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Análise e Utilização de Gestão do Conhecimento no Apoio ao Desenvolvimento de Sistemas Não Documentados

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Published on May 28, 2008

Author: lzomatos

Source: slideshare.net

Description

Aborda os preceitos da Gestão do Conhecimento, Framework de Trittmann e o processo de implantação (atividades de GC). Efetua-se a definição de um estudo experimental hipotético.
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Análise e Utilização de Gestão do Conhecimento no Apoio ao Desenvolvimento de Sistemas Não Documentados Salvador, Novembro de 2007. Universidade Salvador – UNIFACS Mestrado em Sistemas e Computação Gerência de Conhecimento Por: Alberto Torres, Luiz Matos, Yuri Araujo

Roteiro da Apresentação Introdução Framework de Trittmann Processo de Implantação (Atividades GC) Definição do Estudo Experimental Considerações Finais

Introdução

Framework de Trittmann

Processo de Implantação (Atividades GC)

Definição do Estudo Experimental

Considerações Finais

Introdução Objetivo da Proposta Analisar, propor e implementar um ambiente de Gestão do Conhecimento na Divisão de Administração de Sistemas (DIASI) do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF). Objetivo do Experimento Avaliar a efetividade da utilização de uma ferramenta de Gerência do Conhecimento na construção de novas funcionalidades em software não documentado.

Objetivo da Proposta

Analisar, propor e implementar um ambiente de Gestão do Conhecimento na Divisão de Administração de Sistemas (DIASI) do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF).

Objetivo do Experimento

Avaliar a efetividade da utilização de uma ferramenta de Gerência do Conhecimento na construção de novas funcionalidades em software não documentado.

Introdução Cenário do Experimento Consiste de equipes de desenvolvimento geograficamente separadas que irão desenvolver a mesma funcionalidade, utilizando diferentes abordagens, e contando ou não com uma equipe de apoio detentora do conhecimento tácito. Equipe 1 (2 pessoas): Terá a disposição apenas o código fonte, o código objeto e a especificação da funcionalidade; Equipe 2 (2 pessoas): Contará com os mesmos artefatos da equipe 1 e mais o contato local com a equipe de apoio; Equipe 3 (2 pessoas): Contará com os artefatos da equipe 1 e mais uma base de conhecimento explícito sobre o funcionamento do Sistema que será alimentado pela equipe de apoio.

Cenário do Experimento

Consiste de equipes de desenvolvimento geograficamente separadas que irão desenvolver a mesma funcionalidade, utilizando diferentes abordagens, e contando ou não com uma equipe de apoio detentora do conhecimento tácito.

Equipe 1 (2 pessoas): Terá a disposição apenas o código fonte, o código objeto e a especificação da funcionalidade;

Equipe 2 (2 pessoas): Contará com os mesmos artefatos da equipe 1 e mais o contato local com a equipe de apoio;

Equipe 3 (2 pessoas): Contará com os artefatos da equipe 1 e mais uma base de conhecimento explícito sobre o funcionamento do Sistema que será alimentado pela equipe de apoio.

Framework de Trittmann Efeito desejado da solução: Otimização Dimensões: Infra-estrutura Técnica Utilização de um SGC para transferência do conhecimento codificado; Estrutura Organizacional Unidade centralizada (DIASI) mas não totalmente dedicada a GC; Coordenação Definição de um Responsável pelo GC; Motivação Motivação extrínseca e intrínseca;

Efeito desejado da solução:

Otimização

Dimensões:

Infra-estrutura Técnica

Utilização de um SGC para transferência do conhecimento codificado;

Estrutura Organizacional

Unidade centralizada (DIASI) mas não totalmente dedicada a GC;

Coordenação

Definição de um Responsável pelo GC;

Motivação

Motivação extrínseca e intrínseca;

Processo de Implantação Nome da Entidade Divisão de Administração de Sistemas (DIASI) do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF); Ramo de atuação Desenvolvimento e manutenção de sistemas adquiridos de terceiros ou próprios. Infra-estrutura tecnológica As unidades estão interligadas através de uma rede corporativa da DPRF; As estações de trabalho são padronizadas para o ambiente de desenvolvimento Java (Eclipse, JBoss); SGBDs: Interbase e MySQL; 2 Datacenters.

Nome da Entidade

Divisão de Administração de Sistemas (DIASI) do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF);

Ramo de atuação

Desenvolvimento e manutenção de sistemas adquiridos de terceiros ou próprios.

Infra-estrutura tecnológica

As unidades estão interligadas através de uma rede corporativa da DPRF;

As estações de trabalho são padronizadas para o ambiente de desenvolvimento Java (Eclipse, JBoss);

SGBDs: Interbase e MySQL;

2 Datacenters.

Situação atual de GC na empresa - Existe uma ferramenta de fórum pouco utilizada por não existirem fatores motivadores para utilização de GC. Tipos de Conhecimento - Itens de conhecimento não documentados e não disponíveis. Processo de Implantação

Situação atual de GC na empresa

- Existe uma ferramenta de fórum pouco utilizada por não existirem fatores motivadores para utilização de GC.

Tipos de Conhecimento

- Itens de conhecimento não documentados e não disponíveis.

Problemas identificados - Ausência de documentação do sistema; - Funcionalidades são entregues incompletas e fora do prazo; - Ausência de cultura para GC; - Centralização de informações sobre aspectos importantes do sistema. Processo de Implantação

Problemas identificados

- Ausência de documentação do sistema;

- Funcionalidades são entregues incompletas e fora do prazo;

- Ausência de cultura para GC;

- Centralização de informações sobre aspectos importantes do sistema.

Alinhamento com a estratégia da Organização Entregar versões do sistema no prazo e atendendo às especificações; Metas a serem atingidas com GC Permitir que o conhecimento t écnico do sistema esteja acessível para todas as equipes que venham a trabalhar em seu desenvolvimento, com o mínimo de intervenção da equipe de apoio. Critérios de Sucesso A produtividade da equipe 3 deve ser superior a das outras equipes. A quantidade de erros identificados pelo usuário final na funcionalidade desenvolvida pela equipe 3 deve ser menor do que das outras equipes. Processo de Implantação

Alinhamento com a estratégia da Organização

Entregar versões do sistema no prazo e atendendo às especificações;

Metas a serem atingidas com GC

Permitir que o conhecimento t écnico do sistema esteja acessível para todas as equipes que venham a trabalhar em seu desenvolvimento, com o mínimo de intervenção da equipe de apoio.

Critérios de Sucesso

A produtividade da equipe 3 deve ser superior a das outras equipes.

A quantidade de erros identificados pelo usuário final na funcionalidade desenvolvida pela equipe 3 deve ser menor do que das outras equipes.

Atores e Papéis Responsável pela GC (R); Consultores de Desenvolvimento (CD); Desenvolvedores (D); Casos de Uso Detalhar itens de conhecimento (R, CD) Adicionar conhecimento (CD) Consultar SGC (D) Revisar itens de conhecimento (R, CD) Fornecer feedback (D) Analisar feedback (R) Processo de Implantação

Atores e Papéis

Responsável pela GC (R);

Consultores de Desenvolvimento (CD);

Desenvolvedores (D);

Casos de Uso

Detalhar itens de conhecimento (R, CD)

Adicionar conhecimento (CD)

Consultar SGC (D)

Revisar itens de conhecimento (R, CD)

Fornecer feedback (D)

Analisar feedback (R)

Necessidades de Conhecimento (Itens de Conhecimento) Acesso a dados Controle de Acesso Componentes Próprios De Terceiros Diversos Padrões Interface Nomenclatura de Código Fonte Nomenclatura de Objetos de Bancos de Dados Relatórios Rotinas Utilitárias Tutoriais Processo de Implantação

Necessidades de Conhecimento (Itens de Conhecimento)

Acesso a dados

Controle de Acesso

Componentes

Próprios

De Terceiros

Diversos

Padrões

Interface

Nomenclatura de Código Fonte

Nomenclatura de Objetos de Bancos de Dados

Relatórios

Rotinas Utilitárias

Tutoriais

Reunião com Responsável pela GC para alinhamentos finais e devida comunicação da disponibilidade do sistema. Processo de Implantação DIASI Envia comunicado informando sobre: - implantação do SGC; - os atores e papéis; - prazos na participação da equipe na construção do conhecimento. Desenvolvedores Enviam conteúdo referente aos itens de conhecimento aos CDs Consultores de Desenvolvimento Analisam, filtram e alimentam o sistema. Com dedicação exclusiva a isso.

Reunião com Responsável pela GC para alinhamentos finais e devida comunicação da disponibilidade do sistema.

Infra-estrutura técnica do Sistema de GC Processo de Implantação Ranking (número de acessos) Personalização de interface Fácil manutenção Persistência de dados Uso de tecnologias consolidadas Diretivas de segurança Software Livre Autenticação Ambiente Web Fácil navegação Upload de arquivos Fórum de mensagens Integração com serviço de email Notificação de recebimento de mensagem

Infra-estrutura técnica do Sistema de GC

Ranking (número de acessos)

Personalização de interface

Fácil manutenção

Persistência de dados

Uso de tecnologias consolidadas

Diretivas de segurança

Software Livre

Autenticação

Ambiente Web

Fácil navegação

Upload de arquivos

Fórum de mensagens

Integração com serviço de email

Notificação de recebimento de mensagem

Implantação do SGC Apoio da alta gerência para difundir a importância do uso da solução principalmente entre os desenvolvedores; Propor treinamento para utilização; Propor manual de utilização para facilitar o acesso ou uso; Mecanismo de compensação do (D)esenvolvedor e do (C)onsultor de (D)esenvolvimento com maior quantidade e maior número de acessos ao seu item de conhecimento; Estratégias de motivação de colaboração e acesso; Implantação gradual com 1 equipe (conforme experimento). Processo de Implantação

Implantação do SGC

Apoio da alta gerência para difundir a importância do uso da solução principalmente entre os desenvolvedores;

Propor treinamento para utilização;

Propor manual de utilização para facilitar o acesso ou uso;

Mecanismo de compensação do (D)esenvolvedor e do (C)onsultor de (D)esenvolvimento com maior quantidade e maior número de acessos ao seu item de conhecimento;

Estratégias de motivação de colaboração e acesso;

Implantação gradual com 1 equipe (conforme experimento).

Planejamento Hipótese A utilização de uma base de conhecimento explícito sobre o funcionamento / interfaces de um sistema não documentado causa um ganho de produtividade no desenvolvimento de novas funcionalidades sobre este sistema.

Hipótese

A utilização de uma base de conhecimento explícito sobre o funcionamento / interfaces de um sistema não documentado causa um ganho de produtividade no desenvolvimento de novas funcionalidades sobre este sistema.

Variáveis Independentes Documentos de Requisitos da nova funcionalidade; Experiência dos indivíduos envolvidos no processo; Sistema Legado; Ferramenta de Gerência do Conhecimento. Variáveis Dependentes Tempo gasto para o desenvolvimento de uma nova funcionalidade. Planejamento

Variáveis Independentes

Documentos de Requisitos da nova funcionalidade;

Experiência dos indivíduos envolvidos no processo;

Sistema Legado;

Ferramenta de Gerência do Conhecimento.

Variáveis Dependentes

Tempo gasto para o desenvolvimento de uma nova funcionalidade.

Seleção dos Envolvidos 3 equipes com 2 membros cada Conhecimento em lógica de programação / desenvolvimento de Sistemas Recursos Software de Gerência do Conhecimento Sistema Legado Planejamento

Seleção dos Envolvidos

3 equipes com 2 membros cada

Conhecimento em lógica de programação / desenvolvimento de Sistemas

Recursos

Software de Gerência do Conhecimento

Sistema Legado

Projeto do Experimento Fator A: Utilização da Ferramenta de GC Tratamento: sim / não Fator B: Contato pessoal com a Equipe 1 Tratamento: sim / não Planejamento

Projeto do Experimento

Fator A: Utilização da Ferramenta de GC

Tratamento: sim / não

Fator B: Contato pessoal com a Equipe 1

Tratamento: sim / não

Riscos Internos O treinamento acerca das tecnologias a serem utilizadas no desenvolvimento teve como pré-requisito apenas conhecimento de lógica de programação, levando a uma heterogeneidade da turma, já que alguns já conheciam Java, Hibernate, EJB e JSF enquanto outras pessoas desenvolviam em outras linguagens não utilizadas no projetos. Planejamento

Riscos Internos

O treinamento acerca das tecnologias a serem utilizadas no desenvolvimento teve como pré-requisito apenas conhecimento de lógica de programação, levando a uma heterogeneidade da turma, já que alguns já conheciam Java, Hibernate, EJB e JSF enquanto outras pessoas desenvolviam em outras linguagens não utilizadas no projetos.

Treinamento Definição e procedimento: O treinamento será conduzido em 10 sessões de quatro horas cada, sendo duas sessões ao dia. O conteúdo do treinamento contemplará as tecnologias utilizadas na construção do Sistema não documentado selecionado: Java (2 sessões), Hibernate (2 sessões), EJB (3 sessões), Java Server Faces (3 sessões). Participantes: 20 pessoas com conhecimento em lógica de programação em qualquer linguagem.

Definição e procedimento:

O treinamento será conduzido em 10 sessões de quatro horas cada, sendo duas sessões ao dia.

O conteúdo do treinamento contemplará as tecnologias utilizadas na construção do Sistema não documentado selecionado: Java (2 sessões), Hibernate (2 sessões), EJB (3 sessões), Java Server Faces (3 sessões).

Participantes: 20 pessoas com conhecimento em lógica de programação em qualquer linguagem.

Execução Definição: Do grupo de 20 pessoas submetidas ao treinamento acerca das tecnologias do projeto, foram formadas 3 equipes de 2 componentes escolhidos aleatoreamente. Cada grupo terá 5 dias para implementar a nova funcionalidade no sistema não documentado, no primeiro dia serão fornecidos os artefatos devidos a cada um dos grupos.

Definição:

Do grupo de 20 pessoas submetidas ao treinamento acerca das tecnologias do projeto, foram formadas 3 equipes de 2 componentes escolhidos aleatoreamente.

Cada grupo terá 5 dias para implementar a nova funcionalidade no sistema não documentado, no primeiro dia serão fornecidos os artefatos devidos a cada um dos grupos.

Definição: Ao final do prazo será verificada a evolução de cada grupo. Se um determinado grupo conseguir finalizar o procedimento antes do prazo especificado, deverá, de imediato fornecer os código fonte e objeto, sendo a data e hora da entrega documentada. Será analizado o tempo gasto e o produto entregue pelos grupos de forma a se determinar qual o procedimento mais eficiente. Execução

Definição:

Ao final do prazo será verificada a evolução de cada grupo. Se um determinado grupo conseguir finalizar o procedimento antes do prazo especificado, deverá, de imediato fornecer os código fonte e objeto, sendo a data e hora da entrega documentada.

Será analizado o tempo gasto e o produto entregue pelos grupos de forma a se determinar qual o procedimento mais eficiente.

Infra-Estrutura Necessária para o experimento Definição da Ferramenta de GC a ser implantada Implantação da Ferramenta de GC Estruturação da Base Alimentação da Base de Conhecimento Execução

Infra-Estrutura Necessária para o experimento

Definição da Ferramenta de GC a ser implantada

Implantação da Ferramenta de GC

Estruturação da Base

Alimentação da Base de Conhecimento

Passo 1 Lista de Participantes por Equipe Formulário de Consentimento Introdução ao experimento Explicação e preenchimento dos formulários Passo 2 Distribuição dos artefatos às equipes Passo 3 Construção da Funcionalidade Execução

Passo 1

Lista de Participantes por Equipe

Formulário de Consentimento

Introdução ao experimento

Explicação e preenchimento dos formulários

Passo 2

Distribuição dos artefatos às equipes

Passo 3

Construção da Funcionalidade

Passo 5 Devolução dos códigos fonte/ objetos Gerados Análise dos Resultados Passo 6 Conclusão Demonstração do SGC .. Execução

Passo 5

Devolução dos códigos fonte/ objetos Gerados

Análise dos Resultados

Passo 6

Conclusão

Demonstração do SGC ..

Considerações Finais Processo em Andamento, previsão de conclusão Jan / Fev-2008 Construção de um pacote experimental reutilizável

Processo em Andamento, previsão de conclusão Jan / Fev-2008

Construção de um pacote experimental reutilizável

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