Apres Grupo I CECE

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Entertainment

Published on December 28, 2007

Author: Beverly_Hunk

Source: authorstream.com

Slide1:  APRESENTAÇÃO GRUPO - 1 CECE Alexandre Fabio Patrício Ricardo TASC II 2007 Slide4:  INTRODUÇÃO Este documento de Consenso foi desenvolvido com ampla representativida Internacional, foram incluídos 16 sociedades de quatro continentes. (Europa, América do Norte, Ásia e África) O objetivo desse novo Consenso foi ressaltar os aspectos mais importantes do diagnóstico e tratamento dos pacientes com DAOP e atualizar as informações do documento anterior. PATROCINADORES: -Sanofi-Aventis -Bristol-Myers Squibb Slide5:  O tratamento do paciente com doença arterial periférica (DAP) tem que ser planejado no contexto da epidemiologia da doença, sua historia natural e, em particular, nos fatores de risco modificáveis para doença sistêmica, bem como, nos fatores predisponentes para piora do processo obstrutivo periférico. Slide6:  Deve ser avaliada somente através de testes objetivos ( ITB / duplex scan ). A prevalência da DAP baseada nesses testes objetivos varia de 3 a 10% , aumentando para 15 a 20% nas pessoas com mais de 70 anos. Edimburg Artery Study (1991): identificou através do duplex scan que 1/ 3 dos pacientes com DAP assintomática apresentaram oclusão de uma artéria troncular do membro inferior. Slide7:  O principal sintoma da DAP é a claudicação intermitente (CI), entretanto, a medida desse sintoma não permite predizer a presença de DAP. A prevalência de CI aumenta de 3% nos pacientes com 40 anos, para 6% nos pacientes com 60 anos. Slide8:  Embora os fatores relatados nesse consenso sejam, em geral, descritos como FATORES DE RISCO, em muitos casos existem evidências apenas para estabelecer uma associação. RAÇA SEXO IDADE TABAGISMO DIABETES MELLITUS HIPERTENSÃO DISLIPIDEMIA MARCADORES INFLAMATÓRIOS HIPERVISCOSIDADE E ESTADOS DE HIPERCOAGULABILIDADE HIPEROMOCISTEINEMIA INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Slide9:  RAÇA Slide10:  SEXO Nos pacientes com CI, a proporção da prevalência ente : é de 1:1 a 2:1, a proporção aumenta até para 3:1 em estágios mais graves da doença. Slide11:  IDADE Slide12:  TABAGISMO A DAP é diagnosticada 10 anos mais cedo nos fumantes. A gravidade da DAP tende a aumentar conforme o número de cigarros consumidos. Parar de fumar esta associado com um declínio na incidência de CI. Slide13:  DIABETES MELLITUS CI é 2 X mais freqüente entre diabéticos do que entre pacientes não diabéticos. A resistência a insulina tbém é um FR para DAP, mesmo em pessoas não diabéticas. DAP em pacientes diabéticos é mais grave, envolve grandes vasos mais precocemente e esta associada a neuropatia distal simétrica. A necessidade de uma grande amputação é 5 X maior em pacientes diabéticos Slide14:  HIPERTENSÃO Esta Associada a todas as formas de doenças cardiovasculares Slide15:  DESLIPIDEMIA No estudo Framingham, um nível de colesterol de jejum, maior que 270 mg/d,l esteve associado com o dobro de incidência de CI. Pacientes com DAP têm níveis séricos significativamente mais altos de TG e VLDL, e menores níveis de HDL, do que grupos controle. Existem evidências que indicam que o tratamento da hiperlipidemia reduz a progressão da DAP e a incidência de CI. Slide16:  MARCADORES INFLAMATÓRIOS Estudos recentes mostraram que PCR estava aumentada em pessoas assintomáticas que desenvolveram DAP nos 5 anos subseqüentes de observação. Slide17:  HIPEROMOCISTEINEMIA Ela pode ser detectada em até 30% dos pacientes jovens com DAP Alguns estudos têm sustentado que a hiperomocisteinemia pode ser um FR independente para aterosclerose. Slide18:  INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Existe uma associação de IRC com DAP que algumas evidências recentes sugerem ser causal. Evolução do membro nos pacientes portadores de DAP assintomáticos::  Evolução do membro nos pacientes portadores de DAP assintomáticos: O risco de progressão da DAP não depende da presença ou ausência de sintomas de CI. (por isso é importante identificar o subgrupo de pacientes com DAP, mas que são assintomáticos devido a inatividade física) Evolução do membro nos pacientes portadores de Claudicação::  Evolução do membro nos pacientes portadores de Claudicação: As evidências disponíveis dos últimos 40 anos mantêm a impressão de que apenas ¼ dos pacientes com claudicação intermitente irão desenvolver formas clínicas mais graves da doença. Somente 1 a 3% dos pacientes com CI irão necessitar de uma grande a amputação em 5 anos. ( fig. A3 ) Evolução do membro nos pacientes portadores de Claudicação::  Evolução do membro nos pacientes portadores de Claudicação: O melhor preditor de risco de progressão da DAP nos pacientes que apresentam claudicação intermitente é o ITB. (pacientes com ITB < 0,5 têm 2X mais chances de precisar de uma cirurgia arterial ou amputação) Evolução do membro nos pacientes portadores de Isquemia Crítica ::  Evolução do membro nos pacientes portadores de Isquemia Crítica : Alguns estudos demonstraram que a cada 1 milhão de pessoas na Europa ou EUA, ocorrerão 500 a 1000 novos casos de IC a cada ano. Existem fatores de risco independentes associados com o desenvolvimento de Isquemia crítica. Evolução do membro nos pacientes portadores de Isquemia Crítica ::  Evolução do membro nos pacientes portadores de Isquemia Crítica : Evolução do membro nos pacientes portadores de Isquemia Crítica ::  Evolução do membro nos pacientes portadores de Isquemia Crítica : O tratamento que o pacientes com Isquemia Crítica recebe depende muito do perfil do centro médico que ele esta sob cuidados. Evolução do membro nos pacientes portadores de Isquemia Aguda ::  Evolução do membro nos pacientes portadores de Isquemia Aguda : Mesmo com o amplo uso de técnicas endovasculares, como trombólise, muitos estudos descrevem que, 30 dias após o evento agudo, 10 a 30% desses pacientes irão ser submetidos a uma amputação. Pacientes submetidos a amputação ::  Pacientes submetidos a amputação : Ainda não esta esclarecido se o uso mais extensivo de procedimentos de revascularização promoveu uma redução nas taxas de amputação. Aproximadamente metade dos pacientes com uma amputação maior abaixo do joelho devido a DAP, nunca apresentaram sintomas até 6 meses antes desse tipo de cirurgia. Pacientes submetidos a amputação ::  Pacientes submetidos a amputação : Aproximadamente 60% das amputações abaixo do joelho cicatrizam espontaneamente. DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA::  DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA: 40 a 60% dos pacientes com DAP, tem doença arterial coronariana ou doença arterial cerebral. Pacientes com doença arterial coronariana têm maior probabilidade de terem DAP. ( 10 a 30% dos pacientes com DAC têm DAP associada) DOENÇA ARTERIAL RENAL:::  DOENÇA ARTERIAL RENAL:: A prevalência de estenose maior ou igual a 50% da artéria renal nos pacientes com DAP varia de 23 a 42%. ( A estenose da artéria renal pode ser um Fator de Risco independente para mortalidade nos pacientes com DAP) DOENÇA ARTERIAL CEREBRAL:::  DOENÇA ARTERIAL CEREBRAL:: A associação entre DAP e doença arterial cerebral parece ser mais fraca do que a associação de DAP e doença arterial coronariana. Pela investigação através do eco - Doppler colorido, ateromatose carotídea ocorre em 26 a 50% dos pacientes com isquemia crítica. Pacientes com DAP assintomáticos e com Claudicação Intermitente::  Pacientes com DAP assintomáticos e com Claudicação Intermitente: O maior risco de evento cardiovascular nos pacientes com DAP esta associado a gravidade do processo obstrutivo dos membros inferiores. ( definido pelo ITB ) A doença arterial coronariana é a causa mais comum de morte nesses pacientes. Pacientes com DAP assintomáticos e com Claudicação Intermitente::  Pacientes com DAP assintomáticos e com Claudicação Intermitente: A taxa de mortalidade dos pacientes com claudicação intermitente é 2,5 X maior do que nos pacientes sem DAP. GRAVIDADE DA DAP E SOBREVIDA::  GRAVIDADE DA DAP E SOBREVIDA: Pacientes com Isquemia Crítica têm uma taxa de mortalidade de 20% no 1º ano de manifestação da doença. Existe uma forte associação entre o ITB, quantificação da gravidade da doença arterial periférica e mortalidade. ( claudicantes com ITB < 0,50 têm o dobro de mortalidade dos claudicantes com ITB > 0,50 ) GRAVIDADE DA DAP E SOBREVIDA::  GRAVIDADE DA DAP E SOBREVIDA: O ITB é um bom preditor de evento cardiovascular. ( a cada diminuição de 0,10 unidades no ITB, esta associado um aumento de 10% no RR de evento vascular )

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