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Análise individual e colectiva gil vicente (ESTORIL PRAIA)

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Information about Análise individual e colectiva gil vicente (ESTORIL PRAIA)
Sports

Published on March 5, 2014

Author: joaocorreia13

Source: slideshare.net

Description

Relatório época 2012/2013 de adversário- João Correia, Estoril Praia 2013
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Análise adversário Gil Vicente Primeira Liga Portuguesa Gil Vicente-Estoril 16/05/2013

Jogos Observados Beira-Mar 1X0 Gil Vicente21/04 Murta Halisson Sandro Paulo Arantes (Éder) Luís Martins Gil Vicente 2 X 0 Olhanense28/04 Murta Halisson Sandro Paulo Arantes André Cunha João Vilela César Peixoto Tiero Luís Carlos Brito César Peixoto Hugo Vieira Yero (Rodríguez) V.Guimarães 3 X 1 Gil Vicente 05/05 Luís Carlos Sandro André Cunha Luís Martins Halisson Paulo Arantes (Éder) (Brito) (Luís Carlos) Hugo Vieira César Peixoto Cláudio André Cunha Luís Martins João Vilela Tiero João Vilela Yero Yero Rio Ave 2 X 1 Gil Vicente11/05 (Brito) César Peixoto Hugo Vieira Murta Halisson Tiero João Vilela (Tiero) Paulo Jorge Murta Paulo Arantes Luís Martins (Brito) Hugo Vieira (Luis Carlos) Yero

Jogadores Observados •  Atenção: O relatório individual apenas tem os jogadores que jogaram nos últimos 4 jogos. Com as 2 ou 3 baixas para o jogo com o Estoril poderão jogar outros jogadores.Não foi possível encontrar lances suficientes do resto do plantel.

§ Gr que tirou a tirularidade a Adriano, tem qualidade entre os postes, reagindo muito rápido para transições ofensivas. Tem algumas debilidades fora dos postes,. É rápido a lançar a equipa nas transições mas não se sente à vontade para jogar pelo chão de modo a iniciar um ataque organizado. Deverá ser o substituto de Paulo Arantes(castigado). Ofensivamente demora muito a decidir e defensivamente é pouco agressivo. Quando o adversário estiver na 1ª fase da OO devemos encaminhar o jogo para o seu corredor, pois apresenta dificuldades na progressão Defesa central, usualmente descaído para a direita. Muito forte fisicamente e com qualidade nas bolas aéreas. Tacticamente é um jogador razoàvel, descordenando-se muito com S a n d r o a n í ve l d a r e l a ç ã o contenção/cobertura. Originalmente é médio ofensivo, mas nos jogos observados actuou como médio de cobertura(trinco). A p r e s e n t a n d o u m a exc e l e n t e qualidade posicional, tanto a nível ofensivo como defensivo. Usual utilizar o remate a meia distância e passes longos para o sector avançado. Joga bem com os dois pés e tem a capacidade de no processo ofensivo não desequilibrar a equipa Defesa central titular, descaído para o lado esquerdo. Ágil, forte e combativo nos duelos,tem tarefa dificultada pois o lateral encosta muito no extremo, o que cria um enorme espaço para ser explorado no seu raio de acção . Defesa esquerdo titular, jogador muito impulsivo. Dá profundidade ofensiva à equipa mas também amplitude. Procura subir sempre em situações de organização ofensiva. Defensivamente é mais fraco que a nível ofensivo, marca práticamente a homem, muito junto no extremo e dá sempre espaço para explorar nas suas costas. Jogador evoluido a nível tecnicotáctico, apresenta um excelente sentido posicional e boa capacidade de finalização. Defensivamente é lutador e é capaz de vir fazer cobertura à defesa se necessário. Trabalha como um box to box. Muito forte no jogo aéreo ganhando bolas de cabeça em esquemas tácticos ofensivos. Poderá jogar a médio centro descaído para a direita ou a extremo direito. O mais provável é jogar a médio centro. Sem dúvida o jogador mais lutador do plantel, reacção muito forte à perda de bola. Jogador também perigoso ofensivamente, rápido a aparecer em zonas de finalização. A qualidade de passe é o grande defeito de Tiero

Brito Pode actuar a extremo ou ponta-de-lança. Jogador muito rápido e com um remate muito potente. Costuma começar no banco e entrar na 2ª parte, mas com a suspensão de César Peixoto será uma opção credível para extremo direito, muito perigoso nas diagonais! Extremo direito ou ponta de lança com boa qualidade para desiquilibrar. Se jogar Luís Carlos na direita as diagonais não serão tão frequentes, verificando-se antes situações de cruzamento. Apresenta muito pouca disponibilidade para defender.Também é uma alternativa credível a César Peixoto. Extremo esquerdo.Procura jogador desalinhado do adversário para jogar no limite da linha de fora-dejogo. É o jogador mais perigoso da equipa, capaz de criar situações de finalização e finalizar com sucesso (melhor marcador da equipa). Joga no lado contrário ao seu pé, puxando sempre para o pé direito. É muito veloz e sabe quando colocar ritmo no jogo. Defensivamente é forte na pressão ao lateral quando este tem bola Jogador que costuma entrar em campo por volta dos 80´. Ainda não marcou qualquer golo para a liga e do que mostrou parece ser um jogador que gosta de jogar de costas para a baliza e explorar todos os corredores(muito móvel). Só joga com o pé direito, desde na condução de bola até ao remate. Muito forte fisicamente e no jogo aéreo. Procura sempre ir às primeiras bolas de cabeça para colocar num dos extremos. Na presente época apenas tem 4 golos, mas é um jogador perigoso. Apesar de não oferecer enorme mobilidade ao ataque pode marcar se lhe dermos espaço. Pé direito muito forte, ao contrário do esquerdo. Jogador essencial para o Gil, poderá actuar a extremo direito ou a médio centro. Capaz de colocar bolas em ruptura com qualidade perfeita nas costas da defesa. Tem como alvo principal Hugo Vieira. Devemos evitar que tenha muito a bola no pé, visto que é o motor de jogo do Gil, tendo também qualidade de remate fora da média. Fraco no momento de transição defensiva em que recupera lentamente. É quem marca todos os ETO. Está em dúvida para o jogo

Características Gerais •  Equipa organizada em 1:4:3:3 em OO formando um triângulo ofensivo no meio-campo. Privilegiam jogo directo, com referência em Yero (jogador possante é a referência nas alturas). Se tiverem a perder têm como sistems alternativo 1::4:1:3:2, e passam a jogar com o meio-campo em losango. •  Em OD apresenta-se com as linhas em 1:4:1:4:1, num bloco médio/recuado. Apresentando um escessivo afastamento das linhas permitindo-nos explorar profundidade. •  Equipa cararcterizada por utilizar muito o passe longo para as costas da defesa, jogadores como César Peixoto e André Cunha têm a capacidade de desmarcar jogadores de muito longe (ver golos vs Vitória e Olhanense). O jogador mais desiquilibrador é Hugo Vieira, jogando no lado esquerdo (Puxa sempre a bola para o pé direito, avisar o nosso lateral direito). O que nos obriga na 1ª fase de construção do adversário a encaminhar o jogo deles para o lado direito, o nosso lado esquerdo., Estatísticas da equipa: Liga Zon Sagres: 6 Vitórias, 7 empates, 16 derrotas -30 golos marcados/ 51 golos sofridos. (tendência para sofrer golos no início do jogo) Jogadores indisponíveis:, Paulo Arantes (capitão de equipa e importante na superioridade numérica feita no corredor, uma perda de um jogador essencial) e Cláudio, que não deveria ser opção contra o Estoril (jogou contra Rio Ave porque Sandro estava lesionado) para além que o lateral direito é o mais fraco. Em dúvida: César Peixoto •  Ponto forte: Esquemas Tácticos ofensivos (centrais, Vilela e Yero com forte presença na área) e passes em ruptura na fase de criação da organização ofensiva •  Quem marcou os golos do Gil na liga? Ponto fraco: Laterais em organização defensiva (quase marcação HxH) e transições defensivas. Murta Onze provável Éder Halisson César Peixoto ou Brito (Consoante o jogador, tipo de jogo diferente) Sandro Luís Martins A. Cunha Tiero ou César Peixoto Yero J. Vilela Hugo Vieira

Organização Ofensiva -ST: 1:4:3:3. com o meio-campo a formar um triângulo ofensivo, colocados em 1:2. Onde se verificam trocas posicionais constantes entre os 3 do meio-campo. O Gil é uma equipa que não mostra confiança em jogar de forma construída. E que dá primazia ao ataque directo com movimentos interiores. Yero é um jogador que dá pouca mobilidade ao ataque, tornando a equipa um pouco previsivel, mas ao mesmo tempo é importante a ganhar a 1ª bola. -Fase de construção Normalmente o 1º passe do GR é colocado directamente no sector mais ofensivo, Yero vai sempre à primeira bola nas alturas (seja em que corredor for), os extremos procuram a 2ª bola. Quando jogam de forma indirecta os centrais dão amplitude e os laterais dão muita profundidade (demasiada). O 1º passe é colocado num dos centrais, estes erram muitos passes nesta zona quando são dirigidos aos laterais. Nesta fase do adversário devemos encaminhar o jogo para o nosso lado esquerdo para evitar bolas na velocidade de Hugo Vieira e também porque Éder é o pior lateral a jogar com os pés. -Fase de criação: Caracteriza-se pelo elevado número de desmarcações de apoio no sentido de conseguirem fazer a recepção sem oposição de frente para a baliza adversária. Os extremos, que jogam sempre no lado contrário ao seu pé de eleição, fazem diagonais interiores e os laterais sobem em largura e profundidade (principalmente Luís Martins, defesa esquerdo). Ambos os médios interiores(provavelmente Tiero e Vilela, Peixoto também poderá jogar nesta posição), realizam desmarcações de apoio, jogando a um toque sempre que existe pressão adversária. Poderá existir jogo de posições entre extremos e médios mais interiores, não criando normalmente perigo ao adversário em termos de rotura da sua organização Nesta fase os médios interiores são fundamentais, fazem passes longos em ruptura para as costas da defesa, isolando tanto o PL como extremo do lado contrário. Quando o lateral dá profundidade o jogador que dá superioridade no corredor é o médio interior do lado da bola, pois o extremo faz diagonal para a área de forma a finalizar. Importante referir que os passes longos feitos pelos médios para os atacantes é uma das imagens de marca desta equipa e um dos seus pontos fortes. -Fase de finalização Equipa com alguma falta de eficácia, sendo Hugo Vieira de longe o jogador mais rematador. Vieira sempre que tem a bola procura o remate (joga no lado esquerdo e puxa para o meio para rematar com o pé direito ou remata logo após ser solicitado no espaço). Equipa que remata regularmente a ½ distância, J.Vilela, Tiero, Peixoto e André Cunha sempre que têm a oportunidade rematam a distâncias consideráveis. LD M defens Ext D PL Lateral direito dá profundidade com movimento interior do extremo do mesmo lado e com passe de André Cunha Passe longo para o espaço origina situação de 1xGR Situação de cruzamento – 4 ou 3 jogadores na área (Ext lc, Mis e PL) cruzamentos aumentam com entrada de Luis Carlos- normalmente joga no lado direito, sendo que o pé direito é o seu pé de eleição Arranjar forma de colocar uma quantidade de jogadores na área para adversário não criar superioridade/igualdade numérica

Transição Ofensiva •  Momento de qualidade, o objectivo é sempre colocarem num dos extremos, 90 por cento das vezes em Hugo Vieira no lado esquerdo do ataque para o espaço(pode causar muitos problemas se tiver o corredor livre para progredir ou até no 1x1). É muito importante no posicionamento ofensivo mantermos o equilíbrio, prevendo já o processo defensivo em caso de Perda de Posse de Bola. •  2º momento:Equipa parte-se em 6+5; Passagem muito frequente p/ CA c/ elevada dinâmica à frente da linha da bola. Ext D (C.Peixoto) MI D Ext E (Hugo Vieira) •  Devemos evitar em situações de transição ofensiva do adversário que a bola vá para o lado esquerdo, na medida em que para além do extremo aparece sempre um Médio Interior que é sempre muito rápido a surgir em zonas adiantadas (Tiero por exemplo) no espaço lateral/central. •  Após recuperarem a bola, os jogadores têm boa capacidade para gerar amplitude ocupando os três corredores. Em momentos de transição Peixoto é um jogador essencial no último passe, devemos evitar que a bola passe por ele.Em CA a equipa joga para colocar a bola o mais rápidamente em Hugo Vieira. Cobertura ofensiva de André Cunha Lance golo Vs V. Guimarães 1º momento:1a ligação regular c/imediata mobilidade de 4 jogadores (PL+EXTS+MI) p/ ocupação indiferenciada dos 3 corredores de jogo. Atenção Murta muito rápido em reposições com pé p/ iniciar CA. •  LD PL è Fundamental equipa equilibrada em processo ofens e muito forte na reacção à PPB 1o Momento intenso e equipa curta – Factores decisivos p/ bloqueio de CA

Organização defensiva •  Jogam num bloco médio/recuado com linhas em 1:4:1:4:1 e com a equipa a permitir que o adversário tenha profundidade, pois jogam num bloco comprido e longo, com as linhas demasiado afastadas. •  Na 1ª fase do adversário Yero pressiona o defesa central que tem a bola. Quando a bola cai no lateral o extremo do lado da bola pressiona forte (principalmente se for no lado de Hugo Vieira, o nosso lado direito). Ainda na 1ª fase dos adversários quando o médio de cobertura recebe dos defesas centrais um dos médios interiores pressiona o trinco pelo lado cego. •  Quando a bola se encontra no meio-campo adversário num dos corredores a linha defensiva está posicionada em “escada”, quando ultrapassa a linha do meio campo a linha demora a recompor-se, o que permite explorar o espaço nas costas da defesa sem estar em fora-dejogo. •  Podemos ser bem sucedidos se explorarmos bem o espaço entrelinhas, ultrapassando a linha central do Gil,a defesa ficará muito exposta. O Gil Vicente tem sempre Cunha entre a linha do meio campo e da defesa. Poderíamos colocar sempre dois jogadores a explorar o espaço entrelinhas, desmontaria a dinâmica defensiva do Gil. •  Quando o adversário passa para a 2ª fase, o lateral do lado em que o jogo está mais descaído cai sobre o extremo adversário, deixando um enorme espaço para explorar nas suas costas, mas também no espaço lateral/central. Pressão do médio interior ao médio defensivo adversário quando este recebe a bola, obrigando a jogar atrás •  Sandro e Halisson descoordenam-se facilmente (falhas de comunicação) Explorar costas dos laterais Laterais com tendência a encostar nos extremos, desrespeitando a defesa zonal feita pelo resto da equipa, acontece nos dois lados!!! Linha defensiva mal definida LD A. Cunha Linhas em 4x1x4x1 Quando adversário vira o jogo, o Gil tem dificuldades em fazer rápido a cobertura ao lateral, derivado de uma basculação lenta

Transição defensiva -  Atitude bastante passiva dos jogadores neste momento do jogo aliada à falta de espirito de sacrifício. É o momento ideal para criar problemas ao nosso adversário e é sem dúvida a maior lacuna do Gil, talvez por isso os maus resultados. Podemos chegar a situações de superioridade numérica ao longo do jogo. Apresentam uma reacção à perda de bola, mas não se preocupam na pressão ao jogador que recupera, preferem fazer a recuperação defensiva directa -  1º Momento: Reacção pouco intensa dos jogadores do Gil no momento em que perdem a bola, o jogador que recupera tem tarefa facilitada, nunca colocam mais de 2 jogadores a impedir a progressão. Quando a bola é perdida no meio-campo adversário, Tiero (MI dir) é o jogador que mais pressiona recuando até à zona de perda de bola se for necessário. No momento de PPB o jogador que vai à contenção tende a fazer muitas FALTAS. Apesar da fraca atitude pressionante deve-se procurar mudanças de corredor constantes após RPB, na medida em que os extremos demoram demasiado tempo a reorganizarem-se. Mas se recuperarmos a bola no corredor direito, devemos explorar esse corredor pois Luís Martins demora uma eternidade a recuperar. -  2º Momento: Se conseguirmos colocar a bola num dos corredores laterais (longe da zona de pressão) o nosso lateral deve subir rápidamente= situação de superioridade numérica. O Gil apresenta neste momento muitas dificuldades na gestão da profundidade imediata e ritmo de reposicionamento colectivo, o nosso desdobramento poderá criar muitas dificuldades na estrutura defensiva gilista. O jogador do Gil com maior capacidade de recuperação defensiva é Tiero. Nesta fase a pressão ao portador da bola é nula, sendo que os jogadores ainda estão preocupados com a recuperação defensiva (sem terem os olhos na bola!) Tiero Capel lento na transição= mal se recupera a bola no lado esquerdo devemos fazer uma mudança de corredor rápida 1º Momento Tiero César Peixoto muito lento na recuperação 2º Momento Rapidez na nossa TO leva a ê LE LD Laterais lentos na recuperação defensiva, principalmente Luís Martins Superioridade numérica

Esquemas tácticos ofensivos -Equipa com grande capacidade para criar finalização em ETO PCRot int: 5+2 -Densidade: 5 jogadores (em que pelo menos quatro são de elevada estatura- Yero, Vilela, Sandro e Halisson) + 2 p/ meia distância. -PC: zona de queda da bola muito variável. -PLL: Entre a zona central e a zona do 2ª posteimporta capacidade a retirar a profundidade. PC e PL batidos por: César Peixoto (Se César Peixoto não jogar deverá ser André Cunha a bater) Marcador de GP: César Peixoto (Hugo Vieira deverá ser o substituto) Zona de queda PLL: 5+2

Esquemas Tácticos Defensivos -  Equipa que coloca jogadores de elevada estatura na defesa dos ET, tendo DC bastante altos. Nos PC verificou-se que: a zona mais frágil é a do 2º poste no limite da pequena área, Steven Vitória(por exemplo) deve atacar esta zona. - Densidade: 10jogadores +GR- colocam um jogador no 1º poste, um entre o 1º poste e o limite da pequena área, 5 jogadores aproximadamente na linha da pequena área, dois jogadores a fazer marcação a homem e um à entrada da área para preparar a TO. Zona frágil PC: GR+7(zona)+2(HxH)+1(2ªbola) Canto curto origina situação de 2x1 no corredor, ameaça de canto curto desmonta a defesa zonal montada! Nao esquecer: 2º poste!!! Aproveitar a profundidade que nos oferecem, GR com pouco raio de acção PLL:7+2 e 1 na barreira ou 7+1 e 2 na barreira  

Recomendações e pontos chave O que fazer? Em organização ofensiva: -Na nossa 1ª fase devemos procurar iniciar o jogo pelos corredores laterais, progressão facilitada. -Explorar costas dos laterais -Explorar espaços entrelinhas (entre linha defensiva e linha média) -Explorar espaço defensivo lateral/central Em transição ofensiva: (lance do golo do Estoril vs Gil, Luís Leal) -Agressividade e rapidez na progressão. -Explorar costas dos laterais que são lentos a recuperar -Mudanças de corredores constantes -Subir pelo menos um lateral, garantia de superioridade -Explorar profundidade imediata Em organização defensiva: -Dar pouca profundidade ao jogo (bloco compacto) -Na 1ª fase encaminhar o jogo para o lateral direito deles (através de basculação), para o nosso lado esquerdo, podemos ganhar bolas no sector ofensivo -Atenção a passes para costas da defesa (principalmente para o nosso lado direito) -Os nossos laterais devem estar atentos aos movimentos interiores de extremos, mas também à subida dos laterais (o nosso extremo do lado da bola deve ajudar defensivamente). -Jogador sempre entre a bola e a baliza de forma a evitar remates de ½ distância -Atenção às viragens de jogo, feitas essencialmente para Hugo Vieira (1X1) -Fundamental equipa equilibrada para eventual perda de bola Em transição defensiva: -Temos de ser intensos no 1º momento e encurtar equipa rápidamente. -Evitar oferecer o nosso lado direito da defesa. (maior parte dos golos do Gil vêm deste lado)… Mais uma vez a razão é o desiquilíbrio feito por Hugo Vieira -César Peixoto não pode ter bola neste momento, no último passe é muito perigoso. -Se for necessário, parar CA com falta, na medida em que o Gil é muito rápido a colocar 5 jogadores na frente, podendo finalizar com sucesso.

Relatório feito por: João Correia Contacto: 914101092/ joao_lbcc@hotmail.com Qualquer dúvida não exitar em contactar.

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