Administração de tempo e prazo

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Published on March 8, 2014

Author: cirinholopes

Source: slideshare.net

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Trabalho da Disciplina de Projetos I sobre gerenciamento de tempo e prazo.

Administração de tempo e prazo Alunos: Ciro Rafael, Diogo Sampaio  Professor: João Sotero  Disciplina: Projetos I  Curso: GTI  Instituto Federal do Sertão Pernambucano 

O que é Gerenciamento de Prazo Gerenciar processos que asseguram que o projeto será implementado no prazo previsto.

Processos para o Gerenciamento do Prazo      Definição das Atividades Sequenciamento das Atividades Estimativa da Duração das Atividades Desenvolvimento do Cronograma Controle do Cronograma

Definição das Atividades Objetivo: Identificar e documentar as atividades que devem ser realizadas para produzir os diversos subprodutos do projeto.

Processo: Definição das Atividades Entradas:  Estrutura Analítica do Projeto: É definido na área de gerenciamento do escopo, que servirá de base para o detalhamento das atividades.  Declaração do Escopo: É composto pela justificativa, objetivo e sumário da descrição dos produtos e subprodutos.  Informações Históricas: São informações sobre a execução de projetos anteriores.

Processo: Definição das Atividades Ferramentas e Técnicas:  Decomposição: Significa subdividir os pacotes de trabalho do projeto em componentes menores e mais manejáveis com a finalidade de fornecer melhor controle do gerenciamento.  Modelos: Lista de atividades de projetos anteriores que servem como modelo ou referência para o novo projeto.

Processo: Definição das Atividades Saídas:  Lista de Atividades: Contém todas as atividades que serão realizadas no projeto.  Detalhes de Suporte: É um detalhamento da lista de atividades incluindo todas premissas e restrições.  Atualizações na EAP: É quando se percebe a falta / correção de algum produto ou subproduto definida na EAP.

Sequenciamento das Atividades Objetivo: Identificar e documentar as relações de dependências entre as atividades que devem ser sequenciadas corretamente possibilitando um cronograma realista e viável.

Processo: Sequenciamento das Atividades Entradas:  Lista de Atividades: Contém todas as atividades que serão realizadas no projeto, com base no EAP.  Descrição do Produto: Características do produto que influenciam o sequenciamento. Ex.: Layout físico de uma planta.  Dependências Mandatórias Hard Logic: Dependências que envolvem limitações físicas. Ex.: o protótipo deve ser construído antes de ser testado.

Processo: Sequenciamento das Atividades Ferramentas e Técnicas:  Modelos de Rede: São modelos de rede que podem auxiliar na preparação do diagrama de rede do projeto. São bastante úteis quando o projeto inclui várias características idênticas ou bastante similares. Ex.: Construção do piso de prédios comerciais.

Processo: Sequenciamento das Atividades Ferramentas e Técnicas:  Método do Diagrama de Flecha (ADM - Arow Diagramming Method): Método de construção do diagrama de rede que utiliza setas para representar as atividades e as conecta por meio de nós que representam as dependências. Só representa dependência do tipo Término / Início.

Sequenciamento das Atividades

Processo: Definição das Atividades Saídas:  Diagrama de Rede do Projeto (Gráficos de PERT): Representação gráfica do relacionamento lógico entre as atividades do projeto acompanhado de uma descrição sumária da abordagem do sequenciamento.  Atualização da Lista de Atividades: A preparação do diagrama de rede do projeto pode revelar situações em que uma atividade deve ser dividida ou mesmo redefinida.

estimativa da duração das atividades Objetivo: Estimar a duração das atividades para entrada no cronograma, a partir das informações do escopo do projeto e dos recursos disponíveis.

Processo : Estimativa da Duração das Atividades Entradas:  Lista de atividades: Contém todas as atividades que serão realizadas no projeto, com base no EAP.  Restrições: Fatores que limitarão as opções da equipe de gerência do projeto. Ex.: determinação de duração máxima de uma atividade ou quantidade de pessoas por atividade.

Processo : Estimativa da Duração das Atividades  Riscos Identificados: Os riscos identificados e a análise de sua influência na duração das atividades.

Processo : Estimativa da Duração das Atividades Ferramentas e Técnicas:  Duração Estimadas Quantitativamente: Quantidades a serem executadas para cada categoria específica de trabalho. Ex.: metros / hora ; horas / desenho.  Tempo de Reserva (Contingência): Incorporação adicional de tempo que pode ser adicionada a duração da atividade. Pode ter um valor fixo ou proporcional ao tempo.

Processo : Estimativa da Duração das Atividades Ferramentas e Técnicas:  Estimativa por Analogia (top_down): Utiliza-se durações de atividades anteriores ou similares para determinar a duração de uma atividade futura. São confiáveis quando as atividades anteriores são semelhantes de fato e os indivíduos que preparam estas estimativas têm conhecimento necessário.

Processo : Estimativa da Duração das Atividades Saídas:  Estimativa de Duração das Atividades: Avaliações quantitativas da quantidade mais provável de períodos de trabalho que será requerida para se completar uma atividade. Devem sempre incluir uma indicação da faixa de variação dos possíveis resultados. Ex.: 2 semanas +/- 2 dias.  Bases para a Estimativa: As premissas feitas na elaboração das estimativas devem ser documentadas.

Processo : Desenvolvimento do Cronograma Objetivo: Determinar datas de início e fim das atividades.

Processo : Desenvolvimento do Cronograma Entradas:  Diagramas de Rede do Projeto: Representação gráfica do relacionamento lógico entre as atividades do projeto.  Estimativas de Duração das Atividades: Avaliações quantitativas da quantidade mais provável de períodos de trabalho que será requerida para se completar uma atividade.  Necessidades de Recursos: Análise dos recursos designados às atividades.

Processo : Desenvolvimento do Cronograma Calendários: Identificam os períodos nos quais o trabalho será considerado. Afetam todos os recursos (horários diferentes).  Atributos da Atividade: Os atributos mais importantes para a seleção e classificação das atividades planejadas são :  Quem (responsabilidade)  Onde (área geográfica)  Tipo da atividade (sumário ou detalhe) 

Processo : Desenvolvimento do Cronograma Ferramentas e Técnicas:  Compressão da Duração: Procura alternativas para reduzir o prazo do projeto sem alterar seu escopo, usando técnicas, tais como :  Colisão - busca compressão para minimizar o aumento do custo, analisando compensação de custo e prazo.  Caminho Rápido - paraleliza as atividades.  Simulações - Considera múltiplas opções de duração :  Diferentes grupos de premissas  Resultados prováveis 

Processo : Desenvolvimento do Cronograma Saídas:  Cronograma do Projeto: Apresenta datas de início/término para cada atividade, apresentando-se em diversos formatos:  Diagrama de Rede  Gráfico de Barras  Gráficos de Marcos  Detalhes de Suporte: Documentação de todas as premissas e restrições identificadas.

Processo : Desenvolvimento do Cronograma  Plano de Gerência do Cronograma: Define como as mudanças no cronograma serão gerenciadas.  Atualização da Necessidade de Recursos: Atualização do nivelamento dos recursos podem ter um efeito significativo nas estimativas preliminares quanto à necessidade de recursos.

Processo : Controle do Cronograma Objetivo: Consiste em manipular os fatores que geram mudanças no cronograma, registrar as alterações e gerenciar as mudanças reais, quando e como elas ocorrem.

Processo : Controle do Cronograma Entradas:  Cronograma de Projetos: Para cada atividade do projeto, está incluso no mínimo as datas de início de término esperado.  Relatórios de performance (desempenho): Fornecem informações sobre o desempenho do cronograma. Podem alertar à equipe sobre problemas que podem aparecer no futuro. Ex: data que foram alcançadas conforme planejamento ou não.

Processo: Controle do Cronograma  Requisições de Mudança : Podem ocorrer de vária formas, tipo: Oral ou escrita, direta ou indiretamente, etc.... Essas mudanças podem alterar o cronograma para mais ou para menos.  Plano de Gerência de Cronograma: Este plano está descrito no processo de saída do desenvolvimento do cronograma. Define como as mudanças serão gerenciadas. É um elemento auxiliar no plano geral do projeto

Processo: Controle do Cronograma Ferramentas e Técnicas:  Planejamento Adicional: Quando ocorrem mudanças no projeto (quase sempre) é necessário que o cronograma das atividades novas ou Revisadas seja atualizado(mudanças nas estimativas de duração).  Análise de Variações: Esta análise é um elemento chave para o controle do prazo. Tanto as datas de inicio/fim prevista/reais quanto as folgas, são componentes vitais para a avaliação do desempenho do prazo do projeto.

Processo: Controle do Cronograma Saídas:  Atualizações do Cronograma: Qualquer modificação nas informações do prazo, é considerada uma atualização no cronograma. Essas modificações podem ou não requerer ajustes maiores no plano geral do projeto e quando ocorrem graves mudanças é necessário um replanejamento.  Ações Corretivas: É qualquer ação feita para compatibilizar o desempenho futuro do projeto com o plano do projeto. São importantes porque elas tem que garantir a conclusão do projeto no prazo ou com o mínimo de atraso possível.

Processo: Controle do Cronograma  Lições aprendidas: As causas das variações e os “porquês” das ações corretivas devem ser documentadas porque servirão de conhecimento para o curso do projeto ou futuros projetos da organização.

Fontes • MAXIMILIANO, Antônio César Amaru. Administração de Projetos:Como Transformar Ideias em Resultados. 3ª Edição. São Paulo-SP: Editora Atlas, 2009. • VARGAS, Ricardo Viana. Manual Prático do Plano do Projeto. 2ª. Edição. Rio de Janeiro: Editora Brasport, 2005.

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