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Anais i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013

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Information about Anais i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
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Published on March 8, 2014

Author: AndrBathista

Source: slideshare.net

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27 DE JUNHO DE 2013 REALIZAÇÃO APOIO ANAIS CONFRESA - MT 2013

Coordenação Geral do Evento André Luis Bonfim Bathista e Silva Aldemira Ferreira da Silva Comissão Organizadora André Luis Bonfim Bathista e Silva Aldemira Ferreira da Silva Éder Joacir de Lima Maria Auxiliadora de Almeida Renato Silva Vasconcelos Agnaldo Gonçalves Borges Júnior Claudiney de Freitas Marinho Thiago Barros Miguel Emerson Hoffmann Robes Alves da Silva Rafael de Araújo Lyra Comissão de Divulgação Telma Silva Aguiar Michael Alves de Almeida Aldemira Ferreira da Silva Gislane Aparecida Moreira Maia Éder Joacir de Lima Maria Auxiliadora de Almeida Claudiney de Freitas Marinho Comissão Científica Manoel Xavier de Oliveira Junior Sandra Aparecida Tavres William Cardoso Lima Raphael Maia Aveiro Cessa Rafael de Araújo Lyra César Antônio da Silva Élio Barbieri Júnior Anderson Plattini do Nascimento Eikhoff Josemar Pedro Lorenzetti Giliard Brito de Freitas I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 2

Prefácio É evidente, pela experiência dos últimos anos, a necessidade de que se passe a raciocinar com outra lógica acerca do consumo, do dinheiro e do meio ambiente. Assim, é urgente que sejam revistos muitos dos conceitos e valores que predominaram na história do capitalismo ocidental, dentre os quais se têm como principais o consumo e o gasto desenfreado do dinheiro, mercadorias e dos recursos naturais. Sem estudo, pode-se prever um colapso social e ambiental num futuro não tão distante. Na cidade de Confresa-MT e pela convivência cotidiana com os estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – Campus Confresa nota-se, a falta de oportunidades de aprendizado de novos valores éticos, ambientais e financeiros que têm arrebatado as mentes de muitos jovens em outras regiões de nosso estado e nosso país. As ideias de soluções sustentáveis para necessidades cotidianas, e de economia solidária com a intenção de um novo paradigma para o tratamento do dinheiro e do meio ambiente entre os jovens têm realizado verdadeiras transformações nas formas de sociabilidade entre as pessoas pelo mundo e pelo Brasil. A I Feira de Ciências do IFMT – Camus Confresa permitirá uma análise entre os acadêmicos internos e externos, da existência da prática de economia solidária. O intuito é fortalecer laços, possibilitar novas formas de convívio, criar oportunidades sustentáveis de lazer e trocas culturais e entretenimento entre tais estudantes. Esses jovens convivem com tecnologias de informação e produção avançadas, podendo-se esperar produções bastante criativa em diversas áreas. Dessa forma, é viável a constatação no meio social de soluções criativas de produção e consumo sustentável, assim como ideias de produção artística. O evento será um importante espaço em que os acadêmicos terão oportunidade de exercitar a consciência sustentável, a economia solidária e suas capacidades e competências adquiridas na escola. Possivelmente poder-se-á observar de imediato alguns benefícios pertinentes à formação técnica e profissional viabilizada por um ambiente bastante favorável ao desenvolvimento de novas e variadas habilidades e competências. Conta-se ainda como garantia o maior aproveitamento dos conteúdos explanados, pelo fato dos acadêmicos inserirem-se na categoria “jovens adolescentes”, uma idade comprovadamente propícia ao aprendizado. Inaê Soares de Vasconcellos é professora do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa / Área: Ciências Sociais I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 3

SUMÁRIO EIXO TEMÁTICO: ALIMENTO ........................................................................................................................................................................................ 6 ANÁLISE SENSORIAL DE SORVETE FORMULADO COM DIFERENTES QUANTIDADES DE POLPA DE PEQUI (Caryocar brasiliense Camb.) ... 7 CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FARINHA DE TRIGO UTILIZADA PARA FABRICAÇÃO DE PÃO FRANCÊS NO MUNICÍPIO DE CONFRESA – MT ............................................................................................................................................................................................................ 8 RECEITINHAS DA VOVÓ QUE “CURAM” ...................................................................................................................................................................... 9 CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E ACEITAÇÃO SENSORIAL DA GELÉIA DE AÇAÍ (Euterpe oleracea) ....................................................... 10 ANÁLISE SENSORIAL DE BEBIDA LÁCTEA FERMENTADA COM POLPA DE CAGAITA ........................................................................................ 11 BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DOS EDULCORANTES PARA O ORGANISMO .......................................................................................................... 12 BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DOS AROMATIZANTES NO ORGANISMO(1) .............................................................................................................. 13 SUCO DE GABIROBA OBTIDO POR EXTRAÇÃO ENZIMÁTICA ................................................................................................................................ 14 BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DO AÇÚCAR PARA O ORGANISMO........................................................................................................................... 15 BENEFÍCIOS DOS ANTIOXIDANTES NATURAIS PARA O ORGANISMO HUMANO ................................................................................................ 16 AVALIAÇÃO SENSORIAL DE BOLO DE FARINHA DE TRIGO COM ADIÇÃO DA FARINHA DE SOJA .................................................................... 17 AVALIAÇÃO SENSORIAL DE CHOCALATE COM AMENDOIM EM DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE CHOCOLATE .................................... 18 AVALIAÇÃO SENSORIAL DO DOCE DE LEITE SEM ADIÇÃO DE ESPESSANTE .................................................................................................... 19 AVALIAÇÃO SENSORIAL DE DOIS TIPOS DE REQUEIJÃO ...................................................................................................................................... 20 AVALIAÇÃO SENSORIAL DE BOLO DE CHOCOLATE ............................................................................................................................................... 21 ELABORAÇÃO DE BISCOITOS TIPO COOKIE DE BURITI E AVALIAÇÃO SENSORIAL .......................................................................................... 22 A QUANTIDADE DE AÇÚCAR NOS ALIMENTOS ....................................................................................................................................................... 23 REAPROVEITAMENTO DO ÓLEO DA COZINHA INDUSTRIAL CAMPUS CONFRESA MT ...................................................................................... 24 QUANTIDADE DE SAL NOS ALIMENTOS ................................................................................................................................................................... 25 SAL NOS ALIMENTOS .................................................................................................................................................................................................. 26 EIXO TEMÁTICO: AGRONOMIA .................................................................................................................................................................................. 27 CARACTERIZAÇÃO DA POROSIDADE DO ARGISSOLO VERMELHO AMARELO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO – CAMPUS CONFRESA ..................................................................................................................................... 28 DISPONIBILIDADE DE ÁGUA NO SOLO E DESENVOLVIMENTO DO MILHO “SAFRINHA” EM DOURADOS-MS .................................................. 29 UTILIZAÇÃO DA CULTURA DO ARROZ E DO FEIJÃO PARA A DIFERÊNCIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE MONOCOTILEDÔNEAS E DICOTILEDÔNEAS ....................................................................................................................................................................................................... 30 TEOR DE CLOROFILA DO CAPIM Brachiaria brizantha cv. MARANDU E SUA PRODUTIVIDADE EM UM SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA EM DIFERENTES NÍVEIS DE SATURAÇÃO POR BASES ....................................................................................................................... 31 CONTABILIZAÇÃO DE FAMÍLIAS EXISTENTES NA COLEÇÃO ENTOMOLÓGICA DO IFMT – CONFRESA .......................................................... 32 PERFIL DOS CONSUMIDORES DE PLANTAS MEDICINAIS NO BAIRRO JARDIM DO ÉDEN NA CIDADE DE CONFRESA-MT ........................... 33 MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PONTA PORÃ-MS............................................................................................................... 34 MAPA DE DECLIVIDADE PARA PONTA PORÃ-MS(1) ................................................................................................................................................. 35 CONSTRUÇÃO E FUNCIONAMENTO DE CARNEIRO HIDRÁULICO DE GARRAFA PET ........................................................................................ 37 RESPOSTA DA Brachiaria brizantha À ADUBAÇÃO NITROGENADA SOB VARIAÇÃO MENSAL DE CHUVAS EM CONFRESA ........................... 38 DESENVOLVIMENTO DO COLMO DA CANA DE AÇÚCAR EM TRÊS AMBIENTES DE CULTIVO, SOB IRRIGAÇÃO ........................................... 39 CONSTRUÇÃO E FUNCIONAMENTO DE CARNEIRO HIDRÁULICO DE GARRAFA PET ........................................................................................ 40 PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA MENSAL E HORÁRIA EM CONFRESA-MT NOS ÚLTIMOS VINTE MESES ..................................................... 41 CARACTERIZAÇÃO DA AGROINDÚSTRIA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE CONFRESA – MT ................................................................................. 42 EIXO TEMÁTICO: PORTUGUÊS .................................................................................................................................................................................. 43 LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA: MIA COUTO ................................................................................................................ 44 LITERANDO NO FACEBOOK ....................................................................................................................................................................................... 45 EIXO TEMÁTICO: FÍSICA ............................................................................................................................................................................................. 46 CARACTERIZAÇÃO DE POLÍMEROS E COMPÓSITOS RECICLADOS(1).................................................................................................................. 47 ESPECTROSCOPIA DE RMN DA QUERCETINA ........................................................................................................................................................ 48 AVALIAÇÃO BIOMECÂNICA DE COORDENAÇÃO MOTORA DAS MÃOS ................................................................................................................ 49 GERADOR DE VAN DE GRAAFF ................................................................................................................................................................................. 50 CLIMATIZADOR ALTERNATIVO DE BAIXO CUSTO: APLICANDO CONHECIMENTOS FÍSICOS PARA MELHORIA NA QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO DE CONFRESA ...................................................................................................................................................................................... 51 EFEITO DOPPLER E SUAS CURIOSIDADES ............................................................................................................................................................. 52 ESTIMATIVA DA RADIAÇÃO SOLAR NO IFMT CAMPUS CONFRESA ...................................................................................................................... 53 APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA: A DENSIDADE DOS ELEMENTOS ..................................................................................................................... 54 EIXO TEMÁTICO: QUÍMICA ......................................................................................................................................................................................... 55 ZINCO ............................................................................................................................................................................................................................ 56 FÓSFORO ..................................................................................................................................................................................................................... 57 A IMPORTÂNCIA DA QUÍMICA PARA A SOCIEDADE ATUAL ................................................................................................................................... 58 FERRO........................................................................................................................................................................................................................... 59 MAGNÉSIO .................................................................................................................................................................................................................... 60 POLÍMEROS: NOVOS RUMOS PARA O FUTURO ...................................................................................................................................................... 61 BORO............................................................................................................................................................................................................................. 62 PÓ DE REPOLHO ROXO COMO INDICADOR NATURAL DE pH ............................................................................................................................... 63 FERMENTAÇÃO DE MAÇA PARA POTENCIAL PRODUÇÃO DE VINAGRE ............................................................................................................. 64 I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 4

DETERMINAÇÃO DA ACIDEZ DA FOLHA DE COUVE ............................................................................................................................................... 65 DEMONSTRAÇÃO DA PRESENÇA DE DNA NA BANANA ......................................................................................................................................... 66 AÇÃO DA AMILASE SALIVAR SOBRE O AMIDO ........................................................................................................................................................ 67 FUNCIONALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO ARGILOMINERAL CAULINITA/ILITA COM O COMPOSTO ORGÂNICO N-3-TRIMETOXISILIL PROPIL-ETILENODIAMINO .......................................................................................................................................................................................... 68 A EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE MATO GROSSO (1)................................................................. 69 TENDÊNCIAS NO ENSINO DE QUÍMICA: O USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS ........................................ 70 DESENVOLVIMENTO DE UMA METODOLOGIA DE BAIXO CUSTO PARA O ENSINO EXPERIMENTAL DE ESTEQUIOMETRIA ....................... 71 EIXO TEMÁTICO: ENSINO ........................................................................................................................................................................................... 72 O ENSINO DE QUÍMICA COMO PROMOTOR DE REFLEXÕES PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL .......................... 73 DIFICULDADES ENCONTRADAS PELOS ALUNOS DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA NATUREZA – HABILITAÇÃO EM QUÍMICA DO IFMT CAMPUS CONFRESA ................................................................................................................................................................................................... 74 O ENSINO DE QUÍMICA PARA DEFICIENTES VISUAIS POR MEIO DA CONFECÇÃO DA TABELA PERIÓDICA EM BRAILLE ............................ 75 INSERÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO-CAMPUS CONFRESA NA REGIÃO “NORTE ARAGUAIA”..................................................................................................................................................................................................... 76 MEDICINAS NATURAIS ................................................................................................................................................................................................ 78 EIXO TEMÁTICO: MATEMÁTICA ................................................................................................................................................................................ 79 OFICINA: EXPLORANDO CONCEITOS MATEMÁTICOS POR MEIO DE JOGOS ..................................................................................................... 80 RELOGIO SOLAR: UMA ESTRATÉGIA DE ENSINO PARA AULAS DE MATEMÁTICA ............................................................................................. 81 A UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS) COMO RECURSO DE APOIO À APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA................................................................................................................................................................................................................ 82 EIXO TEMÁTICO: MEIO AMBIENTE............................................................................................................................................................................ 83 PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS PROFESSORES DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA NATUREZA COM HABILITAÇÃO EM QUÍMICA CAMPUS-CONFRESA .................................................................................................................................................................................. 84 A CASA SUSTENTÁVEL ............................................................................................................................................................................................... 85 ROBÔ AQUÁTICO: UMA ALTERNATIVA PARA O LIXO ELETRÔNICO ..................................................................................................................... 87 O DESTINO DO LIXO HOSPITALAR DE PORTO O ALGRE DO NORTE –MT ........................................................................................................... 88 ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM SANTA CRUZ DO XINGU – MT ............................................................................................................................. 89 AVALIAÇÃO COMPARATIVA DA EROSÃO DAS MARGENS DO CÓRREGO DA ONÇA EM CONFRESA-MT ........................................................ 90 AVALIAÇÃO DE LAUDOS DE CONTROLE DE QUALIDADE DA ÁGUA DE SÃO FÉLIX DO ARAGUAIA – MT ........................................................ 91 MEIO AMBIENTE E SACOLAS ECOLÓGICAS - UMA PROPOSTA ECO SOCIAL PARA O ....................................................................................... 92 MUNICÍPIO DE CONFRESA –MT ................................................................................................................................................................................. 92 OS RESÍDUOS ELETRÔNICOS E A RESPONSABILIDADE AMBIENTAL PÓS-CONSUMO ..................................................................................... 93 EDUCANDO COM A HORTA ESCOLAR NUMA PERSPECTIVA SUSTENTÁVEL NO ÂMBITO DA ESCOLA ESTADUAL TAPIRAPÉ MUNICIPIO DE PORTO ALEGRE DO NORTE-MT .......................................................................................................................................................................... 94 POLUIÇÃO SONORA: NA REGIÃO CENTRAL EM VARZEA GRANDE “Cruzamento entre as avenidas Filinto Muller e Pedro Pedrossian” ( ........... 95 DISPOSIÇÃO INADEQUADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS: O CASO DO LIXÃO NO MUNICÍPIO .............................................................................. 96 DE SANTA TEREZINHA - MT ....................................................................................................................................................................................... 96 RESÍDUOS DA CASCA DE ARROZ NA COMPOSTAGEM PARA ADUBAÇÃO DE HORTAS .................................................................................... 97 EIXO TEMÁTICO: SOCIOLOGIA.................................................................................................................................................................................. 98 A OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA, A SOCIEDADE DO CONSUMO E OS PROBLEMAS AMBIENTAIS ............................................................. 99 CONCEPÇÃO DOS ALUNOS ACERCA DA UTILIZAÇÃO DOS BRINQUEDOS PEDAGÓGICOS NA ALFABETIZAÇÃO ....................................... 100 CRITÉRIOS DA DISTRIBUIÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA FARMÁCIA BÁSICA DE PORTO ALEGRE DO NORTE ................................................. 101 NEGRO/BRANCO: DIFERENTE SÓ NA COR ............................................................................................................................................................ 102 O ENSINO DE TÉCNICAS AGRÍCOLAS NO CONTEXTO DA ALDEIA TAPIRAPÉ .................................................................................................. 103 ECONOMIA SOLIDÁRIA E DESENVOLVIMENTO ALTERNATIVO ........................................................................................................................... 104 EIXO TEMÁTICO: ARTE ............................................................................................................................................................................................. 105 O ENSINO DE VIOLÃO NO IFMT CAMPUS CONFRESA .......................................................................................................................................... 106 OS EVENTOS MUSICAIS NO IFMT CAMPUS CONFRESA: UM DESPERTAR PARA APRECIADORES ............................................................... 107 EIXO TEMÁTICO: HISTÓRIA ..................................................................................................................................................................................... 109 CAMPININHA DAS FLORES: ANOITECE CIDADE E AMANHECE BAIRRO ............................................................................................................ 110 RITUAIS FÚNEBRES E REFORMAS SANITÁRIAS NO SÉCULO XVIII .................................................................................................................... 111 I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 5

EIXO TEMÁTICO: ALIMENTO I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 6

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar ANÁLISE SENSORIAL DE SORVETE FORMULADO COM DIFERENTES QUANTIDADES DE POLPA DE PEQUI (Caryocar brasiliense Camb.)(1) Raphael Maia Aveiro Cessa(2), Sandra Aparecida Tavares(3); Arthur Venicio Moraes Galeno(4); Nathalia Gabrielly de Sousa Batista(4) (1)Trabalho financiado pelo Programa Federal de Extensão Mulheres Mil do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); (2)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Agronomia / email: raphael.cessa@cfs.ifmt.edu.br; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br; (4)IFMT – Campus Confresa / Acadêmico do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: andreluizsodre@hotmail.com; nathaliagabrielly_sb_@hotmail.com Eixo temático: Alimento RESUMO Este trabalho objetivou avaliar as características sensoriais cor, aroma e sabor de sorvetes formulados com duas quantidades de polpa de pequi e, ainda analisar suas intenções de compra por provadores. O trabalho foi realizado no Laboratório de Análise Sensorial do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa). Os frutos de pequi (Caryocar brasiliense) utilizados foram adquiridos no comércio local, selecionados por ausência de rachadura e/ou manchas na casca, para preparo do sorvete em duas concentrações da polpa dos frutos. Foram preparadas duas formulações contendo quantidades diferentes de polpa cosida de pequi. Para realização do teste de aceitação usou-se uma ficha com escala hedônica e outra de intenção de compra. Os dados foram manipulados obtendo-se a moda das características avaliadas referente às preferências sensoriais das amostras. A formulação 1 de preparo de sorvete contendo menor quantidade de polpa de pequi foi classificada pelos provadores na categoria “Gostei extremamente” para as características sabor e aroma. Para tais características a formulação 2 de preparo de sorvete contendo maior quantidade de polpa de pequi foi classificada na categoria. Para as características textura e impressão global os valores as classificações categóricas foram iguais para as formulações 1 e 2 de preparo do sorvete com polpa de pequi, sendo respectivamente “Gostei moderadamente” e “Gostei extremamente”. Pode-se considerar satisfatória a aceitação das formulações 1 e 2 de preparo de sorvete com polpa de pequi, uma vez que o valor modal 4 foi igual para intenção de compra (categoria “Provavelmente compraria”). Palavras-chave: Processamento; Aceitação; Alimento. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 7

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FARINHA DE TRIGO UTILIZADA PARA FABRICAÇÃO DE PÃO FRANCÊS NO MUNICÍPIO DE CONFRESA – MT(1) Flávio Santos Silva(2); André Luis Sodré Fernandes(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: engalflavio@Yahoo.com.br; (3)IFMT – Campus Confresa / Aluno do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: andreluizsodre@hotmail.com (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO Farinha de trigo é um produto elaborado com grãos de trigo (Triticum aestivum) ou outras espécies de trigo do gênero Triticum, ou combinações por meio de trituração ou moagem e outras tecnologias ou processos por meio do processo de moagem (quebra do grão, retirada ao máximo do endosperma e trituração do material remanescente). As propriedades físico-químicas podem avaliar a qualidade da farinha do trigo, pois estão relacionadas com a forma de seu beneficiamento e, assim, são empregadas para aperfeiçoar a qualidade tecnológica ou nutricional do produto. Contudo o objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade físico-química da farinha de trigo especial tipo 1 utilizada para elaboração de Pão Francês comercializada no município de Confresa-MT, para gerar informações do produto disponível ao consumidor. Foram coletadas em estabelecimentos mercadistas de Confresa-MT, 3 amostras de farinha de trigo especial tipo 1, sendo estas submetidas às determinações dos teores de: umidade em estufa a 105ºC até peso constante, cinzas por incineração em mufla a 550ºC e proteínas pelo método gravimétrico. Os resultados revelaram que 100% das amostras de farinha de trigo analisadas estavam em acordo com a qualidade físico-química estabelecida pela legislação. Palavras - chave: Triticum aestivum; Qualidade e tecnologia; Consumidor; Pão francês. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 8

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar RECEITINHAS DA VOVÓ QUE “CURAM”(1) Aurinete Vieira lima da Fonseca(2); Eveliny de Lima Julião(3) (1)Trabalho financiado pela Escola Alexandre Quirino de Souza; (2)Escola Alexandre Quirino de Souza / Professor do Ensino Fundamental / Psicopedagogia / e-mail: aurinetevl@hotmail.com; (3)Escola Alexandre Quirino de Souza / Professor do Ensino Fundamental / Pedagogia Eixo temático: Alimento RESUMO O presente projeto estabelece relação entre o conhecimento empírico e o científico, resgatando e fortalecendo o elo entre avós e alunos/netos da turma da III fase do I ciclo da Escola Alexandre Quirino de Souza. Buscou-se referencial e sustentação teórica em Paulo Freire, Magda Soares, Jussara Hoffman e Harri Lorenzi. Sensibilizou a efetivação desse projeto o índice de alunos detectados que, ao se ausentarem da escola por motivos de doenças/moléstias, procuram demasiadamente o tratamento alopático. Objetiva-se a desmistificação da cultura alopática em detrimento do conhecimento popular e preservação da credibilidade da criança ao “conhecimento da vovó”. Pesquisou-se sobre as ervas “milagrosas” que as avós cultivam em casa e que servem como base medicinal para tratamento das crianças e demais pessoas da família. O processo metodológico do projeto foi estabelecido através de entrevistas, dramatizações, experimentos, pesquisas de campo e a viveiros, visitas e depoimentos da vovó na escola, pesquisas bibliográficas e finalmente a construção da horta medicinal escolar. Resultou-se a uma nova adaptação de hábitos saudáveis e naturais cotidianos da família, bem como seu uso consciente e sustentável no próprio âmbito da escola com uma visível percepção de fortalecimento de uma relação de crédito e fé, que vinha se abalando e até mesmo uma relação mais harmônica com a natureza, bem como reconhecimentos mais sócio-coletivos de valores tradicionais relevantes à própria história da humanidade. Palavras – chave: Conhecimento Popular; Ervas; Depoimentos. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 9

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E ACEITAÇÃO SENSORIAL DA GELÉIA DE AÇAÍ (Euterpe oleracea)(1) Flávio Santos Silva(2); André Luis Sodré Fernandes(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: engalflavio@Yahoo.com.br; (3)IFMT – Campus Confresa Aluno do curso / Acadêmico do Ensino Médio / Alimento / e-mail: andreluizsodre@hotmail.com (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO Este trabalho tem seu foco principal o mapeamento físico-químico da polpa de açaí (Euterpe oleracea), visando uma melhor aceitação sensorial de seu subproduto, no caso a geleia de açaí. O fruto do açaizeiro depois de colhido é processado no prazo de 24 horas, pois ele perde muita estabilidade e se altera facilmente comprometendo a qualidade de seus subprodutos. Contudo esse mapeamento da polpa de açaí vem minimizar algumas perdas de qualidade depois do produto ser processado, e os resultados obtidos são analisados como principal fator de qualidade da polpa de açaí, e divulgados em tabelas quantitativas e qualitativas, seguindo a metodologias recomendadas pelo Instituto Adolfo Lutz. O açaí é um fruto que apresenta em cachos, e são de coloração violácea quase negra quando maduros. Produzidos durante boa parte do ano, porém com maior intensidade nos meses de julho a dezembro. Palavras - chave: Qualitativa; Polpa; Fruto. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 10

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar ANÁLISE SENSORIAL DE BEBIDA LÁCTEA FERMENTADA COM POLPA DE CAGAITA(1) Carmem Torres Guedes(2); Keile Torres Guedes(2); Clea Torres Guedes(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante do Ensino Médio / Técnico em Alimento; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Química / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O fruto da planta cagaita (Eugenia dysenterica) tem grande potencial de exploração econômica no Cerrado brasileiro. Possui na sua composição nutricional elevado teor de vitamina C e ácidos graxos polinsaturados (linoleico e linolênico). Visando o aproveitamento do soro produzido no processo de fabricação de queijo este trabalho objetivou desenvolver bebida láctea fermentada com polpa de cagaita em duas formulações (25% e 50% de soro) com a finalidade de avaliar suas características sensoriais, tendo em vista um produto de baixo custo. Para avaliação das amostras 30 mL da bebida láctea (formulações) foram servidos em copos plásticos descartáveis, codificados com números de três dígitos seguindo a ordem balanceada de apresentação. Os julgadores foram alunos da faixa etária de 15 a 25 anos de ambos os sexos. Os parâmetros avaliados foram cor, sabor, textura e impressão global. Foi observada diferença significativa pelo teste F da análise de variância entre as formulações testadas de bebida láctea sabor cagaita apenas para cor e textura, embora o teste de média “t” não detectado tal diferença. Conclui-se que não houve diferença entre os dois tipos de bebida láctea, sendo possíveis as utilizações ambas as concentrações. Palavra chave: Concentrações; Meio Ambiente; Soro de Queijo. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 11

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DOS EDULCORANTES PARA O ORGANISMO(1) Allana Lyne Morais SIlva(2); Ana Clara Antônia do Carmo(2); Bruno Pereira Garcês(3); William Cardoso Lima(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: allana.lyne@hotmail.com; anaclara_carmo@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Química / e-mail: bruno.garces@cfs.ifmt.edu.br; william.lima@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO Os edulcorantes ou adoçantes são substancias de baixa caloria com alta capacidade de adoçar os alimentos. Os adoçantes podem ser de duas categorias: artificiais e naturais. Há dúvidas sobre edulcorantes em relação aos seus benefícios e malefícios. Dentro do grupo dos edulcorantes artificiais destacam se: ASPARTAME (como beneficio esse edulcorante possui uma diferença da sacarose, ele não contribui para o desenvolvimento de cáries, também não afeta a resposta glicêmica em indivíduos normais nem com diabetes, assim como não afeta o controle metabólico nem a libertação de insulina, por outro lado, essa substancia é um grande alvo de pesquisa, pois é suspeito de causar câncer). CICLAMATO (Este adoçante é ilegal em vários países por ser causador de efeitos carcinogênicos), SACARINA, ACESULFAME-K e SUBRALOSE. Entre os edulcorantes naturais destacam se: FRUTOSE (é um monossacarídeo calórico, muito encontrado em frutas e tem um baixo índice glicêmico), SACAROSE (encontra-se principalmente na cana de açúcar e na beterraba, é o açúcar mais comum encontrado, conhecido como o açúcar comercial). SORBITOL (também conhecido como glucitol, é um álcool de açúcar encontrado naturalmente em diversas frutas, como no bagaço do fruto da sorveira). XILITOL e DEXTRINA. Conclui-se que alguns edulcorantes artificiais são mais propícios a causar efeitos carcinogênicos do que os naturais, porém são recomendados em vários casos principalmente quando há a necessidade de substituição de alguns adoçantes naturais, como no caso dos diabéticos. Palavras - chave: Aspartame; Câncer; Adoçantes. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 12

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DOS AROMATIZANTES NO ORGANISMO(1) Diogo Araújo Villa(2); Gustavo Kaique da Silva Machado(2); Bruno Pereira Garcês(3) William Cardoso Lima(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante de Ensino Médio/ Técnico em Alimentos / e-mail: diogovilla2023@hotmail.com; ustavoksmachado@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Química / e-mail: bruno.garces@cfs.ifmt.edu.br; william.lima@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO Os aromatizantes, também conhecidos como flavorizantes são utilizados para melhorar o paladar dos alimentos, fazendo com que os mesmos pareçam mais saborosos e para realçar o sabor de vários alimentos enlatados ou industrializados. Podem ser encontrados em carnes “enlatadas”, comida chinesa, caldos, tabletes. Destacam-se como benefícios destes aditivos, o impedimento da deterioração e ranço dos alimentos, o realce no sabor e na aparência e em alguns casos, o reforço no conteúdo nutricional. Em contraposição, pessoas suscetíveis podem ter reações alérgicas ou adversas a esses produtos e, algumas pessoas podem apresentar piora em seus problemas de saúde. É muito importante atentar-se à composição dos produtos que serão consumidos. Em caso de suspeita sobre algum alimento específico, deve-se procurar um profissional especializado, para detectar possíveis intolerâncias, muitas pessoas são alérgicas a alguns aditivos alimentícios sem mesmo saber. Existem aromatizantes naturais e artificiais. Os naturais são mais seguros para o consumo, porém, visto que os artificiais são mais viáveis economicamente, porque os sabores e os aromas mais delicados são misturas complexas e difíceis de serem extraídas de frutas ou flores, eles são mais utilizados. Para citar um exemplo, o aromatizante natural de morango é uma mistura de mais de 100 substâncias. Portanto, uma vez que os alimentos são produzidos industrialmente, visa-se mais o valor de mercado que o valor nutricional. Em razão disso, a legislação criou normas para o uso dessas substâncias artificiais nos alimentos, como as especificadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Assim, em alguns rótulos destes produtos há a letra F, que indica que há aromatizantes ou flavorizantes. Essa letra vem seguida de algarismos romanos que indica qual é o tipo de aromatizante. Os aromatizantes na indústria de alimentos são utilizados em grandes processos de preparo, muitos destes utilizando aromatizantes artificiais ou naturais que são encontrados principalmente nas essências de morando, kiwi, framboesa, rum, jasmim, rosa, e uva. No entanto, as industriais que utilizam os aromatizantes tem como objetivo a melhora nas características organolépticas do produto na qual fabricam, para assim, conseguirem maior lucro. Palavras - Chave: Indústria de Alimentos; Flavorizantes; Alergia. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 13

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar SUCO DE GABIROBA OBTIDO POR EXTRAÇÃO ENZIMÁTICA(1) Marli da Silva Santos(2) (1)Trabalho financiado pelo Centro Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (2)Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa) / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: marli.santos@cfs.ifmt.edu.br Eixo temático: Alimento RESUMO Os frutos nativos tropicais tem conquistado a preferência do consumidor, principalmente no que se refere às características sensoriais como o sabor e aroma. O Brasil é um dos principais produtores e exportadores de inúmeras espécies de frutíferas, com grande potencial para expansão nesse setor.. A gabiroba (Campomanesia xanthocarpa Berg.) é um fruto pertencente à família das Mirtáceas, nativo do Brasil e que apresenta fácil adaptação às vários tipos de solo e diversas condições climáticas. O objetivo do presente trabalho foi extrair e caracterizar o suco da fruta gabiroba, visando, assim, a introdução de uma alternativa para o aproveitamento tecnológico dessa matéria prima e agregação de valor ao fruto nativo. Frutos maduros de gabiroba foram colhidos e selecionados de acordo com a uniformidade de cor, tamanho e ausência de qualquer tipo de injúrias. O suco foi obtido por meio da extração enzimática utilizando enzimas pectinolíticas (Pectinex Ultra SP-L KRN05508) doados pela empresa Novozymes. A extração do suco foi realizada utilizando-se de dois fatores e dois níveis, com um ponto central, tendo como variáveis o tempo, a concentração de enzima e a temperatura de incubação fixada em 50°C. O conteúdo de vitamina C foi determinado através de método espectrofotometrico. O teor de carotenoides foi determinado por cromatografia liquida de alta eficiencia (HPLC). Os rendimentos obtidos para os sucos de gabiroba foram de 55,35 % para o suco sem a adição de enzima e 74,11 % com o tratamento enzimático, que resulta em um aumento de 18,76 % em relação ao suco in natura. A amostra de suco tratado enzimaticamente apresentou uma boa retenção no teor de vitamina C e carotenóides cerca de 80% e 92,54% respectivamente. O suco tratado enzimaticamente apresentou rendimento mais elevado e apresentou maior retenção dos compostos fotoquímicos resultando em um produto final com aspectos sensoriais como cor e aroma mais atraente. Não foram observadas mudanças visuais na coloração das amostras durante os 120 dias de armazenamento em temperatura de refrigeração,evidenciando a boa estabilidade do produto, indicando que a metodologia adotada para obtenção do suco foi adequada. O aproveitamento de espécies nativas para elaboração de novos produtos pode contribuir para a conservação da biodiversidade regional, protegendo, ou expandindo as fontes naturais de diversidade genética da flora em questão e da fauna a ela associada, bem como auxiliar na diversificação da fruticultura local. O uso de técnicas simples e apropriadas na produção de novos produtos diversifica as opções dos consumidos podendo auxiliar na geração de receita e renda. Através dos parâmetros avaliados verificou-se que os frutos da Campomanesia xanthocarpa Berg são de grande potencial econômico e nutricional, devido, principalmente, as suas características sensoriais atrativas, exóticas e incomparáveis. Palavras-chave: Frutos Nativos; Aspectos Sensoriais; Agregação de Valor. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 14

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DO AÇÚCAR PARA O ORGANISMO(1) Lunária Batista da Silva(2); Daniele Kuhnen Escher(2); Bruno Pereira Garcês(3); William Cardoso Lima(3); Ilson Dias da SIlva(4) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante de Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: lunaria20@hotmail.com; danielekuhnen@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Química / e-mail: bruno.garces@cfs.ifmt.edu.br; willian.silva@cfs.ifmt.edu.br; (4)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Educação Física / e-mail: Ilson.silva@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O açúcar comercial é a fonte mais fácil para o organismo humano absorver glicose. A presença da glicose é essencial, pois sua ausência causa hipoglicemia no organismo. Os sintomas podem ser dores de cabeça e vertigem. Não é necessária a inclusão do açúcar comercial em nosso cardápio, pois carboidratos podem ser encontrados em frutas, alimentos conhecidos como “massas”, pães e biscoitos. Uma boa alimentação não requer a retirada de alimentos açucarados conhecidos também por doces ou que produzem sensação gustativa doce, pois esses auxiliam no controle de ansiedade. Os adoçantes artificiais são uma boa opção quando combinados com uma atividade física regular, mas é importante optar pelos açucares naturais presentes nos alimentos. Para os adoçantes deve-se ter uma regulamentação na quantidade ingerida, pois este poderá alterar no estado físico do indivíduo da mesma forma que os açúcares naturais. Mas esses também tem seu lado negativo, considerado por muitos especialistas como assassino número um do século XXI, pois se sabe que este produto mata hoje em dia mais pessoas do que os ataques de coração. O açúcar causa mais mal às artérias do que a mesma quantidade em gordura. A sua ingestão eleva os triglicerídeos, uma substância gorda no sangue que acelera a formação de colesterol. Com base na pesquisa conclui-se que o problema do açúcar, em específico o refinado, é que ele é 100% caloria, sem valor nutricional. Quando consumido regularmente em grande quantidade ou puro, ele apresenta uma série de reações bioquímicas que podem levar à obesidade, e esta, à hipertensão, ao diabetes e até alguns tipos de câncer. Isso é conhecido pela medicina há muitas décadas. O que existe de novo no estudo do metabolismo do açúcar no corpo vem da medição exata de como outros alimentos podem produzir os mesmos efeitos adversos do doce pó branco. Palavras - Chave: Triglicerídeos; Diabetes; Energia. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 15

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar BENEFÍCIOS DOS ANTIOXIDANTES NATURAIS PARA O ORGANISMO HUMANO(1) Jaqueline Donin Noleto(2); Scarlath Silva Souza(2); Bruno Pereira Garcês(3); William Cardoso Lima(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante de Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: jaquelinedn@live.com; scarlathsouza@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Química / e-mail: bruno.garces@cfs.ifmt.edu.br; william.lima@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O presente estudo tem como objetivo realizar uma revisão bibliográfica sobre os malefícios e os benefícios dos antioxidantes naturais para o organismo humano, pois a maioria das pessoas não possui o conhecimento sobre as propriedades destes compostos sobre o corpo ou até mesmo na utilização do mesmo na indústria alimentícia. Os antioxidantes possuem uma grande capacidade de sequestrar radicais livres e inibir a oxidação de lipídeos evitando também o estresse oxidativo, que é um dos principais fatores que causam câncer na atualidade. Estes benefícios fazem com que os especialistas incentivem o consumo de alimentos que tenham compostos fenólicos, pois essas características são de grande importância para saúde humana. A oxidação lipídica é responsável pela formação de compostos que dão cor, sabor e aromas que são indesejáveis e os compostos fenólicos são inibidores da reação de oxidação. Dos estudos realizados nada ainda foi encontrado sobre os malefícios dos antioxidantes naturais, apenas dos sintéticos. Com isso percebemos que os antioxidantes tem um grande papel benéfico na saúde humana e mais ainda na indústria de alimentos. Como estes compostos auxiliam no sequestro de radicais livres no organismo, uma grande quantidade de doenças pode ser evitada ou minimizada através do consumo frequente deles, como artrite, aterosclerose, diabetes, catarata, esclerose múltipla, inflamações crônicas, disfunção cerebral, cardiopatias, enfisema, envelhecimento precoce, câncer e algumas doenças do sistema imune. Alguns dos alimentos que possuem estes antioxidantes naturais são o mamão, brócolis, laranja, chá, vinho, cenoura, tomate, uva, salsa, morango, noz, espinafre, repolho entre outros. Pode-se observar que vários alimentos que possuem antioxidantes são da coloração amarela ou vermelha, isto se deve devido à grande presença de duplas ligações nestes compostos, que confere uma coloração nestas faixas. Palavras - Chave: Oxidação; Radicais Livres; Organismo. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 16

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar AVALIAÇÃO SENSORIAL DE BOLO DE FARINHA DE TRIGO COM ADIÇÃO DA FARINHA DE SOJA(1) Gabriel Clinton Gomes Siel(2); Ângel Almeida Borges(2); Noelle Delmagro(2); Viviane Lima Ordonio(2); Railane Neves da Silva(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Projeto financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia de Mato Grosso - Campus Confresa (IFMT - Campus Confresa); - Campus Confresa / Estudante Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: gabrieljj_gomes@hotmail.com; (3)IFMT - Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO A soja é uma importante alternativa alimentar na nutrição humana, devido principalmente ao teor e a qualidade proteica, desta maneira a soja pode enriquecer o alimento, sendo assim indicado para elaboração de produtos, como pães e bolo. Uma das formas de avaliar a qualidade do produto é por meio da análise sensorial, um teste recomendado seria o triangular. O teste triangular indica se existe diferença significativa entre dois tratamentos que sofreram processos diferentes, esta análise é utilizada para verificar se existe diferença perceptível entre dois produtos comparando-se três amostras, onde 2 são iguais e 1 diferente. Contudo o objetivo do estudo foi avaliar se houve diferença entre as duas formulações de bolo, por meio do teste triangular. Avaliaram-se três amostras de bolo, que foram apresentadas de seis ordens diferentes ABA, BAB, AAB, BBA, ABB e BAA, a amostra A era referente ao bolo com farinha de trigo e a amostra B com substituição de 50% de farinha de trigo por farinha de soja. Os provadores avaliaram as amostras da esquerda para a direita e fizeram um circulo no da amostra diferente. O teste foi feito com 23 julgadores, sendo eles alunos do técnico em alimentos na faixa etária de 14 a 16 anos, ambos os sexos. O resultado do teste triangular foi de submetido á análise da tabela de resultados, com 0, 1% de significância, e 21 dos 23 julgadores acertaram, ou seja, identificou o bolo diferente, o que permitiu afirmar que houve diferença significativa entre as amostras. A substituição em parte da farinha de trigo seria de grande importância, pelo elevado valor energético da soja. Porém após os testes realizados não foi possível a adição de parte da farinha de soja, devido á diferença notável em todo produto. Palavra chave: Nutrição; Julgadores; Amostras. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 17

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar AVALIAÇÃO SENSORIAL DE CHOCALATE COM AMENDOIM EM DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE CHOCOLATE(1) Daniele Kuhnen Escher(2); Allana Lyne Morais Silva(2); Gustavo Kaique da Silva Machado(2); Lunária Batista da Silva(2); Diogo Araujo Villa(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Projeto financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia do Mato Grosso - Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: danikuhnen@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO A análise sensorial é usada para evocar, medir, analisar e interpretar reações acerca das características dos alimentos, e são percebidas pelos sentidos da visão, olfato, gosto, tato e audição. O teste de preferência avalia a preferência do provador quando ele compara dois ou mais produtos entre si, para isto pode ser utilizado a escala hedônica que avalia o grau com que os julgadores gostam ou desgostam de um produto, no caso o chocolate com amendoim. Este trabalho teve como objetivo avaliar a preferência dos julgadores sobre o produto de chocolate com amendoim, de diferentes tipos de chocolates e concentrações. Foram elaboradas formulações diferentes para o produto, chocolate com amendoim, sendo que em uma formação o chocolate comercial foi adicionado na concentração de 45g e na outra o chocolate cacau foi adicionado na concentração de 22,5g os demais ingredientes foram acrescentados na mesma concentração para as diferentes formulações, esses ingredientes foram leite condensado, margarina e amendoim, obtendo ao fim do processo um chocolate pastoso. Para avaliação das amostras, 30 ml do chocolate com amendoim foi servido em copos plásticos descartáveis, codificados com números de três dígitos, seguindo a ordem balanceada de apresentação e servidos aos julgadores, nesta avaliação foram 24 alunos da faixa etária de 15 a 25 anos de ambos os sexos. As características avaliadas foram sabor e percepção global. Com base nos resultados obtidos a partir da pesquisa realizada no laboratório de analise sensorial, obteve maior média de notas para a formulação com 45g de chocolate comercial, sendo esta mais aceita pelos julgadores. Pode-se concluir que o chocolate mais aceito foi o da formulação com chocolate comercial, tendo como características avaliadas, sabor e a percepção global. Palavras chaves: Cacau; Julgadores; Preferência. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 18

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar AVALIAÇÃO SENSORIAL DO DOCE DE LEITE SEM ADIÇÃO DE ESPESSANTE(1) Franci Junior Gomes da Silva(2); Jaqueline Donin Noleto(2); Raymora Pereira(2); Eva Chaves(2); Scarlath Silva(2); Ana Clara Antonia(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Acadêmico do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: francjunio123@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O doce de leite é um produto típico da América Latina, produzido e consumido em grande escala no Brasil. Esse produto é obtido basicamente da cocção do leite com açúcar ocorrendo a caramelização. Foi desenvolvido um doce de leite diferenciado do comercializado, pois no processo de fabricação não houve adição de espessante, somente açúcar e leite. O objetivo do trabalho foi analisar as características sensoriais do doce de leite sem adição de espessantes. Para fabricação do doce de leite foi feito previamente a pasteurização lenta para que os microrganismos patogênicos fossem eliminados, após foi acrescentado açúcar e deixou o doce cozinhando até atingir a consistência desejada para que fosse formado o doce de leite tradicional. Para avaliação das amostras 30 mL de doce de leite pastoso foi servido em copos plásticos descartáveis, codificados com números de três dígitos servido aos julgadores. Nessa avaliação foram 34 alunos da faixa etária de 15 a 25 anos de ambos os sexos. As características avaliadas foram textura, sabor e cor. A partir dos dados obtidos pode-se perceber que os consumidores gostaram do produto. Conclui-se que os resultados obtidos foram bem sucedidos, já que a maior parte dos julgadores deram a nota ao doce referente a gostei muitíssimo, o faz acreditar que gostaram do doce de leite. Palavra chave: Fabricação; Julgadores; Teste Sensorial. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 19

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar AVALIAÇÃO SENSORIAL DE DOIS TIPOS DE REQUEIJÃO(1) Wingret Lorrane de Freitas(2); Ilana Teixeira dos Santos(2); Maria Gabrielly Spangol(2); Nathália Gabrielly de Sousa Batista(2); Mikaelle Odara B.S.S de Castro(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Acadêmico do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: wingretlorrane@gmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O requeijão cremoso é um produto derivado do leite, apresenta geralmente cor branca, textura cremosa e sabor agradável. A avaliação sensorial do produto requeijão tem grande valia, pois permite sabermos se há diferença notável e, ainda saber a aceitabilidade do produto. Contudo o objetivo deste estudo foi avaliar se há diferença perceptível em relação as características globais do requeijão cremoso caseiro para o requeijão cremoso industrial, utilizando o teste sensorial duo-trio. Os ingredientes necessários para a fabricação do requeijão cremoso caseiro foram: leite pasteurizado, manteiga de leite, vinagre e sal. Ocorreu à análise sensorial dos produtos utilizando o teste duo-trio, para avaliação foram utilizados 20 julgadores, sendo eles alunos do técnico em alimentos na faixa etária de 14 a 16 anos, ambos os sexos. Esse teste consistiu em avaliar duas amostras, para isso ofereceu uma amostra padrão e em seguida foram ofertadas mais duas amostras e o julgador teve que dizer qual das duas é a mesma que a padrão, que neste caso foi a amostra requeijão cremoso caseiro. Os provadores conseguiram diferenciaram as amostras e, dessa maneira observou-se diferença entre amostras requeijão cremoso caseiro e requeijão cremoso industrial. Concluiu-se não pode substituir o requeijão cremoso industrializado pelo caseiro, pois o produto que fora desenvolvido apresenta características sensoriais perceptíveis diferenciadas do requeijão cremoso industrializado. Palavra chave: Provadores; Aceitabilidade; Teste Sensorial. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 20

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar AVALIAÇÃO SENSORIAL DE BOLO DE CHOCOLATE(1) Clea Torres Guedes(2); Carmem Torres Guedes(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Acadêmico do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: torresguedes@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O chocolate é um produto apreciado pela população, assim como o bolo de chocolate. A avaliação sensorial do produto bolo de chocolate tem grande valia, pois permite sabermos se há diferença notável e, ainda saber a aceitabilidade do produto. Contudo o objetivo deste estudo foi avaliar se houve diferença perceptível em relação as características globais de diferentes bolos de chocolate, utilizando o teste sensorial duo-trio. Os ingredientes necessários para a fabricação dos bolos foram açúcar, farinha de trigo, óleo, leite, ovos, fermento em pó e chocolate em pó. Ocorreu à análise sensorial dos produtos utilizando o teste duo-trio, para avaliação foram utilizados 24 julgadores, sendo eles alunos do técnico em alimentos e funcionários de diferentes faixas etárias de ambos os sexos. Esse teste consistiu em avaliar duas amostras, para isso ofereceu uma amostra padrão e em seguida foram ofertadas mais duas amostras e o julgador teve que dizer qual das duas é a mesma que a padrão, que neste caso foi a amostra chocolate de menor custo Os provadores conseguiram diferenciaram as amostras, já que houve 17 acertos e 7 erros, desta maneira foi notado diferença entre os bolos. Concluiu-se não pode substituir o chocolate do bolo de chocolate, pois o produto que fora desenvolvido apresenta características sensoriais perceptíveis diferenciadas. Palavra chave: Características Sensoriais; Julgadores; Teste Sensorial. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 21

I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar ELABORAÇÃO DE BISCOITOS TIPO COOKIE DE BURITI E AVALIAÇÃO SENSORIAL(1) João Paulo Lima Christichini(2); Suelma Matos Soares(3); Mileny Alves da Silva(2); Rafael Araújo Lira(4). (1)Projeto financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Aluno do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: joaochr11@hotmail.com; mileny.gatona@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Aluno de Gradu

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