entrada no último quartel do século XIX.

19. Título & Subtítulo Os Maias Episódios da vida romântica O Crime do Padre Amaro Cenas da vida devota O Primo Basílio Episódio doméstico

20. A intriga desdobra-se em duas histórias passionais, a que o esquema reserva colunas específicas: a intitulada «novela» (dedicada às peripécias do casamento de Pedro e Maria Monforte); e, sob o título «romance», a que diz respeito à relação de Carlos e Maria Eduarda.

21. Na p. 257 há um quadro que compara estas duas ações (de paixão): Pedro || Carlos

22. Afonso é a personagem que aglutina estes dois enredos amorosos, a que assiste (mais do que os vive). Quanto a Carlos, surge como a personagem que permite a ligação aos diversos episódios de crónica social (entre outros: jantar no Hotel Central, corrida no hipódromo, sarau da Trindade).

23. Episódios de crónica social Serão em Santa Olávia Jantar no Hotel Central Corridas em Belém Jantar do conde de Gouvarinho Redações de A Corneta do Diabo e de A Tarde Sarau no teatro da Trindade Passeio final de Carlos e Ega em Lisboa

24. Na página do verso, marca as personagens de Os Maias (O M). [Mas Teodoro é de O Mandarim.]

25. Outras personagens-tipo: Taveira — funcionário (do Tribunal de Contas) Rufino — orador retórico Jacob Cohen — judeu banqueiro Condessa de Gouvarinho — adúltera Steinbroken — diplomata Cruges — músico etc.

26. TPC — [Só para os que disputarão a segunda pré-eliminatória da Liga Europa:] prepara leitura em voz alta, expressiva, de «Num bairro moderno» (pp. 293-294). Os leitores do jogo A6 vs. B7 prepararão as cinco primeiras quintilhas (vv. 1-25); os do jogo C6 vs. D7, as quintilhas dos vv. 26- 50; os de B6 vs. A7, vv. 51-75; os de D6 vs. C7, vv. 76-100.

Add a comment

Related presentations

Related pages

Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 103-104 ...

Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula ... on Jul 16, 2015. Report ... Comment: 0. 200. views. Comments. Description. Download Apresentação para décimo ...
Read more

ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 55 56 - Technology

... de Luís aDacosta, ... 2015. Report Category: ... Comment: 0. 381. views. Comments. Description. Download ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 55 56. Transcript. 3.
Read more

Gaveta de Nuvens: Apresentações das aulas

Apresentação para décimo primeiro ano de ... para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 113-114 from ... para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 127-128 ...
Read more

Gaveta de Nuvens: Aulas (1.º período, 1.ª parte: 1-26)

Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6 ... Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 15-16 from luisprista. Aula 17-18 (19 [1.ª], ...
Read more

como avaliar a apresentação de trabalhos de geografia

Apresentação oral na sala de aula ... Diário de campo para alunos de geografia. ... aulas décimo primeiro ano (8) aulas nono ano ...
Read more